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Questões de Concursos Polícia Civil RJ

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581Q218676 | Biologia, Identidade dos seres vivos, Perito Criminal Biologia, Polícia Civil RJ, IBFC

São besouros longos e delgados, distinguidos pelos élitros curtos, com seis ou sete ventritos visíveis. Asas posteriores bem desenvolvidas, dobrando-se sobre o élitro. São insetos ativos que correm e voam rapidamente, mantendo o ápice do abdome erguido. Cabeça prognata, às vezes defletida, têm mandíbulas longas, delgadas, geralmente cruzadas na frente da cabeça. Antenas filiformes ou moniliformes. Tanto larvas quanto adultos possuem hábitos predadores, sendo as larvas de dípteros o seu alimento preferido. Mas podem comer outros táxons que ocorrem no cadáver. Chegam ao cadáver, geralmente, no estágio de inchamento, quando são intensas as atividades das larvas de dípteros. O texto acima se refere à ordem Coleóptera. Assinale a família descrita:

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582Q218707 | Biologia, Perito Legista, Polícia Civil RJ, FGV

As alternativas a seguir referem-se às vantagens de usar cabelo como amostra biológica, à exceção de uma. Assinale-a.

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583Q458883 | Direito Penal, Crimes Contra a Propriedade Intelectual, Papiloscopista Policial, Polícia Civil RJ, IBFC

Segundo o entendimento sumulado pelo Superior Tribunal de Justiça, aquele que expõe à venda CDs e DVDs piratas pratica:
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584Q815033 | Legislação Federal, Lei 9099 1995, Inspetor, Polícia Civil RJ, FGV

Relativamente aos Juizados Especiais Criminais, assinale a afirmativa incorreta.

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585Q219657 | Biologia, Perito Criminal Biologia, Polícia Civil RJ, IBFC

Esta parcela é representada pelo custo mínimo de reparação objetivo e imediato, utilizando-se de técnicas práticas e factíveis, que retornem o mais próximo da condição anterior ao menor custo possível.” Esse texto refere-se:

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587Q172598 | Direito Administrativo, Atos Administrativos, Delegado de Polícia, Polícia Civil RJ, CEPERJ

Em relação aos elementos constitutivos do ato administrativo, é correto afirmar que:

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588Q217212 | Direito Constitucional, Teoria da Constituição, Papiloscopista Policial, Polícia Civil RJ, IBFC

O Supremo Tribunal Federal editou a Súmula Vinculante nº 25, reconhecendo como ilícita a prisão do depositário infel, qualquer que seja a modalidade do depósito. No julgamento, o STF considerou que o artigo 5º, inciso XLVII, da Constituição Federal perdeu aplicação prática, uma vez que a prisão nesse caso não decorre do texto constitucional, mas de norma infraconstitucional, que lhe dava aplicação prática. Considerando que esta norma contraria tratado internacional de direitos humanos, de natureza supralegal, não há como persistir com a referida modalidade de prisão civil no ordenamento jurídico. Desta forma, pode-se dizer que o STF entendeu que o artigo 5º, inciso XLVII, da Constituição Federal é uma norma de:
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589Q174245 | Direito Processual Penal, Modificação de competência, Delegado de Polícia, Polícia Civil RJ, CEPERJ

Considerando as assertivas abaixo, marque a alternativa correta:

I- De acordo com o entendimento do Supremo Tribunal Federal constitui nulidade absoluta a inobservância da competência penal por prevenção.

II- Conforme entendimento jurisprudencial dominante haverá violação das garantias do juiz natural, da ampla defesa e do devido processo legal a atração por continência ou conexão do processo do corréu ao foro por prerrogativa de função de um dos denunciados.

III- Considerando o contido na Lei 11.464/07, que alterou dispositivo da lei de crimes hediondos, foi suprimida a proibição de liberdade provisória nos crimes considerados hediondos, permitindo-se a progressão de regime dos mesmos.

IV- Em decorrência da recente reforma do Código de Processo Penal que passou a preconizar o principio da oralidade na realização dos atos processuais, pode-se afirmar que houve uma mitigação com relação ao Inquérito Policial, que até então tinha como característica ser eminentemente escrito.

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590Q180911 | Direito Processual Penal, Princípios do Direito Processual Penal, Delegado de Polícia, Polícia Civil RJ, CEPERJ

Dois acórdãos paradigmáticos do STF afirmam o seguinte:

