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Questões de Concursos SABESP

Resolva questões de SABESP comentadas com gabarito, online ou em PDF, revisando rapidamente e fixando o conteúdo de forma prática.


161Q49545 | Raciocínio Lógico, Atendente, SABESP, FCC

Observe as sequências, abaixo, que se desenvolvem cada uma com seu respectivo padrão. 

I. 3; 7; 15; 31; 63; . . . 
II. 3; 5; 9; 17; 33; . . . 

A diferença entre o 9o termo da sequência I e o 9o termo da sequência II é igual a
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162Q251021 | Meio Ambiente, Técnico de Sistemas de Saneamento Hidráulica, SABESP, FCC

O ciclo hidrológico teve início por meio do processo de

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163Q113363 | Contabilidade Geral, Analista de Gestão Contabilidade, SABESP, FCC

Uma empresa obteve recursos por meio da emissão de debêntures no valor de R$ 40.000.000. As debêntures apresentaram as seguintes características: ? Data da emissão: 31/12/2011. ? Taxa de juros contratada: 12% ao ano. ? Prazo total de resgate: 8 anos. ? Pagamentos: parcelas anuais de R$ 8.052.114. Para a colocação das debêntures no mercado a empresa incorreu em custos de serviços de assessoria jurídica e financeira que totalizaram R$ 800.000. A taxa de custo efetivo da emissão foi 12,6% ao ano. O valor dos encargos financeiros apropriados no resultado de 2012 foi, em reais,

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164Q49514 | Português, Agente de Saneamento, SABESP, FCC

Texto associado.
Atenção: Para responder às questão, considere o texto abaixo.

    Trânsito e lixo. Esses dois agentes são a dor de cabeça de qualquer cidade grande. Em São Paulo, então, a dor é muito mais aguda. Considerando que a frota de carros na capital só cresce, o problema parece sem solução. Mas só parece. Um grupo de pesquisadores da USP tem um projeto para colocar ordem nesse caos. E a resposta vem do lugar mais improvável: os rios da cidade. 
    O Hidroanel Metropolitano pretende resolver o problema em São Paulo em dois momentos. O primeiro envolve a construção de uma série de portos na borda dos rios e das represas que circundam a cidade. Eles serviriam para receber a enorme quantidade de lixo produzido pela metrópole, desde saquinhos que os moradores colocam nas portas das casas até a terra e o entulho de construções e demolições. 
    Essa carga seria levada para os portos de caminhão, mas existe uma diferença importante. Com a construção dos portos para recebimento do lixo, as distâncias percorridas pelos veículos seriam encurtadas. Sem precisar atravessar a cidade, eles desafogariam o trânsito. Os barcos - que conseguem movimentar 400 toneladas, enquanto um caminhão transporta apenas oito - atracados nos portos percorreriam o resto do caminho. Além dos portos, existiriam três centros de processamento, prontos para receber 800 toneladas de lixo por hora. E toda essa carga seria reciclada, transformada em matéria-prima novamente. 
    "O Hidroanel constitui uma infraestrutura de saneamento, mobilidade e transporte, que tem como espinha dorsal o canal navegável. Ele serve também como um arco irradiador de desenvolvimento", resume um dos pesquisadores. 


(Adaptado de: ROMERO Luiz; DAVINO Ricardo e MANOEL Vinícius. Superinteressante, dezembro de 2012, p. 48) 
No último parágrafo, o segmento marcado pelas aspas constitui
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165Q249710 | Informática, Técnico de Sistemas de Saneamento Hidráulica, SABESP, FCC

Ana abriu no Microsoft Word 2010, em português, um documento cuja formatação estava incorreta, dificultando a leitura e o entendimento. Para limpar toda a formatação do documento, selecionou o conteúdo, pressionando a combinação de teclas Ctrl + T e clicou na ferramenta

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166Q49540 | Informática, Atendente, SABESP, FCC

No Windows 7 Professional, em português, após clicar no botão Iniciar e na opção Computador, são mostradas as unidades de disco rígido e os dispositivos com armazenamento removível. Clicando-se com o botão direito do mouse sobre a unidade de disco rígido e selecionando-se a opção ...... abre-se uma janela onde se pode visualizar (em abas) o espaço disponível e usado do disco, acessar as ferramentas de verificação de erros e otimização do disco e compartilhar arquivos e pastas. 

