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Questões de Concursos TRE AL

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341Q257312 | Direito Eleitoral, Direitos Políticos, Técnico Judiciário Área Administrativa, TRE AL, FCC

Para concorrer a cargo eletivo, o eleitor deverá estar filiado ao respectivo partido, pelo menos,

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342Q181636 | Direito Constitucional, Organização Político Administrativa do Estado, Engenheiro Civil, TRE AL, FCC

Com relação à organização do Estado, é correto afirmar que:
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343Q150183 | Português, Sintaxe, Analista Judiciário Tecnologia da Informação, TRE AL, CESPE CEBRASPE

Texto associado.

Texto I - itens de 1 a 20
Apostando na leitura
1 Se a chamada leitura do mundo se aprende por aí, na tal escola da vida, a leitura de livros carece de aprendizado mais
regular, que geralmente acontece na escola. Mas leitura, quer do mundo, quer de livros, só se aprende e se vivencia, de forma
plena, coletivamente, em troca contínua de experiências com os outros. É nesse intercâmbio de leituras que se refinam, se
4 reajustam e se redimensionam hipóteses de significado, ampliando constantemente a nossa compreensão dos outros, do mundo
e de nós mesmos. Da proibição de certos livros (cuja posse poderia ser punida com a fogueira) ao prestígio da Bíblia, sobre a qual
juram as testemunhas em júris de filmes norte-americanos, o livro, símbolo da leitura, ocupa lugar importante em nossa sociedade.
7 Foi o texto escrito, mais que o desenho, a oralidade ou o gesto, que o mundo ocidental elegeu como linguagem que cimenta a
cidadania, a sensibilidade, o imaginário. É ao texto escrito que seconfiam as produções de ponta da ciência e da filosofia; é ele
que regula os direitos de um cidadão para com os outros, de todos para com o Estado e vice-versa. Pois a cidadania plena, em
10 sociedades como a nossa, só é possível - se e quando ela é possível - para leitores. Por isso, a escola é direito de todos e dever
do Estado: uma escola competente, como precisam ser os leitores que ela precisa formar. Daí, talvez, o susto com que se observa
qualquer declínio na prática de leitura, principalmente dos jovens, observação imediatamente transformada em diagnóstico de
13 uma crise da leitura, geralmente encarada como anúncio do apocalipse, da derrocada da cultura e da civilização. Que os jovens
não gostem de ler, que lêem mal ou lêem pouco é um refrão antigo, que de salas de professores e congressos de educação ressoa
pelo país afora. Em tempo de vestibular, o susto é transportado para a imprensa e, ao começo de cada ano letivo, a terapêutica
16 parece chegar à escola, na oferta decoleções de livros infantis, juvenis e paradidáticos, que apregoam vender, com a história que
contam, o gosto pela leitura. Talvez, assim, pacifique corações saber que desde sempre - isto é, desde que se inventaram livros
e alunos - se reclama da leitura dos jovens, do declínio do bom gosto, da bancarrota das belas letras! Basta dizer que Quintiliano,
19 mestre-escola romano, acrescentou a seu livro uma pequena antologia de textos literários, para garantir um mínimo de leitura aos
estudantes de retórica. No século I da era cristã! Estamos, portanto, em boa companhia. E temos, de troco, uma boa sugestão: se
cada leitor preocupado com a leitura do próximo, sobretudo leitores-professores, montar sua própria biblioteca e sua antologia
22 e contagiar por elas outros leitores, sobretudo leitores-alunos, por certo a prática de leitura na comunidade representada por tal
círculo de pessoas terá um sentido mais vivo. E a vida será melhor, iluminada pela leitura solidária de histórias, de contos,de
poemas, de romances, de crônicas e do que mais falar a nossos corações de leitores que, em tarefa de amor e paciência, apostam
25 no aprendizado social da leitura.

Marisa Lajolo. Folha de S. Paulo, 19/9/1993 (com adaptações).

A partir da análise do emprego das classes de palavras e da
sintaxe das orações e dos períodos do texto I, julgue os itens que
se seguem.

O substantivo "compreensão" (l.4) está determinado por
quatro adjuntos preposicionados: de nós próprios, dos
outros, do mundo e do que os outros fazem do mundo.

