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Questões de Concursos Prefeitura de Além Paraíba MG

Resolva questões de Prefeitura de Além Paraíba MG comentadas com gabarito, online ou em PDF, revisando rapidamente e fixando o conteúdo de forma prática.


121Q910918 | Pedagogia, A Didática e o Processo de Ensino e Aprendizagem, Professor Municipal IV, Prefeitura de Além Paraíba MG, Consulplan, 2024

O bullying, comportamento agressivo, ofensivo e repetitivo, é realizado por uma pessoa ou grupo contra outro(s) e tem por intenção a humilhação e até mesmo o “machucar” em uma relação desigual de poder. Está entrelaçado com transtornos mentais e consequências graves na vida adulta das vítimas e dos agressores.

(BARBOSA; SOARES; PEREIRA, 2017.)

Quanto ao bullying no Brasil, assinale a afirmativa correta.
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122Q910920 | Pedagogia, A Didática e o Processo de Ensino e Aprendizagem, Professor Municipal IV, Prefeitura de Além Paraíba MG, Consulplan, 2024

A palavra projeto está presente em diferentes contextos e com múltiplos sentidos. Sua origem vem do termo em latim projectum, que significa “algo lançado à frente”. Em um mundo que vive em constantes mudanças devido à evolução tecnológica e às especializações em diferentes áreas do saber, a escola tem o desafio de acompanhar as mudanças e utilizar os conhecimentos diversos, contextualizados e globalizados. Por isso, a proposta que inspira os projetos de trabalho está vinculada à perspectiva do conhecimento globalizado.

(Hernández; Ventura, 1998, p. 61.)

Ainda, sabe-se que a Pedagogia de Projetos surgiu no início do século XX com John Dewey, um filósofo norte-americano representante da “Pedagogia Ativa”. Sobre o exposto, NÃO é um dos princípios da Pedagogia de Projetos:
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123Q916076 | Português, Vícios da linguagem, Auxiliar de Biblioteca, Prefeitura de Além Paraíba MG, Consulplan, 2024

Texto associado.
Fazer nada
Como a visita de um pássaro nos fez pensar no tempo.

Conseguimos uns dias de folga e fomos passar um tempo cuidando um do outro. No hotel, em Itatiba, deram-nos o quarto 37, que se abre para um mar de morros verdes, com plantações, pastos, florestas. Fica no piso superior, tem pé-direito alto e uma varanda abraçada por árvores repletas de pássaros. À noite, entrou pela janela um passarinho. Minúsculo, branco no peito e na parte inferior da face, preto no dorso e na metade de cima da cabeça. Entrou pelo quarto, acelerado. Voava junto ao teto e não conseguia baixar até a altura da porta por onde havia entrado. Temíamos que se machucasse. Apagamos as luzes. Ele se acalmou e parou para descansar no toucador. Pulou em pé, no chão. Caminhou um pouco, ofegante. Usamos um chapéu para levá-lo à varanda, onde ficou ainda um tempo, refazendo-se.
Depois, vimos que deixou de lembrança um cocozinho na nossa cama. De onde teria vindo essa ave? Qual o significado do carimbo de passarinho sobre o lençol? Resisti à ideia de lembrar que excremento de pássaro é sinal de boa fortuna em antigas tradições. Augúrio? Sinal? Ali não havia mistério. Era apenas um bichinho assustado, acelerado demais. Talvez apenas apavorado por haver entrado em um lugar de onde parecia impossível sair. Mais do que um significado oculto, sua visita pode é nos inspirar, quem sabe, uma analogia. Quantas vezes o homem não se debate, na ilusão de que está acuado? Quantas vezes sofre sem perceber que está saturado por estímulos que ele próprio foi buscar? A sensação de que seu tempo é estrangulado, sem se dar conta de que é ele quem cultiva desassossego para si. Um amigo, sobrinho de um sábio do interior, costuma usar a imagem da trajetória errática e vã das formigas para ilustrar a ilusão que acomete o homem em movimentos inócuos e sem sentido, o esforço inútil. Não é à toa que se fale tanto na necessidade de ir com mais calma.
Afinal, nós nunca aceleramos tanto. Na ilusão de anteciparmos o futuro, roubamos o momento seguinte e deixamos de vivê-lo. Convivemos sem prestar atenção no outro, respiramos com sofreguidão, comemos sem sentir o sabor. Fugimos do presente, o único tempo que existe e sobre o qual criamos a referência para um passado reconstruído na memória e um futuro sonhado. Como parar e fazer nada? Como apenas ser, sem se debater por ter entrado em uma porta estranha? Há quem não consiga relaxar e, simplesmente, fazer nada. Alguém já disse que fazer nada não é a completa falta de ação, mas a ação feita com desapego, sem visar resultado para si mesmo. Há algo de bom em atingir esse momento em que só se é parte da paisagem e não um observador separado. Se ainda quiséssemos procurar um significado para a visita da pequena ave, poderíamos dizer que ela veio trazer o tema para estas linhas que você lê agora. Como se nos dissesse: que bom que vocês conseguiram uns dias de folga e vieram aqui, cuidar um do outro. Sejam bem-vindos a este momento e esqueçam o resto. Fui.

