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Questões de Concursos Prefeitura de Belo Horizonte MG

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181Q11200 | Direito Administrativo, Assistente Técnico, Prefeitura de Belo Horizonte MG, FUMARC

Os bens imóveis da Administração Pública, cuja aquisição haja derivado de procedimentos judiciais ou de dação em pagamento, poderão ser alienados por ato da autoridade competente, observadas as seguintes regras:
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182Q160839 | Direito Administrativo, Auditor Engenheiro Civil, Prefeitura de Belo Horizonte MG, FUNDEP

Analise as afirmativas apresentadas a seguir. I.A Administração Pública gerencial pensa na sociedade como um campo de conflito, cooperação e incerteza, na qual os cidadãos defendem seus interesses e afirmam suas posições ideológicas. II.A Administração Pública gerencial admite que o modo mais seguro de evitar o nepotismo e a corrupção é pelo controle rígido dos processos, com o controle de procedimentos. III.A Administração Pública gerencial é orientada para o cidadão, voltada para o consumidor, e se concentra nas necessidades e perspectivas desse consumidor: o cliente-cidadão. A análise permite concluir que estão CORRETAS

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183Q29035 | Redação Oficial, Assistente Administrativo, Prefeitura de Belo Horizonte MG, FUMARC

Sobre o correio eletrônico, é correto afirmar, EXCETO:
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184Q29075 | Português, Assistente Técnico de Informática, Prefeitura de Belo Horizonte MG, FUMARC

Texto associado.
ESCOLA IDEAL PARA ALUNOS NÃO IDEAIS

Cláudio de Moura Castro

Na segunda metade do século XIX, dom Pedro II transformou a primeira escola pública secundária do Brasil em um modelo inspirado no colégio Louis Le Grand, reputado como o melhor da França. Mantiveram-se na sua réplica brasileira as exigências acadêmicas do modelo original. O próprio dom Pedro selecionava os professores, costumava assistir a aulas e arguir os alunos. Sendo assim, o colégio que, mais adiante, ganhou o seu nome constituiu-se em um primoroso modelo para a educação das elites brasileiras. Dele descendem algumas excelentes escolas privadas.

Mais tarde do que seria desejável, o ensino brasileiro se expande, sobretudo no último meio século. Como é inevitável, passa a receber alunos de origem mais modesta e sem o ambiente educacional familiar que facilita o bom desempenho. Sendo mais tosca a matéria-prima que chega, em qualquer lugar do mundo não se podem esperar resultados equivalentes com o mesmo modelo elitista.

Os países de Primeiro Mundo perceberam isso e criaram alternativas, sobretudo no ensino médio. A melhor escola é aquela que toma alunos reais - e não imaginários - e faz com que atinjam o máximo do seu potencial. Se os alunos chegam a determinado nível escolar com pouco preparo, o pior cenário é tentar ensinar o que não conseguirão aprender. O conhecimento empaca e a frustração dispara.

Voltemos a 1917, às conferências de Whitehead em Harvard. Para ele, o que quer que seja ensinado, que o seja em profundidade. Segue daí que é preciso ensinar bem o que esteja ao alcance dos alunos, e não inundá-los com uma enxurrada de informações e conhecimentos. Ouvir falar de teorias não serve para nada. O que se aprende na escola tem de ser útil na vida real.

Se mesmo os melhores alunos das nossas melhores escolas são entulhados com mais do que conseguem digerir, e os demais, os alunos médios? Como suas escolas mimetizam as escolas de elite, a situação é grotesca. Ensina-se demais e eles aprendem de menos. Pelos números da Prova Brasil, pouco mais de 10% dos jovens que terminam o nível médio têm o conhecimento esperado em matemática! A escola está descalibrada do aluno real.

Aquela velha escola de elite deve permanecer, pois há quem possa se beneficiar dela. Mas, como fizeram os países educacionalmente maduros, respondendo a uma época de matrícula quase universal, é preciso criar escolas voltadas para o leque variado de alunos.

Nessa nova escola, os currículos e ementas precisam ser ajustados aos alunos, pois o contrário é uma quimera nociva. Na prática, devem-se podar conteúdos, sem dó nem piedade. É preciso mostrar para que serve o que está sendo aprendido. Ainda mais importante, é preciso aplicar o que foi aprendido, pois só aprendemos quando aplicamos. A escola deve confrontar seus alunos com problemas intrigantes e inspiradores. E deve apoiá-los e desafiá-los para que os enfrentem. No entanto, sem encolher a quantidade de matérias, não há tempo para mergulhar em profundidade no que quer que seja.

