Início

Questões de Concursos SESSE

Resolva questões de SESSE comentadas com gabarito, online ou em PDF, revisando rapidamente e fixando o conteúdo de forma prática.


181Q997731 | Português, Nutricionista, SESSE, IBFC, 2025

Texto associado.

Analise o texto e responda à questão.


Cientistas identificam mecanismo do cérebro que pode nos ajudar a superar o medo


No futuro, descobertas como essa podem ajudar a desenvolver tratamentos para fobias, ansiedade e estresse pós-traumático. Entenda.



O coração acelera. Os músculos contraem. Você começa a sentir arrepios e a necessidade de respirar cada vez mais rápido. Não tem jeito: o medo se instaurou.

Tudo isso é cortesia, sobretudo, da adrenalina e do cortisol, hormônios liberados em doses cavalares ao menor sinal de ameaça. O medo é uma reação de sobrevivência que nos acompanha desde os primórdios. Quando nossos antepassados neandertais precisavam escapar de algum animal, era necessário que tivessem energia suficiente para se salvarem. No momento em que o pavor é sentido, o sangue, cheio de glicose, flui do coração para os membros para que seja possível lutar – ou fugir.

Apesar do benefício evolutivo, muitos medos acabam atrapalhando nosso dia a dia atualmente (a não ser que fugir de grandes felinos faça parte da sua rotina). Por exemplo, para quem vive no meio da cidade de São Paulo, medo de grandes estrondos impossibilita uma vida normal.

“Os humanos nascem com reações instintivas de medo, como respostas a ruídos altos ou objetos que se aproximam rapidamente”, escreve Sara Mederos, pesquisadora associada do Hofer Lab. “No entanto, podemos anular essas respostas instintivas por meio da experiência – como crianças aprendendo a gostar de fogos de artifício em vez de temer seus estrondos altos.” [...]

Desaprendendo a ter medo

Junto de pesquisadores da Sainsbury Wellcome Centre (SWC) da University College de Londres, Mederos analisou a resposta de camundongos quando apresentados a uma sombra em expansão em cima de suas cabeças, que simulava a aproximação de um predador aéreo.

Inicialmente, os bichinhos corriam para se esconder em um abrigo – mas, depois de algumas rodadas de teste que não apresentavam nenhum perigo, os ratos aprenderam a manter a calma em vez de fugir. Essa reação criou o modelo que os cientistas usaram para estudar as fases de supressão de medos.

A hipótese da equipe era que um cantinho do cérebro, chamado núcleo geniculado ventrolateral (vLGN), era responsável por essa superação. Estudos anteriores mostravam como essa área conseguia rastrear o conhecimento de experiências antigas de ameaça e suprimir reações de medo. Sabendo disso, os cientistas buscaram descobrir se essa via neural também tinha a função de desaprender o medo de uma ameaça.[...]



(Disponível em: https://super.abril.com.br/ciencia/cientistasidentificam-mecanismo-do-cerebro-que-pode-nos-ajuda-asuperar-o-medo/. Acesso em 12/02/2025. Adaptado)

A construção “Apesar de”, no início do terceiro parágrafo, poderia ser substituída, conservando-se a equivalência semântica e morfológica, por:
  1. ✂️
  2. ✂️
  3. ✂️
  4. ✂️

182Q997736 | Português, Nutricionista, SESSE, IBFC, 2025

Texto associado.

Analise o texto e responda à questão.


Cientistas identificam mecanismo do cérebro que pode nos ajudar a superar o medo


No futuro, descobertas como essa podem ajudar a desenvolver tratamentos para fobias, ansiedade e estresse pós-traumático. Entenda.



O coração acelera. Os músculos contraem. Você começa a sentir arrepios e a necessidade de respirar cada vez mais rápido. Não tem jeito: o medo se instaurou.

Tudo isso é cortesia, sobretudo, da adrenalina e do cortisol, hormônios liberados em doses cavalares ao menor sinal de ameaça. O medo é uma reação de sobrevivência que nos acompanha desde os primórdios. Quando nossos antepassados neandertais precisavam escapar de algum animal, era necessário que tivessem energia suficiente para se salvarem. No momento em que o pavor é sentido, o sangue, cheio de glicose, flui do coração para os membros para que seja possível lutar – ou fugir.

