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Questões de Concursos Detran MA

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61Q133228 | Raciocínio Lógico, Analista de Trânsito, DETRAN MA, FGV

A negação da sentença ?Se chove então o trânsito fica congestionado? é:

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62Q797824 | Fisioterapia, Analista de Trânsito, DETRAN MA, FGV

Em 1 km de uma rodovia composta por duas faixas em uma direção, foram observados 10 veículos por faixa. Sabendo que cada carro percorre 10 m a cada 0,5 s, o número de veículos nessa rodovia, em 10 minutos, será de
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63Q157666 | Raciocínio Lógico, Assistente de Trânsito, DETRAN MA, FGV

Foram contratados 12 novos funcionários de uma empresa, todos com idades de 20 a 30 anos. Considere as afirmativas: I.A idade média dos contratados é de 25 anos. II.Pelo menos um dos contratados tem 25 anos. III.Há, pelo menos, dois contratados com a mesma idade. Assinale:

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64Q133767 | Português, Analista de Trânsito, DETRAN MA, FGV

Texto associado.

Não é a chuva (fragmento)

Tem saído nos jornais: chuvas deixam São Paulo no caos. É verdade que os moradores estão sofrendo além da conta, quer estejam circulando pela cidade com seus carros ou nos ônibus e metrô, quer estejam em casa ou no trabalho. Três fatores criam a confusão: semáforos desligados; alagamentos nas ruas; falta de energia. Então, tudo culpa da chuva, certo? Errado. Semáforos, por exemplo. Eles poderiam ter a fiação enterrada ou a fonte de energia e os sistemas de controle automático protegidos por caixas blindadas. Isso não é nenhuma maravilha da tecnologia, algo revolucionário. Existe em qualquer cidade organizada. E tanto é acessível que já há projetos para a instalação desses equipamentos em São Paulo. Se não avança, é culpa dos administradores ? não da chuva. Quanto aos alagamentos, ocorrem por falta de algum serviço ou obra, esta já prevista. Podem reparar. Sempre aparece alguma autoridade municipal ou estadual dizendo que a enchente aqui será resolvida com um piscinão, ali com a canalização de um córrego, em outra rua com a simples limpeza dos bueiros, e assim vai. De novo, sabe?se o que é preciso fazer, mas não se faz. Também não é culpa da chuva. A falta de energia é outro estrago. Caem postes, desabam árvores, fiações são destruídas, transformadores pifam. Um amigo conta a situação na sua rua: os galhos de uma árvore cresceram muito e encostaram no transformador; quando chove com vento, os galhos vão batendo no transformador, já molhado, até desligá?lo. Sempre acontece isso. Ora, por que não podam a árvore? Porque é preciso uma autorização formal da prefeitura, o que significa uma solicitação formal, um trâmite formal, a visita pessoal de um fiscal. Não sai antes da próxima chuva. Podem reparar: em toda queda de árvore, sempre aparece um morador para dizer que aquilo era esperado, que já havia sido solicitada a poda ou a retirada. De novo, não tem nada a ver com a chuva.

(Carlos Alberto Sardenberg. O Globo, 28/02/2013)

 ?É verdade que os moradores estão sofrendo além da conta, quer estejam circulando pela cidade com seus carros ou nos ônibus e metrô, quer estejam em casa ou no trabalho?. Os conectivos sublinhados constroem uma estrutura que não se repete em:

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65Q133261 | Português, Analista de Trânsito, DETRAN MA, FGV

Texto associado.

Não é a chuva (fragmento)

Tem saído nos jornais: chuvas deixam São Paulo no caos. É verdade que os moradores estão sofrendo além da conta, quer estejam circulando pela cidade com seus carros ou nos ônibus e metrô, quer estejam em casa ou no trabalho. Três fatores criam a confusão: semáforos desligados; alagamentos nas ruas; falta de energia. Então, tudo culpa da chuva, certo? Errado. Semáforos, por exemplo. Eles poderiam ter a fiação enterrada ou a fonte de energia e os sistemas de controle automático protegidos por caixas blindadas. Isso não é nenhuma maravilha da tecnologia, algo revolucionário. Existe em qualquer cidade organizada. E tanto é acessível que já há projetos para a instalação desses equipamentos em São Paulo. Se não avança, é culpa dos administradores ? não da chuva. Quanto aos alagamentos, ocorrem por falta de algum serviço ou obra, esta já prevista. Podem reparar. Sempre aparece alguma autoridade municipal ou estadual dizendo que a enchente aqui será resolvida com um piscinão, ali com a canalização de um córrego, em outra rua com a simples limpeza dos bueiros, e assim vai. De novo, sabe?se o que é preciso fazer, mas não se faz. Também não é culpa da chuva. A falta de energia é outro estrago. Caem postes, desabam árvores, fiações são destruídas, transformadores pifam. Um amigo conta a situação na sua rua: os galhos de uma árvore cresceram muito e encostaram no transformador; quando chove com vento, os galhos vão batendo no transformador, já molhado, até desligá?lo. Sempre acontece isso. Ora, por que não podam a árvore? Porque é preciso uma autorização formal da prefeitura, o que significa uma solicitação formal, um trâmite formal, a visita pessoal de um fiscal. Não sai antes da próxima chuva. Podem reparar: em toda queda de árvore, sempre aparece um morador para dizer que aquilo era esperado, que já havia sido solicitada a poda ou a retirada. De novo, não tem nada a ver com a chuva.

