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Questões de Concursos IBGE

Resolva questões de IBGE comentadas com gabarito, online ou em PDF, revisando rapidamente e fixando o conteúdo de forma prática.


2761Q993431 | Programação, Desenvolvimento de Aplicações Web Mobile, IBGE, AOCP, 2019

Para construir uma aplicação Android, é possível utilizar quatro tipos de componentes, cada qual com um propósito e ciclo de vida bem definidos. Assinale a alternativa que apresenta os componentes que são executados em segundo plano e que não dispõem de interface gráfica, além de terem como objetivo principal realizar tarefas que podem consumir muito tempo para executar, sem comprometer a interação do usuário.
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2762Q993435 | Programação, Linguagens de marcação, Desenvolvimento de Aplicações Web Mobile, IBGE, AOCP, 2019

Uma das mudanças significativas que aconteceu com o surgimento da versão 5 é como a tarefa de escrever HTML ficou mais simples. Diversos pontos pequenos se tornaram opcionais ou desnecessários e o que antes era repetitivo deixou de ser parte da rotina. Como consequência, o código se tornou mais simples e fácil de se ler. Um ótimo exemplo disso é o Doctype do HTML5, a instrução que informa aos navegadores como ele deve processar o código HTML, que ficou bastante simples em relação aos seus antecessores. Assinale a alternativa que apresenta corretamente a nova forma de escrever o Doctype no HTML5.
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2763Q993692 | Geografia, Escalas, Agente de Pesquisas e Mapeamento, IBGE, CESPE CEBRASPE, 2021

Sabendo que a escala varia de acordo com as finalidades do mapa, assinale a opção que apresenta a escala mais apropriada para fornecer informações bem detalhadas de um espaço geográfico de dimensões locais.
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2764Q993439 | Engenharia de Agrimensura, Geoprocessamento, IBGE, AOCP, 2019

Em um Sistema de Informações Geográficas (SIG), como é denominada a capacidade de descrever relações espaciais entre os elementos gráficos?
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2765Q993460 | Logística, Logística, IBGE, AOCP, 2019

O Analista Censitário, além de outras atividades, poderá ser responsável pelo controle e por realizar a gestão de estoque nas unidades do IBGE. Nesse sentido, no que se refere ao objetivo da gestão de estoque, analise as assertivas e assinale a alternativa que aponta a(s) correta(s).


I. As empresas trabalham com estoques de diferentes tipos, os quais não necessitam ser administrados.

II. É possível identificar uma série de funções para as quais os estoques são criados: garantir a independência entre as etapas produtivas; permitir uma produção constante; possibilitar o uso de lotes econômicos, reduzir lead timeprodutivo; como fator de segurança; e para obter vantagens de preço.

III. Os estoques objetivam regular ou acomodar diferentes taxas de oferta e demanda do item estocado.

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2766Q993993 | Português, Pronomes pessoais oblíquos, Agente Censitário de Pesquisas e Mapeamento, IBGE, SELECON, 2023

Texto associado.

Texto II



A importância da informação estatística para as políticas

sociais no Brasil: breve reflexão sobre a experiência do

passado para considerar no presente



O Brasil seria diferente do que é hoje se não fossem as informações produzidas pelo IBGE e por outras instituições do Sistema Estatístico Nacional. Com todas as iniquidades sociais que ainda persistem no país, o quadro seria seguramente pior caso não houvesse informações estatísticas levantadas há mais de 80 anos ou quase 150 anos, se forem considerados os esforços de realização do primeiro Censo Demográfico em 1872, no final do Império, quase 20 anos depois do planejado, pelas resistências da elite latifundiária e escravocrata da época. Não há como não reconhecer que parte das conquistas republicanas de universalização da educação básica, do acesso à água, redução da pobreza, promoção do desenvolvimento regional, ampliação da cobertura do emprego formal e da previdência pelo vasto território brasileiro deve-se à disponibilidade de informação estatística de boa qualidade e cobertura levantada pelo IBGE e outras instituições como o Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais, os departamentos de estatísticas e pesquisas dos Ministérios e órgãos subnacionais de planejamento e estatística.


