Em carta dirigida a F. Vettori, Maquiavel escreve: “Minha
missão é falar sobre o Estado”. Este trecho da carta revela sua “predestinação” inarredável: falar sobre o Estado.
De fato, sua preocupação em todas as suas obras é o
Estado. Não o melhor Estado, aquele tantas vezes imaginado, mas que nunca existiu. Mas o Estado real, capaz
de impor a ordem. Maquiavel rejeita a tradição idealista
de Platão, Aristóteles e Tomás de Aquino e segue a trilha inaugurada pelos historiadores antigos, como Tácito,
Políbio e Tito Lívio. Seu ponto de partida e de chegada é
a realidade concreta.
(Sadek, M. T. In: Weffort, 2006. Adaptado)
Maria Tereza Sadek indica que, em suas obras, Maquiavel
enfatiza
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