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Questões de Concursos TRT 20a REGIÃO

Resolva questões de TRT 20a REGIÃO comentadas com gabarito, online ou em PDF, revisando rapidamente e fixando o conteúdo de forma prática.


221Q138828 | Direito do Trabalho, Comissões de Conciliação Prévia, Analista Judiciário Área Judiciária Execução de Mandados, TRT 20a REGIÃO, FCC

De acordo com a Consolidação das Leis do Trabalho, salvo se cometerem falta grave, nos termos da lei, é vedada a dispensa dos representantes dos empregados membros da Comissão de Conciliação Prévia,

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222Q139390 | Português, Interpretação de Textos, Analista Judiciário Área Judiciária Execução de Mandados, TRT 20a REGIÃO, FCC

Texto associado.

Atenção: As questões de números 11 a 20 referem-se ao texto
seguinte.

Falamos o idioma de Cabral?

Se é que Cabral gritou alguma coisa quando avistou o
monte Pascoal, certamente não foi "terra ã vishta", assim, com
o "a" abafado e o "s" chiado que associamos ao sotaque
português. No século XVI, nossos primos lusos não engoliam
vogais nem chiavam nas consoantes - essas modas surgiram
no século XVII. Cabral teria berrado um "a" bem aberto e dito
"vista" com o "s" sibilante igual ao dos paulistas de hoje. Na
verdade, nós, brasileiros, mantivemos sons que viraram arcaísmos
empoeirados para os portugueses.
Mas, se há semelhanças entre a língua do Brasil de hoje
e o português antigo, há ainda mais diferenças. Boa parte delas
é devida ao tráfico de escravos, que trouxe ao Brasil um número
imenso de negros que não falavam português. "Já no século
XVI, a maioria da população da Bahia era africana", diz Rosa
Virgínia Matos, lingüista daUniversidade Federal da Bahia.
"Toda essa gente aprendeu a língua de ouvido, sem escola",
afirma. Na ausência da educação formal, a mistura de idiomas
torna-se comum e traços de um impregnam o outro. "Assim os
negros deixaram marcas definitivas", diz Rosa.
Também no século XVI, começaram a surgir diferenças
regionais no português do Brasil. Num pólo estavam as áreas
costeiras, onde os índios foram dizimados e se multiplicaram os
escravos africanos. No outro, o interior, persistiam as raízes
indígenas. À mistura dessas influências vieram se somar as
imigrações, que geraram diferentes sotaques.
Mas o grande momento de constituição de uma língua
"brasileira" foi o século XVIII, quando se explorou ouro em
Minas Gerais. "Lá surgiu a primeira célula do português brasileiro",
diz Marlos Pessoa, da Universidade Federal de Pernambuco.
A riqueza atraiu gente de toda parte - portugueses,
bandeirantes paulistas, escravos que saíam de moinhos de
cana e nordestinos. Ali, alíngua começou a uniformizar-se e a
exportar traços comuns para o Brasil inteiro pelas rotas
comerciais que a exploração do ouro criou.

(Super Interessante. Almanaque de férias 2003. São
Paulo, Abril, 2003, pp. 50-51)

Mas, se há semelhanças entre a língua do Brasil de hoje e o português antigo, há ainda mais diferenças.

A frase acima conserva a correção e o sentido caso se substituam os elementos sublinhados, respectivamente, por

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223Q263597 | Programação, Conceitos básicos de programação, Técnico Judiciário Tecnologia da Informação, TRT 20a REGIÃO, FCC

Na subprogramação, sobre objetos locais, considere:

I. Um objeto é dito local quando sua definição estiver dentro de um procedimento, ou quando for declarado como parâmetro formal do procedimento.

II. Um objeto local só é visível dentro da unidade onde foi declarado.

III. Objetos locais são aqueles declarados em unidades mais externas, podendo ser referenciados em unidades mais internas.

