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Questões de Concursos TRF 4a

Resolva questões de TRF 4a comentadas com gabarito, online ou em PDF, revisando rapidamente e fixando o conteúdo de forma prática.


381Q139513 | Português, Interpretação de Textos, Analista Judiciário Área Judiciária Execução de Mandados, TRF 4a, FCC

Texto associado.

Atenção: As questões de números 1 a 20 referem-se ao texto
que segue.

Para que servem as ficções?

Cresci numa família em que ler romances e assistir a
filmes, ou seja, mergulhar em ficções, não era considerado uma
perda de tempo. Podia atrasar os deveres ou sacrificar o sono
para acabar um capítulo, e não era preciso me trancar no
banheiro nem ler à luz de uma lanterna. Meus pais, eventualmente,
pediam que organizasse melhor meu horário, mas deixavam
claro que meu interesse pelas ficções era uma parte
crucial (e aprovada) da minha "formação". Eles sequer exigiam
que as ditas ficções fossem edificantes ou tivessem um valor
cultural estabelecido. Um policial e um Dostoiévski eram tratados
com a mesma deferência. Quando foi a minha vez de ser
pai, agi da mesma forma. Por quê?

Existe a idéia (comum) segundo a qual a ficção é uma
"escola de vida": ela nos apresenta a diversidade do mundo e
constitui um repertório dopossível. Alguém dirá: o mesmo não
aconteceria com uma série de bons documentários ou ensaios
etnográficos? Certo, documentários e ensaios ampliam nossos
horizontes. Mas a ficção opera uma mágica suplementar.

Tome, por exemplo, "O Caçador de Pipas", de Khaled
Hosseini. A leitura nos faz conhecer a particularidade do Afeganistão,
mas o que torna o romance irresistível é a história singular
de Amir, o protagonista. Amir, afastado de nós pela particularidade
de seu grupo, revela-se igual a nós pela singularidade
de sua experiência. A vida dos afegãos pode ser objeto
de um documentário, que, sem dúvida, será instrutivo. Mas a
história fictícia "daquele" afegão o torna meu semelhante e meu
irmão.

Esta é a mágica da ficção: no meio das diferenças
particulares entre grupos, ela inventa experiências singulares
que revelam a humanidade que é comum a todos, protagonistas
e leitores. A ficção de uma vida diferente da minha me ajuda a
descobrir o que há de humanoem mim.

Enfim, se perpetuei e transmiti o respeito de meus pais
pelas ficções é porque elas me parecem ser a maior e melhor
fonte não de nossas normas morais, mas de nosso pensamento
moral.

(Contardo Calligaris, Folha de S. Paulo, 18/01/2007)

O autor do texto vale-se dos conceitos de "particularidade" e "singularidade" para desenvolver a idéia de que

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382Q147979 | Psicologia, Resoluções CFP, Analista Judiciário Psicologia do Trabalho, TRF 4a, FCC

O Manual de Elaboração de Documentos Decorrentes de Avaliações Psicológicas (Resolução CFP N° 007/2003) aponta que o relatório ou o laudo psicológico, em relação à sua Estrutura, deve conter, no mínimo, 5 (cinco) itens. No item 4 ? Análise ? consta que o psicólogo

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383Q251462 | Enfermagem, Classificações Farmacológicas, Técnico Judiciário Enfermagem, TRF 4a, FCC

Os medicamentos utilizados para diminuir a hipercolesterolemia, controlar a hipertensão arterial, provocar broncodilatação e aumentar o débito urinário são, respectivamente,

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384Q44665 | Português, Técnico Judiciário, TRF 4a, FCC

Texto associado.
Atenção: Para responder a questão considere o texto abaixo. 

