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Questões de Concursos EPE

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1741Q1047711 | Contabilidade Geral, Legislação de Contabilidade, Contabilidade, EPE, FGV, 2024

De acordo com o Pronunciamento Contábil CPC 01 (R1) – Redução ao Valor Recuperável de Ativos, a estimativa dos fluxos de caixa futuros que a entidade espera obter com um ativo é um dos elementos que está refletido no cálculo de seu valor em uso.
Em relação a essas estimativas, considere os itens a seguir.

I. Fluxos de caixa líquidos a serem recebidos quando da baixa do ativo ao término de sua vida útil.

II. Saídas de caixa que se referem a obrigações que foram reconhecidas como passivos.

III. Projeções de saídas de caixa que são necessariamente incorridas para gerar as entradas de caixa advindas do uso contínuo do ativo e que podem ser diretamente atribuídas ou alocadas, em base consistente e razoável, ao ativo.

As estimativas de fluxos de caixa futuros devem incluir
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1742Q1034664 | Geologia, Geologia Geral, Exploração e Produção, EPE, FGV, 2024

Os processos tectônicos condicionam estruturas na superfície de terras emersas do planeta. Elas podem ser classificadas em três grandes províncias geológicas, ou seja, regiões com a mesma origem e formação geológica: escudos cristalinos, dobramentos modernos e bacias sedimentares.
Sobre o tema, analise as afirmativas a seguir.
I. O território brasileiro apresenta um dos mais completos registros geológicos, com testemunhos de mais de 3 bilhões de anos da evolução das rochas que embasam o relevo da Terra. O arcabouço geológico brasileiro é constituído pelos escudos cristalinos e pelas bacias sedimentares. II. Por se encontrar no meio da placa tectônica Sul-americana, não possui dobramentos modernos nem vulcões ativos, e os abalos sísmicos de maior intensidade são pouco frequentes. III. Os núcleos arqueozoicos, dominados por massas rochosas mais antigas, são chamadas áreas cratônicas ou, simplesmente, crátons.
Está correto o que se afirma em
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1743Q1034665 | Geologia, Geologia Geral, Exploração e Produção, EPE, FGV, 2024

A respeito das características dos mapas de contorno e de isópacas, analise as afirmativas a seguir.
I. As isópacas são linhas que representam em um mapa a mesma espessura real de um corpo geológico. São apresentadas em múltiplos de determinados valores e projetadas verticalmente no plano do mapa. Entre outras utilidades, tem-se a de permitir cubar corpos de minério ou da rocha de interesse. II. O mapa de contorno, também conhecido como mapa de curvas de nível, é uma representação gráfica que mostra as variações de altitude de uma determinada área III. No mapa de contorno, as curvas de nível são desenhadas em intervalos regulares, indicando as altitudes da área representada. As curvas mais próximas indicam altitudes mais baixas, enquanto as curvas mais distantes indicam altitudes mais elevadas.
Está correto o que se afirma em
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1744Q1034668 | Estatística, Estatística Descritiva Análise Exploratória de Dados, Exploração e Produção, EPE, FGV, 2024

Na estatística descritiva, variável é a característica que vai ser observada, medida ou contada nos elementos da população ou da amostra, e que pode variar, ou seja, assumir um valor diferente de elemento para elemento.
Associe as variáveis à sua denominação.
1. Variável qualitativa ordinal 2. Variável quantitativa discreta. 3. Variável quantitativa contínua
( ) O número de aprovados, por disciplina, no concurso público para a Empresa de Pesquisa Energética – EPE: 0, 1, 2, .... ( ) Os meios de informação usados pelos candidatos do concurso público para a Empresa de Pesquisa Energética – EPE: televisão, revista, internet e jornal. ( ) O estado civil dos candidatos do concurso público para a Empresa de Pesquisa Energética – EPE: solteiro, casado e separado.
Assinale a opção que indica a associação correta, na ordem apresentada.
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1745Q910255 | Inglês, Advogado, EPE, FGV, 2024

Texto associado.
Text I


Energy Transition in a Transnational World


Within the sphere of environmental law, the climate crisis is increasingly understood to be an intersectional challenge that implicates and exacerbates existing systemic challenges and prevailing pathways of inequality. From this vantage point climate change also creates opportunities for rethinking the role of law in limiting the destructive impacts of climate change and moving towards a more sustainable and equitable world in the process. This view is advanced by the climate justice movement, which is swelling in influence worldwide. Drawing from the environmental justice movement, the climate justice movement exposes not only how social and economic inequality has led to and perpetuates patterns of climate change, but also how climate change deepens inequality by disproportionately affecting the most vulnerable members of society. Climate justice seeks greater emphasis on this issue and advocates on the part of those most affected by climate change. The movement envisions a world which simultaneously curtails the negative effects of climate change and reshapes existing social, political, and economic relationships along the way.


