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Questões de Concursos INFRAERO

Resolva questões de INFRAERO comentadas com gabarito, online ou em PDF, revisando rapidamente e fixando o conteúdo de forma prática.


61Q162267 | Contabilidade Geral, Atos e fatos contábeis conceito, Auditor, INFRAERO, FCC

Uma empresa varejista de utilidades domésticas, organizada na forma de sociedade por ações, efetuou, em uma mesma data, várias vendas com prazo de 60 dias no valor total de R$ 315.000,00. O valor das vendas é relevante para a entidade. O contador da entidade estimou a taxa de juros ajustada para o risco da carteira de clientes em 5% ao bimestre.
Em consequência, nessa data, a companhia deverá registrar, em sua escrituração contábil, de acordo com as atuais Normas Brasileiras de Contabilidade:

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62Q197141 | Segurança da Informação, Sistemas de Prevenção Detecção de Intrusão, Analista, INFRAERO, FCC

No que se refere à detecção de intrusão, analise:

I. Envolve a detecção de padrões incomuns de atividade ou padrões de atividade sabidamente relacionados a intrusões.

II. Podem ser utilizados sistemas de armadilha (honeypots), planejados para atrair um atacante em potencial para longe dos sistemas críticos.

III. É baseada na suposição de que o comportamento do intruso é muito semelhante ao comportamento de um usuário legítimo, de maneira que não podem ser quantificadas.

IV. Não permite a coleta de informações relevantes e/ou seguras sobre as técnicas de intrusão.

Está correto o que consta em

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63Q559463 | Informática, Softwares, Analista Superior I, INFRAERO, FCC

Um computador é constituído de um conjunto de periféricos. Para controlar cada um deles, o sistema operacional precisa de uma interface de software entre ele e o hardware que é o

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64Q117887 | Modelagem de Processos de Negócio BPM, BPMN, Analista de Sistemas Gestão de TI, INFRAERO, FCC

Na notação BPMN (versão 1.2), quando um diagrama envolve duas entidades de negócio, ou participantes que estão separados fisicamente no diagrama, e especifica "quem faz o quê", colocando os eventos e os processos em áreas protegidas, são utilizados

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65Q522920 | Auditoria, Normas Profissionais de Auditor Independente, Analista Superior II, INFRAERO, FCC

De acordo com as Normas Técnicas de Auditoria Independente, é princípio fundamental de ética profissional a

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66Q414119 | Direito Ambiental, Analista Superior I, INFRAERO, FCC

A legislação brasileira vigente considera

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67Q328790 | Pedagogia, Teorias do Ensino e da Aprendizagem, Analista Superior I, INFRAERO, FCC

Em seu livro Pedagogia da Autonomia (1996, p.136), Paulo Freire reconhece a incompletude de todo ser humano: Seria impossível saber-se inacabado e não se abrir aos outros à procura de explicação, de respostas a múltiplas perguntas. A partir desta afirmação, o autor procura despertar nos educadores o compromisso com

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68Q353405 | Contabilidade Geral, Contador, INFRAERO, NCE

De acordo com o regulamento do Imposto de Renda, é regra geral aplicável a todas as pessoas jurídicas sujeitas ao IR o pagamento do referido tributo; seja o mesmo apurado com base no lucro real, presumido ou arbitrado:

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69Q553732 | Informática, Intranet, Profissional de Engenharia e Manutenção, INFRAERO, FCC

Sobre a infraestrutura para uma Intranet, considere:

I. Wireless é um padrão específico de uma tecnologia de redes sem fio.

II. Wi-Fi refere-se genericamente à transmissão de dados sem a utilização de meios físicos.

III. WLAN é uma rede local sem fio para fazer conexão com a Internet ou entre os dispositivos da rede.

Está correto o que se afirma em

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70Q117330 | Português, Ortografia, Analista de Sistemas Segurança da Informação, INFRAERO, FCC

Analise as frases abaixo do ponto de vista da redação.

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Estão redigidas de acordo com a norma culta APENAS as frases

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71Q118727 | Engenharia de Software , Engenharia de Requisitos, Analista de Sistemas Desenvolvimento e Manutenção, INFRAERO, FCC

Os produtos de trabalho resultantes da engenharia de requisitos são avaliados quanto à qualidade durante a etapa de validação de requisitos. Analise os itens a seguir referentes a essa etapa:

I. Um dos principais mecanismos de validação de requisitos é a avaliação técnica formal.

II. O modelo de análise pode garantir que os requisitos foram consistentemente declarados.

III. É frequentemente útil examinar cada requisito em face de um conjunto de questões do tipo checklist.

IV. A equipe de revisão que avalia os requisitos inclui apenas pessoas com conhecimento técnico na área de TI, como engenheiros de softwares, desenvolvedores etc.

