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Questões de Concursos Prefeitura de São João do Rio do Peixe PB

Resolva questões de Prefeitura de São João do Rio do Peixe PB comentadas com gabarito, online ou em PDF, revisando rapidamente e fixando o conteúdo de forma prática.


81Q978662 | Pedagogia, Assistente Social, Prefeitura de São João do Rio do Peixe PB, EDUCA, 2025

A respeito de conceito e características de pandemia, analise as alternativas e assinale V para as VERDADEIRAS e F para as FALSAS:

( )Uma enfermidade se torna uma pandemia quando atinge níveis mundiais, ou seja, quando determinado agente se dissemina em diversos países ou continentes, usualmente afetando um grande número de pessoas. Quem define quando uma doença se torna esse tipo de ameaça global é a Organização Mundial da Saúde (OMS).

( )Uma pandemia pode começar como um surto ou epidemia; ou seja, surtos, pandemias e epidemias têm a mesma origem - o que muda é a escala da disseminação da doença.

( )Um surto ocorre quando há aumento localizado do número de casos de uma doença. “É possível ocorrer um surto de uma doença até dentro de um hospital, causado, por exemplo, por uma infecção hospitalar.

( )Uma epidemia também ocorre quando a doença é recorrente na região, mas não há um aumento significativo no número de casos e a população convive com ela. A dengue tem caráter epidêmico no Brasil, porque ocorre durante o verão em certas regiões.

( )Uma epidemia se dá quando ocorre um aumento no número de casos de uma doença em diversas regiões, estados ou cidades, porém sem atingir níveis globais.


A sequência CORRETA é:
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82Q978735 | Português, Auditor Fiscal, Prefeitura de São João do Rio do Peixe PB, EDUCA, 2025

Texto associado.
Texto 1


Inteligência Artificial: entre o bem e o mal


A nossa história se confunde com o surgimento de novas tecnologias. Da descoberta do fogo à internet, muitas pessoas ficam receosas com cada avanço do desconhecido até entenderem a melhor forma de utilizar a tal inovação. O avanço da Inteligência Artificial (IA) pode ser a grande inovação da nossa era, assim como foi a eletricidade em outros tempos, mudando nossos hábitos, trabalho, relacionamentos e empresas.


O que mais chama a atenção nessa tecnologia é a sua rapidez de evolução e melhorias sem necessariamente haver uma intervenção humana. No português claro e inclusivo, a IA é um sistema que aprende a partir dos dados recebidos. Se você não costuma consumir carne, por exemplo, a IA não deve lhe apresentar opções de churrascaria.


É essa capacidade de aprendizado automatizado que faz com que a IA se desenvolva aceleradamente. Estamos diante de uma tecnologia duplamente desconhecida da maioria das pessoas. E se por um lado não sabemos como ela funciona, por outro não sabemos qual o seu limite.


Em vista disso, diversos líderes globais de empresas de tecnologia já compartilharam as suas preocupações sobre o assunto. E isso acontece em um momento raro na nossa história em que vários criadores dessas tecnologias estão criticando os avanços de suas criaturas. O mais recente movimentonesse sentido reuniu 350 executivos – entre eles o CEO da OpenAI, criadora do ChatGPT – para manifestar as suas preocupações sobre o avanço da IA no mundo. “Mitigar o risco de extinção pela IA deve ser uma prioridade global ao lado de outros riscos em escala social ampla, como pandemias e guerra nuclear”, afirmou a carta do grupo.


Por outro lado, o Brasil está entre os quatro países que mais confiam em sistemas de IA, de acordo com o estudo “Trust in Artificial Intelligence”, da KPMG. Mas antes de qualquer conclusão sobre o que fazer, é preciso entender como essa nova tecnologia está sendo utilizada em algumas empresas.


A capacidade de realizar tarefas e processos repetitivos pode ser considerada a primeira manifestação da IA que impactou o mercado. Isso porque os seus mecanismos são capazes de indicar ao consumidor produtos e serviços que se encaixam com determinado perfil, além de melhorar o atendimento, como no caso dos chatbots, reduzindo o tempo de espera e melhorando a eficiência do relacionamento.


Já nos serviços financeiros, a IA pode ser utilizada para analisar dados de transações identificando possíveis fraudes ou antecipando produtos financeiros de acordo com o histórico de cada pessoa. Além disso, a tecnologia automatiza processos de empréstimo e crédito, tornando a decisão da instituição financeira mais rápida ao menos tempo em que identifica possíveis riscos de não pagamento.


