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Questões de Concursos Prefeitura de Maricá RJ

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321Q1066996 | Administração Pública, Convergências e Diferenças entre Gestão, Analista de Trânsito, Prefeitura de Maricá RJ, COSEAC, 2023

Texto associado.

A próxima geração de governo e o futuro do trabalho no serviço público: utopia?

Por Ana Paula Bertolin



Estamos em uma era digital acelerada pela pandemia e a força motriz dessa engrenagem necessita de um novo uso para a tecnologia onde dados e análises avançadas possam suportar as tomadas de decisão auxiliando na validação de soluções e suas implantações. Nesse contexto, um novo perfil de servidor se desenha. Para os que estão na ativa, um processo de upskilling e reskilling1 , além da captura de conhecimento tácito, é fundamental para a próxima geração de talentos que virão a compor o quadro do governo.


O serviço público não pode fugir à regra. Mas ao contrário das organizações do setor privado, que vem evoluindo nessa questão a passos largos, esse setor não mudou a sua forma de trabalhar em quase nada nas últimas décadas. Continua sendo um setor atrasado em inovação e baseado em políticas retrógradas, fortalecidas em um modelo de produção de linha de montagem e que preza por práticas antigas de liderança e resultados. Como atrair esta nova geração para compor um novo governo?


Em recente pesquisa do Center Digital Government com trabalhadores americanos em início de carreira, a nova norma é a flexibilidade. A Price Waterhouse Coopers revelou que 61% dos CEOs estão focados em proporcionar o bem-estar de suas equipes para que possam reter talentos. Portanto, governos terão que reinventar sua abordagem de trabalho, expandindo a visão de como e onde o trabalho é feito para que possam atrair e reter talentos para seu quadro de servidores.

Estabilidade já não é mais o que chama a atenção dessa nova geração, muito menos carreiras de governo – a menos que haja envolvimento político! A busca é por propósito, compreensão do seu papel, qual a causa pela qual trabalha além do equilíbrio entre vida pessoal e profissional, a motivação para o trabalho e a possibilidade de aplicar edesenvolver o pensamento criativo. Esse novo perfil também espera encontrar soluções promovidas pela tecnologia, tendo ela como facilitadora de serviços e experiências de qualidade e igualitariamente a essa força de trabalho.


Formar uma próxima geração de governo necessita de políticas de retenção de talentos efetivas, que observam habilidades e como elas podem fazer parte do todo, compondo equipes de alta performance olhando para o ser humano como centro. Novas políticas devem ser construídas, expandindo a visão de onde e como o trabalho é e pode ser feito.


Dexter Docherty em recente publicação afirma que um incrível futuro do trabalho no serviço público, pós-Covid, nos aguarda se tomarmos decisões políticas inteligentes e promotoras de flexibilidade agora! Afirma que, neste mundo cada vez mais digital e globalizado, o governo pode trabalhar com diferentes perspectivas de trabalho, abrindo oportunidade para novos talentos. Continua afirmando que o problema reside na compreensão limitada que os governos têm de onde um funcionário precisa morar para se tornar um servidor público. É uma nova visão onde o potencial para o trabalho seja determinado por tarefas e atividades e não por ocupações. E que seja visto pelas lentes da ética, confiança e da responsabilidade originando uma nova cultura de trabalho positiva, motivada e satisfeita.


Outro ponto importante para o contexto é publicado em recentes estudos sobre a parada forçada neste período pandêmico. Segundo dados do Governo Federal Brasileiro, foram economizados 3 bilhões em 2020 com o home office de servidores públicos. Conforme entrevista do Secretário Nacional de Gestão e Desempenho de Pessoal, é uma economia oriunda da área meio, áreas administrativas, para que se possa investir em áreas fim. Uma economia significativa para um país que necessita se reequilibrar. Outros dados já apurados mostram que o teletrabalho facilita a entrega de resultados e aumenta a eficiência dos servidores públicos. É um novo conceito baseado na confiança e autonomia.