(Carlos Alberto Sardenberg. O Globo, 28/02/2013)

A frase inicial do texto ?Tem saído nos jornais? mostra uma forma verbal que indica:

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66Q342076 | Raciocínio Lógico, Analista de Trânsito, DETRAN MA, FGV

O número de maneiras distintas de se dispor em fila as letras da palavra DETRAN, de modo que a fila comece e termine por vogais é
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67Q157681 | Português, Assistente de Trânsito, DETRAN MA, FGV

Como se pode ver no texto, a palavra pesquisa é grafada com s. As alternativas a seguir apresentam palavras corretamente grafadas com s, à exceção de uma. Assinale-a.

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68Q132701 | Português, Analista de Trânsito, DETRAN MA, FGV

Texto associado.

Não é a chuva (fragmento)

Tem saído nos jornais: chuvas deixam São Paulo no caos. É verdade que os moradores estão sofrendo além da conta, quer estejam circulando pela cidade com seus carros ou nos ônibus e metrô, quer estejam em casa ou no trabalho. Três fatores criam a confusão: semáforos desligados; alagamentos nas ruas; falta de energia. Então, tudo culpa da chuva, certo? Errado. Semáforos, por exemplo. Eles poderiam ter a fiação enterrada ou a fonte de energia e os sistemas de controle automático protegidos por caixas blindadas. Isso não é nenhuma maravilha da tecnologia, algo revolucionário. Existe em qualquer cidade organizada. E tanto é acessível que já há projetos para a instalação desses equipamentos em São Paulo. Se não avança, é culpa dos administradores ? não da chuva. Quanto aos alagamentos, ocorrem por falta de algum serviço ou obra, esta já prevista. Podem reparar. Sempre aparece alguma autoridade municipal ou estadual dizendo que a enchente aqui será resolvida com um piscinão, ali com a canalização de um córrego, em outra rua com a simples limpeza dos bueiros, e assim vai. De novo, sabe?se o que é preciso fazer, mas não se faz. Também não é culpa da chuva. A falta de energia é outro estrago. Caem postes, desabam árvores, fiações são destruídas, transformadores pifam. Um amigo conta a situação na sua rua: os galhos de uma árvore cresceram muito e encostaram no transformador; quando chove com vento, os galhos vão batendo no transformador, já molhado, até desligá?lo. Sempre acontece isso. Ora, por que não podam a árvore? Porque é preciso uma autorização formal da prefeitura, o que significa uma solicitação formal, um trâmite formal, a visita pessoal de um fiscal. Não sai antes da próxima chuva. Podem reparar: em toda queda de árvore, sempre aparece um morador para dizer que aquilo era esperado, que já havia sido solicitada a poda ou a retirada. De novo, não tem nada a ver com a chuva.

(Carlos Alberto Sardenberg. O Globo, 28/02/2013)

?É verdade que os moradores estão sofrendo além da conta, quer

estejam circulando pela cidade com seus carros ou nos ônibus e

metrô, quer estejam em casa ou no trabalho".

O segmento sublinhado indica que os problemas dos habitantes

da cidade de São Paulo

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69Q132370 | Português, Analista de Trânsito, DETRAN MA, FGV

?Um amigo conta a situação na sua rua: os galhos de uma árvore cresceram muito e encostaram no transformador; quando chove com vento, os galhos vão batendo no transformador, já molhado, até desligá?lo. Sempre acontece isso?. A presença do amigo do autor do texto tem a finalidade de

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70Q340570 | Raciocínio Lógico, Analista de Trânsito, DETRAN MA, FGV

Um motorista percorreu o trajeto de sua casa ao seu local de trabalho com uma velocidade média de 60 km/h.

Percorrendo o mesmo trajeto com uma velocidade média de 80 km/h haveria uma redução no tempo gasto de

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71Q133484 | Português, Analista de Trânsito, DETRAN MA, FGV

?Um amigo conta a situação na sua rua: os galhos de uma árvore cresceram muito e encostaram no transformador; quando chove com vento, os galhos vão batendo no transformador, já molhado, até desligá?lo. Sempre acontece isso?. Assinale a alternativa em que ocorre um comentário correto sobre os componentes desse segmento do texto.