Outro setor com relevantes impactos é da saúde. A tecnologia tem grande habilidade em aperfeiçoar diagnósticos e até antecipar tratamentos. Com muitos dados de saúde de diferentes pacientes, o sistema pode fazer correlações e identificar padrões de alguma doença de maneira mais rápida e assertiva.


Um banco de dados de radiografias, por exemplo, pode antecipar um tratamento pelo reconhecimento de mudanças mínimas entre diferentes imagens.


Disponível em: https://www.cnnbrasil.com.br/forumopiniao/inteligencia-artificial-entre-o-bem-e-o-mal/ Acesso em: 28 de jun. 2025
Assinale a alternativa correta quanto à tipologia textual do texto 1:
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83Q978738 | Português, Auditor Fiscal, Prefeitura de São João do Rio do Peixe PB, EDUCA, 2025

Texto associado.
Texto 2


Cuidar do meio ambiente é missão de todos


Com o aparelhamento dos órgãos de proteção ambiental e estímulo do Governo Federal ao desmatamento, a crise pode piorar.


Nos últimos anos o Brasil regrediu vergonhosamente na preservação do meio ambiente. A Caatinga, bioma exclusivamente brasileiro, somente em 2021, perdeu o equivalente a 140 mil estádios de futebol de cobertura vegetal. Um problema para ser resolvido imediatamente.


É interessante notar que quase 70% de toda a área desmatada em 2021 estava em propriedades privadas. A tecnologia tornou possível identificar a maioria das propriedades devastadas por meio de imagens desatélite. Com essas cenas, é possível saber quem é o(a) infrator(a) e aplicar a multa. Por que isso não acontece? Com o aparelhamento dos órgãos de proteção ambiental e o constante estímulo do Governo Federal ao desmatamento, infelizmente a crise ambiental tende a piorar.


Como podemos reverter essa situação drástica? O planeta pede socorro e os efeitos da crise climática chegaram repentinamente, inclusive no Nordeste. Basta lembrar as fortes chuvas que atingiram os estados da Bahia e de Pernambuco neste primeiro semestre.


Infelizmente, o modelo de exploração econômica do Brasil é perverso. Para inverter o problema, é necessário o envolvimento de todos (as). Não dá mais para acreditar na vontade de políticos que colocam a pauta do meio ambiente apenas como um adendo no seu projeto de governo. É preciso que a gente exerça de forma plena nossa cidadania. Que toda a população vote com consciência e seja capaz de cobrar atitudes dos (as) representantes eleitos (as) para solucionar e reverter o mínimo dos impactos ambientais.


Além da atuação do poder público na promoção de políticas de reflorestamento de áreas desmatadas com espécies nativas, fiscalização e punição de crimes ambientais, é preciso que a iniciativa privada colabore com o desenvolvimento de ações de preservação ambiental. Muito temos falado sobre environmental, social and governance (ESG) e muitas empresas têm investido um grande volume de recursos em projetos sustentáveis.


Entretanto, o retorno ambiental ainda é baixo. Precisamos de mais investimentos em educação ambiental e contextualizada, valorizar a biodiversidade e gerar oportunidades de geração de renda para os agricultores familiares. Com o reflorestamento e a adoção de tecnologias socioambientais que contribuam para redução da queima da madeira, como é o caso dos fogões ecoeficientes, podemos reduzir ao menos o volume desmatado na Caatinga.


Sim. Cuidar do meio ambiente é missão de todos (as).
No trecho do segundo parágrafo do texto:

“A Caatinga, bioma exclusivamente brasileiro, somente em 2021, perdeu o equivalente a 140 mil estádios de futebol de cobertura vegetal.”

Assinale a alternativa que indica CORRETAMENTE a função das vírgulas nos termos destacados presentes no trecho:
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84Q978770 | Enfermagem, Atenção Básica e Saúde da Família, Enfermeiro EMAD, Prefeitura de São João do Rio do Peixe PB, EDUCA, 2025

Durante a consulta de enfermagem em uma Unidade de Saúde da Família, um enfermeiro acompanha um paciente com hipertensão arterial sistêmica e diabetes mellitus tipo 2. Com base nas políticas públicas de atenção à saúde do adulto, na Lei nº 7.498/1986, nas competências éticolegais do enfermeiro e nas diretrizes da atenção primária, analise as afirmativas a seguir:

