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Questões de Concursos Prefeitura de Jaguapitã PR

Resolva questões de Prefeitura de Jaguapitã PR comentadas com gabarito, online ou em PDF, revisando rapidamente e fixando o conteúdo de forma prática.


61Q895917 | Pedagogia, Lei nº 9394 de 1996, Professor, Prefeitura de Jaguapitã PR, FAUEL, 2024

Quais das seguintes opções NÃO é uma incumbência dos estabelecimentos de ensino segundo o Art. 12 da Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional?
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62Q895923 | Pedagogia, Inclusão e Exclusão, Professor, Prefeitura de Jaguapitã PR, FAUEL, 2024

De acordo com Johnson e Myklebust (1987, p. 235), qual é o distúrbio de aprendizagem caracterizado por uma desordem na integração visual-motora, em que a criança vê o que deseja escrever, mas não consegue transmitir as informações visuais ao sistema motor, resultando na incapacidade de escrever ou copiar letras, palavras e números?
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63Q895686 | Serviço Social, Instrumentos Técnicos Operativos do Serviço Social, Assistente Social, Prefeitura de Jaguapitã PR, FAUEL, 2024

Acerca da importância da pesquisa no Serviço Social, assinale a alternativa CORRETA.
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64Q895687 | Serviço Social, Políticas Sociais, Assistente Social, Prefeitura de Jaguapitã PR, FAUEL, 2024

Sobre a Política Pública de Assistência Social, assinale a alternativa INCORRETA.
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65Q895688 | Serviço Social, Código de Ética de 1993, Assistente Social, Prefeitura de Jaguapitã PR, FAUEL, 2024

A última alteração que ocorreu na Lei Federal nº 8.662, de 7 de junho de 1993, foi no ano de 2010. O que está disposto na referida alteração?
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66Q916366 | Português, Significação Contextual de Palavras, Agente de Vigilância Sanitária, Prefeitura de Jaguapitã PR, FAUEL, 2024

Texto associado.
Considere a crônica a seguir, escrita por Cecília Meireles, para responder à questão.


O fim do mundo

A primeira vez que ouvi falar no fim do mundo, o mundo para mim não tinha nenhum sentido, ainda; de modo que não me interessava nem o seu começo nem o seu fim. Lembro-me, porém, vagamente, de umas mulheres nervosas que choravam, meio desgrenhadas, e aludiam a um cometa que andava pelo céu, responsável pelo acontecimento que elas tanto temiam.
Nada disso se entendia comigo: o mundo era delas, o cometa era para elas: nós, crianças, existíamos apenas para brincar com as flores da goiabeira e as cores do tapete. Mas, uma noite, levantaram-me da cama, enrolada num lençol, e, estremunhada, levaram-me à janela para me apresentarem à força ao temível cometa.
Aquilo que até então não me interessava nada, que nem vencia a preguiça dos meus olhos pareceu-me, de repente, maravilhoso. Era um pavão branco, pousado no ar, por cima dos telhados? Era uma noiva, que caminhava pela noite, sozinha, ao encontro da sua festa? Gostei muito do cometa. Devia sempre haver um cometa no céu, como há lua, sol, estrelas. Por que as pessoas andavam tão apavoradas? A mim não me causava medo nenhum.
Ora, o cometa desapareceu, aqueles que choravam enxugaram os olhos, o mundo não se acabou, talvez eu tenha ficado um pouco triste – mas que importância tem a tristeza das crianças? Passou-se muito tempo. Aprendi muitas coisas, entre as quais o suposto sentido do mundo. Não duvido de que o mundo tenha sentido. Deve ter mesmo muitos, inúmeros, pois em redor de mim as pessoas mais ilustres e sabedoras fazem cada coisa que bem se vê haver um sentido do mundo peculiar a cada um.
Dizem que o mundo termina em fevereiro próximo. Ninguém fala em cometa, e é pena, porque eu gostaria de tornar a ver um cometa, para verificar se a lembrança que conservo dessa imagem do céu é verdadeira ou inventada pelo sono dos meus olhos naquela noite já muito antiga.
O mundo vai acabar, e certamente saberemos qual era o seu verdadeiro sentido. Se valeu a pena que uns trabalhassem tanto e outros tão pouco. Por que fomos tão sinceros ou tão hipócritas, tão falsos ou tão leais. Por que pensamos tanto em nós mesmos ou só nos outros. Por que fizemos voto de pobreza ou assaltamos os cofres públicos – além dos particulares. Por que mentimos tanto, com palavras tão judiciosas. Tudo isso saberemos e muito mais do que cabe enumerar numa crônica.

