Início

Questões de Concursos SEDUC MT

Resolva questões de SEDUC MT comentadas com gabarito, online ou em PDF, revisando rapidamente e fixando o conteúdo de forma prática.


101Q1032827 | Pedagogia, Tecnologias Educacionais, Habilitação Língua Portuguesa, SEDUC MT, FGV, 2025

Uma coordenadora pedagógica analisa os resultados das últimas avaliações bimestrais e percebe que os estudantes do 7º ano, em sua maioria meninos, apresentaram desempenho significativamente inferior em leitura e interpretação de textos, especialmente aqueles pertencentes a grupos racialmente minorizados. Ao cruzar esses dados com registros de frequência e participação nas atividades digitais propostas, ela identifica padrões importantes que a levam a propor ações formativas com os professores para desenvolver estratégias de leitura mais inclusivas, com o apoio de tecnologias adaptativas.

Com base nessa situação, qual das alternativas representa corretamente o uso da análise de dados com tecnologias digitais?
  1. ✂️
  2. ✂️
  3. ✂️
  4. ✂️
  5. ✂️

102Q1032840 | Português, Interpretação de Textos, Habilitação Língua Portuguesa, SEDUC MT, FGV, 2025

Texto associado.
Para responder à questão, leia o poema “Urge o tempo” de Gonçalves Dias (1823-1864).


Urge o tempo, os anos vão correndo,
Mudança eterna os seres afadiga!
O tronco, o arbusto, a folha, a flor, o espinho,
Quem vive, o que vegeta, vai tomando
Aspectos novos, nova forma, enquanto
Gira no espaço e se equilibra a terra.


Tudo se muda, tudo se transforma;
O espírito, porém, como centelha,
Que vai lavrando solapada e oculta,
Até que enfim se torna incêndio e chamas,
Quando rompe os andrajos morredouros,
Mais claro brilha, e aos céus consigo arrasta
Quanto sentiu, quanto sofreu na terra.


Tudo se muda aqui! Somente o afeto,
Que se gera e se nutre em almas grandes,
Não acaba, nem muda; vai crescendo,
Co’o tempo avulta, mais aumenta em forças
E a própria morte o purifica e alinda.
Semelha estátua erguida entre ruínas,
Firme na base, intacta, inda mais bela
Depois que o tempo a rodeou de estragos.


DIAS, Gonçalves. Cantos. São Paulo: Martins Fontes, 2000.
De acordo com o poema, o que logra resistir ao tempo é
  1. ✂️
  2. ✂️
  3. ✂️
  4. ✂️
  5. ✂️

103Q1032849 | Educação Artística, Ensino da Arte, Habilitação Artes, SEDUC MT, FGV, 2025

A música é reconhecida por muitos pesquisadores como uma espécie de modalidade que desenvolve a mente humana, promove o equilíbrio, proporcionando um estado agradável de bem-estar, facilitando a concentração e o desenvolvimento do raciocínio, em especial em questões reflexivas voltadas para o pensamento filosófico.

Disponível em: https://educador.brasilescola.uol.com.br/sugestoes-paisprofessores/a-importancia-musica-no-processo-ensinoaprendizagem.htm

A principal importância da música no desenvolvimento humano é de
  1. ✂️
  2. ✂️
  3. ✂️
  4. ✂️
  5. ✂️

104Q1032866 | Geografia, Geografia Física, Habilitação Geografia, SEDUC MT, FGV, 2025

As zonas climáticas que envolvem a Terra são áreas de climas distintos que podem ser classificadas segundo diferentes critérios. Existe, porém, um fator principal que define essas zonas. Qual é ele?
  1. ✂️
  2. ✂️
  3. ✂️
  4. ✂️
  5. ✂️

105Q1032867 | Geografia, Geografia Política, Habilitação Geografia, SEDUC MT, FGV, 2025

Leia o texto.

