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Questões de Concursos Polícia Militar SP

Resolva questões de Polícia Militar SP comentadas com gabarito, online ou em PDF, revisando rapidamente e fixando o conteúdo de forma prática.


361Q53636 | Português, Aspirante da Polícia Militar, Polícia Militar SP, VUNESP

Duração

O tempo era bom? Não era
O tempo é, para sempre.
A hera da antiga era
roreja* incansavelmente.

Aconteceu há mil anos?
Continua acontecendo.
Nos mais desbotados panos
estou me lendo e relendo.

Tudo morto, na distância
que vai de alguém a si mesmo?
Vive tudo, mas sem ânsia
de estar amando e estar preso.

Pois tudo enfim se liberta
de ferros forjados no ar.
A alma sorri, já bem perto
da raiz mesma do ser.

(Carlos Drummond de Andrade. As impurezas do branco)

*brota gota a gota: orvalho, suor, lágrima

Na passagem “A alma sorri, já bem perto / da raiz mesma do ser.”, entende-se que a expressão em destaque aponta no ser humano
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362Q18056 | Português, Tecnólogo de Administração, Polícia Militar SP, VUNESP

Texto associado.
Leia o trecho de Vidas secas, de Graciliano Ramos, para responder à  questão.

Fabiano tinha ido à feira da cidade comprar mantimentos. Precisava sal, farinha, feijão e rapaduras. Sinhá Vitória pedira além disso uma garrafa de querosene e um corte de chita vermelha. Mas o querosene de seu Inácio estava misturado com água, e a chita da amostra era cara demais.

Fabiano percorreu as lojas, escolhendo o pano, regateando um tostão em côvado, receoso de ser enganado. Andava irresoluto, uma longa desconfiança dava-­lhe gestos oblíquos. À tarde puxou o dinheiro, meio tentado, e logo se arrependeu, certo de que todos os caixeiros furtavam no preço e na medida: amarrou as notas na ponta do lenço, meteu­-as na algibeira, dirigiu-­se à bodega de seu Inácio.

Aí certificou-­se novamente de que o querosene estava batizado e decidiu beber uma pinga, pois sentia calor. Seu Inácio trouxe a garrafa de aguardente. Fabiano virou o copo de um trago, cuspiu, limpou os beiços à manga, contraiu o rosto. Ia jurar que a cachaça tinha água. Por que seria que seu Inácio botava água em tudo? perguntou mentalmente. Animou-­se e interrogou o bodegueiro:

- Por que é que vossemecê bota água em tudo?

Seu Inácio fingiu não ouvir. E Fabiano foi sentar-­se na calçada, resolvido a conversar. O vocabulário dele era pequeno, mas em horas de comunicabilidade enriquecia­-se com algumas expressões de seu Tomás da bolandeira. Pobre de seu Tomás. Um homem tão direito andar por este mundo de trouxa nas costas. Seu Tomás era pessoa de consideração e votava. Quem diria?

(Graciliano Ramos. Vidas secas. 118. ed. Rio de Janeiro/São Paulo: Record, 2012, p. 27­28. Adaptado)
Na apresentação de seu Tomás da bolandeira, percebe-­se
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363Q11160 | Português, Aluno Oficial, Polícia Militar SP, VUNESP

Texto associado.
Leia o texto para responder às questões

Os leitores da revista podem achar estranhos os nomes Jorchual, Carkelys, Marvinia e Lourds. Mas todos eles são de pessoas que poderiam perfeitamente ter nascido no Brasil. São estudantes esforçados que sonham em seguir uma boa carreira. Donas de casa preocupadas com o bem-estar dos filhos. Profissionais liberais com garra para trabalhar. Por terem nascido e viverem na Venezuela, porém, mesmo para as coisas mais elementares, como comprar carne em um açougue ou expressar sua opinião pessoal, eles precisam batalhar. Desde fevereiro, centenas de milhares de venezuelanos como eles foram às ruas protestar, na maioria das vezes pacificamente, contra o governo. O presidente Nicolás Maduro reagiu colocando todas as forças de segurança do Estado, além de milícias paramilitares, para reprimir as manifestações e espalhar o terror entre os cidadãos que ousam se organizar para lutar por seus direitos.

