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Questões de Concursos PM SP

Resolva questões de PM SP comentadas com gabarito, online ou em PDF, revisando rapidamente e fixando o conteúdo de forma prática.


81Q1079635 | Português, Sintaxe, Estágio, PM SP, VUNESP

Texto associado.

O Brasil, a rotatória e os analfabetismos

O caro leitor certamente já ouviu e/ou leu matérias a respeito do nosso analfabetismo funcional. Estudos recentes informam que apenas 24% dos brasileiros letrados entendem textos de alguma complexidade.

Nossa dificuldade com o texto é inegável e não escolhe classe social. Não pense o leitor que ela é ”privilégio” de pobres ou de gente pouco escolarizada. A leitura de trabalhos de conclusão de curso de muitos e muitos alunos de letras (sim, de letras!) prova que a situação é dramática.

O livro “Problemas de Redação”, do professor Alcir Pécora, mostra que alunos da primeira turma de estudos linguísticos de uma das mais importantes universidades do país concluíram o curso sem a mínima condição de ler e/ou escrever de acordo com a escolaridade formal que detinham.

Mas o nosso analfabetismo não é apenas verbal, ou seja, não se limita ao que é expresso por meio da língua; ele é também não verbal, isto é, abrange também a dificuldade para lidar com signos que não se valem da palavra escrita ou dita, mas, por exemplo, de imagens, de cores etc.

Boa parte da barbárie brasileira pode ser demonstrada pelo que se vê no trânsito das nossas cidades. Ora por falta de vergonha, ora por analfabetismo verbal e/ou não verbal + falta de vergonha, os brasileiros provamos, um bilhão de vezes por minuto, que este país não deu certo.

Uma das situações que acabo de citar pode ser ilustrada pelos semáforos. Decerto os brasileiros conhecemos o que significam os signos não verbais (as três cores) que há nos “faróis” ou “sinaleiras”. O desrespeito ao significado desses signos não decorre do analfabetismo (verbal ou não verbal), mas da falta de vergonha.

Agora a segunda situação. Nada melhor do que as rotatórias para ilustrá-la. Em todos os muitos cantos do mundo pelos quais já passei, a rotatória é tiro e queda: funciona. Os motoristas conhecem o significado desse signo não verbal e respeitam-no. No Brasil, o que mais se vê é gente entrando a mil na rotatória, literalmente soltando baba, bestas-feras que são. Quando me aproximo de uma rotatória e já há um carro dentro dela, paro e dou a preferência. Começa a buzinação. A ignorância é atrevida, arrogante, boçal. Mas eu aguento: enquanto o outro não passa, faço movimentos circulares com a mão para mostrar ao outro motorista que aquilo é uma rotatória e que ele, por ter entrado antes, é quem tem a preferência. Quase sempre alguém fura a fila e passa exibindo outro signo não verbal (dedo médio em riste), mais um a traduzir o nosso elevado grau de barbárie.

Não sou dos que dizem que este país é maravilhoso, que a nossa sociedade é maravilhosa. Não há solução para a barbárie brasileira que não comece pela admissão e pela exposição da nossa vergonhosa barbárie de cada dia sob todas as suas formas de manifestação. A barbárie é filha direta da ignorância e se manifesta pelo atrevimento inerente à ignorância. Falta competência de leitura, verbal e não verbal; falta educação, formal e não formal. Falta vergonha. Falta delicadeza. Falta começar tudo de novo. É isso.

(Pasquale Cipro Neto, Folha de S.Paulo, 20 de março de 2014. Adaptado)

A expressão em destaque no trecho do 2.º parágrafo – A leitura de trabalhos de conclusão de curso de muitos e muitos alunos de letras (sim, de letras!) prova que a situação é dramática. – pode ser interpretada como demonstração de
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82Q1079648 | Geografia, Geografia Econômica, Estágio, PM SP, VUNESP