Amidst the overlapping crises of modern times, the modern climate justice movement is reviving dialogue at the intersection of feminism, environmentalism, social and economic justice, and other progressive law reform movements, as well as creating the space and momentum for intersectional ideas to flourish. For lawyers and legal scholars, the opportunity is to see climate change and environmental degradation within its broader social context and to seize upon the rule of law as a powerful tool for change.


Nowhere are these intersecting challenges as acute as in the context of energy. One of the principal aims of the climate justice movement is to achieve a just and equitable transition from an extractive economy to a regenerative economy. This requires transitioning from fossil fuel-dependent to low and zero-carbon economies. However, the pathways for overhauling energy systems worldwide remain indeterminate. Energy systems are evolving in response to a combination of law and policy changes, developments in energy technologies, and market forces. Moreover, given both the entrenched nature of fossil fuel economies and the varied social, political, economic, and environmental factors that shape energy transition, pathways to decarbonization are bound to be beset with complex trade-offs, such as those between energy security and environmental objectives, or between energy choice and economies of scale. The precise contours of these systemic changes vary from country to country, and remain under-explored both within their national contexts and from a broader transnational perspective. This knowledge gap is critical. Understanding how, why, and to what end states are restructuring their energy economies is essential for transitioning to more environmentally sustainable and just societies worldwide. In short, this is an area in need of experimentation and iterative learning. It is a subject ripe for greater scholarly focus, particularly at the transnational level, where improved learning and sharing is indispensable for achieving the global-level shifts needed to address climate change. Adapted from: Etty, Thijs et al. “Energy Transition in a Transnational World.” Transnational Environmental Law 10.2 (2021): 197–204. Available athttps://www.cambridge.org/core/journals/transnational-environmentallaw/article/energy-transition-in-a-transnationalworld/9F9D4229588B39C0E5916DFBE82EA046
According to the text, the influence of climate justice movement at present is
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1746Q910257 | Inglês, Advogado, EPE, FGV, 2024

Texto associado.
Text I


Energy Transition in a Transnational World


Within the sphere of environmental law, the climate crisis is increasingly understood to be an intersectional challenge that implicates and exacerbates existing systemic challenges and prevailing pathways of inequality. From this vantage point climate change also creates opportunities for rethinking the role of law in limiting the destructive impacts of climate change and moving towards a more sustainable and equitable world in the process. This view is advanced by the climate justice movement, which is swelling in influence worldwide. Drawing from the environmental justice movement, the climate justice movement exposes not only how social and economic inequality has led to and perpetuates patterns of climate change, but also how climate change deepens inequality by disproportionately affecting the most vulnerable members of society. Climate justice seeks greater emphasis on this issue and advocates on the part of those most affected by climate change. The movement envisions a world which simultaneously curtails the negative effects of climate change and reshapes existing social, political, and economic relationships along the way.


Amidst the overlapping crises of modern times, the modern climate justice movement is reviving dialogue at the intersection of feminism, environmentalism, social and economic justice, and other progressive law reform movements, as well as creating the space and momentum for intersectional ideas to flourish. For lawyers and legal scholars, the opportunity is to see climate change and environmental degradation within its broader social context and to seize upon the rule of law as a powerful tool for change.


Nowhere are these intersecting challenges as acute as in the context of energy. One of the principal aims of the climate justice movement is to achieve a just and equitable transition from an extractive economy to a regenerative economy. This requires transitioning from fossil fuel-dependent to low and zero-carbon economies. However, the pathways for overhauling energy systems worldwide remain indeterminate. Energy systems are evolving in response to a combination of law and policy changes, developments in energy technologies, and market forces. Moreover, given both the entrenched nature of fossil fuel economies and the varied social, political, economic, and environmental factors that shape energy transition, pathways to decarbonization are bound to be beset with complex trade-offs, such as those between energy security and environmental objectives, or between energy choice and economies of scale. The precise contours of these systemic changes vary from country to country, and remain under-explored both within their national contexts and from a broader transnational perspective. This knowledge gap is critical. Understanding how, why, and to what end states are restructuring their energy economies is essential for transitioning to more environmentally sustainable and just societies worldwide. In short, this is an area in need of experimentation and iterative learning. It is a subject ripe for greater scholarly focus, particularly at the transnational level, where improved learning and sharing is indispensable for achieving the global-level shifts needed to address climate change. Adapted from: Etty, Thijs et al. “Energy Transition in a Transnational World.” Transnational Environmental Law 10.2 (2021): 197–204. Available athttps://www.cambridge.org/core/journals/transnational-environmentallaw/article/energy-transition-in-a-transnationalworld/9F9D4229588B39C0E5916DFBE82EA046
When the authors mention “both the entrenched nature of fossil fuel economies and the varied social, political, economic, and environmental factors” (3rd paragraph), they imply the exchanges aiming at decarbonization may be
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1747Q910258 | Inglês, Advogado, EPE, FGV, 2024

