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Questões de Concursos Metrô SP

Resolva questões de Metrô SP comentadas com gabarito, online ou em PDF, revisando rapidamente e fixando o conteúdo de forma prática.


81Q7259 | Conhecimentos Gerais e Atualidades, Agente de Segurança, Metrô SP, FCC

Considere a sinopse de um filme brasileiro lançado em 2012: Três irmãos decidem viver uma grande aventura. Orlando, Cláudio, e Leonardo Villas-Bôas partem numa missão desbravadora pelo Brasil Central. A saga começa com a travessia do Rio das Mortes e logo os irmãos se tornam chefes da expedição e se envolvem na defesa dos índios e de sua cultura, registrando tudo num diário batizado de “Marcha para o Oeste”. Numa viagem sem paralelo na história, com batalhas, 1.500 quilômetros de picadas abertas, 1.000 quilômetros de rios percorridos, 19 campos de pouso abertos, 43 vilas e cidades desbravadas e 14 tribos contatadas, além das mais de 200 crises de malária, os irmãos Villas-Bôas conseguem fundar um parque ecológico e reserva indígena que, na época, era o maior do mundo, do tamanho de um país como a Bélgica.

(Adaptado: http://www.interfilmes.com/filme_25799.html)

O texto é a sinopse do filme
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82Q7268 | Português, Agente de Segurança, Metrô SP, FCC

Texto associado.
   A população mundial, que superou a marca de 7 bilhões
de pessoas, ganhará 2 bilhões de habitantes até 2050. A necessidade
de nutrir 9 bilhões de bocas significa que a produção de
comida terá de dobrar nos próximos quarenta anos, segundo
projeções da Organização das Nações Unidas para Agricultura
e Alimentação (FAO). Como há relativamente poucas fronteiras
aráveis novas para serem exploradas pela agricultura, os
fazendeiros mundiais terão de, praticamente, dobrar a produção
de áreas usadas atualmente. A resposta a esse desafio exigirá
uma nova revolução verde, similar à da década de 60, quando
houve um salto na produtividade graças à utilização de
defensivos, fertilizantes e técnicas modernas de plantio. Para
muitos especialistas, a segunda revolução já está em curso.

    O consumo de proteína tem crescido rapidamente nos
grandes países em desenvolvimento, principalmente na Índia e
na China, mas, segundo o zoólogo escocês Hugh Grant, será
possível suprir essa demanda. Ele diz que isso dependerá da
redução do desperdício e também da modernização da agricultura
nos países mais atrasados. Dependerá também dos avanços
na biotecnologia, em duas frentes. A primeira é o melhoramento
genético convencional por meio de cruzamentos das
espécies existentes e da seleção de sementes mais produtivas.
A segunda é o desenvolvimento de sementes transgênicas, com
variedades com mais nutrientes ou mais resistentes às secas,
de modo a manter afastados das lavouras os predadores e as
ervas daninhas.

(Adaptado de: Giuliano Guandalini. Veja, 21 de dezembro de
2011, p. 170-171)
De acordo com o texto, entende-se como desafio:
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83Q539048 | Engenharia Civil, Instalações Elétricas, Oficial Manutenção Instalações I, Metrô SP, FCC

Na realização de manutenção em circuitos elétricos, deve-se cuidar para que

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84Q722194 | Conhecimentos Gerais e Atualidades, Educação, Assistente Administrativo Júnior, Metrô SP, FCC

Este programa foi criado por uma ação conjunta dos Ministérios da Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI) e do Ministério da Educação (MEC) com o objetivo de promover o intercâmbio de ciência, tecnologia e inovação em âmbito mundial. O programa é destinado a alunos brasileiros de graduação e de pós que ganham bolsas para o exterior e alunos do exterior que queiram estudar no Brasil. Trata-se do Programa
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85Q3140 | Matemática, Agente de Segurança, Metrô SP, FCC

Considere as proposições simples:

p: Maly é usuária do Metrô e q: Maly gosta de dirigir
automóvel

A negação da proposição composta p q ~ ∧ é:
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86Q340421 | Raciocínio Lógico, Correlacionamento, Agente de Estação, Metrô SP, FCC

Cada uma das duas primeiras linhas seguintes apresenta um par de palavras que foram formadas obedecendo a determinado critério. Esse mesmo critério deve ser usado para completar a terceira linha, na qual falta uma palavra.

