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Questões de Concursos PM SP

Resolva questões de PM SP comentadas com gabarito, online ou em PDF, revisando rapidamente e fixando o conteúdo de forma prática.


381Q1079699 | Português, Interpretação de Textos, Cabo da Polícia Militar, PM SP, VUNESP

Texto associado.
O direito ao cuidado
A Organização dos Estados Americanos (OEA) anunciou a aprovação da Convenção Interamericana sobre a Proteção dos Direitos Humanos das Pessoas Idosas. Seu conteúdo estabelece novos direitos significativos frente ao desafio regional de pensar políticas públicas.
A convenção reconhece o direito ao cuidado, que envolve o desenvolvimento efetivo de um sistema integral de assistência e apoio às pessoas idosas, representando uma mudança de paradigma na concepção tradicional de abordagem de políticas públicas na matéria.
O direito ao cuidado talvez seja um dos temas mais inovadores da convenção, com potencial para transformar em políticas públicas uma tarefa que historicamente esteve reservada ao âmbito privado, com evidente sobrecarga para as mulheres.
(Pepe Vargas; Paulo Abrão. www.folha.uol.com.br. Adaptado)
Um antônimo para o termo significativos, em destaque no primeiro parágrafo, é:
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382Q1079532 | Inglês, Interpretação de Texto Reading Comprehension, Aspirante da Polícia Militar, PM SP, VUNESP

Texto associado.

Leia o texto para responder à questão.

What is organized crime?

Organized crime was characterised by the United Nations, in 1994, as: “group organization to commit crime; hierarchical links or personal relationships which permit leaders to control the group: violence, intimidation and corruption used to earn profits or control territories or markets; laundering of illicit proceeds both in furtherance of criminal activity and to infiltrate the legitimate economy; the potential for expansion into any new activities and beyond national borders; and cooperation with other organized transnational criminal groups.”

It is increasingly global. Although links between, for example, mafia groups in Italy and the USA have existed for decades, new and rapid means of communication have facilitated the development of international networks. Some build on shared linguistic or cultural ties, such as a network trafficking drugs and human organs, which links criminal gangs in Mozambique, Portugal, Brazil, Pakistan, Dubai and South Africa. Others bring together much less likely groups, such as those trafficking arms, drugs and people between South Africa, Nigeria, Pakistan and Russia, or those linking the Russian mafia with Colombian cocaine cartels or North American criminal gangs with the Japanese Yakuza. Trafficked commodities may pass from group to group along the supply chain; for instance heroin in Italy has traditionally been produced in Afghanistan, transported by Turks, distributed by Albanians, and sold by Italians.

Organized crime exploits profit opportunities wherever they arise. Globalization of financial markets, with free movement of goods and capital, has facilitated smuggling of counterfeit goods (in part a reflection of the creation of global brands), internet fraud, and money-laundering. On the other hand, organized crime also takes advantage of the barriers to free movement of people across national borders and the laws against non-medicinal use of narcotics: accordingly it earns vast profits in smuggling migrants and psychoactive drugs. Briquet and Favarel have identified deregulation and the “rolling back of the state” in some countries as creating lacunae that have been occupied by profiteers. The political changes in Europe in the late 1980s fuelled the growth in criminal networks, often involving former law enforcement officers. Failed states, such as the Democratic Republic of Congo or Sierra Leone, have provided further opportunities as criminal gangs smuggle arms in and commodities out, for example diamonds, gold, and rare earth metals, often generating violence against those involved in the trade and in the surrounding communities. Finally, there are a few states, such as the Democratic Republic of Korea and Burma and Guinea-Bissau (once described as a narco-state) where politicians have been alleged to have played an active role in international crime.

Organized criminal gangs have strong incentives. Compared with legitimate producers, they have lower costs of production due to the ability to disregard quality and safety standards, tax obligations, minimum wages or employee benefits. Once established, they may threaten or use violence to eliminate competitors, and can obtain favourable treatment by regulatory authorities either through bribes or threats.

(www.globalizationandhealth.com. Adaptado)

De acordo com o texto, uma das características do crime organizado, segundo a ONU, é
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383Q1079797 | Geografia, Amazônia, Aspirante da Polícia Militar, PM SP, VUNESP

Essa região brasileira foi alvo de significativas ações regionais, desde a década de 1940, com Getúlio Vargas e, no início da década de 60, com Juscelino Kubitschek e as ações do seu Plano de Metas, entre as quais a implantação das rodovias. A partir de 1966, a região passa a ser alvo de ações efetivas de planejamento regional, inseridas num projeto geopolítico de modernização acelerada da sociedade e do território nacionais. Foram abertas novas rodovias, implantados sistemas de comunicação, utilizados incentivos fiscais e créditos com juros subsidiados para estimular a produção, indução de fluxos migratórios, inclusive com projetos de colonização. Além disso, foi criado um polo industrial de grandes

proporções.

