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Questões de Concursos TJ AP

Resolva questões de TJ AP comentadas com gabarito, online ou em PDF, revisando rapidamente e fixando o conteúdo de forma prática.


381Q463773 | Direito Penal, Princípios do Direito Penal, Juiz de Direito Substituto, TJ AP, FCC

Em referência ao chamado princípio da insignificância penal,
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382Q144809 | Administração Financeira e Orçamentária, Lei Orçamentária Anual, Analista Judiciário Contabilidade, TJ AP, FCC

De acordo com a Lei nº 4.320/64, a Lei do Orçamento conterá a discriminação da receita e da despesa de forma a evidenciar a política econômica financeira e o programa de trabalho do Governo, obedecidos os seguintes princípios:

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383Q148667 | Psicologia, Testes, Analista Judiciário Psicologia, TJ AP, FCC

Quando um psicólogo aplicar um determinado teste psicológico, ao corrigi-lo e analisá-lo deve seguir rigorosamente as normatizações apresentadas no manual oficial do material aplicado e manter-se atualizado com a legislação específica divulgada

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384Q144116 | Fonoaudiologia, Analista Judiciário Fonoaudiólogo, TJ AP, FCC

O domínio da linguagem, entre outros aspectos, implica o conhecimento do sistema fonológico da língua, isto é, do seu inventário de sons e das regras para combiná-los em unidades significativas. Analise as proposições abaixo.

I. Um modelo muito utilizado na literatura para a descrição do sistema fonológico da criança é o dos processos fonológicos, que diz respeito à simplificação das regras fonológicas que envolvem sequências de sons na pronúncia das palavras.

II. A maioria dos processos fonológicos faz parte do desenvolvimento atípico da fala, sendo eliminados ao longo dos anos escolares.

III. No distúrbio fonológico, a dificuldade está na representação mental da regra fonológica. Isso quer dizer que o indivíduo tem dificuldades em fazer uso das regras da fonologia de sua língua.

Está correto o que se afirma em

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385Q342546 | Raciocínio Lógico, Analista Judiciário, TJ AP, FCC

Ricardo nasceu em 2001 e, exatamente 53 semanas depois de seu nascimento nasceu Gabriela, sua irmã. Se Gabriela nasceu em 2003, então ela faz aniversário no mês de
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386Q148535 | , Analista Judiciário Tecnologia da Informação, TJ AP, FCC

Em um determinado momento, a coleção das informações armazenadas em um banco de dados é

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387Q419195 | Direito Civil, Teoria Geral do Direito Civil, Analista Judiciário, TJ AP, FCC

A lei começa a vigorar, salvo disposição em contrário,
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388Q255952 | Português, Interpretação de Textos, Técnico Judiciário Judiciária e Administrativa, TJ AP, FCC

Texto associado.

                                            A floresta das parteiras

     Elas nasceram do ventre úmido da Amazônia, do extremo norte do Brasil, do Estado ainda desgarrado do noticiário chamado Amapá. O país não as escuta porque perdeu o ouvido para os sons do conhecimento antigo, a toada de suas cantigas. Muitas desconhecem as letras do alfabeto, mas leem a mata, a água e o céu. Emergiram dos confins de outras mulheres com o dom de pegar menino. Sabedoria que não se aprende, não se ensina nem mesmo se explica. Acontece apenas. Esculpidas por sangue de mulher e água de criança, suas mãos aparam um pedaço do Brasil.

     O grito feminino ecoa do território empoleirado no cocuruto do mapa para lembrar ao país que nascer é natural. Não depende de engenharia genética ou operação cirúrgica, não tem cheiro de hospital. Para as parteiras da floresta, que guardaram a tradição graças ao isolamento geográfico de seu berço, é mais fácil compreender que um boto irrompa do igarapé para fecundar moça donzela do que aceitar que uma mulher marque dia e hora para arrancar o filho à força. Quase toda a população do Amapá, menos de meio milhão de habitantes, chega ao mundo pelas mãos de setecentas pegadoras de menino.

     Encarapitadas em barcos ou tateando caminhos com os pés, a índia Dorica, a cabocla Jovelina e a quilombola Rossilda são guias de uma viagem por mistérios antigos. Cruzam com Tereza e as parteiras indígenas do Oiapoque. Unidas todas elas pela trama de nascimentos inscritos na palma da mão. “Pegar menino é ter paciência”, recita a caripuna Maria dos Santos Maciel, a Dorica, a mais velha parteira do Amapá, com 96 anos. “Parteira não tem escolha, é chamada nas horas mortas da noite para povoar o mundo.”

