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Questões de Concursos PM SP

Resolva questões de PM SP comentadas com gabarito, online ou em PDF, revisando rapidamente e fixando o conteúdo de forma prática.


301Q1079661 | Português, Interpretação de Textos, Oficial do Quadro Auxiliar, PM SP, VUNESP

Texto associado.

Leia o trecho de A ilustre casa de Ramires, de Eça de Queirós, para responder à questão.

Bocejando, apertando os cordões das largas pantalonas de seda que lhe escorregavam da cinta, Gonçalo, que durante todo o dia preguiçara, estirado no divan de damasco azul, com uma vaga dor nos rins, atravessou languidamente o quarto para espreitar, no corredor, o antigo relógio de charão. Cinco horas e meia!... Para desanuviar, pensou numa caminhada pela fresca estrada dos Bravais. Depois numa visita (devida já desde a Páscoa!) ao velho Sanches Lucena, eleito novamente deputado, nas Eleições Gerais de abril, pelo círculo de Vila Clara. Mas a jornada à Feitosa, à quinta do Sanches Lucena, demandava uma hora a cavalo, desagradável com aquela teimosa dor nos rins que o filara na véspera à noite, depois do chá, na Assembleia da Vila.

(Eça de Queirós, A ilustre casa de Ramires. Disponível em: www.dominiopublico.gov.br)

Apresentando o pensamento da personagem, percebe- -se, no texto, a ocorrência do discurso
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302Q1079415 | Matemática, Aritmética e Problemas, Oficial Administrativo, PM SP, VUNESP

Em uma casa há um filtro de barro que contém, no início da manhã, 4 litros de água. Desse filtro foram retirados 800 mL para o preparo da comida e meio litro para consumo próprio. No início da tarde, foram colocados 700 mL de água dentro desse filtro e, até o final do dia, mais 1,2 litros foram utilizados para consumo próprio. Em relação à quantidade de água que havia no filtro no início da manhã, pode-se concluir que a água que restou dentro dele, no final do dia, corresponde a uma porcentagem de
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303Q1079418 | Matemática, Aritmética e Problemas, Oficial Administrativo, PM SP, VUNESP

Uma criança pegou um cofrinho, inicialmente vazio, e começou a colocar moedas dentro dele, mas também retirou diariamente algumas moedas para comprar chicletes. A tabela mostra os valores depositados e retirados diariamente por essa criança.

Dias Valor depositado Valor retirado
1.º R$ 5,00 R$ 0,00
2.º R$ 2,10 R$ 3,50
3.º R$ 6,50 R$ 4,10
4.º R$ 3,80 R$ 2,30
5.º R$ 2,60 R$ 4,90

Com o valor total restante no cofrinho, no final do 5.º dia essa criança poderá comprar 13 balas iguais. O valor de uma bala é:
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304Q1079426 | Legislação Estadual, Legislação do Estado de São Paulo, Oficial Administrativo, PM SP, VUNESP

A passagem do servidor de um grau para outro imediatamente superior dentro de uma mesma referência da respectiva classe, de acordo com o prescreve a Lei Complementar n.º 1.080/08, caracteriza
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305Q1079682 | Legislação Estadual, Legislação do Estado de São Paulo, Oficial do Quadro Auxiliar, PM SP, VUNESP

De acordo com o que dispõe a Lei Complementar nº 1.010/07, é vedado à SPPREV (São Paulo Previdência)
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306Q1079428 | Direito Constitucional, Direitos Individuais, Oficial Tecnólogo de Administração, PM SP, VUNESP

No tocante à matéria criminal, o artigo 5.º da Constituição Federal determina que
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307Q1079439 | Legislação Estadual, Legislação do Estado de São Paulo, Oficial Tecnólogo de Administração, PM SP, VUNESP

No tocante à avaliação psicológica para manutenção da posse e do porte de arma de fogo por policiais militares da ativa, e para aquisição de armas de fogo e obtenção da autorização de porte para policiais militares inativos, é correto afirmar que:
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308Q1079441 | Legislação Estadual, Legislação do Estado de São Paulo, Oficial Tecnólogo de Administração, PM SP, VUNESP

No relacionamento com a mídia,
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309Q1079456 | História, História Geral, Oficial Tecnólogo de Administração, PM SP, VUNESP

Foi durante a Renascença que surgiu o costume de dividir a história do mundo em três grandes épocas: antiga, medieval e moderna. Tal classificação se coaduna com a crença do homem comum, de que este nosso planeta só testemunhou dois grandes períodos de progresso: o tempo dos gregos e dos romanos e a época das invenções modernas. Entre esses dois períodos localiza-­se a Idade Média, considerada como um interregno de profunda ignorância e superstição. Desse modo, quando um reformador moderno deseja exprobrar as ideias de um adversário conservador, tudo o que tem a fazer é estigmatizá­las como “medievais”. Sem dúvida ele ficaria muito surpreendido se soubesse que as doutrinas sociais e econômicas de alguns pensadores medievais eram, na realidade, bastante semelhantes às nossas.