(“O fim do mundo”, por Cecília Meireles, com adaptações)
No último parágrafo do texto, a autora reflete sobre “por que mentimos tanto, com palavras tão judiciosas”. Marque a alternativa que indica um possível sinônimo para o adjetivo “judiciosas”.
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68Q895906 | Pedagogia, Professor, Prefeitura de Jaguapitã PR, FAUEL, 2024

Qual programa específico o Ministério da Educação e do Desporto (MEC) implementou para capacitar os professores no uso das tecnologias de informação e comunicação, com o objetivo de universalizar o acesso à tecnologia no ensino público e promover o desenvolvimento profissional dos educadores?
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69Q895920 | Pedagogia, Legislação da Educação, Professor, Prefeitura de Jaguapitã PR, FAUEL, 2024

Segundo o Art. 90 da Lei Brasileira de Inclusão da Pessoa com Deficiência, qual é a penalidade para alguém que abandona uma pessoa com deficiência em hospitais, casas de saúde, entidades de abrigamento ou congêneres, ou que não provenha suas necessidades básicas quando obrigado por lei ou mandado?
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70Q1066572 | Administração Pública, Modelos Teóricos de Administração Pública, Técnico Administrativo, Prefeitura de Jaguapitã PR, FAUEL, 2024

O texto apresentado a seguir descreve qual tipo de forma histórica de administração pública?
“Este modelo de administração pública se destaca pela concentração de poder nas mãos de uma única pessoa ou de poucas pessoas, de modo que um pequeno grupo privilegiado de uma sociedade vantagens e regalias Neste modelo, o aparelho do Estado funciona como a extensão do poder do soberano, e os seus auxiliares possuem status privilegiado”.
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71Q1026995 | Raciocínio Lógico, Diagramas de Venn Conjuntos, Professor, Prefeitura de Jaguapitã PR, FAUEL, 2024

Em uma turma com 24 alunos, 25% têm dificuldade em interpretação de texto. Dos que têm dificuldade com interpretação de texto, 50% também têm dificuldade em gramática. Quantos alunos dessa turma têm dificuldade em interpretação de texto e gramática?
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72Q895623 | Informática, Microsoft Word 2016 e 365, Advogado, Prefeitura de Jaguapitã PR, FAUEL, 2024

No editor de texto Microsoft Word 2016 (em português), muitas funcionalidades estão organizadas em grupos, os quais, por sua vez, estão distribuídos em guias. Considerando isso, identifique a alternativa que apresenta o grupo da guia “Inserir” em que é possível encontrar a opção “Letra Capitular” (essa opção serve para criar uma letra maiúscula grande no início de um parágrafo).
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73Q895922 | Pedagogia, Lei nº 9394 de 1996, Professor, Prefeitura de Jaguapitã PR, FAUEL, 2024

De acordo com a Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional, em seu Art. 5º, parágrafo 2º, o que o Poder Público deve assegurar em primeiro lugar, contemplando os demais níveis e modalidades de ensino, de acordo com as prioridades constitucionais e legais estabelecidas?
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74Q1066571 | Administração Pública, Modelos Teóricos de Administração Pública, Técnico Administrativo, Prefeitura de Jaguapitã PR, FAUEL, 2024

Analise a seguinte situação com base nos três grandes modelos de administração pública brasileiros: administração pública patrimonialista, administração pública burocrática e administração pública gerencial.
“Ao implantar em uma repartição pública este modelo de administração pública, priorizamos diretamente os princípios de formalização e profissionalismo, caracterizados pelo forte uso de hierarquias bem definidas e organizadas”.