(NOGUEIRA, Paulo. Vida Simples, ed. 37. São Paulo: Abril, 2006.)
Considere o trecho final do texto: “Como se nos dissesse: que bom que vocês conseguiram uns dias de folga e vieram aqui, cuidar um do outro. Sejam bem-vindos a este momento e esqueçam o resto. Fui.” (3º§) A expressão destacada:
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124Q872152 | Matemática, Razão e Proporção e Números Proporcionais, Agente de Saúde ACS, Prefeitura de Além Paraíba MG, Consulplan, 2024

A Prefeitura de determinado município realizou dois concursos públicos – um para o cargo A e outro para o cargo B. Sabe-se que o total de candidatos inscritos para o cargo A equivale ao triplo do número de inscritos para o cargo B e que a diferença entre o número de inscritos em cada concurso foi de 186 candidatos. De acordo com tais informações, o total de candidatos inscritos nos dois concursos públicos está compreendido entre:
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125Q902421 | Pedagogia, PCN's, Professor de Ciências, Prefeitura de Além Paraíba MG, Consulplan, 2024

No contexto do ensino de Ciências Naturais, os PCNs propõem objetivos gerais que visam estruturar o aprendizado de forma que os estudantes, ao concluírem o ensino fundamental, tenham adquirido algumas capacidades específicas. Considerando o exposto, analise as capacidades descritas a seguir.


I. Entender a natureza como um sistema em constante mudança e reconhecer o ser humano, em seu contexto social, como um elemento ativo capaz de alterar o ambiente em que habita, mantendo uma interação fundamental com outros seres vivos e elementos naturais.


II. Reconhecer a interconexão entre o avanço científico, o desenvolvimento tecnológico e o impacto na qualidade de vida, além de entender a tecnologia como uma ferramenta para atender às necessidades humanas, avaliando criticamente seus benefícios e riscos.


III. Aplicar conhecimentos fundamentais da ciência para entender e explorar as propriedades e comportamentos da energia e matéria, as mudanças que ocorrem no universo, a dinâmica de sistemas, a manutenção do equilíbrio e os princípios que regem a vida.


IV. Conhecer e cuidar do próprio corpo, valorizando e adotando hábitos saudáveis como um dos aspectos básicos da qualidade de vida, e agir com responsabilidade em relação à sua saúde e à saúde coletiva.


Sobre as capacidades não previstas, está correto o que se afirma apenas em

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126Q902715 | Pedagogia, Currículo Teoria e Prática, Professor de Apoio à Comunicação, Prefeitura de Além Paraíba MG, Consulplan, 2024

O currículo, enquanto construção social do conhecimento, visa a atender ao contínuo das dificuldades de ensino-aprendizagem que se apresentam no processo das pessoas com deficiência, pois requer respostas educativas adequadas como as que estão presentes no(a):
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127Q910922 | Pedagogia, A Didática e o Processo de Ensino e Aprendizagem, Professor Municipal IV, Prefeitura de Além Paraíba MG, Consulplan, 2024

Texto associado.
O fragmento de texto a seguir contextualiza a questão. Leia-o com atenção.


Os diferentes momentos culturais e políticos da sociedade brasileira influenciaram a criação de tendências pedagógicas, com contribuições oriundas de movimentos sociais e tendências filosóficas que ajudaram a formar a prática pedagógica no país. Autores brasileiros como Freire (1976), Saviani (2013), Luckesi (1991), Libâneo (1989) e Gadotti (1993) dedicam parte de suas vidas promovendo e aprimorando estudos que contribuem no avanço da educação, desenvolvendo teorias que nos oferecem bases e suportes para práticas pedagógicas. Na formação de professores, é primordial o estudo da epistemologia das tendências pedagógicas que darão alicerce teórico à prática pedagógica, fomentando conhecimentos e atitudes que favoreçam o aprimoramento profissional. No contexto educacional brasileiro, destacam-se as abordagens liberal e progressista do trabalho pedagógico.


