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Questões de Concursos SEDUC MT

Resolva questões de SEDUC MT comentadas com gabarito, online ou em PDF, revisando rapidamente e fixando o conteúdo de forma prática.


161Q1032839 | Português, Morfologia, Habilitação Língua Portuguesa, SEDUC MT, FGV, 2025

Texto associado.
Para responder à questão, leia a crônica “Esquisitices” de Luis Fernando Verissimo.


A família chegou na casa da praia e, enquanto o pai e a mãe se ocupavam de tirar os tapumes das janelas e religar a luz, a filha adolescente foi direto para o seu quarto e sentiu que havia alguma coisa diferente dos outros verões, um cheiro que ela não lembrava, um brilho nas paredes, alguma coisa. Quando foi ajudar a mãe a desempacotar as compras na cozinha, disse que o mar tinha invadido a casa e a mãe disse que o mar nunca chegava até ali, tá louca? Então invadiu só o meu quarto, disse a filha, e naquela noite, quando entrou no quarto para dormir, viu que o chão estava coberto de algas, e quando foi pegar um dos livros que tinha deixado na prateleira no verão anterior derrubou várias conchas no chão, e quando abriu a gaveta da sua mesinha de cabeceira – juro, mãe! – descobriu uma estrela-do-mar. Não conseguiu dormir, o som do mar invadia o quarto, ela chegou a ouvir o ruído de fritura da espuma se desfazendo ao seu redor, como se o mar estivesse arrebentando em volta da cama. E as paredes fosforescentes! Se um peixe prateado pulasse na cama, refletiria o brilho das paredes no ar, antes de cair ao seu lado. Passou a noite esperando o peixe prateado. De manhã a mãe disse que o mar não estava mais perto da casa, estava onde sempre estivera desde que eles tinham construído a casa, e que ela se acostumaria com o ruído. E que não, não sentira o cheiro novo nem vira as algas no chão do quarto, nem as conchas, você parece doida. A filha perguntou se o mar nunca tinha invadido a casa e a mãe respondeu que não. Depois pensou um pouco e disse: não que eu me lembre. Naquela noite a filha leu um pouco – apesar das ondas estourando ao seu redor – depois mergulhou a mão na água e pegou um cavalo-marinho para marcar o lugar, e fechou o livro. Estava pronta para o peixe prateado, estava certa de que nunca mais seria a mesma. Quando a mãe contou para o pai as esquisitices da filha naquele verão, o pai só disse uma coisa. Catorze anos é fogo.


VERISSIMO, Luis Fernando. Verissimo antológico: meio século de crônicas, ou coisa parecida. Rio de Janeiro: Objetiva, 2020.
Observa-se o emprego de palavra formada com prefixo que exprime ideia de negação em:
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162Q1070732 | Filosofia, Conceitos Filosóficos, Apoio Administrativo Educacional, SEDUC MT, IBFC

Analise as afirmativas a seguir e assinale a alternativa correta:

I. Argumento é um conjunto de proposições (asserções sobre o mundo, independe da língua na qual é expressa) ou um conjunto de sentenças (sequência gramatical de palavras de uma língua pela qual transmitimos informações).

II. A Lógica, como um todo, interessa-se por proposições (muito embora a Lógica formal se interesse pelas sentenças, ou seja, pelo aspecto formal dos argumentos, sobre os quais só se pode dizer se são válidas ou não válidas).

III. Com relação à primeira definição, podemos afirmar que um argumento, ainda que formado por sentenças, sempre é apresentado em um certo contexto e expressa, ao menos,várias proposições.

IV. É importante destacar que mesmo não se interessando pelo poder de persuasão dos argumentos, mas pela relação entre evidências e conclusão, a Lógica mantém um compromisso com o saber científico, com a construção de conhecimentos seguros.

V. O grande objetivo de um argumento é o de convencer e produzir novos conhecimentos. Estes argumentos podem ser de dois tipos: dedutivos e indutivos.