GROSSO ? SOGRO

TESTEMUNHAR ? ARTES

AMEDRONTAR ? ?

A palavra que deve estar no lugar do ponto de interrogação é

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87Q3128 | Português, Agente de Segurança, Metrô SP, FCC

Texto associado.
   Atenção: As questões de números 16 a 20 baseiam-se no
texto abaixo.

   A narrativa bíblica da Torre de Babel conta que Deus se
enfureceu ao notar que os homens sonhavam com o reino dos
céus e construíam uma torre para alcançá-lo. Resolveu, então,
puni-los por sua arrogância. Logo, cada um dos homens
começou a falar uma língua diferente e, com a comunicação
comprometida, a construção foi cancelada. Se na Bíblia a
pluralidade linguística era uma condenação, para a história é
uma bênção, pois mostra a riqueza da humanidade. Os idiomas
guardam a alma de um povo, sua história, seus costumes e
conhecimentos, passados de geração em geração.
   O Atlas das línguas do mundo em perigo de
desaparecer 2009
, divulgado pela Unesco, contempla a
situação de 155 países e divide os idiomas na categoria extinta
e em outras quatro de risco. Ele apresenta a situação de 190
línguas brasileiras, todas indígenas. Dessas, 12 desapareceram
e as demais estão em risco. Segundo o americano Denny
Moore, antropólogo, linguista colaborador do Iphan (Instituto do
Patrimônio Histórico e Artístico Nacional) e coordenador da área
de linguística do Museu Emílio Goeldi, em Belém, o documento
deixou de fora os dialetos de descendentes de imigrantes e de
grupos afrobrasileiros por falta de dados sistematizados sobre
eles − estima-se que sejam 20 línguas. Para ele, as
informações sobre o Brasil devem ser vistas com cautela −
muitas das línguas citadas são extremamente parecidas e
inteligíveis entre si e poderiam ser consideradas pelos linguistas
como o mesmo idioma.
   Com o objetivo de entender melhor nosso universo
linguístico, o Iphan montou o Grupo de Trabalho da Diversidade
Linguística do Brasil (GTDL), que se dedica à criação de um
inventário de línguas brasileiras. Hoje, o governo reconhece a
importância de preservar esse patrimônio imaterial, mas nem
sempre foi assim. Segundo historiadores, em 1500 eram faladas
1.078 línguas indígenas. Para colonizar o país e catequizar os
povos indígenas, os descobridores forçaram o aprendizado do
português. Durante o governo Getúlio Vargas defendeu-se a
nacionalização do ensino, e os idiomas falados por descendentes
de estrangeiros simbolizavam falta de patriotismo. Por
isso, caíram em desuso.
   Mas por que as línguas desaparecem? Por diversos
motivos, como a morte de seu último falante. Em tempos de
globalização, é comum também que um idioma mais forte, com
mais pessoas que o utilizam em grandes centros, sufoque um
mais fraco.

(Cláudia Jordão. Istoé, 11/3/2009, pp.60-62, com adaptações)
... estima-se que sejam 20 línguas. (2o parágrafo)

O verbo flexionado nos mesmos tempo e modo que o grifado acima está na frase:
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88Q711153 | Enfermagem, Enfermeiro do Trabalho, METRÔ SP, FCC, 2019

O acompanhamento de indicadores para fins de avaliação da situação de saúde, articulação de ações de promoção da saúde e de prevenção de riscos nos ambientes e processos relacionados ao trabalho, é uma das ações que envolvem a
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89Q3120 | Português, Agente de Segurança, Metrô SP, FCC

Texto associado.
Atenção: As questões de números 01 a 09 baseiam-se no
texto abaixo.