(Disponível em: https://site.layers.education/guias-tendencias-educacionais-2024/. Acesso em: junho de 2024.)
Sobre as Pedagogias Progressistas, é possível inferir que elas se manifestam pelas tendências:
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128Q1024006 | Inglês, Vocabulário Vocabulary, Professor de Inglês, Prefeitura de Além Paraíba MG, Consulplan, 2024

A morpheme is the smallest unit of grammar with meaning making up all words in the English language. Because learning morphemes unlocks the structure and significance within words, analyse the word group to choose the appropriate option.

Fun - night - dog - but - shake - girl - after - ball - play - joke - the - fish - book - run - happy - she - free - kiss - time - milk

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129Q911118 | Pedagogia, Elaboração do Planejamento de Ensino, Supervisor Pedagógico, Prefeitura de Além Paraíba MG, Consulplan, 2024

Planejamento é uma atividade fundamental em qualquer tipo de organização, incluindo escolas e demais instituições. Na gestão escolar, os planejamentos “estratégico”, “tático”, e “operacional” são três pilares de planejamento distintos e igualmente importantes, utilizados nos diferentes níveis da organização. Relacione adequadamente o planejamento às suas respectivas características.

1. Tático.
2. Estratégico.
3. Operacional.

( ) É de longo prazo, responsável por analisar o ambiente interno e externo da escola, incluindo fatores como a legislação vigente, a comunidade escolar, as expectativas dos alunos, a qualidade do ensino e da aprendizagem, os recursos disponíveis e as tendências educacionais.
( ) É de médio prazo e tem como objetivo principal desenvolver um plano de ação detalhado, com as etapas necessárias, definindo recursos determinados, como, por exemplo, orçamento e equipe (incluindo as responsabilidades dos membros, materiais e tecnologia buscando atingir as metas e objetivos definidos).
( ) É de curto prazo e se concentra em implementar o plano, isto é, colocá-lo em ação, acompanhando regularmente o seu progresso. Esta etapa inclui as atividades diárias da escola e deve garantir que as responsabilidades dos membros da instituição escolar estejam sendo realizadas da melhor forma. É responsável por avaliar regularmente o progresso e sinalizar se há necessidade de realizar ajustes no plano para garantir que as metas sejam alcançadas.

A sequência está correta em
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130Q873748 | Matemática, Regra de Três, Auxiliar de Biblioteca, Prefeitura de Além Paraíba MG, Consulplan, 2024

Cássio está lendo a obra de sua autora favorita e já realizou 32% da leitura. Ao consultar a quantidade de páginas do livro, ele constatou que precisa ler mais 72 páginas para completar 40% da leitura. Sabendo que Cássio lê 25 páginas por dia, quantos dias, ao todo, ele irá gastar para ler o livro inteiro?
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131Q916538 | Português, Termos essenciais da oração Sujeito e Predicado, Auxiliar de Serviços Gerais, Prefeitura de Além Paraíba MG, Consulplan, 2024

Texto associado.
Feliz por nada

Geralmente, quando uma pessoa exclama Estou tão feliz!, é porque engatou um novo amor, conseguiu uma promoção, ganhou uma bolsa de estudos, perdeu os quilos que precisava ou algo do tipo. Há sempre um porquê. Eu costumo torcer para que essa felicidade dure um bom tempo, mas sei que as novidades envelhecem e que não é seguro se sentir feliz apenas por atingimento de metas. Muito melhor é ser feliz por nada.
Digamos: feliz porque maio recém começou e temos longos oito meses para fazer de 2010 um ano memorável. Feliz por estar com as dívidas pagas. Feliz porque alguém o elogiou.
Feliz porque existe uma perspectiva de viagem daqui a alguns meses. Feliz porque você não magoou ninguém hoje. Feliz porque daqui a pouco será hora de dormir e não há lugar no mundo mais acolhedor do que sua cama.
Esquece. Mesmo sendo motivos prosaicos, isso ainda é ser feliz por muito.
Feliz por nada, nada mesmo?
Talvez passe pela total despreocupação com essa busca. Essa tal de felicidade inferniza.
“Faça isso, faça aquilo”. A troco? Quem garante que todos chegam lá pelo mesmo caminho?
Particularmente, gosto de quem tem compromisso com a alegria, que procura relativizar as chatices diárias e se concentrar no que importa pra valer, e assim alivia o seu cotidiano e não atormenta o dos outros. Mas não estando alegre, é possível ser feliz também. Não estando “realizado”, também. Estando triste, felicíssimo igual. Porque felicidade é calma.
Consciência. É ter talento para aturar o inevitável, é tirar algum proveito do imprevisto, é ficar debochadamente assombrado consigo próprio: como é que eu me meti nessa, como é que foi acontecer comigo? Pois é, são os efeitos colaterais de se estar vivo.
Benditos os que conseguem se deixar em paz. Os que não se cobram por não terem cumprido suas resoluções, que não se culpam por terem falhado, não se torturam por terem sido contraditórios, não se punem por não terem sido perfeitos. Apenas fazem o melhor que podem.
Se é para ser mestre em alguma coisa, então que sejamos mestres em nos libertar da patrulha do pensamento. De querer se adequar à sociedade e ao mesmo tempo ser livre.
Adequação e liberdade simultaneamente? É uma senhora ambição. Demanda a energia de uma usina. Para que se consumir tanto?
A vida não é um questionário de Proust. Você não precisa ter que responder ao mundo quais são suas qualidades, sua cor preferida, seu prato favorito, que bicho seria. Que mania de se autoconhecer. Chega de se autoconhecer. Você é o que é, um imperfeito bem-intencionado e que muda de opinião sem a menor culpa.
Ser feliz por nada talvez seja isso.
(MEDEIROS, Martha. Feliz por nada, 2011. Ediora L&PM., 216 p.)
No trecho “[...] é porque engatou um novo amor, conseguiu uma promoção, ganhou uma bolsa de estudos, perdeu os quilos que precisava ou algo do tipo.” (1º§), é possível afirmar que as palavras em destaque exprimem ideias de:
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132Q916544 | Arquivologia, Interpretação de Textos, Agente de Combate de Endemias, Prefeitura de Além Paraíba MG, Consulplan, 2024