“O espaço tornado território pelas relações de apropriação e dominação social é constituído ao mesmo tempo por pontos, linhas e superfícies. Nas sociedades tradicionais prevaleceria uma construção de territórios baseada em zonas, já nas sociedades modernas predominaria a construção de territórios onde o elemento dominante seriam as geometrias dos pontos e linhas.”

HAESBAERT, Rogério; LIMONAD, Ester. O território em tempos de globalização. Geo UERJ Revista do Departamento de Geografia, RJ, 1999. Disponível em: https://www.epublicacoes.uerj.br/geouerj/article/view/49049/32762. Acesso em: 15 abril 2025.

Para os autores, o que representam “as geometrias dos pontos e linhas” na construção de territórios modernos?
  1. ✂️
  2. ✂️
  3. ✂️
  4. ✂️
  5. ✂️

106Q1032910 | Inglês, Palavras Conectivas Connective Words, Habilitação Inglês, SEDUC MT, FGV, 2025

Texto associado.
Leia o texto a seguir para responder à próxima questão.

Because the culture of any community has many facets and manifestations, it would be practically impossible to deal with all of them in the classroom and prepare students for the many situations that they might encounter in the course of their functioning in ESL/EFL environments. However, many important aspects of teaching the second culture can be brought forth and addressed via classroom instruction, and some of these are discussed here. The most important long-term benefits of teaching culture may be to provide learners with the awareness and the tools that will allow them to achieve their academic, professional, social, and personal goals and become successful in their daily functioning in L2 environments.


CELCE-MURCIA, M. et alii. Teaching English as a Second or Foreign Language. 4th ed. USA, Cengage Learning (2013). Adaptado.
O conectivo em negrito no trecho retirado do texto “Because the culture of any community has many facets and manifestations” pode ser substituído, sem alteração de significado ou estrutura da frase, por
  1. ✂️
  2. ✂️
  3. ✂️
  4. ✂️
  5. ✂️

107Q1032914 | Matemática, Álgebra, Habilitação Matemática, SEDUC MT, FGV, 2025

Em um projeto de modelagem matemática, estudantes do 9º ano do Ensino Fundamental analisaram adaptações que são realizadas em moradias de comunidades ribeirinhas devido às cheias dos rios. Eles estudaram o consumo de água em moradias de uma comunidade ribeirinha localizada próxima ao município em que moram e identificaram que o consumo de água diário, expresso em litros, pode ser representado pela função C(d), que depende do número de pessoas (d) da casa, conforme o modelo:

C(d) = 25d + 40

A professora propôs que os estudantes interpretassem a expressão algébrica e respondessem à seguinte questão:

Com base nesse modelo, o que representa o número 40 na função?"

A resposta correta e adequada que é esperada para esta etapa da aprendizagem pode ser encontrada em:
  1. ✂️
  2. ✂️
  3. ✂️
  4. ✂️
  5. ✂️

108Q1032920 | Matemática, Progressões, Habilitação Matemática, SEDUC MT, FGV, 2025

Os números A e B são, respectivamente, o décimo e o décimo primeiro elementos de uma progressão aritmética. A é o maior número natural formado por algarismos distintos, menor que 400 e múltiplo de 3. B é o menor número natural par, maior que 400.

Essa progressão aritmética é
  1. ✂️
  2. ✂️
  3. ✂️
  4. ✂️
  5. ✂️

109Q1032930 | Ciências, Ensino de Ciências, Habilitação Ciências, SEDUC MT, FGV, 2025

Em uma turma do 4º ano do Ensino Fundamental, a professora propôs uma sequência didática interdisciplinar para abordar os movimentos da Terra e suas consequências: dia, noite, eclipses, fases da Lua e estações do ano. A proposta partiu da observação direta do céu, passou pela construção de modelos tridimensionais com os estudantes e incluiu pesquisas sobre diferentes calendários (gregoriano, islâmico, indígena e asteca) utilizados historicamente para marcar o tempo com base nos fenômenos astronômicos. Durante a avaliação, os estudantes foram convidados a elaborar uma linha do tempo comentada, relacionando os conhecimentos construídos nas atividades com os modos de medir o tempo em diferentes culturas.