(Edward M. Burns. História da Civilização Ocidental. Porto Alegre: Globo, 1986, p. 255. Com cortes)

De acordo com o autor, a expressão “Idade Média”
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310Q1079719 | Português, Interpretação de Textos, Estágio, PM SP, VUNESP

Texto associado.

Lições do Titanic

O naufrágio do Titanic traz tristes memórias., heroísmo., coragem. arrogância, fé. lendas e mitos. Por isso e pela perda de cerca de 1500 vidas, é tragédia marcante da aventura humana. Diante de tal lembrança, conforta-nos a sabedoria de aprender com os erros, que pode e deve ser praticada por todos.

Cem anos após a triste noite de 14 de abril de 1912. quando um iceberg interrompeu a travessia do Atlântico entre Southampton (Reino Unido) e Nova York (EUA)., a frustrada viagem inaugural do navio ainda é um legado de preciosas lições. E todas se aplicam a distintas situações, inclusive na gestão empresarial.

A primeira refere-se à previsão relativa aos recursos de contingência. Nunca devem ser menores que a efetiva demanda em casos de incidentes e acidentes. Isso vale para reservas financeiras, alarmes, áreas de escoamento, estruturas e brigadas de incêndio.

O Titanic tinha só 16 botes salva-vidas, muito aquém do ideal.

A segunda lição é sobre a necessidade de testar qualquer equipamento, máquina, veículo, processo e sistema antes de ser colocado em operação comercial. O Titanic teve apenas seis horas de testes, e muito abaixo de sua velocidade máxima. Talvez por isso, os timoneiros não tenham conseguido manobrá-lo com eficiência ante a iminência do choque.

A comunicação, sempre decisiva e estratégica, é o objeto da terceira lição. O Titanic possuía o modemíssimo telégrafo do Sistema Marconi. Porém, muitos não sabiam operar aquela “maravilha sem fio"’ e alguns navios que poderiam tê-lo socorrido nem sequer contavam com ela.

Os meios de comunicação — incluindo os mais recentes, como redes sociais, tráfego de dados, G3, G4 e outros recursos cibernéticos — precisam ser bem utilizados e todos os interlocutores devem compartilhá-los de maneira eficaz no domínio da tecnologia.

Outra análise importante é que a arrogância nunca deve subjugar o bom senso. A humildade é sempre boa conselheira, mesmo quando a autossegurança resulta de grande experiência ou baseia-se no uso de avançada tecnologia. O excesso de confiança pode explicar o motivo de o capitão Smith ter ignorado os alertas de gelo no mar e ter determinado velocidade máxima.

Que a triste e centenária lembrança, registrada no Reino Unido e em todo o mundo, não seja em vão. Aprender com os equívocos do passado nos capacita a um futuro sempre melhor.


(Josué Gomes da Silva, Folha de S.Paulo, 15.04.2012. Adaptado)

Na frase do quarto parágrafo — Talvez por isso, os timoneiros não tenham conseguido manobrá-lo com eficiência ante a iminência do choque. — a palavra iminência tem o sentido de
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311Q1079723 | Português, Pontuação, Estágio, PM SP, VUNESP

Assinale a alternativa correta quanto à pontuação.
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312Q1079472 | Direito Constitucional, Direitos Individuais, Oficial Tecnólogo de Administração, PM SP, VUNESP

A Constituição Federal prevê que as penas serão cumpridas
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313Q1079732 | Português, Morfologia, Estágio, PM SP, VUNESP

A colocação pronominal está de acordo com a norma-padrão da língua portuguesa em:
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314Q1079481 | Legislação Estadual, Legislação do Estado de São Paulo, Oficial Tecnólogo de Administração, PM SP, VUNESP

O Programa de Acompanhamento e Apoio ao Policial Militar (PAAPM) destina­se, entre outras possibilidades, ao policial militar que
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315Q1079494 | Português, Interpretação de Textos, Oficial Tecnólogo de Administração, PM SP, VUNESP

Leia o poema de Álvares de Azevedo para responder àquestão.