Texto associado.
A geladeira e o livro

Fazia dois dias que minha geladeira havia entrado em pane. Não deixou de resfriar, mas as luzes do painel piscavam o dia inteiro, como se fosse uma bomba a ponto de explodir, e o alarme disparava de tempo em tempo, mesmo a porta estando bem fechada. Sou otimista, achei que tudo se resolveria num passe de mágica, mas o coelho não saiu da cartola e acabei tendo que chamar um técnico, que agendou a visita para a manhã seguinte, às 9h30m. Quando eram 9h25m, as luzes do painel, antes esquizofrênicas, apagaram. O alarme já não disparava desde a noite anterior. Eu não queria mágica?
A primeira coisa que disse ao técnico: “Acredite, há dois dias que esta geladeira está tendo chilique, só parou quando o senhor começou a subir pelo elevador”. Ele me deu um olhar compreensivo, fez um check up no aparelho e descobriu um pequeno defeito. Alívio. Morri em R$ 300, mas a geladeira ganhou uma sobrevida. E minha neura também.
Ninguém gosta de passar por exagerado. Ao sairmos do cinema, somos capazes de listar um sem-número de elogios ao filme que assistimos, mas basta alguém se empolgar com a nossa descrição e resolver assisti-lo por nossa causa que a responsabilidade começa a pesar: “Olha, eu gostei, mas talvez não seja seu tipo de história. Vá sem expectativas. É meio longo. Tem uma partezinha devagar, mas, sei lá, acho que vale a pena”.
Um amigo me recomendou um livro sensacional. Segundo ele, a melhor coisa que leu no último ano. Bom, então quero ler também. No dia seguinte, ele largou o livro na portaria do meu prédio, e quando liguei para agradecer, ouvi: “Talvez tu não goste tanto assim. Comprei pra ti uma edição diferente da minha, o tradutor não sei se é tão bom. Tu não é obrigada a gostar, tá?”.
Os episódios da geladeira e do livro, cada um a seu modo, demonstram o quanto ficamos inseguros ao virarmos referência. No caso da geladeira, a única prova que eu tinha de que ela estava amarelando eram as luzes piscantes. Quando elas pararam de piscar, passou a valer apenas a minha palavra. Que solidão.
Quando meu amigo incentivou a leitura do livro, estava expondo sua erudição, já que o autor era um filósofo. Mas no momento em que demonstrei interesse em ler também, ele passou a duvidar do próprio entusiasmo. E se o livro não fosse tão bom no meu parecer? De repente, não era mais o livro que estaria em julgamento, e sim ele. Solidão, também.
Outra: uma amiga resolveu ir a Machu Picchu depois que comentei coisas incríveis sobre a viagem que fiz para lá recentemente. Ai, ai, ai. E se ela passar mal com a altitude? E se achar a comida muito apimentada? E se voltar pensando que me empolgo por qualquer ruína de cartão postal? Já era: terá perdido a chance de ir para outro lugar mais encantador a seus olhos. Por que fui emprestar os meus?
No fim das contas, tudo o que queremos é ser amados. Por aqueles a quem recomendamos um livro, por quem resolveu viajar incentivado por nós, e, sim, pelo técnico que confirmou que nossa geladeira estava mesmo estragada, contra qualquer evidência. Falando na geladeira, passa bem. As luzes nunca mais piscaram, nem o alarme disparou. A não ser o meu: “Não se leve tão a sério, não se leve tão a sério, não se leve tão a sério”.