Em entrevista a jornais europeus, o diretor-geral da Organização Mundial do Comércio (OMC) alertou que “problemas geopolíticos representam um elemento de incerteza no crescimento do comércio internacional no ano de 2014”.
Um dos problemas geopolíticos mais destacados na atualidade é
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83Q1079440 | Legislação Estadual, Legislação do Estado de São Paulo, Oficial Tecnólogo de Administração, PM SP, VUNESP

Pode­se afirmar, com relação ao Serviço Auxiliar Voluntário (SAV), que:
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84Q1079442 | Legislação Estadual, Legislação do Estado de São Paulo, Oficial Tecnólogo de Administração, PM SP, VUNESP

No tocante à concessão de láurea de mérito pessoal (LMP), é correto afirmar que:
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85Q1079453 | Sem disciplina, Interpretação de Textos, Oficial Tecnólogo de Administração, PM SP, VUNESP

Texto associado.
Leia o poema de Carlos Drummond de Andrade, publicado no livro Alguma Poesia, para responder à questão.

Balada do Amor através das Idades


Eu te gosto, você me gosta
desde tempos imemoriais.
Eu era grego, você troiana,
troiana mas não Helena.
Saí do cavalo de pau
para matar seu irmão.
Matei, brigamos, morremos.

Virei soldado romano,
perseguidor de cristãos.
Na porta da catacumba
encontrei­te novamente.
Mas quando vi você nua
caída na areia do circo
e o leão que vinha vindo,
dei um pulo desesperado
e o leão comeu nós dois.

Depois fui pirata mouro,
flagelo da Tripolitânia.
Toquei fogo na fragata
onde você se escondia
da fúria de meu bergantim.
Mas quando ia te pegar
e te fazer minha escrava,
você fez o sinal-­da-­cruz
e rasgou o peito a punhal...
Me suicidei também.

Depois (tempos mais amenos)
fui cortesão de Versailles,
espirituoso e devasso.
Você cismou de ser freira...
Pulei muro de convento
mas complicações políticas
nos levaram à guilhotina.

Hoje sou moço moderno,
remo, pulo, danço, boxo,
tenho dinheiro no banco.
Você é uma loura notável,
boxa, dança, pula, rema.
Seu pai é que não faz gosto.
Mas depois de mil peripécias,
eu, herói da Paramount*,
te abraço, beijo e casamos.

*Importante estúdio de cinema

(Carlos Drummond de Andrade. Alguma Poesia.
Rio de Janeiro: Record, 2007)

Considere os versos:

onde você se escondia
da fúria de meu bergantim.
(3.ª estrofe)

Você cismou de ser freira…
(4.ª estrofe)

Atendendo à norma-­padrão e preservando o sentido do texto, podem-­se substituir as expressões em destaque, correta e respectivamente, por
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86Q1079760 | Português, Interpretação de Textos, Soldado da PM, PM SP, VUNESP

Texto associado.
Classe média já chega a 65% m s favelas, diz pesquisa
Morar em favelas, pelo menos no Rio de Janeiro, pode não ser tão ruim quanto parece para quem está de fora. Amparados por melhorias nos indicadores socioeconòmicos, 85% dos jovens das comunidades cariocas disseram ao Data Popular que gostam do lugar onde moram. E 70% disseram que continuariam a morar na comunidade mesmo se a renda dobrasse.
Os resultados fazem parte de um levantamento, realizado em 2012, pelo Data Favela, união entre o Data Popular e Celso Athayde, ex-dirigente da Central Única de Favelas (Cufa). E mostram urn retrato não só do Rio de Janeiro, mas de todas as comunidades do Brasil. É um contingente formado por 12 milhões de pessoas, cuja renda soma 56.1 bilhões de reais por ano. com uma maioria de membros da classe média.
Embora o conceito de classe média gere polêmica, segundo o Data Favela. hoje 65% dos moradores estão nessa faixa de renda, contra 37% em 2002. Há 10 anos. apenas 4 em cada 10 moradores tinham celular. Hoje são nove. Computadores estavam em apenas 3% dos lares, agora estão em 40%. A média de anos de estudo subiu no mesmo período: foi de quatro para seis anos.
Segundo a pesquisa, os jovens desempenham papel preponderante na atividade econômica e na organização social das favelas. São eles. por exemplo, que orientam os pais na aquisição de serviços, como TV por assinatura, e decidem as marcas de alimentos e o consumo de eletrônicos.
A pesquisa incluiu levantamento qualitativo apenas no Rio de Janeiro. E a visão dos jovens mostrou-se otimista: 51% deles consideram que a comunidade melhorou nos últimos dois anos, e 63% acreditam que vai continuar melhorando. Mesmo assim, o preconceito ainda persiste, na visão deste grupo, fazendo com que 49% deles prefiram não dizer onde vivem.
(Exame, http: goo.gl 4fMqxx. 20.02.2013. Adaptado)
Considere a frase: Embora o conceito de classe média gere polêmica, segundo o Data Favela. hoje 65% dos moradores estão nessa faixa de renda, contra 37% em 2002. Assinale a alternativa em que o trecho destacado está corretamente reescrito, mantendo-se as relações de sentido estabelecidas no texto original.
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87Q1079771 | História, História do Brasil, Soldado da PM, PM SP, VUNESP