Está correto o que se afirma APENAS em

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224Q251500 | Português, Técnico Judiciário Área Administrativa, TRT 20a REGIÃO, FCC

Texto associado.

As questões de números 1 a 10 baseiam-se no texto apresentado abaixo.

A história mostra que o emprego aumenta quando a produtividade se eleva. Por outro lado, uma empresa que perde produtividade deixa de competir, destruindo empregos. O impacto das inovações sobre o nível de emprego depende também, e muito, da educação. De um modo geral, as novas tecnologias demandam trabalhadores mais qualificados. Mesmo quando o trabalhador perde o emprego, a educação facilita a conquista e a readaptação em um novo posto de trabalho. No Brasil, a força de trabalho tem, em média, 4,5 anos de escolaridade. Isso é insuficiente para a absorção e bom uso das novas tecnologias. O país deu grandes passos no campo quantitativo e hoje 97% das crianças em idade escolar estão matriculadas. Mas, se o sucesso no uso de novas tecnologias está relacionado diretamente com o número de anos que o trabalhador passa na escola, ele depende também da qualidade da educação recebida. Em face da precariedade do ensino, as empresas investem no treinamento de seus funcionários. Mas, normalmente, são selecionados os candidatos a emprego que já têm uma boa educação (de nível médio ou superior), o que aumenta a desigualdade entre quem pôde freqüentar uma boa escola e quem não pôde. Em suma, para se avaliar o impacto da modernização tecnológica não basta registrar a destruição de emprego que geralmente ocorre nos locais onde se adotam novos métodos. É preciso examinar os seus vários efeitos na redução de preços, melhoria de produtividade, expansão da demanda, aumento de investimentos e geração de novos empregos. No mundo atual, não há a menor possibilidade de as empresas competirem e gerarem empregos sem incorporar os avanços tecnológicos. No Brasil, o que mais falta, no momento, é uma educação de boa qualidade.
(Adaptado de O Estado de S.Paulo,dez/2001)

De acordo com o 3o parágrafo do texto,

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225Q153454 | Odontologia, Analista Judiciário Odontologia, TRT 20a REGIÃO, FCC

Ao realizar a anestesia do nervo alveolar superior em paciente do sexo feminino, 35 anos, ocorreu a inadvertida injeção de solução anestésica em um músculo, o que pode ocasionar

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226Q143499 | Português, Analista Judiciário Contabilidade, TRT 20a REGIÃO, FCC

Texto associado.

Atenção: As questões de números 11 a 20 referem–se ao texto

seguinte.

Falamos o idioma de Cabral?

Se é que Cabral gritou alguma coisa quando avistou o

monte Pascoal, certamente não foi "terra ã vishta", assim, com

o "a" abafado e o "s" chiado que associamos ao sotaque

português. No século XVI, nossos primos lusos não engoliam

vogais nem chiavam nas consoantes – essas modas surgiram

no século XVII. Cabral teria berrado um "a" bem aberto e dito

"vista" com o "s" sibilante igual ao dos paulistas de hoje. Na

verdade, nós, brasileiros, mantivemos sons que viraram arcaísmos

empoeirados para os portugueses.

Mas, se há semelhanças entre a língua do Brasil de hoje

e o português antigo, há ainda mais diferenças. Boa parte delas

é devida ao tráfico de escravos, que trouxe ao Brasil um número

imenso de negros que não falavam português. "Já no século

XVI, a maioria da população da Bahia era africana", diz Rosa

Virgínia Matos, lingüista da Universidade Federal da Bahia.

"Toda essa gente aprendeu a língua de ouvido, sem escola",

afirma. Na ausência da educação formal, a mistura de idiomas

torna–se comum e traços de um impregnam o outro. "Assim os

negros deixaram marcas definitivas", diz Rosa.

Também no século XVI, começaram a surgir diferenças

regionais no português do Brasil. Num pólo estavam as áreas

costeiras, onde os índios foram dizimados e se multiplicaram os

escravos africanos. No outro, o interior, persistiam as raízes

indígenas. À mistura dessas influências vieram se somar as

imigrações, que geraram diferentes sotaques.

