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Questões de Concursos TCE GO

Resolva questões de TCE GO comentadas com gabarito, online ou em PDF, revisando rapidamente e fixando o conteúdo de forma prática.


401Q110820 | Gestão de Pessoas, Analista de Controle Externo, TCE GO, FCC

Sobre Comportamento Grupal e Intergrupal considere:

I. Em um grupo de verdade, todos os membros têm os mesmos objetivos.

II. Um grupo formado para completar uma tarefa específica é denominado grupo por afinidade.

III. O departamento financeiro de uma empresa é um exemplo de grupo de comando.

IV. Grupos informais, como os de interesse e de amizade, têm pouco impacto nas organizações.

V. Em grupos maduros, as atividades dos membros são relativamente espontâneas, em vez de se sujeitarem à rígidas restrições estruturais.

Está correto o que consta APENAS em
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402Q110312 | Administração Financeira e Orçamentária, Orçamento Público, Analista de Controle Externo Ciências Contábeis, TCE GO, FCC

O orçamento-programa se diferencia do orçamento tradicional

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403Q39676 | Direito Administrativo, Analista de Controle Externo, TCE GO, FCC

A empresa MM Engenharia Ltda., contratada pela Administração Pública para a execução de importante obra pública, executou fielmente o contrato, sendo o objeto recebido definitivamente pela autoridade competente, mediante termo circunstanciado, assinado pelas partes, após o decurso do prazo de vistoria que comprovou a adequação do objeto aos termos contratuais, observados os demais requisitos dispostos na Lei nº 8.666/1993.

O prazo a que alude o enunciado, salvo em casos excepcionais, devidamente justificados e previstos no edital, NÃO poderá ser superior a
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404Q107917 | Programação , Conceitos básicos de programação, Analista de Controle Externo Tecnologia da Informação, TCE GO, FCC

No âmbito das linguagens de programação puramente funcionais, considere:
I. Elas não utilizam variáveis.
II. Construções iterativas não são possíveis sem variáveis.
III. Sem variáveis, a repetição deve ser feita por meio de recursão e não por meio de laços.
Está correto o que se afirma em

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405Q108713 | Direito Previdenciário, Regimes Basicos de Previdencia Social, Analista de Controle Externo, TCE GO, FCC

Nos regimes próprios de Previdência Social, aposentados e pensionistas portadores de doenças incapacitantes contribuem sobre o valor
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406Q39707 | Português, Analista de Controle Externo, TCE GO, FCC

Não surpreende que, em todo lugar, esteja em curso uma corrosão do sono, dada a dimensão do que está economicamente em jogo.

Já em meados do século XVII, a incompatibilidade do sono com noções modernas de produtividade passou a ser notada. Descartes, Hume e Locke foram apenas alguns dos filósofos que apontavam para a sua irrelevância na busca do conhecimento.

Última das “barreiras naturais", para usar a expressão de Marx, à completa realização do capitalismo "24 horas", o sono não pode ser eliminado. Mas pode ser arruinado e despojado, e existem métodos e motivações para destruí-lo.

Pesquisas recentes mostram que cresce exponencialmente o número de pessoas que acordam uma ou mais vezes durante a noite para verificar mensagens ou informações. Uma figura de linguagem recorrente e aparentemente inócua é o sleep mode [modo de hibernação], inspirada nas máquinas. A ideia de um aparelho em modo de consumo reduzido e de prontidão transforma o sentido mais amplo do sono em mera condição adiada ou diminuída de operacionalidade.

O dano ao sono é inseparável do atual desmantelamento da proteção social em outras esferas. Estado mais privado e vulnerável de todos, o sono depende crucialmente da sociedade para se sustentar. Um dos exemplos vívidos da insegurança do estado de natureza no Leviatã de Thomas Hobbes é a vulnerabilidade de um indivíduo adormecido diante dos inúmeros perigos de cada noite. Assim, uma obrigação rudimentar dos membros da comunidade é oferecer segurança para os que dormem, não apenas contra perigos reais, mas - igualmente importante - contra a ansiedade e temores que geram.

Diversos pressupostos fundamentais a respeito da coesão das relações sociais se aglutinam em torno da questão do sono - na reciprocidade entre vulnerabilidade e confiança, entre exposição e proteção.


