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Questões de Concursos PM SP

Resolva questões de PM SP comentadas com gabarito, online ou em PDF, revisando rapidamente e fixando o conteúdo de forma prática.


141Q1079683 | Legislação Estadual, Legislação do Estado de São Paulo, Oficial do Quadro Auxiliar, PM SP, VUNESP

Segundo o subitem 6.1.5. da Diretriz nº PM3-001/02/12 – Sistema de Computação Embarcada e Portátil [Terminais Móveis de Dados (TMD) e Terminais Portáteis de Dados (TPD)] –, é correto afirmar que a menor fração de recursos humanos composta por um ou mais profissionais, a pé ou embarcado(s), executando suas ações em um determinado território e integrada a um Centro de Operações será denominada de
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142Q1079685 | Legislação Estadual, Legislação do Estado de São Paulo, Oficial do Quadro Auxiliar, PM SP, VUNESP

Segundo o Inciso IV do artigo 6º da I-15-PM, é correto afirmar que, nos assuntos referentes a transportes motorizados, cabe ao
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143Q1079701 | Raciocínio Lógico, Verdades e Mentiras, Cabo da Polícia Militar, PM SP, VUNESP

Um revólver .38, uma pistola 9 mm e um revólver .32 estão dentro de caixas, diferenciadas apenas pelas letras A, B e C, não necessariamente nessa ordem, nas quais não se pode ver o que há no seu interior. Cada caixa contém uma única arma e não se sabe qual arma está em qual caixa, mas que apenas uma das três afirmações a seguir é verdadeira: I. Na caixa B está o revólver .38. II. Na caixa C não está a pistola 9 mm. III. Na caixa A não está o revólver .38. Com base nessas informações, a ordem correta das caixas que contém, respectivamente, o revólver .32, a pistola 9 mm e o revólver .38 é
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144Q1079450 | Matemática, Aritmética e Problemas, Oficial Tecnólogo de Administração, PM SP, VUNESP

Em um Teste de Aptidão Física (TAF) para ingresso em uma Academia Militar, 20% dos candidatos participantes foram eliminados na 1° fase (avaliação de velocidade). Sabendo que a 2° fase (avaliação de equilíbrio e decisão) qualificou apenas 70% dos restantes para a 3° fase (avaliação de potência muscular e resistência), pode­se afirmar que, dos candidatos participantes desse TAF, as duas primeiras fases eliminaram, no total,
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145Q1079451 | Matemática, Aritmética e Problemas, Oficial Tecnólogo de Administração, PM SP, VUNESP

A localização de cada uma das 4 equipes que fazem o patrulhamento em certa região é fornecida ao comando central via satélite. O posicionamento é dado, em uma tela, por luzes que acendem em intervalos regulares. A luz que indica a posição da equipe A acende a cada 15 segundos; a da equipe B, a cada 20 segundos; a da equipe C, a cada 30 segundos, e a da equipe D, a cada 35 segundos. As luzes que indicam a posição das quatro equipes acendem simultaneamente na tela a cada
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146Q1079725 | Português, Interpretação de Textos, Estágio, PM SP, VUNESP

Texto associado.

Soa improvável, sei. mas de acordo com alguns autores a maior ameaça à humanidade não são as bombas nucleares nem as mudanças climáticas. São os computadores. Dizem que eles ficarão mais inteligentes do que a gente, se isso já não aconteceu, e assumirão o controle. Sempre achei essa ideia duvidosa. Consigo entender o perigo dos explosivos atômicos, e as mudanças climáticas me aterrorizam, mas os computadores? Basta puxai- o fio da tomada.

Ou não. Foi o que pensei, dia desses, durante um evento sobre energia renovável. Falava um doutor inglês dos mais competentes. Logo mais, dizia ele, vamos economizar eletricidade através de informática caseira. Ela vai nos cobrar tarifas diferenciadas de acordo com a função de cada eletrodoméstico e o horário. Ligar o secador de cabelo na hora do pico, entre 18 e 22 horas, por exemplo, vai custar uma nota. Já quem quiser ver televisão durante a manhã vai pagar pouco.