'"Os restos mortais do ex-presidente da República João Goulart começaram a ser exumados nesta quarta-feira, em São Borja, a 594 quilômetros de Porto Alegre (RS). Os exames fazem parte dos esforços da Comissão Nacional da Verdade (CNV) para determinar se Jango foi ou não assassinado durante a ditadura militar.” (Jornal do Brasil, 13 de novembro de 2013) A respeito da conjuntura política do período histórico citado no texto, é correto afirmar que João Goulart
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88Q1079665 | Português, Interpretação de Textos, Oficial do Quadro Auxiliar, PM SP, VUNESP

Texto associado.

Leia o trecho de Vidas secas, de Graciliano Ramos, para responder à questão.

Fabiano recebia na partilha a quarta parte dos bezerros e a terça dos cabritos. Mas como não tinha roça e apenas se limitava a semear na vazante uns punhados de feijão e milho, comia da feira, desfazia-se dos animais, não chegava a ferrar um bezerro ou assinar a orelha de um cabrito.

Se pudesse economizar durante alguns meses, levantaria a cabeça. Forjara planos. Tolice, quem é do chão não se trepa. Consumidos os legumes, roídas as espigas de milho, recorria à gaveta do amo, cedia por preço baixo o produto das sortes. Resmungava, rezingava, numa aflição, tentando espichar os recursos minguados, engasgava-se, engolia em seco. Transigindo com outro, não seria roubado tão descaradamente. Mas receava ser expulso da fazenda. E rendia-se.

(Graciliano Ramos, Vidas secas.)

Acerca da linguagem empregada em Vidas secas, é possível perceber a ocorrência
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89Q1079706 | Direitos Humanos, Sistema Global de Proteção, Cabo da Polícia Militar, PM SP, VUNESP

É correto afirmar que a Declaração Universal dos Direitos do Homem
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90Q1079467 | Atualidades, Atualidades do Ano de 1994 ao Ano de 2013, Oficial Tecnólogo de Administração, PM SP, VUNESP

O IBGE divulgou nesta sexta­feira (21.09.2012) os dados da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios [PNAD], referentes ao ano de 2011.

(http://noticias.r7.com/brasil, 21.09.2012)

De acordo com os dados da PNAD 2011, é correto afirmar que, na sociedade brasileira,
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91Q1079757 | Português, Interpretação de Textos, Soldado da PM, PM SP, VUNESP