(Adaptado de: BRUM, Eliane. O olho da rua: uma repórter em busca da literatura da vida real. São Paulo: Globo, 2008, p. 19-20)

Ao afirmar que o Amapá é um Estado ainda desgarrado do noticiário, a autora sugere que

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389Q135406 | Raciocínio Lógico, Analista Judiciário Área Judiciária Execução de Mandados, TJ AP, FCC

Em um país, todos os habitantes são filiados a um partido político, sendo que um mesmo habitante não pode ser filiado a dois partidos diferentes. Sabe-se ainda que todo habitante filiado ao partido X é engenheiro e que cada habitante tem uma única profissão. Paulo é um engenheiro e Carla é uma médica, ambos habitantes desse país. Apenas com essas informações, é correto concluir que, necessariamente,

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390Q148008 | Informática, PL SQL, Analista Judiciário Tecnologia da Informação, TJ AP, FCC

Na linguagem PL/SQL, deseja-se expressar uma condição de desigualdade, por exemplo, em uma cláusula WHERE. A condição de desigualdade expressa corretamente é

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391Q154459 | Serviço Social, Analista Judiciário Serviço Social, TJ AP, FCC

O assistente social do Tribunal de Justiça, ao atender uma família, tendo entre um de seus membros uma criança com deficiência que não recebe atendimento na rede pública de saúde, deve 
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392Q135525 | Serviço Social, Lei nº 10741, Analista Judiciário Assistência Social, TJ AP, FCC

Ao realizar uma fiscalização em uma instituição de longa permanência para idosos deve-se

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393Q254053 | Português, Interpretação de Textos, Técnico Judiciário Judiciária e Administrativa, TJ AP, FCC

Texto associado.

                                            A floresta das parteiras

     Elas nasceram do ventre úmido da Amazônia, do extremo norte do Brasil, do Estado ainda desgarrado do noticiário chamado Amapá. O país não as escuta porque perdeu o ouvido para os sons do conhecimento antigo, a toada de suas cantigas. Muitas desconhecem as letras do alfabeto, mas leem a mata, a água e o céu. Emergiram dos confins de outras mulheres com o dom de pegar menino. Sabedoria que não se aprende, não se ensina nem mesmo se explica. Acontece apenas. Esculpidas por sangue de mulher e água de criança, suas mãos aparam um pedaço do Brasil.

     O grito feminino ecoa do território empoleirado no cocuruto do mapa para lembrar ao país que nascer é natural. Não depende de engenharia genética ou operação cirúrgica, não tem cheiro de hospital. Para as parteiras da floresta, que guardaram a tradição graças ao isolamento geográfico de seu berço, é mais fácil compreender que um boto irrompa do igarapé para fecundar moça donzela do que aceitar que uma mulher marque dia e hora para arrancar o filho à força. Quase toda a população do Amapá, menos de meio milhão de habitantes, chega ao mundo pelas mãos de setecentas pegadoras de menino.

     Encarapitadas em barcos ou tateando caminhos com os pés, a índia Dorica, a cabocla Jovelina e a quilombola Rossilda são guias de uma viagem por mistérios antigos. Cruzam com Tereza e as parteiras indígenas do Oiapoque. Unidas todas elas pela trama de nascimentos inscritos na palma da mão. “Pegar menino é ter paciência”, recita a caripuna Maria dos Santos Maciel, a Dorica, a mais velha parteira do Amapá, com 96 anos. “Parteira não tem escolha, é chamada nas horas mortas da noite para povoar o mundo.”

(Adaptado de: BRUM, Eliane. O olho da rua: uma repórter em busca da literatura da vida real. São Paulo: Globo, 2008, p. 19-20)

Quando afirma que, para as parteiras da floresta, é mais fácil compreender que um boto irrompa do igarapé para fecundar moça donzela do que aceitar que uma mulher marque dia e hora para arrancar o filho à força, a autora destaca a maneira como as parteiras

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394Q144507 | Direito Constitucional, Tribunais Regionais Federais e Juízes Federais, Analista Judiciário Judiciária e Administrativa, TJ AP, FCC

O julgamento de Prefeitos nos crimes de competência da Justiça Federal comum compete

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395Q143251 | Fonoaudiologia, Audição, Analista Judiciário Fonoaudiólogo, TJ AP, FCC

Considere os conceitos sobre "Processamento auditivo" e assinale a afirmativa INCORRETA.