Os preços serão organizados por um telão feito pela Nintendo, ou, talvez, outro fabricante de videogames ou celulares, explicou. Todos nós poderemos competir para ver quem economiza mais energia. Não estou inventando nada. Ouvi tudo isso do inglês. Ganharemos pontos — e dinheiro — se, por exemplo, deixarmos de utilizar a escova de dentes elétrica, optando pelo modelo manual.

Tive uma revelação paranoica nesse momento. É assim que as máquinas tomam o poder, pensei. Mas logo afastei a ideia. Sou fã da informática. Gosto dos computadores, até mais do que eles gostam de mim, desconfio.

(Matthew Shirts. O jacaré e o computador. http://vejasp. abril, com.br. Adaptado)

No texto, o autor relata
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147Q1079476 | Legislação Estadual, Legislação do Estado de São Paulo, Oficial Tecnólogo de Administração, PM SP, VUNESP

Quanto ao atendimento de requisições oriundas do Poder Judiciário ou do Ministério Público pela Polícia Militar,
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148Q1079739 | Conhecimentos Gerais, Política Internacional, Estágio, PM SP, VUNESP

O ministro das Relações Exteriores da Espanha.. [...]. conclamou governantes da Europa e de outras partes do mundo a adotarem ações concretas contra a Argentina. [...]

Em declarações feitas na véspera de um encontro de chanceleres da União Européia em Luxemburgo, o ministro disse que a Espanha pressionaria o bloco a retirar da Argentina o tratamento de parceiro comercial preferencial.

(http://www. estadao.com br )

A insatisfação da Espanha está relacionada

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149Q1079484 | Legislação Estadual, Legislação do Estado de São Paulo, Oficial Tecnólogo de Administração, PM SP, VUNESP

Para portar arma de fogo da PMESP, de uso restrito (a exemplo das pistolas .40), estando de folga, o policial militar deverá ter consigo
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150Q1079497 | Português, Interpretação de Textos, Oficial Tecnólogo de Administração, PM SP, VUNESP

Texto associado.
Leia o trecho de Vidas secas, de Graciliano Ramos, para responder àquestão.

Fabiano tinha ido à feira da cidade comprar mantimentos. Precisava sal, farinha, feijão e rapaduras. Sinhá Vitória pedira além disso uma garrafa de querosene e um corte de chita vermelha. Mas o querosene de seu Inácio estava misturado com água, e a chita da amostra era cara demais.

Fabiano percorreu as lojas, escolhendo o pano, regateando um tostão em côvado, receoso de ser enganado. Andava irresoluto, uma longa desconfiança dava-­lhe gestos oblíquos. À tarde puxou o dinheiro, meio tentado, e logo se arrependeu, certo de que todos os caixeiros furtavam no preço e na medida: amarrou as notas na ponta do lenço, meteu­-as na algibeira, dirigiu-­se à bodega de seu Inácio.

Aí certificou-­se novamente de que o querosene estava batizado e decidiu beber uma pinga, pois sentia calor. Seu Inácio trouxe a garrafa de aguardente. Fabiano virou o copo de um trago, cuspiu, limpou os beiços à manga, contraiu o rosto. Ia jurar que a cachaça tinha água. Por que seria que seu Inácio botava água em tudo? perguntou mentalmente. Animou-­se e interrogou o bodegueiro:

- Por que é que vossemecê bota água em tudo?

Seu Inácio fingiu não ouvir. E Fabiano foi sentar-­se na calçada, resolvido a conversar. O vocabulário dele era pequeno, mas em horas de comunicabilidade enriquecia­-se com algumas expressões de seu Tomás da bolandeira. Pobre de seu Tomás. Um homem tão direito andar por este mundo de trouxa nas costas. Seu Tomás era pessoa de consideração e votava. Quem diria?

(Graciliano Ramos. Vidas secas. 118. ed. Rio de Janeiro/São Paulo: Record, 2012, p. 27­28. Adaptado)

Na apresentação de seu Tomás da bolandeira, percebe-­se
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151Q1079499 | Português, Interpretação de Textos, Oficial Tecnólogo de Administração, PM SP, VUNESP

Texto associado.
Leia o trecho de Vidas secas, de Graciliano Ramos, para responder àquestão.