A origem dos vitrais é objeto de controvérsias. Talvez
eles tenham nascido no Oriente, mas se desenvolveram grandemente
na Europa. Suas formas, temas e funções transformaram-
se com o apuro das técnicas de fabricação de vidros,
com o desenvolvimento da arquitetura, de tendências artísticas,
do gosto, enfim, da cultura e das sociedades. Manter-se-ia, porém,
a relação estabelecida no século XII, quando as pinturas
sobre vidro, juntamente com os afrescos e as miniaturas, constituíam
as principais técnicas de pintura utilizadas pelo homem.
Nos vitrais, a pintura complementa o colorido dos vidros,
serve para a criação de sombras e tonalidades, para o
aprimoramento das formas, para a modulação da luz. A arte do
vitral desenvolveu-se enormemente durante o período medieval,
momento em que, com a afirmação do gótico como expressão
da arquitetura, as composições de vidros coloridos passaram a
vedar grandes superfícies das igrejas e, além das funções
decorativas, ganharam funções pedagógicas, ensinando aos
fiéis, por meio de imagens, a vida de Cristo, dos Santos e passagens
da Bíblia.
Entre os séculos XIV e XVI, os vitrais passaram a ser
utilizados como formas de iluminação dos ambientes e a pintura
dos vidros adotou a perspectiva, o que tornava os vitrais semelhantes
aos quadros. Sua utilização ampliou-se dos espaços
públicos, em especial das igrejas, para os ambientes privados,
como palácios e sedes de corporações. As representações
neles contidas se estenderam, então, para a heráldica, para as
epopeias, para as caçadas e para a mitologia.
No Estado de São Paulo, a utilização de vidros coloridos
e pintados, montados em perfis de chumbo para decoração e
iluminação de ambientes, correspondeu à fase moderna do
desenvolvimento da arte de produzir vitrais. Na capital, ampliouse
a partir da virada do século passado, com a expansão de
novos bairros, a monumentalização dos edifícios públicos e o
requinte arquitetônico das residências.
Até hoje vitrais de edifícios públicos paulistanos, como
os do Palácio da Justiça e do Mercado Municipal, causam
admiração pela proporção, beleza e integração com o projeto
arquitetônico. Representando temas históricos ou referentes às
funções públicas dos edifícios, as imagens formam um conjunto
das representações que, a partir do fim do século anterior,
criaram e reafirmaram um perfil de São Paulo diante do Brasil.
Sob esse ponto de vista, os vitrais, além de peças de arte,
constituem importantes documentos históricos. Eles nos falam
do forjar de ideias que se tornaram referência e moldam nossa
relação com o passado e com o presente, justificando papeis e
responsabilidades sociais. Produtos materiais de cultura, parte
de nosso patrimônio histórico e objetos de fruição de beleza, os
vitrais expressam por meio do poder das imagens a tradição, a
excelência econômica e cultural de São Paulo, o trabalho, a
determinação e o progresso.

(Marly Rodrigues. Leitura. Publicação cultural da Imprensa
Oficial do Estado de São Paulo, ano 18, número 1, janeiro de
2000, pp. 32-34, com adaptações)
A expressão cujo sentido está transcrito com outras palavras, sem alteração do sentido original, é:
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90Q321965 | Pedagogia, Desenvolvimento Histórico das Concepções Pedagógicas, Analista Trainee, Metrô SP, FCC

Em relação à Educação Pública no Brasil, é correto afirmar que

I. o Manifesto dos Pioneiros da Educação, em 1932, teve grande importância na defesa pela educação obrigatória, pública, gratuita e laica como um dever do Estado.

 II. a primeira Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional (Lei no 4.024/61) atendeu também as escolas privadas, apesar das pressões para que o Estado destinasse recursos apenas para a educação pública.

 III. o Movimento Brasileiro de Alfabetização – MOBRAL (1970) é considerado o movimento mais competente em termos de qualidade para a alfabetização de jovens e adultos.

IV. historicamente a prática de pôr a Administração Pública a serviço de grupos particulares, sejam econômicos, religiosos ou político-partidários, garantiu um maior investimento financeiro na educação pública de qualidade.