         Ler um livro é desinteressar-se a gente deste mundo comum e objetivo para viver noutro mundo. A janela iluminada noite adentro isola o leitor da realidade da rua, que é o sumidouro da vida subjetiva. Árvores ramalham. De vez em quando passam passos. Lá no alto estrelas teimosas namoram inutilmente a janela iluminada. O homem, prisioneiro do círculo claro da lâmpada, apenas ligado a este mundo pela fatalidade vegetativa do seu corpo, está suspenso no ponto ideal de uma outra dimensão, além do tempo e do espaço. No tapete voador só há lugar para dois passageiros: Leitor e autor. 
        O leitor ingênuo é simplesmente ator. Quero dizer que, num folhetim ou num romance policial, procura o reflexo dos seus sentimentos imediatos, identificando-se logo com o protagonista ou herói do romance. Isto, aliás, se dá mais ou menos com qualquer leitor, diante de qualquer livro; de modo geral, nós nos lemos através dos livros. 
        Mas no leitor ingênuo, essa lei dos reflexos toma a forma de um desinteresse pelo livro como obra de arte. Pouco importa a impressão literária, o sabor do estilo, a voz do autor. Quer divertir-se, esquecer as pequenas misérias da vida, vivendo outras vidas desencadeadas pelo bovarismo da leitura. E tem razão. Há dentro dele uma floração de virtualidades recalcadas que, não encontrando desimpedido o caminho estreito da ação, tentam fugir pela estrada larga do sonho.
        Assim éramos nós então, por não sabermos ler nas entrelinhas. E daquela primeira fase de educação sentimental, que parecia inevitável como as espinhas, passava quase sempre o jovem monstro para uma crise de hipercrítica. Devido à necessidade de um restabelecimento de equilíbrio, o excesso engendrava o excesso contrário. A pouco e pouco os românticos pediam terreno em proveito dos naturalistas. Dava-se uma verdadeira subversão de valores na escala da sensibilidade e a fantasia comprazia-se em derrubar os antigos ídolos. Formava-se muitas vezes, coincidindo com manifestações mórbidas que são do domínio da psicanálise, um pedantismo da clarividência, tão nocivo como a intemperança imaginosa ou sentimental, e talvez mais ingênuo, pois refletia um ressentimento de namorado ainda ferido nas suas primeiras ilusões. 

(Adaptado de: MEYER, Augusto. “Do Leitor”, In: À sombra da estante, Rio de Janeiro, José Olympio, 1947, p. 11-19)
... esquecer as pequenas misérias da vida... 
Quero dizer que, num folhetim ou num romance... 
... os românticos perdiam terreno em proveito dos naturalistas. 

Com as alterações necessárias, na ordem dada, os complementos verbais dos segmentos acima são corretamente substituídos por pronomes em:
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385Q153478 | Português, Interpretação de Textos, Analista Judiciário Taquigrafia, TRF 4a, FCC

Texto associado.

A mulher pobre que chega ao caixa de um banco e não
consegue fazer entender sua situação - ela deve pagar uma
fatura de cartão de crédito que lhe foi enviado sem que pedisse,
e que jamais utilizou - é um exemplo corriqueiro do poder das
palavras e da fragilidade de quem não as domina. A mulher
acabará sendo despachada, sem resolver seu problema, pela
impaciência do bancário e de todos os que estão na fila. Duas
carências na mesma pessoa: a de recursos econômicos e a de
linguagem. Nem o conforto de um status prestigiado, nem a
desenvoltura argumentativa de um discurso.
Graciliano Ramos, no romance Vidas secas, tratou a
fundo dessa questão: suas personagens, desamparados retirantes
nordestinos, lutam contra as privações básicas: a de água, a
de comida... e a de linguagem. O narrador desse romance é um
escritor ultraconsciente de seu ofício: sabe que muito da nossa
identidade profunda e da nossa identificação social guarda uma
relação direta com o domínioque temos ou deixamos de ter das
palavras. Não há, para Graciliano, neutralidade em qualquer
discurso: um falante carrega consigo o prestígio ou a humilhação
do que é ou não é capaz de articular.
Nas escolas, o ensino da língua não pode deixar de
considerar essa intersecção entre linguagem e poder. O professor,
bem armado com sua refinada metalinguagem, pode,
evidentemente, reconhecer que há uma específica suficiência
na comunicação que os alunos já trazem consigo; mas terá ele
o direito de não prepará-los para um máximo de competência,
que inclui não apenas uma plena exploração funcional da
língua, mas também o acesso à sua mais alta representação,
que está na literatura?
(Juvenal Mesquita, inédito)

Ao relacionar o uso da linguagem a alguma esfera do poder, o autor vale-se de um vocabulário já de si indicativo dessa relação.

