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Questões de Concursos ESCOLA NAVAL

Resolva questões de ESCOLA NAVAL comentadas com gabarito, online ou em PDF, revisando rapidamente e fixando o conteúdo de forma prática.


281Q1046873 | Inglês, Interpretação de Texto Reading Comprehension, Primeiro Dia, ESCOLA NAVAL, Marinha, 2021

Texto associado.
Read the text below and answer question.


U.K. hospitals are overburdened. But the British love their universal health care

March 7, 2018

When Erich McElroy takes the stage at comedy clubs in London, his routine includes a joke about the first time he went to see a doctor in Britain.
Originally from Seattle, McElroy, 45, has lived in London for almost 20 years. A stand-up comedian, he's made a career out of poking fun at the differences in the ways Americans versus Britons see the world - and one of the biggest differences is their outlook on health care.
"| saw a doctor, who gave me a couple pills and sent me on my way. But | still hadn't really done any paperwork. | was like, 'This isn't right! " McElroy says onstage, to giggles from the crowd. "So | went back to the same woman, and | said, 'What do | do now?! And she said, You go home! "
The mostly British audience erupts into laughter.
McElroy acknowledges it doesn't sound like much of a joke. He's just recounting his first experience at a UK. public hospital. But Britons find it hilarious, he says, that an American would be searching for a cash register, trying to find how to pay for treatment at a doctor's office or hospital. Itis a foreign concept here, McElroy explains.
Onstage, McElroy recounts how, when the hospital receptionist instructed him to go home, he turned to her and exclaimed, "This is amazing!"
Amazing, he says, because he did not have to pay - at least not at the point of service. In Britain, there is a state-funded system called the National Health Service, or NHS, which guarantees care for all. That means everything from ambulance rides and emergency room visits to long hospital stays, complex surgery, radiation and chemotherapy - are all free. They are paid for with payroll taxes. In addition, any medication you get during a hospital visit is free, and the cost of most prescription drugs at a pharmacy are cheap - a few dollars. (Private health care also exists in the U.K., paid out-of-pocket or through private insurance coverage, but only a small minority of residents opt for it.)
Since the 2008 financial crisis, the U.K., like many countries, has been taking in less tax revenue - so it has had to cut spending. Its expenditure on the National Health Service has still grown, but at a slower pace than before. [...] Wait times at the emergency room are up, says Richard Murray, policy director at the King's Fund, a health care think tank.
"If the ER is really busy, it makes the ambulances queue outside the front door - not great," Murray says. "And in some cases, the hospital is simply full."

(Adapted from https://www.npr.org)
According to the text, which option is correct?
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282Q1046886 | Física, Cinemática, Segundo Dia, ESCOLA NAVAL, Marinha, 2021

Considere um projétil arremessado de uma posição a 1,0 metro de altura do solo, com um ângulo de 37º em relação à horizontal. Existe um alvo a 8,0 m de distância, na horizontal, da posição de lançamento do projétil, e a 2,0 metros de altura do solo. Calcule o módulo da velocidade inicial do projétil para que ele acerte o alvo e assinale a opção correta.
Dados: sen 37º = 0,60; cos 37º = 0,80; g = 10 m/s2
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283Q1047401 | Física, Física Térmica, Aluno Escola Naval, ESCOLA NAVAL, Marinha

Uma máquina térmica, funcionando entre as temperaturas de 300 K e 600 K fornece uma potência útil, Pu, a partir de uma potência recebida, Pr. O rendimento dessa máquina corresponde a 4/5 do rendimento máximo previsto pela máquina de Carnot. Sabendo que a potência recebida é de 1200 W, a potência útil, em watt, é
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284Q1047409 | Matemática, Análise Combinatória em Matemática, Aluno Escola Naval, ESCOLA NAVAL, Marinha

Um aspirante da Escola Naval tem, em uma prateleira de sua estante, 2 livros de Cálculo, 3 livros de História e 4 livros de Eletricidade. De quantas maneiras ele pode dispor estes livros na prateleira de forma que os livros de cada disciplina estejam sempre juntos?
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285Q1046950 | Inglês, Pronomes Pronouns, Segundo Dia, ESCOLA NAVAL, Marinha

Which is the correct option to complete the text below?
Water shortages don't just affect ______ (1). _____ (2) can also
seriously harm ______ (3) environment. ________ (4) water comes from
rivers and groundwater so every drop ________ (5) use has a direct
effect on the _________ (6) environment.
(Adapted from: http: / /www.environment-agency.gov.uk)

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286Q1047486 | Português, Morfologia, Cadete do Exército, ESCOLA NAVAL, Marinha

Texto associado.