HABEAS CORPUS. INCONSTITUCIONALIDADE DA CHAMA- DA EXECUÇÃO ANTECIPADA DA PENA. ART. 5º, LVII, DA CONSTITUIÇÃO DO BRASIL. 1. O art. 637 do CPP estabelece que o recurso extraordinário não tem efeito suspensivo, e uma vez arrazoados pelo recorrido os autos do traslado, os originais baixarão à primeira instância para a execução da sentença. A Lei de Execução Penal condicionou a execução da pena privativa de liberdade ao trânsito em julgado da sentença condenatória. A Constituição do Brasil de 1988 definiu, em seu art. 5º, inciso LVII, que ninguém será considerado culpado até o trânsito em julgado de sentença penal condenatória. 2. Daí a conclusão de que os preceitos veiculados pela Lei n. 7.210/84, além de adequados à ordem constitucional vigente, sobrepõem-se, temporal e materialmente, ao disposto no art. 637 do CPP. 3. Disso resulta que a prisão antes do trânsito em julgado da condenação somente pode ser decretada a título cautelar. 4. A ampla defesa, não se a pode visualizar de modo restrito. Engloba todas as fases processuais, inclusive as recursais de natureza extraordinária. Por isso, a execução da sentença após o julgamento do recurso de apelação significa, também, restrição do direito de defesa, caracterizando desequilíbrio entre a pretensão estatal de aplicar a pena e o direito, do acusado, de elidir essa pretensão. 5. A antecipação da execução penal, ademais de incompa- tível com o texto da Constituição, apenas poderia ser justificada em nome da conveniência dos magistrados não do processo penal. A prestigiar-se o princípio constitucional, dizem, os tribunais [leia-se STJ e STF] serão inundados por recursos especiais e extraordinários, e subsequentes agravos e embargos, além do que ninguém mais será preso. Eis o que poderia ser apontado como incitação à jurisprudência defensiva, que, no extremo, reduz a amplitude ou mesmo amputa garantias constitucionais. A comodidade, a melhor operacionalidade de funcionamento do STF, não pode ser lograda a esse preço. 6. Nas democracias, mesmo os criminosos são sujeitos de direitos. Não perdem essa qualidade, para se transformarem em objetos processuais. São pessoas inseridas entre aquelas beneficiadas pela afirmação constitucional da sua dignidade. É inadmissível a sua exclusão social, sem que sejam consideradas, em quaisquer circunstâncias, as singularidades de cada infração penal, o que somente se pode apurar plenamente quando transitada em julgado a condenação de cada qual Ordem concedida. (STF, HC 85417, 02/09/08, Rel. para o acórdão Min. Eros Graus) A privação cautelar da liberdade individual reveste-se de caráter excepcional, somente devendo ser decretada ou mantida em situações de absoluta necessidade. A prisão cautelar, para legitimar-se em face de nosso sistema jurídico, impõe - além da satisfação dos pressupostos a que se refere o art. 312 do CPP (prova da existência material do crime e presença de indícios suficientes de autoria) - que se evidenciem, com fundamento em base empírica idônea, razões justificadoras da imprescindibilidade dessa extraordinária medida cautelar de privação da liberdade do indiciado ou do réu. - A questão da decretabilidade ou manutenção da prisão cautelar. Possibilidade excepcional, desde que satisfeitos os requisitos mencionados no art. 312 do CPP. Necessidade da verificação concreta, em cada caso, da imprescindibilidade da adoção dessa medida extraordinária. Precedentes. A MANUTENÇÃO DA PRISÃO EM FLAGRANTE - ENQUANTO MEDIDA DE NATUREZA CAUTELAR - NÃO PODE SER UTILIZADA COMO INSTRUMENTO DE PUNI- ÇÃO ANTECIPADA DO INDICIADO OU DO RÉU. - A prisão cautelar não pode - e não deve - ser utilizada, pelo Poder Público, como instrumento de punição antecipada daquele a quem se imputou a prática do delito, pois, no sistema jurídico brasileiro, fundado em bases democráticas, prevalece o princípio da liberdade, incompatível com punições sem processo e inconciliável com condenações sem defesa prévia. A prisão cautelar - que não deve ser confundida com a prisão penal - não objetiva infligir punição àquele que sofre a sua decretação, mas destina-se, considerada a função cautelar que lhe é inerente, a atuar em benefício da atividade estatal desenvolvi- da no processo penal. A GRAVIDADE EM ABSTRATO DO CRIME NÃO CONSTITUI FATOR DE LEGITIMAÇÃO DA PRIVAÇÃO CAUTELAR DA LIBERDADE. - A natureza da infração penal não constitui, só por si, fundamento justificador da decretação da prisão cautelar daquele que sofre a persecução criminal instaurada pelo Estado. Precedentes. AUSÊNCIA DE DEMONSTRAÇÃO, NO CASO, DA NECESSIDADE CONCRETA DE MANTER-SE A PRISÃO EM FLAGRANTE DO PACIENTE. - Sem que se caracterize situação de real necessidade, não se legitima a privação cautelar da liberdade individual do indiciado ou do réu. Ausentes razões de necessidade, revela-se incabível, ante a sua excepcionalidade, a decretação ou a subsistência da prisão cautelar. O POSTULADO CONSTITUCIONAL DA PRESUNÇÃO DE INOCÊNCIA IMPEDE QUE O ESTADO TRATE, COMO SE CULPADO FOSSE, AQUELE QUE AINDA NÃO SOFREU CONDENAÇÃO PENAL IRRECORRÍVEL. - A prerrogativa jurídica da liberdade - que possui extração constitucional (CF, art. 5º, LXI e LXV) - não pode ser ofendida por interpretações doutrinárias ou jurisprudenciais, que, fundadas em preocupante discurso de conteúdo autoritário, culminam por consagrar, paradoxalmente, em detrimento de direitos e garantias fundamentais proclamados pela Constituição da República, a ideologia da lei e da ordem. - Mesmo que se trate de pessoa acusa-da da suposta prática de crime hediondo, e até que sobrevenha sentença penal condenatória irrecorrível, não se revela possível - por efeito de insuperável vedação constitucional (CF, art. 5º, LVII) - presumir-lhe a culpabilidade. No sistema jurídico brasileiro, não se admite, por evidente incompatibilidade com o texto da Constituição, presunção de culpa em sede processual penal. Inexiste, em consequência, no modelo que consagra o processo penal democrático, a possibilidade jurídico-constitucional de culpa por mera suspeita ou por simples presunção. - Ninguém pode ser tratado como culpado, qualquer que seja a natureza do ilícito penal cuja prática lhe tenha sido atribuída, sem que exista, a esse respeito, decisão judicial condenatória transitada em julgado. O princípio constitucional da presunção de inocência, em nosso sistema jurídi- co, consagra, além de outras relevantes consequências, uma regra de tratamento que impede o Poder Público de agir e de se comportar, em relação ao suspeito, ao indiciado, ao denunciado ou ao réu, como se estes já houvessem sido condenados, definitivamente, por sentença do Poder Judiciário. Precedentes. Precedentes. (STF, HC 93056, 16/12/2008, Ministro Celso de Mello)