Apesar do benefício evolutivo, muitos medos acabam atrapalhando nosso dia a dia atualmente (a não ser que fugir de grandes felinos faça parte da sua rotina). Por exemplo, para quem vive no meio da cidade de São Paulo, medo de grandes estrondos impossibilita uma vida normal.

“Os humanos nascem com reações instintivas de medo, como respostas a ruídos altos ou objetos que se aproximam rapidamente”, escreve Sara Mederos, pesquisadora associada do Hofer Lab. “No entanto, podemos anular essas respostas instintivas por meio da experiência – como crianças aprendendo a gostar de fogos de artifício em vez de temer seus estrondos altos.” [...]

Desaprendendo a ter medo

Junto de pesquisadores da Sainsbury Wellcome Centre (SWC) da University College de Londres, Mederos analisou a resposta de camundongos quando apresentados a uma sombra em expansão em cima de suas cabeças, que simulava a aproximação de um predador aéreo.

Inicialmente, os bichinhos corriam para se esconder em um abrigo – mas, depois de algumas rodadas de teste que não apresentavam nenhum perigo, os ratos aprenderam a manter a calma em vez de fugir. Essa reação criou o modelo que os cientistas usaram para estudar as fases de supressão de medos.

A hipótese da equipe era que um cantinho do cérebro, chamado núcleo geniculado ventrolateral (vLGN), era responsável por essa superação. Estudos anteriores mostravam como essa área conseguia rastrear o conhecimento de experiências antigas de ameaça e suprimir reações de medo. Sabendo disso, os cientistas buscaram descobrir se essa via neural também tinha a função de desaprender o medo de uma ameaça.[...]



(Disponível em: https://super.abril.com.br/ciencia/cientistasidentificam-mecanismo-do-cerebro-que-pode-nos-ajuda-asuperar-o-medo/. Acesso em 12/02/2025. Adaptado)

No último parágrafo, para aprimorar o coesão, foram empregadas quatro expressões que apontam para a mesma referência. Assinale a alternativa que possui significação mais genérica.
  1. ✂️
  2. ✂️
  3. ✂️
  4. ✂️

183Q997746 | Segurança da Informação, Segurança na Internet, Nutricionista, SESSE, IBFC, 2025

Os navegadores de internet são ferramentas essenciais para profissionais da saúde que acessam prontuários eletrônicos, diretrizes médicas e plataformas de ensino a distância. Recursos como navegação anônima, armazenamento em cache e segurança de dados podem impactar diretamente a privacidade e a eficiência no uso dessas ferramentas. Assinale a alternativa que apresenta os recursos que melhor contribuem para a segurança de dados ao acessar sistemas de saúde por meio de navegadores.
  1. ✂️
  2. ✂️
  3. ✂️
  4. ✂️

184Q997753 | Nutrição, Dietoterapia, Nutricionista, SESSE, IBFC, 2025

Durante a menopausa, as mulheres estão em risco elevado de osteoporose devido à queda nos níveis de estrogênio. O melhor tratamento dietético para mitigar essa condição envolve estratégias alimentares que ajudem na manutenção da saúde óssea. Considerando isso, assinale a alternativa que apresenta o melhor tratamento dietético para evitar este evento adverso e uma fonte alimentar do mesmo.
  1. ✂️
  2. ✂️
  3. ✂️
  4. ✂️

185Q982653 | Enfermagem, Sistema Único de Saúde, Sanitarista, SESSE, IBFC, 2025

Os indicadores de saúde do Sistema Único de Saúde (SUS) são medidas que quantificam e avaliam o estado de saúde de uma população. Em relação aos indicadores abaixo, assinale a alternativa incorreta.
  1. ✂️
  2. ✂️
  3. ✂️
  4. ✂️

186Q982481 | Raciocínio Lógico, Técnico de Enfermagem, SESSE, IBFC, 2025

Uma refeição é composta por uma unidade de proteína, uma unidade de carboidrato, uma unidade de salada e uma unidade de sobremesa. As proteínas disponíveis são bife de alcatra, filé de frango grelhado ou filé de tilápia grelhado. Os carboidratos, arroz ou macarrão. As saladas podem ser de folhas ou de tomate. E para a sobremesa tem banana, laranja ou gelatina. Assinale a alternativa que apresenta o número de refeições distintas que podem ser montadas.
  1. ✂️
  2. ✂️
  3. ✂️
  4. ✂️