TEXTO 2

Minha amiga me pergunta: por que você fala sempre nas coisas que acontecem a primeira vez e, sobretudo, as compara com a primeira vez que você viu o mar? Me lembro dessa cena: um adolescente chegando ao Rio e o irmão lhe prevenindo: "Amanhã vou te apresentar o mar." Isto soava assim: amanhã vou te levar ao outro lado do mundo, amanhã te ofereço a Lua. Amanhã você já não será o mesmo homem.

E a cena continuou: resguardado pelo irmão mais velho, que se assentou no banco do calçadão, o adolescente, ousado e indefeso, caminha na areia para o primeiro encontro com o mar. Ele não pisava na areia. Era um oásis a caminhar. Ele não estava mais em Minas, mas andava num campo de tulipas na Holanda. O mar a primeira vez não é um rito que deixe um homem impune. Algo nele vai-se a profundar.

Eo irmão lá atrás, respeitoso, era a sentinela, o sacerdote que deixa o iniciante no limiar do sagrado, sabendo que dali para a frente o outro terá que, sozinho, enfrentar o dragão. E o dragão lá vinha soltando pelas narinas as ondas verdes de verão. E o pequeno cavaleiro, destemido e intimidado, tomou de uma espada ou pedaço de pau qualquer para enfrentar a hidra que ondeava mil cabeças, e convertendo a arma em caneta ou lápis começou a escrever na areia um texto que não terminará j amais. Que é assim o ato de escrever: mais que um modo de se postar diante do mar, é uma forma de domar as vagas do presente convertendo-o num cristal passado.

Não, não enchi a garrafinha de água salgada para mostrar aos vizinhos tímidos retidos nas montanhas, e fiz mal, porque muitos morreram sem jamais terem visto o mar que eu lhes trazia. Mas levei as conchas, é verdade, que na mesa interior marulhavam lembranças de um luminoso encontro de amor com o mar.

Certa vez, adolescente ainda nas montanhas, li uma crônica onde um leitor de Goiás pedia à cronista que lhe explicasse, enfim, o que era o mar.Fiquei perplexo. Não sabia que o mar fosse algo que se explicasse. Nem me lembro da descrição. Me lembro apenas da pergunta. Evidentemente eu não estava pronto para a resposta. A resposta era o mar. E o mar eu conheci, quando pela primeira vez aprendi que a vida não é a arte de responder, mas a possibilidade de perguntar.

Os cariocas vão achar estranho, mas eu devo lhes revelar: o carioca, com esse modo natural de ir à praia, desvaloriza o mar. Ele vai ao mar com a sem-cerimônia que o mineiro vai ao quintal. E o mar é mais que horta e quintal. É quando atrás do verde-azul do instante o desejo se alucina num cardume de flores no jardim. O mar é isso: é quando os vagalhões da noite se arrebentam na aurora do sim.

Ver o mar a primeira vez, lhes digo, é quando Guimarães Rosa pela vez primeira, por nós, viu o sertão. Ver o mar a primeira vez é quase abrir o primeiro consultório, fazer a primeira operação. Ver o mar a primeira vez é comprar pela primeira vez uma casa nas montanhas: que surpresas ondearão entre a lareira e a mesa de vinhos e queijos!

O mar é o mestre da primeira vez e não para de ondear suas lições. Nenhuma onda é a mesma onda. Nenhum peixe o mesmo peixe. Nenhuma tarde a mesma tarde. O mar é um morrer sucessivo e um viver permanente. Ele se desfolha em ondas e não para de brotar. A contemplá-lo ao mesmo tempo sou jovem e envelheço.

O mar é recomeço.

(SANT'ANNA, Affonso Romano de. O mar, a primeira vez. In: _____ . Fizemos bem em resistir: crônicas selecionadas. Rio de Janeiro: Rocco, 1994, p.50-52. Texto adaptado.)

Que opção pode substituir o pronome sublinhado no trecho "Certa vez, adolescente ainda nas montanhas, li uma crônica onde um leitor de Goiás pedia à cronista que lhe explicasse, enfim, o que era o mar." (5°§), de acordo com a norma padrão, sem alterar o sentido do enunciado?
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287Q1047506 | Matemática, Geometria Plana, Aluno Escola Naval, ESCOLA NAVAL, Marinha

Rola-se, sem deslizar, uma roda de 1 metro de diâmetro, por um percurso reto de 30 centímetros, em uma superfície plana. O ângulo central de giro da roda, em radianos, é
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288Q1047288 | Inglês, Verbos Verbs, Cadete do Exército, ESCOLA NAVAL, Marinha

Which is the correct option to complete the sentence below?
I don't know how some teachers _____ such disrespectful and rude students.
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289Q1047548 | Inglês, Interpretação de Texto Reading Comprehension, Cadete do Exército, ESCOLA NAVAL, Marinha

Texto associado.

