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Questões de Concursos IABAS RJ

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141Q683948 | Medicina, Médico Clínico, IABAS RJ, IBADE, 2019

Paciente, 28 anos, masculino, deu entrada na emergência com dor em bolsa escrotal e sinais de flogose local. Acerca do assunto é possível fazer as seguintes afirmações, EXCETO: 
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142Q685052 | Enfermagem, Técnico de Enfermagem, IABAS RJ, IBADE, 2019

A infecção hospitalar é aquela adquirida após a admissão do paciente no estabelecimento de saúde, podendo manifestar-se durante a internação ou após a alta. Sobre alguns conceitos de biossegurança, julgue as afirmativas a seguir: 
I- intoxicação é a presença transitória de microrganismo em superfície sem invasão tecidual ou relação de parasitismo. 
II- o reservatório é todo organismo vivo ou matéria inanimada que abriga um agente e lhe oferece condições para sobrevivência e reprodução e de onde será transmitido para um hospedeiro. 
III- colonização é o crescimento e multiplicação de um microrganismo em superfícies epiteliais do hospedeiro, sem expressão clínica ou imunológica. 
IV- disseminador é o indivíduo que elimina o microrganismo patogênico para o meio ambiente. 
Estão corretas as afirmativas:
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143Q690569 | Português, Interpretação de Textos, Técnico de Enfermagem, IABAS RJ, IBADE, 2019

Texto associado.
Pedro Nava expõe lado humano da medicina 
MOACYR SCLIAR 
Estudante de medicina, assisti em Porto Alegre a uma conferência de um então famoso reumatologista, o doutor Pedro Nava (1903-1984). Àquela altura eu já escrevia, e julgava-me razoavelmente familiarizado com a literatura brasileira. Mas eu não conhecia Nava como escritor. Explicável: era o típico poeta bissexto. Publicava raramente, ainda que tivesse estreado em 1924 com os modernistas mineiros e ainda que Pablo Neruda tivesse considerado o seu "Defunto" ("Meus amigos, tenham pena/ senão do morto, ao menos dos sapatos do morto/ dos seus incríveis, patéticos/ sapatos pretos de verniz") o maior poema da língua portuguesa. Agora, o sobrinho de Pedro Nava, o também médico Paulo Penido, reúne, em "O Anfiteatro", textos sobre medicina, na maioria extraídos da obra memorialística de Nava, que aliás fazia uma diferença entre memorialista ("conta o que quer") e historiador ("deve contar o que sabe "). Mas, sendo memorialista, Nava é também historiador, não só porque alude a episódios como a Revolução de 1932, como também porque suas memórias evocam a trajetória da medicina ao longo de boa parte do século 20, graças a uma abrangente experiência, iniciada no interior de Minas: "Clínico de roça, fui médico, operador e parteiro (...). Entrei em todas as casas, desde a choça do sertão e do barraco dos morros aos solares dos ricos e aos palácios presidenciais. Vi todas as agonias da carne e da alma. Todas as misérias do pobre corpo humano". Descreve depois as aventuras do dr. Egon (que, como o nome sugere, funciona como alter ego), o atendimento realizado em condições precárias: para fazer um parto, o médico precisa primeiro remover folhas de urucum colocadas na vagina da parturiente; para atender um enfermo, retira o cataplasma de bosta de vaca nele colocado. E os desafios são grandes, nesta área de doenças endêmicas, em que a malária é frequente. Mais tarde, Pedro Nava se muda para o Rio, torna-se chefe da Policlínica Central (o "Anfiteatro" do título é o lugar onde ele organizava as reuniões clínicas). Médicos-escritores não são figuras raras na história da medicina: foi o caso de Rabelais, de Anton Tchekov, de Conan Doyle, de Miguel Torga, de Jorge de Lima, de Guimarães Rosa. Também não são raras obras literárias sobre médicos e pacientes, como "A Montanha Mágica", de Thomas Mann, ou "O Alienista", de Machado de Assis . Pedro Nava inscreve-se assim numa tradição ilustre - e necessária, numa época em que os aspectos tecnológicos da medicina se acentuam cada vez mais, em detrimento do lado humanístico. Muitas faculdades de medicina estão, por isso, estimulando seus alunos a ampliar sua cultura literária, dentro do que se cham a "humanidades médicas". "O médico", diz Nava, "precisa duma grande curiosidade de si mesmo e de suas reações diante das doenças e dos doentes". Para esta curiosidade, para esse interesse, "O Anfiteatro" é uma bela resposta. https://www1 .folha.uol.com.br/fsp/ilustrad/fq2109200218.htm 
Moacyr Scliar faz referência a diversos autores e a obras literárias, ligados ao universo da medicina. Em relação a isso, é correto afirmar que:
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144Q684481 | Português, Médico Clínico, IABAS RJ, IBADE, 2019