Texto associado.
Text I


Energy Transition in a Transnational World


Within the sphere of environmental law, the climate crisis is increasingly understood to be an intersectional challenge that implicates and exacerbates existing systemic challenges and prevailing pathways of inequality. From this vantage point climate change also creates opportunities for rethinking the role of law in limiting the destructive impacts of climate change and moving towards a more sustainable and equitable world in the process. This view is advanced by the climate justice movement, which is swelling in influence worldwide. Drawing from the environmental justice movement, the climate justice movement exposes not only how social and economic inequality has led to and perpetuates patterns of climate change, but also how climate change deepens inequality by disproportionately affecting the most vulnerable members of society. Climate justice seeks greater emphasis on this issue and advocates on the part of those most affected by climate change. The movement envisions a world which simultaneously curtails the negative effects of climate change and reshapes existing social, political, and economic relationships along the way.


Amidst the overlapping crises of modern times, the modern climate justice movement is reviving dialogue at the intersection of feminism, environmentalism, social and economic justice, and other progressive law reform movements, as well as creating the space and momentum for intersectional ideas to flourish. For lawyers and legal scholars, the opportunity is to see climate change and environmental degradation within its broader social context and to seize upon the rule of law as a powerful tool for change.


Nowhere are these intersecting challenges as acute as in the context of energy. One of the principal aims of the climate justice movement is to achieve a just and equitable transition from an extractive economy to a regenerative economy. This requires transitioning from fossil fuel-dependent to low and zero-carbon economies. However, the pathways for overhauling energy systems worldwide remain indeterminate. Energy systems are evolving in response to a combination of law and policy changes, developments in energy technologies, and market forces. Moreover, given both the entrenched nature of fossil fuel economies and the varied social, political, economic, and environmental factors that shape energy transition, pathways to decarbonization are bound to be beset with complex trade-offs, such as those between energy security and environmental objectives, or between energy choice and economies of scale. The precise contours of these systemic changes vary from country to country, and remain under-explored both within their national contexts and from a broader transnational perspective. This knowledge gap is critical. Understanding how, why, and to what end states are restructuring their energy economies is essential for transitioning to more environmentally sustainable and just societies worldwide. In short, this is an area in need of experimentation and iterative learning. It is a subject ripe for greater scholarly focus, particularly at the transnational level, where improved learning and sharing is indispensable for achieving the global-level shifts needed to address climate change. Adapted from: Etty, Thijs et al. “Energy Transition in a Transnational World.” Transnational Environmental Law 10.2 (2021): 197–204. Available athttps://www.cambridge.org/core/journals/transnational-environmentallaw/article/energy-transition-in-a-transnationalworld/9F9D4229588B39C0E5916DFBE82EA046
The text concludes by stating that studies in the area are
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1748Q1034677 | Geografia, Cartografia, Analista de Pesquisa Energética, EPE, FGV, 2024

Leia o fragmento a seguir.

Um grupo de pesquisadores está realizando um projeto de mapeamento temático de solos. Como a resistência dos solos depende de fatores intrínsecos, foram atribuídos valores de vulnerabilidade para as classes de solos e associações. Para gerar o mapa temático de vulnerabilidade dos solos, os pesquisadores seguiram a sequência de etapas:

1. _____: os geo-campos temáticos de solos foram convertidos em um geo-campo numérico, onde os pesos atribuídos a cada classe indicam sua contribuição no balanço morfogênese-pedogênese.

2. _____: transferência do conteúdo dos atributos dos geo-objetos UTB’s para geo-campos temáticos ou numéricos, baseando-se no mapa cadastral das UTB’s.

3. _____: os valores de vulnerabilidade do geo-campo numérico obtidos na operação anterior foram agrupados em classes de vulnerabilidade.

Assinale a opção cujos itens completam corretamente as lacunas do fragmento acima.