Additional Factors That Affect Sleep Comfort

By Richard A. Staehler, MD

The type of mattress one uses is not the only factor for patients with pain and sleep difficulty. Many other factors need to be considered that may affect sleep, including;

- medication side effects;

- irregular sleep patterns;

- caffeine/alcohol/tobacco use;

- sleep apnea;

- anxiety/stress.

If comfort is not the only thing making sleep difficult, it is advisable for the patient to consult his or her family physician to discuss other possible causes and treatments for sleeplessness.

If anyone experiences significant or persistent back pain, there may be an underlying back condition that has nothing to do with the mattress. It is always advisable for people with back pain to consult with a health care provider for a thorough exam, diagnosis, and treatment program.

As a reminder, sleep comfort is first and foremost a matter of personal preference. No one should expect that switching mattresses or beds will cure their lower back pain, and changes in the type of bed or mattress used should be made solely for the sake of comfort,

(Adapted from http;//www.spine-health,com/wellness/sleep/additional-factors -affect -sleep-comfort )

Which option expresses a recommendation?
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290Q1047585 | Física, Vetores, Cadete do Exército, ESCOLA NAVAL, Marinha

Dois navios da Marinha de Guerra, as Fragatas Independência e Rademaker, encontram-se próximos a um farol. A Fragata Independência segue em direção ao norte com velocidade de 15√2 nós e a Fragata Rademaker, em direção ao nordeste com velocidade de 20 nós. Considere que ambas as velocidades foram medidas em relação ao farol. Se na região há uma corrente marítima de 2,0 nós no sentido norte-sul, qual o módulo da velocidade relativa da Fragata Independência, em nós, em relação à Fragata Rademaker?
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291Q1046833 | Português, Morfologia, Segundo Dia, ESCOLA NAVAL, Marinha, 2020