Texto associado.
Leia o texto e responda às perguntas. 
Infestação de escorpiões no Brasil pode ser imparável 
A infestação de escorpião no Brasil é o exemplo perfeito de como a vida moderna se tornou imprevisível. É uma característica do que, no complexo campo de problemas, chamamos de um mundo “VUCA” (Volatility, uncertainty, complexity and ambiguity em inglês) – um mundo volátil, incerto, complexo e ambíguo. Escorpiões, como as baratas que eles comem, são u m a e s p é c i e i n c r i v e l m e n t e a d a p t á v e l . O número de pessoas picadas em todo o Brasil aumentou de 12 mil em 2000 para 140 mil no ano passado, de acordo com o Ministério da Saúde. A espécie que aterroriza os brasileiros é o perigoso escorpião amarelo, ou Tityus serrulatus. Ele se reproduz por meio do milagre da partenogênese, significando que um escorpião feminino simplesmente gera cópias de si mesma duas vezes por ano – nenhuma participação masculina é necessária. A infestação do escorpião urbano no Brasil é um clássico "problema perverso". Este termo, usado pela primeira vez em 1973, refere-se a enormes problemas sociais ou culturais como pobreza e guerra – sem solução simples ou definitiva, e que surgem na interseção de outros problemas. Nesse caso, a infestação do escorpião urbano no Brasil é o resultado de uma gestão inadequada do lixo, saneamento inapropriado, urbanização rápida e mudanças climáticas. No VUCA, quanto mais recursos você der para os problemas, melhor. Isso pode significar tudo, desde campanhas de conscientização pública que educam brasileiros sobre escorpiões até forças-tarefa exterminadoras que trabalham para controlar sua população em áreas urbanas. Os cientistas devem estar envolvidos. O sistema nacional de saúde pública do Brasil precisará se adaptar a essa nova ameaça. Apesar da obstinada cobertura da imprensa, as autoridades federais de saúde mal falaram publicamente sobre o problema do escorpião urbano no Brasil. E, além de alguns esforços mornos em nível nacional e estadual para treinar profissionais de saúde sobre o risco de escorpião, as autoridades parecem não ter nenhum plano para combater a infestação no nível epidêmico para o qual ela está se dirigindo. Temo que os escorpiões amarelos venenosos tenham reivindicado seu lugar ao lado de crimes violentos, tráfico brutal e outros problemas crônicos com os quais os urbanitas no Brasil precisam lidar diariamente.
* Hamilton Coimbra Carvalho é pesquisador em Problemas Sociais Complexos, na Universidade de São Paulo (USP). T e x t o a d a p t a d o d e R e v i s t a G a l i l e u ( h t t p s : / / r e v i s t a g a l i l e u . g l o b o . c o m / C i e n c i a / M e i o - Ambiente/noticia/2019/02/infestacao-de-escorpioes-no-brasilpode-ser-imparavel-diz-pesquisador.html
Observe o emprego do acento grave indicador de crase nas seguintes frases: 
I. A Secretaria de Saúde ofereceu um curso gratuito ______ que moram nas áreas mais afetadas pelo aumento do número de escorpiões. 
II. A infestação chegou ____ cidade onde nasci. 
III. No documento também se fazia referência ____ crianças picadas por cobras. 
A opção que completa corretamente as lacunas é:
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145Q684410 | Saúde Pública, Farmacêutico, IABAS RJ, IBADE, 2019

