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Questões de Concursos Instituto Rio Branco

Resolva questões de Instituto Rio Branco comentadas com gabarito, online ou em PDF, revisando rapidamente e fixando o conteúdo de forma prática.


861Q177873 | História do Brasil, O Primeiro Reinado, Diplomata, Instituto Rio Branco, CESPE CEBRASPE

Texto associado.

O primeiro período do texto remete ao tempo das guerras cisplatinas, contexto histórico marcante para o Brasil das primeiras décadas do século XIX. Relativamente ao tema, julgue (C ou E) os itens seguintes.

Não se pode falar em política externa brasileira no Primeiro Reinado (1822-1831), pois que um tema - o reconhecimento da Independência - monopolizou as atenções da diplomacia do nascente Estado brasileiro.

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862Q174820 | Política Internacional, Mercosul, Diplomata Bolsa prêmio de vocação para a Diplomacia, Instituto Rio Branco, CESPE CEBRASPE

Texto associado.

O bom relacionamento com os países sul-americanos representa
dimensão prioritária da política externa brasileira, que tem o
MERCOSUL, desde os anos 90 do século XX, como um
instrumento privilegiado para a integração regional. Contudo, ao
longo da presente década, novas iniciativas de alcance regional
despontaram, alterando o panorama da política de integração na
América do Sul. A respeito desse assunto, julgue os itens
seguintes.

Iniciativas como o Fundo de Convergência Estrutural do MERCOSUL e o Parlamento do MERCOSUL sinalizam a disposição do governo brasileiro de aprofundar o processo de integração no plano sub-regional de modo concomitante à construção de um arcabouço institucional genuinamente sul-americano representado pela UNASUL.

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863Q180515 | História do Brasil, Diplomata Bolsa prêmio de vocação para a Diplomacia, Instituto Rio Branco, CESPE CEBRASPE

Texto associado.

O Império brasileiro realizara uma engenhosa
combinação de elementos importados. Na organização política,
inspirava-se no constitucionalismo inglês, via Benjamin
Constant. Bem ou mal, a monarquia brasileira ensaiou um
governo de gabinete com partidos nacionais, eleições, imprensa
livre. Em matéria administrativa, a inspiração veio de Portugal
e da França, pois eram estes dois países os que mais se
aproximavam da política centralizante do Império. O direito
administrativo francês era particularmente atraente para o viés
estatista dos políticos imperiais. Por fim, até mesmo certas
fórmulas anglo-americanas, como a justiça de paz, o júri, e uma
limitada descentralização provincial, serviam de referência
quando o peso centralizante provocava reações mais fortes.
Tratava-se, antes de tudo, de garantir a sobrevivência da
unidade política do País, de organizar um governo que
mantivesse a união das províncias e a ordem social.

José Murilo de Carvalho. Pontos ebordados escritos de história e
política.
Belo Horizonte: UFMG, 1998, p. 90-1 (com adaptações).

Acerca da história do Brasil monárquico, julgue os itens
seguintes, tendo o texto acima como referência inicial.

A organização de um Estado que mantivesse a união das províncias e a ordem social, projeto vitorioso conduzido por setores das elites brasileiras, atesta o caráter revolucionário do processo de independência do Brasil, diferentemente do ocorrido nas colônias espanholas da América.

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864Q704294 | História, Diplomata Prova 2, Instituto Rio Branco, IADES, 2019

Considerando as pressões britânicas pelo fim do tráfico atlântico de escravizados e as posições brasileiras acerca do tema a partir da década de 1840, julgue (C ou E) o item a seguir. A aprovação da Lei Eusébio de Queiroz, em 1850, acarretou mudanças na política do Estado brasileiro, com a repressão à entrada de novos africanos escravizados e a configuração do tráfico como pirataria.
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865Q700213 | Português, Diplomata Prova 1, Instituto Rio Branco, IADES, 2019

