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Questões de Concursos SEDUC RJ

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321Q794996 | Filosofia, Professor, SEDUC RJ, CEPERJ

Kant, ao considerar a liberdade como “uma espécie de causalidade” referindo-se às categorias de sua possibilidade natural, criou a “Tábua das categorias da liberdade em relação aos conceitos do bem e do mal”. Em relação à categoria da qualidade, subdividiu-a em regras práticas de:
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322Q226266 | Português, Professor, SEDUC RJ, CEPERJ

Texto associado.

TEXTO 3

O FUTURO DA EDUCAÇÃO PERANTE A NOVA TECNOLOGIA

Dias de Figueiredo (org.)

"Será que as novas tecnologias vão ser uma ferramenta, a par de outras, para ensinar e aprender?" Sem dúvida! E serão ferramentas com importância crescente. Mas importa esclarecer aqui um aspecto em que a minha visão diverge da habitual. A opinião comum é que essas ferramentas serão usadas principalmente nas escolas. A minha visão é que serão usadas majoritariamente em casa e em centros de recursos publicamente disponíveis (centros estes que evoluirão a partir das bibliotecas públicas). Esta minha opinião baseia se em três razões principais. Primeiro, as escolas não têm condições financeiras para manterem um grande parque de equipamento que se torna obsoleto todos os dois ou três anos, nem para adquirirem um número significativo de licenças de títulos didácticos, sempre em renovação. Segundo, o ritmo de evolução das tecnologias torna incomportável em termos financeiros, e insustentável em termos profissionais, uma formação e reciclagem permanente dos professores "para as tecnologias". Terceiro, as empresas produtoras de suportes e serviços didácticos só conseguem encontrar viabilidade económica para uma prestação de qualidade se se dirigirem ao mercado alargado do grande consumo. Já actualmente, o mercado doméstico de equipamentos e produtos de software é incomparavelmente mais visível do que o mercado das escolas. Não quero dizer com isto que as escolas não explorarão as novas tecnologias. Nada disso! O que pretendo dizer é que o farão de forma muito mais moderada do que seria de esperar, em torno de centros de recursos - esses sim, bem equipados, com um conjunto variado de títulos didácticos, e com uma indispensável ligação às redes electrónicas. Em contrapartida, duvido em absoluto da viabilidade (e justificação) dos cenários, ainda muito defendidos, de escolas com um terminal para cada aluno e com redes internas por todo o lado.

O ponto de contato entre os textos 2 e 3 é:

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323Q591899 | Química, Professor, SEDUC RJ, CEPERJ

A refrigeração de um recinto por ação de um condicionador de ar, um termômetro caseiro para medir a temperatura corporal e o calor do sol são exemplos de processos de transferência de energia por diferença de temperatura. Seus respectivos nomes são:
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324Q226866 | Educação Física, Professor Educação Física, SEDUC RJ, CEPERJ

O esporte, enquanto manifestação histórico-cultural moderna, só pode ser pensado e analisado como um elemento constitutivo da sociedade capitalista. Essa afirmação corrobora a ideia de ruptura entre o esporte e as práticas corporais das sociedades précapitalistas. Segundo Bracht (in Assis de Oliveira, 2001), diferente de hoje, nas sociedades tradicionais as práticas corporais estavam necessariamente associadas a instituições de caráter:

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325Q180606 | Português, Diretor Adjunto de Unidade Escolar, SEDUC RJ, CEPERJ

Texto associado.