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1749Q1034680 | Geografia, Cartografia, Analista de Pesquisa Energética, EPE, FGV, 2024

Considere um banco de dados geográficos B contendo, para o Estado do Rio de Janeiro, um geo-campo T capturando a sua topografia, uma coleção de geo-objetos chamada de áreas-deproteção, representadas em uma subdivisão planar P, e duas coleções de geo-objetos, rede-viária e oleodutos, com a descrição das estradas e oleodutos em uma representação complexa V.

Se duas equipes estão trabalhando simultaneamente em projetos diferentes que envolvem modificações em V e T, é correto afirmar que

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1750Q1038520 | Meio Ambiente, Desenvolvimento Sustentável, Analista de Pesquisa Energética Economia de Energia, EPE, FGV, 2024

Os estudos da expansão do sistema elétrico são elaborados com base em cenários futuros, os quais visam representar aspectos técnicos, ambientais, econômicos e sociais em um horizonte de tempo definido. A assertividade dos estudos elaborados está diretamente relacionada à qualidade dos cenários levantados.
A respeito da metodologia para elaboração de cenários econômicos, analise as afirmativas a seguir e assinale (V) para a verdadeira e (F) para a falsa.

( ) As projeções econômicas focam em variáveis macroeconômicas e na trajetória do produto interno bruto (PIB) nacional. As projeções setoriais não são contempladas nas projeções econômicas devido ao caráter generalista do planejamento da expansão do sistema elétrico.

( ) As projeções econômicas são pouco afetadas pelas projeções demográficas, visto que o foco do cenário é o consumo de energia e não a dinâmica populacional do país.

( ) O estudo econômico está baseado em premissas que devem estar alinhadas aos cenários que serão analisados. Essas premissas dependem de aspectos tanto macroeconômicos quanto setoriais.


As afirmativas são, respectivamente,
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1751Q1034686 | Meio Ambiente, O Meio Ambiente, Analista de Pesquisa Energética, EPE, FGV, 2024

Com relação às causas e aos impactos das mudanças climáticas, analise os itens a seguir:

I. O surgimento da ocorrência de enchentes está diretamente associado a ações antrópicas, como o desmatamento e a urbanização descontrolada.

II. Ilhas de calor em centros urbanos contribuem para o aumento da temperatura influenciando o clima local e global.

III. A substituição de combustíveis fósseis por energias renováveis, como o carvão mineral e a eólica, é essencial para a redução das emissões de gases de efeito estufa e a mitigação das mudanças climáticas.

Está correto o que se afirma em

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1752Q1034688 | Geografia, Cartografia, Analista de Pesquisa Energética, EPE, FGV, 2024

Durante o treinamento de um modelo de aprendizado de máquina, percebe-se que o modelo tem uma alta precisão no conjunto de treinamento, mas uma baixa precisão para o conjunto de novos dados.

Isso indica um(a)

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1753Q1034697 | Meio Ambiente, Desenvolvimento Sustentável, Analista de Pesquisa Energética Recursos Energéticos, EPE, FGV, 2024

O carbono está presente na maior parte da matéria que compõe o planeta, na forma de rochas, biomassa ou diluído no oceano e na atmosfera.
Sua movimentação na biosfera tem sido foco de pesquisa devido à sua importância no entendimento do fenômeno do aquecimento global.
A respeito do ciclo global do carbono, analise as afirmativas a seguir e assinale (V) para a verdadeira e (F) para a falsa.

( ) A elevação do Himalaia, iniciada há 50 milhões de anos, permitiu a captura de carbono atmosférico por meio da mudança da estrutura molecular das rochas sujeitas às intempéries.

( ) O aumento da concentração de carbono atmosférico leva à redução da acidez da água dos oceanos, o que põe em risco a vida marinha.

( ) O fenômeno de fertilização do carbono consiste no aumento do crescimento das plantas devido às maiores concentrações de carbono atmosférico, principalmente em razão das emissões antropogênicas.

As afirmativas são, respectivamente,
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1754Q1034714 | Meio Ambiente, O Meio Ambiente, Analista de Pesquisa Energética, EPE, FGV, 2024

As trocas de moléculas dentro da atmosfera dependem de fenômenos químicos, físicos e biológicos. As transformações químicas dependem, entre outros fatores, da composição média dos gases, da reatividade e do tempo de residência. Esse é definido como o tempo médio de permanência de um composto na atmosfera. Quanto maior esse tempo maior a probabilidade desse composto se espalhar pela atmosfera.

Assinale a opção que indica o composto que apresenta o menor tempo de residência.

