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Questões de Concursos SEDUC MT

Resolva questões de SEDUC MT comentadas com gabarito, online ou em PDF, revisando rapidamente e fixando o conteúdo de forma prática.


181Q1032922 | Matemática, Probabilidade, Habilitação Matemática, SEDUC MT, FGV, 2025

Em uma urna são colocadas bolinhas numeradas com todos os números de três algarismos (números da ordem das centenas). Retira-se uma bolinha ao acaso.

Qual é a probabilidade de que o número seja ímpar e tenha pelo menos dois algarismos iguais?
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182Q1032939 | Biologia, Origem e Evolução da Vida, Habilitação Ciências, SEDUC MT, FGV, 2025

A origem da vida na Terra ainda é um dos temas mais intrigantes da ciência moderna, sendo objeto de diversas hipóteses que procuram esclarecer os mecanismos iniciais responsáveis pelo surgimento dos primeiros processos metabólicos nos organismos primitivos. Diferentes abordagens teóricas, como a hipótese autotrófica e a heterotrófica, propõem cenários distintos sobre como a vida poderia ter se originado e evoluído nas condições extremas e primitivas do nosso planeta. Considerando essas duas hipóteses, é correto afirmar que:
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183Q1069378 | Filosofia, O que É a Filosofia, Filosofia, SEDUC MT, SELECON, 2023

Conhecimento é a relação que se estabelece entre um sujeito cognoscente e um objeto. Todo conhecimento manifesta-se por meio do pensamento. Pensar é articular signos, ou seja, é ligar as representações em cadeias (ARANHA, 1992, pág. 49). Assim, durante muito tempo, considerou-se que o pensamento só poderia ser efetivado por meio da linguagem verbal, justamente porque a linguagem verbal é um:
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184Q1071487 | Filosofia, Conceitos Filosóficos, Filosofia, SEDUC MT, SELECON, 2021

O conceito filosófico de identidade pessoal se refere a:

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185Q1032834 | Português, Morfologia, Habilitação Língua Portuguesa, SEDUC MT, FGV, 2025

Texto associado.
Leia o texto para responder à questão.


Vivemos num presente alargado, no qual “viver no momento é a paixão dominante”, na definição de Christopher Lasch. O presente se torna alargado à mesma medida que o tempo corre veloz. Essa contradição só pode ser explicada pelo fato de que a aceleração tecnológica, conquanto implique “uma diminuição no tempo necessário para realizar processos cotidianos de produção e reprodução” (o que deveria levar a uma abundância de tempo livre), levou ao acúmulo quantitativo de atividades. Quanto mais a aceleração tecnológica avançou, mais trabalho se acumulou e menos tempo livre sobrou. Se já não temos uma vida profissional, mas especializações, se já não temos espaço para contemplar os locais que cruzamos, mas uma observação dirigida por algoritmos de afinidades eletivas, já deveríamos saber que a aceleração tecnológica levou aos grilhões da hiperconectividade, que demandam sempre nosso engajamento.

O resultado desse processo foi que a contínua aceleração do tempo social tornou o espaço muitas vezes indiferente, um mero detalhe, um pano de fundo que sustenta a virtualidade das relações. Ante a aceleração da vida, concebemos o espaço como um empecilho para aquilo que realmente queríamos fazer. “Ter que ir” e “ter que visitar” se tornaram tarefas “torturantes”, uma vez que basta uma chamada de vídeo para tirar a tarefa da frente. O isolamento tornou-se comum e mesmo os locais que sustentavam a ação da experiência subjetiva aparecem agora como lugares sem histórias, cada vez mais homogeneizados.


BARROS, Douglas. O que é identitarismo? São Paulo: Boitempo, 2024, edição digital. Adaptado.
No contexto em que se encontra, o verbo que admite transposição para a voz passiva está em:
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186Q1023371 | Inglês, Formação de Palavras com Prefixos e Sufixos, Língua Inglesa, SEDUC MT, SELECON, 2023

Texto associado.
TEXT:


How do people overcome fossilization and achieve nativelike fluency in second language acquisition?