Está correto o que consta em

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72Q116995 | Informática , MER, Analista de Sistemas Administrador de Banco de Dados, INFRAERO, FCC

Cada funcionário da folha de pagamento pode ter dependentes (nenhum, um ou muitos). Quando existem, os dependentes são identificados numericamente a partir de 1 até n, para cada funcionário. Isto significa que

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73Q118869 | Gerência de Projetos, Analista de Sistemas Arquitetura de Software, INFRAERO, FCC

Durante a validação de requisitos devem ser realizadas verificações que podem refletir situações tais como:
I. Os sistemas têm diversos stakeholders com necessidades diferentes. Estudos e análises podem demonstrar que o que se pensava como necessidade inicial (funções) pode variar com o aprofundamento da análise.

II. Não devem existir restrições ou descrições contraditórias e conflitantes para a mesma função de um sistema.
De acordo com Sommerville, essas verificações são, respectivamente, de

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74Q118149 | Governança de TI , ITIL, Analista de Sistemas Gestão de TI, INFRAERO, FCC

Em relação ao ITIL v.3, é INCORRETO afirmar:

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75Q14165 | Português, Arquivista, INFRAERO, FCC

Texto associado.
Os anônimos

 Na história de Branca de Neve, a rainha má consulta o seu espelho e pergunta se existe no reino uma beleza maior do que a sua. Os espelhos de castelo, nos contos de fada, são um pouco como certa imprensa brasileira, muitas vezes dividida entre as necessidades de bajular o poder e de refletir a realidade. O espelho tentou mudar de assunto, mas finalmente respondeu: “Existe". Seu nome: Branca de Neve.
     A rainha má mandou chamar um lenhador e instruiu-o a levar Branca de Neve para a floresta, matá-la, desfazer-se do corpo e voltar para ganhar sua recompensa. Mas o lenhador poupou Branca de Neve. Toda a história depende da compaixão de um lenhador sobre o qual não se sabe nada. Seu nome e sua biografia não constam em nenhuma versão do conto. A rainha má é a rainha má, claramente um arquétipo, e os arquétipos não precisam de nome. O Príncipe Encantado, que aparecerá no fim da história, também não precisa. É um símbolo reincidente, talvez nem a Branca de Neve se dê ao trabalho de descobrir seu nome. Mas o personagem principal da história, sem o qual a história não existiria e os outros personagens não se tornariam famosos, não é símbolo de nada. Ele só entra na trama para fazer uma escolha, mas toda a narrativa fica em suspenso até que ele faça a escolha certa, pois se fizer a errada não tem história. O lenhador compadecido representa dois segundos de livre-arbítrio que podem desregular o mundo dos deuses e dos heróis. Por isso é desprezado como qualquer intruso e nem aparece nos créditos.
     Muitas histórias mostram como são os figurantes anônimos que fazem a história, ou como, no fim, é a boa consciência que move o mundo. Mas uma das pessoas do grupo em que conversávamos sobre esses anônimos discordou dessa tese, e disse que a entrada do lenhador simbolizava um problema da humanidade, que é a dificuldade de conseguir empregados de confiança, que façam o que lhes for pedido.

(Adaptado de Luiz Fernando Verissimo, Banquete com os deuses)
O autor do texto levanta a seguinte hipótese para justificar o modo pelo qual personagens como o lenhador são anônimos em muitas histórias: eles seriam vistos como responsáveis por
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76Q14173 | Português, Arquivista, INFRAERO, FCC

Texto associado.
Os anônimos

 Na história de Branca de Neve, a rainha má consulta o seu espelho e pergunta se existe no reino uma beleza maior do que a sua. Os espelhos de castelo, nos contos de fada, são um pouco como certa imprensa brasileira, muitas vezes dividida entre as necessidades de bajular o poder e de refletir a realidade. O espelho tentou mudar de assunto, mas finalmente respondeu: “Existe". Seu nome: Branca de Neve.
     A rainha má mandou chamar um lenhador e instruiu-o a levar Branca de Neve para a floresta, matá-la, desfazer-se do corpo e voltar para ganhar sua recompensa. Mas o lenhador poupou Branca de Neve. Toda a história depende da compaixão de um lenhador sobre o qual não se sabe nada. Seu nome e sua biografia não constam em nenhuma versão do conto. A rainha má é a rainha má, claramente um arquétipo, e os arquétipos não precisam de nome. O Príncipe Encantado, que aparecerá no fim da história, também não precisa. É um símbolo reincidente, talvez nem a Branca de Neve se dê ao trabalho de descobrir seu nome. Mas o personagem principal da história, sem o qual a história não existiria e os outros personagens não se tornariam famosos, não é símbolo de nada. Ele só entra na trama para fazer uma escolha, mas toda a narrativa fica em suspenso até que ele faça a escolha certa, pois se fizer a errada não tem história. O lenhador compadecido representa dois segundos de livre-arbítrio que podem desregular o mundo dos deuses e dos heróis. Por isso é desprezado como qualquer intruso e nem aparece nos créditos.
     Muitas histórias mostram como são os figurantes anônimos que fazem a história, ou como, no fim, é a boa consciência que move o mundo. Mas uma das pessoas do grupo em que conversávamos sobre esses anônimos discordou dessa tese, e disse que a entrada do lenhador simbolizava um problema da humanidade, que é a dificuldade de conseguir empregados de confiança, que façam o que lhes for pedido.