(Veja, 16.04.2014. Adaptado)
Na última oração do texto – … para lutar por seus direitos. –, o pronomes seus refere-se
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364Q558511 | Informática, Busca e Pesquisa, Especialista em Administração, Polícia Militar SP, CETRO

É possível otimizar pesquisas no site de buscas Google, utilizando alguns recursos mais avançados denominados operadores. A respeito desse assunto, correlacione a coluna A, contendo o nome dos operadores com a coluna B, contendo suas respectivas funções e, em seguida, assinale a alternativa que apresenta a sequência correta.

Coluna A

1. site:

2. intitle:

3. filetype:

4. * (Asterisco)

5. “ “ (Aspas)

Coluna B

( ) Solicita complementos possíveis para uma pesquisa ou pode ser usado para completar nomes na barra de pesquisa.

( ) Busca retornar sites que contenham em seu título o termo especificado pelo usuário.

( ) Restringe a busca à expressão exata que se deseja pesquisar.

( ) Permite especificar o tipo de domínios dos sites em que se deseja pesquisar.

( ) Permite filtrar sites que contenham arquivos com tipo de extensões específicas.

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365Q194778 | Português, Interpretação de Textos, Aluno Oficial CFO, Polícia Militar SP, VUNESP

Texto associado.

Leia dois trechos do conto O Pároco da Aldeia, de Alexandre Herculano, para responder às questões

I. A árvore da ciência, transplantada do Éden, trouxe consigo a dor, a condenação e a morte; mas a sua pior peçonha guardou-se para o presente: foi o ceticismo.
II. Feliz a inteligência vulgar e rude, que segue os caminhos da vida com os olhos fitos na luz e na esperança postas pela religião além da morte, sem que um momento vacile, sem que um m omento a luz se apague ou a esperança se desvaneça!

                     (Extraído de Massaud Moisés, A literatura portuguesa)

No trecho I, o termo peçonha significa metaforicamente

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366Q8558 | Legislação Estadual, Legislação Estadual de São Paulo, Oficial Administrativo, Polícia Militar SP, VUNESP

Nos termos do que determina a Constituição do Estado de São Paulo, assinale a alternativa correta.
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367Q53626 | Português, Aspirante da Polícia Militar, Polícia Militar SP, VUNESP

AUTOR – Eu sou o autor de uma mulher que inventei e a quem dei o nome de Ângela Pralini. Eu vivia bem com ela. Mas ela começou a me inquietar e vi que eu tinha de novo que assumir o papel de escritor para colocar Ângela em palavras porque só então posso me comunicar com ela.
Eu escrevo um livro e Ângela outro: tirei de ambos o supérfluo.
Eu escrevo à meia-noite porque sou escuro. Ângela escreve de dia porque é quase sempre luz alegre.
Este é um livro de não memórias. Passa-se agora mesmo, não importa quando foi ou é ou será esse agora mesmo.
(…)
ÂNGELA – Viver me deixa trêmula.
AUTOR – A mim também a vida me faz estremecer.
ÂNGELA – Estou ansiosa e aflita.
AUTOR – Vejo que Ângela não sabe como começar. Nascer é difícil. Aconselho-a a falar mais facilmente sobre fatos? Vou ensiná-la a começar pelo meio. Ela tem que deixar de ser tão hesitante porque senão vai ser um livro todo trêmulo, uma gota d’água pendurada quase a cair e quando cai divide-se em estilhaços de pequenas gotas espalhadas. Coragem, Ângela, comece sem ligar para nada.

(Clarice Lispector. Um sopro de vida)

Na construção da narrativa, revela-se que Autor e Ângela têm algumas preferências
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368Q704919 | Português, Interpretação de Textos, Soldado da Polícia Militar, Polícia Militar SP, VUNESP, 2019