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72Q341222 | Raciocínio Lógico, Analista de Trânsito, DETRAN MA, FGV

A negação da sentença

 “Se chove então o trânsito fica congestionado”

é:

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73Q133711 | Português, Analista de Trânsito, DETRAN MA, FGV

Texto associado.

Não é a chuva (fragmento)

Tem saído nos jornais: chuvas deixam São Paulo no caos. É verdade que os moradores estão sofrendo além da conta, quer estejam circulando pela cidade com seus carros ou nos ônibus e metrô, quer estejam em casa ou no trabalho. Três fatores criam a confusão: semáforos desligados; alagamentos nas ruas; falta de energia. Então, tudo culpa da chuva, certo? Errado. Semáforos, por exemplo. Eles poderiam ter a fiação enterrada ou a fonte de energia e os sistemas de controle automático protegidos por caixas blindadas. Isso não é nenhuma maravilha da tecnologia, algo revolucionário. Existe em qualquer cidade organizada. E tanto é acessível que já há projetos para a instalação desses equipamentos em São Paulo. Se não avança, é culpa dos administradores ? não da chuva. Quanto aos alagamentos, ocorrem por falta de algum serviço ou obra, esta já prevista. Podem reparar. Sempre aparece alguma autoridade municipal ou estadual dizendo que a enchente aqui será resolvida com um piscinão, ali com a canalização de um córrego, em outra rua com a simples limpeza dos bueiros, e assim vai. De novo, sabe?se o que é preciso fazer, mas não se faz. Também não é culpa da chuva. A falta de energia é outro estrago. Caem postes, desabam árvores, fiações são destruídas, transformadores pifam. Um amigo conta a situação na sua rua: os galhos de uma árvore cresceram muito e encostaram no transformador; quando chove com vento, os galhos vão batendo no transformador, já molhado, até desligá?lo. Sempre acontece isso. Ora, por que não podam a árvore? Porque é preciso uma autorização formal da prefeitura, o que significa uma solicitação formal, um trâmite formal, a visita pessoal de um fiscal. Não sai antes da próxima chuva. Podem reparar: em toda queda de árvore, sempre aparece um morador para dizer que aquilo era esperado, que já havia sido solicitada a poda ou a retirada. De novo, não tem nada a ver com a chuva.

(Carlos Alberto Sardenberg. O Globo, 28/02/2013)

O título ?Não é a chuva? mostra:

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74Q158871 | Raciocínio Lógico, Assistente de Trânsito, DETRAN MA, FGV

Em uma cidade, 13% das pessoas que dirigem automóveis receberam multas em 2012. Nesse mesmo ano constatou-se que 20% das mulheres que dirigem receberam multas e que 10% dos homens que dirigem receberam multas. Em 2012, entre as pessoas que dirigem automóveis nessa cidade, a porcentagem de mulheres é:

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75Q132898 | Português, Analista de Trânsito, DETRAN MA, FGV

?Ora, por que não podam a árvore? Porque é preciso uma autorização formal da prefeitura, o que significa uma solicitação formal, um trâmite formal, a visita pessoal de um fiscal. Não sai antes da próxima chuva?. A crítica mais direta, presente nesse segmento do texto, se volta contra

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76Q159901 | Português, Assistente de Trânsito, DETRAN MA, FGV

A sigla correspondente a ?Código Brasileiro de Trânsito? é CBT, segundo o texto. A sigla abaixo que não foi formada pelo mesmo processo que CBT é

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77Q133909 | Português, Analista de Trânsito, DETRAN MA, FGV

?Sempre aparece alguma autoridade municipal ou estadual dizendo que a enchente aqui será resolvida com um piscinão, ali com a canalização de um córrego, em outra rua com a simples limpeza dos bueiros, e assim vai?. Os termos ?aqui? e ?ali? indicam lugares

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78Q133172 | Raciocínio Lógico, Analista de Trânsito, DETRAN MA, FGV

Uma sentença logicamente equivalente a   ?Se faz sol e eu acordo cedo, então eu vou à praia? é:

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79Q133813 | Raciocínio Lógico, Analista de Trânsito, DETRAN MA, FGV

O tráfego em uma rodovia de mão dupla flui a uma velocidade constante de 60 km/h nas duas direções. Um motorista que trafega em uma das direções cruza com 30 veículos no sentido contrário em um intervalo de 6 minutos. Suponha que os carros na pista contrária à do motorista citado estejam igualmente espaçados em toda a rodovia. Nessa pista contrária, o número aproximado de veículos em um trecho de 60 km é

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80Q407397 | Direito Administrativo, Licitações Públicas, Analista de Trânsito, DETRAN MA, FGV

O Art. 45 da Lei n. 8.666/93 prevê “para os serviços de natureza predominantemente intelectual, em especial, na elaboração de projetos, cálculos, fiscalização, supervisão e gerenciamento.”, o seguinte tipo de licitação
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