(Adaptado de Luiz Fernando Verissimo, Banquete com os deuses)
Transpondo-se para a voz passiva a frase Um figurante pode obscurecer a atuação de um protagonista, a forma verbal obtida será:
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77Q14166 | Português, Arquivista, INFRAERO, FCC

Texto associado.
Os anônimos

 Na história de Branca de Neve, a rainha má consulta o seu espelho e pergunta se existe no reino uma beleza maior do que a sua. Os espelhos de castelo, nos contos de fada, são um pouco como certa imprensa brasileira, muitas vezes dividida entre as necessidades de bajular o poder e de refletir a realidade. O espelho tentou mudar de assunto, mas finalmente respondeu: “Existe". Seu nome: Branca de Neve.
     A rainha má mandou chamar um lenhador e instruiu-o a levar Branca de Neve para a floresta, matá-la, desfazer-se do corpo e voltar para ganhar sua recompensa. Mas o lenhador poupou Branca de Neve. Toda a história depende da compaixão de um lenhador sobre o qual não se sabe nada. Seu nome e sua biografia não constam em nenhuma versão do conto. A rainha má é a rainha má, claramente um arquétipo, e os arquétipos não precisam de nome. O Príncipe Encantado, que aparecerá no fim da história, também não precisa. É um símbolo reincidente, talvez nem a Branca de Neve se dê ao trabalho de descobrir seu nome. Mas o personagem principal da história, sem o qual a história não existiria e os outros personagens não se tornariam famosos, não é símbolo de nada. Ele só entra na trama para fazer uma escolha, mas toda a narrativa fica em suspenso até que ele faça a escolha certa, pois se fizer a errada não tem história. O lenhador compadecido representa dois segundos de livre-arbítrio que podem desregular o mundo dos deuses e dos heróis. Por isso é desprezado como qualquer intruso e nem aparece nos créditos.
     Muitas histórias mostram como são os figurantes anônimos que fazem a história, ou como, no fim, é a boa consciência que move o mundo. Mas uma das pessoas do grupo em que conversávamos sobre esses anônimos discordou dessa tese, e disse que a entrada do lenhador simbolizava um problema da humanidade, que é a dificuldade de conseguir empregados de confiança, que façam o que lhes for pedido.

(Adaptado de Luiz Fernando Verissimo, Banquete com os deuses)
Deve-se deduzir do texto que a razão pela qual os arquétipos não precisam de nome é que
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78Q182572 | Engenharia Civil, Engenheiro Civil Estruturas Edificações, INFRAERO, FCC

Sobre os conceitos e critérios a serem considerados no dimensionamento de estruturas metálicas, é correto definir:

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79Q639221 | Informática, Engenharia de Software, Analista Superior III, INFRAERO, FCC

No RUP, definir quais são os atores, os casos de uso existentes e como eles interagem entre si é função típica do

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80Q14170 | Português, Arquivista, INFRAERO, FCC

Texto associado.
Os anônimos

 Na história de Branca de Neve, a rainha má consulta o seu espelho e pergunta se existe no reino uma beleza maior do que a sua. Os espelhos de castelo, nos contos de fada, são um pouco como certa imprensa brasileira, muitas vezes dividida entre as necessidades de bajular o poder e de refletir a realidade. O espelho tentou mudar de assunto, mas finalmente respondeu: “Existe". Seu nome: Branca de Neve.
     A rainha má mandou chamar um lenhador e instruiu-o a levar Branca de Neve para a floresta, matá-la, desfazer-se do corpo e voltar para ganhar sua recompensa. Mas o lenhador poupou Branca de Neve. Toda a história depende da compaixão de um lenhador sobre o qual não se sabe nada. Seu nome e sua biografia não constam em nenhuma versão do conto. A rainha má é a rainha má, claramente um arquétipo, e os arquétipos não precisam de nome. O Príncipe Encantado, que aparecerá no fim da história, também não precisa. É um símbolo reincidente, talvez nem a Branca de Neve se dê ao trabalho de descobrir seu nome. Mas o personagem principal da história, sem o qual a história não existiria e os outros personagens não se tornariam famosos, não é símbolo de nada. Ele só entra na trama para fazer uma escolha, mas toda a narrativa fica em suspenso até que ele faça a escolha certa, pois se fizer a errada não tem história. O lenhador compadecido representa dois segundos de livre-arbítrio que podem desregular o mundo dos deuses e dos heróis. Por isso é desprezado como qualquer intruso e nem aparece nos créditos.
     Muitas histórias mostram como são os figurantes anônimos que fazem a história, ou como, no fim, é a boa consciência que move o mundo. Mas uma das pessoas do grupo em que conversávamos sobre esses anônimos discordou dessa tese, e disse que a entrada do lenhador simbolizava um problema da humanidade, que é a dificuldade de conseguir empregados de confiança, que façam o que lhes for pedido.

(Adaptado de Luiz Fernando Verissimo, Banquete com os deuses)
É preciso corrigir a má estruturação da seguinte frase:
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