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344Q263601 | Português, Interpretação de Textos, Técnico Judiciário Telefonia, TRE AL, CESPE CEBRASPE

Texto associado.

1 Em Atenas, a base da democracia era a igualdade de
todos os cidadãos. Igualdade perante a lei (isonomia) e
igualdade de poder se pronunciar na assembléia (isagoria),
4 quer dizer, direito à palavra. Essas duas liberdades eram os
pilares do regime, estendidos a ricos e pobres, a nobres e
plebeus. Na democracia ateniense, o sistema de sorteio
7 evitava, em parte, a formação de uma classe de políticos
profissionais que atuassem de uma maneira separada do
povo, procurando fazer que qualquer um se sentisse apto a
10 manejar os assuntos públicos, eliminando-se a alienação
política dos indivíduos.
Procurava-se, com o exercício direto da
13 participação, tornar o público coisa privada. Sob o ponto de
vista grego, o cidadão que se negasse a participar dos
assuntos públicos, em nome da sua privacidade, era
16 moralmente condenado.

Internet: . Acesso em 16/7/2004 (com adaptações).

Considerando o texto acima, julgue os seguintes itens.

A flexão de masculino plural em "estendidos" (R.5) indica que essa palavra se refere a "pilares" (R.5), vocábulo que, por sua vez, retoma a idéia de "liberdades" (R.4).

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345Q155326 | Engenharia de Software, Orientação a Objetos, Analista Judiciário Tecnologia da Informação, TRE AL, CESPE CEBRASPE

Texto associado.

A respeito da orientação a objetos, que é uma das técnicas mais
utilizadas para concepção e desenvolvimento de programas,
julgue os itens seguintes.

Na UML, um diagrama de estados mostra os vários estados
pelos quais passa um objeto e as transições de um estado
para outro.

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346Q456955 | Direito Eleitoral, Transporte e Distribuição, Analista Judiciário, TRE AL, CESPE CEBRASPE

Acerca do alistamento e da transferência eleitoral, julgue os itens seguintes.

Se um eleitor se inscreveu na justiça eleitoral em junho de 2003, ele somente poderá obter transferência após as eleições de 2004.

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347Q156180 | Português, Interpretação de Textos, Analista Judiciário Tecnologia da Informação, TRE AL, CESPE CEBRASPE

Texto associado.

Texto I - itens de 1 a 20
Apostando na leitura
1 Se a chamada leitura do mundo se aprende por aí, na tal escola da vida, a leitura de livros carece de aprendizado mais
regular, que geralmente acontece na escola. Mas leitura, quer do mundo, quer de livros, só se aprende e se vivencia, de forma
plena, coletivamente, em troca contínua de experiências com os outros. É nesse intercâmbio de leituras que se refinam, se
4 reajustam e se redimensionam hipóteses de significado, ampliando constantemente a nossa compreensão dos outros, do mundo
e de nós mesmos. Da proibição de certos livros (cuja posse poderia ser punida com a fogueira) ao prestígio da Bíblia, sobre a qual
juram as testemunhas em júris de filmes norte-americanos, o livro, símbolo da leitura, ocupa lugar importante em nossa sociedade.
7 Foi o texto escrito, mais que o desenho, a oralidade ou o gesto, que o mundo ocidental elegeu como linguagem que cimenta a
cidadania, a sensibilidade, o imaginário. É ao texto escrito que seconfiam as produções de ponta da ciência e da filosofia; é ele
que regula os direitos de um cidadão para com os outros, de todos para com o Estado e vice-versa. Pois a cidadania plena, em
10 sociedades como a nossa, só é possível - se e quando ela é possível - para leitores. Por isso, a escola é direito de todos e dever
do Estado: uma escola competente, como precisam ser os leitores que ela precisa formar. Daí, talvez, o susto com que se observa
qualquer declínio na prática de leitura, principalmente dos jovens, observação imediatamente transformada em diagnóstico de
13 uma crise da leitura, geralmente encarada como anúncio do apocalipse, da derrocada da cultura e da civilização. Que os jovens
não gostem de ler, que lêem mal ou lêem pouco é um refrão antigo, que de salas de professores e congressos de educação ressoa
pelo país afora. Em tempo de vestibular, o susto é transportado para a imprensa e, ao começo de cada ano letivo, a terapêutica
16 parece chegar à escola, na oferta decoleções de livros infantis, juvenis e paradidáticos, que apregoam vender, com a história que
contam, o gosto pela leitura. Talvez, assim, pacifique corações saber que desde sempre - isto é, desde que se inventaram livros
e alunos - se reclama da leitura dos jovens, do declínio do bom gosto, da bancarrota das belas letras! Basta dizer que Quintiliano,
19 mestre-escola romano, acrescentou a seu livro uma pequena antologia de textos literários, para garantir um mínimo de leitura aos
estudantes de retórica. No século I da era cristã! Estamos, portanto, em boa companhia. E temos, de troco, uma boa sugestão: se
cada leitor preocupado com a leitura do próximo, sobretudo leitores-professores, montar sua própria biblioteca e sua antologia
22 e contagiar por elas outros leitores, sobretudo leitores-alunos, por certo a prática de leitura na comunidade representada por tal
círculo de pessoas terá um sentido mais vivo. E a vida será melhor, iluminada pela leitura solidária de histórias, de contos,de
poemas, de romances, de crônicas e do que mais falar a nossos corações de leitores que, em tarefa de amor e paciência, apostam
25 no aprendizado social da leitura.