Texto associado.
Classe média já chega a 65% m s favelas, diz pesquisa
Morar em favelas, pelo menos no Rio de Janeiro, pode não ser tão ruim quanto parece para quem está de fora. Amparados por melhorias nos indicadores socioeconòmicos, 85% dos jovens das comunidades cariocas disseram ao Data Popular que gostam do lugar onde moram. E 70% disseram que continuariam a morar na comunidade mesmo se a renda dobrasse.
Os resultados fazem parte de um levantamento, realizado em 2012, pelo Data Favela, união entre o Data Popular e Celso Athayde, ex-dirigente da Central Única de Favelas (Cufa). E mostram urn retrato não só do Rio de Janeiro, mas de todas as comunidades do Brasil. É um contingente formado por 12 milhões de pessoas, cuja renda soma 56.1 bilhões de reais por ano. com uma maioria de membros da classe média.
Embora o conceito de classe média gere polêmica, segundo o Data Favela. hoje 65% dos moradores estão nessa faixa de renda, contra 37% em 2002. Há 10 anos. apenas 4 em cada 10 moradores tinham celular. Hoje são nove. Computadores estavam em apenas 3% dos lares, agora estão em 40%. A média de anos de estudo subiu no mesmo período: foi de quatro para seis anos.
Segundo a pesquisa, os jovens desempenham papel preponderante na atividade econômica e na organização social das favelas. São eles. por exemplo, que orientam os pais na aquisição de serviços, como TV por assinatura, e decidem as marcas de alimentos e o consumo de eletrônicos.
A pesquisa incluiu levantamento qualitativo apenas no Rio de Janeiro. E a visão dos jovens mostrou-se otimista: 51% deles consideram que a comunidade melhorou nos últimos dois anos, e 63% acreditam que vai continuar melhorando. Mesmo assim, o preconceito ainda persiste, na visão deste grupo, fazendo com que 49% deles prefiram não dizer onde vivem.
(Exame, http: goo.gl 4fMqxx. 20.02.2013. Adaptado)
Uma frase condizente com as informações do texto é:
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92Q1079762 | Português, Sintaxe, Soldado da PM, PM SP, VUNESP

Assinale a alternativa que completa, correta e respectivamente, as lacunas, de acordo corn a norma-padrão escrita da língua portuguesa. ____________melhorias nos indicadores socioeconòmicos, o que_______________ na percepção que os moradores de favelas têm do lugar que_____________.
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93Q1079784 | Geografia, Geografia Econômica, Soldado da Polícia Militar, PM SP, VUNESP

De acordo com a ONU, o problema ambiental já afeta 3,6 bilhões de hectares, somando 25% da massa terrestre, e ameaça a subsistência de mais de um bilhão de pessoas em cerca de 110 países. Na região subsaariana da África, por exemplo, de 20% a 50% das terras já apresentam esse problema, prejudicando mais de 200 milhões de pessoas. A situação também é grave na Ásia e na América Latina, somando mais de 516 milhões de hectares, na Austrália, no Oriente Médio e no oeste dos Estados Unidos. Em todo o mundo, a extensão territorial onde ocorre o problema aumentou mais de 50% durante o século 20. (Planeta, disponível em:<goo.gl/Kb05Bw>. Adaptado) O texto descreve fatos relacionados
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94Q1079640 | Português, Crase, Estágio, PM SP, VUNESP

Texto associado.

O Brasil, a rotatória e os analfabetismos

O caro leitor certamente já ouviu e/ou leu matérias a respeito do nosso analfabetismo funcional. Estudos recentes informam que apenas 24% dos brasileiros letrados entendem textos de alguma complexidade.

Nossa dificuldade com o texto é inegável e não escolhe classe social. Não pense o leitor que ela é ”privilégio” de pobres ou de gente pouco escolarizada. A leitura de trabalhos de conclusão de curso de muitos e muitos alunos de letras (sim, de letras!) prova que a situação é dramática.

O livro “Problemas de Redação”, do professor Alcir Pécora, mostra que alunos da primeira turma de estudos linguísticos de uma das mais importantes universidades do país concluíram o curso sem a mínima condição de ler e/ou escrever de acordo com a escolaridade formal que detinham.

Mas o nosso analfabetismo não é apenas verbal, ou seja, não se limita ao que é expresso por meio da língua; ele é também não verbal, isto é, abrange também a dificuldade para lidar com signos que não se valem da palavra escrita ou dita, mas, por exemplo, de imagens, de cores etc.