(Martha Madeiros. Revista O Globo. Em: 2012.)
Nos trechos “Outra: uma amiga resolveu ir a Machu Picchu depois que comentei coisas incríveis sobre a viagem que fiz para lá recentemente.” (7º§) e “Olha, eu gostei, mas talvez não seja seu tipo de história.” (3º§), as expressões destacadas exprimem circunstâncias, respectivamente, de:
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133Q916546 | Português, Interpretação de Textos, Agente de Combate de Endemias, Prefeitura de Além Paraíba MG, Consulplan, 2024

Texto associado.
A geladeira e o livro

Fazia dois dias que minha geladeira havia entrado em pane. Não deixou de resfriar, mas as luzes do painel piscavam o dia inteiro, como se fosse uma bomba a ponto de explodir, e o alarme disparava de tempo em tempo, mesmo a porta estando bem fechada. Sou otimista, achei que tudo se resolveria num passe de mágica, mas o coelho não saiu da cartola e acabei tendo que chamar um técnico, que agendou a visita para a manhã seguinte, às 9h30m. Quando eram 9h25m, as luzes do painel, antes esquizofrênicas, apagaram. O alarme já não disparava desde a noite anterior. Eu não queria mágica?
A primeira coisa que disse ao técnico: “Acredite, há dois dias que esta geladeira está tendo chilique, só parou quando o senhor começou a subir pelo elevador”. Ele me deu um olhar compreensivo, fez um check up no aparelho e descobriu um pequeno defeito. Alívio. Morri em R$ 300, mas a geladeira ganhou uma sobrevida. E minha neura também.
Ninguém gosta de passar por exagerado. Ao sairmos do cinema, somos capazes de listar um sem-número de elogios ao filme que assistimos, mas basta alguém se empolgar com a nossa descrição e resolver assisti-lo por nossa causa que a responsabilidade começa a pesar: “Olha, eu gostei, mas talvez não seja seu tipo de história. Vá sem expectativas. É meio longo. Tem uma partezinha devagar, mas, sei lá, acho que vale a pena”.
Um amigo me recomendou um livro sensacional. Segundo ele, a melhor coisa que leu no último ano. Bom, então quero ler também. No dia seguinte, ele largou o livro na portaria do meu prédio, e quando liguei para agradecer, ouvi: “Talvez tu não goste tanto assim. Comprei pra ti uma edição diferente da minha, o tradutor não sei se é tão bom. Tu não é obrigada a gostar, tá?”.
Os episódios da geladeira e do livro, cada um a seu modo, demonstram o quanto ficamos inseguros ao virarmos referência. No caso da geladeira, a única prova que eu tinha de que ela estava amarelando eram as luzes piscantes. Quando elas pararam de piscar, passou a valer apenas a minha palavra. Que solidão.
Quando meu amigo incentivou a leitura do livro, estava expondo sua erudição, já que o autor era um filósofo. Mas no momento em que demonstrei interesse em ler também, ele passou a duvidar do próprio entusiasmo. E se o livro não fosse tão bom no meu parecer? De repente, não era mais o livro que estaria em julgamento, e sim ele. Solidão, também.
Outra: uma amiga resolveu ir a Machu Picchu depois que comentei coisas incríveis sobre a viagem que fiz para lá recentemente. Ai, ai, ai. E se ela passar mal com a altitude? E se achar a comida muito apimentada? E se voltar pensando que me empolgo por qualquer ruína de cartão postal? Já era: terá perdido a chance de ir para outro lugar mais encantador a seus olhos. Por que fui emprestar os meus?
No fim das contas, tudo o que queremos é ser amados. Por aqueles a quem recomendamos um livro, por quem resolveu viajar incentivado por nós, e, sim, pelo técnico que confirmou que nossa geladeira estava mesmo estragada, contra qualquer evidência. Falando na geladeira, passa bem. As luzes nunca mais piscaram, nem o alarme disparou. A não ser o meu: “Não se leve tão a sério, não se leve tão a sério, não se leve tão a sério”.