É claro que a efetividade das políticas sociais depende de uma série extensa de fatores, mas a informação estatística cumpre papel instrumental relevante em todas as fases de implementaçãode um programa público, da formulação à avaliação do mesmo (HOWLET et al., 2013). Políticas sociais são muito intensivas em informação no processo de seu desenho e implementação. Elas se estruturam como sistemas complexos, articulando programas de natureza universal com ações redistributivas em várias áreas setoriais, operados por agentes em diferentes níveis federativos de governo, em contextos desiguais em termos de capacidade de gestão e de perfil socioeconômico de públicos-alvo. Como discutido em Jannuzi (2016), para que essas políticas e programas sociais consigam cumprir seus objetivos específicos e contribuir para maior efetividade social da ação pública, é necessário produzir informação e estudos de diferentes naturezas – levantamentos diagnósticos detalhados, sistemas de indicadores de monitoramento de ações, pesquisas de avaliação de processos e de resultados de programas, investigação de potenciais impactos e externalidades negativas –, valendo-se de uma combinação plural de metodologias (quali, quanti e participativas), com abordagem de diferentes sujeitos envolvidos (beneficiários, usuários, técnicos na ponta e gestores).


Entre tais levantamentos figuram, em especial, os Censos Demográficos, a cinquentenária Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (PNAD, e agora PNAD-Contínua) e as edições, há 20 anos, da Pesquisa de Informações Básicas Municipais (Munic). Essas pesquisas parecem se constituir nos levantamentos estatísticos mais impactantes para a formulação e avaliação de políticas sociais no Brasil. Há certamente outras pesquisas importantes a serem mencionadas, como as Estatísticas do Registro Civil, as Pesquisas de Orçamento Familiar, a Pesquisa Mensal de Emprego, a Economia Informal Urbana e, mais recentemente, a Pesquisa Nacional de Saúde, cujas contribuições precisam ser resgatadas em outros textos e estudos.


Os Censos têm permitido o desvelamento dos bolsões de pobreza e outras iniquidades no território nacional, nos municípios e seus bairros. As PNAD (e PNAD-C) possibilitam acompanhar os efeitos – e defeitos – de políticas e programas nas mais variadas áreas setoriais, tais como trabalho, educação, saúde, previdência e assistência social, entre as principais. As Munic e, desde 2012, as Pesquisas de Informações Básicas Estatuais (Estadic) têm viabilizado o dimensionamento da capacidade subnacional de gestão de políticas, de equipamentos públicos e de atendimento de serviços sociais. As três pesquisas se destacam pelo conjunto integrado de informações que proporcionam, pela abrangência temática, regularidade e cobertura territorial. Essas características garantiram a produção de dados cruciais para identificação de demandas sociais, elaboração de diagnósticos, formulação de políticas e programas e avaliação da efetividade dos mesmos ao longo das últimas décadas.


É o que se procura resgatar de forma breve e ensaística nesse texto, como subsídio para o debate acerca do mérito e dificuldades de financiamento do Censo 2020, dos suplementos temáticos das PNAD-C, Munic e outras pesquisas do Sistema Estatístico. Trata-se de um debate que precisa ser realizado com perspectiva histórica e pluralidade de visões acerca do uso da informação estatística para o Estado e sociedade no país. Não são pouco gravosas as consequências da eventual descontinuidade de séries históricas de longa data ou a decisão de adiar a captação de dados acerca de novas questões da agenda social no país.


Fonte: JANUZZI, P. M. A importância da informação estatística para as políticas sociais no Brasil: breve reflexão sobre a experiência do passado para considerar no presente. “Revista Brasileira de Estudos de População”, V. 35, N. 1, 2018, p. 1-10. (adaptado)


Disponível em: https://www.scielo.br/j/rbepop/a/77qbqWdQWx3b5gg7wLVmtsF/?lang=pt#



Acesso em 26 jul. 2023.