As decisões políticas inteligentes neste momento, citadas por Docherty, irão promover mudanças significativas para alguns pontos obscuros na gestão de talentos dos servidores municipais, que poderão promover uma modernização na forma de trabalho podendo gerar equipes mais curiosas para aexperimentação, mais engajamento pela promoção da autonomia, lideranças mais ágeis e mais confiantes em suas equipes resultando em um melhor desempenho e entrega de resultados além de uma economia significativa nos gastos públicos – elementos estes estratégicos de longo prazo.


Diversos modelos podem ser adotados para um trabalho híbrido que combina trabalho remoto com tempo no escritório. Alguns governos, como o de São Paulo, já estão implantando essa modalidade como permanente para algumas funções que se adequam a esse modelo. A Deloitte afirma "o local de trabalho pós-covid mudará de onde as pessoas trabalham para um local onde as equipes se encontram, socializam e se conectam." The Enterprisers Project completa: "as organizações se concentrarão cada vez mais no que é mais importante: trabalho realizado em vez de horas trabalhadas e missões realizadas em vez de tarefas concluídas."


Mas será que o modelo que perpetua nas instituições públicas está preparado para entender este novo momento? Urge movimentos e atitudes que acompanhem a evolução, hoje lenta e atrasada. É necessário que gestores públicos tomem decisões rápidas nesta área, promovendo uma mudança de cultura onde as novas necessidades do mundo do trabalho possam ser observadas. A forma como o setor público cria valor – o trabalho, a força de trabalho e o local de trabalho – está mudando. O governo não pode enfrentar os desafios complexos de hoje com modelos antigos. Novas regras para a gestão pública são necessárias. Será uma utopia?


O potencial retido entre o corpo funcional do serviço público é enorme! Precisa ser percebido que se tem o poder de mudar para melhor. Novas ideias são necessárias para abordar a questão de como o setor público gera e agrega valor. Abraçar o poder da tecnologia para ampliar as capacidades humanas pode promover conexões sem limites geográficos. "Não podemos prever o futuro, mas podemos nos preparar para ele" – é o que o relatório de previsão estratégica da OECD (Organisation for Economic Cooperation and Development) – Exploring Implications for the Future of Global Collaboration aponta. Cita que mudanças sociais, tecnológicas, econômicas, ambientais, políticas e geopolíticas estão ocorrendo mais rápido do que nunca e que a sociedade e osgovernos não podem se fechar à interconexão e à possibilidade de serem globais.


O desafio é ser produtivo e incitar o talento desse corpo funcional revertido em prestação de serviço de qualidade para o maior cliente: o cidadão, além de vislumbrar um futuro do trabalho mais brilhante para quem trabalha em nome do governo. O futuro é aqui e agora. Será que conseguimos trabalhar com a ideia de que a nova geração de governo será "móvel" nos próximos anos? Já pensou em como essa experiência poderia agregar valor para esse futuro do trabalho? Como novos modelos, boas práticas, novos conhecimentos e vivências poderiam ser compartilhadas? Como a tecnologia irá conectar e disseminar? É um novo mundo que se abre.... quem sairá na frente dessa experiência? Utopia?



1 Upskilling visa ensinar a um trabalhador novas competências para otimizar seu desempenho; o reskilling (também conhecido como reciclagem profissional) procura dar treinamento a um funcionário para realojá-lo num novo posto na empresa.


Disponível em: https://www.estadao.com.br/politica/blogdo-mlg/a-proxima-geracao-de-governo-e-o-futuro-do-trabalhono-servico-publico-utopia/. Acesso em: 30 ago.2023. Adaptado.





