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Questões de Concursos SESSE

Resolva questões de SESSE comentadas com gabarito, online ou em PDF, revisando rapidamente e fixando o conteúdo de forma prática.


201Q982488 | Informática, Pacote de Aplicativos Microsoft Office, Técnico de Enfermagem, SESSE, IBFC, 2025

O Microsoft Word é uma ferramenta essencial na área da saúde para a criação de documentos como relatórios médicos, prontuários e receitas. Um dos recursos mais utilizados no Word é a ferramenta de formatação, que permite organizar e destacar informações importantes de maneira clara e profissional. Assinale a alternativa que apresenta o recurso do Microsoft Word pode ser utilizado para criar um índice automático em um documento de relatórios médicos.
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202Q982489 | Sistemas Operacionais, Técnico de Enfermagem, SESSE, IBFC, 2025

Nos hospitais e clínicas, os computadores são usados para acessar prontuários, marcar consultas e controlar equipamentos médicos. Para que tudo funcione bem, é necessário um sistema operacional, como: Windows, Linux ou MacOS. Assinale a alternativa correta quanto à função do sistema operacional em um computador.
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203Q982527 | Enfermagem, Técnico de Enfermagem, SESSE, IBFC, 2025

São sinais e sintomas de reações transfusionais agudas, exceto:
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204Q997728 | Português, Nutricionista, SESSE, IBFC, 2025

Texto associado.

Analise o texto e responda à questão.


Cientistas identificam mecanismo do cérebro que pode nos ajudar a superar o medo


No futuro, descobertas como essa podem ajudar a desenvolver tratamentos para fobias, ansiedade e estresse pós-traumático. Entenda.



O coração acelera. Os músculos contraem. Você começa a sentir arrepios e a necessidade de respirar cada vez mais rápido. Não tem jeito: o medo se instaurou.

Tudo isso é cortesia, sobretudo, da adrenalina e do cortisol, hormônios liberados em doses cavalares ao menor sinal de ameaça. O medo é uma reação de sobrevivência que nos acompanha desde os primórdios. Quando nossos antepassados neandertais precisavam escapar de algum animal, era necessário que tivessem energia suficiente para se salvarem. No momento em que o pavor é sentido, o sangue, cheio de glicose, flui do coração para os membros para que seja possível lutar – ou fugir.

Apesar do benefício evolutivo, muitos medos acabam atrapalhando nosso dia a dia atualmente (a não ser que fugir de grandes felinos faça parte da sua rotina). Por exemplo, para quem vive no meio da cidade de São Paulo, medo de grandes estrondos impossibilita uma vida normal.

“Os humanos nascem com reações instintivas de medo, como respostas a ruídos altos ou objetos que se aproximam rapidamente”, escreve Sara Mederos, pesquisadora associada do Hofer Lab. “No entanto, podemos anular essas respostas instintivas por meio da experiência – como crianças aprendendo a gostar de fogos de artifício em vez de temer seus estrondos altos.” [...]

Desaprendendo a ter medo

Junto de pesquisadores da Sainsbury Wellcome Centre (SWC) da University College de Londres, Mederos analisou a resposta de camundongos quando apresentados a uma sombra em expansão em cima de suas cabeças, que simulava a aproximação de um predador aéreo.

Inicialmente, os bichinhos corriam para se esconder em um abrigo – mas, depois de algumas rodadas de teste que não apresentavam nenhum perigo, os ratos aprenderam a manter a calma em vez de fugir. Essa reação criou o modelo que os cientistas usaram para estudar as fases de supressão de medos.

A hipótese da equipe era que um cantinho do cérebro, chamado núcleo geniculado ventrolateral (vLGN), era responsável por essa superação. Estudos anteriores mostravam como essa área conseguia rastrear o conhecimento de experiências antigas de ameaça e suprimir reações de medo. Sabendo disso, os cientistas buscaram descobrir se essa via neural também tinha a função de desaprender o medo de uma ameaça.[...]



(Disponível em: https://super.abril.com.br/ciencia/cientistasidentificam-mecanismo-do-cerebro-que-pode-nos-ajuda-asuperar-o-medo/. Acesso em 12/02/2025. Adaptado)

Embora trate do resultado de um trabalho técnico, o texto busca estratégias de aproximação com o público leitor em geral. Uma dessas estratégias é:
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205Q997731 | Português, Nutricionista, SESSE, IBFC, 2025

Texto associado.