O texto acima se refere a qual modelo de administração pública?
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75Q916361 | Português, Interpretação de Textos, Agente de Vigilância Sanitária, Prefeitura de Jaguapitã PR, FAUEL, 2024

Texto associado.
Considere a crônica a seguir, escrita por Cecília Meireles, para responder à questão.


O fim do mundo

A primeira vez que ouvi falar no fim do mundo, o mundo para mim não tinha nenhum sentido, ainda; de modo que não me interessava nem o seu começo nem o seu fim. Lembro-me, porém, vagamente, de umas mulheres nervosas que choravam, meio desgrenhadas, e aludiam a um cometa que andava pelo céu, responsável pelo acontecimento que elas tanto temiam.
Nada disso se entendia comigo: o mundo era delas, o cometa era para elas: nós, crianças, existíamos apenas para brincar com as flores da goiabeira e as cores do tapete. Mas, uma noite, levantaram-me da cama, enrolada num lençol, e, estremunhada, levaram-me à janela para me apresentarem à força ao temível cometa.
Aquilo que até então não me interessava nada, que nem vencia a preguiça dos meus olhos pareceu-me, de repente, maravilhoso. Era um pavão branco, pousado no ar, por cima dos telhados? Era uma noiva, que caminhava pela noite, sozinha, ao encontro da sua festa? Gostei muito do cometa. Devia sempre haver um cometa no céu, como há lua, sol, estrelas. Por que as pessoas andavam tão apavoradas? A mim não me causava medo nenhum.
Ora, o cometa desapareceu, aqueles que choravam enxugaram os olhos, o mundo não se acabou, talvez eu tenha ficado um pouco triste – mas que importância tem a tristeza das crianças? Passou-se muito tempo. Aprendi muitas coisas, entre as quais o suposto sentido do mundo. Não duvido de que o mundo tenha sentido. Deve ter mesmo muitos, inúmeros, pois em redor de mim as pessoas mais ilustres e sabedoras fazem cada coisa que bem se vê haver um sentido do mundo peculiar a cada um.
Dizem que o mundo termina em fevereiro próximo. Ninguém fala em cometa, e é pena, porque eu gostaria de tornar a ver um cometa, para verificar se a lembrança que conservo dessa imagem do céu é verdadeira ou inventada pelo sono dos meus olhos naquela noite já muito antiga.
O mundo vai acabar, e certamente saberemos qual era o seu verdadeiro sentido. Se valeu a pena que uns trabalhassem tanto e outros tão pouco. Por que fomos tão sinceros ou tão hipócritas, tão falsos ou tão leais. Por que pensamos tanto em nós mesmos ou só nos outros. Por que fizemos voto de pobreza ou assaltamos os cofres públicos – além dos particulares. Por que mentimos tanto, com palavras tão judiciosas. Tudo isso saberemos e muito mais do que cabe enumerar numa crônica.

(“O fim do mundo”, por Cecília Meireles, com adaptações)
Com base na interpretação do texto, pode-se afirmar a respeito de sua autora que:
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76Q916363 | Português, Análise sintática, Agente de Vigilância Sanitária, Prefeitura de Jaguapitã PR, FAUEL, 2024

Texto associado.
Considere a crônica a seguir, escrita por Cecília Meireles, para responder à questão.