De acordo com o texto, pode-se afirmar que
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322Q1023862 | Inglês, Interpretação de Texto Reading Comprehension, Docente I Língua Estrangeira Inglês, Prefeitura de Maricá RJ, COSEAC, 2024

Texto associado.
Question relate to teaching skills and abilities:
According to Motta-Roth (2006) the concept of genre has been a common reference in official documents for education, especially in relation to the PCNs of Foreign Languages, Arts and Computing. However, she states that there is a “fluctuation in the concept of genre in these references” (p. 498). Within these concepts, the one(s) that she considers the most appropriate is/are:
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323Q893653 | Pedagogia, Base Nacional Comum Curricular BNCC, Docente II, Prefeitura de Maricá RJ, COSEAC, 2024

Entre as opções abaixo, assinale a medida que está de acordo com as disposições do art. 3º, inciso IV, da Constituição Federal, que repudiam o preconceito e quaisquer formas de discriminação, e reconhecem a singularidade irredutível de todos os indivíduos, especialmente no contexto das Diretrizes Curriculares Nacionais (DCN) étnico-raciais.
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324Q893666 | Pedagogia, Docente II, Prefeitura de Maricá RJ, COSEAC, 2024

Um dos textos do documento Ensino Fundamental de Nove Anos − Orientações para a Inclusão da Criança de Seis Anos de Idade aborda a importância do acesso à arte na escola, que se destaca como uma forma de:
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325Q893669 | Pedagogia, Docente II, Prefeitura de Maricá RJ, COSEAC, 2024

Luckesi (2012) afirma que “são dois parâmetros históricos de acompanhamento dos resultados da aprendizagem dos educandos na escola: os exames escolares e a avaliação de aprendizagem”.

Assinale a opção que descreve o evento que marcou o surgimento da avaliação da aprendizagem nos Estados Unidos.
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326Q893675 | Pedagogia, Docente II, Prefeitura de Maricá RJ, COSEAC, 2024

O principal objetivo da proposta pedagógica ou projeto político-pedagógico na Educação Infantil, de acordo com as Diretrizes Curriculares Nacionais (DCN), é:
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327Q893665 | Pedagogia, Base Nacional Comum Curricular BNCC, Docente II, Prefeitura de Maricá RJ, COSEAC, 2024

Em seu livro Ideias para Adiar o Fim do Mundo, Ailton Krenak ressalta a importância das diferenças individuais e o valor da diversidade. Já as Diretrizes Curriculares Nacionais para a Educação Básica aborda a gestão pedagógica e administrativa das escolas indígenas.
Assinale a opção que melhor reflete o princípio defendido por ambos os textos.
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328Q893682 | Pedagogia, Lei nº 9394 de 1996, Docente II, Prefeitura de Maricá RJ, COSEAC, 2024

Entende-se por educação especial, de acordo com o art. 58 da Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional (LDB):
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329Q893689 | Pedagogia, Alfabetização e Letramento, Docente II, Prefeitura de Maricá RJ, COSEAC, 2024

Cecilia Goulart considera que a importância da alfabetização, em uma perspectiva discursiva, pode ser compreendida como:
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330Q1023864 | Inglês, Interpretação de Texto Reading Comprehension, Docente I Língua Estrangeira Inglês, Prefeitura de Maricá RJ, COSEAC, 2024

Texto associado.
Question relate to teaching skills and abilities:
In the chapter “Da aplicação de Linguística à Linguística Aplicada Indisciplinar”, Moita Lopes (2009) proposes the term “Linguística Aplicada Indisciplinar” as an area of study that:
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331Q1023863 | Inglês, Interpretação de Texto Reading Comprehension, Docente I Língua Estrangeira Inglês, Prefeitura de Maricá RJ, COSEAC, 2024

Texto associado.
Question relate to teaching skills and abilities:
Orlando and Ferreira (2013) discuss the contributions of new literacies and multiliteracies studies to teacher education regarding identity issues. The authors, based on New Literacies theory, defend that the role of the language teacher in contemporary society is to:
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332Q1023865 | Inglês, Interpretação de Texto Reading Comprehension, Docente I Língua Estrangeira Inglês, Prefeitura de Maricá RJ, COSEAC, 2024

Texto associado.
Question relate to teaching skills and abilities:
In the introduction of the book “Teaching to Transgress: education as the practice of freedom”, bell hooks (2003) shares her experience as a student in “all-black grade schools” and “desegregated, white schools” and then at undergraduate and graduate schools in the U.S. How were these experiences different?
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333Q1023859 | Inglês, Interpretação de Texto Reading Comprehension, Docente I Língua Estrangeira Inglês, Prefeitura de Maricá RJ, COSEAC, 2024

Texto associado.
Answer question according to TEXT 1 below.