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396Q151970 | Psicologia, Teorias da Personalidade, Analista Judiciário Psicologia, TJ AP, FCC

Embora haja abordagens diferentes para a prática da terapia comportamental, concorda-se geralmente que um terapeuta comportamental está antes de mais nada interessado em comportamentos reais e não em estados interiores ou antecedentes históricos, sendo que o terapeuta interessa- se em

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397Q261600 | Direito Civil, Domicílio e Bens, Técnico Judiciário Judiciária e Administrativa, TJ AP, FCC

A empresa MMB possui seu principal estabelecimento em Macapá, além de outros dois em Manaus e Brasília. A diretoria funciona em Manaus. Admitir-se-á como domicílio(s) da empresa

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398Q150440 | , Analista Judiciário Tecnologia da Informação, TJ AP, FCC

O controle de acesso à informação é composto por diversos processos, dentre os quais, aquele que identifica quem efetua o acesso a uma dada informação. Esse processo é denominado

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399Q138441 | Português, Analista Judiciário Arquivologia, TJ AP, FCC

Texto associado.

Embora a aspiração por justiça seja tão antiga quanto os primeiros agrupamentos sociais, seu significado sofreu profundas alterações no decorrer da história. Apesar das mudanças, um símbolo atravessou os séculos - a deusa Têmis -, imponente figura feminina, com os olhos vendados e carregando em uma das mãos uma balança e na outra uma espada. Poucas divindades da mitologia grega sobreviveram tanto tempo. Poucos deixariam de reconhecer na imagem o símbolo da justiça.

A moderna ideia de justiça e de direito é inerente ao conceito de indivíduo, um ente que tem valor em si mesmo, dotado de direitos naturais. Tal doutrina se contrapunha a uma concepção orgânica, segundo a qual a sociedade é um todo.

A liberdade, nesse novo paradigma, deixa de ser uma concessão ou uma característica de uma camada social e converte-se em um atributo do próprio homem.

A crença de que os direitos do homem correspondiam a uma qualidade intrínseca ao próprio homem implicou enquadrar a justiça em um novo paradigma. O justo não é mais correspondente à função designada no corpo social, mas é um bem individual, identificado com a felicidade, com os direitos inatos.

Da igualdade nos direitos naturais derivava-se não só a liberdade, mas também as possibilidades de questionar a desigualdade entre os indivíduos, de definir o tipo de organização social e o direito à resistência. Toda e qualquer desigualdade passa a ser entendida como uma desigualdade provocada pelo arranjo social. Nesse paradigma, a sociedade e o Estado não são fenômenos dados, mas engendrados pelo homem. A desigualdade e o poder ilimitado deixam, pois, de ser justificados como decorrentes da ordem natural das coisas. À lei igual para todos incorpora-se o princípio de que desiguais devem ser tratados de forma desigual. Cresce a força de movimentos segundo os quais a lei, para cumprir suas funções, deve ser desigual para indivíduos que são desiguais na vida real.

Nesse novo contexto, modifica-se o perfil do poder público. O judiciário, segundo tais parâmetros, representa uma força de emancipação. É a instituição pública encarregada, por excelência, de fazer com que os preceitos da igualdade prevaleçam na realidade concreta. Assim, os supostos da modernidade, particularmente a liberdade e a igualdade, dependem, para se materializarem, da força do Judiciário, de um lado, e do acesso à justiça, das possibilidades reais de se ingressar em tribunais, de outro.

Para terminar, volto à deusa Têmis, que enfrentava no Olimpo o deus da guerra, Ares. Naquele tempo, como hoje, duas armas se enfrentam: a violência, que destrói e vive da desigualdade, e a lei, que constrói e busca a igualdade.


(Adaptado de SADEK, Maria Tereza Aina. “Justiça e direitos: a construção da igualdade". In: Agenda Brasileira. São Paulo, Cia. das Letras, 2011, p. 326-333.)

...os supostos da modernidade (...) dependem, para se materializarem, da força do Judiciário...

O verbo que possui, no contexto, o mesmo tipo de complemento que o sublinhado acima está empregado em:

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400Q142323 | Direito Processual Penal, Analista Judiciário Judiciária e Administrativa, TJ AP, FCC

Em relação à aplicação da lei processual penal no tempo, é correto afirmar:

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