Atenção! Não se trata de uma escola aguada em que se exige menos e todos se esforçam menos. Sabemos que bons resultados estão associados a escolas que esperam muito de seus alunos, que acreditam neles. A diferença é que se vai exigir o que tem sentido na vida do estudante e está dentro do que realisticamente ele pode dominar. Precisamos redesenhar uma escola voltada para os nossos alunos, e não para miragens e sonhos. Quem fará essa escola? [...]

Revista Veja, 05 fev. 2014 (adaptado).
Em relação à constituição do texto, é CORRETO afirmar que
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185Q29124 | Português, Interpretação de Textos, Assistente Administrativo, Prefeitura de Belo Horizonte MG, FGR

Texto associado.
TEXTO 1
HORA DE MUDAR HÁBITOS

Elian Guimarães.

     O mundo de hoje é um grande desafio. Para vencer num meio competitivo é preciso ser jovem, não necessariamente de idade, mas de mente, de cabeça. São pessoas dispostas a mudar, a trazer coisas novas e a engajar em novos nichos e mercados. É importante entender que ocorre uma situação sui generis no mercado, em que são percebidos três tipos distintos de consumidor. A geração acima de 45 anos, formada por consumidores dos quais já se conhecem hábitos de compra. São mais tradicionalistas, mas já têm a certeza do que querem e vão comprar. 
     Há o consumidor geração “X", na faixa de 25 a 45 anos.  É aquele que encontrou um período de transição política e cultural, de inflação alta, novos hábitos e valores. Esse consumidor, que surpreende a todo momento, já está habituado a mudanças e transformações no mercado.
     Hoje, há a identificação de novo consumidor, o geração “Y", de 18 a 25 anos, totalmente diferenciado. Já nasceu num país diferente. É essencialmente tecnológico. Lida desde cedo com computador, foi alfabetizado em idade diferente das outras gerações. É consumidor que exige novos produtos e serviços dentro desse novo mercado. Quando se fala de hábito de consumo é preciso falar do consumidor. São eles que pressionam a criação e concepção de novos serviços e produtos no mercado. E o empreendedor precisa saber a hora de mudar e essas transformações precisam ser percebidas pelo consumidor.
     Algumas empresas persistem no modelo do passado e, com isso, vão perdendo mercado. Para não exagerar na dose, o empreendedor precisa acompanhar as tendências do momento. Transformar o pensamento em ideia. Ousar.
 
(Jornal Estado de Minas, 16/5/2010. Texto adaptado).
Leia os itens seguintes transcritos do TEXTO 1:

I. “Para vencer num meio competitivo é preciso ser jovem, não necessariamente de idade, mas de mente, de cabeça."
II. “Quando se fala de hábito de consumo é preciso falar do consumidor."
III. “Para não exagerar na dose, o empreendedor precisa acompanhar as tendências do momento."


De acordo com a gramática normativa, NÃO se observou o emprego adequado da vírgula:
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186Q380188 | Biologia, Parasitologia, Biólogo, Prefeitura de Belo Horizonte MG, FUMARC

Os transmissores de Esquistossomose mansônica têm como habitat:
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187Q159115 | Português, Adjunto Adverbial, Assistente Administrativo, Prefeitura de Belo Horizonte MG, FUMARC

Texto associado.

 

