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Questões de Concursos EEAR

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1021Q1057507 | Português, Ortografia, Aeronavegantes e Não Aeronavegantes Turma 1, EEAR, Aeronáutica, 2022

Assinale a alternativa que completa a frase abaixo.
A _______ estava prestes a começar, e o preletor ainda _______, horas antes, _______ de como abordar o assunto principal, _______ de que a decisão fosse tomada o mais breve possível.
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1022Q1059319 | Matemática, Álgebra, CFS, EEAR, Aeronáutica, 2024

Dada as funções f(x) = 5x + 3m e g(x) = 2x + 4, tem‐se f(g(x))=g(f(x))param=_____.
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1023Q1057560 | Português, Morfologia, Aeronavegantes e Não Aeronavegantes Turma 2, EEAR, Aeronáutica, 2022

Assinale a alternativa em que não há erro na flexão do verbo.
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1024Q1057126 | Português, Sintaxe, Controle de Tráfego Aéreo Turma 1, EEAR, Aeronáutica, 2020

Assinale a alternativa em que há oração coordenada adversativa.
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1025Q1057258 | Português, Morfologia, Controle de Tráfego Aéreo, EEAR, Aeronáutica, 2021

Assinale a alternativa que apresenta o correto significado da palavra, considerando-se o prefixo destacado.
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1026Q1057828 | Português, Interpretação de Textos, Sargento da Aeronáutica BMA Mecânico de Aeronaves, EEAR, Aeronáutica, 2023

Texto associado.
Divagação sobre as ilhas

Carlos Drumnond de Andrade

Quando me acontecer alguma pecúnia, passante de um milhão de cruzeiros, compro uma ilha; não muito longe do litoral, que o litoral faz falta; nem tão perto, também que de lá possa eu aspirar a fumaça e a graxa do porto. Minha ilha (e só de a imaginar já me considero seu habitante) ficará no justo ponto de latitude e longitude, que, pondo-me a coberto de ventos, sereias e pestes, nem me afaste demasiado dos homens nem me obrigue a praticá-los diuturnamente. Porque esta é a ciência e, direi, a arte do bem-viver; uma fuga relativa, e uma não muito estouvada confraternização.
De há muito sonho esta ilha, se é que não a sonhei sempre. (...)
E por que nos seduz a ilha? As composições de sombra e luz, o esmalte das relvas, a cristalinidade dos regatos – tudo isso existe fora das ilhas, não é privilégio dela. A mesma solidão existe, com diferentes pressões, nos mais diversos locais, inclusive os de população densa, em terra firme e longa. Resta ainda o argumento da felicidade – “aqui eu não sou feliz”, declara o poeta, para enaltecer, pelo contraste, a sua pasárgada: mas será que se procura realmente nas ilhas uma ocasião de ser feliz ou modo de sê-lo? E só se alcançaria tal mercê, de índole extremamente subjetiva, no regaço de uma ilha, e não igualmente em terra comum?
Quando penso em comprar uma ilha, nenhuma dessas excelências me seduz mais que as outras, nem todas juntas constituem a razão de meu desejo. (...)
A ilha me satisfaz por ser uma porção curta de terra (falo de ilhas individuais, não me tentam aventuras marajoaras), um resumo prático, substantivo, dos estirões deste vasto mundo, sem os inconvenientes dele, e com a vantagem de ser quase ficção sem deixar de constituir uma realidade.

Presença da Literatura Brasileira. Modernismo. 5a. edição.
Na crônica o autor
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1027Q1057495 | Português, Interpretação de Textos, Aeronavegantes e Não Aeronavegantes Turma 1, EEAR, Aeronáutica, 2022

Texto associado.

O pastor e a princesa

Carlos Heitor Cony

Um jovem pastor, de cabelos louros e cacheados (façamos uma homenagem ao lugar-comum), andava pela floresta quando, de repente, ao atravessar uma clareira, viu enorme e formoso castelo.

E, na torre mais alta, uma linda princesa de tranças também louras e olhar sonhador. Os dois se olharam e, a partir daquele momento, todas as tardes, o pastor ia à clareira e ficava olhando a princesa, que também olhava pra ele.

Ele suspirava, sabendo que jamais poderia entrar no castelo e ver de perto a princesa. Eis que, um dia, encontrou uma velha na floresta carregando pesado feixe de lenha. O jovem pastor a ajudou, e a velha logo se transformou numa fada e disse que realizaria qualquer pedido dele.

“Quero ser um príncipe para entrar naquele castelo!”, pediu o pastor. A fada advertiu-o de que realizaria o seu desejo, mas que ele jamais poderia voltar a ser o que era. O jovem foi em frente. Seria um absurdo voltar a ser pastor.