There are a lot of common misconceptions about fossilization and language development. It's impossible to correct all of them in a post here, but I'll address a few that have been mentioned below.

Fossilization is a stage at which a second language speaker seems to cease making progress toward becoming more targetlike in his or her use of the language, so a "learning plateau" is a reasonable analogy. The comparison wherein "the L2 learner has his own linguistic system" that's still influenced by L1 and other things is known as the "interlanguage." The question researchers cannot conclusively answer is whether or not that "plateau" is reversible after a certain point, be it age, fluency level, etc., in order to start making progress again.

Different people are motivated by different things, which range from need (to pass a test, to get a job, to watch movies without subtitles, to make friends, etc.) to learning style (preferring to study from texts, liking/disliking impromptu, small-talk with people just to practice, preference for/against learning formal rules, and aptitude). It is easy to remember verb conjugations. There is no single formula.

Finding someone who can correct your errors tactfully and effectively most certainly does not need to be demotivating, depressing or draining whatsoever. I'm a very fluent non-native speaker of Spanish, and I actively request that my native speaker (NS) friends correct me when I make a mistake, or use a phrase that sounds funny in their dialect, etc. How else will I learn? It's fascinating to learn little details like that now after so many years. As long as they don't do it in a mocking or condescending way, or at a socially inappropriate time, why wouldn't I want their help? Of course, if you correct a beginner every time they try to utter a sentence, it could be discouraging - and obnoxious - but everything in moderation.

One of the biggest cognitive challenges is whether or not L2 speakers can learn to consciously notice differences between their L2 efforts and the way a NS talks. There are decades of research on this (my own included) and I'll gladly give references if anyone actually cares. Noticing falls into two broad categories. First, the ability to "notice the gap," i.e. hear a NS say a sentence and think, "Hmm, I understand what he meant but I've never heard that word before; it must mean ___" or "I know what he meant but it would not have occurred to me to say it that way; I'll try to remember that for later." The second is the ability to "notice the hole," i.e. when the L2 learner is trying to speak/ write and realizes that his "interlanguage" lacks a word, sound or structure needed to accurately convey his own thought. If he can seek the input necessary to fill the hole, he has a much stronger chance of acquiring it. The thought processes involved during that moment are holding the forms (or lack thereof) in working memory, and the longer it stays there for further processing, the greater the possibility that it is retained in long-term memory for later use. The NS interlocutor can help promote noticing through corrective feedback (also a subject of decades of research, for which I'm also happy to provide resources if anyone is genuinely interested.)

I have been using a variety of strategies for years as a language coach when working with my clients, whether helping IT executives from India and Egypt learn to write more grammatically accurate e-mail or helping priests from Nigeria improve prosodic aspects of their pronunciation (i.e. stress and intonation patterns.) Each person is different. I have found no evidence to support the argument that a person who has fossilized cannot begin to make progress again toward a more target-like L2 use at least in some areas, with the right motivation, input and effort. The question is only about how much progress, in what areas, in how much time, and through what methods.


Adapted form: https://www.quora.com/How-do-people-overcome-fossilization-andachieve-native-like-fluency-in-second-language-acquisition Acesso em 22/09/2023
No trecho “Finding someone who can correct your errors tactfully and effectively…”, o termo em destaque recebeu o sufixo -ING por se tratar de:
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187Q1070747 | Filosofia, A Política, Filosofia, SEDUC MT, IBFC

“Mas, o que teria a concepção de causalidade [de Aristóteles] a ver com a divisão social? [...] Se tomarmos o cidadão ou o senhor e indagarmos a qual das causas ele corresponde [...] se, por outro lado, indagarmos a que causa corresponde o escravo ou servo [...] compreende-se, então, por que a metafísica das quatro causas considera a causa eficiente inteiramente subordinada à final.” (Marilena Chauí, O que é ideologia, adaptado.) Assinale a alternativa INCORRETA:
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188Q1032864 | Geografia, População, Habilitação Geografia, SEDUC MT, FGV, 2025

Segundo o censo demográfico de 2022, 87,4% da população brasileira residem em áreas urbanas e 12,6% em áreas rurais. Entre 2010 e 2022, em áreas urbanas, a população passou a crescer no ritmo de 0,82% ao ano, enquanto em áreas rurais o ritmo foi de retração da população, chegando a -1,27%, fato que denota a tendência de diminuição do ritmo de crescimento da população brasileira.