De acordo com a Portaria n° 399, de 22 de fevereiro de 2006, do Ministério da Saúde, uma das suas prioridades para o ano de 2006 foi elaborar e implantar uma Política Nacional sobre diversos pontos da área da Saúde, com ênfase na adoção de hábitos saudáveis por parte da população brasileira, de forma a internalizar a responsabilidade individual da prática de atividade física, regular a alimentação saudável e combater o tabagismo. As ações citadas se referem à: 
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146Q685615 | Medicina, Médico Pediatra, IABAS RJ, IBADE, 2019

Adolescente de 15 anos, sexualmente ativo, chega a uma Unidade de ProntoAtendimento com lesão única localizada na glande peniana, denominada cancro duro, associada à linfonodomegalia satélite e sem associação à ardência, dor ou coceira. Sendo esta uma lesão típica de Sífilis Primária, a conduta inicial a ser tomada é:
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147Q683199 | Enfermagem, Enfermeiro, IABAS RJ, IBADE, 2019

A hipertensão arterial sistêmica (HAS) apresenta alta morbimortalidade, com perda importante da qualidade de vida, o que reforça a importância do diagnóstico precoce. Todo adulto com 18 anos ou mais de idade, quando vier à Unidade Básica de Saúde (UBS) para consulta, atividades educativas, entre outros, e não tiver registro no prontuário de ao menos uma verificação da pressão arterial (PA) nos últimos dois anos, deverá tê-la verificada e registrada. A primeira verificação deve ser realizada em ambos os braços e, caso haja diferença entre os valores, deve ser considerada a medida de maior valor. O braço com o maior valor aferido deve ser utilizado como referência nas próximas medidas. Segundo o programa de rastreamento do Ministério da Saúde, de acordo com a média dos dois valores pressóricos obtidos, a PA deverá ser novamente verificada quando:


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148Q688321 | Português, Médico Clínico, IABAS RJ, IBADE, 2019

Texto associado.
Leia o texto e responda às perguntas. 
Infestação de escorpiões no Brasil pode ser imparável 
A infestação de escorpião no Brasil é o exemplo perfeito de como a vida moderna se tornou imprevisível. É uma característica do que, no complexo campo de problemas, chamamos de um mundo “VUCA” (Volatility, uncertainty, complexity and ambiguity em inglês) – um mundo volátil, incerto, complexo e ambíguo. Escorpiões, como as baratas que eles comem, são u m a e s p é c i e i n c r i v e l m e n t e a d a p t á v e l . O número de pessoas picadas em todo o Brasil aumentou de 12 mil em 2000 para 140 mil no ano passado, de acordo com o Ministério da Saúde. A espécie que aterroriza os brasileiros é o perigoso escorpião amarelo, ou Tityus serrulatus. Ele se reproduz por meio do milagre da partenogênese, significando que um escorpião feminino simplesmente gera cópias de si mesma duas vezes por ano – nenhuma participação masculina é necessária. A infestação do escorpião urbano no Brasil é um clássico "problema perverso". Este termo, usado pela primeira vez em 1973, refere-se a enormes problemas sociais ou culturais como pobreza e guerra – sem solução simples ou definitiva, e que surgem na interseção de outros problemas. Nesse caso, a infestação do escorpião urbano no Brasil é o resultado de uma gestão inadequada do lixo, saneamento inapropriado, urbanização rápida e mudanças climáticas. No VUCA, quanto mais recursos você der para os problemas, melhor. Isso pode significar tudo, desde campanhas de conscientização pública que educam brasileiros sobre escorpiões até forças-tarefa exterminadoras que trabalham para controlar sua população em áreas urbanas. Os cientistas devem estar envolvidos. O sistema nacional de saúde pública do Brasil precisará se adaptar a essa nova ameaça. Apesar da obstinada cobertura da imprensa, as autoridades federais de saúde mal falaram publicamente sobre o problema do escorpião urbano no Brasil. E, além de alguns esforços mornos em nível nacional e estadual para treinar profissionais de saúde sobre o risco de escorpião, as autoridades parecem não ter nenhum plano para combater a infestação no nível epidêmico para o qual ela está se dirigindo. Temo que os escorpiões amarelos venenosos tenham reivindicado seu lugar ao lado de crimes violentos, tráfico brutal e outros problemas crônicos com os quais os urbanitas no Brasil precisam lidar diariamente.
* Hamilton Coimbra Carvalho é pesquisador em Problemas Sociais Complexos, na Universidade de São Paulo (USP). T e x t o a d a p t a d o d e R e v i s t a G a l i l e u ( h t t p s : / / r e v i s t a g a l i l e u . g l o b o . c o m / C i e n c i a / M e i o - Ambiente/noticia/2019/02/infestacao-de-escorpioes-no-brasilpode-ser-imparavel-diz-pesquisador.html
Observe o trecho a seguir:
“... outros problemas crônicos com os quais os urbanitas no Brasil precisam lidar diariamente.” Se reescrevermos o período, substituindo o verbo “lidar” por “passar”, teremos: 
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149Q691803 | Enfermagem, Enfermeiro, IABAS RJ, IBADE, 2019