Preenche corretamente a lacuna acima:
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167Q184992 | Engenharia Mecânica, Engenharia Mecanica, SABESP, FCC

O ensaio mecânico utilizado para obter a curva tensão x deformação de um determinado material é o ensaio de

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168Q686667 | Matemática, Equações do 1 grau e Sistemas de Equações, Estagiário Ensino Médio Regular, SABESP, FCC, 2019

Definem-se Números Amigos Quadráticos como sendo dois números tais que a soma dos algarismos do quadrado de um deles é igual ao outro e vice-versa. Considerando-se a maior solução da equação 2x2 - 25x - 13 = 0, seu número amigo quadrático será
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169Q49538 | Conhecimentos Gerais e Atualidades, Atendente, SABESP, FCC

O governo dos Estados Unidos ficou paralisado no início do mês de outubro de 2013. Quase 800.000 funcionários públicos considerados não-essenciais, de um total de dois milhões, permaneceram em casa sem salário até nova ordem. Além disso, parques nacionais, museus e monumentos foram fechados, incluindo a emblemática Estátua da Liberdade.

(Disponível em: < http://www.opovo.com.br/app/maisnoticias- mundo/2013/10/01/noticiasmundo,3139063>)
 
A paralisação ocorreu devido
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170Q49552 | Português, Interpretação de Textos, Atendente, SABESP, FCC

Texto associado.
Sobre a dificuldade de ler 

Gostaria de lhes falar não da leitura e dos riscos que ela comporta, mas de um risco ainda maior, ou seja, da dificuldade ou da impossibilidade de ler; gostaria de tentar lhes falar não da leitura, mas da ilegibilidade. 

Cada um de vocês terá feito a experiência daqueles momentos nos quais gostaríamos de ler, mas não conseguimos, nos quais nos obstinamos a folhear as páginas de um livro, mas ele nos cai literalmente das mãos. 

Gostaria de lhes sugerir que prestassem atenção aos seus momentos de não leitura, quando o livro do mundo cai das suas mãos, porque a impossibilidade de ler lhes diz respeito tanto quanto a leitura e é, talvez, tanto ou mais instrutiva do que esta.

Há também uma outra e mais radical impossibilidade de ler, que até poucos anos atrás era, antes de tudo, comum. Refiro-me aos analfabetos, que, há apenas um século, eram a maioria. Um grande poeta espanhol do século 20 dedicou um livro de poesia seu “ao analfabeto para/por quem eu escrevo”. É importante compreender o sentido desse “para/por”.

Gostaria que vocês refletissem sobre o estatuto especial desse livro que, na sua essência, é destinado aos olhos que não podem lê-lo e foi escrito com uma mão que, em um certo sentido, não sabe escrever. O poeta ou escritor que escreve pelo/para o analfabeto tenta escrever o que não pode ser lido, põe no papel o ilegível. Mas precisamente isso torna a sua escrita mais interessante do que a que foi escrita somente por/para quem sabe ler.

Há, finalmente, um outro caso de não leitura do qual gostaria de lhes falar. Refiro-me aos livros que foram escritos e publicados, mas estão - talvez para sempre - à espera de serem lidos. Eu conheço - e cada um de vocês, eu acredito, poderia citar - livros que mereciam ser lidos e não foram lidos, ou foram lidos por pouquíssimos leitores. Eu penso que, se esses livros eram verdadeiramente bons, não se deveria falar de uma espera, mas de uma exigência. Esses livros não esperam, mas exigem ser lidos, mesmo que não o tenham sido ou não o serão jamais.

Mas agora gostaria de dar um conselho aos editores e àqueles que se ocupam de livros: parem de olhar para as infames, sim, infames classificações de livros mais vendidos e - presume-se - mais lidos e tentem construir em vez disso na mente de vocês uma classificação dos livros que exigem ser lidos. Só uma editora fundada nessa classificação mental poderia fazer o livro sair da crise que - pelo que ouço ser dito e repetido - está atravessando. 

(Adaptado de: AGAMBEN, Giorgio. Sobre a dificuldade de ler. Trad. de Cláudio Oliveira. Revista Cult, ano 16, n. 180. São Paulo: Bregantini, junho de 2013. p. 46 e 47)
No trecho Refiro-me aos livros que foram escritos e publicados, mas estão – talvez para sempre – à espera de serem lidos (6o parágrafo), o uso do acento de crase obedece à mesma regra seguida em:
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171Q216612 | Português, Flexão verbal de modoindicativo, Motorista, SABESP, FCC

Texto associado.

Atenção: Para responder às questões de números 1 a 9,

considere o texto abaixo.