Marisa Lajolo. Folha de S. Paulo, 19/9/1993 (com adaptações).

A partir do texto I e a respeito de redação e correspondência
oficial, julgue os itens a seguir.

A afirmação "Quintiliano, mestre-escola romano,
acrescentou a seu livro uma pequena antologia de textos
literários, para garantir um mínimo de leitura aos estudantes
de retórica" (l.18-20) jamais poderia ser inserida em uma
ata, nem vindo entre aspas, por estar reproduzindo a fala de
algum dos participantes da reunião.

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348Q146870 | Administração Financeira e Orçamentária, Classificação da Receita e Despesa Orçamentária, Analista Judiciário Contabilidade, TRE AL, FCC

O mecanismo utilizado para reforçar dotação orçamentária que se tornou insuficiente durante o exercício denomina- se crédito
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349Q261686 | Português, Morfologia, Técnico Judiciário Enfermagem, TRE AL, CESPE CEBRASPE

Texto associado.

1 Em relação ao tema da democracia e da cidadania,
no mundo grego não havia ambigüidades: cidadãos eram
aqueles liberados do reino da necessidade, portadores de
4 direitos e cumpridores de deveres, agindo no mundo por
meio do discurso e da ação e gozando da liberdade. No
entanto, a sociedade grega não conhecia a noção de
7 indivíduo, que emerge com a modernidade, pois havia uma
certa homogeneidade entre os cidadãos, na medida em que
estavam excluídos da esfera pública e do exercício da
10 cidadania as mulheres, os estrangeiros e os escravos.

João B. A. da Costa. Democracia, cidadania e atores políticos de
esquerda. Internet: . Acesso em 16/7/2004 (com adaptações).

Julgue os itens seguintes, a respeito das idéias e da organização
do texto acima.

O emprego dos conectivos "No entanto" (l.5-6) e "pois"
(l.7) torna o texto inadequado para compor um texto oficial,
por não atender às exigências de clareza e objetividade,
caracterizadoras da redação oficial.

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350Q259146 | Português, Interpretação de Textos, Técnico Judiciário Enfermagem, TRE AL, CESPE CEBRASPE

Texto associado.

1 Em relação ao tema da democracia e da cidadania,
no mundo grego não havia ambigüidades: cidadãos eram
aqueles liberados do reino da necessidade, portadores de
4 direitos e cumpridores de deveres, agindo no mundo por
meio do discurso e da ação e gozando da liberdade. No
entanto, a sociedade grega não conhecia a noção de
7 indivíduo, que emerge com a modernidade, pois havia uma
certa homogeneidade entre os cidadãos, na medida em que
estavam excluídos da esfera pública e do exercício da
10 cidadania as mulheres, os estrangeiros e os escravos.

João B. A. da Costa. Democracia, cidadania e atores políticos de
esquerda. Internet: . Acesso em 16/7/2004 (com adaptações).

Julgue os itens seguintes, a respeito das idéias e da organização
do texto acima.

Nas linhas 2 e 7, mantêm-se a correção gramatical e a
coerência do texto ao se substituir as duas ocorrências de
"havia" por existia.