Analise o texto e responda à questão.


Cientistas identificam mecanismo do cérebro que pode nos ajudar a superar o medo


No futuro, descobertas como essa podem ajudar a desenvolver tratamentos para fobias, ansiedade e estresse pós-traumático. Entenda.



O coração acelera. Os músculos contraem. Você começa a sentir arrepios e a necessidade de respirar cada vez mais rápido. Não tem jeito: o medo se instaurou.

Tudo isso é cortesia, sobretudo, da adrenalina e do cortisol, hormônios liberados em doses cavalares ao menor sinal de ameaça. O medo é uma reação de sobrevivência que nos acompanha desde os primórdios. Quando nossos antepassados neandertais precisavam escapar de algum animal, era necessário que tivessem energia suficiente para se salvarem. No momento em que o pavor é sentido, o sangue, cheio de glicose, flui do coração para os membros para que seja possível lutar – ou fugir.

Apesar do benefício evolutivo, muitos medos acabam atrapalhando nosso dia a dia atualmente (a não ser que fugir de grandes felinos faça parte da sua rotina). Por exemplo, para quem vive no meio da cidade de São Paulo, medo de grandes estrondos impossibilita uma vida normal.

“Os humanos nascem com reações instintivas de medo, como respostas a ruídos altos ou objetos que se aproximam rapidamente”, escreve Sara Mederos, pesquisadora associada do Hofer Lab. “No entanto, podemos anular essas respostas instintivas por meio da experiência – como crianças aprendendo a gostar de fogos de artifício em vez de temer seus estrondos altos.” [...]

Desaprendendo a ter medo

Junto de pesquisadores da Sainsbury Wellcome Centre (SWC) da University College de Londres, Mederos analisou a resposta de camundongos quando apresentados a uma sombra em expansão em cima de suas cabeças, que simulava a aproximação de um predador aéreo.

Inicialmente, os bichinhos corriam para se esconder em um abrigo – mas, depois de algumas rodadas de teste que não apresentavam nenhum perigo, os ratos aprenderam a manter a calma em vez de fugir. Essa reação criou o modelo que os cientistas usaram para estudar as fases de supressão de medos.

A hipótese da equipe era que um cantinho do cérebro, chamado núcleo geniculado ventrolateral (vLGN), era responsável por essa superação. Estudos anteriores mostravam como essa área conseguia rastrear o conhecimento de experiências antigas de ameaça e suprimir reações de medo. Sabendo disso, os cientistas buscaram descobrir se essa via neural também tinha a função de desaprender o medo de uma ameaça.[...]



(Disponível em: https://super.abril.com.br/ciencia/cientistasidentificam-mecanismo-do-cerebro-que-pode-nos-ajuda-asuperar-o-medo/. Acesso em 12/02/2025. Adaptado)

A construção “Apesar de”, no início do terceiro parágrafo, poderia ser substituída, conservando-se a equivalência semântica e morfológica, por:
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206Q982641 | Enfermagem, Sanitarista, SESSE, IBFC, 2025

A esterilização é um processo que visa destruir todas as formas de vidas microbianas que possam contaminar produtos, materiais e objetos voltados para a saúde. Assinale a alternativa que apresenta o método de esterilização considerando como o melhor.
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207Q997748 | Nutrição, Dietoterapia, Nutricionista, SESSE, IBFC, 2025

A dieta denominada cetogênica é caracterizada por uma drástica redução ou até mesmo retirada total da ingestão diária de carboidratos do indivíduo. Assinale a alternativa que apresenta o principal objetivo desta dieta.
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208Q982647 | Saúde Pública, Sanitarista, SESSE, IBFC, 2025

A visita domiciliar é uma das atividades mais importantes do Agente de Combates as Endemias (ACE). Em relação à visita domiciliar realizada pelo ACE, assinale a alternativa incorreta.
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209Q982659 | Enfermagem, Urgência e Emergência, SESSE, IBFC, 2025

De acordo com o Advanced Trauma Life Support 2018, assinale a alternativa incorreta sobre os sinais e sintomas de hemorragia definidos pela classe III.
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210Q982509 | Enfermagem, Técnico de Enfermagem, SESSE, IBFC, 2025

Assinale a alternativa que define corretamente a Sedação Moderada.
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211Q982520 | Enfermagem, Técnico de Enfermagem, SESSE, IBFC, 2025

Homem, 28 anos, foi trazido ao pronto atendimento com história de afogamento em rio, apresenta dificuldade respiratória, FR 42 rpm, cianose labial, grande quantidade de espuma na cavidade oral e nasal, pulso palpável, normotenso. Assinale a alternativa que apresenta a classificação correta do afogamento do caso apresentado.
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212Q982523 | Enfermagem, Infecção Hospitalar, Técnico de Enfermagem, SESSE, IBFC, 2025

Sobre a higienização das mãos, assinale a alternativa incorreta.
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213Q997737 | Português, Nutricionista, SESSE, IBFC, 2025

Texto associado.