Boa parte da barbárie brasileira pode ser demonstrada pelo que se vê no trânsito das nossas cidades. Ora por falta de vergonha, ora por analfabetismo verbal e/ou não verbal + falta de vergonha, os brasileiros provamos, um bilhão de vezes por minuto, que este país não deu certo.

Uma das situações que acabo de citar pode ser ilustrada pelos semáforos. Decerto os brasileiros conhecemos o que significam os signos não verbais (as três cores) que há nos “faróis” ou “sinaleiras”. O desrespeito ao significado desses signos não decorre do analfabetismo (verbal ou não verbal), mas da falta de vergonha.

Agora a segunda situação. Nada melhor do que as rotatórias para ilustrá-la. Em todos os muitos cantos do mundo pelos quais já passei, a rotatória é tiro e queda: funciona. Os motoristas conhecem o significado desse signo não verbal e respeitam-no. No Brasil, o que mais se vê é gente entrando a mil na rotatória, literalmente soltando baba, bestas-feras que são. Quando me aproximo de uma rotatória e já há um carro dentro dela, paro e dou a preferência. Começa a buzinação. A ignorância é atrevida, arrogante, boçal. Mas eu aguento: enquanto o outro não passa, faço movimentos circulares com a mão para mostrar ao outro motorista que aquilo é uma rotatória e que ele, por ter entrado antes, é quem tem a preferência. Quase sempre alguém fura a fila e passa exibindo outro signo não verbal (dedo médio em riste), mais um a traduzir o nosso elevado grau de barbárie.

Não sou dos que dizem que este país é maravilhoso, que a nossa sociedade é maravilhosa. Não há solução para a barbárie brasileira que não comece pela admissão e pela exposição da nossa vergonhosa barbárie de cada dia sob todas as suas formas de manifestação. A barbárie é filha direta da ignorância e se manifesta pelo atrevimento inerente à ignorância. Falta competência de leitura, verbal e não verbal; falta educação, formal e não formal. Falta vergonha. Falta delicadeza. Falta começar tudo de novo. É isso.

(Pasquale Cipro Neto, Folha de S.Paulo, 20 de março de 2014. Adaptado)

A frase do texto, reescrita, que se mantém correta, considerando as regras de uso do acento indicativo de crase, é:
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95Q1079655 | Português, Interpretação de Textos, Oficial do Quadro Auxiliar, PM SP, VUNESP

Texto associado.

Leia o texto para responder à questão.

A pirataria para o brasileiro é algo tão comum que mal pensamos que este ato, na verdade, é ilegal. Nada como comprar aquele DVD pirata no camelô ou baixar um filminho no Pirate Bay para assistir com a namorada no final de semana, não é verdade? Entretanto, você já se indagou alguma vez se poderia ser punido por isso?

Existe uma lenda urbana em nosso país que define como criminoso apenas quem lucra com a pirataria digital. Em outras palavras, a crença que circula de boca em boca é que somente vendedores ambulantes, falsificadores e sites que hospedam esse tipo de conteúdo são passíveis de punição jurídica. Entretanto, não é bem assim que funciona.

O STJ já reforçou mais de uma vez que o download de obras que possuem direitos autorais configura crime. Mas por que ninguém é preso ou recebe multas? Simples: a aceitação cultural é tão grande que não existe quase nenhum tipo de fiscalização ou punição para a reprodução e distribuição deste tipo de conteúdo.

(Vinicius Munhoz, Como a pirataria é castigada em outros países do mundo? Disponível em: www.tecmundo.com.br. 14.07.2015.)

Uma frase escrita em conformidade com a norma culta e coerente com o que se afirma no trecho do texto – O STJ já reforçou mais de uma vez que o download de obras que possuem direitos autorais configura crime. – é:
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96Q1079656 | Português, Interpretação de Textos, Oficial do Quadro Auxiliar, PM SP, VUNESP

Texto associado.

Leia o prólogo do livro O guarani, de José de Alencar, para responder à questão.

Prólogo

Minha prima. – Gostou da minha história, e pede-me um romance; acha que posso fazer alguma coisa neste ramo de literatura.