Estão corretas as afirmativas:

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163Q1032852 | Educação Artística, História da Arte e Educação, Habilitação Artes, SEDUC MT, FGV, 2025

A música popular é essencial para a cultura brasileira, atuando como um espelho da identidade nacional, veículo de expressão artística, política e ferramenta de resistência cultural. A respeito de artistas que contribuíram para a música popular brasileira, assinale a alternativa que apresenta apenas informações corretas.
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164Q1070755 | Filosofia, O que É a Filosofia, Filosofia, SEDUC MT, IBFC

Assinale a alternativa correta:
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165Q1070757 | Filosofia, Filosofia e a Grécia Antiga, Filosofia, SEDUC MT, IBFC

Assinale a alternativa que completa corretamente a lacuna. “É a partir do século 6º a.C. que surge na Grécia aqueles que chamamos de primeiros filósofos. Falar acerca deles nos permite, ao mesmo tempo, formularmos uma primeira visão geral do que chamamos de Filosofa. Desses primeiros pensadores não temos, em geral, mais do que pequenos fragmentos resgatados de obras de pensadores bem posteriores. no caso de ______________, considerado o primeiro filósofo, não temos sequer uma linha de seus escritos, tendo sido perdido então, qualquer registro direto do seu pensamento”.
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166Q1032896 | Pedagogia, Temas Educacionais Pedagógicos, Habilitação Inglês, SEDUC MT, FGV, 2025

Texto associado.
Leia o seguinte texto que corresponde a uma adaptação de um excerto da Base Nacional Comum Curricular, Brasil, e responda à próxima questão.


Na perspectiva do ensino de Inglês como Língua Franca, são acolhidos e legitimados os usos que dela fazem falantes espalhados no mundo inteiro, com diferentes repertórios linguísticos e culturais, o que possibilita, por exemplo, questionar a visão de que o único inglês “correto” – e a ser ensinado – é aquele falado por estadunidenses ou britânicos. Mais ainda, o tratamento do inglês como língua franca o desvincula da noção de pertencimento a um determinado território e, consequentemente, a culturas típicas de comunidades específicas, legitimando os usos da língua inglesa em seus contextos locais. Esse entendimento favorece uma educação linguística voltada para a interculturalidade, isto é, para o reconhecimento das (e o respeito às) diferenças, e para a compreensão de como elas são produzidas nas diversas práticas sociais de linguagem, o que favorece a reflexão crítica sobre diferentes modos de ver e de analisar o mundo, o(s) outro(s) e a si mesmo.
Qual das seguintes estratégias de ensino aborda de maneira central a ênfase curricular que se depreende deste texto?
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167Q1032915 | Pedagogia, Temas Educacionais Pedagógicos, Habilitação Matemática, SEDUC MT, FGV, 2025

Ao planejar uma sequência didática sobre transformações geométricas de polígonos no plano cartesiano — decorrentes da multiplicação das coordenadas de seus vértices por um número inteiro — e sobre o reconhecimento e a construção de figuras obtidas por simetrias de translação, rotação e reflexão, a professora Izabel, que ministra aulas para o 7º ano do Ensino Fundamental pela primeira vez, deseja abordar os objetos de conhecimento associados às habilidades propostas na BNCC de maneira que favoreça a compreensão conceitual dos estudantes, levando-os a estabelecer relações e representações da matemática por meio de induções e conjecturas, com o objetivo de contribuir para o desenvolvimento do pensamento científico e do pensamento crítico.

Qual das abordagens tem características mais associadas à experimentação e menos dependentes de memorização dissociada de compreensão conceitual para promover a aprendizagem desses objetos de conhecimento e o desenvolvimento das habilidades associadas?
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168Q1032928 | Pedagogia, Legislação da Educação, Habilitação Ciências, SEDUC MT, FGV, 2025

Na organização final do bimestre, uma professora de Ciências do Ensino Médio decide aplicar uma avaliação que envolva interpretação de esquemas de processos fisiológicos, análise de gráficos sobre fotossíntese e questões discursivas. Na turma, dois estudantes têm laudos formais: um com diagnóstico de TEA e outro com TDAH. A professora deseja adaptar a prova sem comprometer os objetivos de aprendizagem, garantindo equidade, acessibilidade e a possibilidade de expressão dos conhecimentos por diferentes meios. Para isso, propõe três ações:

I) Dividir a avaliação em blocos menores, com pausas programadas e mediadas.
II) Oferecer recursos visuais adicionais, como pictogramas e instruções com linguagem simplificada.
III) Disponibilizar alternativas orais e o uso de imagens para explicar respostas em vez de apenas texto escrito.