(Martha Madeiros. Revista O Globo. Em: 2012.)
Em “Talvez tu não goste tanto assim. Comprei pra ti uma edição diferente da minha, o tradutor não sei se é tão bom. Tu não é obrigada a gostar, tá?” (4º§), é possível afirmar que há um tom:
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134Q902731 | Pedagogia, Sala de Recurso, Prefeitura de Além Paraíba MG, Consulplan, 2024

A deficiência intelectual caracteriza-se por limitações intelectuais e comportamentais que são expressas nas habilidades conceituais, sociais e práticas (AAIDD, 2010, p. 1). Dentro dessa perspectiva, impõem-se compreensão e planejamento dos apoios, sendo que, segundo a Associação Americana de Deficiências Intelectuais e do Desenvolvimento, NÃO constituem dimensões de apoios:
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135Q911573 | Pedagogia, Inclusão e Exclusão, Psicólogo, Prefeitura de Além Paraíba MG, Consulplan, 2024

De acordo com a Secretaria de Educação Especial, do Ministério da Educação (2002), para que um sistema educacional inclusivo seja bem-sucedido é necessário o envolvimento de toda a comunidade escolar no processo de transição ou ingresso do aluno que antes se encontrava em programas especiais ou sem frequentar a escola. Na organização das classes comuns, faz-se necessário prever, EXCETO:
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136Q902716 | Pedagogia, Inclusão e Exclusão, Professor de Apoio à Comunicação, Prefeitura de Além Paraíba MG, Consulplan, 2024

Tendo como foco a área da Tecnologia Assistiva denominada Comunicação Aumentativa e Alternativa (CAA), assinale a afirmativa que contém dados corretos.
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137Q872194 | Matemática, Sistemas de Numeração e Operações Fundamentais, Auxiliar de Serviços Gerais, Prefeitura de Além Paraíba MG, Consulplan, 2024

Uma fábrica produziu 2.400 garrafas de suco em uma semana. Durante essa semana, foram vendidas 1.320 garrafas. As garrafas restantes serão divididas igualmente entre 3 lojas. Quantas garrafas cada loja receberá?
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138Q910902 | Arquivologia, Sintaxe, Assistente Social, Prefeitura de Além Paraíba MG, Consulplan, 2024

Texto associado.
O alarmante apagão docente

Há crescente escassez de professores qualificados, comprometendo o ensino.

Em texto para o jornal português Diário de Notícias, o professor António Nóvoa afirmou que, das muitas profissões que desaparecerão no futuro, os professores não estarão nesse grupo. A partir disso, o pesquisador destaca o papel insubstituível do docente, mesmo diante de uma escola cada vez mais influenciada pelas tecnologias, que, de início, parecem ameaçar seu trabalho.
De fato, em um cenário de transformações estruturais na educação, o professor é a base das mudanças – realidade exposta em estudos recentes de pesquisadores escoceses, os quais reforçam que reformas “de cima para baixo” são ineficazes, sendo necessária a liderança docente nesse caminho de inovação.
Porém, há um contexto de desvalorização dessa classe no Brasil, especialmente no que diz respeito à formação inicial e à continuada, tornando a profissão cada vez menos atraente, satisfatória e, por fim, impactante.
O apagão docente já é uma realidade preocupante no nosso cenário educacional. Estudos divulgados pelo Inep (Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira) indicam uma crescente escassez de professores qualificados, comprometendo a qualidade do ensino. Para ilustrar a gravidade da situação, há escolas pelo território brasileiro que enfrentam dificuldades para preencher vagas em disciplinas essenciais, como matemática e língua portuguesa, gerando turmas superlotadas, sobrecarga de trabalho e impactando negativamente o aprendizado e a equidade.
Faltam, ainda, incentivo, definição clara da carreira, salários coerentes e condições de trabalho, contribuindo para o desinteresse, a desmotivação e a evasão de profissionais, além da dificuldade na atração de novos talentos para a carreira.
A BNCC (Base Nacional Comum Curricular) destaca a importância da valorização do educador e da promoção de uma formação de qualidade, além de ressaltar que o desenvolvimento profissional deve ser pautado por princípios éticos, políticos e estéticos, buscando a formação integral do estudante e a garantia de uma educação de qualidade.
Destaca, ainda, a necessidade da reflexão sobre a prática pedagógica, que inclui novas metodologias ativas, abordagens como a cultura maker e a robótica, atualização constante e busca por aprimoramento profissional. Assim, deve-se fazer valer esse documento para reverter o jogo. Para isso, são necessárias políticas públicas efetivas e a compreensão do docente como agente crucial na construção de uma sociedade mais justa e desenvolvida, com medidas que busquem a valorização profissional e a preocupação com sua saúde física e mental.
Para a valorização profissional, deve-se promover planos de carreira atrativos que ofereçam perspectivas de crescimento e valorizem sua experiência e qualificação, a exemplo da Secretaria Municipal da Educação de São Paulo, que se destaca nessa área. Convém, também, implementar programas de formação continuada de qualidade para a atualização e o aprimoramento de práticas e habilidades alinhadas à atualidade.
Além disso, a saúde mental precisa ser considerada para promover o bem-estar dos educadores, visto que a sobrecarga, o estresse, a pressão por resultados e a falta de apoio emocional são fatores que podem impactá-los negativamente. Por isso, é fundamental adotar programas de apoio psicológico e acompanhamento emocional através de espaços de acolhimento e orientação profissional; promover a capacitação para o autocuidado, a gestão do estresse e da saúde mental para que possam lidar com as demandas diárias; e incentivar a prática de atividades físicas e de lazer. Criar espaços de interação entre os educadores também fortalece as relações de apoio e o sentimento de pertencimento.
A educação é pilar essencial para o progresso da nação, e os docentes são cruciais nesse processo. Na verdade, ousamos dizer que educação se faz com professores no centro do debate. É urgente reconhecer e valorizar seu trabalho, garantindo condições necessárias para que possam exercê-lo com excelência e equidade e, então, impactar a aprendizagem. Só assim será possível superar esse alarmante apagão e construir um futuro promissor para a educação e o nosso país.