(Adaptado de: Revista Piauí. Ed. 96, 09/14)

Depreende-se corretamente do texto:
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407Q109108 | Contabilidade Geral, Conceituação e classificação das despesas, Analista de Controle Externo Ciências Contábeis, TCE GO, FCC

Considere os itens extraídos dos relatórios de execução orçamentária relativos às despesas de uma Prefeitura no exercício de X1:

Imagem 001.gif

A soma dos itens que se referem à classificação da despesa por atividades é, em milhares de reais,

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408Q641721 | Informática, Arquitetura de Computadores, Técnico de Controle Externo, TCE GO, FCC

Um computador pode ser visto como tendo vários níveis, cada um capaz de executar um conjunto de instruções específicas, com suas linguagens apropriadas para descrever as instruções que nele podem ser executadas. Numa máquina multinível, o nível em que cada comando corresponde exatamente a uma instrução a ser executada e em que são utilizados mnemônicos e endereços simbólicos é denominado

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409Q110812 | Direito Administrativo, Noções gerais e desapropriação, Analista de Controle Externo Direito, TCE GO, FCC

Considerando a disciplina atualmente vigente quanto às desapropriações por necessidade ou utilidade pública, incluindo decisões do Supremo Tribunal Federal, é correto afirmar:
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410Q107774 | Português, Sintaxe, Analista de Controle Externo Tecnologia da Informação, TCE GO, FCC

Texto associado.

Imagem 001.jpg

O verbo indicado entre parênteses deverá flexionar-se numa forma do singular para preencher corretamente a lacuna da frase:

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411Q109666 | Direito Tributário, Disposições gerais, Analista de Controle Externo Direito, TCE GO, FCC

Sobre lançamento, é correto afirmar que
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412Q107629 | Português, Analista de Controle Externo Tecnologia da Informação, TCE GO, FCC

Texto associado.

O conceito de indústria cultural foi criado por Adorno e
Horkheimer, dois dos principais integrantes da Escola de
Frankfurt. Em seu livro de 1947, Dialética do esclarecimento,
eles conceberam o conceito a fim de pensar a questão da
cultura no capitalismo recente. Na época, estavam impactados
pela experiência no país cuja indústria cultural era a mais
avançada, os Estados Unidos, local onde os dois pensadores
alemães refugiaram-se durante a Segunda Guerra.

Segundo os autores, a cultura contemporânea estaria
submetida ao poder do capital, constituindo-se num sistema que
englobaria o rádio, o cinema, as revistas e outros meios - como
a televisão, a novidade daquele momento -, que tenderia a
conferir a todos os produtos culturais um formato semelhante,
padronizado, num mundo em que tudo se transformava em
mercadoria descartável, até mesmo a arte, que assim se desqualificaria
como tal. Surgiria uma cultura de massas que não
precisaria mais se apresentar como arte, pois seria caracterizada
como um negócio de produção em série de mercadorias
culturais de baixa qualidade. Não que a cultura de massa fosse
necessariamente igual para todos os estratos sociais; haveria
tipos diferentes de produtos de massa para cada nível socioeconômico,
conforme indicações de pesquisas de mercado. O controle
sobre os consumidores seria mediado pela diversão, cuja
repetição de fórmulas faria dela um prolongamento do trabalho
no capitalismo tardio.

Muito já se polemizou acerca dessa análise, que tenderia
a estreitar demais o campo de possibilidades de mudança em
sociedades compostas por consumidores supostamente resignados.
O próprio Adorno chegou a matizá-la depois. Mas o
conceito passou a ser muito utilizado, até mesmo por quem diverge
de sua formulação original. Poucos hoje discordariam de
que o mundo todo passa pelo "filtro da indústria cultural", no
sentido de que se pode constatar a existência de uma vasta
produção de mercadorias culturais por setores especializados
da indústria.

Feita a constatação da amplitude alcançada pela
indústria cultural contemporânea, são várias as possibilidades
de interpretá-la. Há estudos que enfatizam o caráter alienante
das consciências imposto pela lógica capitalista no âmbito da
cultura, a difundir padrões culturais hegemônicos. Outros frisam
o aspecto da recepção do espectador, que poderia interpretar
criativamente - e não de modo resignado - as mensagens que
lhe seriam passadas, ademais, de modo não unívoco, mas com
multiplicidades possíveis de sentido.

(RIDENTI, Marcelo. Indústria cultural: da era do rádio à era
da informática no Brasil
. In: Agenda brasileira. São Paulo: Cia
das Letras, 2011, p. 292 a 301)

... no sentido de que se pode constatar a existência de uma vasta produção de mercadorias culturais por setores especializados da indústria. Transpondo-se a frase acima para a voz passiva analítica, a forma verbal resultante será:

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413Q421230 | Direito Civil, Teoria Geral do Direito Civil, Analista de Controle Externo, TCE GO, FCC

A respeito dos direitos da personalidade, é correto afirmar que

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414Q738056 | Direito Processual Tributário, Analista de Controle Externo, TCE GO, FCC

Diante de um empréstimo público contraído pelo Estado, se o pagamento se der à vista ou por amortização paulatina, de acordo com o estabelecido, estará caracterizada a extinção por

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415Q108110 | Gestão de Pessoas, Equipes, Analista de Controle Externo Gestão de Pessoas, TCE GO, FCC

Um gestor coordena adequadamente uma equipe quando

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416Q467805 | Direito Tributário, SISTEMA TRIBUTÁRIO NACIONAL, Analista de Controle Externo, TCE GO, FCC

