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Questões de Concursos Polícia Civil MG

Resolva questões de Polícia Civil MG comentadas com gabarito, online ou em PDF, revisando rapidamente e fixando o conteúdo de forma prática.


361Q104355 | Enfermagem, Infecção Hospitalar, Analista da Polícia Civil Enfermagem, Polícia Civil MG, FUMARC

Considerando que o Ministério da Saúde estabelece normas técnicas para o processamento de artigos e superfícies em estabelecimento de saúde, avalie as afirmativas que seguem:

I. No mecanismo de transmissão de infecção nos hospitais, as mãos contaminadas do pessoal hospitalar atuam como importante meio de disseminação.

II. As autoclaves são equipamentos que se utilizam de vapor saturado para realizarem o processo de esteril ização.

III. As superfícies fixas (pisos, paredes, tetos, portas, mobiliários, equipamentos e demais instalações) não representam risco significativo de transmissão de infecção na área hospitalar.

IV. O quaternário de amônia é indicado para desinfecção de baixo nível e para superfícies e equipamentos em áreas de alimentação.

V. Independente do processo a ser submetido, todo artigo deverá ser considerado como ‘contaminado’, sem levar consideração o grau de sujidade presente.

Sobre o tema, estão CORRETAS as afirmativas:
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362Q200702 | Redação Oficial, Princípios da Redação Oficial, Escrivão de Polícia Civil, Polícia Civil MG, FUMARC, 2018

Para manter a impessoalidade, as comunicações oficiais devem ser sempre formais.
IDENTIFIQUE o fator que NÃO concorre para a formalidade na Redação Oficial:

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363Q174147 | Direito Constitucional, Organização Político Administrativa do Estado, Delegado de Polícia, Polícia Civil MG, PC MG

No Estado Federativo, o Distrito Federal

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364Q244566 | Informática, Técnico Assistente da Polícia Civil Administrativa, Polícia Civil MG, FUMARC

NÃO representa uma definição válida para o conceito de Sistema de Informação:
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365Q420334 | Direito Civil, Direito de Família, Delegado de Polícia Substituto, Polícia Civil MG, FUMARC, 2018

Considere as seguintes afirmativas a respeito do direito de família:

I. A diversidade de sexos entre os companheiros não é requisito essencial para a configuração da união estável.

II. A pessoa casada, mas separada de fato, pode constituir união estável.

III. De acordo com jurisprudência pacificada no âmbito do Superior Tribunal de Justiça, na união estável, na ausência de contrato de convivência, a partilha de bens exige prova do esforço comum.

IV. A pessoa divorciada, enquanto não houver sido homologada ou decidida a partilha de bens do casal, não pode constituir união estável.

Estão CORRETAS apenas as afirmativas:

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366Q105470 | Direito Constitucional, Funções Essenciais à Justiça, Analista da Polícia Civil Direito, Polícia Civil MG, FUMARC

A Constituição de 1988 agrupou, em um capítulo específico, disposições acerca do que denominou “Funções Essenciais à Justiça”. Sob essa rubrica, trata o texto constitucional do Ministério Público, da Advocacia Pública, da Defensoria Pública e da Advocacia privada. São, como afirma o próprio texto constitucional, pessoas ou órgãos que atuam perante o Poder Judiciário. Acerca do tema “Funções Essenciais à Justiça”, NÃO é correto afirmar:
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367Q179201 | Direito Administrativo, Princípios da Administração Pública, Delegado de Polícia, Polícia Civil MG, PC MG

São princípios da Administração Pública

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368Q180049 | Direito Processual Penal, Tribunal do Juri, Delegado de Polícia, Polícia Civil MG, PC MG

Ao julgar apelação interposta contra decisão do Tribunal do Júri, NÃO poderá o Tribunal de Apelação

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369Q106953 | Português, Pontuação, Analista da Polícia Civil Enfermagem, Polícia Civil MG, FUMARC

Texto associado.
O policiamento comunitário, hoje em dia, encontra-se amplamente disseminado nos países economicamente mais desenvolvidos. Sem dúvida isso é uma conquista desses países, pois essa é a forma de policiamento que mais se aproxima das aspirações da população: ter uma polícia que trabalhe próxima da comunidade e na qual ela possa crer e confiar.