Da leitura dos arestos supra pode-se dizer que o Desenho Constitucional do Processo Penal brasileiro tem cariz:

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591Q219609 | Farmácia, Perito Criminal Farmácia, Polícia Civil RJ, IBFC

É uma doença de veiculação hídrica:

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592Q218341 | Direito Constitucional, Meio Ambiente, Papiloscopista Policial, Polícia Civil RJ, IBFC

Assinale a alternativa em que ambos os ecossistemas descritos são considerados patrimônio nacional pelo texto da Constituição Federal:
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593Q218109 | Informática, Correio Eletrônico, Papiloscopista Policial, Polícia Civil RJ, IBFC

Quanto ao Microsoft Outlook 2010, analise as afirmativas abaixo, dê valores Verdadeiro (V) ou Falso (F) e assinale a alternativa que apresenta a sequência correta (de cima para baixo):
( ) a versão do Outlook 2010 possui a mesma funcionalidade do Internet Explorer 9 em navegar pelos sites.
( ) O Outlook 2010 não permite configurar para acesso POP3.
( ) Não existe a possibilidade de receber e-mails pelo Outlook 2010 com uma conta do Gmail.
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594Q175109 | Direito Constitucional, Controle de Constitucionalidade, Delegado de Polícia, Polícia Civil RJ, FUNCAB

Acerca do instrumento hábil para realizar o controle de constitucionalidade de lei ou ato normativo municipal em face do texto federal, assinale a alternativa correta.
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595Q219718 | Odontologia, Perito Legista, Polícia Civil RJ, FGV

Um indivíduo foi classificado dentro da sistematização das rugosidades palatinas como Tipo II.

Assinale a alternativa que apresenta a descrição das rugosidades palatinas desse indivíduo:

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596Q179322 | Direito Civil, Direito de Família, Delegado de Polícia, Polícia Civil RJ, FUNCAB

De acordo como Código Civil, na união estável, salvo contrato escrito entre os companheiros, aplica-se às relações patrimoniais, no que couber, o regime:
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597Q220197 | Medicina Legal, Perito Legista, Polícia Civil RJ, FGV

Os recém-nascidos são muito mais vulneráveis às modificações da temperatura ambiente. As razões para isso estão listadas a seguir, à exceção de uma. Assinale-a.

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598Q806610 | Legislação Federal, Crimes Hediondos e Abuso de Autoridade, Inspetor, Polícia Civil RJ, FGV

Com relação aos crimes hediondos, assinale a afirmativa incorreta.

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599Q219629 | Farmácia, Perito Criminal Farmácia, Polícia Civil RJ, IBFC

A coagulação é desencadeada in vivo pela via extrínseca. Nesta via quem inicia a cascata de ativação é o fator:

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600Q219886 | Medicina Legal, Perito Legista, Polícia Civil RJ, FGV

O artigo 26 do Código Penal Brasileiro diz: “É isento de pena o agente que, por doença mental ou por desenvolvimento mental incompleto ou retardado, era, ao tempo da ação ou omissão, inteiramente incapaz de entender o caráter ilícito do fato ou de determinar-se de acordo com esse entendimento”.

A partir do fragmento acima, analise as afirmativas a seguir.

I. A expressão doença mental, para fins penais, inclui psicoses, demências e crises de epilepsia.

II. Quando isenta de pena o agente, admite que não houve crime.

III. A expressão desenvolvimento mental incompleto abrange oligofrênicos, surdos-mudos e silvícolas.

Assinale:

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