A alternativa cuja substituição de expressão nominal por pronome oblíquo átono atende às exigências da norma-padrão é:
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2767Q993742 | Geografia, Noções Gerais de Urbanização, Agente de Pesquisas, IBGE, CESPE CEBRASPE, 2021

Assinale a opção correta, a respeito dos arranjos populacionais e das concentrações urbanas do Brasil.
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2768Q994011 | Português, Interpretação de Textos, Gestão, IBGE, SELECON, 2023

Texto associado.
Leia o Texto 1:


Virou moda


Oferta de obras que tratam do mundo dos livros cresce a
olhos vistos. Aqui em casa há uma pilha delas... e continuo
comprando outras


Por Cora Rónai, Rio de Janeiro


Sempre houve livros sobre livros, mas não me lembro de uma época em que houvesse tantos livros sobre livreiros, livrarias e bibliotecas. Não foi caso pensado, mas, semana passada, às voltas com os livros selvagens (aqueles que ainda não encontraram o seu lugar na estante) percebi que certas palavras andam se repetindo pelos títulos. Fui juntando os que me pareciam meio irmãos, e logo tinha mais de dez volumes empilhados. Estendi a pesquisa à internet — e acabei comprando mais dois, como se ainda tivesse espaço sobrando em casa.


Mas reparem só: “A livraria mágica de Paris”, “O segredo da livraria de Paris”, “A biblioteca de Paris”, “A livreira de Paris”. Depois há Londres: “A biblioteca secreta de Londres”, “A última livraria de Londres”. E “A pequena livraria dos sonhos”, “A livraria dos achados e perdidos”, “A biblioteca da meia-noite”, “O diário de um livreiro”, “O passeador de livros”.


E nem falo de livros mais antigos, como “O livreiro de Cabul”, ou “84, Charing Cross Road”, que deu origem ao filme “Nunca te vi, sempre te amei”, e que continua sendo o meu livro favorito sobre livros, livreiros e livrarias.


O fenômeno não é apenas ocidental. “Bem-vindos à livraria Hyunam-Dong” vendeu mais de 250 mil exemplares na Coreia do Sul, e “O que você procura está na biblioteca” é um sucesso no Japão e nos países para os quais já foi traduzido (o Brasil não é um deles, por enquanto, mas escrevi o título em português porque não faria sentido usar alemão, francês ou inglês; em Portugal ele se chama “O que procuras está na biblioteca”).


Eles têm capas parecidas, sobretudo os que se passam em Paris e Londres, e que compõem um subgênero ambientado na Segunda Guerra: as suas capas são nostálgicas, com cenas que poderiam ter saído de filmes de época. A de “A livraria mágica de Paris” é luxuosa, com verniz, filetes dourados, corte pintado de rosa.


“A biblioteca da meia-noite” também capricha no brilho, mas fala menos sobre livros do que sobre oportunidades perdidas e vidas em planos paralelos, uma espécie de “Tudo em todo o lugar ao mesmo tempo” em papel (mas menos confuso e mais tocante).


Ainda não li boa parte da pilha; folheei alguns, estou pelo meio de dois ou três. Todos têm uma enorme quantidade de resenhas positivas na Amazon, mas isso não significa necessariamente que sejam bons: é normal que pessoas que gostam de livros se sintam atraídas por livros que falam sobre livros, coletivos de livros e... pessoas que gostam de livros.


Apesar das coincidências de títulos, eles são animais distintos. “A livreira de Paris” é uma história de Sylvia Beach, da Shakespeare and Company e da antológica edição de “Ulisses”; “O diário de um livreiro” conta as aventuras do proprietário do maior sebo da Escócia.


Já “A pequena livraria dos sonhos” e “A livraria dos achados e perdidos” são sessões da tarde em papel, romances ligeiros para quem quer ler na praia sem pensar muito.


E vejam que coincidência: eu estava fotografando todos esses livros para o meu Instagram quando chegou um pacote vindo de Santos. Era “Um intrépido livreiro dos trópicos: crônicas, causos e resmungos”, de José Luiz Tahan, o destemido proprietário da Livraria Realejo.


Não estou dizendo?