Com base na legislação vigente (como a LBI) e nas diretrizes de Educação Inclusiva, é correto afirmar que:
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169Q1032944 | Química, Substâncias e Suas Propriedades, Habilitação Química, SEDUC MT, FGV, 2025

Robert Boyle deu pela primeira vez a noção de elemento, na sua obra “O Químico Cético”. Segundo ele, elementos seriam certos corpos primitivos e simples, perfeitamente puros de qualquer mistura, que não fossem constituídos por nenhum outro corpo, ou uns pelos outros.

OKI, M. C. M. O conceito de elemento: da antiguidade à modernidade. Química Nova na Escola. n.16, 2002.

Atualmente, o conceito de elemento químico proposto por Boyle está
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170Q1032833 | Português, Pontuação, Habilitação Língua Portuguesa, SEDUC MT, FGV, 2025

Texto associado.
Leia o texto para responder à questão.


Vivemos num presente alargado, no qual “viver no momento é a paixão dominante”, na definição de Christopher Lasch. O presente se torna alargado à mesma medida que o tempo corre veloz. Essa contradição só pode ser explicada pelo fato de que a aceleração tecnológica, conquanto implique “uma diminuição no tempo necessário para realizar processos cotidianos de produção e reprodução” (o que deveria levar a uma abundância de tempo livre), levou ao acúmulo quantitativo de atividades. Quanto mais a aceleração tecnológica avançou, mais trabalho se acumulou e menos tempo livre sobrou. Se já não temos uma vida profissional, mas especializações, se já não temos espaço para contemplar os locais que cruzamos, mas uma observação dirigida por algoritmos de afinidades eletivas, já deveríamos saber que a aceleração tecnológica levou aos grilhões da hiperconectividade, que demandam sempre nosso engajamento.

O resultado desse processo foi que a contínua aceleração do tempo social tornou o espaço muitas vezes indiferente, um mero detalhe, um pano de fundo que sustenta a virtualidade das relações. Ante a aceleração da vida, concebemos o espaço como um empecilho para aquilo que realmente queríamos fazer. “Ter que ir” e “ter que visitar” se tornaram tarefas “torturantes”, uma vez que basta uma chamada de vídeo para tirar a tarefa da frente. O isolamento tornou-se comum e mesmo os locais que sustentavam a ação da experiência subjetiva aparecem agora como lugares sem histórias, cada vez mais homogeneizados.


BARROS, Douglas. O que é identitarismo? São Paulo: Boitempo, 2024, edição digital. Adaptado.
Analise as afirmações.

I. O trecho sublinhado em “basta uma chamada de vídeo para tirar a tarefa da frente” está corretamente substituído do seguinte modo: “tirar-lhe”.
II. Em “a aceleração tecnológica levou aos grilhões da hiperconectividade, que demandam sempre nosso engajamento e mais trabalho”, a supressão da vírgula altera o sentido do trecho.
III. Sem prejuízo para o sentido, o trecho “um pano de fundo que sustenta a virtualidade das relações” está corretamente reescrito da seguinte forma: um pano de fundo no qual se sustenta relações virtuais.

Está correto o que se afirma apenas em
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171Q1032836 | Português, Interpretação de Textos, Habilitação Língua Portuguesa, SEDUC MT, FGV, 2025

Texto associado.
Para responder à questão, leia a crônica “Esquisitices” de Luis Fernando Verissimo.


A família chegou na casa da praia e, enquanto o pai e a mãe se ocupavam de tirar os tapumes das janelas e religar a luz, a filha adolescente foi direto para o seu quarto e sentiu que havia alguma coisa diferente dos outros verões, um cheiro que ela não lembrava, um brilho nas paredes, alguma coisa. Quando foi ajudar a mãe a desempacotar as compras na cozinha, disse que o mar tinha invadido a casa e a mãe disse que o mar nunca chegava até ali, tá louca? Então invadiu só o meu quarto, disse a filha, e naquela noite, quando entrou no quarto para dormir, viu que o chão estava coberto de algas, e quando foi pegar um dos livros que tinha deixado na prateleira no verão anterior derrubou várias conchas no chão, e quando abriu a gaveta da sua mesinha de cabeceira – juro, mãe! – descobriu uma estrela-do-mar. Não conseguiu dormir, o som do mar invadia o quarto, ela chegou a ouvir o ruído de fritura da espuma se desfazendo ao seu redor, como se o mar estivesse arrebentando em volta da cama. E as paredes fosforescentes! Se um peixe prateado pulasse na cama, refletiria o brilho das paredes no ar, antes de cair ao seu lado. Passou a noite esperando o peixe prateado. De manhã a mãe disse que o mar não estava mais perto da casa, estava onde sempre estivera desde que eles tinham construído a casa, e que ela se acostumaria com o ruído. E que não, não sentira o cheiro novo nem vira as algas no chão do quarto, nem as conchas, você parece doida. A filha perguntou se o mar nunca tinha invadido a casa e a mãe respondeu que não. Depois pensou um pouco e disse: não que eu me lembre. Naquela noite a filha leu um pouco – apesar das ondas estourando ao seu redor – depois mergulhou a mão na água e pegou um cavalo-marinho para marcar o lugar, e fechou o livro. Estava pronta para o peixe prateado, estava certa de que nunca mais seria a mesma. Quando a mãe contou para o pai as esquisitices da filha naquele verão, o pai só disse uma coisa. Catorze anos é fogo.