Segundo as estratégias do Ministério da Saúde para o cuidado da pessoa com doença crônica, a hipertensão arterial sistêmica (HAS) é uma condição clínica multifatorial caracterizada por níveis elevados e sustentados de pressão arterial - PA (PA ? 140 x 90mmHg). A HAS é frequentemente associada às alterações funcionais dos chamados órgãos-alvo, que são:
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150Q688850 | Informática, Médico Pediatra, IABAS RJ, IBADE, 2019

O software que NÃO é um sistema operacional:
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151Q691223 | Enfermagem, Enfermeiro, IABAS RJ, IBADE, 2019

Texto associado.
Com base na Lei n° 7.498/86, de 25 de junho 1986, que dispõe sobre a regulamentação do exercício da enfermagem e dá outras providências, julgue as afirmativas a seguir: 
I. A enfermagem é exercida privativamente pelo enfermeiro, pelo técnico de enfermagem, pelo auxiliar de enfermagem e pela parteira, respeitados os respectivos graus de habilitação. 
II. São privativas do enfermeiro as atividades de consultoria, auditoria e emissão de parecer sobre matéria de enfermagem. 
III. Somente enfermeiros e técnicos de enfermagem poderão prestar cuidados diretos de enfermagem a pacientes graves com risco de vida, não podendo o auxiliar de enfermagem prestar esse tipo de assistência. 
IV. O técnico de enfermagem exerce atividade de nível médio, envolvendo orientação e acompanhamento do trabalho de enfermagem em grau auxiliar, e participação no planejamento da assistência de enfermagem. 
Dos itens acima descritos, estão corretos apenas:
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152Q686428 | Informática, Técnico de Enfermagem, IABAS RJ, IBADE, 2019

Você está editando um arquivo Word e quer salvar as alterações usando o atalho de teclado; então mantém apertada a tecla Ctrl e digita:
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153Q686075 | Português, Interpretação de Textos, Técnico de Enfermagem, IABAS RJ, IBADE, 2019