Texto associado.
AS MARGENS DA ALEGRIA

Esta é a estória.
la um menino, com os Tios, passar dias no lugar onde se construía a grande cidade. Era uma viagem inventada no feliz; para ele, produzia-se em caso de sonho. Saíam ainda com o escuro, o ar fino de cheiros desconhecidos. A Mãe e o Pai vinham trazê-lo ao aeroporto. A Tia e o Tio tomavam conta dele, justinhamente. Sorria-se, saudava-se, todos se ouviam e falavam. O avião era da Companhia, especial, de quatro lugares. Respondiam-lhe a todas as perguntas, até o piloto conversou com ele. O voo ia ser pouco mais de duas horas. O menino fremia no acorçoo, alegre de se rir para si, confortavelzinho, com um jeito de folha a cair. A vida podia às vezes raiar numa verdade extraordinária. Mesmo o afivelarem-lhe o cinto de segurança virava forte afago, de proteção, e logo novo senso de esperança: ao não sabido, ao mais. Assim um crescer e desconter-se - certo como o ato de respirar - o de fugir para o espaço em branco. O Menino.
E as coisas vinham docemente de repente, seguindo harmonia prévia, benfazeja, em movimentos concordantes: as satisfações antes da consciência das necessidades.[...]
O Menino tinha tudo de uma vez, e nada, ante a mente. A luz e a longa-longa-longa nuvem. Chegavam.
Enquanto mal vacilava a manhã. A grande cidade apenas começava a fazer-se, num semi-ermo, no chapadão: a mágica monotonia, os diluídos ares. O campo de pouso ficava a curta distância da casa - de madeira, sobre estações, quase penetrando na mata. O Menino via, vislumbrava. Respirava muito. Ele queria poder ver ainda mais vívido - as novas tantas coisas - o que para os seus olhos se pronunciava. A morada era pequena, passava-se logo à cozinha, e ao que não era bem quintal, antes breve clareira, das árvores que não podem entrar dentro de casa. Altas, cipós e orquideazinhas amarelas delas se suspendiam. Dali, podiam sair índios, a onça, leão, lobos, caçadores? Só sons. Um - e outros pássaros - com cantos compridos. Isso foi o que abriu seu coração. Aqueles passarinhos bebiam cachaça?
Senhor! Quando avistou o peru, no centro do terreiro, entre a casa e as árvores da mata. O peru, imperial, dava-lhe as costas, para receber sua admiração. Estalara a cauda, e se entufou, fazendo roda: o rapar das asas no chão - brusco, rijo, - se proclamara. Grugulejou! sacudindo o abotoado grosso de bagas rubras; e a cabeça possuía laivos de um azul-claro, raro, de céu e sanhaços; e ele, completo, torneado, redondoso, todo em esferas e planos, com reflexos de verdes metais em azul-e-preto - o peru para sempre. Belo, belo! Tinha qualquer coisa de calor, poder e flor, um transbordamento. Sua ríspida grandeza tonitruante. Sua colorida empáfia. Satisfazia os olhos, era de se tanger trombeta. Colérico, encachiado, andando, gruziou outro gluglo. O Menino riu, com todo o coração. Mas só bis-viu. Já o chamavam, para passeio.
[...]
Pensava no peru, quando voltavam. Só um pouco, para não gastar fora de hora o quente daquela lembrança, do mais importante, que estava guardado para ele, no terreirinho das árvores bravas. Só pudera tê-lo um instante, ligeiro, grande, demoroso. Haveria um, assim, em cada casa, e de pessoa?
Tinham forne, servido o almoço, tomava-se cerveja. O Tio, a Tia, os engenheiros. Da sala, não se escutava o galhardo ralhar dele, seu grugulejo? Esta grande cidade ia ser a mais levantada no mundo. Ele abria leque, impante, explodido, se enfunava ... Mal comeu dos doces, a marmelada, da terra, que se cortava bonita, o perfume em açúcar e carne de flor. Saiu, sôfrego de o rever.
Não viu: imediatamente. A mata é que era tão feia de altura. E - onde? Só umas penas, restos, no chão. - "Ué, se matou. Amanhã não é o dia-de-anos do doutor?" Tudo perdia a eternidade e a certeza; num lufo, num átimo, da gente as mais belas coisas se roubavam. Como podiam? Por que tão de repente? Soubesse que ia acontecer assim, ao menos teria olhado mais o peru - aquele. O peru - seu desaparecer no espaço. Só no grão nulo de um minuto, o Menino recebia em si um miligrama de morte. Já o buscavam: - "Vamos aonde a grande cidade vai ser, o lago..."
Cerreva-se, grave, num cansaço e numa renúncia à curiosidade, para não passear com o pensamento. la. Teria vergonha de falar do peru. Talvez não devesse, não fosse direito ter por causa dele aquele doer, que põe e punge, de dö, desgosto e desengano. Mas, matarem-no, também, parecia-lhe obscuramente algum erro. Sentia-se sempre mais cansado. Mal podia com o que agora lhe mostravam, na circuntristeza: o um horizonte, homens no trabalho de terraplenagem, os caminhões de cascalho, as vagas árvores, um ribeirão de águas cinzentas, o velame-do-campo apenas uma planta desbotada, o encantamento morto e sem pássaros, o ar cheio de poeira. Sua fadiga, de impedida emoção, formava um medo secreto: descobria o possível de outras adversidades, no mundo maquinal, no hostil espaço; e que entre o contentamento e a desilusão, na balança infidelíssima, quase nada medeia. Abaixava a cabecinha. [...]
De volta, não queria sair mais ao terreirinho, lá era uma saudade abandonada, um incerto remorso. Nem ele sabia bem. Seu pensamentozinho estava ainda na fase hieroglífica. Mas foi, depois do jantar. E - a nem espetaculosa surpresa - viu-o, suave inesperado: o peru, ali estava! Oh, não. Não era o mesmo. Menor, menos muito. Tinha o coral, a arrecauda, a escova, o grugrulhargrufo, mas faltava em sua penosa elegância o recacho, o englobo, a beleza esticada do primeiro. Sua chegada e presença, em todo o caso, um pouco consolavam.
Tudo se amaciava na tristeza. Até o dia; isto era: já o vir da noite. Porém, o subir da noitinha é sempre e sofrido assim, em toda a parte. O silêncio safa de seus guardados. O Menino, timorato, aquietava-se com o próprio quebranto: alguma força, nele, trabalhava por arraigar raízes, aumentar-lhe alma.
Mas o peru se adiantava até à beira da mata. Ali adivinhara - o quê? Mal dava para se ver, no escurecendo. E era a cabeça degolada do outro, atirada ao montura. O Menino se doía e se entusiasmava.
Mas: não. Não por simpatia companheira e sentida o peru até ali viera, certo, atraído. Movia-o um ódio. Pegava de bicar, feroz, aquela outra cabeça. O Menino não entendia. A mata, as mais negras árvores, eram um montão demais; o mundo.
Trevava.
Voava, porém, a luzinha verde, vindo mesmo da mata, o primeiro vaga-lume. Sim, o vaga-lume, sim, era lindo! - tão pequenino, no ar, um instante só, alto, distante, indo-se. Era, outra vez em quando, a Alegria.