Comparado ao tamanho dos rios amazônicos, o Tietê é

um regato. Nas estatísticas, porém, é uma catarata de superlativos.

Estudo mostra que o Tietê e seus afluentes formam a

bacia hidrográfica mais populosa, mais rica e mais poluída do

Brasil. É também a de maior desenvolvimento humano do país.

Às suas margens ou perto delas moram 30 milhões de pessoas,

a maior população ribeirinha do país, com médias de 10,6 anos

de estudo e 75,3 anos de vida.

O rio Tietê nasce acima dos mil metros de altitude, nas

encostas da Serra do Mar, em Salesópolis, a leste da capital.

Corre 1.136 quilômetros para o interior, por 73 municípios paulistas.

Deságua no rio Paraná, a 300 metros acima do nível do mar.

São apenas 740 metros de desnível da nascente à foz, ou um metro

de declive a cada quilômetro e meio de percurso, em média.

Mesmo assim, as quedas do Tietê são famosas desde

antes dos bandeirantes. Para fugir desse trecho inicial tortuoso

e cheio de corredeiras, a navegação rio abaixo entre os séculos

XVIII e XIX começava em Araritaguaba, atual Porto Feliz,

com destino às minas de ouro de Cuiabá. Por só poderem ser

feitas em parte do ano, no período de cheia do rio, as expedições

eram chamadas de monções.

As canoas, escavadas em troncos derrubados ao longo

das margens do rio e de seus afluentes, levavam mantimentos,

ferramentas e escravos para as minas, e traziam ouro. Hoje, a

hidrovia Tietê-Paraná percorre 2,6 mil quilômetros e transporta

6 milhões de toneladas de carga anualmente, entre insumos e

grãos. Um comboio de seis barcaças carregadas tira 210 carretas

das estradas, gastando um quarto do combustível e emitindo

um terço da quantidade de carbono.

O rio foi determinante na fundação da maior cidade do

hemisfério sul e na ocupação do território ao seu redor. Nas últimas

décadas, o desenvolvimento se estendeu do alto ao baixo

Tietê. O desenvolvimento econômico e demográfico custou caro

ao rio. A qualidade de suas águas, cristalinas em Salesópolis,

passa de apenas "boa", para "ruim" e "péssima", à medida que

avança pelo interior, e só volta a ficar boa em Barra Bonita. Nos

últimos 30 quilômetros antes de chegar à sua foz, as águas do

rio voltam a ter a mesma excelência dos primeiros 40 quilômetros

de seu curso. O rio mais poluído do país se recupera e termina

tão limpo quanto começou.

(Adaptado de: TOLEDO, José Roberto de; MAIA, Lucas de Abreu

e BURGARELLI, Rodrigo. O Estado de S. Paulo, 22 de setembro

de 2013, A26)

... a navegação rio abaixo entre os séculos XVIII e XIX, começava em Araritaguaba... (3º parágrafo) O verbo conjugado nos mesmos tempo e modo em que se encontra o grifado acima está em:

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172Q249682 | Matemática, Técnico de Sistemas de Saneamento Hidráulica, SABESP, FCC

A propaganda de uma tinta para paredes anuncia que uma lata de 3,6 litros de tinta é suficiente para fazer a pintura de uma superfície de 120 m2. Supondo verdadeira a informação da propaganda, a quantidade de tinta, em litros, para fazer a pintura de 50 m2 é igual a

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173Q681150 | Português, Morfologia, Estagiário Ensino Médio Regular, SABESP, FCC, 2019