Com base nessa situação didática, assinale a alternativa que melhor expressa a intencionalidade pedagógica da professora.
  1. ✂️
  2. ✂️
  3. ✂️
  4. ✂️
  5. ✂️

110Q1023369 | Inglês, Interpretação de Texto Reading Comprehension, Língua Inglesa, SEDUC MT, SELECON, 2023

Texto associado.
TEXT:


How do people overcome fossilization and achieve nativelike fluency in second language acquisition?

There are a lot of common misconceptions about fossilization and language development. It's impossible to correct all of them in a post here, but I'll address a few that have been mentioned below.

Fossilization is a stage at which a second language speaker seems to cease making progress toward becoming more targetlike in his or her use of the language, so a "learning plateau" is a reasonable analogy. The comparison wherein "the L2 learner has his own linguistic system" that's still influenced by L1 and other things is known as the "interlanguage." The question researchers cannot conclusively answer is whether or not that "plateau" is reversible after a certain point, be it age, fluency level, etc., in order to start making progress again.

Different people are motivated by different things, which range from need (to pass a test, to get a job, to watch movies without subtitles, to make friends, etc.) to learning style (preferring to study from texts, liking/disliking impromptu, small-talk with people just to practice, preference for/against learning formal rules, and aptitude). It is easy to remember verb conjugations. There is no single formula.

Finding someone who can correct your errors tactfully and effectively most certainly does not need to be demotivating, depressing or draining whatsoever. I'm a very fluent non-native speaker of Spanish, and I actively request that my native speaker (NS) friends correct me when I make a mistake, or use a phrase that sounds funny in their dialect, etc. How else will I learn? It's fascinating to learn little details like that now after so many years. As long as they don't do it in a mocking or condescending way, or at a socially inappropriate time, why wouldn't I want their help? Of course, if you correct a beginner every time they try to utter a sentence, it could be discouraging - and obnoxious - but everything in moderation.

One of the biggest cognitive challenges is whether or not L2 speakers can learn to consciously notice differences between their L2 efforts and the way a NS talks. There are decades of research on this (my own included) and I'll gladly give references if anyone actually cares. Noticing falls into two broad categories. First, the ability to "notice the gap," i.e. hear a NS say a sentence and think, "Hmm, I understand what he meant but I've never heard that word before; it must mean ___" or "I know what he meant but it would not have occurred to me to say it that way; I'll try to remember that for later." The second is the ability to "notice the hole," i.e. when the L2 learner is trying to speak/ write and realizes that his "interlanguage" lacks a word, sound or structure needed to accurately convey his own thought. If he can seek the input necessary to fill the hole, he has a much stronger chance of acquiring it. The thought processes involved during that moment are holding the forms (or lack thereof) in working memory, and the longer it stays there for further processing, the greater the possibility that it is retained in long-term memory for later use. The NS interlocutor can help promote noticing through corrective feedback (also a subject of decades of research, for which I'm also happy to provide resources if anyone is genuinely interested.)

I have been using a variety of strategies for years as a language coach when working with my clients, whether helping IT executives from India and Egypt learn to write more grammatically accurate e-mail or helping priests from Nigeria improve prosodic aspects of their pronunciation (i.e. stress and intonation patterns.) Each person is different. I have found no evidence to support the argument that a person who has fossilized cannot begin to make progress again toward a more target-like L2 use at least in some areas, with the right motivation, input and effort. The question is only about how much progress, in what areas, in how much time, and through what methods.