Meu desejo Meu desejo? era ser a luva branca Que essa tua gentil mãozinha aperta, A camélia que murcha no teu seio, O anjo que por te ver do céu deserta...
Meu desejo? era ser o sapatinho Que teu mimoso pé no baile encerra... A esperança que sonhas no futuro, As saudades que tens aqui na terra...
Meu desejo? era ser o cortinado Que não conta os mistérios de teu leito, Era de teu colar de negra seda Ser a cruz com que dormes sobre o peito.
Meu desejo? era ser o teu espelho Que mais bela te vê quando deslaças Do baile as roupas de escumilha e flores E mira-­te amoroso as nuas graças!
Meu desejo? era ser desse teu leito De cambraia o lençol, o travesseiro Com que velas o seio, onde repousas, Solto o cabelo, o rosto feiticeiro...
Meu desejo? era ser a voz da terra Que da estrela do céu ouvisse amor! Ser o amante que sonhas, que desejas Nas cismas encantadas de langor!

(Álvares de Azevedo.Lira dos vinte anos. http://www.dominiopublico.gov.br/download/texto/bv000021.pdf)

Considerando o contexto, é correto afirmar que o uso do di­minutivo em sapatinho (quinto verso) contribui para que o eu lírico se refira a esse objeto com
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316Q1079496 | Português, Interpretação de Textos, Oficial Tecnólogo de Administração, PM SP, VUNESP

Texto associado.
Leia o trecho de Vidas secas, de Graciliano Ramos, para responder àquestão.

Fabiano tinha ido à feira da cidade comprar mantimentos. Precisava sal, farinha, feijão e rapaduras. Sinhá Vitória pedira além disso uma garrafa de querosene e um corte de chita vermelha. Mas o querosene de seu Inácio estava misturado com água, e a chita da amostra era cara demais.

Fabiano percorreu as lojas, escolhendo o pano, regateando um tostão em côvado, receoso de ser enganado. Andava irresoluto, uma longa desconfiança dava-­lhe gestos oblíquos. À tarde puxou o dinheiro, meio tentado, e logo se arrependeu, certo de que todos os caixeiros furtavam no preço e na medida: amarrou as notas na ponta do lenço, meteu­-as na algibeira, dirigiu-­se à bodega de seu Inácio.

Aí certificou-­se novamente de que o querosene estava batizado e decidiu beber uma pinga, pois sentia calor. Seu Inácio trouxe a garrafa de aguardente. Fabiano virou o copo de um trago, cuspiu, limpou os beiços à manga, contraiu o rosto. Ia jurar que a cachaça tinha água. Por que seria que seu Inácio botava água em tudo? perguntou mentalmente. Animou-­se e interrogou o bodegueiro:

- Por que é que vossemecê bota água em tudo?

Seu Inácio fingiu não ouvir. E Fabiano foi sentar-­se na calçada, resolvido a conversar. O vocabulário dele era pequeno, mas em horas de comunicabilidade enriquecia­-se com algumas expressões de seu Tomás da bolandeira. Pobre de seu Tomás. Um homem tão direito andar por este mundo de trouxa nas costas. Seu Tomás era pessoa de consideração e votava. Quem diria?

(Graciliano Ramos. Vidas secas. 118. ed. Rio de Janeiro/São Paulo: Record, 2012, p. 27­28. Adaptado)

Pode-­se dizer que, no que se referia ao uso da linguagem, Fabiano
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317Q1079503 | História, História Geral, Oficial Tecnólogo de Administração, PM SP, VUNESP

Na segunda metade do século XIX, os Estados Unidos reali­zaram o Destino Manifesto, isto é, a expansão para o oeste até o Oceano Pacífico. Sobre este movimento, também conheci­do como “Marcha para o Oeste”, pode­-se afirmar que
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318Q1079505 | História, História Geral, Oficial Tecnólogo de Administração, PM SP, VUNESP

Não se pode esquecer que se tratava de uma sociedade de ordens. Existiam aqueles que tinham nascido para orar, o clero; aqueles que haviam nascido para guerrear, os nobres; e aqueles que haviam nascido para o trabalho, os camponeses. Não existia a possibilidade de ascender socialmente, quer dizer, um camponês não poderia se trans­ formar em nobre.

(Catelli Jr., Roberto. História: texto e contexto. São Paulo: Scipione, 2006. Adaptado)

A qual tipo de sociedade e a que modo de produção, respec­tivamente, o texto se refere?
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319Q1079508 | História, História do Brasil, Oficial Tecnólogo de Administração, PM SP, VUNESP

Dentre as medidas adotadas pelo Governo Fernando Henrique Cardoso (1995­2002), pode(m)­-se citar
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