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351Q257153 | Português, Morfologia, Técnico Judiciário Enfermagem, TRE AL, CESPE CEBRASPE

Texto associado.

1 Em relação ao tema da democracia e da cidadania,
no mundo grego não havia ambigüidades: cidadãos eram
aqueles liberados do reino da necessidade, portadores de
4 direitos e cumpridores de deveres, agindo no mundo por
meio do discurso e da ação e gozando da liberdade. No
entanto, a sociedade grega não conhecia a noção de
7 indivíduo, que emerge com a modernidade, pois havia uma
certa homogeneidade entre os cidadãos, na medida em que
estavam excluídos da esfera pública e do exercício da
10 cidadania as mulheres, os estrangeiros e os escravos.

João B. A. da Costa. Democracia, cidadania e atores políticos de
esquerda. Internet: . Acesso em 16/7/2004 (com adaptações).

Julgue os itens seguintes, a respeito das idéias e da organização
do texto acima.

De acordo com os sentidos do texto, subentende-se a
preposição por imediatamente antes de "portadores" (l.3).

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352Q257431 | Enfermagem, Técnico Judiciário Enfermagem, TRE AL, CESPE CEBRASPE

Texto associado.

Durante o plantão noturno de um profissional de enfermagem, deram entrada na sala de emergência três pacientes vítimas de queimaduras. A primeira, um homem de 43 anos,
encontrava-se consciente e orientado. Informou ao enfermeiro ter ajudado as pessoas a saírem da casa onde estavam, alguns minutos após o início de um incêndio, que se deu por uso
indevido de um fogão a lenha localizado no único cômodo da casa. Esse homem apresentava queimaduras nas mãos e nas pernas, caracterizadas por eritema intenso, bolhas, edema e dor.
A segunda vítima, uma mulher de 37 anos, chegou inconsciente. Seus sinais vitais indicavam apnéia, bradicardia, hipotensão e hipotermia. Apresentava, também, várias áreas queimadas,
inclusive o tórax e a cabeça. Em alguns locais, havia apenas forte eritema, e, em outros, as lesões apresentavam-se esbranquiçadas, com perda de camadas da pele. A terceira vítima, uma criança de 2 anos, encontrava-se consciente, chorosa, com sinais de queimaduras em um dos braços e em uma das mãos,cujas características eram de hiperemia e edema. Seus sinais vitais revelaram função cardíaca normal e ausência de dificuldade respiratória.

Considerando a situação hipotética acima, julgue os itens subseqüentes.

A paciente de 37 anos teve queimaduras classificadas como de primeiro e terceiro graus.

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353Q150182 | Engenharia de Software, Orientação a Objetos, Analista Judiciário Tecnologia da Informação, TRE AL, CESPE CEBRASPE

Texto associado.

A respeito da orientação a objetos, que é uma das técnicas mais
utilizadas para concepção e desenvolvimento de programas,
julgue os itens seguintes.

Em análise orientada a objetos, a existência de entidade
caracterizada por um único atributo indica, com certeza, que
essa entidade deve ser um dos objetos do modelo do sistema.

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354Q258033 | Português, Interpretação de Textos, Técnico Judiciário Área Administrativa, TRE AL, FCC

Texto associado.
O século XX escolheu a democracia como forma predominante
de governo e, para legitimá-la, as eleições pelo voto
da maioria. O momento eleitoral passou a mobilizar as energias
da política e trazer ao debate as questões públicas relevantes.
No entanto, demagogias de campanha e mandatos mal cumpridos
foram aos poucos empanando a festa de cidadania do
sufrágio universal.

Pierre Rosanvallon propõe como um dos critérios para
avaliar o grau de legitimidade de uma instituição a sua capacidade
de encarnar valores e princípios que sejam percebidos
pela sociedade como tais. Assim como a confiança entre pessoas,
legitimidade é uma entidade invisível. Mas ela contribui
para a formação da própria essência da democracia, levando à
adesão dos cidadãos. Afinal, a democracia repousa sobre a
ficção de transformar a maioria em unanimidade, gerando uma
legitimidade sempre imperfeita. O consentimento de todos seria
a única garantia indiscutível do respeito a cada um.