Fonte: https://oglobo.globo.com/cultura/cora-ronai/noticia/2023/09/07/virou-moda.ghtml. Acesso em 06/09/2023
O trecho do texto em que há uma opinião é:
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2769Q993522 | Design Gráfico, Web design, IBGE, AOCP, 2019

Dentre os princípios universais do design, existe um que traz a seguinte definição: Ato de copiar as propriedades dos objetos, organismos ou ambientes familiares para obter os benefícios específicos oferecidos por elas. Dessa forma, acerca de qual dos princípios a frase trata?
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2770Q993779 | Governança de TI, Supervisor de Pesquisa, IBGE, IBFC, 2021

O CMMI (Capability Maturity Model Integration) trata-se de um modelo com um enfoque voltado para a capacidade de maturidade de processos de software. Para tal, assinale a alternativa que indica a ordem correta dos cinco níveis de Maturidade, conforme os estágios abaixo, do nível 1 até o 5: (A)Definido (B)Gerenciado (C)Inicial (D)Otimizado (E)Gerenciado Quantitativamente Assinale a alternativa correta.
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2771Q993781 | Segurança da Informação, Supervisor de Pesquisa, IBGE, IBFC, 2021

Um Sistema de Gestão de Segurança da Informação (SGSI) é um sistema de gestão corporativo voltado para a Segurança da Informação, que inclui toda a abordagem organizacional usada para proteger a informação empresarial e seus critérios de:
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2772Q993800 | Administração Geral, Edital n 7, IBGE, IBFC, 2022

A administração é fundamental na condução da sociedade moderna, ela não é um fim em si mesma, mas o meio de fazer com que as coisas sejam realizadas da melhor forma, com menor custo e com maior eficiência e eficácia. A administração tornou possível o progresso da humanidade, pois permite transformar o conhecimento de outras ciências em resultado concreto. Através da administração vários fatores provocarão impactos sobre as organizações. A respeito desse assunto, assinale a alternativa incorreta.
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2773Q993871 | Geografia, Conceitos Demográficos, Recenseador, IBGE, FGV, 2022

Para o IBGE, o conceito de cômodo é todo compartimento coberto por um teto, limitado por paredes e que seja parte integrante do domicílio.

Assinale a opção a seguir que não apresenta um exemplo de cômodo.

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2774Q993908 | Português, Interpretação de Textos, Agente Censitário de Pesquisas por Telefone, IBGE, IDECAN, 2022

Recentemente, principalmente em períodos eleitorais, o tema moradia vem ganhando cada vez mais destaque na imprensa brasileira. Leia o trecho da reportagem feita pelo G1 de Pernambuco, em 2018:
MTST ocupa prédio na Praça da Independência, no Centro do Recife
O prédio de número 91 da Praça da Independência, no bairro de Santo Antônio, na área central do Recife, se tornou local de protestos desde a madrugada desta terça-feira (19). Manifestantes do Movimento de Trabalhadores Sem Teto (MTST) ocuparam o local, numa ação de luta pelo direito à moradia das mulheres do estado. (...) O grupo de manifestantes, que é formado majoritariamente por mulheres, chegou no local por volta das 23h da segunda-feira e dividiu as famílias no espaço. Uma corrente grossa foi colocada na porta para não permitir a entrada de outras pessoas. O MTST afirma contar com cerca de 300 mulheres e crianças na manifestação. De acordo com o movimento, o objetivo é criar um meio de comunicação com a prefeitura e o governo do estado para que o edifício seja destinado a moradias populares e ganhe uma nova utilidade.
(Fonte: G1 PE, 2018. Disponível em:
A reportagem destaca uma forma de organização social que ocorre nas metrópoles brasileiras. O objetivo final justificado pelos movimentos urbanos de moradia é o de:
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2775Q993675 | Português, Tipologia Textual, Agente de Pesquisas e Mapeamento, IBGE, CESPE CEBRASPE, 2021