Fabiano tinha ido à feira da cidade comprar mantimentos. Precisava sal, farinha, feijão e rapaduras. Sinhá Vitória pedira além disso uma garrafa de querosene e um corte de chita vermelha. Mas o querosene de seu Inácio estava misturado com água, e a chita da amostra era cara demais.

Fabiano percorreu as lojas, escolhendo o pano, regateando um tostão em côvado, receoso de ser enganado. Andava irresoluto, uma longa desconfiança dava-­lhe gestos oblíquos. À tarde puxou o dinheiro, meio tentado, e logo se arrependeu, certo de que todos os caixeiros furtavam no preço e na medida: amarrou as notas na ponta do lenço, meteu­-as na algibeira, dirigiu-­se à bodega de seu Inácio.

Aí certificou-­se novamente de que o querosene estava batizado e decidiu beber uma pinga, pois sentia calor. Seu Inácio trouxe a garrafa de aguardente. Fabiano virou o copo de um trago, cuspiu, limpou os beiços à manga, contraiu o rosto. Ia jurar que a cachaça tinha água. Por que seria que seu Inácio botava água em tudo? perguntou mentalmente. Animou-­se e interrogou o bodegueiro:

- Por que é que vossemecê bota água em tudo?

Seu Inácio fingiu não ouvir. E Fabiano foi sentar-­se na calçada, resolvido a conversar. O vocabulário dele era pequeno, mas em horas de comunicabilidade enriquecia­-se com algumas expressões de seu Tomás da bolandeira. Pobre de seu Tomás. Um homem tão direito andar por este mundo de trouxa nas costas. Seu Tomás era pessoa de consideração e votava. Quem diria?

(Graciliano Ramos. Vidas secas. 118. ed. Rio de Janeiro/São Paulo: Record, 2012, p. 27­28. Adaptado)

Condizente com o estilo de Graciliano Ramos, Vidas secas tem uma linguagem
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152Q1079563 | Matemática, Aritmética e Problemas, Aspirante da Polícia Militar, PM SP, VUNESP

Considere um Grupamento de Policiamento Motorizado que utilize, em suas operações, dois tipos de veículos, V1 e V2, cujos tanques de combustível têm capacidades diferentes.Sabe-se que é possível preencher 3/4 da capacidade do tanque de V1, inicialmente vazio, com uma quantidade de combustível que corresponde a 3/5 da capacidade total do tanque de V2. A fração da capacidade do tanque de V2 que representaa quantidade de combustível necessária para enchertotalmente o tanque de V1 é
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153Q1079566 | Matemática, Geometria Plana, Aspirante da Polícia Militar, PM SP, VUNESP

Ontem, três atletas realizaram seus treinamentos percorrendo distâncias diferentes sobre uma pista circular de 300 m de diâmetro. Sabe-se que Nivaldo percorreu 2,7 km a menos que Murilo e 1,8 km a mais que Ramiro, e que,juntos, eles deram um total de 37 voltas completas nessa pista. Usando a aproximação π = 3, é correto afirmar quea distância em quilômetros percorrida por Murilo no treinamento de ontem foi
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154Q1079567 | Português, Interpretação de Textos, Sargento da Polícia Militar, PM SP, VUNESP

Texto associado.
Leia o texto para responder à questão.
O Dedo
Inclinara-me para ver o estranho objeto quando notei opequeno feixe de fibras emergindo na areia banhada pelaespuma. Quando recorri aos óculos é que vi: não era algodãomas uma vértebra meio descarnada – a coluna vertebral deum grande peixe? Fiquei olhando. Espera, mas o que seriaaquilo? Um aro de ouro? Agora que a água se retraíra eupodia ver um aro de ouro brilhando em torno da vértebra,enfeixando as fibras que tentavam se libertar, dissolutas.Com a ponta do cipó, revolvi a areia. Era um dedo anularcom um anel de pedra verde preso ainda à raiz intumescida.Como lhe faltasse a última falange, faltava o que poderia mefazer recuar; a unha. Unha pintada de vermelho, o esmaltedescascando, acessório fiel ao principal até no processo dedesintegração. Unha de mulher burguesa, à altura do aneldo joalheiro que se esmerou na cravação da esmeralda.Penso que se restasse a unha certamente eu teria fugido,mas naquele estado de despelamento o fragmento do dedotrabalhado pela água acabara por adquirir a feição de umsimples fruto do mar. Mas havia o anel.
A dona do dedo? Mulher rica e de meia idade que asjovens não usam joias, só as outras. Afogada no mar? A ondacomeçou inocente lá longe e foi se cavando cada vez maisalta, mais alta, Deus meu! A fuga na água e a praia tão longe,ah! mas o que é isso?... Explosão de espuma e sal. Sal.
(Lygia Fagundes Telles, Um coração ardente)
Há termos empregados em linguagem figurada na seguintefrase reescrita do texto:
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155Q1079625 | Matemática, Funções, Soldado Voluntário, PM SP, VUNESP