Atenção: Considere o texto abaixo para responder à questão.
Como vamos lidar com robôs em casa, na educação e no trabalho?
    A combinação entre a imaginação dos escritores de ficção e a tendência a aceitar desafios dos cientistas costuma gerar revoluções nas nossas vidas. Assim também foi com o surgimento dos robôs. O nome foi usado pela primeira vez em uma peça teatral da década de 1920 para designar um ciborgue ficcional que tinha como principal tarefa servir à humanidade. 
  Desde então, passamos a ver robôs em todos os lugares: nas indústrias, montando ou soldando peças; nos atendimentos telefônicos; e até nos comandos de voz que damos aos assistentes digitais dos nossos smartphones. No entanto, nem todas essas automações são exatamente robôs. “Para se tornar um robô é preciso ser físico, como um carro autônomo ou um robô de operação industrial”, frisa Flavio Tonidandel, professor do Centro Universitário FEI e pesquisador de robótica e inteligência artificial (IA). Além de ter um corpo físico, outro pré-requisito é mover-se de forma autônoma, semiautônoma ou controlada a distância, bem como ser capaz de interagir com o ambiente.
   “Existe uma grande confusão entre os conceitos de robôs e de inteligência artificial”, afirma Tonidandel. Simplificando bastante, o professor explica que a IA seria o equivalente ao cérebro do robô, capaz de dar a ele potencial de tomada de decisão, raciocínio, aprendizagem e reconhecimento de padrões. 
  O desenvolvimento interdependente entre as tecnologias de IA e robótica trouxe uma nova geração de robôs, capazes de interagir com os humanos para executar tarefas, transitar pelos mesmos lugares que as pessoas e atuar como assistentes nas tarefas do dia a dia. É a chamada robótica de serviços, que promete levar robôs para dentro de casas, empresas, hospitais e até escolas. 
  Conviver com esses seres autônomos e com tendência a nos servir, contudo, traz novas questões. A que regras eles estarão sujeitos? O que poderão (ou não) fazer? Como fica o mercado de trabalho com a robotização de serviços que hoje ainda são feitos pelos humanos? São perguntas bem difíceis de responder, mas que fazem parte da próxima fronteira para a evolução da robótica.
(Adaptado de: LAFLOUFA, Jacqueline. Disponível em: https://revistagalileu.globo.com. 30/05/2019) 
Há emprego de forma verbal na voz passiva na seguinte passagem do texto:
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174Q249932 | Meio Ambiente, Técnico de Sistemas de Saneamento Hidráulica, SABESP, FCC

O tratamento de água é formado por um conjunto de processos físicos e químicos destinados a transformar água bruta, in natura, em água potável, adequando-a ao consumo humano e atendendo aos padrões legais de potabilidade. O tratamento do tipo convencional aplicado ao tratamento de águas de captações superficiais é subdividido nas seguintes etapas, respectivamente,

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175Q161105 | Técnicas de Vendas e Negociação, Satisfação do Cliente, Atendente, SABESP, FCC

Estratégias que visem satisfazer, agregar valor e reter clientes são essenciais para qualquer organização. Segundo Kotler (2000), as empresas podem estabelecer algumas Ferramentas para medir os níveis de satisfação ou insatisfação dos clientes, que possuem as seguintes características:



Apresenta, corretamente, a relação entre as ferramentas de medição e as características:

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176Q690297 | Português, Interpretação de Textos, Estagiário Ensino Médio Regular, SABESP, FCC, 2019

Atenção: Considere o texto abaixo para responder à questão.
Como vamos lidar com robôs em casa, na educação e no trabalho?
    A combinação entre a imaginação dos escritores de ficção e a tendência a aceitar desafios dos cientistas costuma gerar revoluções nas nossas vidas. Assim também foi com o surgimento dos robôs. O nome foi usado pela primeira vez em uma peça teatral da década de 1920 para designar um ciborgue ficcional que tinha como principal tarefa servir à humanidade. 
  Desde então, passamos a ver robôs em todos os lugares: nas indústrias, montando ou soldando peças; nos atendimentos telefônicos; e até nos comandos de voz que damos aos assistentes digitais dos nossos smartphones. No entanto, nem todas essas automações são exatamente robôs. “Para se tornar um robô é preciso ser físico, como um carro autônomo ou um robô de operação industrial”, frisa Flavio Tonidandel, professor do Centro Universitário FEI e pesquisador de robótica e inteligência artificial (IA). Além de ter um corpo físico, outro pré-requisito é mover-se de forma autônoma, semiautônoma ou controlada a distância, bem como ser capaz de interagir com o ambiente.
   “Existe uma grande confusão entre os conceitos de robôs e de inteligência artificial”, afirma Tonidandel. Simplificando bastante, o professor explica que a IA seria o equivalente ao cérebro do robô, capaz de dar a ele potencial de tomada de decisão, raciocínio, aprendizagem e reconhecimento de padrões. 
  O desenvolvimento interdependente entre as tecnologias de IA e robótica trouxe uma nova geração de robôs, capazes de interagir com os humanos para executar tarefas, transitar pelos mesmos lugares que as pessoas e atuar como assistentes nas tarefas do dia a dia. É a chamada robótica de serviços, que promete levar robôs para dentro de casas, empresas, hospitais e até escolas. 
  Conviver com esses seres autônomos e com tendência a nos servir, contudo, traz novas questões. A que regras eles estarão sujeitos? O que poderão (ou não) fazer? Como fica o mercado de trabalho com a robotização de serviços que hoje ainda são feitos pelos humanos? São perguntas bem difíceis de responder, mas que fazem parte da próxima fronteira para a evolução da robótica.
(Adaptado de: LAFLOUFA, Jacqueline. Disponível em: https://revistagalileu.globo.com. 30/05/2019) 
De acordo com o exposto no texto,
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177Q691513 | História, Programa de Aprendizagem de Assistente Administrativo, SABESP, FCC, 2019