ROSA, João Guimarães. Primeiras Estórias. Rio de Janeiro: Nova Fronteira, 2001. (Texto adaptado)
Assinale a opção em que o comentário sobre o termo sublinhado está correto.
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292Q1046874 | Inglês, Interpretação de Texto Reading Comprehension, Primeiro Dia, ESCOLA NAVAL, Marinha, 2021

Texto associado.
Read the text below and answer question.

Time to envision legal recourse for climate refugees

As gradually worsening climate patterns and severe weather events prompt an increase in human mobility, people who choose to move will do so with little legal protection. The current system of international law is not equipped to protect climate migrants, as there are no legally binding agreements obliging countries to support climate migrants.
While climate migrants who flee unbearable conditions resemble refugees, the legal protections afforded to refugees do not extend to them. In the aftermath of World War Il, the United Nations established a system to protect civilians who had been forced from their home countries by political violence. Today, there are almost 20.4 million officially designated refugees under the protection of the United Nations High Commission for Refugees (UNHCR), but there is an additional group of 21.5 million people who flee their homes as a result of sudden onset weather hazards every year.
The UNHCR has refused to grant these people refugee status, instead designating them as “environmental migrants,” in large part because it lacks the resources to address their needs. But with no organized effort to supervise the migrant population, these desperate individuals go where they can, not necessarily where they should. As their numbers grow, it will become increasingly difficult for the international community to ignore this challenge. As severe climate change displaces more people, the international community may be forced to either redefine “refugees” to include climate migrants or create a new legal category and accompanying institutional framework to protect climate migrants. However, opening that debate in the current context would be very difficult. Currently, the atmosphere in Europe and the U.S. would most likely lead to limiting refugee protections rather than expanding them.

(Adapted from https://www.brookings.edu)
Choose the correct option according to the text.
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293Q1046975 | Inglês, Artigos Articles, Cadete do Exército, ESCOLA NAVAL, Marinha

Which is the correct option to complete the text below?

______(1) last month I spent four days in _______ (2) Angra with ______ (3) cousin from _______ (4) Paraná. Her father is ________ (5) uncle of mine who moved to ______ (6) south 2 years ago.
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294Q1047593 | Português, Interpretação de Textos, Cadete do Exército, ESCOLA NAVAL, Marinha

Texto associado.

O dono do livro


Li outro dia um fato real narrado pelo escritor moçambicano Mia Couto. Ele disse que certa vez chegou em casa no fim do dia, já havia anoitecido, quando um garoto humilde de 16 anos o esperava sentado no muro. O garoto estava com um dos braços para trás, o que perturbou o escritor, que imaginou que pudesse ser assaltado.

Mas logo o menino mostrou o que tinha em mãos: um livro do próprio Mia Couto. Esse livro é seu? perguntou o menino. Sim, respondeu o escritor. Vim devolver. O garoto explicou que horas antes estava na rua quando viu uma moça com aquele livro nas mãos, cuja capa trazia a foto do autor.

O garoto reconheceu Mia Couto pelas fotos que já havia visto em jornais. Então perguntou para a moça: Esse livro é do Mia Couto? Ela respondeu: É. E o garoto mais que ligeiro tirou o livro das mãos dela e correu para a casa do escritor para fazer a boa ação de devolver a obra ao verdadeiro dono.

Uma história assim pode acontecer em qualquer país habitado por pessoas que ainda não estejam familiarizadas com os livros - aqui no Brasil, inclusive. De quem é o livro? A resposta não é a mesma de quando se pergunta: "Quem escreveu o livro?".

O autor é quem escreve, mas o livro é de quem lê, e isso de uma forma muito mais abrangente do que o conceito de propriedade privada - comprei, é meu. O livro é de quem lê mesmo quando foi retirado de uma biblioteca, mesmo que seja emprestado, mesmo que tenha sido encontrado num banco de praça.

O livro é de quem tem acesso às suas páginas e através delas consegue imaginar os personagens, os cenários, a voz e o jeito com que se movimentam. São do leitor as sensações provocadas, a tristeza, a euforia, o medo, o espanto, tudo o que é transmitido pelo autor, mas que reflete em quem lê de uma forma muito pessoal. É do leitor o prazer. É do leitor a identificação. É do leitor o aprendizado. É do leitor o livro.

Dias atrás gravei um comercial de rádio em prol do Instituto Estadual do Livro em que falo aos leitores exatamente isso: os meus livros são os seus livros. E são, de fato. Não existe livro sem leitor. Não existe. É um objeto fantasma que não serve pra nada.