Mas a unanimidade dos votos é irrealizável. Por isso a
regra majoritária foi introduzida como uma prática necessária.
Na democracia os conflitos são inevitáveis, porque governar é
cada vez mais administrar os desejos das várias minorias em
busca de consensos que formem maiorias sempre provisórias.
Há, assim, uma contradição inevitável entre a legitimidade dos
conflitos e a necessidade de buscar consensos. Fazer política
na democracia implica escolher um campo, tomar partido.
Quanto mais marcadas por divisões sociais e por
incertezas, mais as sociedades produzem conflitos e necessitam
de lideranças que busquem consensos. Como o papel do
Poder Executivo é agir com prontidão, não lhe é possível gerir a
democracia sem praticar arbitragens e fazer escolhas. Mas
também não há democracia sem o Poder Judiciário, encarregado
de nos lembrar e impor um sistema legal que deve expressar
o interesse geral momentâneo; igualmente ela não existe sem
as burocracias públicas encarregadas de fazer com que as
rotinas administrativas essenciais à vida em comum sejam realizadas
com certa eficiência e autonomia.

(Gilberto Dupas. O Estado de S. Paulo, A2, 17 de janeiro
de 2009, com adaptações)
Foi bem-vinda a voz de um poder administrativo independente. A voz de um poder administrativo independente encarna o interesse geral. O poder administrativo independente atenua a legitimidade imperfeita da democracia.

As frases acima articulam-se em um único período, com clareza, lógica e correção, em:
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355Q154222 | Português, Interpretação de Textos, Analista Judiciário Tecnologia da Informação, TRE AL, CESPE CEBRASPE

Texto associado.

Texto I - itens de 1 a 20
Apostando na leitura
1 Se a chamada leitura do mundo se aprende por aí, na tal escola da vida, a leitura de livros carece de aprendizado mais
regular, que geralmente acontece na escola. Mas leitura, quer do mundo, quer de livros, só se aprende e se vivencia, de forma
plena, coletivamente, em troca contínua de experiências com os outros. É nesse intercâmbio de leituras que se refinam, se
4 reajustam e se redimensionam hipóteses de significado, ampliando constantemente a nossa compreensão dos outros, do mundo
e de nós mesmos. Da proibição de certos livros (cuja posse poderia ser punida com a fogueira) ao prestígio da Bíblia, sobre a qual
juram as testemunhas em júris de filmes norte-americanos, o livro, símbolo da leitura, ocupa lugar importante em nossa sociedade.
7 Foi o texto escrito, mais que o desenho, a oralidade ou o gesto, que o mundo ocidental elegeu como linguagem que cimenta a
cidadania, a sensibilidade, o imaginário. É ao texto escrito que seconfiam as produções de ponta da ciência e da filosofia; é ele
que regula os direitos de um cidadão para com os outros, de todos para com o Estado e vice-versa. Pois a cidadania plena, em
10 sociedades como a nossa, só é possível - se e quando ela é possível - para leitores. Por isso, a escola é direito de todos e dever
do Estado: uma escola competente, como precisam ser os leitores que ela precisa formar. Daí, talvez, o susto com que se observa
qualquer declínio na prática de leitura, principalmente dos jovens, observação imediatamente transformada em diagnóstico de
13 uma crise da leitura, geralmente encarada como anúncio do apocalipse, da derrocada da cultura e da civilização. Que os jovens
não gostem de ler, que lêem mal ou lêem pouco é um refrão antigo, que de salas de professores e congressos de educação ressoa
pelo país afora. Em tempo de vestibular, o susto é transportado para a imprensa e, ao começo de cada ano letivo, a terapêutica
16 parece chegar à escola, na oferta decoleções de livros infantis, juvenis e paradidáticos, que apregoam vender, com a história que
contam, o gosto pela leitura. Talvez, assim, pacifique corações saber que desde sempre - isto é, desde que se inventaram livros
e alunos - se reclama da leitura dos jovens, do declínio do bom gosto, da bancarrota das belas letras! Basta dizer que Quintiliano,
19 mestre-escola romano, acrescentou a seu livro uma pequena antologia de textos literários, para garantir um mínimo de leitura aos
estudantes de retórica. No século I da era cristã! Estamos, portanto, em boa companhia. E temos, de troco, uma boa sugestão: se
cada leitor preocupado com a leitura do próximo, sobretudo leitores-professores, montar sua própria biblioteca e sua antologia
22 e contagiar por elas outros leitores, sobretudo leitores-alunos, por certo a prática de leitura na comunidade representada por tal
círculo de pessoas terá um sentido mais vivo. E a vida será melhor, iluminada pela leitura solidária de histórias, de contos,de
poemas, de romances, de crônicas e do que mais falar a nossos corações de leitores que, em tarefa de amor e paciência, apostam
25 no aprendizado social da leitura.