Texto associado.
Texto
A explosão de “Alegria, alegria”
    Alegria, Alegria, de Caetano Veloso, parece-me (L.01)
assumir, neste momento, uma importância semelhante a
Desafinado, como expressão de uma tomada de posição
crítica em face dos rumos da música popular brasileira. Ao (L.04)
fazer a defesa do “comportamento antimusical” do
“desafinado”, Newton Mendonça & Tom Jobim (via João
Gilberto) puseram naquela composição a teoria & prática do (L.07)
movimento: o desabafo sentimental do “desafinado” (muito
bem afinado, por sinal) era, bem compreendido, um
manifesto contra os preconceitos da harmonia clássica que (L.10)
bloqueavam a receptividade da suposta interlocutora (ou do
próprio público, àquela altura), impedindo-os de aceitar
como “afinadas”, isto é, como familiares ou “musicais”, as (L.13)
harmonias dissonantes da Bossa Nova. A explosão de
Alegria, Alegria soa como um novo desabafo-manifesto,
mais do que necessário, ante a crise de insegurança que, (L.16)
gerando outros preconceitos, tomou conta da música popular
brasileira e ameaçou interromper a sua marcha evolutiva.
Crise que se aguçou nos últimos tempos, com a (L.19)
sintomatologia do temor e do ressentimento, ante o
fenômeno musical dos Beatles, sua projeção internacional e
sua repercussão local na música da Jovem Guarda. (L.22)
    Recusando-se à falsa alternativa de optar pela “guerra
santa” ao iê-iê-iê ou pelo comportamento de avestruz (fingir
ignorar ou desprezar o aparecimento de músicos, (L.25)
compositores e intérpretes, por vezes de grande
sensibilidade, quando não verdadeiramente inovadores,
como os Beatles, na faixa da “música jovem”), Caetano (L.28)
Veloso e Gilberto Gil, com Alegria, Alegria e Domingo no
Parque, se propuseram, oswaldianamente, a “deglutir” o que
há de novo nesses movimentos de massa e de juventude e (L.31)
incorporar as conquistas da moderna música popular ao seu
próprio campo de pesquisa, sem, por isso, abdicar dos
pressupostos formais de suas composições, que se assentam, (L.34)
com nitidez, em raízes musicais nordestinas. Pode-se dizer
que Alegria, Alegria e Domingo no Parque representam
duas faces complementares de uma mesma atitude, de um (L.37)
mesmo movimento no sentido de livrar a música nacional
do “sistema fechado” de preconceitos supostamente
“nacionalistas”, mas na verdade apenas solipsistas e (L.40)
isolacionistas, e dar-lhe, outra vez, como nos tempos áureos
da Bossa Nova, condições de liberdade para a pesquisa e a
experimentação, essenciais, mesmo nas manifestações (L.43)
artísticas de largo consumo, como é a música popular, para
evitar a estagnação.
    A letra de Alegria, Alegria traz o imprevisto da (L.46)
realidade urbana, múltipla e fragmentária, captada,
isomorficamente, através de uma linguagem nova, também
fragmentária, em que predominam substantivos-estilhaços (L.49)
da “implosão informativa” moderna: crimes, espaçonaves,
guerrilhas, cardinales, caras de presidentes, beijos, dentes,
pernas, bandeiras, bomba ou Brigitte Bardot. É o mundo das (L.52)
“bancas de revista”, o mundo de “tanta notícia”, isto é, o
mundo da comunicação rápida, do “mosaico informativo”,
de que fala Marshall McLuhan. Nesse sentido, pode-se (L.55)
afirmar que Alegria, Alegria descreve o caminho inverso de
A Banda. Das duas marchas, esta mergulha no passado na
busca evocativa da “pureza” das bandinhas e dos coretos da (L.58)
infância. Alegria, Alegria, ao contrário, se encharca de
presente, se envolve diretamente no dia a dia da
comunicação moderna, urbana, do Brasil e do mundo. (L.61)
Da mesma forma que a excelente letra de Gilberto Gil (L.62)
para Domingo no Parque, a de Caetano Veloso tem