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1755Q1034717 | Meio Ambiente, O Meio Ambiente, Analista de Pesquisa Energética, EPE, FGV, 2024

O controle de poluentes gasosos envolve uma alteração química no poluente, para uma forma menos impactante, ou uma alteração no processo de produção, a fim de mitigar a emissão na fonte ou gerar um gás menos poluente.

Com relação aos dispositivos de controle de poluentes gasosos, analise as afirmativas a seguir e assinale (V) para a afirmativa verdadeira e (F) para a falsa.

( ) para uma eficiente de remoção de SO2 são utilizados condensadores que geram a dissolução dos mesmo em água, em geral com a adição de cal na água do depurador para promover a neutralização.

( ) em um adsorvedor em geral o poluente é posto em contato com um leito fixo contendo o carvão ativado.

( ) na criogênese catalítica um poluente orgânico pode ser oxidado para CO2 e água em um processo onde a temperatura da reação é reduzida pelo uso de um elemento catalítico que media a reação.

As afirmativas são, respectivamente,

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1756Q1038559 | Engenharia Agronômica Agronomia, Ecologia Na Engenharia Agronômica, Analista de Pesquisa Energética Meio Ambiente Ecologia, EPE, FGV, 2024

Um município brasileiro está planejando um projeto para recuperar uma área de floresta nativa degradada. O gestor do município buscou realizar uma ação mais alinhada com a Política Nacional da Biodiversidade para garantir a recuperação sustentável e a conservação da área.

Assinale a opção que a apresenta.

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1757Q1034738 | Economia, Macroeconomia, Abastecimento, EPE, FGV, 2024

As contas nacionais constituem um sistema integrado de contas macroeconômicas que refletem os aspectos mais relevantes da economia de um país. O principal objetivo das contas nacionais é apresentar, de forma resumida e coerente, os fluxos de produção, consumo e acumulação durante um determinado período.
Sobre o tema, analise as afirmativas a seguir.
I. O Produto Interno Bruto (PIB) é o principal agregado macroeconômico das Contas Nacionais.
II. A conta de renda mede a renda nacional por meio do consumo das famílias e da poupança bruta e líquida que possuem.
III. O IBGE divulga o Sistema de Contas Nacionais Trimestrais que apresenta os valores e o volume para o Produto Interno Bruto (PIB).
Está correto o que se afirma em
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1758Q1034740 | Engenharia de Petróleo, Fundamentos de Petróleo, Abastecimento, EPE, FGV, 2024

Sobre o transporte a granel por meio aquaviário, muito utilizado na logística de movimentação dos produtos líquidos regulados pela ANP, analise as afirmativas a seguir e assinale (V) para a verdadeira e (F) para a falsa.
( ) O escoamento da produção dos campos de petróleo offshore não está incluído no modal aquaviário.
( ) As EBNs responsáveis pela navegação interior com rotas que envolvem mais de um estado (percurso longitudinal) deverão ter autorização outorgada pela Agência Nacional de Transportes Aquaviários (Antaq).
( ) O modal aquaviário inclui a distribuição de produtos derivados nacionais e importados para suprir as regiões Norte, Nordeste, Sudeste e Sul do país (navegação de cabotagem e navegação interior).
As afirmativas são, respectivamente,
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1759Q1034742 | Estatística, Estatística Descritiva Análise Exploratória de Dados, Analista de Pesquisa Energética, EPE, FGV, 2024

Seja X uma variável aleatória, cujo valor esperado é desconhecido e a variância é igual a 123 u2 , onde u é a unidade de medida.
Sejam X e S2 , a média e a variância amostrais de X, respectivamente. Com o objetivo de estimar o valor esperado de X, foi coletada uma amostra aleatória de tamanho 300, cuja média e variância são, respectivamente, 34 u e 52 u2 .
Considerando o exposto, de acordo com os conceitos da inferência estatística, analise os itens a seguir.
I. O valor esperado de X não depende do tamanho da amostra.
II. A estimativa do valor esperado de X é 34 u.
III. A variância de X é 52 u2 .
Está correto o que se afirma em
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1760Q1034751 | Engenharia Elétrica, Sistema Elétrico Brasileiro, Analista de Pesquisa Energética, EPE, FGV, 2024

A respeito do mercado de energia, analise as afirmativas a seguir.
I. Os consumidores residenciais podem aderir ao mercado livre de energia.
II. No Ambiente de Contratação Regulada, os consumidores podem comprar energia de empresa distribuidora de energia à sua escolha, desde que estejam na mesma área geográfica.
III. No Ambiente de Contratação Livre, os consumidores podem negociar, entre outros, o preço da energia elétrica e o período de entrega.
Está correto o que se afirma em
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