187Q982507 | Legislação Estadual, Técnico de Enfermagem, SESSE, IBFC, 2025

A remuneração a ser paga aos servidores integrantes deste Plano de Cargos, Carreira e Vencimentos/SAÚDE deve ser composta pelo vencimento básico definido nos Anexos II e IV, podendo ser acrescida de vantagens, cuja percepção depende do cumprimento dos requisitos legalmente fixados. Nesse sentido, assinale a alternativa incorreta no tocante às vantagens previstas na Lei Estadual nº 7.821/2014.
  1. ✂️
  2. ✂️
  3. ✂️
  4. ✂️

188Q982515 | Enfermagem, Doenças Infecciosas e parasitárias, Técnico de Enfermagem, SESSE, IBFC, 2025

Sobre Hanseníase, é incorreto afirmar:
  1. ✂️
  2. ✂️
  3. ✂️
  4. ✂️

189Q982307 | Enfermagem, Enfermeiro do Trabalho, SESSE, IBFC, 2025

No contexto das neoplasias associadas à exposição ocupacional, assinale a alternativa que apresenta o tipo de câncer pode estar associado à exposição de policloreto de vinila.
  1. ✂️
  2. ✂️
  3. ✂️
  4. ✂️

190Q997735 | Português, Nutricionista, SESSE, IBFC, 2025

Texto associado.

Analise o texto e responda à questão.


Cientistas identificam mecanismo do cérebro que pode nos ajudar a superar o medo


No futuro, descobertas como essa podem ajudar a desenvolver tratamentos para fobias, ansiedade e estresse pós-traumático. Entenda.



O coração acelera. Os músculos contraem. Você começa a sentir arrepios e a necessidade de respirar cada vez mais rápido. Não tem jeito: o medo se instaurou.

Tudo isso é cortesia, sobretudo, da adrenalina e do cortisol, hormônios liberados em doses cavalares ao menor sinal de ameaça. O medo é uma reação de sobrevivência que nos acompanha desde os primórdios. Quando nossos antepassados neandertais precisavam escapar de algum animal, era necessário que tivessem energia suficiente para se salvarem. No momento em que o pavor é sentido, o sangue, cheio de glicose, flui do coração para os membros para que seja possível lutar – ou fugir.

Apesar do benefício evolutivo, muitos medos acabam atrapalhando nosso dia a dia atualmente (a não ser que fugir de grandes felinos faça parte da sua rotina). Por exemplo, para quem vive no meio da cidade de São Paulo, medo de grandes estrondos impossibilita uma vida normal.

“Os humanos nascem com reações instintivas de medo, como respostas a ruídos altos ou objetos que se aproximam rapidamente”, escreve Sara Mederos, pesquisadora associada do Hofer Lab. “No entanto, podemos anular essas respostas instintivas por meio da experiência – como crianças aprendendo a gostar de fogos de artifício em vez de temer seus estrondos altos.” [...]

Desaprendendo a ter medo

Junto de pesquisadores da Sainsbury Wellcome Centre (SWC) da University College de Londres, Mederos analisou a resposta de camundongos quando apresentados a uma sombra em expansão em cima de suas cabeças, que simulava a aproximação de um predador aéreo.

Inicialmente, os bichinhos corriam para se esconder em um abrigo – mas, depois de algumas rodadas de teste que não apresentavam nenhum perigo, os ratos aprenderam a manter a calma em vez de fugir. Essa reação criou o modelo que os cientistas usaram para estudar as fases de supressão de medos.

A hipótese da equipe era que um cantinho do cérebro, chamado núcleo geniculado ventrolateral (vLGN), era responsável por essa superação. Estudos anteriores mostravam como essa área conseguia rastrear o conhecimento de experiências antigas de ameaça e suprimir reações de medo. Sabendo disso, os cientistas buscaram descobrir se essa via neural também tinha a função de desaprender o medo de uma ameaça.[...]