Ter legitimidade para aplicar as leis significa poder contar com o apoio e a colaboração da população para exercer seu papel. Isso difere da falta de reação da população às ações da polícia, quer por apatia ou por medo, ou ainda, da reação daqueles que delínquem. Em qualquer um desses casos a reação da população já sugere que há um déficit de confiança na polícia.

Nos países economicamente mais desenvolvidos, a adoção do policiamento comunitário decorreu da constatação de que os modelos de policiamento em vigência não eram mais eficazes diante dos novos padrões de violência urbana que emergiram no fim dos anos 1960 e meados dos anos 1970. Ao longo desse período, cresceram, em muitos desses países, tanto diferentes formas de violência criminal como também manifestações coletivas (pacíficas ou não) por melhor acesso a direitos. O desempenho das polícias em coibir a violência criminal ou ao conter (ou reprimir) as manifestações coletivas adquiriu grande visibilidade e saliência, resultando em muitas críticas. Em decorrência disso, houve, em vários países, forte deterioração da imagem das forças policiais junto à população.

Uma pior imagem tem impacto na credibilidade da população na polícia. A falta ou baixa credibilidade afeta o desempenho da polícia no esclarecimento de delitos e, até mesmo, no registro de ocorrências. De maneira geral, quando não há confiança, a população hesita em relatar à polícia que foi vítima de violência ou, até mesmo, de fornecer informações que poderiam auxiliar a polícia a esclarecer muitos delitos.

O policiamento comunitário foi adotado nesses países como uma forma de melhorar o relacionamento entre a polícia e a sociedade. Para isso, procurou reconstruir a credibilidade e a confiança do público na polícia e, desse modo, melhorar o desempenho dela na contenção da violência urbana. A adoção desse tipo de policiamento não só exige empenho das autoridades e da comunidade, mas, sobretudo, mudança na cultura policial: requer retreinamento dos envolvidos, alteração na estrutura de poder de tomada de decisão com maior autonomia para os policiais que estão nas ruas; alteração nas rotinas de administração de recursos humanos, com a fixação de policiais a territórios; mudanças nas práticas de controle interno e externo e de desempenho, entre outros. Essas mudanças, por sua vez, exigem também que a decisão de implementar o policiamento comunitário seja uma política de governo, entendendo-se que tal decisão irá atravessar diferentes administrações: o policiamento comunitário leva anos para ser totalmente integrado pelas forças policiais.

No Brasil, ocorreram, ao longo dos últimos 18 anos, várias tentativas de implementar o policia- mento comunitário. Quase todas as experiências foram, nos diferentes Estados, lideradas pela Polícia Militar: a) em 1991, a Polícia Militar de São Paulo promoveu um Seminário Internacional sobre o Policiamento Comunitário, abordando os obstáculos para esse tipo de policiamento; b) em 1997, ainda em São Paulo, projetos piloto foram implantados em algumas áreas da capital; c) nessa mesma época, no Espírito Santo e em algumas cidades do interior do Estado, também houve experimentos com policia- mento comunitário; o mesmo se deu na cidade do Rio de Janeiro, nos morros do Pavão e Pavãozinho, com a experiência do GEPAE.

Apesar de não ter havido uma avaliação dessas experiências, os relatos dos envolvidos, tanto de policiais como da população, revelam satisfação com o processo e com os resultados e insatisfação com o término das mesmas.

Ao longo desses últimos anos, a violência urbana continuou a crescer e passou a atingir cidades que antes pareciam menos vulneráveis - aquelas de médio e pequeno porte. Nesse período, a população continuou a cobrar das autoridades uma melhora na eficiência das polícias. Essa melhora não depende só das autoridades, depende também da crença que a população tem na polícia: crença que as pessoas podem ajudar a polícia com informações e que essas serão usadas para identificar e punir responsáveis por delitos e não para colocar em risco a vida daqueles que tentaram ajudar a polícia a cumprir seu papel.