Texto associado.
Pedro Nava expõe lado humano da medicina 
MOACYR SCLIAR 
Estudante de medicina, assisti em Porto Alegre a uma conferência de um então famoso reumatologista, o doutor Pedro Nava (1903-1984). Àquela altura eu já escrevia, e julgava-me razoavelmente familiarizado com a literatura brasileira. Mas eu não conhecia Nava como escritor. Explicável: era o típico poeta bissexto. Publicava raramente, ainda que tivesse estreado em 1924 com os modernistas mineiros e ainda que Pablo Neruda tivesse considerado o seu "Defunto" ("Meus amigos, tenham pena/ senão do morto, ao menos dos sapatos do morto/ dos seus incríveis, patéticos/ sapatos pretos de verniz") o maior poema da língua portuguesa. Agora, o sobrinho de Pedro Nava, o também médico Paulo Penido, reúne, em "O Anfiteatro", textos sobre medicina, na maioria extraídos da obra memorialística de Nava, que aliás fazia uma diferença entre memorialista ("conta o que quer") e historiador ("deve contar o que sabe "). Mas, sendo memorialista, Nava é também historiador, não só porque alude a episódios como a Revolução de 1932, como também porque suas memórias evocam a trajetória da medicina ao longo de boa parte do século 20, graças a uma abrangente experiência, iniciada no interior de Minas: "Clínico de roça, fui médico, operador e parteiro (...). Entrei em todas as casas, desde a choça do sertão e do barraco dos morros aos solares dos ricos e aos palácios presidenciais. Vi todas as agonias da carne e da alma. Todas as misérias do pobre corpo humano". Descreve depois as aventuras do dr. Egon (que, como o nome sugere, funciona como alter ego), o atendimento realizado em condições precárias: para fazer um parto, o médico precisa primeiro remover folhas de urucum colocadas na vagina da parturiente; para atender um enfermo, retira o cataplasma de bosta de vaca nele colocado. E os desafios são grandes, nesta área de doenças endêmicas, em que a malária é frequente. Mais tarde, Pedro Nava se muda para o Rio, torna-se chefe da Policlínica Central (o "Anfiteatro" do título é o lugar onde ele organizava as reuniões clínicas). Médicos-escritores não são figuras raras na história da medicina: foi o caso de Rabelais, de Anton Tchekov, de Conan Doyle, de Miguel Torga, de Jorge de Lima, de Guimarães Rosa. Também não são raras obras literárias sobre médicos e pacientes, como "A Montanha Mágica", de Thomas Mann, ou "O Alienista", de Machado de Assis . Pedro Nava inscreve-se assim numa tradição ilustre - e necessária, numa época em que os aspectos tecnológicos da medicina se acentuam cada vez mais, em detrimento do lado humanístico. Muitas faculdades de medicina estão, por isso, estimulando seus alunos a ampliar sua cultura literária, dentro do que se cham a "humanidades médicas". "O médico", diz Nava, "precisa duma grande curiosidade de si mesmo e de suas reações diante das doenças e dos doentes". Para esta curiosidade, para esse interesse, "O Anfiteatro" é uma bela resposta. https://www1 .folha.uol.com.br/fsp/ilustrad/fq2109200218.htm 
Observe esse trecho do poema “O Defunto” de Pedro Nava: "Meus amigos, tenham pena/ senão do morto, ao menos dos sapatos do morto/ dos seus incríveis, patéticos/ sapatos pretos de verniz" 
Nestes versos há um tom apelativo, marcado, sobretudo, pelo emprego de:
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154Q691007 | Português, Médico Clínico, IABAS RJ, IBADE, 2019