O dono de uma papelaria colocou em uma caixa vários tipos de canetas e está vendendo cada uma delas pelo mesmo preço. Maria entrou na papelaria para comprar uma fita adesiva que custava R$ 3,00 e notou que, com o dinheiro que tinha levado, era possível comprar, além da fita adesiva, 6 canetas e ainda sobrariam R$ 2,00. Porém, se ela comprasse 8 canetas, ficaria faltando R$ 1,00 para comprar a fita adesiva.
O dinheiro levado por Maria era
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156Q1079632 | Português, Morfologia, Estágio, PM SP, VUNESP

Texto associado.

O Brasil, a rotatória e os analfabetismos

O caro leitor certamente já ouviu e/ou leu matérias a respeito do nosso analfabetismo funcional. Estudos recentes informam que apenas 24% dos brasileiros letrados entendem textos de alguma complexidade.

Nossa dificuldade com o texto é inegável e não escolhe classe social. Não pense o leitor que ela é ”privilégio” de pobres ou de gente pouco escolarizada. A leitura de trabalhos de conclusão de curso de muitos e muitos alunos de letras (sim, de letras!) prova que a situação é dramática.

O livro “Problemas de Redação”, do professor Alcir Pécora, mostra que alunos da primeira turma de estudos linguísticos de uma das mais importantes universidades do país concluíram o curso sem a mínima condição de ler e/ou escrever de acordo com a escolaridade formal que detinham.

Mas o nosso analfabetismo não é apenas verbal, ou seja, não se limita ao que é expresso por meio da língua; ele é também não verbal, isto é, abrange também a dificuldade para lidar com signos que não se valem da palavra escrita ou dita, mas, por exemplo, de imagens, de cores etc.

Boa parte da barbárie brasileira pode ser demonstrada pelo que se vê no trânsito das nossas cidades. Ora por falta de vergonha, ora por analfabetismo verbal e/ou não verbal + falta de vergonha, os brasileiros provamos, um bilhão de vezes por minuto, que este país não deu certo.

Uma das situações que acabo de citar pode ser ilustrada pelos semáforos. Decerto os brasileiros conhecemos o que significam os signos não verbais (as três cores) que há nos “faróis” ou “sinaleiras”. O desrespeito ao significado desses signos não decorre do analfabetismo (verbal ou não verbal), mas da falta de vergonha.

Agora a segunda situação. Nada melhor do que as rotatórias para ilustrá-la. Em todos os muitos cantos do mundo pelos quais já passei, a rotatória é tiro e queda: funciona. Os motoristas conhecem o significado desse signo não verbal e respeitam-no. No Brasil, o que mais se vê é gente entrando a mil na rotatória, literalmente soltando baba, bestas-feras que são. Quando me aproximo de uma rotatória e já há um carro dentro dela, paro e dou a preferência. Começa a buzinação. A ignorância é atrevida, arrogante, boçal. Mas eu aguento: enquanto o outro não passa, faço movimentos circulares com a mão para mostrar ao outro motorista que aquilo é uma rotatória e que ele, por ter entrado antes, é quem tem a preferência. Quase sempre alguém fura a fila e passa exibindo outro signo não verbal (dedo médio em riste), mais um a traduzir o nosso elevado grau de barbárie.

Não sou dos que dizem que este país é maravilhoso, que a nossa sociedade é maravilhosa. Não há solução para a barbárie brasileira que não comece pela admissão e pela exposição da nossa vergonhosa barbárie de cada dia sob todas as suas formas de manifestação. A barbárie é filha direta da ignorância e se manifesta pelo atrevimento inerente à ignorância. Falta competência de leitura, verbal e não verbal; falta educação, formal e não formal. Falta vergonha. Falta delicadeza. Falta começar tudo de novo. É isso.