LÍNGUA PORTUGUESA E REDAÇÃO OFICIAL

DIMENSÕES DA INTENSIFICAÇÃO DO TRABALHO

No cenário de reformas educacionais, as transformações socioeconômicas interferem na escola e estimulam o desenvolvimento de estratégias específi cas de gestão do trabalho. As transformações organizacionais expressam-se, como lembram Terssac e Lompré (1996), em um conjunto de regulamentos e incitações, de dispositivos explícitos e obrigações implícitas, os quais se imbricam mais ou menos harmoniosamente com as regras em vigor. Os modos de gestão da carreira centrados no indivíduo convivem com o estímulo ao trabalho coletivo, à cooperação, à descentralização e autonomia local (...). Contradições desse tipo são reguladas, por vezes, pelo trabalhador, em situação de urgência, incidindo sobre o modo operatório e degradando as condições de trabalho. Com base nos conhecimentos em ergonomia, sabe-se que, no curso da ação, o trabalhador decide sobre o modo operatório, a depender dos objetivos gerais da tarefa e daqueles objetivos que ele elabora para adaptar as suas operações ao quadro temporal e aos imprevistos que surgem derivados da variabilidade do objeto e dos processos (Theureau, 1990). Em situação de urgência (evento inesperado ou quando as tarefas se sobrepõem), o modo operatório possível é aquele mais rápido. Ora, trabalhar sob pressão temporal pode desfavorecer o desenvolvimento de estratégias de autoproteção à saúde, como buscar a postura mais confortável, permanecer sentado com o dorso apoiado, evitar abuso vocal. É possível também que o modo operatório mais rápido implique abandonar investimentos em direção à maior aproximação do aluno e das suas necessidades, denotando perda da qualidade e sensação de trabalho inacabado ou objetivo não alcançado. (...) A gestão da sala de aula é considerada dependente da expertise
pedagógica e das competências individuais e de relacionamento dos docentes, e pouca ênfase é dada às situações objetivas de trabalho. Exemplifi cando, no plano pedagógico está previsto trabalho em grupo. Contudo, a desproporção entre o número de alunos e o espaço físico gera perturbações na condução da atividade pedagógica. As ausências dos professores que foram convocados para tarefas outras na estrutura escolar, ou afastados por doença, provocam reordenamento do trabalho na escola. Os profi ssionais presentes terão de lidar com o aumento do volume de trabalho ao receberem em suas salas os alunos do colega que se ausentou. Os professores entrevistados por Silva (2007) têm a impressão de "guardar" aluno quando substituem a ausência do colega. Improvisos e criação de atividades em tempo real causam-lhes a sensação, segundo os seus dizeres, de "bombeiros para apagar incêndio" ou "gaiatos jogados na sala". Atividades dessa natureza são resultado dos improvisos dos "substitutos" no lugar do esperado ensino programático. Em realidade, na ausência do professor os alunos passam a fazer qualquer atividade para se manterem mais ou menos disciplinados dentro das escolas. Estas são situações que trazem consequências diretas para o rendimento ou aproveitamento dos alunos. Os professores convivem com a fragilidade da relação de seus alunos com o processo de aprendizagem, pois a abertura da escola a novos contingentes da população trouxe problemas inusitados. As restrições de acesso do universo familiar à cultura escolar e o consumo de produtos culturais de massa sob o signo da imagem e do som estão na base dos comportamentos alheios aos objetivos pedagógicos. Superar essa realidade é crucial para a motivação do aluno, que precisa ser convencido da importância do seu esforço para vencer as difi culdades e abrir-se para a dedicação (Barrère, 2002). (...) Resumindo, a gestão atua sobre os recursos humanos, gerando mais tarefas e exigindo um perfi l fl exível em detrimento de adequações ou de medidas facilitadoras como recursos materiais (microfones, salas de vídeo, ambiente multimeios), dimensio dimensionamentos qualitativo (habilidades e formação dos membros da equipe) e quantitativo do efetivo, projeto da sala de aula etc. Ou em outros casos, dependendo do modelo de gestão adotado pelas redes de ensino ou pelas escolas, pode resultar em práticas que bloqueiam a criatividade dos professores e interferem até mesmo na aprendizagem do aluno. Nos dizeres da professora entrevistada por Noronha (2001), há limites em sua autonomia, porque, muitas vezes, terá de trabalhar de uma forma contrária àquela mais apropriada, segundo a sua experiência com os alunos, para o nível e o estágio de aprendizagem do aluno. (Ada Ávila Assunção e Dalila Andrade Oliveira. Revista Educação & Sociedade, Campinas, v. 30, nº 107, ago. 2009)

As ideias apresentadas no quarto parágrafo articulam-se com o parágrafo anterior com estratégia de:

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326Q328065 | Pedagogia, Professor de Artes, SEDUC RJ, CEPERJ