I. O enfermeiro, com base em protocolos devidamente instituídos no âmbito da atenção primária, pode realizar prescrição de medicamentos e solicitar exames de rotina relacionados ao controle da HAS e do DM2.
II. Faz parte da consulta de enfermagem a estratificação de risco cardiovascular, avaliação de adesão ao tratamento e planejamento de intervenções educativas voltadas ao autocuidado.
III. A classificação do paciente em estratos de risco (baixa, média ou alta complexidade) é exclusiva do médico, não cabendo ao enfermeiro realizar tal avaliação durante o acompanhamento.
IV. A monitorização de indicadores de saúde, como níveis de pressão arterial, glicemia capilar e adesão ao tratamento, é uma das responsabilidades do enfermeiro na gestão do cuidado de pessoas com HAS e DM2.
V. Em situações de descompensação clínica (hiperglicemia grave ou hipertensão mal controlada), é dever do enfermeiro reconhecer precocemente o quadro e realizar o encaminhamento imediato para avaliação médica.

Assinale a alternativa CORRETA:
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85Q978775 | Enfermagem, Enfermeiro EMAD, Prefeitura de São João do Rio do Peixe PB, EDUCA, 2025

No cuidado ao idoso, é fundamental compreender as mudanças naturais do envelhecimento, bem como os impactos sociais e as condições patológicas que comumente ocorrem nessa fase da vida.
Com base nesse contexto, assinale a alternativa CORRETA:
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86Q978840 | Pedagogia, Educação Infantil, Prefeitura de São João do Rio do Peixe PB, EDUCA, 2025

Sobre as concepções de letramento e alfabetização, analise as alternativas e assinale a INCORRETA:
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87Q975564 | Psicologia, Psicólogo, Prefeitura de São João do Rio do Peixe PB, EDUCA, 2025

A Psicologia Social tem diferentes abordagens teóricas que buscam explicar como o comportamento humano é influenciado pelo contexto social.
Considerando os principais paradigmas da Psicologia Social e suas implicações práticas, analise as afirmativas abaixo:

I. A Psicologia Social tradicional, de base experimental, prioriza o estudo de variáveis individuais e de processos cognitivos, buscando explicações para o comportamento social a partir de experimentos controlados.

II. A Psicologia Social crítica, com forte influência latino-americana, propõe a análise das relações sociais em seu contexto histórico, político e econômico, visando compreender e transformar situações de opressão e desigualdade social.

III. A abordagem da Psicologia Social experimental não reconhece a existência de influência cultural sobre o comportamento, limitando-se a aspectos universais da cognição humana.

IV. A Psicologia Social crítica enfatiza a produção de conhecimento neutro, evitando envolver-se com a transformação social para preservar a objetividade científica.

Assinale CORRETAMENTE:
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88Q975569 | Pedagogia, Aspectos Psicológicos da Educação, Educação Física, Prefeitura de São João do Rio do Peixe PB, EDUCA, 2025

Os Jogos e brincadeiras populares possuem um papel privilegiado no ensino de diferentes áreas do conhecimento e na Educação Física escolar por inúmeras características.
Dentre elas, NÃO podemos afirmar:
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89Q975576 | Terapia Ocupacional, Terapeuta Ocupacional, Prefeitura de São João do Rio do Peixe PB, EDUCA, 2025

A prática da Terapia Ocupacional é sustentada por uma perspectiva ampliada de saúde e funcionamento humano, na qual os objetivos gerais não se limitam à remediação de déficits ou à reabilitação funcional. Considerando os fundamentos conceituais da profissão e a sua orientação centrada na ocupação, assinale a alternativa que melhor expressa um objetivo compatível com a abordagem terapêutica ocupacional contemporânea:
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90Q975596 | História, História, Prefeitura de São João do Rio do Peixe PB, EDUCA, 2025

Leia o trecho a seguir, retirado de uma obra clássica da historiografia brasileira:

"A colonização do Brasil foi, desde o começo, um empreendimento de exploração econômica. Toda a sua estrutura social, política e administrativa gira em torno do sentido da empresa colonizadora: produzir gêneros apropriados ao comércio europeu em condições tais que permitissem o máximo de lucro."