Texto associado.
                                                                                                 Mais ócio, por favor
Quando o sociólogo italiano Domenico De Masi lançou o conceito de “ócio criativo”, em seu livro homônimo de 2000, foi alçado à
condição de pensador revolucionário e à lista dos mais vendidos.
O sucesso se deveu à explicação do espírito daquele tempo, ao apontar que tão essencial ao crescimento profissional quanto o estudo e
o trabalho eram os momentos de desconexão com a labuta que abririam as portas para a criatividade e para “pensar fora da caixinha”. A
intenção era alcançar uma fusão entre estudo, trabalho e lazer para aprimorar o conhecimento, vivenciar diferentes experiências e instigar a
criatividade.
Com o lançamento de “Uma Simples Revolução”, um best-seller, o sociólogo prega uma nova guinada no pensamento empresarial.
Ao analisar as taxas de desemprego e de desocupação, para De Masi, a única saída é reduzir a carga de trabalho individual e abrir novas
vagas. “Se as regras do jogo não mudarem, o desemprego – aberto ou oculto – está destinado a crescer em dimensão patológica”, escreve.
O Brasil é um dos países que vivem essa realidade, com um desemprego de mais de 13 milhões de pessoas, segundo dados mais
recentes do IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística). Mais de 5 milhões de pessoas procuram trabalho no país há um ano ou
mais, o que representa quase 40% desse total.
A lógica do mercado não ajuda a melhorar esses números. As empresas tentam reduzir suas folhas de pagamento, mesmo que isso
signifique mais horas extras.
Só que, de acordo com o sociólogo, quanto mais horas um indivíduo trabalha, mais ele contribui para a taxa de desocupação. “Na
Alemanha, onde todos trabalham, em média, 1400 horas, o desemprego está em 3,8% e o emprego está em 79%. Já na Itália, onde um
italiano trabalha em média 1800 horas, o desemprego está em 11% e o emprego está em 58%”, detalha.
“Para eliminar o desemprego, o único remédio válido é reduzir as horas de trabalho, mantendo o salário e aumentando o número de
vagas”, diz, em entrevista ao UOL.
(Lúcia Valentim Rodrigues, “Mais ócio, por favor”. https://noticias.uol.com.br. Adaptado)
Assinale a alternativa em que se transcreve uma passagem do texto na qual o termo destacado é empregado em
sentido figurado.
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369Q671513 | Direito Processual Penal, Da Prisão em Flagrante, Cabo da Polícia Militar, Polícia Militar SP, VUNESP, 2020

Em relação à prisão em flagrante, assinale a alternativa correta.
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370Q53634 | Português, Aspirante da Polícia Militar, Polícia Militar SP, VUNESP

– Bem dizia eu, que aquela janela…
– É a janela dos rouxinóis.
– Que lá estão a cantar.
– Então, esses lá estão ainda como há dez anos – os mesmos ou outros – mas a menina dos rouxinóis foi-se e não voltou.
– A menina dos rouxinóis? Que história é essa? Pois deveras tem uma história aquela janela?
– É um romance todo inteiro, todo feito, como dizem os franceses, e conta-se em duas palavras.
– Vamos a ele. A menina dos rouxinóis, menina com olhos verdes! Deve ser interessantíssimo. Vamos à história já.
– Pois vamos. Apeiemos e descansemos um bocado.
Já se vê que este diálogo passava entre mim e outro dos nossos companheiros de viagem. Apeamo-nos, com efeito; sentamo-nos; e eis aqui a história da menina dos rouxinóis como ela se contou.
É o primeiro episódio da minha odisseia: estou com medo de entrar nele porque dizem as damas e os elegantes da nossa terra que o português não é bom para isto, que em francês que há outro não sei quê…
Eu creio que as damas que estão mal informadas, e sei que os elegantes que são uns tolos; mas sempre tenho meu receio, porque, enfim, deles me rio eu; mas poesia ou romance, música ou drama de que as mulheres não gostem é porque não presta.
Ainda assim, belas e amáveis leitoras, entendamo-nos: o que eu vou contar não é um romance, não tem aventuras enredadas, peripécias, situações e incidentes raros; é uma história simples e singela, sinceramente contada e sem pretensão.   
Acabemos aqui o capítulo em forma de prólogo e a matéria do meu conto para o seguinte.
(Almeida Garrett. Viagens na Minha Terra)
Observe as frases:

• Chegamos ____________fim do capítulo em forma de _______  , com a matéria do meu conto para o seguinte.
• Discordo ________ certas damas e certos tolos, que preferem _________ para se contar uma história.