NÃO se encontra índice dessa relação apenas neste segmento:

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386Q155866 | Psicologia, Código de Ética do Psicólogo, Analista Judiciário Psicologia do Trabalho, TRF 4a, FCC

De acordo com o Art. 15 do Código de Ética Profissional do Psicólogo, em caso de interrupção do trabalho do psicólogo, por quaisquer motivos, ele deverá zelar pelo destino dos seus

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387Q254194 | Raciocínio Lógico, Técnico Judiciário Contabilidade, TRF 4a, FCC

Considere verdadeiras as afirmações:

Se vou ao cinema, então como pipoca.
Se o lugar é marcado, então não posso sentar em outra cadeira.
Fui ao cinema.

A partir, apenas, dessas afirmações é possível concluir que
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388Q155701 | Português, Interpretação de Textos, Analista Judiciário Taquigrafia, TRF 4a, FCC

Texto associado.

A mulher pobre que chega ao caixa de um banco e não
consegue fazer entender sua situação - ela deve pagar uma
fatura de cartão de crédito que lhe foi enviado sem que pedisse,
e que jamais utilizou - é um exemplo corriqueiro do poder das
palavras e da fragilidade de quem não as domina. A mulher
acabará sendo despachada, sem resolver seu problema, pela
impaciência do bancário e de todos os que estão na fila. Duas
carências na mesma pessoa: a de recursos econômicos e a de
linguagem. Nem o conforto de um status prestigiado, nem a
desenvoltura argumentativa de um discurso.
Graciliano Ramos, no romance Vidas secas, tratou a
fundo dessa questão: suas personagens, desamparados retirantes
nordestinos, lutam contra as privações básicas: a de água, a
de comida... e a de linguagem. O narrador desse romance é um
escritor ultraconsciente de seu ofício: sabe que muito da nossa
identidade profunda e da nossa identificação social guarda uma
relação direta com o domínioque temos ou deixamos de ter das
palavras. Não há, para Graciliano, neutralidade em qualquer
discurso: um falante carrega consigo o prestígio ou a humilhação
do que é ou não é capaz de articular.
Nas escolas, o ensino da língua não pode deixar de
considerar essa intersecção entre linguagem e poder. O professor,
bem armado com sua refinada metalinguagem, pode,
evidentemente, reconhecer que há uma específica suficiência
na comunicação que os alunos já trazem consigo; mas terá ele
o direito de não prepará-los para um máximo de competência,
que inclui não apenas uma plena exploração funcional da
língua, mas também o acesso à sua mais alta representação,
que está na literatura?
(Juvenal Mesquita, inédito)

(...) um falante carrega consigo o prestígio ou a humilhação do que é ou não é capaz de articular.

A clareza, a correção formal e o conteúdo básico da frase acima não sofrem prejuízo nesta outra construção:

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389Q142708 | Enfermagem, Administração de medicamentos, Analista Judiciário Enfermagem, TRF 4a, FCC

Para transformar 500 mL de soro glicosado (SG) 5% em 500 mL de SG 7% é necessário acrescentar ao frasco

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390Q141170 | Matemática, Divisão em partes proporcionais, Analista Judiciário Contabilidade, TRF 4a, FCC

Jairo tem apenas três filhos - Alícia, Benício e Felício - cujas idades são 9, 10 e 15 anos, respectivamente. Em maio de 2009, ele dispunha de R$ 735,00 para depositar nas Cadernetas de Poupança dos filhos e, para tal, dividiu essa quantia em partes que eram, ao mesmo tempo, inversamente proporcionais às respectivas idades de cada um e diretamente proporcionais às respectivas notas de Matemática que haviam obtido na avaliação escolar do mês anterior. Se, na avaliação escolar do mês de abril, Alícia tirou 4,5, Benício tirou 8,0 e Felício tirou 5,0, então é correto afirmar que a quantia depositada na Caderneta de Poupança de

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391Q602271 | Biblioteconomia, Analista Judiciário, TRF 4a, ESAF

São variáveis que interferem na escolha dos termos para indexação:

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392Q150258 | Português, Interpretação de Textos, Analista Judiciário Taquigrafia, TRF 4a, FCC

Texto associado.