Logo as fanfarras do castelo soaram para o príncipe que se aproximava. A corte recebeu o visitante com banquetes, desfiles, torneios e todas as homenagens. O rei gostou tanto do príncipe que lhe ofereceu a mão de sua filha.

Louco de alegria, o jovem aceitou e quis beijar a princesa. Ela recusou o beijo. Disse que não poderia casar com o príncipe porque estava apaixonada por um pastor louro de cabelos cacheados que, todas as tardes, costumava aparecer na clareira na floresta. A ele, dera seu coração e somente a ele amaria.

Não sei se inventei ou se li em algum canto essa história cheia de lugares-comuns. Não importa. Não sou jovem nem pastor, não tenho cabelos louros e cacheados. Mas, todas as tardes, continuo indo à floresta para ver se me acontece alguma coisa.

O harém das bananeiras – Editora Objetiva - 1999



A questão refere-se ao texto acima.

O pastor pediu para a fada transformá-lo em um príncipe para ele poder entrar no castelo porque

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1028Q1057506 | Português, Morfologia, Aeronavegantes e Não Aeronavegantes Turma 1, EEAR, Aeronáutica, 2022

Quanto ao gênero, assinale a alternativa em que não há substantivo sobrecomum.
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1030Q1057742 | Português, Morfologia, Administração, EEAR, Aeronáutica, 2023

Assinale a alternativa que completa, respectivamente, as lacunas do texto abaixo, considerando a colocação pronominal, conforme a norma culta da língua.
_________ a intromissão, criança! Eu não _________ a seguir pelo caminho que __________. É que __________ que ele jamais __________ à casa da vovó, e sim diretamente à toca do Lobo Mau.
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1031Q1057832 | Português, Interpretação de Textos, Sargento da Aeronáutica BMA Mecânico de Aeronaves, EEAR, Aeronáutica, 2023

Ao reescrever o trecho A secretária chega à sala da diretora e diz: “Senhora, passarei nas salas de aula para dar o recado.” para o discurso indireto, o verbo em destaque assume a seguinte forma:
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1032Q1057412 | Português, Interpretação de Textos, Aeronavegantes e Não Aeronavegantes Turma 2, EEAR, Aeronáutica, 2021

Texto associado.
Os filhos do quarto!
Cassiana Tardivo – Psicopedagoga (Texto adaptado)
Antes perdíamos filhos nos rios, nos matos, nos mares; hoje os temos perdido dentro do quarto! Quando brincavam nos quintais, ouvíamos suas vozes, escutávamos suas fantasias e, ao ouvi-los, mesmo a distância, sabíamos o que se passava em suas mentes. Quando entravam em casa, não existia uma TV em cada quarto, nem dispositivos eletrônicos em suas mãos. Hoje não escutamos suas vozes, não ouvimos seus pensamentos e fantasias; as crianças estão ali, dentro de seus quartos, e por isso pensamos estarem em segurança. Quanta imaturidade a nossa!
Agora ficam com seus fones de ouvido, trancados em seus mundos, construindo seus saberes sem que saibamos o que é… Perdem literalmente a vida, ainda vivos em corpos, mas mortos em seus relacionamentos com seus pais, fechados num mundo global de tanta informação e estímulos, de modismos passageiros, que em nada contribuem para a formação de crianças seguras e fortes para tomarem decisões moralmente corretas e de acordo com seus valores familiares. Dentro de seus quartos, perdemos os filhos, pois não sabem nem mais quem são ou o que pensam suas famílias, já estão mortos de sua identidade familiar… Tornam-se uma mistura de tudo aquilo pelo qual eles têm sido influenciados, e pais nem sempre já sabem o que seus filhos são. (...)
(...) tenho visto tantas famílias doentes com filhos mortos dentro do quarto. (...) Convido você a tirar seu filho do quarto, do tablet, do celular (...), a comprar jogos de mesa, tabuleiros e ter filhos na sala, ao seu lado por, no mínimo, dois dias estabelecidos na sua semana à noite (...). E jogue, divirta-se com eles, escute as vozes, as falas, os pensamentos e tenha a grande oportunidade de tê-los vivos, “dando trabalho”, e que eles aprendam a viver em família, sintam-se pertencentes no lar para que não precisem se aventurar nessas brincadeiras malucas para se sentirem alguém ou terem um pouco de adrenalina, que antes tinham com as brincadeiras no quintal!
https://www.docelimao.com.br/site/especial-kids/educacao/3049-os-filhosdo-quarto.html

A questão refere-se ao texto acima.
De acordo com o texto, “os filhos do quarto” estão em perigo porque
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