características cinematográficas. Mas, como observou Décio
Pignatari, enquanto a letra de Gil lembra as montagens (L.65)
eisenstenianas, com seus closes e suas “fusões” (“O sorvete
é morango – é vermelho / oi girando e a rosa – é vermelha /
oi girando, girando – é vermelha / oi girando, girando – (L.68)
Olha a faca / Olha o sangue na mão – ê José / Juliana no
chão – ê José / Outro corpo caído – é José / Seu amigo João
– ê José”), a de Caetano Veloso é uma “letra-câmara-na- (L.71)
mão”, mais ao modo informal e aberto de um Godard,
colhendo a realidade casual “por entre fotos e nomes”.
    Os adversários do “som universal” de Caetano e Gil (L.74)
têm colocado mal o problema da inovação nestas
composições. Não se trata meramente de adicionar guitarras
elétricas à música popular brasileira, como um adorno (L.77)
exterior. A posição de Caetano e Gil os aproxima muito das
manifestações artísticas da vanguarda brasileira. E
especialmente das postulações da Poesia Concreta, (L.80)
intimamente relacionada, de resto, com a música de
vanguarda de São Paulo, que tem em Rogério Duprat,
Damiano Cozzella, Willy Corrêa de Oliveira e Gilberto (L.83)
Mendes os seus mais dotados compositores. No manifesto
publicado por Décio Pignatari, em 1956 (Nova Poesia:
Concreta), já estava sob o signo antropofágico de Oswald de (L.86)
Andrade.
    A música-manifesto de Caetano Veloso manda a sua
mensagem. No estágio de desenvolvimento de nossa (L.89)
música, a discriminação proposta pelos “nacionalistas” só
nos poderá fazer retornar à condição de fornecedores de
“matéria-prima musical” (ritmos exóticos) para os países (L.92)
estrangeiros. Foi a Bossa Nova que pôs fim a esse estado de
coisas, fazendo com que o Brasil passasse a exportar, pela
primeira vez, produtos acabados de sua indústria criativa, e (L.95)
a ter respeitados, como verdadeiros mestres, compositores
como Jobim e intérpretes como João Gilberto.
    É preciso acabar com essa mentalidade derrotista, (L.98)
segundo a qual um país subdesenvolvido só pode produzir
arte subdesenvolvida. A produção artística brasileira (que
não exclui, num país de camadas sociais tão diversificadas, (L.101)
o elemento regional, autêntico, e não mimetizado por
autores citadino-sebastianistas) já adquiriu maturidade, a
partir de 1922, e universalidade, desde 1956. Não tem que (L.104)
temer coisa alguma. Pode e deve caminhar livremente. E
para tanto não se lhe há de negar nenhum dos recursos da
tecnologia moderna dos países mais desenvolvidos: (L.107)
instrumentos elétricos, montagens, arranjos, novas
sonoridades. Não creio que seja preciso, por ora, quebrar o
violão, que o de João Gilberto ainda é o lema e o leme de (L.110)
toda a nossa música. Mas que se quebrem umas tantas
tradições e tabus é o de menos. “Larga-me, deixa-me gritar”,
já dizia o velho anúncio, redescoberto e transformado em (L.113)
happening por Décio Pignatari, Damiano Cozzella, Rogério
Duprat e Sandino Hohagen. Deixemos a nossa música (L.115)
andar. Sem peias e sem preconceitos. Sem lenço e sem
documento. (L.117)
CAMPOS, Augusto de. Balanço da bossa e outras bossas. São Paulo: Perspectiva, 2008, com adaptações.
Considerando os aspectos linguísticos e estilísticos do texto, julgue o item a seguir.
Augusto de Campos, ao tratar de tema acerca da música popular brasileira, insere essa categoria artística em ambiência cultural ampla, utilizando-se, para tanto, de elementos textuais que compõem a linguagem literária, tais como a conotação e a subjetividade, em defesa do próprio ponto de vista
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866Q176227 | Direito Internacional, Diplomata, Instituto Rio Branco, CESPE CEBRASPE