Adapted form: https://www.quora.com/How-do-people-overcome-fossilization-andachieve-native-like-fluency-in-second-language-acquisition Acesso em 22/09/2023
No trecho “Fossilization is a stage at which a second language speaker seems to cease making progress toward becoming more target-like in his or her use of the language…”, os termos em destaque referem-se a:
  1. ✂️
  2. ✂️
  3. ✂️
  4. ✂️

111Q1032850 | Educação Artística, Linguagens Artísticas, Habilitação Artes, SEDUC MT, FGV, 2025

A produção musical indígena apresenta composições com funções específicas, e é baseada no canto e em instrumentos construídos com aquilo que é encontrado na natureza. Os sons da natureza se fazem bastantes presentes na música indígena, que procura, muitas vezes, mimetizar os sons de aves e de animais silvestres.

Disponível em: https://www.gov.br/funai/pt-br/assuntos/noticias/2022- 02/cultura-a-musica-nas-tradicoes-indigenas

Indique o papel da música na cultura indígena brasileira.
  1. ✂️
  2. ✂️
  3. ✂️
  4. ✂️
  5. ✂️

112Q1032854 | Educação Artística, Linguagens Artísticas, Habilitação Artes, SEDUC MT, FGV, 2025

As artistas brasileiras estão presente no cenário nacional desde o final do século XIX, apesar de serem discriminadas por suas profissões e nem sempre serem reconhecidas em seu tempo.
Associe as duas colunas, relacionando as artistas às suas respectivas áreas de atuação.

1. Ruth de Souza
2. Bertha Rosanova
3. Abigail de Andrade
4. Chiquinha Gonzaga

( ) Artes Visuais
( ) Dança
( ) Música
( ) Teatro

A sequência correta dessa associação é:
  1. ✂️
  2. ✂️
  3. ✂️
  4. ✂️
  5. ✂️

113Q1032876 | História, História Geral, Habilitação História, SEDUC MT, FGV, 2025

Sobre o sistema feudal em vigor na Europa durante a Idade Média, pode-se afirmar que
  1. ✂️
  2. ✂️
  3. ✂️
  4. ✂️
  5. ✂️

114Q1032947 | Química, Substâncias e Suas Propriedades, Habilitação Química, SEDUC MT, FGV, 2025

O rompimento de parte da mina 18 de sal-gema da Braskem, em Maceió (AL), ocorreu após dias de alerta de risco de colapso, que já havia motivado a evacuação emergencial. o sal-gema, essencialmente cloreto de sódio, é extraído do subsolo através de perfurações que podem atingir mais de mil metros, nível no qual o material pode ser encontrado. Escavados os buracos, são injetados neles água. Ao atingir o sal-gema, cria-se uma mistura, como uma salmoura. A pressão da água injetada força a salmoura a subir, possibilitando a extração do sal-gema na superfície. Após o sal ser extraído, os poços são preenchidos com uma solução líquida para manter a estabilidade do solo. A Braskem informou também ter preenchido parte de seus poços com areia.

Disponível em: https://oglobo.globo.com/brasil/noticia/2023/12/11/desastre-emmaceio-entenda-o-que-provocou-o-rompimento-de-mina-de-sal-gemada-braskem.ghtml. Acesso em 24 abril 2025. Adaptado.

Os processos industriais, como o citado na notícia, podem afetar a estabilidade do solo. Essa instabilidade está relacionada ao fato de que
  1. ✂️
  2. ✂️
  3. ✂️
  4. ✂️
  5. ✂️

115Q1032960 | Educação Física, Educação Física no Ambiente Escolar, Habilitação Educação Física, SEDUC MT, FGV, 2025

A compreensão das especificidades de cada unidade temática da Educação Física é essencial para o planejamento das aulas por parte do professor dessa disciplina. A afirmação que expressa essa relevância é:
  1. ✂️
  2. ✂️
  3. ✂️
  4. ✂️
  5. ✂️

116Q1023372 | Inglês, Análise Sintática Syntax Parsing, Língua Inglesa, SEDUC MT, SELECON, 2023

Texto associado.
TEXT:


How do people overcome fossilization and achieve nativelike fluency in second language acquisition?

There are a lot of common misconceptions about fossilization and language development. It's impossible to correct all of them in a post here, but I'll address a few that have been mentioned below.