Marisa Lajolo. Folha de S. Paulo, 19/9/1993 (com adaptações).

De acordo com as idéias do texto I, julgue os itens seguintes.

Considerando a possibilidade de divisão do texto em
parágrafos, o primeiro deles apresentaria o tema a ser
desenvolvido e se estenderia até "mesmos" (l.5).

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356Q794002 | Ética na Administração Pública, Técnico Judiciário, TRE AL, CESPE CEBRASPE

O código de ética profissional de uma empresa é um conjunto de princípios que visa estabelecer um padrão de comportamento entre os membros dessa empresa e seus clientes, fundamentado em um conceito de ética universal voltada para o desenvolvimento individual e da empresa. Acerca desse tema, julgue os itens a seguir.

Atender plenamente ao código de ética da empresa é condição necessária e suficiente para que um profissional seja eficiente e eficaz.

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357Q264119 | Português, Morfologia, Técnico Judiciário Telefonia, TRE AL, CESPE CEBRASPE

Texto associado.

1 Para a direita a noção de cidadania procura
expurgar a noção de igualdade inerente a este termo.
A cidadania é vista como uma outorgação do Estado ou, no
4 limite, o reconhecimento da igualdade jurídica, que
discrimina e escamoteia o fato de que os direitos, para serem
gozados, necessitam de uma certa homogeneidade social e
7 econômica. Assim, ao absolutizar o nivelamento jurídico dos
indivíduos, este raciocínio opera um escamoteamento das
desigualdades econômicas, sociais, políticas e culturais que
10 permeiam uma sociedade onde as classes sociais, os gêneros,
as etnias e os grupos têm acesso diferenciado e desigual aos
bens materiais e simbólicos.

João B. A. da Costa.
Democracia, cidadania e atores políticos de esquerda.
Internet: . Acesso em 16/7/2004 (com adaptações).

Acerca do texto acima, julgue os itens que se seguem.

Preservam-se as relações semânticas do texto ao se transformar a oração de voz passiva "A cidadania é vista" (R.3) na oração de voz ativa: A direita vê a cidadania.

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358Q257480 | Enfermagem, Técnico Judiciário Enfermagem, TRE AL, CESPE CEBRASPE

Texto associado.

O serviço de vigilância sanitária estabelece ações de rotina com o objetivo de proteger e promover a saúde da população. Julgue os itens seguintes quanto aos aspectos referentes à vigilância
sanitária.

Cabe à vigilância sanitária controlar os riscos ambientais, como, por exemplo, os relativos a consumo de água, uso de mananciais hídricos, esgoto, poluição do ar e do solo e lixo - doméstico, industrial ou hospitalar.

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359Q153160 | Engenharia de Software, Orientação a Objetos, Analista Judiciário Tecnologia da Informação, TRE AL, CESPE CEBRASPE

Texto associado.

A respeito da orientação a objetos, que é uma das técnicas mais
utilizadas para concepção e desenvolvimento de programas,
julgue os itens seguintes.

No contexto da UML (unified modelling language), a visão
do modelo comportamental representa os aspectos dinâmicos
do comportamento dos usuários do sistema.

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360Q148883 | Informática, Árvores, Analista Judiciário Tecnologia da Informação, TRE AL, CESPE CEBRASPE

Texto associado.

A atividade de programação requer conhecimento técnico de
diversas formas de algoritmos e estruturas de controle e de dados.
Acerca dos elementos técnicos da atividade de programação,
julgue os itens a seguir.

É possível manter, em uma estrutura de árvore, além dos
ponteiros normais de pais para filhos, ponteiros adicionais
dos filhos para os pais e ponteiros entre os irmãos, de modo
a se ter maior flexibilidade nos modos de percurso da árvore,
embora isso geralmente resulte em sobrecarga de
armazenamento e de processamento.

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