Agência IBGE Notícias. Censo 2022: 87% da população brasileira vive em áreas urbanas. Gov.br, 2024. Adaptado. Disponível em: https://agenciadenoticias.ibge.gov.br/agencia-noticias/2012-agencia-denoticias/noticias/41901-censo-2022-87-da-populacao-brasileira-vive-emareas-urbanas. Acesso em: 14 abril 2025.

Os dados do censo de 2022 demostram que
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189Q1032878 | História, História Geral, Habilitação História, SEDUC MT, FGV, 2025

A Revolução Francesa do século XVIII foi um movimento que derrubou o Antigo Regime naquele país e fixou um paradigma de transformação política no imaginário social muito além da França e da época em que ocorreu.

Sobre essa afirmação, deve-se dizer que
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190Q1032884 | Biologia, Origem e Evolução da Vida, Habilitação Biologia, SEDUC MT, FGV, 2025

Um professor de Biologia deseja avaliar se os estudantes compreendem como práticas metodológicas (como experimentação, observação e análise comparativa) fundamentam a construção do conhecimento biológico ao longo da história. Ele percebe que os estudantes tendem a:

- Confundir métodos indutivos com dedutivos.
- Não relacionar técnicas específicas (ex.: experimentos controlados) a marcos históricos (ex.: refutação da abiogênese).
- Ignorar a influência de pressupostos filosóficos (ex.: materialismo vs. vitalismo) no desenho de metodologias.

Assim, para ajudá-los, o professor decide apresentar uma associação entre as práticas metodológicas (coluna A) aos fundamentos históricos/filosóficos correspondentes na Biologia (coluna B):

Coluna A (Práticas Metodológicas):
1. Experimentalismo controlado (ex.: manipulação de variáveis).
2. Observação sistemática de fenômenos naturais.
3. Método comparativo (ex.: anatomia de espécies diferentes).
4. Análise histórica de registros científicos.
5. Formulação de modelos teóricos abstratos.

Coluna B (Fundamentos Históricos/Filosóficos):
A. Baseou o argumento de ancestralidade comum na obra de Darwin.
B. Permitiu a refutação da geração espontânea por Redi e Pasteur.
C. Sustentou o debate entre vitalismo e mecanicismo no século XIX.
D. Fundamentou os estudos de ecologia de longa duração, como os de Alexander von Humboldt.
E. Auxiliou na reconstrução da história das ideias sobre hereditariedade, como os trabalhos de Mendel.

Ao final da atividade, o professor espera que os estudantes estabeleçam a seguinte correlação entre as colunas A e B:
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191Q1032887 | Biologia, Ecologia e Ciências Ambientais, Habilitação Biologia, SEDUC MT, FGV, 2025

Durante um debate sobre o impacto humano nos sistemas naturais, com os estudantes do Ensino Médio do estado do Mato Grosso do Sul, o professor de Biologia busca exemplos deste impacto sobre os sistemas locais e observa que os estudantes:

- Associam a degradação ambiental apenas a grandes cidades, subestimando problemas locais, como a expansão de pastagens sobre o Pantanal e o assoreamento de rios do Cerrado.
- Não relacionam práticas agropecuárias intensivas (ex.: monocultura de soja e criação de gado) a impactos integrados no solo (compactação), água (contaminação por agrotóxicos) e biodiversidade (perda de polinizadores).
- Ignoram o papel de políticas públicas estaduais, como o Zoneamento Ecológico-Econômico (ZEE), na mediação entre produção e conservação.