(CAIO PRADO JÚNIOR. Formação do Brasil Contemporâneo. São Paulo: Brasiliense, 2000)

Com base no trecho acima e nos conhecimentos sobre a história do Brasil no período colonial, assinale a alternativa CORRETA:
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91Q978767 | Enfermagem, Enfermeiro EMAD, Prefeitura de São João do Rio do Peixe PB, EDUCA, 2025

Durante o plantão em uma unidade de emergência, uma equipe de enfermagem recebe um paciente de 35 anos, vítima de queimadura por chama direta em ambiente fechado. O paciente apresenta queimaduras de segundo grau profundo em membros superiores e tórax, com sinais de rouquidão, fuligem em narinas e dispneia leve. Após a estabilização inicial, a equipe de enfermagem deve iniciar intervenções prioritárias para minimizar complicações.
Considerando o quadro clínico descrito e os princípios da assistência de enfermagem ao paciente queimado, assinale a alternativa CORRETA:
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92Q978774 | Enfermagem, Enfermeiro EMAD, Prefeitura de São João do Rio do Peixe PB, EDUCA, 2025

Durante o atendimento pré-hospitalar a uma vítima de acidente de trânsito, o enfermeiro realiza a abordagem inicial seguindo os protocolos de atendimento em emergências.
Considerando os princípios de priorização no suporte à vida, assinale a alternativa que representa a conduta que deve ser realizada em primeiro lugar para garantir a manutenção das funções vitais:
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93Q978780 | Farmácia, Farmacêutico, Prefeitura de São João do Rio do Peixe PB, EDUCA, 2025

Analise as afirmativas a seguir, considerando os conceitos descritos sobre bioequivalência, concentração, dose e drogas:

I. Dois medicamentos são considerados bioequivalentes quando apresentam a mesma biodisponibilidade, permitindo que um seja substituído pelo outro sem prejuízo terapêutico.

II. A dose de ataque é a dose inicial elevada administrada para atingir rapidamente a concentração terapêutica no organismo, enquanto a dose de manutenção é administrada periodicamente para manter essa concentração.

III. A dose letal refere-se à quantidade de medicamento que causa efeitos adversos, mas não necessariamente a morte.

Assinale a alternativa CORRETA:
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94Q978784 | Farmácia, Farmacêutico, Prefeitura de São João do Rio do Peixe PB, EDUCA, 2025

Durante a manipulação de uma Terapia Nutricional Parenteral (TNP), o profissional de saúde deve adotar cuidados específicos para garantir a segurança e a estabilidade da mistura.
Em relação à preparação de TNP, assinale a alternativa CORRETA:
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95Q978796 | Saúde Pública, Médico, Prefeitura de São João do Rio do Peixe PB, EDUCA, 2025

As Políticas Públicas de Saúde no Brasil estão ancoradas em princípios constitucionais que garantem o acesso universal, integral e equânime aos serviços de saúde. O Sistema Único de Saúde (SUS), instituídopela Constituição de 1988, tem como fundamentos a descentralização, o controle social e a regionalização da atenção, promovendo ações preventivas e curativas em todos os níveis de atenção.
Com base nesse contexto, assinale a alternativa CORRETA:
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96Q978799 | Medicina, Epidemiologia, Médico, Prefeitura de São João do Rio do Peixe PB, EDUCA, 2025

As síndromes febris e hemorrágicas são um conjunto de doenças infecciosas que apresentam manifestações clínicas semelhantes, como febre alta, sangramentos e sinais de comprometimento multissistêmico. Essas doenças são causadas por agentes etiológicos diversos, principalmente vírus e bactérias, e são transmitidas por vetores como mosquitos e carrapatos ou por contato direto com animais reservatórios. Devido à sua gravidade potencial e alta transmissibilidade, elas demandam diagnóstico rápido e manejo adequado para prevenir complicações graves e surtos epidêmicos. No contexto da atenção primária à saúde e da vigilância epidemiológica, o conhecimento detalhado dessas síndromes é fundamental para o reconhecimento precoce, a notificação correta e o encaminhamento apropriado dos casos, bem como para a implementação de medidas preventivas, como vacinação e controle ambiental.
A respeito desse cenário e seus conhecimentos sobre as principais síndromes febris e hemorrágicas que afetam a população brasileira, analise as afirmativas abaixo:

I. A febre amarela é uma doença viral transmitida por mosquitos, caracterizada por febre, icterícia e hemorragias, podendo evoluir para insuficiência hepática e renal.

II. A dengue hemorrágica é uma forma grave da dengue, associada à extravasamento de plasma, hemorragias e choque, sendo mais comum em crianças.

III. A febre maculosa é transmitida por carrapatos e pode causar febre, exantema petequial einsuficiência renal, sendo tratada com antibióticos como a doxiciclina.