De acordo com a norma-padrão e os sentidos do texto, as lacunas devem ser preenchidas, respectivamente, com: 
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371Q672528 | Português, Interpretação de Textos, Cabo da Polícia Militar, Polícia Militar SP, VUNESP, 2020

Texto associado.
Leia o texto para responder às questões de números 03 a 06.
                                          O início
    O ato da criação da Polícia Militar pode ser confirmado
pelos registros da reunião do conselho da Província de São
Paulo, presidida pelo Brigadeiro Rafael Tobias de Aguiar, rea-
lizada em 15 de dezembro de 1831. O efetivo inicial era com-
posto por 100 homens a pé e 30 a cavalo. A partir de março
de 1832, a Instituição, pela falta de aquartelamento próprio,
foi instalada na ala térrea do Convento do Carmo, situada no
quadrilátero da Sé e, hoje, demolida.
    A milícia paulista, nos seus 185 anos de existência, foi
organizada e reorganizada diversas vezes.
Inicialmente, recebeu o nome de Guarda Municipal
Permanente. No século 20, foi denominada Força Policial,
    Força Pública, entre outras denominações. Em 1926, foi cria-
da a Guarda-Civil de São Paulo, como instituição auxiliar da
Força Pública, mas sem o caráter militar desta.
    A menor unidade da Guarda Municipal Permanente, em
1831, era a esquadra, formada por um cabo e 24 soldados.
(http://www.policiamilitar.sp.gov. – Acesso em: 08.12.2019. Adaptado)
O tema central do texto pode ser definido como
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372Q672642 | Português, Interpretação de Textos, Cabo da Polícia Militar, Polícia Militar SP, VUNESP, 2020

Texto associado.
Leia o texto para responder às questões de números 08 a 12.
    Quem vai viajar e passar dias fora de casa, deve ficar
atento ao que vai postar nas redes sociais: elas podem vi-
rar uma arma para os assaltantes de plantão. O alerta é da
Polícia Militar e do Sindicato das Empresas de Segurança
Privada do Estado de São Paulo (Sesvesp).
    “Se a pessoa posta que está saindo de férias ou pelo me-
nos deixa subentendido, dá um prato cheio para o bandido,
que saberá que a casa está vazia. Mesmo que se publique
apenas para os amigos, a informação vai passando, circu-
lando. A pessoa acaba preparando uma armadilha para si
mesma”, afirma o capitão Cleodato Moisés, porta-voz da PM.
    O vice-presidente da Sesvesp, João Palhuca, concorda:
“O bandido sempre vai procurar o caminho mais fácil e as re-
des sociais estão funcionando como uma ferramenta facili-
tadora. Não dá mais para se preocupar apenas com um vizinho
mal-intencionado”.
    Segundo Palhuca, “as pessoas entram nas redes sociais
com um espírito de compartilhamento, mas não se dão con-
ta de que também há ladrões lá, querendo levantar informa-
ções. O ideal é jamais fornecer dados como o número de
posses e propriedades. A recomendação é nunca mostrar
ostentação”, diz.
    O uso adequado da internet, no entanto, é apenas um
dos cuidados que precisam ser tomados por quem planeja
“abandonar” o lar para aproveitar as férias ou a merecida
pausa no trabalho.
(http://www.g1.globo/sao-paulo. – Acesso em: 08.12.2019. Adaptado)
De acordo com o último parágrafo, antes de alguém deixar a casa e sair de férias, é importante 
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373Q333705 | Matemática, Logarítimos, Aluno Oficial, Polícia Militar SP, VUNESP, 2018

Na igualdade a seguir, estão relacionados o tempo t, necessário para garantir um montante M, na aplicação de um capital C, à taxa de juros compostos i.

logM – logC – log(1 + i)t = 0

Aproximando-se log 2 para 0,30 e log 3 para 0,48, uma aplicação de R$ 2.000,00, à taxa de juros compostos de 20% ao ano, gerará um montante de R$ 3.000,00 em um período de meses igual a

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374Q18061 | História, Tecnólogo de Administração, Polícia Militar SP, VUNESP

Durante a Primeira República no Brasil, houve um movi­mento conhecido como Tenentismo. Assinale a alternativa correta a respeito desse movimento.
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375Q52536 | Legislação Estadual, Legislação Estadual de São Paulo, Soldado da Polícia Militar, Polícia Militar SP, VUNESP, 2018