Texto associado.

Considerando os princípios, direitos e garantias fundamentais previstos na CF e a responsabilidade civil do Estado, julgue (C ou E) os itens subsequentes.

A teoria da responsabilidade civil objetiva aplica-se às pessoas jurídicas de direito público, mas não às de direito privado, que, prestadoras, ou não, de serviços públicos, estão sujeitas à responsabilidade comum do direito civil.

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867Q175474 | História do Brasil, Política Externa, Diplomata, Instituto Rio Branco, CESPE CEBRASPE

Texto associado.

Cinco paradigmas históricos foram identificados na História
da Política Exterior do Brasil, de Amado Cervo e Clodoaldo Bueno,
correspondendo cada um deles a uma periodização, com a qual se
procurou inserir a con ju ntura nas estruturas históricas e articular
micro- e macro-história para se obter uma interpretação categorial e
sistemática da evolução da política exterior do Brasil nos últimos dois
séculos. Assim foram apresentados por Cervo e Bueno: a) o das
concessões sem barganha da época da independência
(1808-1828), pelo qual se sacrificou o interesse nacional sob
múltiplos aspectos, com efeitos nefastos sobre a formação nacional
até meados da década de 40 do século XIX; b) o da leitura
complexa do interesse nacional, aliado à determinação de preservar
o exercício soberano da vont ade nacional (1844-1889); c) a
diplomacia da agroexportação e dos grandes alinhamentos com que
a República, que subordinaria o serviço da diplomacia aos interesses
do segmentointerno socialmente hegemônico, particularmente
plantadores e exportadores de café (1889-1930); d) o modelo de
política exterior do nacional-desenvolvimentismo que acoplou,
finalmente, a face extern a da política às demandas do moderno
desenvolvimento, dos anos 30 à década de 80 do século XX;
e) a dança dos três paradigmas disponíveis simultaneamente, no
tempo mais recente da política externa do Brasil (os anos 90 e o
início do novo século): o da sobrevivência limitada do nacionaldesenvolvimentismo,
o da expansão do liberalismo desenfreado e do
Estado logístico, que equilibra os dois anteriores.

José Flávio Sombra Saraiva. Um percurso acadêmico modelar: Amado Luiz
Cervo e a afirmação da historiografia das relações internacionais no Brasil.
Apud: Estevão Chaves de Rezende Martins (Org.). Relações internacionais:
visões do Brasil e da América Latina. Br asília: IBRI, 2003, p. 27 (com
a d a p t a ç õ e s ) .

Tend o o texto acima como referência inicial, julgueos itens
subseqü en t es , relativos à política internacional e à inserção
histórica do Brasil no cenário mundial.

O apoio ostensivo da potência h eg emônica de então, a Inglaterra, interessada na crescente abertura de an t igos mercados monopolizados pelas metrópoles, explica a relativa facilidade com que o ato de independência do Brasil foi reco n h ecido pela comunidade internacio n al , s em a necessidade de barganhas, como informa o texto.

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868Q701301 | Inglês, Diplomata Prova 2, Instituto Rio Branco, IADES, 2019

Texto associado.
1 Since 1914 the structure of the world has changed.
Compared to the present struggle between West and East,
the rivalries of the eighteenth and nineteenth centuries sink
4 into insignificance. Today we are faced, not with a clash of
interests, but with a fight between the desire on the one hand
to defend individual liberties and the resolve on the other
7 hand to impose a mass religion. In the process the old
standards, conventions and methods of international
negotiation have been discredited. Had it not been for the
10 invention of the atomic bomb, we should already have been
subjected to a third world war.
Members of the Communist bloc today are
13 convinced that sooner or later they will acquire world
dominion and will succeed in imposing their faith and their
authority over the whole earth. They strain towards this
16 objective with religious intensity and are prepared to devote
to its achievement their lives, their comfort and their
prospects of happiness. Anything that furthers their purpose
19 is “right”; anything that obstructs it is “wrong”;
conventional morality, even the creation of confidence, has
no part in this scheme of things. Truth itself has lost its
22 significance. Compared to the shining truth of their gospel,
all minor forms of veracity are merely bourgeois inhibitions.
The old diplomacy was based upon the creation of
25 confidence, the acquisition of credit. The modern diplomat
must realize that he can no longer rely on the old system of
trust; he must accept the fact that his antagonists will not
28 hesitate to falsify facts and that they feel no shame if their
duplicity be exposed. The old currency has been withdrawn
from circulation; we are dealing in a new coinage.
31 This transformation of values has been aided by a new
or “democratic” conception of international relations. In the
old days the conduct of foreign affairs was entrusted to a
34 small international élite who shared the same sort of
background and who desired to preserve the same sort of
world. Today the masses are expected to take an interest in
37 foreign affairs, to know the details of current controversies,
to come to their own conclusions, and to render these
conclusions effective through press and parliament. At the
40 same time, however, current issues have been rendered
complex and interconnected; it is not possible to state issues,
such as the Common Market, in short and simple terms.
43 Thus, whereas the man in the street is expected to have an
opinion on international problems, the very complexity of
these problems has rendered it difficult to provide him with
46 the information on which to base his judgment.
Nicolson, H. (1963) (3rd edition) Diplomacy.
Oxford: OUP, with adaptations.
Regarding grammar and based on the text, check the following item as right (C) or wrong (E). In the fragment “to its achievement” (line 17), the underlined pronoun refers to “religious intensity” (line 16).
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869Q175508 | Política Internacional, Mercosul, Diplomata Bolsa prêmio de vocação para a Diplomacia, Instituto Rio Branco, CESPE CEBRASPE