No contexto da expansão marítima, nos séculos XV e XVI, Portugal era considerado uma “potência náutica”. Dentre os fatores que explicam esse destacado desempenho dos portugueses nas navegações, é importante citar
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178Q113362 | Matemática Financeira, Analista de Gestão Administração, SABESP, FCC

Dividindo uma determinada quantia em dinheiro entre Arnaldo, Bento e Célio em partes inversamente proporcionais a 2, 3 e 5, respectivamente, observa-se que a pessoa que recebeu o maior valor apresentou um valor de R$ 72.000,00 a mais que a pessoa que recebeu o menor valor. O valor que Bento recebeu é, em R$, igual a

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179Q684680 | Português, Interpretação de Textos, Estagiário Ensino Médio Regular, SABESP, FCC, 2019

Atenção: Considere o texto abaixo para responder à questão.
Como vamos lidar com robôs em casa, na educação e no trabalho?
    A combinação entre a imaginação dos escritores de ficção e a tendência a aceitar desafios dos cientistas costuma gerar revoluções nas nossas vidas. Assim também foi com o surgimento dos robôs. O nome foi usado pela primeira vez em uma peça teatral da década de 1920 para designar um ciborgue ficcional que tinha como principal tarefa servir à humanidade. 
  Desde então, passamos a ver robôs em todos os lugares: nas indústrias, montando ou soldando peças; nos atendimentos telefônicos; e até nos comandos de voz que damos aos assistentes digitais dos nossos smartphones. No entanto, nem todas essas automações são exatamente robôs. “Para se tornar um robô é preciso ser físico, como um carro autônomo ou um robô de operação industrial”, frisa Flavio Tonidandel, professor do Centro Universitário FEI e pesquisador de robótica e inteligência artificial (IA). Além de ter um corpo físico, outro pré-requisito é mover-se de forma autônoma, semiautônoma ou controlada a distância, bem como ser capaz de interagir com o ambiente.
   “Existe uma grande confusão entre os conceitos de robôs e de inteligência artificial”, afirma Tonidandel. Simplificando bastante, o professor explica que a IA seria o equivalente ao cérebro do robô, capaz de dar a ele potencial de tomada de decisão, raciocínio, aprendizagem e reconhecimento de padrões. 
  O desenvolvimento interdependente entre as tecnologias de IA e robótica trouxe uma nova geração de robôs, capazes de interagir com os humanos para executar tarefas, transitar pelos mesmos lugares que as pessoas e atuar como assistentes nas tarefas do dia a dia. É a chamada robótica de serviços, que promete levar robôs para dentro de casas, empresas, hospitais e até escolas. 
  Conviver com esses seres autônomos e com tendência a nos servir, contudo, traz novas questões. A que regras eles estarão sujeitos? O que poderão (ou não) fazer? Como fica o mercado de trabalho com a robotização de serviços que hoje ainda são feitos pelos humanos? São perguntas bem difíceis de responder, mas que fazem parte da próxima fronteira para a evolução da robótica.
(Adaptado de: LAFLOUFA, Jacqueline. Disponível em: https://revistagalileu.globo.com. 30/05/2019) 
Embora o texto seja predominantemente informativo, evidencia-se a expressão de uma opinião na seguinte passagem:
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180Q862917 | Matemática, Porcentagem, SABESP, FCC, 2018

A frase o tomate está 3 vezes mais caro do que era pode gerar confusão no contexto matemático: significa que o tomate passou a custar 3 vezes o que custava? Ou significa que teve um aumento igual a 3 vezes o que custava, passando a custar 4 vezes o que custava? Por exemplo, se o tomate

custava R$ 0,50, a primeira interpretação implicaria um novo preço de R$ 1,50, ao passo que, a segunda, um novo preço de R$ 2,00. Comparando os valores obtidos de acordo com cada interpretação, temos uma diferença de R$ 0,50, a qual representa 25% do maior preço, de R$ 2,00.

Considere a frase “a mercadoria X está 4 vezes mais cara do que era”. Interpretando-a das duas formas mencionadas no texto, pode-se concluir que a diferença entre os preços obtidos representa, em relação ao maior preço,

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