Qual estratégia instrucional promove o pensamento crítico sobre os impactos humanos nos sistemas naturais, considerando a realidade sul-mato-grossense?
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192Q1032894 | Biologia, Hereditariedade e Diversidade da Vida, Habilitação Biologia, SEDUC MT, FGV, 2025

A diversidade de mecanismos reprodutivos entre os seres vivos reflete adaptações evolutivas aos mais variados ambientes e estratégias de sobrevivência. Em um estudo publicado pela Science Advances em 2023, pesquisadores analisaram a reprodução de organismos marinhos em ecossistemas extremos, observando adaptações únicas em espécies abissais. Um exemplo destacado foi a reprodução por fragmentação em esponjas do gênero Cladorhiza, que ocorre em profundidades superiores a 3000 metros, onde a falta de luz e a escassez de nutrientes limitam processos reprodutivos convencionais.

No caso do exemplo destacado pelos pesquisadores, pode-se afirmar que:
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193Q1032933 | Ciências, Ciências, Habilitação Ciências, SEDUC MT, FGV, 2025

Em uma aula sobre a dinâmica interna da Terra, a professora Júlia apresentou aos estudantes a matéria intitulada “Cientistas resolveram o mistério do vulcão ‘zumbi’ da Bolívia”, publicada na revista Superinteressante em 3 de maio de 2025.
A reportagem descreve o comportamento do vulcão Uturuncu, que, apesar de estar dormente há cerca de 250 mil anos, apresenta sinais de atividade não eruptiva, como deformações no solo e emissões de gases. Esses fenômenos estão associados à movimentação de fluidos e gases provenientes de um grande corpo magmático localizado sob o Altiplano-Puna, que se estende até o norte do Chile e da Argentina. Com base nessas informações, a professora propôs uma discussão sobre os processos geológicos envolvidos e suas implicações para a compreensão da estrutura interna da Terra.

Na situação apresentada, assinale a alternativa que melhor interpreta os fenômenos descritos e sua relação com os processos geológicos internos da Terra.
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194Q1032955 | Educação Física, Educação Física no Ambiente Escolar, Habilitação Educação Física, SEDUC MT, FGV, 2025

De acordo com a classificação apresentada na Base Nacional Comum Curricular, assinale a alternativa que corresponde a práticas corporais da unidade temática Esportes na categoria técnico-combinatória.
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195Q1032958 | Educação Física, Educação Física no Ambiente Escolar, Habilitação Educação Física, SEDUC MT, FGV, 2025

A Educação Física na escola deve promover a vivência e a apuração das particularidades dos esportes de rede ou de quadra dividida, bem como aqueles que utilizam parede de rebote, o que favorecerá a utilização e a apropriação dessas atividades no tempo de lazer, além de proporcionar a apreciação das experiências sensíveis e estéticas inerentes a essas modalidades. A opção que elucida os esportes mencionados e as dimensões do saber abordadas na Base Nacional Comum Curricular é:
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196Q1071486 | Filosofia, O Sujeito Moderno, Filosofia, SEDUC MT, SELECON, 2021

O chamado ceticismo em relação ao mundo exterior, tal como se manifesta na filosofia moderna, problematiza a:

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197Q1032843 | Português, Sintaxe, Habilitação Língua Portuguesa, SEDUC MT, FGV, 2025

Texto associado.
Para responder à questão, leia o poema “Urge o tempo” de Gonçalves Dias (1823-1864).


Urge o tempo, os anos vão correndo,
Mudança eterna os seres afadiga!
O tronco, o arbusto, a folha, a flor, o espinho,
Quem vive, o que vegeta, vai tomando
Aspectos novos, nova forma, enquanto
Gira no espaço e se equilibra a terra.


Tudo se muda, tudo se transforma;
O espírito, porém, como centelha,
Que vai lavrando solapada e oculta,
Até que enfim se torna incêndio e chamas,
Quando rompe os andrajos morredouros,
Mais claro brilha, e aos céus consigo arrasta
Quanto sentiu, quanto sofreu na terra.