TEXT 1
TRUE STORIES – The School teacher

1 IT'S HAPPENED TO me half a dozen times, lately. I'm walking home through the Edinburgh Gardens and I see them heading towards me. Heavy kids, eight of them, maybe ten. I keep walking, but I keep my eyes on them, and my feet wait for the sign to take off.
2 They are Greeks and Italians, all adolescents, all wearing green or maroon cardigans with a double black stripe round the chest, Levis or Wranglers that fit just right, showing a bit of sock and reddish shoes with big heels. I move across to the outside of the footpath to let them pass. They spread out a little. They're close enough now in the almost-dark for me to see their faces.
3 And it's all right, because the front one is Chris, from Fitzroy High, and he says, 'Hello, miss!' and the others are kids who have grinned and nodded at me a hundred times in the yard at school.
4 I had taught migrants before, but Fitzroy High is one of those legendary inner-suburban schools which can no longer be properly described as Australian. In none of the classes I took were there more than four kids with Australian names. A blond head was a surprise. The administration battled to assimilate these kids into recognizable moulds. In a hundred subtle ways they were defeated.
5 Most of the girls had pierced ears and had worn gold earrings since they were babies. The line was that plain gold sleepers were the only ear decorations allowed. At the time when it was fashionable, in Australia, to wear a zillion colored plastic bangles up your arm, teachers strove hopelessly to prevent this display of gaiety at school. The girls went on wearing them and pulled their sleeves down when they saw a senior mistress coming.
6 There were weekly segregated assemblies. I don't know what they told the boys, but at one girls' assembly I actually heard the senior mistress say, 'As girls we must be modest, quiet, hardworking and well-groomed at all times'.
7 What astonished me was the stubbornness of the kids' resistance to the rules. They didn't organize or protest. They defied. If the pressure got too much for them, they stayed away. And yet they hated to be suspended. One boy was suspended for a week, and every day I'd see him leaning against my front fence, staring wistfully at the school where his mates were tight-roping their way dangerously through the day.
8 In the three other schools I'd taught at, I'd been an authoritarian, a good disciplinarian. It wasn't only political or educational thinking that changed my attitude at Fitzroy High. It was the kids themselves. I suppose I fell in love with the whole nine hundred of them. In other schools, I'd known kids who were 'trouble-makers' or 'over-achievers', or ‘irresponsible' or 'antisocial. But somehow the kids at Fitzroy cut right through those categories.
9 To begin with, they made me laugh. I can't remember ever knowing such exuberant, merry kids. Every class had more than its share of natural clowns. The plays they invented were full of hilarious delight. In a second-form class I had for a year, two Italian boys called Claudio and Joseph used to present weekly plays so excruciatingly funny that we lay across the desks aching and wiping our eyes.
10 A kid called Ilya wrote wonderful, magical stories; he could write fairy tales his grandparents had told him in Yugoslavia. Lemonia could break your heart with a story about a lost fountain pen, and Dora with an account of her dreams. Their English may have been rocky, but there was a pure, delicate humour lying bone-deep in them that nothing could corrupt.

GARNER, Helen. True Stories. Melbourne, Australia: The Publishing Company, 2013, pp. 26-28. Adapted.
The utterance, extracted from the text, which contributes to the rupture of the somewhat tense atmosphere created in the 1st and 2nd paragraphs is:
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334Q893671 | Pedagogia, Paulo Freire, Docente II, Prefeitura de Maricá RJ, COSEAC, 2024

Uma das tarefas precípuas da prática educativa-progressista, de acordo com o pensamento de Paulo Freire sobre a curiosidade humana, é:
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336Q1023860 | Inglês, Interpretação de Texto Reading Comprehension, Docente I Língua Estrangeira Inglês, Prefeitura de Maricá RJ, COSEAC, 2024

Texto associado.
Answer question according to TEXT 1 below.