(Débora Garofalo e Bernardo Soares. Disponível em: https://www1.folha.uol.com.br/. Acesso em: julho de 2024.)
Destaca, ainda, a necessidade da reflexão sobre a prática pedagógica, que inclui novas metodologias ativas, abordagens como a cultura maker e a robótica, atualização constante e busca por aprimoramento profissional.” (7º§) O pronome sublinhado exerce a função sintática de:
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139Q916545 | Português, Significação Contextual de Palavras, Agente de Combate de Endemias, Prefeitura de Além Paraíba MG, Consulplan, 2024

Texto associado.
A geladeira e o livro

Fazia dois dias que minha geladeira havia entrado em pane. Não deixou de resfriar, mas as luzes do painel piscavam o dia inteiro, como se fosse uma bomba a ponto de explodir, e o alarme disparava de tempo em tempo, mesmo a porta estando bem fechada. Sou otimista, achei que tudo se resolveria num passe de mágica, mas o coelho não saiu da cartola e acabei tendo que chamar um técnico, que agendou a visita para a manhã seguinte, às 9h30m. Quando eram 9h25m, as luzes do painel, antes esquizofrênicas, apagaram. O alarme já não disparava desde a noite anterior. Eu não queria mágica?
A primeira coisa que disse ao técnico: “Acredite, há dois dias que esta geladeira está tendo chilique, só parou quando o senhor começou a subir pelo elevador”. Ele me deu um olhar compreensivo, fez um check up no aparelho e descobriu um pequeno defeito. Alívio. Morri em R$ 300, mas a geladeira ganhou uma sobrevida. E minha neura também.
Ninguém gosta de passar por exagerado. Ao sairmos do cinema, somos capazes de listar um sem-número de elogios ao filme que assistimos, mas basta alguém se empolgar com a nossa descrição e resolver assisti-lo por nossa causa que a responsabilidade começa a pesar: “Olha, eu gostei, mas talvez não seja seu tipo de história. Vá sem expectativas. É meio longo. Tem uma partezinha devagar, mas, sei lá, acho que vale a pena”.
Um amigo me recomendou um livro sensacional. Segundo ele, a melhor coisa que leu no último ano. Bom, então quero ler também. No dia seguinte, ele largou o livro na portaria do meu prédio, e quando liguei para agradecer, ouvi: “Talvez tu não goste tanto assim. Comprei pra ti uma edição diferente da minha, o tradutor não sei se é tão bom. Tu não é obrigada a gostar, tá?”.
Os episódios da geladeira e do livro, cada um a seu modo, demonstram o quanto ficamos inseguros ao virarmos referência. No caso da geladeira, a única prova que eu tinha de que ela estava amarelando eram as luzes piscantes. Quando elas pararam de piscar, passou a valer apenas a minha palavra. Que solidão.
Quando meu amigo incentivou a leitura do livro, estava expondo sua erudição, já que o autor era um filósofo. Mas no momento em que demonstrei interesse em ler também, ele passou a duvidar do próprio entusiasmo. E se o livro não fosse tão bom no meu parecer? De repente, não era mais o livro que estaria em julgamento, e sim ele. Solidão, também.
Outra: uma amiga resolveu ir a Machu Picchu depois que comentei coisas incríveis sobre a viagem que fiz para lá recentemente. Ai, ai, ai. E se ela passar mal com a altitude? E se achar a comida muito apimentada? E se voltar pensando que me empolgo por qualquer ruína de cartão postal? Já era: terá perdido a chance de ir para outro lugar mais encantador a seus olhos. Por que fui emprestar os meus?
No fim das contas, tudo o que queremos é ser amados. Por aqueles a quem recomendamos um livro, por quem resolveu viajar incentivado por nós, e, sim, pelo técnico que confirmou que nossa geladeira estava mesmo estragada, contra qualquer evidência. Falando na geladeira, passa bem. As luzes nunca mais piscaram, nem o alarme disparou. A não ser o meu: “Não se leve tão a sério, não se leve tão a sério, não se leve tão a sério”.