As escolas oferecem atividades gerais que, na maioria das vezes, beneficiam o trabalho de grupo. No entanto, nos trabalhos individuais, encontra-se uma característica bastante definida, que auxilia na aprendizagem, conhecida por:
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327Q172935 | Português, Diretor de Unidade Escolar, SEDUC RJ, CEPERJ

A preposição é exigida pela regência verbal em:

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328Q322199 | Pedagogia, Professor de Artes, SEDUC RJ, CEPERJ

Ao pensar no professor reflexivo, depara-se com variedades dessa prática reflexiva. Zeichner, citado por Contreras (2012), cita uma prática que diz respeito à priorização de um ensino sensível ao pensamento, aos interesses e ao desenvolvimento dos estudantes e do desempenho dos professores como docentes e como pessoas, a que denomina de versão:
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329Q227655 | Educação Física, Professor Educação Física, SEDUC RJ, CEPERJ

É na fase escolar que jovens vivenciam um conjunto signifi cativo de mudanças, principalmente na questão corporal, em que as influências culturais e sociais em relação à padronização do corpo produzem prejuízos na formação desses jovens. Nesse aspecto, a educação física pode tanto aprofundar tais crises quanto pode auxiliar em sua superação. Nesse sentido, Chaves (in Pereira e Souza, 2011) analisa a importância da educação física como promotora da superação a partir de ações como:

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330Q178849 | Pedagogia, Diretor Adjunto de Unidade Escolar, SEDUC RJ, CEPERJ

Uma sala de aula com carteiras fixas dificulta o trabalho em grupo, o diálogo e a cooperação; armários trancados não ajudam a desenvolver a autonomia do aluno, como também não favorecem o aprendizado da preservação do bem coletivo. A alternativa que indica um procedimento que favorece a organização do espaço para o processo de aprendizagem é:

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331Q224026 | Português, Professor, SEDUC RJ, CEPERJ

Texto associado.

TEXTO 3

O FUTURO DA EDUCAÇÃO PERANTE A NOVA TECNOLOGIA

Dias de Figueiredo (org.)

"Será que as novas tecnologias vão ser uma ferramenta, a par de outras, para ensinar e aprender?" Sem dúvida! E serão ferramentas com importância crescente. Mas importa esclarecer aqui um aspecto em que a minha visão diverge da habitual. A opinião comum é que essas ferramentas serão usadas principalmente nas escolas. A minha visão é que serão usadas majoritariamente em casa e em centros de recursos publicamente disponíveis (centros estes que evoluirão a partir das bibliotecas públicas). Esta minha opinião baseia se em três razões principais. Primeiro, as escolas não têm condições financeiras para manterem um grande parque de equipamento que se torna obsoleto todos os dois ou três anos, nem para adquirirem um número significativo de licenças de títulos didácticos, sempre em renovação. Segundo, o ritmo de evolução das tecnologias torna incomportável em termos financeiros, e insustentável em termos profissionais, uma formação e reciclagem permanente dos professores "para as tecnologias". Terceiro, as empresas produtoras de suportes e serviços didácticos só conseguem encontrar viabilidade económica para uma prestação de qualidade se se dirigirem ao mercado alargado do grande consumo. Já actualmente, o mercado doméstico de equipamentos e produtos de software é incomparavelmente mais visível do que o mercado das escolas. Não quero dizer com isto que as escolas não explorarão as novas tecnologias. Nada disso! O que pretendo dizer é que o farão de forma muito mais moderada do que seria de esperar, em torno de centros de recursos - esses sim, bem equipados, com um conjunto variado de títulos didácticos, e com uma indispensável ligação às redes electrónicas. Em contrapartida, duvido em absoluto da viabilidade (e justificação) dos cenários, ainda muito defendidos, de escolas com um terminal para cada aluno e com redes internas por todo o lado.