O fim do mundo

A primeira vez que ouvi falar no fim do mundo, o mundo para mim não tinha nenhum sentido, ainda; de modo que não me interessava nem o seu começo nem o seu fim. Lembro-me, porém, vagamente, de umas mulheres nervosas que choravam, meio desgrenhadas, e aludiam a um cometa que andava pelo céu, responsável pelo acontecimento que elas tanto temiam.
Nada disso se entendia comigo: o mundo era delas, o cometa era para elas: nós, crianças, existíamos apenas para brincar com as flores da goiabeira e as cores do tapete. Mas, uma noite, levantaram-me da cama, enrolada num lençol, e, estremunhada, levaram-me à janela para me apresentarem à força ao temível cometa.
Aquilo que até então não me interessava nada, que nem vencia a preguiça dos meus olhos pareceu-me, de repente, maravilhoso. Era um pavão branco, pousado no ar, por cima dos telhados? Era uma noiva, que caminhava pela noite, sozinha, ao encontro da sua festa? Gostei muito do cometa. Devia sempre haver um cometa no céu, como há lua, sol, estrelas. Por que as pessoas andavam tão apavoradas? A mim não me causava medo nenhum.
Ora, o cometa desapareceu, aqueles que choravam enxugaram os olhos, o mundo não se acabou, talvez eu tenha ficado um pouco triste – mas que importância tem a tristeza das crianças? Passou-se muito tempo. Aprendi muitas coisas, entre as quais o suposto sentido do mundo. Não duvido de que o mundo tenha sentido. Deve ter mesmo muitos, inúmeros, pois em redor de mim as pessoas mais ilustres e sabedoras fazem cada coisa que bem se vê haver um sentido do mundo peculiar a cada um.
Dizem que o mundo termina em fevereiro próximo. Ninguém fala em cometa, e é pena, porque eu gostaria de tornar a ver um cometa, para verificar se a lembrança que conservo dessa imagem do céu é verdadeira ou inventada pelo sono dos meus olhos naquela noite já muito antiga.
O mundo vai acabar, e certamente saberemos qual era o seu verdadeiro sentido. Se valeu a pena que uns trabalhassem tanto e outros tão pouco. Por que fomos tão sinceros ou tão hipócritas, tão falsos ou tão leais. Por que pensamos tanto em nós mesmos ou só nos outros. Por que fizemos voto de pobreza ou assaltamos os cofres públicos – além dos particulares. Por que mentimos tanto, com palavras tão judiciosas. Tudo isso saberemos e muito mais do que cabe enumerar numa crônica.

(“O fim do mundo”, por Cecília Meireles, com adaptações)
Também no primeiro parágrafo do texto, no trecho “nós, crianças, existíamos apenas para brincar”, a palavra “crianças” pode ser classificada como:
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77Q916365 | Português, Interpretação de Textos, Agente de Vigilância Sanitária, Prefeitura de Jaguapitã PR, FAUEL, 2024

Texto associado.
Considere a crônica a seguir, escrita por Cecília Meireles, para responder à questão.