Aquele garoto de Moçambique não vê assim. Para ele, o livro é de quem traz o nome estampado na capa, como se isso sinalizasse o direito de posse. Não tem ideia de como se dá o processo todo, possivelmente nunca entrou numa livraria, nem sabe o que é tiragem.

Mas, em seu desengano, teve a gentileza de tentar colocar as coisas em seu devido lugar, mesmo que para isso tenha roubado o livro de uma garota sem perceber.

Ela era a dona do livro. E deve ter ficado estupefata. Um fã do Mia Couto afanou seu exemplar. Não levou o celular, a carteira, só quis o livro. Um danado de um amante da literatura, deve ter pensado ela. Assim são as histórias escritas também pela vida, interpretadas a seu modo por cada dono.

(Martha Medeiros. JORNAL ZERO HORA - 06/11/11./ Revista O Globo, 25 de novembro de 2012.)

Marque a opção em que a palavra destacada no trecho “E deve ter ficado estupefata” (10°§) foi substituída por outra de mesmo valor semântico.
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295Q1046828 | Português, Interpretação de Textos, Segundo Dia, ESCOLA NAVAL, Marinha, 2020

Texto associado.
AS MARGENS DA ALEGRIA

Esta é a estória.
la um menino, com os Tios, passar dias no lugar onde se construía a grande cidade. Era uma viagem inventada no feliz; para ele, produzia-se em caso de sonho. Saíam ainda com o escuro, o ar fino de cheiros desconhecidos. A Mãe e o Pai vinham trazê-lo ao aeroporto. A Tia e o Tio tomavam conta dele, justinhamente. Sorria-se, saudava-se, todos se ouviam e falavam. O avião era da Companhia, especial, de quatro lugares. Respondiam-lhe a todas as perguntas, até o piloto conversou com ele. O voo ia ser pouco mais de duas horas. O menino fremia no acorçoo, alegre de se rir para si, confortavelzinho, com um jeito de folha a cair. A vida podia às vezes raiar numa verdade extraordinária. Mesmo o afivelarem-lhe o cinto de segurança virava forte afago, de proteção, e logo novo senso de esperança: ao não sabido, ao mais. Assim um crescer e desconter-se - certo como o ato de respirar - o de fugir para o espaço em branco. O Menino.
E as coisas vinham docemente de repente, seguindo harmonia prévia, benfazeja, em movimentos concordantes: as satisfações antes da consciência das necessidades.[...]
O Menino tinha tudo de uma vez, e nada, ante a mente. A luz e a longa-longa-longa nuvem. Chegavam.
Enquanto mal vacilava a manhã. A grande cidade apenas começava a fazer-se, num semi-ermo, no chapadão: a mágica monotonia, os diluídos ares. O campo de pouso ficava a curta distância da casa - de madeira, sobre estações, quase penetrando na mata. O Menino via, vislumbrava. Respirava muito. Ele queria poder ver ainda mais vívido - as novas tantas coisas - o que para os seus olhos se pronunciava. A morada era pequena, passava-se logo à cozinha, e ao que não era bem quintal, antes breve clareira, das árvores que não podem entrar dentro de casa. Altas, cipós e orquideazinhas amarelas delas se suspendiam. Dali, podiam sair índios, a onça, leão, lobos, caçadores? Só sons. Um - e outros pássaros - com cantos compridos. Isso foi o que abriu seu coração. Aqueles passarinhos bebiam cachaça?
Senhor! Quando avistou o peru, no centro do terreiro, entre a casa e as árvores da mata. O peru, imperial, dava-lhe as costas, para receber sua admiração. Estalara a cauda, e se entufou, fazendo roda: o rapar das asas no chão - brusco, rijo, - se proclamara. Grugulejou! sacudindo o abotoado grosso de bagas rubras; e a cabeça possuía laivos de um azul-claro, raro, de céu e sanhaços; e ele, completo, torneado, redondoso, todo em esferas e planos, com reflexos de verdes metais em azul-e-preto - o peru para sempre. Belo, belo! Tinha qualquer coisa de calor, poder e flor, um transbordamento. Sua ríspida grandeza tonitruante. Sua colorida empáfia. Satisfazia os olhos, era de se tanger trombeta. Colérico, encachiado, andando, gruziou outro gluglo. O Menino riu, com todo o coração. Mas só bis-viu. Já o chamavam, para passeio.
[...]