Analise o texto e responda à questão.


Cientistas identificam mecanismo do cérebro que pode nos ajudar a superar o medo


No futuro, descobertas como essa podem ajudar a desenvolver tratamentos para fobias, ansiedade e estresse pós-traumático. Entenda.



O coração acelera. Os músculos contraem. Você começa a sentir arrepios e a necessidade de respirar cada vez mais rápido. Não tem jeito: o medo se instaurou.

Tudo isso é cortesia, sobretudo, da adrenalina e do cortisol, hormônios liberados em doses cavalares ao menor sinal de ameaça. O medo é uma reação de sobrevivência que nos acompanha desde os primórdios. Quando nossos antepassados neandertais precisavam escapar de algum animal, era necessário que tivessem energia suficiente para se salvarem. No momento em que o pavor é sentido, o sangue, cheio de glicose, flui do coração para os membros para que seja possível lutar – ou fugir.

Apesar do benefício evolutivo, muitos medos acabam atrapalhando nosso dia a dia atualmente (a não ser que fugir de grandes felinos faça parte da sua rotina). Por exemplo, para quem vive no meio da cidade de São Paulo, medo de grandes estrondos impossibilita uma vida normal.

“Os humanos nascem com reações instintivas de medo, como respostas a ruídos altos ou objetos que se aproximam rapidamente”, escreve Sara Mederos, pesquisadora associada do Hofer Lab. “No entanto, podemos anular essas respostas instintivas por meio da experiência – como crianças aprendendo a gostar de fogos de artifício em vez de temer seus estrondos altos.” [...]

Desaprendendo a ter medo

Junto de pesquisadores da Sainsbury Wellcome Centre (SWC) da University College de Londres, Mederos analisou a resposta de camundongos quando apresentados a uma sombra em expansão em cima de suas cabeças, que simulava a aproximação de um predador aéreo.

Inicialmente, os bichinhos corriam para se esconder em um abrigo – mas, depois de algumas rodadas de teste que não apresentavam nenhum perigo, os ratos aprenderam a manter a calma em vez de fugir. Essa reação criou o modelo que os cientistas usaram para estudar as fases de supressão de medos.

A hipótese da equipe era que um cantinho do cérebro, chamado núcleo geniculado ventrolateral (vLGN), era responsável por essa superação. Estudos anteriores mostravam como essa área conseguia rastrear o conhecimento de experiências antigas de ameaça e suprimir reações de medo. Sabendo disso, os cientistas buscaram descobrir se essa via neural também tinha a função de desaprender o medo de uma ameaça.[...]



(Disponível em: https://super.abril.com.br/ciencia/cientistasidentificam-mecanismo-do-cerebro-que-pode-nos-ajuda-asuperar-o-medo/. Acesso em 12/02/2025. Adaptado)

O emprego da forma verbal “faça”, no terceiro parágrafo, reforça, no comentário acessório entre parênteses, o sentido:
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214Q997755 | Nutrição, Nutricionista, SESSE, IBFC, 2025

A avaliação da composição corporal é uma ferramenta importante para entender a distribuição de gordura e músculo. A técnica da bioimpedância elétrica (BIA) pode ser influenciada por diversos fatores, o que pode comprometer a precisão dos resultados. Considerando isso, assinale a alternativa que apresenta o fator que pode afetar a precisão dessa técnica.
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215Q982472 | Português, Termos essenciais da oração Sujeito e Predicado, Técnico de Enfermagem, SESSE, IBFC, 2025

Texto associado.
Analise o texto e responda à questão.