ESCOLA IDEAL PARA ALUNOS NÃO IDEAIS

Cláudio de Moura Castro

Na segunda metade do século XIX, dom Pedro II transformou a primeira escola pública secundária do Brasil em um modelo inspirado no colégio Louis Le Grand, reputado como o melhor da França. Mantiveram-se na sua réplica brasileira as exigências acadêmicas do modelo original. O próprio dom Pedro selecionava os professores, costumava assistir a aulas e arguir os alunos. Sendo assim, o colégio que, mais adiante, ganhou o seu nome constituiu-se em um primoroso modelo para a educação das elites brasileiras. Dele descendem algumas excelentes escolas privadas. Mais tarde do que seria desejável, o ensino brasileiro se expande, sobretudo no último meio século. Como é inevitável, passa a receber alunos de origem mais modesta e sem o ambiente educacional familiar que facilita o bom desempenho. Sendo mais tosca a matéria-prima que chega, em qualquer lugar do mundo não se podem esperar resultados equivalentes com o mesmo modelo elitista. Os países de Primeiro Mundo perceberam isso e criaram alternativas, sobretudo no ensino médio. A melhor escola é aquela que toma alunos reais - e não imaginários - e faz com que atinjam o máximo do seu potencial. Se os alunos chegam a determinado nível escolar com pouco preparo, o pior cenário é tentar ensinar o que não conseguirão aprender. O conhecimento empaca e a frustração dispara. Voltemos a 1917, às conferências de Whitehead em Harvard. Para ele, o que quer que seja ensinado, que o seja em profundidade. Segue daí que é preciso ensinar bem o que esteja ao alcance dos alunos, e não inundá- los com uma enxurrada de informações e conhecimentos. Ouvir falar de teorias não serve para nada. O que se aprende na escola tem de ser útil na vida real. Se mesmo os melhores alunos das nossas melhores escolas são entulhados com mais do que conseguem digerir, e os demais, os alunos médios? Como suas escolas mimetizam as escolas de elite, a situação é grotesca. Ensina-se demais e eles aprendem de menos. Pelos números da Prova Brasil, pouco mais de 10% dos jovens que terminam o nível médio têm o conhecimento esperado em matemática! A escola está descalibrada do aluno real. Aquela velha escola de elite deve permanecer, pois há quem possa se beneficiar dela. Mas, como fizeram os países educacionalmente maduros, respondendo a uma época de matrícula quase universal, é preciso criar escolas voltadas para o leque variado de alunos. Nessa nova escola, os currículos e ementas precisam ser ajustados aos alunos, pois o contrário é uma quimera nociva. Na prática, devem-se podar conteúdos, sem dó nem piedade. É preciso mostrar para que serve o que está sendo aprendido. Ainda mais importante, é preciso aplicar o que foi aprendido, pois só aprendemos quando aplicamos. A escola deve confrontar seus alunos com problemas intrigantes e inspiradores. E deve apoiá-los e desafiá-los para que os enfrentem. No entanto, sem encolher a quantidade de matérias, não há tempo para mergulhar em profundidade no que quer que seja. Atenção! Não se trata de uma escola aguada em que se exige menos e todos se esforçam menos. Sabemos que bons resultados estão associados a escolas que esperam muito de seus alunos, que acreditam neles. A diferença é que se vai exigir o que tem sentido na vida do estudante e está dentro do que realisticamente ele pode dominar. Precisamos redesenhar uma escola voltada para os nossos alunos, e não para miragens e sonhos. Quem fará essa escola? [...] Revista Veja, 05 fev. 2014 (adaptado).

 

A vírgula foi utilizada, nos trechos destacados, com a mesma função: indicar a inversão do adjunto adverbial, EXCETO em:

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188Q11199 | Direito Administrativo, Assistente Técnico, Prefeitura de Belo Horizonte MG, FUMARC

A licitação pode ser conceituada como o “procedimento administrativo pelo qual um ente público, no exercício da função administrativa, abre a todos os interessados, que se sujeitem às condições fixadas no instrumento convocatório, a possibilidade de formularem propostas dentre as quais selecionará e aceitará a mais conveniente para a celebração de contrato.” (DI PIETRO). A Lei 8.666/1993 que institui normas para licitações e contratos da Administração Pública, prevê, dentre outros, como critério de desempate, que será assegurada preferência, sucessivamente, aos bens e serviços produzidos ou prestados por empresas
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190Q162786 | Direito Administrativo, Licitações e Contratos Lei n8666 93, Auditor Direito, Prefeitura de Belo Horizonte MG, FUNDEP

Ao tratar de um dos princípios setoriais da licitação, afirma determinado autor: [...] estabelecidas as regras de certa licitação, tornam-se elas inalteráveis a partir da publicação do edital e durante todo o seu procedimento. Nada justifica qualquer alteração pontual para atender a esta ou àquela situação, a este ou aquele licitante (GASPARINI, 2011, p.539).