(Martha Madeiros. Revista O Globo. Em: 2012.)
No texto haverá alteração de sentido, caso se substitua:
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140Q916547 | Português, Orações subordinadas adverbiais Causal, Agente de Combate de Endemias, Prefeitura de Além Paraíba MG, Consulplan, 2024

Texto associado.
A geladeira e o livro

Fazia dois dias que minha geladeira havia entrado em pane. Não deixou de resfriar, mas as luzes do painel piscavam o dia inteiro, como se fosse uma bomba a ponto de explodir, e o alarme disparava de tempo em tempo, mesmo a porta estando bem fechada. Sou otimista, achei que tudo se resolveria num passe de mágica, mas o coelho não saiu da cartola e acabei tendo que chamar um técnico, que agendou a visita para a manhã seguinte, às 9h30m. Quando eram 9h25m, as luzes do painel, antes esquizofrênicas, apagaram. O alarme já não disparava desde a noite anterior. Eu não queria mágica?
A primeira coisa que disse ao técnico: “Acredite, há dois dias que esta geladeira está tendo chilique, só parou quando o senhor começou a subir pelo elevador”. Ele me deu um olhar compreensivo, fez um check up no aparelho e descobriu um pequeno defeito. Alívio. Morri em R$ 300, mas a geladeira ganhou uma sobrevida. E minha neura também.
Ninguém gosta de passar por exagerado. Ao sairmos do cinema, somos capazes de listar um sem-número de elogios ao filme que assistimos, mas basta alguém se empolgar com a nossa descrição e resolver assisti-lo por nossa causa que a responsabilidade começa a pesar: “Olha, eu gostei, mas talvez não seja seu tipo de história. Vá sem expectativas. É meio longo. Tem uma partezinha devagar, mas, sei lá, acho que vale a pena”.
Um amigo me recomendou um livro sensacional. Segundo ele, a melhor coisa que leu no último ano. Bom, então quero ler também. No dia seguinte, ele largou o livro na portaria do meu prédio, e quando liguei para agradecer, ouvi: “Talvez tu não goste tanto assim. Comprei pra ti uma edição diferente da minha, o tradutor não sei se é tão bom. Tu não é obrigada a gostar, tá?”.
Os episódios da geladeira e do livro, cada um a seu modo, demonstram o quanto ficamos inseguros ao virarmos referência. No caso da geladeira, a única prova que eu tinha de que ela estava amarelando eram as luzes piscantes. Quando elas pararam de piscar, passou a valer apenas a minha palavra. Que solidão.
Quando meu amigo incentivou a leitura do livro, estava expondo sua erudição, já que o autor era um filósofo. Mas no momento em que demonstrei interesse em ler também, ele passou a duvidar do próprio entusiasmo. E se o livro não fosse tão bom no meu parecer? De repente, não era mais o livro que estaria em julgamento, e sim ele. Solidão, também.
Outra: uma amiga resolveu ir a Machu Picchu depois que comentei coisas incríveis sobre a viagem que fiz para lá recentemente. Ai, ai, ai. E se ela passar mal com a altitude? E se achar a comida muito apimentada? E se voltar pensando que me empolgo por qualquer ruína de cartão postal? Já era: terá perdido a chance de ir para outro lugar mais encantador a seus olhos. Por que fui emprestar os meus?
No fim das contas, tudo o que queremos é ser amados. Por aqueles a quem recomendamos um livro, por quem resolveu viajar incentivado por nós, e, sim, pelo técnico que confirmou que nossa geladeira estava mesmo estragada, contra qualquer evidência. Falando na geladeira, passa bem. As luzes nunca mais piscaram, nem o alarme disparou. A não ser o meu: “Não se leve tão a sério, não se leve tão a sério, não se leve tão a sério”.

(Martha Madeiros. Revista O Globo. Em: 2012.)
Quando elas pararam de piscar, passou a valer apenas a minha palavra.” (5º§) A expressão sublinhada tem valor:
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