VERISSIMO, Luis Fernando. Verissimo antológico: meio século de crônicas, ou coisa parecida. Rio de Janeiro: Objetiva, 2020.
Na moderna literatura narrativa, tem sido amplamente utilizado um terceiro processo de reprodução de enunciados, resultante da conciliação do discurso direto e do discurso indireto. É o chamado discurso indireto livre, forma de expressão que, em vez de apresentar o personagem em sua voz própria (discurso direto), ou de informar objetivamente o leitor sobre o que ele teria dito (discurso indireto), aproxima narrador e personagem, dando-nos a impressão de que passam a falar em uníssono.

CUNHA, Celso & CINTRA, Lindley. Gramática do português contemporâneo. Rio de Janeiro: Lexikon, 2013. Adaptado.

Ocorre o chamado discurso indireto livre no seguinte trecho da crônica:
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172Q1023370 | Inglês, Sinônimos Synonyms, Língua Inglesa, SEDUC MT, SELECON, 2023

Texto associado.
TEXT:


How do people overcome fossilization and achieve nativelike fluency in second language acquisition?

There are a lot of common misconceptions about fossilization and language development. It's impossible to correct all of them in a post here, but I'll address a few that have been mentioned below.

Fossilization is a stage at which a second language speaker seems to cease making progress toward becoming more targetlike in his or her use of the language, so a "learning plateau" is a reasonable analogy. The comparison wherein "the L2 learner has his own linguistic system" that's still influenced by L1 and other things is known as the "interlanguage." The question researchers cannot conclusively answer is whether or not that "plateau" is reversible after a certain point, be it age, fluency level, etc., in order to start making progress again.

Different people are motivated by different things, which range from need (to pass a test, to get a job, to watch movies without subtitles, to make friends, etc.) to learning style (preferring to study from texts, liking/disliking impromptu, small-talk with people just to practice, preference for/against learning formal rules, and aptitude). It is easy to remember verb conjugations. There is no single formula.

Finding someone who can correct your errors tactfully and effectively most certainly does not need to be demotivating, depressing or draining whatsoever. I'm a very fluent non-native speaker of Spanish, and I actively request that my native speaker (NS) friends correct me when I make a mistake, or use a phrase that sounds funny in their dialect, etc. How else will I learn? It's fascinating to learn little details like that now after so many years. As long as they don't do it in a mocking or condescending way, or at a socially inappropriate time, why wouldn't I want their help? Of course, if you correct a beginner every time they try to utter a sentence, it could be discouraging - and obnoxious - but everything in moderation.

One of the biggest cognitive challenges is whether or not L2 speakers can learn to consciously notice differences between their L2 efforts and the way a NS talks. There are decades of research on this (my own included) and I'll gladly give references if anyone actually cares. Noticing falls into two broad categories. First, the ability to "notice the gap," i.e. hear a NS say a sentence and think, "Hmm, I understand what he meant but I've never heard that word before; it must mean ___" or "I know what he meant but it would not have occurred to me to say it that way; I'll try to remember that for later." The second is the ability to "notice the hole," i.e. when the L2 learner is trying to speak/ write and realizes that his "interlanguage" lacks a word, sound or structure needed to accurately convey his own thought. If he can seek the input necessary to fill the hole, he has a much stronger chance of acquiring it. The thought processes involved during that moment are holding the forms (or lack thereof) in working memory, and the longer it stays there for further processing, the greater the possibility that it is retained in long-term memory for later use. The NS interlocutor can help promote noticing through corrective feedback (also a subject of decades of research, for which I'm also happy to provide resources if anyone is genuinely interested.)