IV. A febre hemorrágica brasileira é uma doença rara transmitida por roedores, caracterizada por febre, hemorragias e insuficiência renal, com tratamento sintomático.


Assinale a alternativa que apresenta as afirmativas corretas:
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97Q978814 | Português, Professor Básico I, Prefeitura de São João do Rio do Peixe PB, EDUCA, 2025

São consideradas estratégias de leitura e compreensão do texto:

I. Reconhecer e determinar as ideias principais. II. Sumariar a informação. III. Efetuar inferências sobre o texto IV. Gerar questões sobre o texto. V. Monitorar a compreensão (metacognição).

Estão CORRETAS:
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98Q978822 | Inglês, Língua Inglesa, Prefeitura de São João do Rio do Peixe PB, EDUCA, 2025

Texto associado.
TEXT 1


NATIVE-SPEAKERISM

Framing the Issue


Native-speakerism is an ideology that upholdsthe idea that so-called “native speakers” are the best models and teachers of English because they represent a “Western culture” from which spring the ideals both of English and of the methodology for teaching it (Holliday, 2005, p. 6). As an ideology, it is a system of ideas that represents a distorted worldview that supports a particular vested interest. The vested interest in the case of nativespeakerism is the promotion by the ELT industry of the so-called “native speaker” brand. The realization that this is an ideologically constructed brand derives from Phillipson’s (1992) linguistic imperialism thesis that the concept of the “native speaker” as a superior model and teacher was explicitly constructed by American andBritish aid agencies in the 1960s to support their agenda of spreading English as a global product.

Further indication that the “native speaker” brand is an ideological construction is that the native-non-native speaker distinction is not self-evident on technical linguistic or even nationality grounds. It is instead a professionally popularized distinction that has been falsely associated with cultural orientation (Kubota & Lin, 2006). Teachers who are labeled “native speakers” have been falsely idealized as organized and autonomous in fitting with the common yet mistaken description of so-called “individualist cultures” of the West; while teachers who are labeled “non-native speakers” are demonized as deficient in these attributes in fitting with the common yet mistaken description of so-called “collectivist cultures” of the non-West (Holliday, 2005, p. 19, citing Kubota, Kumaravadivelu, Nayar, and Pennycook). The collectivist stereotype is itself considered to be a Western construction of non-Western cultural deficiency. An example of this is a British teacher’s reference to a superior “native speaker” “birthright” at the same time as criticizing, albeit without foundation, not only the linguistic and pedagogic performance, but also the cultural background and proficiency of his “non-native speaker” colleagues (Holliday & Aboshiha, 2009, p. 667).

The Othering of teachers who are labeled “non-native speakers” therefore results in a cultural disbelief—not believing in their ability to teach English within a Western, and indeed superficially constructed “learning group ideal” that is characterized by “active” oral expression, initiation, self-direction, and students working in groups and pairs (Holliday, 2005, p. 44). The association of the “non-native speaker” label with deficiency is also deeply rooted within a wider and equally mistaken Western perception that people from non-Western cultural backgrounds are unable to be critical and self-determined.


Excerpt extracted and adapted from: https://adrianholliday.com/wp-content/uploads/2017/02/nativespeakerism-proofs.pdf
According to Text 1, choose the alternative that CORRECTLY summarizes its general idea:
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99Q978825 | Inglês, Língua Inglesa, Prefeitura de São João do Rio do Peixe PB, EDUCA, 2025

Texto associado.
TEXT 1


NATIVE-SPEAKERISM

Framing the Issue


Native-speakerism is an ideology that upholdsthe idea that so-called “native speakers” are the best models and teachers of English because they represent a “Western culture” from which spring the ideals both of English and of the methodology for teaching it (Holliday, 2005, p. 6). As an ideology, it is a system of ideas that represents a distorted worldview that supports a particular vested interest. The vested interest in the case of nativespeakerism is the promotion by the ELT industry of the so-called “native speaker” brand. The realization that this is an ideologically constructed brand derives from Phillipson’s (1992) linguistic imperialism thesis that the concept of the “native speaker” as a superior model and teacher was explicitly constructed by American andBritish aid agencies in the 1960s to support their agenda of spreading English as a global product.