Engana-se; quando se conta aquilo que nos impressionou profundamente, o coração é que fala; quando se exprime aquilo que outros sentiram ou podem sentir, fala a memória ou a imaginação.

Esta pode errar, pode exagerar-se; o coração é sempre verdadeiro, não diz senão o que sentiu; e o sentimento, qualquer que ele seja, tem a sua beleza.

Assim, não me julgo habilitado a escrever um romance, apesar de já ter feito um com a minha vida.

Entretanto, para satisfazê-la, quero aproveitar as minhas horas de trabalho em copiar e remoçar um velho manuscrito que encontrei em um armário desta casa, quando a comprei.

Estava abandonado e quase todo estragado pela umidade e pelo cupim, esse roedor eterno, que antes do dilúvio já se havia agarrado à arca de Noé, e pôde assim escapar ao cataclisma.

Previno-lhe que encontrará cenas que não são comuns atualmente, não as condene à primeira leitura, antes de ver as outras que as explicam.

Envio-lhe a primeira parte do meu manuscrito, que eu e Carlota temos decifrado nos longos serões das nossas noites de inverno, em que escurece aqui às cinco horas.

Adeus.

Minas, 12 de dezembro.

(José de Alencar, O guarani. Disponível em: www.dominiopublico.gov.br)

Considerando-se a obra O guarani em seu conjunto, percebe-se que, ao afirmar – quero aproveitar as minhas horas de trabalho em copiar e remoçar um velho manuscrito que encontrei em um armário desta casa, quando a comprei –, o autor
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97Q1079662 | Português, Morfologia, Oficial do Quadro Auxiliar, PM SP, VUNESP

Texto associado.

Leia o trecho de A ilustre casa de Ramires, de Eça de Queirós, para responder à questão.

Bocejando, apertando os cordões das largas pantalonas de seda que lhe escorregavam da cinta, Gonçalo, que durante todo o dia preguiçara, estirado no divan de damasco azul, com uma vaga dor nos rins, atravessou languidamente o quarto para espreitar, no corredor, o antigo relógio de charão. Cinco horas e meia!... Para desanuviar, pensou numa caminhada pela fresca estrada dos Bravais. Depois numa visita (devida já desde a Páscoa!) ao velho Sanches Lucena, eleito novamente deputado, nas Eleições Gerais de abril, pelo círculo de Vila Clara. Mas a jornada à Feitosa, à quinta do Sanches Lucena, demandava uma hora a cavalo, desagradável com aquela teimosa dor nos rins que o filara na véspera à noite, depois do chá, na Assembleia da Vila.

(Eça de Queirós, A ilustre casa de Ramires. Disponível em: www.dominiopublico.gov.br)

Depois numa visita (devida já desde a Páscoa!) ao velho Sanches Lucena,______________eleito novamente deputado, nas Eleições Gerais de abril, pelo círculo de Vila Clara.

Preservando-se as relações temporais estabelecidas no texto original, assinale a alternativa que preenche corretamente a lacuna desse trecho.

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98Q1079421 | Legislação Estadual, Constituição do Estado de São Paulo, Oficial Administrativo, PM SP, VUNESP

Para a organização da administração pública direta e indireta, inclusive as fundações instituídas ou mantidas por qualquer dos Poderes do Estado, a Constituição do Estado de São Paulo veda a acumulação remunerada de cargos públicos, exceto quando houver compatibilidade de horários de
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99Q1079689 | Legislação Estadual, Legislação do Estado de São Paulo, Oficial do Quadro Auxiliar, PM SP, VUNESP

De acordo com o artigo 50 da I-40-PM – Instruções para o atendimento de ocorrência em que haja o cometimento de infração penal praticada por policial militar –, nas ocorrências que envolvam integrantes da Corregedoria PM em serviço, se houver indícios do cometimento de crime militar, a instauração caberá ao
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100Q1079435 | Legislação Estadual, Legislação do Estado de São Paulo, Oficial Tecnólogo de Administração, PM SP, VUNESP

Pode­se afirmar, com relação ao Sistema de Informaçõe Operacionais da Polícia Militar (SIOPM), que:
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