O fim do mundo

A primeira vez que ouvi falar no fim do mundo, o mundo para mim não tinha nenhum sentido, ainda; de modo que não me interessava nem o seu começo nem o seu fim. Lembro-me, porém, vagamente, de umas mulheres nervosas que choravam, meio desgrenhadas, e aludiam a um cometa que andava pelo céu, responsável pelo acontecimento que elas tanto temiam.
Nada disso se entendia comigo: o mundo era delas, o cometa era para elas: nós, crianças, existíamos apenas para brincar com as flores da goiabeira e as cores do tapete. Mas, uma noite, levantaram-me da cama, enrolada num lençol, e, estremunhada, levaram-me à janela para me apresentarem à força ao temível cometa.
Aquilo que até então não me interessava nada, que nem vencia a preguiça dos meus olhos pareceu-me, de repente, maravilhoso. Era um pavão branco, pousado no ar, por cima dos telhados? Era uma noiva, que caminhava pela noite, sozinha, ao encontro da sua festa? Gostei muito do cometa. Devia sempre haver um cometa no céu, como há lua, sol, estrelas. Por que as pessoas andavam tão apavoradas? A mim não me causava medo nenhum.
Ora, o cometa desapareceu, aqueles que choravam enxugaram os olhos, o mundo não se acabou, talvez eu tenha ficado um pouco triste – mas que importância tem a tristeza das crianças? Passou-se muito tempo. Aprendi muitas coisas, entre as quais o suposto sentido do mundo. Não duvido de que o mundo tenha sentido. Deve ter mesmo muitos, inúmeros, pois em redor de mim as pessoas mais ilustres e sabedoras fazem cada coisa que bem se vê haver um sentido do mundo peculiar a cada um.
Dizem que o mundo termina em fevereiro próximo. Ninguém fala em cometa, e é pena, porque eu gostaria de tornar a ver um cometa, para verificar se a lembrança que conservo dessa imagem do céu é verdadeira ou inventada pelo sono dos meus olhos naquela noite já muito antiga.
O mundo vai acabar, e certamente saberemos qual era o seu verdadeiro sentido. Se valeu a pena que uns trabalhassem tanto e outros tão pouco. Por que fomos tão sinceros ou tão hipócritas, tão falsos ou tão leais. Por que pensamos tanto em nós mesmos ou só nos outros. Por que fizemos voto de pobreza ou assaltamos os cofres públicos – além dos particulares. Por que mentimos tanto, com palavras tão judiciosas. Tudo isso saberemos e muito mais do que cabe enumerar numa crônica.

(“O fim do mundo”, por Cecília Meireles, com adaptações)
Com base na interpretação do texto, pode-se afirmar que, para a autora do texto, já adulta, o mundo:
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78Q895912 | Pedagogia, Professor, Prefeitura de Jaguapitã PR, FAUEL, 2024

As Diretrizes Curriculares Nacionais para o Ensino Fundamental de 9 anos, em seu Art. 30, estabelece que os três anos iniciais desse ciclo devem assegurar quais objetivos educacionais? Analise as afirmativas a seguir e assinale a alternativa CORRETA.

I – A alfabetização e o letramento.
II – O desenvolvimento das diversas formas de expressão, incluindo o aprendizado da Língua Portuguesa, Gramática, Música e demais artes, Educação Física, assim como o aprendizado de Matemática, Ciência, Ensino Religioso, História e Geografia.
III – A continuidade da aprendizagem, considerando a complexidade do processo de alfabetização e os prejuízos que a repetência pode causar, especialmente na transição do primeiro para o segundo ano e do segundo para o terceiro ano de escolaridade.
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79Q916369 | Informática, Procedimento de Segurança e Back up, Agente de Vigilância Sanitária, Prefeitura de Jaguapitã PR, FAUEL, 2024

O servidor público deve entender de backup para garantir a segurança e a integridade dos dados governamentais, prevenindo perdas por falhas técnicas ou ciberataques. Conhecer procedimentos de backup assegura a continuidade dos serviços públicos, minimizando impactos de interrupções. Isso também protege informações sensíveis contra corrupção ou exclusão acidental. A prática de backup contribui para a transparência e a confiança na administração pública. Dessa forma, o backup é uma prática fundamental para garantir a segurança, a integridade e a disponibilidade dos dados em todos os contextos, sejam eles pessoais, sejam profissionais. Sabendo disso, assinale a alternativa verdadeira com relação a backups na nuvem.
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80Q1080974 | Estatuto da Pessoa com Deficiência, Disposições Preliminares, Educador Social, Prefeitura de Jaguapitã PR, FAUEL, 2024

O Art. 32 da Lei nº 13.146 (Estatuto da Pessoa com Deficiência) descreve que, nos programas habitacionais, públicos ou subsidiados com recursos públicos, a pessoa com deficiência ou o seu responsável goza de prioridade na aquisição de imóvel para moradia própria e, em seu inciso I, relata o percentual mínimo de unidades habitacionais que devem ser reservadas para pessoas com deficiência. Assinale a alternativa que representa esse percentual mínimo de acordo com o inciso I do Art. 32 da referida Lei.
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