Fossilization is a stage at which a second language speaker seems to cease making progress toward becoming more targetlike in his or her use of the language, so a "learning plateau" is a reasonable analogy. The comparison wherein "the L2 learner has his own linguistic system" that's still influenced by L1 and other things is known as the "interlanguage." The question researchers cannot conclusively answer is whether or not that "plateau" is reversible after a certain point, be it age, fluency level, etc., in order to start making progress again.

Different people are motivated by different things, which range from need (to pass a test, to get a job, to watch movies without subtitles, to make friends, etc.) to learning style (preferring to study from texts, liking/disliking impromptu, small-talk with people just to practice, preference for/against learning formal rules, and aptitude). It is easy to remember verb conjugations. There is no single formula.

Finding someone who can correct your errors tactfully and effectively most certainly does not need to be demotivating, depressing or draining whatsoever. I'm a very fluent non-native speaker of Spanish, and I actively request that my native speaker (NS) friends correct me when I make a mistake, or use a phrase that sounds funny in their dialect, etc. How else will I learn? It's fascinating to learn little details like that now after so many years. As long as they don't do it in a mocking or condescending way, or at a socially inappropriate time, why wouldn't I want their help? Of course, if you correct a beginner every time they try to utter a sentence, it could be discouraging - and obnoxious - but everything in moderation.

One of the biggest cognitive challenges is whether or not L2 speakers can learn to consciously notice differences between their L2 efforts and the way a NS talks. There are decades of research on this (my own included) and I'll gladly give references if anyone actually cares. Noticing falls into two broad categories. First, the ability to "notice the gap," i.e. hear a NS say a sentence and think, "Hmm, I understand what he meant but I've never heard that word before; it must mean ___" or "I know what he meant but it would not have occurred to me to say it that way; I'll try to remember that for later." The second is the ability to "notice the hole," i.e. when the L2 learner is trying to speak/ write and realizes that his "interlanguage" lacks a word, sound or structure needed to accurately convey his own thought. If he can seek the input necessary to fill the hole, he has a much stronger chance of acquiring it. The thought processes involved during that moment are holding the forms (or lack thereof) in working memory, and the longer it stays there for further processing, the greater the possibility that it is retained in long-term memory for later use. The NS interlocutor can help promote noticing through corrective feedback (also a subject of decades of research, for which I'm also happy to provide resources if anyone is genuinely interested.)

I have been using a variety of strategies for years as a language coach when working with my clients, whether helping IT executives from India and Egypt learn to write more grammatically accurate e-mail or helping priests from Nigeria improve prosodic aspects of their pronunciation (i.e. stress and intonation patterns.) Each person is different. I have found no evidence to support the argument that a person who has fossilized cannot begin to make progress again toward a more target-like L2 use at least in some areas, with the right motivation, input and effort. The question is only about how much progress, in what areas, in how much time, and through what methods.


Adapted form: https://www.quora.com/How-do-people-overcome-fossilization-andachieve-native-like-fluency-in-second-language-acquisition Acesso em 22/09/2023
No quarto parágrafo do texto, o termo whatsoever classifica-se como:
  1. ✂️
  2. ✂️
  3. ✂️
  4. ✂️

117Q1032868 | História, História do Brasil, Habilitação História, SEDUC MT, FGV, 2025

Numa aula sobre a configuração da sociedade colonial brasileira o professor oferece aos estudantes um texto clássico do historiador Caio Prado Jr.

“Esta massa de escravos, índios ou negros, constituía a maior parte da população colonial. (...). Ao lado de pequenos proprietários encontramos o tipo mais comum dos agregados. São estes os indivíduos – em geral escravos libertos ou mestiços espúrios - que vivem nos grandes domínios prestando aos senhores toda sorte de serviços: guarda da propriedade, mensageiro, etc. Entre eles figuram também os rendeiros, que pagam seus aluguéis em dinheiro ou mais comumente em produtos naturais ou em serviços. A situação destes rendeiros é a mais precária possível. Raramente se faziam contratos escritos, e mesmo não havia autoridades para os sancionar. Na propriedade quem domina incontrastavelmente é o senhor. Todos os que se fixam em suas terras cedem, em troca da gleba que cultivam para seu sustento e da proteção que lhes outorga o senhor contra outros mandões do sertão ou a própria Justiça, praticamente, toda a liberdade”.