Mas o grande momento de constituição de uma língua

"brasileira" foi o século XVIII, quando se explorou ouro em

Minas Gerais. "Lá surgiu a primeira célula do português brasileiro",

diz Marlos Pessoa, da Universidade Federal de Pernambuco.

A riqueza atraiu gente de toda parte – portugueses,

bandeirantes paulistas, escravos que saíam de moinhos de

cana e nordestinos. Ali, a língua começou a uniformizar–se e a

exportar traços comuns para o Brasil inteiro pelas rotas

comerciais que a exploração do ouro criou.

(Super Interessante. Almanaque de férias 2003 . São

Paulo, Abril, 2003, pp. 50–51)

No contexto do segundo parágrafo, o elemento sublinhado na expressão

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227Q140439 | Direito Constitucional, Responsabilidade e imunidades do Presidente da República, Analista Judiciário Execução de Mandados, TRT 20a REGIÃO, FCC

Lírio, Presidente da República, no intuito de dar um golpe de Estado, ordenou ao Exército que fechasse o Congresso Nacional e todos os Tribunais do país, impedindo o exercício do Poder Legislativo e do Poder Judiciário. Passados vinte dias de intensa revolta popular, Lírio percebeu que sua tentativa de golpe havia fracassado e temeroso por perder seu cargo reconsiderou sua ordem, restabelecendo as atividades do Poder Legislativo e do Poder Judiciário. Segundo disposto na Constituição Federal, Lírio cometeu

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228Q150937 | Português, Interpretação de Textos, Analista Judiciário Tecnologia da Informação, TRT 20a REGIÃO, FCC

Texto associado.

O andar do bêbado

Nadar contra a corrente da intuição é uma tarefa difícil.
Como se sabe, a mente humana foi construída para identificar
uma causa definida para cada acontecimento, podendo por isso
ter bastante dificuldade em aceitar a influência de fatores
aleatórios (*) ou não diretamente relacionáveis a um fenômeno.
Portanto, o primeiro passo em nossa investigação sobre o papel
do acaso em nossas vida é percebermos que o êxito ou o
fracasso podem não surgir de uma grande habilidade ou grande
incompetência, e sim, como escreveu o economista Armen
Alchian, de "circunstâncias fortuitas". Os processos aleatórios
são fundamentais na natureza, e onipresentes em nossa vida
cotidiana; ainda assim, a maioria das pessoas não os
compreende nem pensa muito a seu respeito.
O título deste livro - O andar do bêbado - vem de uma
analogia que descreve o movimento aleatório, como os trajetos
seguidos por moléculas ao flutuarem no espaço, chocando-se
incessantemente com suas moléculas irmãs. Isso pode servir
como uma metáfora para a nossa vida, nosso caminho da
faculdade para a carreira profissional, da vida de solteiro para a
familiar, do primeiro ao último buraco de um campo de golfe. A
surpresa é que também podemos empregar as ferramentas
usadas na compreensão do andar do bêbado para entendermos
os acontecimentos da nossa vida diária.
O objetivo deste livro é ilustrar o papel do acaso no
mundo que nos cerca e mostrar de que modo podemos
reconhecer sua atuação nas questões humanas. Espero que
depois desta viagem pelo mundo da aleatoriedade, você, leitor,
comece a ver a vida por um ângulo diferente, menos
determinista, com uma compreensão mais profunda dos
fenômenos cotidianos.

(*) aleatório: que depende das circunstâncias, do acaso;
fortuito, contingente. (Houaiss)

(Do prólogo de Leonar Mlodinow para seu livro O andar do
bêbado)

As ideias que o autor pretende demonstrar e desenvolver em seu livro assentam-se na convicção de que

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229Q154563 | Português, Interpretação de Textos, Analista Judiciário Tecnologia da Informação, TRT 20a REGIÃO, FCC

Texto associado.