As receitas podem ser classificadas, em relação à origem, como originárias ou derivadas. São exemplos de cada uma destas espécies, respectivamente,

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417Q467066 | Direito Tributário, Crédito tributário, Analista de Controle Externo, TCE GO, FCC

A Constituição Federal expressamente contempla a imunidade aos templos de qualquer culto. Esta imunidade alcança

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418Q107899 | Direito Constitucional, Organização do Estado Estados, Analista de Controle Externo Orçamento e Finanças, TCE GO, FCC

Incluem-se entre os bens dos Estados

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419Q109835 | Português, Analista de Controle Externo, TCE GO, FCC

Texto associado.

Atenção: Considere o texto abaixo para responder às questões

de números 9 a 13.

Não surpreende que, em todo lugar, esteja em curso

uma corrosão do sono, dada a dimensão do que está economicamente

em jogo.

Já em meados do século XVII, a incompatibilidade do

sono com noções modernas de produtividade passou a ser notada.

Descartes, Hume e Locke foram apenas alguns dos filósofos

que apontavam para a sua irrelevância na busca do

conhecimento.

Última das "barreiras naturais", para usar a expressão de

Marx, à completa realização do capitalismo "24 horas", o sono

não pode ser eliminado. Mas pode ser arruinado e despojado, e

existem métodos e motivações para destruí-lo.

Pesquisas recentes mostram que cresce exponencialmente

o número de pessoas que acordam uma ou mais vezes

durante a noite para verificar mensagens ou informações. Uma

figura de linguagem recorrente e aparentemente inócua é o

sleep mode [modo de hibernação], inspirada nas máquinas. A

ideia de um aparelho em modo de consumo reduzido e de

prontidão transforma o sentido mais amplo do sono em mera

condição adiada ou diminuída de operacionalidade.

O dano ao sono é inseparável do atual desmantelamento

da proteção social em outras esferas. Estado mais privado e

vulnerável de todos, o sono depende crucialmente da sociedade

para se sustentar. Um dos exemplos vívidos da insegurança do

estado de natureza no Leviatã de Thomas Hobbes é a vulnerabilidade

de um indivíduo adormecido diante dos inúmeros

perigos de cada noite. Assim, uma obrigação rudimentar dos

membros da comunidade é oferecer segurança para os que

dormem, não apenas contra perigos reais, mas ? igualmente

importante ? contra a ansiedade e temores que geram.

Diversos pressupostos fundamentais a respeito da

coesão das relações sociais se aglutinam em torno da questão

do sono ? na reciprocidade entre vulnerabilidade e confiança,

entre exposição e proteção.

(Adaptado de: Revista Piauí. Ed. 96, 09/14)

Considerando-se o contexto, está correto o que se afirma em:

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420Q108571 | Português, Analista de Controle Externo Tecnologia da Informação, TCE GO, FCC

Texto associado.
Não surpreende que, em todo lugar, esteja em curso uma corrosão do sono, dada a dimensão do que está economicamente em jogo.

Já em meados do século XVII, a incompatibilidade do sono com noções modernas de produtividade passou a ser notada. Descartes, Hume e Locke foram apenas alguns dos filósofos que apontavam para a sua irrelevância na busca do conhecimento.

Última das “barreiras naturais", para usar a expressão de Marx, à completa realização do capitalismo "24 horas", o sono não pode ser eliminado. Mas pode ser arruinado e despojado, e existem métodos e motivações para destruí-lo.

Pesquisas recentes mostram que cresce exponencialmente o número de pessoas que acordam uma ou mais vezes durante a noite para verificar mensagens ou informações. Uma figura de linguagem recorrente e aparentemente inócua é o sleep mode [modo de hibernação], inspirada nas máquinas. A ideia de um aparelho em modo de consumo reduzido e de prontidão transforma o sentido mais amplo do sono em mera condição adiada ou diminuída de operacionalidade.

O dano ao sono é inseparável do atual desmantelamento da proteção social em outras esferas. Estado mais privado e vulnerável de todos, o sono depende crucialmente da sociedade para se sustentar. Um dos exemplos vívidos da insegurança do estado de natureza no Leviatã de Thomas Hobbes é a vulnerabilidade de um indivíduo adormecido diante dos inúmeros perigos de cada noite. Assim, uma obrigação rudimentar dos membros da comunidade é oferecer segurança para os que dormem, não apenas contra perigos reais, mas - igualmente importante - contra a ansiedade e temores que geram.

Diversos pressupostos fundamentais a respeito da coesão das relações sociais se aglutinam em torno da questão do sono - na reciprocidade entre vulnerabilidade e confiança, entre exposição e proteção.

(Adaptado de: Revista Piauí. Ed. 96, 09/14)

Depreende-se corretamente do texto:
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