Pensava no peru, quando voltavam. Só um pouco, para não gastar fora de hora o quente daquela lembrança, do mais importante, que estava guardado para ele, no terreirinho das árvores bravas. Só pudera tê-lo um instante, ligeiro, grande, demoroso. Haveria um, assim, em cada casa, e de pessoa?
Tinham forne, servido o almoço, tomava-se cerveja. O Tio, a Tia, os engenheiros. Da sala, não se escutava o galhardo ralhar dele, seu grugulejo? Esta grande cidade ia ser a mais levantada no mundo. Ele abria leque, impante, explodido, se enfunava ... Mal comeu dos doces, a marmelada, da terra, que se cortava bonita, o perfume em açúcar e carne de flor. Saiu, sôfrego de o rever.
Não viu: imediatamente. A mata é que era tão feia de altura. E - onde? Só umas penas, restos, no chão. - "Ué, se matou. Amanhã não é o dia-de-anos do doutor?" Tudo perdia a eternidade e a certeza; num lufo, num átimo, da gente as mais belas coisas se roubavam. Como podiam? Por que tão de repente? Soubesse que ia acontecer assim, ao menos teria olhado mais o peru - aquele. O peru - seu desaparecer no espaço. Só no grão nulo de um minuto, o Menino recebia em si um miligrama de morte. Já o buscavam: - "Vamos aonde a grande cidade vai ser, o lago..."
Cerreva-se, grave, num cansaço e numa renúncia à curiosidade, para não passear com o pensamento. la. Teria vergonha de falar do peru. Talvez não devesse, não fosse direito ter por causa dele aquele doer, que põe e punge, de dö, desgosto e desengano. Mas, matarem-no, também, parecia-lhe obscuramente algum erro. Sentia-se sempre mais cansado. Mal podia com o que agora lhe mostravam, na circuntristeza: o um horizonte, homens no trabalho de terraplenagem, os caminhões de cascalho, as vagas árvores, um ribeirão de águas cinzentas, o velame-do-campo apenas uma planta desbotada, o encantamento morto e sem pássaros, o ar cheio de poeira. Sua fadiga, de impedida emoção, formava um medo secreto: descobria o possível de outras adversidades, no mundo maquinal, no hostil espaço; e que entre o contentamento e a desilusão, na balança infidelíssima, quase nada medeia. Abaixava a cabecinha. [...]
De volta, não queria sair mais ao terreirinho, lá era uma saudade abandonada, um incerto remorso. Nem ele sabia bem. Seu pensamentozinho estava ainda na fase hieroglífica. Mas foi, depois do jantar. E - a nem espetaculosa surpresa - viu-o, suave inesperado: o peru, ali estava! Oh, não. Não era o mesmo. Menor, menos muito. Tinha o coral, a arrecauda, a escova, o grugrulhargrufo, mas faltava em sua penosa elegância o recacho, o englobo, a beleza esticada do primeiro. Sua chegada e presença, em todo o caso, um pouco consolavam.
Tudo se amaciava na tristeza. Até o dia; isto era: já o vir da noite. Porém, o subir da noitinha é sempre e sofrido assim, em toda a parte. O silêncio safa de seus guardados. O Menino, timorato, aquietava-se com o próprio quebranto: alguma força, nele, trabalhava por arraigar raízes, aumentar-lhe alma.
Mas o peru se adiantava até à beira da mata. Ali adivinhara - o quê? Mal dava para se ver, no escurecendo. E era a cabeça degolada do outro, atirada ao montura. O Menino se doía e se entusiasmava.
Mas: não. Não por simpatia companheira e sentida o peru até ali viera, certo, atraído. Movia-o um ódio. Pegava de bicar, feroz, aquela outra cabeça. O Menino não entendia. A mata, as mais negras árvores, eram um montão demais; o mundo.
Trevava.
Voava, porém, a luzinha verde, vindo mesmo da mata, o primeiro vaga-lume. Sim, o vaga-lume, sim, era lindo! - tão pequenino, no ar, um instante só, alto, distante, indo-se. Era, outra vez em quando, a Alegria.

ROSA, João Guimarães. Primeiras Estórias. Rio de Janeiro: Nova Fronteira, 2001. (Texto adaptado)
Assinale a opção cujo trecho reproduzido apresenta um discurso indireto livre.
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296Q1046872 | Inglês, Interpretação de Texto Reading Comprehension, Primeiro Dia, ESCOLA NAVAL, Marinha, 2021

Texto associado.
Read the text below and answer question.