(Pasquale Cipro Neto, Folha de S.Paulo, 20 de março de 2014. Adaptado)

respeito do emprego da 1.ª pessoa do plural na forma verbal (... os brasileiros conhecemos o que significam os signos... – 6.º parágrafo) e nos pronomes (Nossa dificuldade com o texto.../Mas o nosso analfabetismo não é apenas verbal... – 2.º e 4.º parágrafos, respectivamente), assinale a alternativa que contém uma afirmação correta.
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157Q1079650 | Atualidades, Política, Estágio, PM SP, VUNESP

Texto associado.
Até demorou. Não se dizia que os brasileiros eram passivos demais, sem consciência política? Um povo inebriado por futebol, Carnaval e cerveja, que só se aglomerava em show, bloco e passeata gay ou evangélica? Agora, uma fagulha incendiou multidões. São especialmente jovens. Como em qualquer lugar do mundo. Entre os que protestam pacificamente com flores na mão, há os vândalos que, rindo e xingando, depredam o patrimônio, quebram lojas, incendeiam ônibus. Alguma novidade? Sempre foi exatamente assim, em Paris, Londres, Buenos Aires ou Istambul.
(Ruth de Aquino. Revista Época. http://revistaepoca.globo.com /Mente-aberta/ruth-de-aquino/noticia/2013. Adaptado)
A “fagulha” a que se refere o texto, estopim dos protestos ocorridos no Brasil em junho de 2013, pode ser identificada como tendo sido
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158Q1079657 | Português, Interpretação de Textos, Oficial do Quadro Auxiliar, PM SP, VUNESP

Texto associado.

Leia o prólogo do livro O guarani, de José de Alencar, para responder à questão.

Prólogo

Minha prima. – Gostou da minha história, e pede-me um romance; acha que posso fazer alguma coisa neste ramo de literatura.

Engana-se; quando se conta aquilo que nos impressionou profundamente, o coração é que fala; quando se exprime aquilo que outros sentiram ou podem sentir, fala a memória ou a imaginação.

Esta pode errar, pode exagerar-se; o coração é sempre verdadeiro, não diz senão o que sentiu; e o sentimento, qualquer que ele seja, tem a sua beleza.

Assim, não me julgo habilitado a escrever um romance, apesar de já ter feito um com a minha vida.

Entretanto, para satisfazê-la, quero aproveitar as minhas horas de trabalho em copiar e remoçar um velho manuscrito que encontrei em um armário desta casa, quando a comprei.

Estava abandonado e quase todo estragado pela umidade e pelo cupim, esse roedor eterno, que antes do dilúvio já se havia agarrado à arca de Noé, e pôde assim escapar ao cataclisma.

Previno-lhe que encontrará cenas que não são comuns atualmente, não as condene à primeira leitura, antes de ver as outras que as explicam.

Envio-lhe a primeira parte do meu manuscrito, que eu e Carlota temos decifrado nos longos serões das nossas noites de inverno, em que escurece aqui às cinco horas.

Adeus.

Minas, 12 de dezembro.

(José de Alencar, O guarani. Disponível em: www.dominiopublico.gov.br)

Considerando-se o contexto global de O guarani, quando o autor afirma – Previno-lhe que encontrará cenas que não são comuns atualmente –, chama a atenção para o fato de a narrativa
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159Q1079690 | Legislação Estadual, Legislação do Estado de São Paulo, Oficial do Quadro Auxiliar, PM SP, VUNESP

A Nota de Instrução nº PM3 – 003/03/07, de 04 de dezembro de 2007, – Programa Educacional de Resistência às Drogas e à Violência (PROERD), estabelece que o policial militar será descredenciado do programa se ingressar no
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160Q1079446 | Legislação Estadual, Legislação do Estado de São Paulo, Oficial Tecnólogo de Administração, PM SP, VUNESP

Durante a fase de informação e deliberação das operações de reintegração de posse, o Cmt da OPM responsável pela área territorial onde será desencadeada a operação, de posse da requisição judicial, deverá
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