A arte de não fazer nada

Dizem-me que mais da metade da humanidade se
dedica à prática dessa arte; mas eu, que apenas recente e
provisoriamente a estou experimentando, discordo um pouco
dessa afirmativa. Não existe tal quantidade de gente
completamente inativa: o que acontece é estar essa gente
interessada em atividades exclusivamente pessoais, sem
consequências úteis para o resto do mundo.

Aqui me encontro num excelente posto de observação: o
lago, em frente à janela, está sendo percorrido pelos botes
vermelhos em que mesmo a pessoa que vai remando parece
não estar fazendo nada. Mas o que verdadeiramente está
acontecendo, nós, espectadores, não sabemos: cada um pode
estar vivendo o seu drama ou o seu romance, o que já é fazer
alguma coisa, embora tais vivências em nada nos afetem.

E não posso dizer que não estejam fazendo nada
aqueles que passam a cavalo, subindo e descendo ladeiras,
atentos ao trote ou ao galope do animal.

Háhomens longamente parados a olhar os patos na
água. Esses, dir-se-ia que não fazem mesmo absolutamente
nada: chapeuzinho de palha, cigarro na boca, ali se deixam
ficar, como sem passado nem futuro, unicamente reduzidos
àquela contemplação. Mas quem sabe a lição que estão
recebendo dos patos, desse viver anfíbio, desse destino de
navegar com remos próprios, dessa obediência de seguirem
todos juntos, enfileirados, para a noite que conhecem, no
pequeno bosque arredondado? Pode ser um grande trabalho
interior, o desses homens simples, aparentemente desocupados,
à beira de um lago tranquilo. De muitas experiências
contemplativas se constrói a sabedoria, como a poesia. E não
sabemos ? nem eles mesmos sabem ? se este homem não vai
aplicar um dia o que neste momento aprende, calado e quieto,
como se não estivesse fazendo nada, absolutamente nada.

(Cecília Meireles, O que se diz e o que se entende)

O segmento como se não estivesse fazendo nada (4º parágrafo) tem, no contexto, o sentido de:

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230Q148950 | Português, Morfologia, Analista Judiciário Tecnologia da Informação, TRT 20a REGIÃO, FCC

Texto associado.

O andar do bêbado

Nadar contra a corrente da intuição é uma tarefa difícil.
Como se sabe, a mente humana foi construída para identificar
uma causa definida para cada acontecimento, podendo por isso
ter bastante dificuldade em aceitar a influência de fatores
aleatórios (*) ou não diretamente relacionáveis a um fenômeno.
Portanto, o primeiro passo em nossa investigação sobre o papel
do acaso em nossas vida é percebermos que o êxito ou o
fracasso podem não surgir de uma grande habilidade ou grande
incompetência, e sim, como escreveu o economista Armen
Alchian, de "circunstâncias fortuitas". Os processos aleatórios
são fundamentais na natureza, e onipresentes em nossa vida
cotidiana; ainda assim, a maioria das pessoas não os
compreende nem pensa muito a seu respeito.
O título deste livro - O andar do bêbado - vem de uma
analogia que descreve o movimento aleatório, como os trajetos
seguidos por moléculas ao flutuarem no espaço, chocando-se
incessantemente com suas moléculas irmãs. Isso pode servir
como uma metáfora para a nossa vida, nosso caminho da
faculdade para a carreira profissional, da vida de solteiro para a
familiar, do primeiro ao último buraco de um campo de golfe. A
surpresa é que também podemos empregar as ferramentas
usadas na compreensão do andar do bêbado para entendermos
os acontecimentos da nossa vida diária.
O objetivo deste livro é ilustrar o papel do acaso no
mundo que nos cerca e mostrar de que modo podemos
reconhecer sua atuação nas questões humanas. Espero que
depois desta viagem pelo mundo da aleatoriedade, você, leitor,
comece a ver a vida por um ângulo diferente, menos
determinista, com uma compreensão mais profunda dos
fenômenos cotidianos.