Tudo se muda aqui! Somente o afeto,
Que se gera e se nutre em almas grandes,
Não acaba, nem muda; vai crescendo,
Co’o tempo avulta, mais aumenta em forças
E a própria morte o purifica e alinda.
Semelha estátua erguida entre ruínas,
Firme na base, intacta, inda mais bela
Depois que o tempo a rodeou de estragos.


DIAS, Gonçalves. Cantos. São Paulo: Martins Fontes, 2000.
“Até que enfim se torna incêndio e chamas,” (2ª estrofe) No contexto em que se insere, a locução conjuntiva “Até que” introduz uma oração que expressa ideia de
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198Q1070739 | Filosofia, A Política, Ciências Físicas e Biológicas, SEDUC MT, IBFC

Analise as afirmativas a seguir e assinale a alternativa correta:

I. Embora partindo de ideias do homem em estado de natureza, Rousseau não partilha da tese de que a natureza humana é má ou egoísta. Os homens não são inimigos por natureza, mas são naturalmente bondosos. Na base do conflito humano, quando este acontece, situa-se a propriedade privada; esta é a fonte geradora de atritos entre os homens.

II. Se há um estado de guerra, este é produto da relação entre as coisas e não entre os homens. Como em estado de natureza não há propriedade privada, a guerra originada pela propriedade também não reflete o estado de natureza. Rousseau define a guerra como uma relação de Estado a Estado, na qual os homens particulares tornam-se inimigos apenas por acidente.

III. Com essa ideia Rousseau se contrapõe às concepções que defendem de alguma forma o direito à escravidão. Em nenhum momento o escravo pode ser produto da guerra, porque esta não é uma relação de homem a homem. A guerra não concede nenhum direito que não seja necessário a seus fins, e os fins nunca são particulares; logo, para os particulares nenhuma consequência pode resultar após o fim da guerra da qual participam.

IV. Em Rousseau o homem é definido como livre e igual por natureza. Renunciar à liberdade equivale a renunciar à própria condição de homem. O princípio da liberdade é inalienável; a norma o imperativo da ação. O homem que Rousseau define como livre e igual por natureza, porém, revela-se numa existência bastante distante da natural. “o homem nasce livre e por toda parte encontra-se a ferros”. Estão corretas as afirmativas:

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199Q1070751 | Filosofia, O que É a Filosofia, Filosofia, SEDUC MT, IBFC

Assinale a alternativa correta:
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200Q1070756 | Filosofia, Filosofia e a Grécia Antiga, Filosofia, SEDUC MT, IBFC

Analise as afirmativas abaixo e assinale a alternativa correta. I. Pode-se afirmar que a civilização grega iniciou sua formação em cerca de 1.500 a.C., mas só atingiu seu apogeu dez séculos mais tarde. Por volta dessa época estabeleceu-se a democracia ateniense, a arte grega atingiu os píncaros de seu desenvolvimento e a Filosofa nasceu e se desenvolveu rapidamente. II. Antes disso, porém, predominava uma forma muito distinta de compreensão do homem e do mundo: é o que conhecemos por modernismo. Duas grandes obras restam-nos desse período, as quais traçam um painel do mundo grego de então, dando-nos informações preciosas sobre sua moral, religião etc. III. A pergunta que então nos interessa colocar aqui é a seguinte: Que concepção de homem encontramos ali? Para responder a isso devemos primeiro, vislumbrar o mundo da época: tecnologicamente falando ele é, naturalmente, extremamente rudimentar. IV. A origem dos fenômenos naturais é então explicada de uma forma obviamente diferente daquela que caracteriza uma sociedade moderna. O modelo para explicação desses fenômenos é, em primeiro lugar, os fenômenos do mundo social. Assim, por exemplo, se a ordem de uma comunidade é mantida pelo poder exercido pelo seu líder supõe-se, igualmente, um governante – de muito superior poder, é claro – deve também responder pela ordem do mundo da natureza.
Estão corretas as afirmativas:
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