Sem a colaboração do público, a polícia não pode melhorar seu desempenho e essa colaboração exige confiança. A experiência tem demonstrado que o policiamento comunitário é um caminho seguro para se reconstruir a confiança e credibilidade do público na polícia. [...]

Leia o trecho a seguir, observando o emprego dos sinais de pontuação.

No Brasil, ocorreram, ao longo dos últimos 18 anos, várias tentativas de implementar o policiamento co- munitário. Quase todas as experiências foram, nos diferentes Estados, lideradas pela Polícia Militar: a) em 1991, a Polícia Militar de São Paulo promoveu um Seminário Internacional sobre o Policiamento Comunitário, abordando os obstáculos para esse tipo de policiamento; b) em 1997, ainda em São Paulo, projetos piloto foram implantados em algumas áreas da capital; c) nessa mesma época, no Espírito Santo e em algumas cidades do interior do Es- tado, também houve experimentos com policiamento comunitário; o mesmo se deu na cidade do Rio de Janeiro, nos morros do Pavão e Pavãozinho, com a experiência do GEPAE.

Quanto à pontuação do trecho, NÃO é correto afirmar:
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370Q106843 | Direito Penal, Tipicidade, Analista da Polícia Civil Direito, Polícia Civil MG, FUMARC

São elementos caracterizadores da culpa inconsciente, EXCETO:
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371Q552434 | Informática, PowerPoint, Escrivão de Polícia Civil, Polícia Civil MG, FUMARC, 2018

Analise as seguintes afirmativas sobre as opções disponíveis nos grupos e guias do Microsoft PowerPoint, versão português Office 2013:

I – Apagar, Dividir e Barras Aleatórias são opções de Transição de Slides.

II – O atalho de teclado “Shift+F5” inicia a apresentação a partir do slide que estiver selecionado.

III – Esmaecer, Surgir e Dividir são opções de Animação de elementos contidos em um Slide.

Está CORRETO o que se afirma em:

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372Q241416 | Direitos Humanos, Técnico Assistente da Polícia Civil Técnico em Radiologia, Polícia Civil MG, FUMARC

Constituem objetivos da República Federativa do Brasil, EXCETO:

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373Q545659 | Física, Policial Civil Agente, Polícia Civil MG, ACADEPOL MG

Um carro com velocidade constante de 20 m/s avança um sinal e neste mesmo instante um motociclista da policia sai, do repouso, em perseguição a este carro com aceleração constante de 8 m/s2. Quanto tempo ele demora para alcançar o carro?

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374Q244120 | Direitos Humanos, Técnico Assistente da Polícia Civil Técnico em Radiologia, Polícia Civil MG, FUMARC

Podem ser considerados avanços da política brasileira na arena internacional de proteção dos direitos humanos, EXCETO:

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375Q172677 | Direito Constitucional, Características e limitações, Delegado de Polícia, Polícia Civil MG, PC MG

Com base na teoria geral do Poder Constituinte, podemos entender como poder institucionalizado

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376Q448336 | Direito Constitucional, Congresso Nacional, Escrivão de Polícia Civil, Polícia Civil MG, FUMARC, 2018

Sobre o processo de formação dos tratados internacionais, NÃO é correto afirmar:
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379Q388048 | História, História Geral, Policial Civil Agente, Polícia Civil MG, ACADEPOL MG

Em meados do século XX, os países africanos recuperaram sua independência depois de décadas de exploração colonial. Sobre as condições político-econômica-sociais da África, após o processo de descolonização, pode-se afirmar, EXCETO:

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380Q176636 | Direito Penal, Imputabilidade Penal, Delegado de Polícia, Polícia Civil MG, PC MG

Quanto à imputabilidade penal, assinale a afirmativa CORRETA.

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