Texto associado.
Leia o texto e responda às perguntas. 
Infestação de escorpiões no Brasil pode ser imparável 
A infestação de escorpião no Brasil é o exemplo perfeito de como a vida moderna se tornou imprevisível. É uma característica do que, no complexo campo de problemas, chamamos de um mundo “VUCA” (Volatility, uncertainty, complexity and ambiguity em inglês) – um mundo volátil, incerto, complexo e ambíguo. Escorpiões, como as baratas que eles comem, são u m a e s p é c i e i n c r i v e l m e n t e a d a p t á v e l . O número de pessoas picadas em todo o Brasil aumentou de 12 mil em 2000 para 140 mil no ano passado, de acordo com o Ministério da Saúde. A espécie que aterroriza os brasileiros é o perigoso escorpião amarelo, ou Tityus serrulatus. Ele se reproduz por meio do milagre da partenogênese, significando que um escorpião feminino simplesmente gera cópias de si mesma duas vezes por ano – nenhuma participação masculina é necessária. A infestação do escorpião urbano no Brasil é um clássico "problema perverso". Este termo, usado pela primeira vez em 1973, refere-se a enormes problemas sociais ou culturais como pobreza e guerra – sem solução simples ou definitiva, e que surgem na interseção de outros problemas. Nesse caso, a infestação do escorpião urbano no Brasil é o resultado de uma gestão inadequada do lixo, saneamento inapropriado, urbanização rápida e mudanças climáticas. No VUCA, quanto mais recursos você der para os problemas, melhor. Isso pode significar tudo, desde campanhas de conscientização pública que educam brasileiros sobre escorpiões até forças-tarefa exterminadoras que trabalham para controlar sua população em áreas urbanas. Os cientistas devem estar envolvidos. O sistema nacional de saúde pública do Brasil precisará se adaptar a essa nova ameaça. Apesar da obstinada cobertura da imprensa, as autoridades federais de saúde mal falaram publicamente sobre o problema do escorpião urbano no Brasil. E, além de alguns esforços mornos em nível nacional e estadual para treinar profissionais de saúde sobre o risco de escorpião, as autoridades parecem não ter nenhum plano para combater a infestação no nível epidêmico para o qual ela está se dirigindo. Temo que os escorpiões amarelos venenosos tenham reivindicado seu lugar ao lado de crimes violentos, tráfico brutal e outros problemas crônicos com os quais os urbanitas no Brasil precisam lidar diariamente.
* Hamilton Coimbra Carvalho é pesquisador em Problemas Sociais Complexos, na Universidade de São Paulo (USP). T e x t o a d a p t a d o d e R e v i s t a G a l i l e u ( h t t p s : / / r e v i s t a g a l i l e u . g l o b o . c o m / C i e n c i a / M e i o - Ambiente/noticia/2019/02/infestacao-de-escorpioes-no-brasilpode-ser-imparavel-diz-pesquisador.html
“Escorpiões, como as baratas que eles comem, são uma espécie incrivelmente adaptável.” A oração subordinada tem função e valor semântico iguais à do período em destaque em: 
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155Q687452 | Enfermagem, Enfermeiro, IABAS RJ, IBADE, 2019

Texto associado.
deve ser feita à autoridade sanitária somente por profissionais de saúde médicos ou enfermeiros, para fins de adoção de medidas de intervenção pertinentes.
A Vigilância Epidemiológica (VE) constitui-se um importante instrumento de prevenção e controle doenças infecciosas e parasitárias, fornecendo relevantes subsídios para o planejamento, organização e operacionalização dos serviços de saúde. Para isso existe a Notificação Compulsória, que é a comunicação da ocorrência de determinada doença ou agravo a saúde que deve seguir certas orientações do Ministério da Saúde (MS), como:
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156Q685899 | Medicina, Médico Pediatra, IABAS RJ, IBADE, 2019

Recém-nascido de 5 dias de vida, chega ao atendimento médico com quadro de hipertrofia discreta das glândulas mamárias, bilateralmente. Sem outras queixas maternas. Nega febre, sinais flogísticos associados, irritabilidade. Está em aleitamento materno exclusivo e ganhando peso de forma adequada. Exame físico sem alterações. A conduta inicial neste caso é:
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157Q694109 | Farmácia, Farmacêutico, IABAS RJ, IBADE, 2019

A _________________________ é o estudo do uso e dos efeitos dos fármacos em um grande número de pessoas. Está relacionada com desenvolvimento de técnicas_______________________para estudar o uso dos medicamentos em uma grande população. Aopção que completa corretamente as lacunas é: 
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158Q688492 | Medicina, Médico Clínico, IABAS RJ, IBADE, 2019

Paciente, 70 anos, deu entrada na emergência clínica com quadro de dor abdominal e fezes líquidas, fétidas, de coloração escura, tipo “borra de café”. A melhor conduta diagnóstica é:
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159Q692784 | Medicina, Médico Pediatra, IABAS RJ, IBADE, 2019

P.C.R, 2 anos, é levada ao atendimento de emergência com história de febre iniciada há 24 horas e crise convulsiva tônico-clônica generalizada, há 30 minutos atrás, com duração de 3 minutos. Foi seu primeiro episódio de crise convulsiva desde o nascimento. Apresentava, no momento, exame físico neurológico normal, incluindo nível de consciência adequado e ausência de rigidez de nuca. Tem história familiar de crise convulsiva febril.
A conduta adequada neste caso é:
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160Q690824 | Informática, Médico Clínico, IABAS RJ, IBADE, 2019

O software que NÃO é um sistema operacional: 
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