(Disponível em: https://super.abril.com.br/ciencia/cientistasidentificam-mecanismo-do-cerebro-que-pode-nos-ajuda-asuperar-o-medo/. Acesso em 12/02/2025. Adaptado)

A partir da observação da vírgula na passagem “Quando nossos antepassados neandertais precisavam escapar de algum animal,”(2º§), assinale a alternativa em que esse sinal de pontuação é empregado pela mesma razão.
  1. ✂️
  2. ✂️
  3. ✂️
  4. ✂️

191Q982634 | Enfermagem, Lei do Exercício Profissional de Enfermagem, Sanitarista, SESSE, IBFC, 2025

De acordo com a Lei nº 7.498, de 25 de julho de 1986, assinale a alternativa incorreta em relação às atividades privativas do enfermeiro(a).
  1. ✂️
  2. ✂️
  3. ✂️
  4. ✂️

192Q1001721 | História e Geografia de Estados e Municípios, Nutricionista, SESSE, IBFC, 2025

Desde a chegada dos colonos europeus na primeira metade do século XVI, as matas primárias que se distribuíam na faixa litorânea de Sergipe sofreram intensa exploração dos recursos naturais (adaptado de DIAS et al., 2019). Identifique os ciclos econômicos que contribuíram de forma intensa para a redução das florestas do litoral sergipano no século XVI, atribuindo valores Verdadeiro (V) ou Falso (F).

( ) Ciclo do Ouro

( ) Ciclo do Pau-Brasil

( ) Ciclo do Café

( ) Ciclo da Mamona

Assinale a alternativa que apresenta a sequência correta de cima para baixo.

  1. ✂️
  2. ✂️
  3. ✂️
  4. ✂️

193Q982298 | Enfermagem, Enfermeiro do Trabalho, SESSE, IBFC, 2025

Quando um trabalhador celetista e, portanto, segurado do INSS, sofrer um acidente ou uma doença do trabalho, que gere incapacidade, ele deverá ser afastado do trabalho. Porém, ele só deverá ser encaminhado à Perícia Médica do INSS quando o problema de saúde apresentado necessitar de um afastamento do trabalho por período superior a ______. Assinale a alternativa que preencha corretamente a lacuna.
  1. ✂️
  2. ✂️
  3. ✂️
  4. ✂️

194Q997749 | Nutrição, Dietas Vegetarianas, Nutricionista, SESSE, IBFC, 2025

Em uma dieta vegana, conhecida por eliminar o consumo de todos os produtos de origem animal, uma das principais preocupações para os indivíduos que se mantêm nesta dieta por períodos muito longos é a ingestão adequada de _____. Assinale a alternativa que preencha corretamente a lacuna.
  1. ✂️
  2. ✂️
  3. ✂️
  4. ✂️

195Q997756 | Nutrição, Nutricionista, SESSE, IBFC, 2025

O escore de risco nutricional (NRS) é frequentemente utilizado para identificar pacientes em risco de desnutrição. De acordo com a versão mais recente do NRS, assinale a alternativa que apresenta um dos fatores mais importantes para prever o risco de desnutrição.
  1. ✂️
  2. ✂️
  3. ✂️
  4. ✂️

196Q997757 | Nutrição, Nutricionista, SESSE, IBFC, 2025

Durante uma avaliação nutricional clínica, a presença de sinais como a perda de cabelo, edema periférico e unhas quebradiças pode sugerir uma deficiência nutricional. Considerando esses sinais clínicos, assinale a alternativa que apresenta a deficiência mais comumente associada a esses sintomas.
  1. ✂️
  2. ✂️
  3. ✂️
  4. ✂️

197Q997759 | Nutrição, Nutricionista, SESSE, IBFC, 2025

A transferência de calor desempenha um papel fundamental nos processos de pasteurização de líquidos, que visam destruir micro-organismos patogênicos, garantindo a segurança alimentar. Assinale a alternativa que apresenta o método mais eficiente de transferência de calor utilizado na pasteurização.
  1. ✂️
  2. ✂️
  3. ✂️
  4. ✂️

198Q982477 | Português, Interpretação de Textos, Técnico de Enfermagem, SESSE, IBFC, 2025

Texto associado.
Analise o texto a seguir e responda à questão.


Texto II

"As dores são muito interessantes porque sabemos muito pouco sobre elas. Faz 30 anos que trabalho na área e ainda aprendo algo novo todo dia", diz a médica Anne MacGregor, pesquisadora especialista nos efeitos hormonais das cefaleias.
Ela explica que a dor funciona como um sistema de advertência: ela avisa que estamos fazendo algo prejudicial ao nosso corpo, e espera uma reação para solucionar o problema.
Nesse sentido, a dor de cabeça não é diferente das outras. Pode ser mais ou menos aguda, pode diminuir com um analgésico ou nos obrigar a ficar em um quarto escuro, no caso de uma enxaqueca, mas o mecanismo é o mesmo.
No entanto, embora o cérebro seja o órgão que recebe os sinais de dor captados pelo corpo, ele mesmo não tem terminações nervosas que captam a dor. [...]