A literatura é necessária à política quando ela dá voz
àquilo que não tem voz, quando dá um nome àquilo que ainda
não tem um nome, e especialmente àquilo que a linguagem política
exclui ou tenta excluir. Refiro-me, pois, aos aspectos, situações,
linguagens tanto do mundo exterior como do mundo
interior; às tendências reprimidas no indivíduo e na sociedade.
A literatura é como um ouvido que pode escutar além daquela
linguagem que a política entende; é como um olho que pode ver
além da escala cromática que a política percebe. Ao escritor,
precisamente por causa do individualismo solitário do seu trabalho,
pode acontecer explorar regiões que ninguém explorou
antes, dentro ou fora de si; fazer descobertas que cedo ou tarde
resultarão em campos essenciais para a consciência coletiva.
Essa ainda é uma utilidade muito indireta, não intencional,
casual. O escritor segue o seu caminho, e o acaso ou as
determinações sociais e psicológicas levam-no a descobriralguma
coisa que pode se tornar importante também para a ação
política e social.
Mas há também, acredito eu, outro tipo de influência,
não sei se mais direta, mas decerto mais intencional por parte
da literatura, isto é, a capacidade de impor modelos de linguagem,
de visão, de imaginação, de trabalho mental, de correlação
dos fatos, em suma, a criação (e por criação entendo
organização e escolha) daquele gênero de valores modelares
que são a um tempo estéticos e éticos, essenciais em todo
projeto de ação, especialmente na vida política.
Se outrora a literatura era vista como espelho do mundo,
ou como uma expressão direta dos sentimentos, agora nós não
conseguimos mais esquecer que os livros são feitos de palavras,
de signos, de procedimentos de construção; não podemos
esquecer que o que os livros comunicam por vezes permanece
inconsciente para o próprio autor, que em todo livro há uma
parte que é do autor e uma parte que é obra anônima e coletiva.
(Adaptado de Ítalo Calvino, Assunto encerrado)

Ao que designa como utilidade muito indireta, não intencional da literatura (2º parágrafo) o autor opõe, em outro momento do texto, o que designa como

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393Q788484 | Engenharia Elétrica, Fiscalização, Analista Judiciário, TRF 4a, FCC

A respeito de proteção para garantir segurança, considere o item 5 da norma NBR 5410 abaixo, parcialmente transcrito: "As medidas de proteção contra choques elétricos são apresentadas em..."

"Quanto à proteção adicional, os meios de proteção são apresentados em..."

"Massas simultaneamente acessíveis devem estar vinculadas a um mesmo eletrodo de aterramento, sem prejuízo de eqüipotencializações adicionais que se façam necessárias, para fins de proteção contra choques e/ou de compatibilidade eletromagnética."

Os vocábulos medidas, meios e vinculadas constantes na norma devem ser interpretados, respectivamente, da seguinte maneira:

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394Q146328 | Engenharia Elétrica, Analista Judiciário Engenharia Elétrica, TRF 4a, FCC

A capacidade de uma subestação para alimentar uma instalação elétrica, com consumo mensal de 157,68 MWh, fator de carga 0,3, fator de demanda 0,7 e fator de potência na demanda máxima de 0,8, em kVA, deve ser, no mínimo, de

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395Q150966 | Português, Interpretação de Textos, Analista Judiciário Taquigrafia, TRF 4a, FCC

Texto associado.

A literatura é necessária à política quando ela dá voz
àquilo que não tem voz, quando dá um nome àquilo que ainda
não tem um nome, e especialmente àquilo que a linguagem política
exclui ou tenta excluir. Refiro-me, pois, aos aspectos, situações,
linguagens tanto do mundo exterior como do mundo
interior; às tendências reprimidas no indivíduo e na sociedade.
A literatura é como um ouvido que pode escutar além daquela
linguagem que a política entende; é como um olho que pode ver
além da escala cromática que a política percebe. Ao escritor,
precisamente por causa do individualismo solitário do seu trabalho,
pode acontecer explorar regiões que ninguém explorou
antes, dentro ou fora de si; fazer descobertas que cedo ou tarde
resultarão em campos essenciais para a consciência coletiva.
Essa ainda é uma utilidade muito indireta, não intencional,
casual. O escritor segue o seu caminho, e o acaso ou as
determinações sociais e psicológicas levam-no a descobriralguma
coisa que pode se tornar importante também para a ação
política e social.
Mas há também, acredito eu, outro tipo de influência,
não sei se mais direta, mas decerto mais intencional por parte
da literatura, isto é, a capacidade de impor modelos de linguagem,
de visão, de imaginação, de trabalho mental, de correlação
dos fatos, em suma, a criação (e por criação entendo
organização e escolha) daquele gênero de valores modelares
que são a um tempo estéticos e éticos, essenciais em todo
projeto de ação, especialmente na vida política.
Se outrora a literatura era vista como espelho do mundo,
ou como uma expressão direta dos sentimentos, agora nós não
conseguimos mais esquecer que os livros são feitos de palavras,
de signos, de procedimentos de construção; não podemos
esquecer que o que os livros comunicam por vezes permanece
inconsciente para o próprio autor, que em todo livro há uma
parte que é do autor e uma parte que é obra anônima e coletiva.
(Adaptado de Ítalo Calvino, Assunto encerrado)

Atente para as seguintes afirmações:

I. No 1º parágrafo, Calvino mostra que a solidão do indivíduo criador não representa entrave, antes é propícia para descobertas pessoais que poderão produzir uma ressonância coletiva.