O texto 3 é de autoria de um autor lusitano. A comprovação dessa afirmativa se dá por meio do seguinte fato:

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332Q223646 | Pedagogia, Professor, SEDUC RJ, CEPERJ

Em termos de políticas públicas de educação no Brasil, nas décadas de 1960 e 1970 o escolanovismo cede ao tecnicismo na orientação oficial. No que concerne à prática do professor nesse período, é correto afirmar que os professores, em geral, apresentaram o seguinte procedimento:

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333Q593643 | Química, Professor, SEDUC RJ, CEPERJ

A variação de energia livre de Gibbs (?G) é uma medida da variação total de entropia de um sistema e suas vizinhanças, à pressão e temperatura constantes e prevê a espontaneidade da ocorrência de um processo, de acordo com a segunda Lei da Termodinâmica. Cinco reações químicas, numeradas por I, II, III, IV e V, cujas variações de entalpia (?H) e entropia (?S) são conhecidas, devem ser escolhidas para sua realização à mesma temperatura. São mostrados a seguir os dados relativos a cada uma das reações: Reação I - ?H positivo e ?S negativo, sendo que o ?S multiplicado pela temperatura gera um valor numérico menor que o do ?H. Reação II - ?H positivo e ?S positivo, sendo que o ?S multiplicado pela temperatura gera um valor numérico menor que o de ?H. Reação III - ?H positivo e ?S negativo, sendo que o ?S multiplicado pela temperatura gera um valor numérico maior que o de ?H. Reação IV - ?H negativo e ?S negativo, sendo que o ?S multiplicado pela temperatura gera um valor numérico maior que o de ?H. Reação V - ?H positivo e ?S positivo, sendo que o ?S multiplicado pela temperatura gera um valor numérico maior que o de ?H. Segundo dados exclusivamente termodinâmicos, a reação a ser escolhida é a de número:
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334Q179044 | Gestão de Pessoas, Diretor de Unidade Escolar, SEDUC RJ, CEPERJ

Segundo a teoria de Herzberg (apud Maxmiano, 2004:275), em situações de trabalho, os aspectos satisfatórios dizem respeito ao conteúdo do trabalho, conceituado como fatores:

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335Q794789 | Filosofia, Professor, SEDUC RJ, CEPERJ

Descartes, em sua segunda meditação, relata a necessidade de se encontrar uma forte certeza que pudesse servir de base para a elaboração de todo o sistema do saber. E exemplifi ca com a experiência do ponto de:
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336Q172674 | Administração Pública, Princípios da Administração Pública, Diretor de Unidade Escolar, SEDUC RJ, CEPERJ

Um estudante declara ao seu colega que está confi ante em que receberá um tratamento diferente do professor de história, à cuja prova faltou, porque o professor sabe que ele, o estudante, é fi lho do secretário de Educação. Isto caracteriza, à luz das teses do pensamento social brasileiro sobre democracia, cidadania e burocracia, um caso típico de:

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337Q593924 | Química, Professor, SEDUC RJ, CEPERJ

O arsênio é um elemento químico muito tóxico que, no estado de oxidação +3, é letal para os humanos em doses de 140mg ou mais. É encontrado principalmente nos minerais arsenopirita, realgar e orpimento, que são sulfetos desse elemento. A reação entre sulfeto de arsênio III, ácido nítrico e água produz ácido sulfúrico, ácido arsênico e óxido nítrico gasoso. Após escrever a equação química completa e balanceada, a soma de todos os menores coefi cientes estequiométricos inteiros é igual a:
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338Q594291 | Química, Professor, SEDUC RJ, CEPERJ

Existe grande interesse nas estruturas, propriedades e usos dos compostos de coordenação formados pelos íons metálicos, que agem como ácidos de Lewis, e seus ligantes, que são bases de Lewis, em parte devido à importância biológica dessas espécies químicas. Suas propriedades são fortemente infl uenciadas pelo tipo de ligante e pela geometria. A isomeria também é um fenômeno muito comum entre os compostos de coordenação. Dentre os pares de complexos: [Cu(NH3)4][PtCl4] e [Pt(NH3)4][CuCl4] [Cr(NH3)6][Fe(CN)6] e [Fe(NH3)6][Cr(CN)6] O tipo de isomeria que ocorre é de:
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339Q794998 | Filosofia, Professor, SEDUC RJ, CEPERJ

Um traço comum aos racionalistas do início do pensamento moderno foi a utilização do recurso, de inspiração cartesiana, da dedução como forma de demonstração de verdades. Tal recurso é também chamado de:
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340Q179602 | Gestão de Pessoas, Diretor Adjunto de Unidade Escolar, SEDUC RJ, CEPERJ

A entrevista que determina o tipo de resposta desejada, mas não especifi ca as questões, denomina-se:

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