No estágio probatório dos cargos das classes previstas na Lei Complementar n° 1.080/08, o servidor será submetido à avaliação especial de desempenho, que
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376Q673402 | Português, Coesão Textual Coesão Referencial, Cabo da Polícia Militar, Polícia Militar SP, VUNESP, 2020

Considerando a correspondência entre as formas verbais e o emprego do pronome, conforme a norma-padrão, assinale a alternativa que completa, correta e respectivamente, as lacunas da frase. Se soubéssemos mais detalhes a respeito de como foi criada a Polícia Militar, _____________ melhor desde a sua criação.
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377Q200269 | Português, Aluno Oficial CFO, Polícia Militar SP, VUNESP

Texto associado.

A característica árcade que norteia o estabelecimento de sentidos no poema é:

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378Q53640 | Administração Pública, Aspirante da Polícia Militar, Polícia Militar SP, VUNESP

A Polícia Militar do Estado de São Paulo interessa-se por um equipamento novo introduzido no mercado, que auxilia na dispersão de multidões e possui caráter não letal. Esse equipamento é produzido unicamente por uma empresa nos Estados Unidos, que é a detentora de sua patente. Representantes da Polícia Militar Estadual entram em contato com a empresa, pois desejam conhecer melhor o equipamento, para o adquirir, caso ele realmente seja adequado às ações da Corporação. A empresa dos Estados Unidos oferece pagar o valor necessário para que três representantes da Polícia Militar realizem tal viagem. O pagamento seria feito diretamente a cada um desses servidores militares, no valor suficiente apenas para pagamento de passagem aérea, hotel e alimentação, pelo período de 3 (três) dias. Nos termos do Estatuto dos Funcionários Públicos Civis do Estado de São Paulo, o que é oferecido pela empresa estadunidense
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379Q18043 | Princípios Normas e Atribuições Institucionais, Tecnólogo de Administração, Polícia Militar SP, VUNESP

Com referência ao Programa de Força Tática,
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380Q17944 | Português, Interpretação de Textos, Oficial Administrativo, Polícia Militar SP, VUNESP

Texto associado.
Queixo duplo

      Psicólogos, pedagogos e linguistas advertem: o smartphone é antissocial - ao mesmo tempo em que parece conectar as pessoas, na verdade as afasta e faz com que se confinem individualmente na mediocridade de uma telinha de três polegadas. Pode-se estar num restaurante, teatro, praia ou até passeando em Paris - se o sujeito estiver empalmando um smartphone, nada e ninguém mais existirá. A badalhoca abole a vida ao redor.
      Apesar disso, raros se habilitam a tentar equilibrar essa servidão com a riqueza da vida real, onde as coisas têm forma, volume, peso, cheiros e cores. Neste momento, já há dezenas de milhões de crianças que não conheceram o mundo antes do smartphone. Mais um pouco e não acreditarão que esse mundo um dia existiu.
      Se as pessoas insistem em ignorar as conclusões de tais estudiosos e não se importam de reduzir suas mentes à condição de apêndice de um aparelho, talvez se assustem ao saber que o smartphone também as atinge em algo que ainda devem valorizar: o corpo.
      Cidadãos habituados a usar o smartphone enquanto caminham pela rua tendem a torcer o pé em buracos no calçamento, ser tragados por bueiros, tropeçar no meio-fio e abalroar-se uns aos outros. Os mais compenetrados não estão livres de ser atropelados pelo pipoqueiro.
      Se isto não basta para que as pessoas deem um pouco de sossego ao smartphone, resta informar que, para alguns fisioterapeutas, a postura curvada - a cabeça em ângulo reto em relação ao pescoço, exigida para se ler ou escrever na telinha - pode vergar a coluna mais ereta à forma de um ponto de interrogação. E o queixo cravado ao peito tantas horas por dia está levando as pessoas mais bonitas a desenvolverem queixo duplo.

(Ruy Castro. Folha de S.Paulo, 12.05.2014. Adaptado)
O termo em destaque em – Os mais compenetrados não estão livres de ser atropelados pelo pipoqueiro. – tem sentido contrário ao de
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