(*) aleatório: que depende das circunstâncias, do acaso;
fortuito, contingente. (Houaiss)

(Do prólogo de Leonar Mlodinow para seu livro O andar do
bêbado)

Constituem uma causa e seu efeito, nesta ordem, os seguintes segmentos:

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231Q144003 | Português, Analista Judiciário Contabilidade, TRT 20a REGIÃO, FCC

Texto associado.

Atenção: As questões de números 11 a 20 referem–se ao texto

seguinte.

Falamos o idioma de Cabral?

Se é que Cabral gritou alguma coisa quando avistou o

monte Pascoal, certamente não foi "terra ã vishta", assim, com

o "a" abafado e o "s" chiado que associamos ao sotaque

português. No século XVI, nossos primos lusos não engoliam

vogais nem chiavam nas consoantes – essas modas surgiram

no século XVII. Cabral teria berrado um "a" bem aberto e dito

"vista" com o "s" sibilante igual ao dos paulistas de hoje. Na

verdade, nós, brasileiros, mantivemos sons que viraram arcaísmos

empoeirados para os portugueses.

Mas, se há semelhanças entre a língua do Brasil de hoje

e o português antigo, há ainda mais diferenças. Boa parte delas

é devida ao tráfico de escravos, que trouxe ao Brasil um número

imenso de negros que não falavam português. "Já no século

XVI, a maioria da população da Bahia era africana", diz Rosa

Virgínia Matos, lingüista da Universidade Federal da Bahia.

"Toda essa gente aprendeu a língua de ouvido, sem escola",

afirma. Na ausência da educação formal, a mistura de idiomas

torna–se comum e traços de um impregnam o outro. "Assim os

negros deixaram marcas definitivas", diz Rosa.

Também no século XVI, começaram a surgir diferenças

regionais no português do Brasil. Num pólo estavam as áreas

costeiras, onde os índios foram dizimados e se multiplicaram os

escravos africanos. No outro, o interior, persistiam as raízes

indígenas. À mistura dessas influências vieram se somar as

imigrações, que geraram diferentes sotaques.

Mas o grande momento de constituição de uma língua

"brasileira" foi o século XVIII, quando se explorou ouro em

Minas Gerais. "Lá surgiu a primeira célula do português brasileiro",

diz Marlos Pessoa, da Universidade Federal de Pernambuco.

A riqueza atraiu gente de toda parte – portugueses,

bandeirantes paulistas, escravos que saíam de moinhos de

cana e nordestinos. Ali, a língua começou a uniformizar–se e a

exportar traços comuns para o Brasil inteiro pelas rotas

comerciais que a exploração do ouro criou.

(Super Interessante. Almanaque de férias 2003 . São

Paulo, Abril, 2003, pp. 50–51)

Deve–se concluir, da leitura do texto, que no processo de formação e constituição de uma língua,

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232Q257194 | Português, Técnico Judiciário Área Administrativa, TRT 20a REGIÃO, FCC

Texto associado.

As questões de números 1 a 10 baseiam-se no texto apresentado abaixo.