Texto associado.
Texto 1A1-I

Estou escrevendo um livro sobre a guerra...
Eu, que nunca gostei de ler livros de guerra, ainda que, durante minha infância e juventude, essa fosse a leitura preferida de todo mundo. De todo mundo da minha idade. E isso não surpreende — éramos filhos da Vitória. Filhos dos vencedores.
Em nossa família, meu avô, pai da minha mãe, morreu no front; minha avó, mãe do meu pai, morreu de tifo; de seus três filhos, dois serviram no Exército e desapareceram nos primeiros meses da guerra, só um voltou. Meu pai.
Não sabíamos como era o mundo sem guerra, o mundo da guerra era o único que conhecíamos, e as pessoas da guerra eram as únicas que conhecíamos. Até agora não conheço outro mundo, outras pessoas. Por acaso existiram em algum momento?
A vila de minha infância depois da guerra era feminina. Das mulheres. Não me lembro de vozes masculinas. Tanto que isso ficou comigo: quem conta a guerra são as mulheres. Choram. Cantam enquanto choram.
Na biblioteca da escola, metade dos livros era sobre a guerra. Tanto na biblioteca rural quanto na do distrito, onde meu pai sempre ia pegar livros. Agora, tenho uma resposta, um porquê. Como ia ser por acaso? Estávamos o tempo todo em guerra ou nos preparando para ela. E rememorando como combatíamos. Nunca tínhamos vivido de outra forma, talvez nem saibamos como fazer isso. Não imaginamos outro modo de viver, teremos que passar um tempo aprendendo.
Por muito tempo fui uma pessoa dos livros: a realidade me assustava e atraía. Desse desconhecimento da vida surgiu uma coragem. Agora penso: se eu fosse uma pessoa mais ligada à realidade, teria sido capaz de me lançar nesse abismo? De onde veio tudo isso: do desconhecimento? Ou foi uma intuição do caminho? Pois a intuição do caminho existe...
Passei muito tempo procurando... Com que palavras seria possível transmitir o que escuto? Procurava um gênero que respondesse à forma como vejo o mundo, como se estruturam meus olhos, meus ouvidos.
Uma vez, veio parar em minhas mãos o livro Eu venho de uma vila em chamas. Tinha uma forma incomum: um romance constituído a partir de vozes da própria vida, do que eu escutara na infância, do que agora se escuta na rua, em casa, no café. É isso! O círculo se fechou. Achei o que estava procurando. O que estava pressentindo.

Svetlana Aleksiévitch. A guerra não tem rosto de mulher.
Companhia das Letras, 2016, p. 9-11 (com adaptações).
O texto 1A1-I é predominantemente
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2776Q993937 | Português, Emprego do hífen, Supervisor de Coleta e Qualidade, IBGE, IBFC, 2023

Em relação à ortografia das palavras sublinhadas, assinale a alternativa incorreta.
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2777Q993691 | Legislação Federal, Agente de Pesquisas e Mapeamento, IBGE, CESPE CEBRASPE, 2021

De acordo com o Código de Ética do IBGE, a ausência injustificada do servidor de seu local de trabalho
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2778Q993708 | Administração Geral, Estrutura Organizacional na Administração Geral, Gestão, IBGE, IBFC, 2021

Há modelos de estrutura organizacional. No modelo mecanicista, a definição da estrutura organizacional é apenas mais uma das muitas tarefas gerenciais, entre as quais o planejamento e o controle. O modelo mecanicista tem alguns princípios. Assinale a alternativa que nomeia o princípio que diz que os cargos devem ser agrupados conforme a especialidade.
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2779Q993214 | Administração Geral, Comunicação e Controle, Coordenador Censitário Subárea, IBGE, FGV, 2019

Barreiras à comunicação são um problema comum em grandes organizações, com muitos níveis hierárquicos. À medida que vão sendo passadas dos níveis hierárquicos inferiores para os níveis hierárquicos mais altos, é preciso que as informações sejam sintetizadas e condensadas. Nesse processo, é comum ocorrer a manipulação deliberada de informações, para que elas sejam vistas de forma mais favorável pelos receptores da informação.
Essa barreira à comunicação é conhecida como:
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2780Q993215 | Administração Geral, Liderança e Motivação, Coordenador Censitário Subárea, IBGE, FGV, 2019

Em uma entrevista de processo seletivo, o responsável pela seleção perguntou ao candidato o que o motiva a trabalhar na organização. O candidato respondeu: “Busco reconhecimento e status, e sei que o cargo me dará prestígio e oportunidades de promoção”. Segundo a hierarquia das necessidades de Maslow, a motivação do candidato é satisfazer necessidades do tipo:
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