Texto associado.

O bom relacionamento com os países sul-americanos representa
dimensão prioritária da política externa brasileira, que tem o
MERCOSUL, desde os anos 90 do século XX, como um
instrumento privilegiado para a integração regional. Contudo, ao
longo da presente década, novas iniciativas de alcance regional
despontaram, alterando o panorama da política de integração na
América do Sul. A respeito desse assunto, julgue os itens
seguintes.

Os recorrentes conflitos comerciais com a Argentina e as divergências com o Paraguai e o Uruguai, relacionadas ao tratamento das assimetrias econômicas, resultaram em importante inflexão na política brasileira para a América do Sul, que deixou de privilegiar o MERCOSUL como núcleo articulador da integração regional em favor da Iniciativa de Integração da Infraestrutura da América do Sul, da Comunidade Sul-Americana de Nações e, mais recentemente, da UNASUL.

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870Q701349 | Não definido, Diplomata Prova 2, Instituto Rio Branco, IADES, 2019

No que se refere a endividamento, superavit e deficit público e a sua relação com a política fiscal, julgue (C ou E) o item a seguir. O deficit público nominal é igual à variação da dívida líquida do setor público apurada no ano. 
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871Q174297 | Geografia, Diplomata Bolsa prêmio de vocação para a Diplomacia, Instituto Rio Branco, CESPE CEBRASPE

Texto associado.

Acerca da organização e das características de espaços regionais
brasileiros, julgue os próximos itens.

A partir dos anos 70 do século XX, a região da Amazônia brasileira sofreu significativa mudança: à estruturação baseada nos rios e nas cidades nodais acrescentaram-se a implementação de rodovias e a melhoria de hidrovias e de redes de telecomunicações, o que favoreceu o aumento de fluxos migratórios e econômicos.

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872Q445406 | Direito Constitucional, Diversos, Terceiro Secretário da Carreira de Diplomata, Instituto Rio Branco, CESPE CEBRASPE, 2018

Considerando a ordem constitucional brasileira, julgue (C ou E) os itens seguintes. Os chefes de missão diplomática de caráter permanente, indicados pelo presidente da República, devem ser aprovados pelo Senado Federal por voto secreto, após arguição em sessão secreta.
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873Q176367 | Política Internacional, A agenda internacional e o Brasil, Diplomata, Instituto Rio Branco, CESPE CEBRASPE

Texto associado.

O ciclo de crises financeiras que ocorreu durante a segunda
metade da década de noventa do século XX suscitou discussão
acerca da necessidade de se reformar o sistema financeiro
internacional, almejando-se a prevenção de crises e a mitigação
de seus impactos macro e microeconômicos nos planos
domésticos. Com relação a esse tema, julgue (C ou E) os itens
seguintes.

A criação do Fórum para Estabilidade Financeira no G-7, a Convenção da Basiléia-2 e a instauração do Comitê sobre Sistema Financeiro Global no marco do Banco Internacional de Compensações (BIS) foram iniciativas tomadas, no plano institucional, para o fortalecimento do sistema financeiro internacional.

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874Q173945 | Política Internacional, A agenda internacional e o Brasil, Diplomata, Instituto Rio Branco, CESPE CEBRASPE

Texto associado.

