Marta, passageira de um ônibus coletivo urbano operado pela
concessionária Expresso São Jorge Ltda., sofreu uma queda
quando o motorista realizou uma freada brusca para evitar a
colisão com um ciclista que atravessou repentinamente a via.
Durante a freada, a porta traseira do ônibus se abriu
inesperadamente, devido a uma falha no mecanismo de
travamento, e Marta caiu do veículo, sofrendo lesões graves.
Em ação de indenização, a concessionária alegou que o motorista
agiu corretamente ao evitar o atropelamento e que o acidente
decorreu de culpa exclusiva do ciclista e da conduta de Marta, que
estava em pé próxima à porta, contrariando a sinalização interna.
O laudo técnico constatou que o sistema de travamento da porta
apresentava defeito mecânico pré-existente, que não havia sido
objeto de manutenção adequada.
Sobre a situação hipotética narrada, assinale a afirmativa correta.
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