TEXT 1
TRUE STORIES – The School teacher

1 IT'S HAPPENED TO me half a dozen times, lately. I'm walking home through the Edinburgh Gardens and I see them heading towards me. Heavy kids, eight of them, maybe ten. I keep walking, but I keep my eyes on them, and my feet wait for the sign to take off.
2 They are Greeks and Italians, all adolescents, all wearing green or maroon cardigans with a double black stripe round the chest, Levis or Wranglers that fit just right, showing a bit of sock and reddish shoes with big heels. I move across to the outside of the footpath to let them pass. They spread out a little. They're close enough now in the almost-dark for me to see their faces.
3 And it's all right, because the front one is Chris, from Fitzroy High, and he says, 'Hello, miss!' and the others are kids who have grinned and nodded at me a hundred times in the yard at school.
4 I had taught migrants before, but Fitzroy High is one of those legendary inner-suburban schools which can no longer be properly described as Australian. In none of the classes I took were there more than four kids with Australian names. A blond head was a surprise. The administration battled to assimilate these kids into recognizable moulds. In a hundred subtle ways they were defeated.
5 Most of the girls had pierced ears and had worn gold earrings since they were babies. The line was that plain gold sleepers were the only ear decorations allowed. At the time when it was fashionable, in Australia, to wear a zillion colored plastic bangles up your arm, teachers strove hopelessly to prevent this display of gaiety at school. The girls went on wearing them and pulled their sleeves down when they saw a senior mistress coming.
6 There were weekly segregated assemblies. I don't know what they told the boys, but at one girls' assembly I actually heard the senior mistress say, 'As girls we must be modest, quiet, hardworking and well-groomed at all times'.
7 What astonished me was the stubbornness of the kids' resistance to the rules. They didn't organize or protest. They defied. If the pressure got too much for them, they stayed away. And yet they hated to be suspended. One boy was suspended for a week, and every day I'd see him leaning against my front fence, staring wistfully at the school where his mates were tight-roping their way dangerously through the day.
8 In the three other schools I'd taught at, I'd been an authoritarian, a good disciplinarian. It wasn't only political or educational thinking that changed my attitude at Fitzroy High. It was the kids themselves. I suppose I fell in love with the whole nine hundred of them. In other schools, I'd known kids who were 'trouble-makers' or 'over-achievers', or ‘irresponsible' or 'antisocial. But somehow the kids at Fitzroy cut right through those categories.
9 To begin with, they made me laugh. I can't remember ever knowing such exuberant, merry kids. Every class had more than its share of natural clowns. The plays they invented were full of hilarious delight. In a second-form class I had for a year, two Italian boys called Claudio and Joseph used to present weekly plays so excruciatingly funny that we lay across the desks aching and wiping our eyes.
10 A kid called Ilya wrote wonderful, magical stories; he could write fairy tales his grandparents had told him in Yugoslavia. Lemonia could break your heart with a story about a lost fountain pen, and Dora with an account of her dreams. Their English may have been rocky, but there was a pure, delicate humour lying bone-deep in them that nothing could corrupt.

GARNER, Helen. True Stories. Melbourne, Australia: The Publishing Company, 2013, pp. 26-28. Adapted.
Question refer to the following passage, in paragraph 4:

A blond head was a surprise. The administration battled to assimilate these kids into recognizable moulds. In a hundred subtle ways they were defeated.

A metonymy, and two metaphorical expressions related to the concept of war are, respectively,
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337Q1023861 | Inglês, Interpretação de Texto Reading Comprehension, Docente I Língua Estrangeira Inglês, Prefeitura de Maricá RJ, COSEAC, 2024

Texto associado.
Question relate to teaching skills and abilities:
Baladeli and Ferreira (2012) defend that due to the increasingly use of web 2.0 technologies in contemporary society, new digital literacies need to be approached in both pre-service and in-service teacher education. The concept of digital literacy can be defined as:
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339Q1026556 | Raciocínio Lógico, Probabilidade, Docente I Matemática, Prefeitura de Maricá RJ, COSEAC, 2024

Em um campeonato de tiros, dois participantes atiram num alvo com probabilidade de 90% e 80%, respectivamente, de acertar. Nessas condições, a probabilidade de, pelo menos, um deles errar o alvo é:
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