U.K. hospitals are overburdened. But the British love their universal health care

March 7, 2018

When Erich McElroy takes the stage at comedy clubs in London, his routine includes a joke about the first time he went to see a doctor in Britain.
Originally from Seattle, McElroy, 45, has lived in London for almost 20 years. A stand-up comedian, he's made a career out of poking fun at the differences in the ways Americans versus Britons see the world - and one of the biggest differences is their outlook on health care.
"| saw a doctor, who gave me a couple pills and sent me on my way. But | still hadn't really done any paperwork. | was like, 'This isn't right! " McElroy says onstage, to giggles from the crowd. "So | went back to the same woman, and | said, 'What do | do now?! And she said, You go home! "
The mostly British audience erupts into laughter.
McElroy acknowledges it doesn't sound like much of a joke. He's just recounting his first experience at a UK. public hospital. But Britons find it hilarious, he says, that an American would be searching for a cash register, trying to find how to pay for treatment at a doctor's office or hospital. Itis a foreign concept here, McElroy explains.
Onstage, McElroy recounts how, when the hospital receptionist instructed him to go home, he turned to her and exclaimed, "This is amazing!"
Amazing, he says, because he did not have to pay - at least not at the point of service. In Britain, there is a state-funded system called the National Health Service, or NHS, which guarantees care for all. That means everything from ambulance rides and emergency room visits to long hospital stays, complex surgery, radiation and chemotherapy - are all free. They are paid for with payroll taxes. In addition, any medication you get during a hospital visit is free, and the cost of most prescription drugs at a pharmacy are cheap - a few dollars. (Private health care also exists in the U.K., paid out-of-pocket or through private insurance coverage, but only a small minority of residents opt for it.)
Since the 2008 financial crisis, the U.K., like many countries, has been taking in less tax revenue - so it has had to cut spending. Its expenditure on the National Health Service has still grown, but at a slower pace than before. [...] Wait times at the emergency room are up, says Richard Murray, policy director at the King's Fund, a health care think tank.
"If the ER is really busy, it makes the ambulances queue outside the front door - not great," Murray says. "And in some cases, the hospital is simply full."

(Adapted from https://www.npr.org)
hich option replaces the word “overburdened” in the title “U.K. hospitals are overburdened”, according to its meaning in the text?
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297Q1047406 | Matemática, Álgebra, Aluno Escola Naval, ESCOLA NAVAL, Marinha

Qual o menor valor de n,n inteiro maior que zero, paraque (1 + i)n seja um número real?
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298Q1047429 | Sem disciplina, Pronomes Pronouns, Cadete do Exército, ESCOLA NAVAL, Marinha

Texto associado.
Genetically Modified Foods, Pros and Cons.
Genetically modified foods (GMs)are becoming increasingly coirtmon in many countries. However, before one opts for any of these foods, it is very important to know about their pros and cons.
There are a variety of reasons for developing GMs. For instance, some foods are genetically modified to prevent the occurrence of allergies after consumption, while some are developed to improve their shelf life.
Though the seeds of GMs are quite expensive, their cost of production is said to be lesser than that of the traditional crops for these foods do have natural resistance towards damaging pests and insects. This reduces the necessity of exposing crops to hazardous Chemicals. It is also said that GMs grow faster. Due to this, productivity increases, providing the population with more food. At times, GMs crops can be grown at places with unfavorable climatic conditions whereas a normal crop can grow only in specific season or under some favorable climatic conditions.
The biggest threat caused by GMs is that they can have harmful effects on the human body. It is believed that they can cause diseases which are immune to antibiotics. Moreover, according to some experts, people who consume such foods have high chances of developing câncer. Besides, not much is known about their long-term effects on human beings.
In many countries, manufacturers do not mention on the labei that foods are genetically modified because they think that this would affect their business. However, this is not a good practice as consumers do not get the chance to decide whether they should really opt for these foods, Experts are of the opinion that with the increase of genetically modified foods, developing countries would start depending more on industrial countries because it is likely that the food production would be controlled by them in the time to come.

(Adapted from http://www.buzzle.com)
Which alternat:ive below is INCORRECT, basied on the above?
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299Q1046881 | Inglês, Interpretação de Texto Reading Comprehension, Primeiro Dia, ESCOLA NAVAL, Marinha, 2021

Read the information below.

How do I know if I'm eligible to apply to the Naval Academy?

You must be:

- at least 17 years of age and must not have passed your 23rd birthday on July 1st of the year of admission;
- unmarried, not pregnant and have no incurred obligations of parenthood; and
- a United States citizen (except for the limited quotas of international midshipmen specifically authorized by Congress).

(Adapted from https://www.usna.edu/)

Considering only the requirements above, who can apply to the Naval Academy?
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300Q1047661 | Matemática, Funções, Cadete do Exército, ESCOLA NAVAL, Marinha, 2018

Seja a família de funções reais ƒ, definidas por /(x ) = 2x2 + bx + 3, sendo b ∈ ℝ e, seja a função real g , definida pelo lugar geométrico dos pontos extremos das funções ƒ. Sendo assim, o valor de g (7) é:
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