É correto o que consta APENAS em

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91Q712145 | Psicologia, Analista Desenvolvimento Gestão Júnior Psicologia, METRÔ SP, FCC, 2019

A cultura organizacional
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92Q3115 | Português, Agente de Segurança, Metrô SP, FCC

Texto associado.
Atenção: As questões de números 01 a 09 baseiam-se no
texto abaixo.

A origem dos vitrais é objeto de controvérsias. Talvez
eles tenham nascido no Oriente, mas se desenvolveram grandemente
na Europa. Suas formas, temas e funções transformaram-
se com o apuro das técnicas de fabricação de vidros,
com o desenvolvimento da arquitetura, de tendências artísticas,
do gosto, enfim, da cultura e das sociedades. Manter-se-ia, porém,
a relação estabelecida no século XII, quando as pinturas
sobre vidro, juntamente com os afrescos e as miniaturas, constituíam
as principais técnicas de pintura utilizadas pelo homem.
Nos vitrais, a pintura complementa o colorido dos vidros,
serve para a criação de sombras e tonalidades, para o
aprimoramento das formas, para a modulação da luz. A arte do
vitral desenvolveu-se enormemente durante o período medieval,
momento em que, com a afirmação do gótico como expressão
da arquitetura, as composições de vidros coloridos passaram a
vedar grandes superfícies das igrejas e, além das funções
decorativas, ganharam funções pedagógicas, ensinando aos
fiéis, por meio de imagens, a vida de Cristo, dos Santos e passagens
da Bíblia.
Entre os séculos XIV e XVI, os vitrais passaram a ser
utilizados como formas de iluminação dos ambientes e a pintura
dos vidros adotou a perspectiva, o que tornava os vitrais semelhantes
aos quadros. Sua utilização ampliou-se dos espaços
públicos, em especial das igrejas, para os ambientes privados,
como palácios e sedes de corporações. As representações
neles contidas se estenderam, então, para a heráldica, para as
epopeias, para as caçadas e para a mitologia.
No Estado de São Paulo, a utilização de vidros coloridos
e pintados, montados em perfis de chumbo para decoração e
iluminação de ambientes, correspondeu à fase moderna do
desenvolvimento da arte de produzir vitrais. Na capital, ampliouse
a partir da virada do século passado, com a expansão de
novos bairros, a monumentalização dos edifícios públicos e o
requinte arquitetônico das residências.
Até hoje vitrais de edifícios públicos paulistanos, como
os do Palácio da Justiça e do Mercado Municipal, causam
admiração pela proporção, beleza e integração com o projeto
arquitetônico. Representando temas históricos ou referentes às
funções públicas dos edifícios, as imagens formam um conjunto
das representações que, a partir do fim do século anterior,
criaram e reafirmaram um perfil de São Paulo diante do Brasil.
Sob esse ponto de vista, os vitrais, além de peças de arte,
constituem importantes documentos históricos. Eles nos falam
do forjar de ideias que se tornaram referência e moldam nossa
relação com o passado e com o presente, justificando papeis e
responsabilidades sociais. Produtos materiais de cultura, parte
de nosso patrimônio histórico e objetos de fruição de beleza, os
vitrais expressam por meio do poder das imagens a tradição, a
excelência econômica e cultural de São Paulo, o trabalho, a
determinação e o progresso.

(Marly Rodrigues. Leitura. Publicação cultural da Imprensa
Oficial do Estado de São Paulo, ano 18, número 1, janeiro de
2000, pp. 32-34, com adaptações)
O texto deixa claro que
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93Q341303 | Raciocínio Lógico, Análise Combinatória, Ajudante de Almoxarifado, Metrô SP, FCC

Talita foi a uma lanchonete e usou uma nota de 10 reais para pagar uma despesa de R$ 9,25. Sabe-se que:

– no caixa da lanchonete só havia moedas de 5, 10 e 25 centavos, em quantidades suficientes para compor o troco devido de todos os modos possíveis;

– Talita pediu que o troco lhe fosse pago com, no máximo, 9 moedas.