II. No 2º parágrafo, o autor defende a ideia de que a beleza de uma obra literária é quase sempre alcançada sem o concurso da vontade de seu criador.

III. No 3º e no 4º parágrafos, o autor compara dois modos históricos de se conceber a literatura e conclui que a visão mais antiga era menos ingênua que a de agora.

Em relação ao texto, está correto APENAS o que se afirma em

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396Q684987 | Informática, Técnico Judiciário Tecnologia da Informação, TRF 4a, FCC, 2019

Considere o programa em pseudocódigo abaixo, que não apresenta erros.
var var1=1, var2=2: inteiro
funcao1()
inicio
            var var1=100, var2=100: inteiro
            imprima("Variaveis dentro da funcao1(): var1= ", var1, " var2=", var2)
fim
funcao2()
inicio
            var1 = var1 +1;
            var2 = var2 +2;
            imprima("Variaveis dentro da funcao2(): var1= ", var1, " var2=", var2)
fim
inicio
            imprima("Variaveis antes de chamar a funcao1(): var1= ", var1, " var2=", var2)
            funcao1()
            imprima("Variaveis depois de chamar a funcao1():var1= ", var1, " var2=", var2)
            funcao2()
        imprima("Variaveis depois de chamar a funcao2():var1= ", var1, " var2=", var2)
fim
O pseudocódigo, ao ser executado, imprimirá
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397Q251990 | Redes de Computadores, Frame Relay, Técnico Judiciário Operação de Computador, TRF 4a, FCC

No Frame-Relay:

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398Q694028 | Programação, Analista Judiciário Sistemas de Tecnologia da Informação, TRF 4a, FCC, 2019

Considere o fragmento de programa JavaScript abaixo.
var str = "123456789";   
 var p = /[^5-7]/g;   
 var resultado = str.match(p);
 A variável resultado vai conter 
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399Q255771 | Redes de Computadores, Equipamentos de Redes, Técnico Judiciário Operação de Computador, TRF 4a, FCC

Em relação a equipamentos de rede, o switch constrói a sua tabela de endereços físicos (MAC table):

I. utilizando o endereço físico de origem do frame para guardar os endereços MAC e mapeá-los para as portas correspondentes.
II. através da consulta à porção destination adress (MAC) e a conseqüente execução do encaminhamento do tráfego destinado ao destination MAC adress e sua respectiva porta de saída.
III. utilizando o endereço físico de destino do frame para guardar os endereços MAC e mapeá-los para as portas correspondentes.

É correto o que consta em

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400Q681304 | Português, Interpretação de Textos, Analista Judiciário Oficial de Justiça Avaliador Federal, TRF 4a, FCC, 2019

Texto associado.
Fertilidade das utopias 

                 Um ideal de vida pessoal ou coletivo precisa estar lastreado numa avaliação realista das circunstâncias e restrições existentes. Ocorre, porém, que a realidade objetiva não é toda a realidade. A vida dos povos, não menos que a dos indivíduos, é vivida em larga medida na imaginação. 
              A capacidade de sonho e o desejo de mudar fertilizam o real, expandem as fronteiras do possível e reembaralham as cartas do provável. Quando a vontade de mudança e a criação do novo estão em jogo, resignar-se a um covarde e defensivo realismo é condenar-se ao passado e à repetição medíocre. Se o sonho descuidado do real é vazio, o real desprovido de sonho é deserto. No universo das relações humanas, o futuro responde à força e à ousadia do nosso querer. O desejo move. 
(Adaptado de: GIANETTI, Eduardo. Trópicos utópicos. São Paulo: Companhia das Letras, 2016, p 145)
Se o sonho descuidado do real é vazio, o real desprovido de sonho é deserto. Nesse período do texto, as duas orações que o compõem
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