I have been using a variety of strategies for years as a language coach when working with my clients, whether helping IT executives from India and Egypt learn to write more grammatically accurate e-mail or helping priests from Nigeria improve prosodic aspects of their pronunciation (i.e. stress and intonation patterns.) Each person is different. I have found no evidence to support the argument that a person who has fossilized cannot begin to make progress again toward a more target-like L2 use at least in some areas, with the right motivation, input and effort. The question is only about how much progress, in what areas, in how much time, and through what methods.


Adapted form: https://www.quora.com/How-do-people-overcome-fossilization-andachieve-native-like-fluency-in-second-language-acquisition Acesso em 22/09/2023
No trecho “I'll address a few that have been mentioned below”, pode-se substituir o termo destacado, sem prejuízo de significado, por:
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173Q1070736 | Filosofia, Conceitos Filosóficos, Ciências Físicas e Biológicas, SEDUC MT, IBFC

Analise as afirmativas abaixo e assinale a alternativa correta.

I. Segundo o antropólogo Lévi-Strauss (2000), a passagem da natureza à cultura foi produzida pela instauração da lei, pela proibição do incesto, mediante a qual se estabeleceram as relações de parentesco e de aliança e o mundo humano, simbólico, foi construído. Essa orientação normativa da conduta, no entanto, é exterior ao indivíduo, de modo que a adequação ou não à norma estabelecida, bem como a variação de tempo e lugar, é que acaba definindo se o ato é moral ou imoral.

II. A moral é apenas um conjunto de regras impostas aos indivíduos, mas a livre e consciente adesão a elas, razão pela qual um ato só pode ser considerado moral se passar pela aceitação da norma, ou seja, não é verdadeiramente moral o ato que for cumprido ou não mediante ameaça de sanções, o que não signifca que uma norma não possa ser questionada, mas também não pode ser persistentemente interrogada, porque isto pode levar à destruição da moral.

III. Segundo Gianotti, a flexibilidade existe, porém não pode levar a um relativismo em todas as formas de conduta: os direitos do homem, tais como em geral têm sido enunciado a partir do século XVIII, estipulam condições mínimas do exercício da moralidade. Por certo, cada um não deixará de aferrar-se à sua moral; deve, entretanto, aprender a conviver com outras, reconhecer a unilateralidade de seu ponto de vista.

IV. Para ser moral um ato não deve ser livre, consciente, intencional e responsável. Isso cria um compromisso de reciprocidade e compromisso com a comunidade. o sujeito, assim, deve saber o que e por que faz, não deve ser coagido ou obrigado a fazer algo e, além disso, deve assumir a autoria do seu ato, reconhecendo-o como seu e respondendo pelas consequências de sua ação.

Estão corretas as afirmativas:

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174Q1032856 | Artes Cênicas, História e Atualidades das Artes Cênicas, Habilitação Artes, SEDUC MT, FGV, 2025

Existem variações de passos complexos, porém o mais importante no cirandar não é a dificuldade dos passos, mas a simplicidade e a união. A roda pode acontecer em diferentes contextos como carnaval, encerramento de uma atividade pedagógica ou em festejos juninos; em espaços abertos ou fechados, como ruas, bares e praças.

Disponível em: https://www.gov.br/turismo/pt-br/secretaria-especial-dacultura/assuntos/noticias/ciranda-do-nordeste-e-reconhecida-comopatrimonio-cultural-do-brasil. Adaptado

A dança descrita é:
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175Q1032859 | Educação Artística, História da Arte e Educação, Habilitação Artes, SEDUC MT, FGV, 2025

Dentro desse tombamento podem ser inclusos edifícios, obras de arte, florestas, grutas, regiões, cidades, fotografias, livros, entre outros. Porém, a legislação criada para esse fim só aplica essa importância para os bens materiais que sejam importantes para uma memória coletiva.