Further indication that the “native speaker” brand is an ideological construction is that the native-non-native speaker distinction is not self-evident on technical linguistic or even nationality grounds. It is instead a professionally popularized distinction that has been falsely associated with cultural orientation (Kubota & Lin, 2006). Teachers who are labeled “native speakers” have been falsely idealized as organized and autonomous in fitting with the common yet mistaken description of so-called “individualist cultures” of the West; while teachers who are labeled “non-native speakers” are demonized as deficient in these attributes in fitting with the common yet mistaken description of so-called “collectivist cultures” of the non-West (Holliday, 2005, p. 19, citing Kubota, Kumaravadivelu, Nayar, and Pennycook). The collectivist stereotype is itself considered to be a Western construction of non-Western cultural deficiency. An example of this is a British teacher’s reference to a superior “native speaker” “birthright” at the same time as criticizing, albeit without foundation, not only the linguistic and pedagogic performance, but also the cultural background and proficiency of his “non-native speaker” colleagues (Holliday & Aboshiha, 2009, p. 667).

The Othering of teachers who are labeled “non-native speakers” therefore results in a cultural disbelief—not believing in their ability to teach English within a Western, and indeed superficially constructed “learning group ideal” that is characterized by “active” oral expression, initiation, self-direction, and students working in groups and pairs (Holliday, 2005, p. 44). The association of the “non-native speaker” label with deficiency is also deeply rooted within a wider and equally mistaken Western perception that people from non-Western cultural backgrounds are unable to be critical and self-determined.


Excerpt extracted and adapted from: https://adrianholliday.com/wp-content/uploads/2017/02/nativespeakerism-proofs.pdf
In the sentence “Native-speakerism is an ideology that upholds the idea that so-called “native speakers” are the best models and teachers of English because they represent a “Western culture” from which spring the ideals both of English and of the methodology for teaching it” (paragraph 1), the underlined word (“spring”) can be correctly classified as:
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100Q978826 | Inglês, Língua Inglesa, Prefeitura de São João do Rio do Peixe PB, EDUCA, 2025

Texto associado.
TEXT 1


NATIVE-SPEAKERISM

Framing the Issue


Native-speakerism is an ideology that upholdsthe idea that so-called “native speakers” are the best models and teachers of English because they represent a “Western culture” from which spring the ideals both of English and of the methodology for teaching it (Holliday, 2005, p. 6). As an ideology, it is a system of ideas that represents a distorted worldview that supports a particular vested interest. The vested interest in the case of nativespeakerism is the promotion by the ELT industry of the so-called “native speaker” brand. The realization that this is an ideologically constructed brand derives from Phillipson’s (1992) linguistic imperialism thesis that the concept of the “native speaker” as a superior model and teacher was explicitly constructed by American andBritish aid agencies in the 1960s to support their agenda of spreading English as a global product.

Further indication that the “native speaker” brand is an ideological construction is that the native-non-native speaker distinction is not self-evident on technical linguistic or even nationality grounds. It is instead a professionally popularized distinction that has been falsely associated with cultural orientation (Kubota & Lin, 2006). Teachers who are labeled “native speakers” have been falsely idealized as organized and autonomous in fitting with the common yet mistaken description of so-called “individualist cultures” of the West; while teachers who are labeled “non-native speakers” are demonized as deficient in these attributes in fitting with the common yet mistaken description of so-called “collectivist cultures” of the non-West (Holliday, 2005, p. 19, citing Kubota, Kumaravadivelu, Nayar, and Pennycook). The collectivist stereotype is itself considered to be a Western construction of non-Western cultural deficiency. An example of this is a British teacher’s reference to a superior “native speaker” “birthright” at the same time as criticizing, albeit without foundation, not only the linguistic and pedagogic performance, but also the cultural background and proficiency of his “non-native speaker” colleagues (Holliday & Aboshiha, 2009, p. 667).

The Othering of teachers who are labeled “non-native speakers” therefore results in a cultural disbelief—not believing in their ability to teach English within a Western, and indeed superficially constructed “learning group ideal” that is characterized by “active” oral expression, initiation, self-direction, and students working in groups and pairs (Holliday, 2005, p. 44). The association of the “non-native speaker” label with deficiency is also deeply rooted within a wider and equally mistaken Western perception that people from non-Western cultural backgrounds are unable to be critical and self-determined.


Excerpt extracted and adapted from: https://adrianholliday.com/wp-content/uploads/2017/02/nativespeakerism-proofs.pdf
In the sentence “The Othering of teachers who are labeled “non-native speakers” therefore results in a cultural disbelief” (3rd paragraph), the underlined word (“therefore”) can be CORRECTLY classified as:
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