O autor citado se refere, no trecho transcrito, especificamente, ao princípio

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191Q477048 | Farmácia, Imunofarmacologia, Farmácia, Prefeitura de Belo Horizonte MG, FUMARC

São componentes principais da defesa imune mediados por linfócitos T, EXCETO:

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192Q29051 | Administração Geral, Assistente Administrativo, Prefeitura de Belo Horizonte MG, FUMARC

Nas organizações modernas, a administração estratégica inclui
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193Q369258 | Enfermagem, Imunização, Enfermeiro, Prefeitura de Belo Horizonte MG, FUMARC

Sobre o calendário de vacinação, é correto afirmar, EXCETO:
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194Q359287 | Enfermagem, Doenças, Enfermeiro, Prefeitura de Belo Horizonte MG, FUMARC

A respeito da AIDS, de acordo com o manual de bolso sobre doenças infecciosas e para-sitárias do Ministério da Saúde, é CORRETO afirmar que:

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195Q475828 | Farmácia, Patologia Clínica, Farmácia, Prefeitura de Belo Horizonte MG, FUMARC

Sobre a Linfocitose Infecciosa e a Coqueluche, todas as afirmativas estão corretas, EXCETO:

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196Q160559 | Auditoria, Auditor Direito, Prefeitura de Belo Horizonte MG, FUNDEP

Assinale a alternativa que melhor representa o conceito de auditoria prenunciativa.

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197Q29081 | Direito Administrativo, Assistente Técnico de Informática, Prefeitura de Belo Horizonte MG, FUMARC

Os bens imóveis da Administração Pública, cuja aquisição haja derivado de procedimentos judiciais ou de dação em pagamento, poderão ser alienados por ato da autoridade competente, observadas as seguintes regras:
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198Q360869 | Enfermagem, Imunização, Enfermeiro, Prefeitura de Belo Horizonte MG, FUMARC

Sobre a vacina contra a febre amarela, é correto afirmar, EXCETO:

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199Q29106 | Português, Agente de Operação e Controle, Prefeitura de Belo Horizonte MG, FUNDEP

Texto associado.
 É O FIM DO MUNDO 
Andrea Estevam

Humanos percorrem 226 quilômetros em pouco mais de oito horas, utilizando somente a força do próprio corpo para nadar, pedalar e correr ao longo dessa distância. Um cara que teve as pernas amputadas quando ainda era bebê conquista, na marra, um lugar entre os melhores velocistas do mundo. Montanhistas russos se preparam para escalar o K2, a mais mortal das montanhas de mais de 8 mil metros, em pleno inverno, sob a ameaça de temperaturas que podem chegar a 50 graus negativos. Uma menina de 18 anos é campeã mundial de surf. Bikes que podem ser recarregadas na tomada são realidade. Os velhos de pensamento e alma têm razão: é o fim do mundo mesmo – pelo menos do mundo com as fronteiras físicas e mentais que conhecemos. É o fim do ser humano como animal perfeito, obra acabada. Ainda bem! Ao contrário do que nossa presunção e nosso egoísmo possam sugerir, seguimos em evolução, para sempre rascunhos de tudo o que ainda somos capazes de realizar. Que outros sonhos o ser humano pode concretizar nos próximos 2 mil anos? (Se conseguirmos, é claro, recriar a nossa civilização a tempo de não nos extinguirmos.) O mundo acaba e recomeça a cada dia, e da morte do velho nasce a vida e a transformação. Como diz aquela música do R.E.M., ―é o fim do mundo, e eu me sinto bem‖.

Go Outside – Janeiro/2012 – Ed. 80 (Texto adaptado)
"Ao contrário do que nossa presunção e nosso egoísmo possam sugerir, seguimos em evolução [...]" (linhas 11-12)

A palavra sublinhada nessa frase pode, adequadamente, ser substituída por
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200Q11210 | Informática, Sistemas Operacionais, Assistente Técnico, Prefeitura de Belo Horizonte MG, FUMARC

Analise as seguintes afirmativas sobre sistemas operacionais.

I. No Windows XP, os pontos de restauração do sistema podem ser criados tanto pelo sistema, automaticamente, quanto por solicitação do usuário.
II. O comportamento padrão do Windows é diferenciar letras maiúsculas de minúsculas na verificação de senhas, mas não há essa diferenciação para a identificação do usuário.
III. O utilitário traceroute, disponível nos sistemas operacionais Linux, funciona de forma similar ao tracert, disponível nos sistemas Windows.

Estão CORRETAS as afirmativas:
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