Em relação às mudanças climáticas, julgue C ou E.

O Brasil teve participação de destaque na COP 15, onde negociou ativamente o Acordo de Copenhague e defendeu a constituição de fundo para se financiarem, em países pobres, com recursos canalizados por meio de organismos multilaterais, inclusive do sistema das Nações Unidas, ações em que se empreguem tecnologias concernentes ao aquecimento global.

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875Q175293 | Política Internacional, Diplomata, Instituto Rio Branco, CESPE CEBRASPE

Texto associado.

Com base em razões históricas conhecidas, pode-se dizer que o
perfil diplomático brasileiro apresenta características próprias.
Entre essas características, inclui-se

continuidade em detrimento de eventuais rupturas, o que contribui para um perfil de estabilidade.

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876Q176586 | Política Internacional, A agenda internacional e o Brasil, Diplomata, Instituto Rio Branco, CESPE CEBRASPE

Texto associado.

Julgue (C ou E) os itens seguintes, considerando as posições
assumidas pelo Governo brasileiro em relação ao desarmamento
e à não-proliferação de armas.

As dificuldades e os atrasos no desenvolvimento do Programa Aeroespacial Brasileiro decorrem do bloqueio ao acesso a tecnologias imposto pelos países desenvolvidos e pelos regimes de controle de tecnologias sensíveis - como o Regime de Controle de Tecnologias de Mísseis, não adotado pelo Brasil -, o que justifica os esforços do Governo brasileiro de procurar superar tais dificuldades por meio da cooperação sul-sul.

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877Q178661 | Geografia, Meio Ambiente, Diplomata, Instituto Rio Branco, CESPE CEBRASPE

Texto associado.

Todas as fontes devem ser aproveitadas, dentro de suas especificidades. (...) o Plano Nacional de Energia 2030 mostra
exatamente isso: a existência de só uma ou duas fontes não significa uma solução. O Brasil necessita, principalmente, daquelas fontes
que geram energia em grande escala e têm alta disponibilidade, dando segurança ao sistema e tranqüilidade aos consumidores.

Internet: .

Com relação a fontes de energia, julgue (C ou E) os próximos itens.

A exploração de petróleo em águas profundas e ultraprofundas foi possível graças a tecnologia desenvolvida no Brasil, a qual, hoje, é exportada para outros países.

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878Q173569 | Direito Constitucional, Diplomata, Instituto Rio Branco, CESPE CEBRASPE

Texto associado.

Julgue (C ou E) os itens a seguir, relativos ao Estado

Federal brasileiro e ao controle de legalidade dos atos da administração.

A CF dispõe que o rol de competências legislativas do Distrito Federal compreende a totalidade das competências legislativas concernentes aos estados e aos municípios.

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879Q173330 | Geografia, Diplomata, Instituto Rio Branco, CESPE CEBRASPE

Texto associado.

Se necessário for definir um paradigma para a geopolítica desde que se constituiu como disciplina, certamente este seria o do realismo, no campo das relações internacionais. A obra de Friedrich Ratzel, teorizando geograficamente o Estado (1897), constitui uma fonte crucial para a análise das relações entre o Estado e o poder.
B. Becker. A geopolítica na virada do milênio. In: Geografia: conceitos e temas, Castro et al. (Orgs.). Rio de Janeiro: Bertrand Brasil, 1995, p. 273 e 277 (com adaptações).

Acerca do paradigma mencionado no fragmento de texto acima e de suas relações com a obra político-geográfica de Friedrich Ratzel, julgue (C ou E) os itens a seguir.

As leis do crescimento espacial dos Estados enunciadas por Ratzel retificam os princípios básicos do realismo político.

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880Q701738 | Não definido, Diplomata Prova 2, Instituto Rio Branco, IADES, 2019

Considerando o uso da política cambial em diferentes momentos da história econômica recente, julgue (C ou E) o item a seguir. A existência de uma inflação não desprezível aliada a uma taxa de câmbio fixa levou a um processo de supervalorização real do cruzeiro nos anos que se seguiram à Segunda Guerra Mundial, levando a desequilíbrios de balanço de pagamentos. Esses desequilíbrios tiveram que ser contornados por meio de controles cambiais.
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