PRADO JR., Caio. Evolução política do Brasil e outros estudos. São Paulo: Editora Brasiliense, 1953 (texto adaptado).

A partir da leitura do excerto desse historiador, os estudantes devem ser instados a interpretarem a estrutura de classes que compunha a sociedade colonial e suas interrelações de dependência. Dessa atividade, resulta a compreensão de que

  1. ✂️
  2. ✂️
  3. ✂️
  4. ✂️
  5. ✂️

118Q1032881 | História, História Geral, Habilitação História, SEDUC MT, FGV, 2025

Nikolai Petrovitch Kirsanóv tem uma boa propriedade com duzentas almas, desde que demarcou as terras dos camponeses. [...] Ao filho que o visita, revela – Estou tendo grandes preocupações com os mujiques este ano [...]. Não estão pagando o obrok. O que é que se vai fazer? E o filho indaga “– E com seus trabalhadores contratados, está satisfeito? Nikolai responde por entre os dentes – estão sendo instigados, isso é que é ruim; e ainda por cima eles não se esforçam de verdade. Estragam o arreamento. Por outro lado, até que lavraram direito.

TURGUÊNIEV, Ivan. Pais e Filhos (1862). Antofágica (e-book), RJ, 2020. Tradução Lucas Simone. Adaptado.

A leitura do texto acima nos remete ao contexto da Rússia na segunda metade do século XIX, em que
  1. ✂️
  2. ✂️
  3. ✂️
  4. ✂️
  5. ✂️

119Q1032931 | Biologia, Identidade dos Seres Vivos, Habilitação Ciências, SEDUC MT, FGV, 2025

Durante uma expedição científica ao Cerrado brasileiro, um grupo de biólogos observou diversas adaptações estruturais e fisiológicas em plantas da região, que permitem sua sobrevivência em solos ácidos, pobres em nutrientes e com baixa retenção de água. Assinale a alternativa que descreve corretamente uma dessas adaptações e a vantagem que ela confere às plantas desse ambiente.
  1. ✂️
  2. ✂️
  3. ✂️
  4. ✂️
  5. ✂️

120Q1032943 | Química, Teorias e Práticas para O Ensino de Química, Habilitação Química, SEDUC MT, FGV, 2025

Texto associado.
Leia o texto a seguir para responder à próxima questão.


Durante uma sequência didática sobre funções inorgânicas (ácidos, bases, óxidos e sais), os estudantes foram desafiados a:


“Escolher rótulos de produtos de limpeza e uso doméstico, identificar uma substância química presente e classificá-la quanto à função inorgânica. Depois, justificar essa classificação com base em sua composição, propriedades e uso.”


Ao final, os estudantes entregaram registros escritos contendo: o nome do produto, a substância destacada, a classificação atribuída e a justificativa. Abaixo, trechos de três justificativas:


Estudante A: “A água sanitária é uma base porque serve para limpar coisas sujas, igual ao sabão.”


Estudante B: “O vinagre é um ácido, pois apresenta cheiro forte e arde muito quando cai em uma ferida.”


Estudante C: “O sal de cozinha é um sal porque tem Na e Cl na fórmula, mas também tem gosto, por isso achei que era ácido inicialmente.”
Qual das propostas a seguir é a mais adequada para promover e avaliar a diferenciação conceitual das funções inorgânicas?
  1. ✂️
  2. ✂️
  3. ✂️
  4. ✂️
  5. ✂️
Utilizamos cookies e tecnologias semelhantes para aprimorar sua experiência de navegação. Política de Privacidade.