Texto I
Bordado em branco (fragmento)

Querida tia Liduína,

Hoje é um dia péssimo, como a senhora sabe. Setembro é, invariavelmente, um mês em que sinto meu corpo doer. Em meus pés, tenho dores que, imagino, parecem dores de quando pregos são martelados contra a carne. Minha cabeça lateja e, se o seu interior pudesse ser visto, certamente pareceria com o asfalto quente que se mexe e dança em contato com as altas temperaturas. Esse mês é tão ruim.
Estou sentada no alpendre, esperando pelo vento.
Mamãe diz que é perda de tempo esse meu sentimentalismo com as cartas, mas não há outra maneira de falar com a senhora, então eu trouxe a mesa do meu quarto para fora e também um tamborete que papai arranjou.
Todos andam afastados de mim nos últimos meses. Ando pela casa com meu caderno muito junto ao corpo, protegendo suas folhas, porque sei que me julgam. Querem ler o que lhe conto ou querem que eu pare de uma vez por todas, mas não posso. A senhora é a única que compreende, o que é a maior ironia de todas. [...]

(ARRAES, Jarid. Redemoinho em dia quente. Rio de Janeiro: Alfaguara, 2019, p. 49)
No último parágrafo, a partir do segundo período, todos os verbos flexionados na terceira pessoa do plural, considerando-se o contexto, têm a seguinte classificação sintática para seus sujeitos:
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216Q982478 | Português, Concordância Verbal e Nominal, Técnico de Enfermagem, SESSE, IBFC, 2025

Texto associado.
Analise o texto a seguir e responda à questão.


Texto II

"As dores são muito interessantes porque sabemos muito pouco sobre elas. Faz 30 anos que trabalho na área e ainda aprendo algo novo todo dia", diz a médica Anne MacGregor, pesquisadora especialista nos efeitos hormonais das cefaleias.
Ela explica que a dor funciona como um sistema de advertência: ela avisa que estamos fazendo algo prejudicial ao nosso corpo, e espera uma reação para solucionar o problema.
Nesse sentido, a dor de cabeça não é diferente das outras. Pode ser mais ou menos aguda, pode diminuir com um analgésico ou nos obrigar a ficar em um quarto escuro, no caso de uma enxaqueca, mas o mecanismo é o mesmo.
No entanto, embora o cérebro seja o órgão que recebe os sinais de dor captados pelo corpo, ele mesmo não tem terminações nervosas que captam a dor. [...]

(Disponível em: https://www.bbc.com/portuguese/geral47333709. Acesso em 12/02/2025.Adaptado)
Considere a concordância que ocorre em “Faz 30 anos” (1º§). Assinale a alternativa que apresenta um exemplo desse mesmo tipo de concordância.
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217Q982487 | Enfermagem, Técnico de Enfermagem, SESSE, IBFC, 2025

Os profissionais da área da saúde precisam estar sempre atualizados com novas pesquisas, protocolos e diretrizes médicas. Para isso, utilizam ferramentas de busca na internet, que permitem encontrar informações confiáveis em bases de dados científicas, portais do governo e sites especializados. Ao buscar informações sobre um novo protocolo médico, assinale a alternativa que apresenta qual das práticas a seguir é a mais recomendada para garantir a confiabilidade das informações.
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218Q982492 | História e Geografia de Estados e Municípios, Técnico de Enfermagem, SESSE, IBFC, 2025

O atual território de Sergipe foi conhecido pelos portugueses desde o início da colonização do Brasil. Os primeiros portugueses a conhecerem o litoral de Sergipe foram Gaspar de Lemos e Américo Vespúcio, em 1501, através de expedições guarda-costas. No século XVI, com a criação das ______, o atual território sergipano foi doado a Francisco Pereira Coutinho (adaptado de CORRÊA; ANJOS, 2021). Assinale a alternativa que preencha corretamente a lacuna.
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219Q1001720 | História e Geografia de Estados e Municípios, Nutricionista, SESSE, IBFC, 2025

Pode-se falar em cultura sergipana como resultante de um processo cumulativo de experiências vividas pelos grupos humanos que se sucedem e interagem no estado. Ela se manifesta tanto nas expressões materiais quanto nas imateriais, como cantos, danças, religiosidade, culinária, artesanato e literatura. Entre as manifestações citadas abaixo, assinale aquela que está incorretamente relacionada com a cultura de Sergipe:
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220Q997741 | Raciocínio Lógico, Sequências Lógicas de Números, Nutricionista, SESSE, IBFC, 2025

A seguir está apresentada uma sequência numérica, na qual há uma regra que permite calcular o próximo elemento.

3,11,24, 42, 65, ...?


Após definir a regra que calcula o próximo elemento, assinale a alternativa que corresponde ao 7º elemento da sequência.

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