(Disponível em: https://www.bbc.com/portuguese/geral47333709. Acesso em 12/02/2025.Adaptado)
A citação da médica Anne MacGregor é iniciada por um período composto estruturado por uma relação em que:
  1. ✂️
  2. ✂️
  3. ✂️
  4. ✂️

199Q982494 | História e Geografia de Estados e Municípios, Técnico de Enfermagem, SESSE, IBFC, 2025

É uma das maiores tradições Sergipanas. A festa é um espetáculo cheio de cores, sons e história na qual os moradores se vestem como negros e indígenas e saem em cortejo homenageando a resistência dos negros escravizados na região que lutavam por sua liberdade. Diante do exposto, assinale a alternativa que apresenta essa manifestação cultural.
  1. ✂️
  2. ✂️
  3. ✂️
  4. ✂️

200Q997737 | Português, Nutricionista, SESSE, IBFC, 2025

Texto associado.

Analise o texto e responda à questão.


Cientistas identificam mecanismo do cérebro que pode nos ajudar a superar o medo


No futuro, descobertas como essa podem ajudar a desenvolver tratamentos para fobias, ansiedade e estresse pós-traumático. Entenda.



O coração acelera. Os músculos contraem. Você começa a sentir arrepios e a necessidade de respirar cada vez mais rápido. Não tem jeito: o medo se instaurou.

Tudo isso é cortesia, sobretudo, da adrenalina e do cortisol, hormônios liberados em doses cavalares ao menor sinal de ameaça. O medo é uma reação de sobrevivência que nos acompanha desde os primórdios. Quando nossos antepassados neandertais precisavam escapar de algum animal, era necessário que tivessem energia suficiente para se salvarem. No momento em que o pavor é sentido, o sangue, cheio de glicose, flui do coração para os membros para que seja possível lutar – ou fugir.

Apesar do benefício evolutivo, muitos medos acabam atrapalhando nosso dia a dia atualmente (a não ser que fugir de grandes felinos faça parte da sua rotina). Por exemplo, para quem vive no meio da cidade de São Paulo, medo de grandes estrondos impossibilita uma vida normal.

“Os humanos nascem com reações instintivas de medo, como respostas a ruídos altos ou objetos que se aproximam rapidamente”, escreve Sara Mederos, pesquisadora associada do Hofer Lab. “No entanto, podemos anular essas respostas instintivas por meio da experiência – como crianças aprendendo a gostar de fogos de artifício em vez de temer seus estrondos altos.” [...]

Desaprendendo a ter medo

Junto de pesquisadores da Sainsbury Wellcome Centre (SWC) da University College de Londres, Mederos analisou a resposta de camundongos quando apresentados a uma sombra em expansão em cima de suas cabeças, que simulava a aproximação de um predador aéreo.

Inicialmente, os bichinhos corriam para se esconder em um abrigo – mas, depois de algumas rodadas de teste que não apresentavam nenhum perigo, os ratos aprenderam a manter a calma em vez de fugir. Essa reação criou o modelo que os cientistas usaram para estudar as fases de supressão de medos.

A hipótese da equipe era que um cantinho do cérebro, chamado núcleo geniculado ventrolateral (vLGN), era responsável por essa superação. Estudos anteriores mostravam como essa área conseguia rastrear o conhecimento de experiências antigas de ameaça e suprimir reações de medo. Sabendo disso, os cientistas buscaram descobrir se essa via neural também tinha a função de desaprender o medo de uma ameaça.[...]



(Disponível em: https://super.abril.com.br/ciencia/cientistasidentificam-mecanismo-do-cerebro-que-pode-nos-ajuda-asuperar-o-medo/. Acesso em 12/02/2025. Adaptado)

O emprego da forma verbal “faça”, no terceiro parágrafo, reforça, no comentário acessório entre parênteses, o sentido:
  1. ✂️
  2. ✂️
  3. ✂️
  4. ✂️
Utilizamos cookies e tecnologias semelhantes para aprimorar sua experiência de navegação. Política de Privacidade.