Disponível em: https://www.sabra.org.br/site/tombamento-historico/

O objetivo do tombamento de bens culturais é:
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176Q1070753 | Filosofia, Conceitos Filosóficos, Filosofia, SEDUC MT, IBFC

Assinale a alternativa que completa corretamente a lacuna. “A concepção de universo de ___________ ainda hoje baliza os discursos que intentam a construção da nação, pois também o Brasil intitula-se República (Coisa Pública em construção). Por isso é preciso perguntar, até que ponto na educação e na Universidade brasileira optamos teórica, política e administrativamente pela formação e informação construtiva de todos para todos, ou pela sistemática e estratégica desinformação das grandes massas para a construção do poder próprio de determinados grupos? o conhecimento como saber formalizado em sistemas teóricos nas mais diversas áreas e capaz de operações práticas, que interferem na natureza, na sociedade e na compreensão valorativa do indivíduo, é necessariamente limitado se comparado à totalidade das experiências humanas. toda a formalização científica paga o preço da sua coesão interna autorreferencial com a limitação de sua compreensão e com a aplicabilidade a um campo necessariamente restrito”.
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177Q1070758 | Filosofia, Filosofia e a Grécia Antiga, Filosofia, SEDUC MT, IBFC

“Mais de um século depois de _______________ vamos encontrar na cidade grega de Atenas______________, provavelmente o mais famoso nome não apenas da cultura grega, mas de toda a Filosofa, tal como ocorre em relação aos primeiros filósofos não temos nenhum registro escrito das doutrinas que ______________ professava .Os motivos, porém, são bastante diferentes. Enquanto os escritos do primeiro simplesmente perderam-se em algum ponto da história, os do segundo não herdamos obra alguma porque este durante toda a sua vida recusou-se a registrar por escrito seus pensamentos, entre outros motivos, por desconfiar da validade filosófica da palavra escrita”. Assinale a alternativa que completa correta e respectivamente as lacunas.
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178Q1032875 | História, História do Brasil, Habilitação História, SEDUC MT, FGV, 2025

Em 1835, na Bahia, teve lugar uma revolta de negros contra o regime escravocrata que é considerada o maior levante urbano de escravizados no Brasil. Cerca de 600 negros libertos e cativos enfrentaram as forças da Guarda do Palácio do Governo. Uma vez sufocada, cerca de 70 revoltosos foram mortos e muitos condenados a penas de prisão, açoites e deportação para a África. Sobre tal revolta pode-se dizer que foi

I. protagonizada por negros muçulmanos, vindos de regiões onde hoje ficam a Nigéria e o Benin.
II. chamada de Revolta dos Alfaiates, pela ocupação profissional de seus líderes que confeccionavam abadás.
III. sediada em Ilhéus, local que concentrava escravizados convertidos ao protestantismo.
IV. liderada por africanos chamados de nagôs no Brasil, por sua origem, e de malês, em iorubá, por sua religião.
V. desencadeada por negros escravizados que em grande parte trabalhava nas ruas como ambulantes.

Selecione a alternativa que reúne apenas as afirmações corretas.
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179Q1032877 | História, História do Brasil, Habilitação História, SEDUC MT, FGV, 2025

“Filho de ex-escravos, crescera na fazenda levando a mesma vida dos pais. Era pajem do sinhô moço. Tinha a obrigação de brincar com ele. Era o cavalo em que o mocinho galopava sonhando conhecer todas as terras do pai. Tinham a mesma idade. [E ele perguntava:] Se eram livres, por que continuavam ali? Por que, então, tantas negras na senzala? Por que todos não se arribavam à procura de outros lugares e trabalhos?”

EVARISTO, Conceição. Ponciá Vicêncio. Pallas, RJ: 2023.

Pensando nas raízes históricas do racismo no Brasil, escolha a alternativa que responde as questões levantadas pela autora em seu livro.
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180Q1032889 | Biologia, Hereditariedade e Diversidade da Vida, Habilitação Biologia, SEDUC MT, FGV, 2025

Durante uma reunião pedagógica, a equipe docente de Ciências da Natureza de uma escola pública estadual propõe que as disciplinas contribuam para tratar do tema “Diferenciação Sexual Humana” com estudantes do Ensino Médio. Com base na BNCC e no conhecimento científico atual, a coordenação pedagógica solicita ao professor de Biologia que elabore uma sequência didática de, no mínimo, três aulas, de modo a que os conteúdos da Biologia possam se articular com temas transversais como identidade de gênero, respeito às diferenças e saúde reprodutiva.

Com base na situação descrita, analise as afirmativas a seguir e assinale a alternativa correta para atender estes objetivos:
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