Se o pedido de Talita foi aceito, de quantos modos distintos podem ter sido combinadas as moedas que totalizavam o troco que lhe era devido?

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94Q342146 | Raciocínio Lógico, Correlacionamento, Supervisor de Linha Operacional, Metrô SP, FCC

Considere a relação existente entre o primeiro e o segundo grupos de letras, a contar da esquerda no esquema abaixo. A mesma relação deve existir entre o terceiro grupo e o quarto, que está faltando.

A B C A : E F G E :: M N 0 M : ? Se o alfabeto oficial exclui as letras K, W e Y, então o grupo de letras que substitui corretamente o ponto de interrogação é
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95Q609536 | Biblioteconomia, Organização e tratamento da informação, Analista Desenvolvimento Gestão Júnior, Metrô SP, FCC

Segundo a NBR 14724, epígrafe é a

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96Q7265 | Conhecimentos Gerais e Atualidades, Agente de Segurança, Metrô SP, FCC

Sobre o desenvolvimento urbano brasileiro, uma das tendências observadas pelo IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística), nestes últimos censos é
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97Q7273 | Português, Agente de Segurança, Metrô SP, FCC

Texto associado.
    Ao ler o Código de Trânsito Brasileiro (CTB) muitas pessoas
podem achar óbvio e desnecessário um artigo determinando
que os carros devam trafegar pelo lado direito das ruas.
Também parece claro que os pedestres devem ter uma área
específica para atravessar (as faixas), que os veículos precisam
ter cintos de segurança e as vias tenham de ser sinalizadas.
Mas o trânsito que vemos hoje é justamente o resultado de
avanços de uma legislação que chegou aos 100 anos.

    A primeira legislação nacional de trânsito foi assinada
em 1910, pelo então presidente Nilo Peçanha, e tinha o objetivo
de traçar regras para o transporte de passageiros e de cargas.
Tudo isso em uma época em que os carros particulares eram
raridade, assim como as ruas e avenidas. Por isso, um dos artigos
previa justamente formas de concessão das vias para a
iniciativa privada e como elas deveriam ser construídas.

   Em 1928, uma nova legislação buscou colocar ordem no
trânsito. Nessa época foi determinado o lado de circulação dos
veículos e exigiu-se a instalação de placas com números para
identificá-los – e as ruas ganharam sinalização.

   Depois disso, houve quatro códigos de trânsito, o atual
datado de 1997. A cada novo código, surgia a obrigação de novos
equipamentos de segurança, como espelhos retrovisores e
indicadores de direção (setas). No código de 1966 já estavam
presentes o cinto de segurança e as faixas de pedestres. Até
hoje, as autoridades lutam para que pedestres sejam respeitados
nessas faixas.

(Adaptado de: Renato Machado. O Estado de S. Paulo, Cidades/
Metrópole, C7, 20 de junho de 2010)
Deduz-se corretamente do que consta no 2o parágrafo que as medidas previstas na primeira legislação nacional de trânsito
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98Q103807 | Programação , HTML, Analista Tecnologia da Informação, METRÔ SP, FCC

As tabelas são compostas de linhas, dentro das quais são colocadas células que são responsáveis pelo controle do conteúdo envolvido pela tabela. A tag TH em HTML é responsável por

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99Q325409 | Pedagogia, Desenvolvimento Histórico das Concepções Pedagógicas, Analista Trainee, Metrô SP, FCC

Só aprende verdadeiramente aquele que se apropria do aprendido, transformando-o em apreendido, com o que pode, por isso mesmo, reinventá-lo; aquele que é capaz de aplicar o aprendido-apreendido a situações existentes concretas.

A Tendência Pedagógica expressa nas idéias acima representa a pedagogia

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100Q364474 | Enfermagem, Enfermagem Clínica, Auxiliar de Enfermagem do Trabalho, Metrô SP, FCC

A sequência mnemônica para o atendimento de indivíduo adulto em parada cardiorrespiratória (PCR), segundo as Diretrizes da American Heart Association (AHA), de 2010, é

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