(http://goo.gl/m3a8d6. Adaptado)

O texto descreve ações implantadas

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384Q1079551 | História, História Geral, Aspirante da Polícia Militar, PM SP, VUNESP

A partir dos anos de 1990, estados e municípios articularam-se em busca de investimentos estrangeiros, patrocinadospelo governo central, agências federais, fundos estaduais ebancos oficiais, como o BNDES, e ofereceram a devoluçãodo imposto recolhido (ou o devido) às próprias empresas, pormeio das mais variadas formas de financiamento, sempre ataxas mais generosas que às do mercado. A guerra foi chamada “fiscal" por estar baseada no jogocom a receita e a arrecadação futura do ICMS. Envolvia,porém, diferentes taxas e financiamento para capital de giroe infraestrutura, incluindo terraplanagem, vias de acesso,terminais portuários, ferroviários e rodoviários, assim comomalhas de comunicação e mesmo a diminuição das tarifasde energia elétrica. Nos municípios, as taxas, o IPTU e o ISSforam oferecidos por até trinta anos. (http://www.scielo.br. Adaptado)

Um dos setores industriais mais beneficiados pela guerrafiscal foi o
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385Q1079595 | Português, Interpretação de Textos, Soldado da Policia Militar, PM SP, VUNESP

Texto associado.

Leia o texto para responder à questão.

Alguém, em algum beco escuro da internet, acha que os seguintes itens têm a ver comigo: saias curtas, camisetas bem cavadas, chapéus com detalhes metálicos. Tudo supermoderno, descolado e… feminino. Por quê? Sou um senhor de meia-idade, grisalho, que se veste com roupas masculinas. Não tenho filhas, nem sobrinhas, nem ninguém próximo que use esse tipo de moda. Mas esse tipo de moda me bombardeia.

Entro em um site sério de notícias e está lá um anúncio divulgando a última coleção da marca. Navego pelo site do jornal americano “The New York Times”, idem: essa mesma publicidade preenche os espaços em branco e se oferece para mim.

Mas como me transformei em uma vítima dos anúncios de moda? Vamos voltar algumas semanas no tempo.

Minha triste saga começou no Twitter, mais especificamente na conta da seção de estilo do site BuzzFeed. Cliquei em um link que dizia algo como “conheça a marca de roupas preferida da Kristen Stewart” (a jovem e bela atriz da série “Crepúsculo”). Vacilo fatal. Acabei caindo em uma suposta reportagem sobre uma grife de roupas femininas chamada Wildfang. Na verdade, tratava-se do que, na era da internet, ganhou o nome de “conteúdo patrocinado”, ou seja, era uma publicidade disfarçada de jornalismo.

Mais do que ser apenas um anúncio, o tal link trazia escondido algum dispositivo on-line que me fichou como fã da Wildfang e instalou nos meus navegadores algo que faz disparar anúncios da marca em qualquer site que eu acesse.

Ao clicar na “reportagem” do BuzzFeed sobre as roupas da Wildfang, o que se esperava era um texto feito por um(a) repórter de moda, de opiniões próprias. Mas não era nada disso: era material pago, sem nenhuma indicação de que se tratava de um comercial, e que infestou meus computadores com anúncios indesejados.

Pode ser um bobo ranço geracional, mas tenho enorme dificuldade para aceitar que conteúdo informativo e publicidade se transformem em uma coisa só.

(Álvaro Pereira Júnior. Folha de S.Paulo, 11.10.2014. Adaptado)

O autor tornou-se “uma vítima dos anúncios de moda” quando
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386Q1079525 | Português, Morfologia, Aspirante da Polícia Militar, PM SP, VUNESP

Texto associado.

Leia a letra da canção do cantor cearense Falcão para responder à questão.

Guerra de Facão

A dor do cocho é não ter ração pro gado

A dor do gado é não achar capim no pasto

A dor do pasto é não ver chuva há tanto tempo

A dor do tempo é correr junto da morte

A dor da morte é não acabar com os nordestinos

A dor dos nordestinos é ter as penas exageradas

E a viola por desculpa pra quem lhe pisou no lombo

e lhe lascou no cucurute vinte quilos de lajedo.

Em vez de achatar pra caixa-prego o vagabundo,

que se deitou no trono e acordou num pau-de-sebo.

Eh eh eh boi, eh boiada, eh eh boi

A dor do jegue, tadin, nasceu sem chifre

A dor do chifre é não nascer em certa gente

A dor de gente é confiar demais nos outros

A dor dos outros é que nem todo mundo é besta

A dor da besta é não parir pra ter seu filho

A dor pior de um filho é chorar e mãe não ver.

Tá chegando o fim das épocas, vai pegar fogo no mundo,

e o pior, que os vagabundos toca música estrangeira

em vez de aproveitar o que é da gente do Nordeste.

Vou chamar de mentiroso quem dizer que é cabra da peste.

(Falcão, Guerra de Facão. Em: http://letras.mus.br. Adaptado)

No verso – A dor pior de um filho é chorar e mãe não ver. –, a conjunção “e” articula duas orações, encerrando entre elas sentido de
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387Q1079710 | Direito Penal, Crimes contra a Administração Pública, Cabo da Polícia Militar, PM SP, VUNESP

Acerca dos crimes contra a administração pública, é correto afirmar que
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