A história mostra que o emprego aumenta quando a produtividade se eleva. Por outro lado, uma empresa que perde produtividade deixa de competir, destruindo empregos. O impacto das inovações sobre o nível de emprego depende também, e muito, da educação. De um modo geral, as novas tecnologias demandam trabalhadores mais qualificados. Mesmo quando o trabalhador perde o emprego, a educação facilita a conquista e a readaptação em um novo posto de trabalho. No Brasil, a força de trabalho tem, em média, 4,5 anos de escolaridade. Isso é insuficiente para a absorção e bom uso das novas tecnologias. O país deu grandes passos no campo quantitativo e hoje 97% das crianças em idade escolar estão matriculadas. Mas, se o sucesso no uso de novas tecnologias está relacionado diretamente com o número de anos que o trabalhador passa na escola, ele depende também da qualidade da educação recebida. Em face da precariedade do ensino, as empresas investem no treinamento de seus funcionários. Mas, normalmente, são selecionados os candidatos a emprego que já têm uma boa educação (de nível médio ou superior), o que aumenta a desigualdade entre quem pôde freqüentar uma boa escola e quem não pôde. Em suma, para se avaliar o impacto da modernização tecnológica não basta registrar a destruição de emprego que geralmente ocorre nos locais onde se adotam novos métodos. É preciso examinar os seus vários efeitos na redução de preços, melhoria de produtividade, expansão da demanda, aumento de investimentos e geração de novos empregos. No mundo atual, não há a menor possibilidade de as empresas competirem e gerarem empregos sem incorporar os avanços tecnológicos. No Brasil, o que mais falta, no momento, é uma educação de boa qualidade.
(Adaptado de O Estado de S.Paulo,dez/2001)

É correto inferir do texto que

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233Q258111 | Português, Técnico Judiciário Área Administrativa, TRT 20a REGIÃO, FCC

Texto associado.

As questões de números 11 a 19 baseiam-se no texto apresentado abaixo.
Acaba de ser concluído um dos maiores estudos sobre o stress no trabalho. Um batalhão de pesquisadores ouviu 1 000 executivos de vários países, inclusive do Brasil. Uma das conclusões é que os brasileiros estão entre os que mais sofrem com as pressões do dia-a-dia no escritório. E sofrimento, aqui, não é simplesmente um lugar-comum. Segundo o estudo, eles estão à beira da exaustão severa no jargão médico, o estado mais devastador de esgotamento físico e mental. "Aquela velha idéia de que o brasileiro é naturalmente um sujeito relaxado, cuca-fresca, foi por água abaixo com esse estudo", afirma uma das organizadoras do levantamento. Os nossos executivos, lideram o ranking dos que dedicam mais horas ao trabalho (54 horas semanais contra a média mundial de 41). Mas esse não é o fator determinante para deixá-los tão nervosos. O que falta aos brasileiros, revela a pesquisa, é principalmente confiança em si próprios só alemães e franceses são mais inseguros. Esse é um ponto-chave. A autoconfiança no trabalho é uma espécie de colete salva-vidas contra os principais fatores de stress. Sem ela, o executivo (e qualquer outro tipo de profissional, acrescente-se) pode naufragar do ponto de vista psicológico. Não importa o país, o trabalho é naturalmente um ambiente de stress. Hoje, no entanto, a pressão é muito maior do que há vinte anos. Da década de 80 para cá, as grandes empresas sofreram cirurgias profundas em sua estrutura. Elas estão menos verticais, divididas em unidades operacionais. Com isso, surgiram vários chefes no lugar de um só, o todo-poderoso a quem todos deviam reportar-se. Nesse tipo de organização, de hierarquia pulverizada, é comum o executivo receber ordens de pessoas diferentes, muitas vezes contraditórias. Freqüentemente ele também não sabe a quem se dirigir primeiro se ao diretor dessa ou daquela área confluentes. E, o que é pior, tornou-se difícil descobrir a origem de determinadas decisões.
(Adaptado de Veja, abril/2002)
Instruções para as questões de números 18 e 19.
Assinale, na folha de respostas, a letra correspondente à alternativa que preenche corretamente as lacunas da frase apresentada.

Segundo pesquisas recentes, os brasileiros parecem estar sempre dispostos ...... oferecer mais horas de trabalho ...... empresas, o que muitas vezes pode levá-los ...... um esgotamento físico e mental.

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234Q260693 | Direito do Trabalho, Técnico Judiciário Área Administrativa, TRT 20a REGIÃO, FCC

A empresa A pretende conceder férias coletivas a todos os seus empregados em dois períodos anuais, sendo um de dez dias corridos e outro de vinte dias corridos; A empresa B pretende conceder férias coletivas apenas para um setor da empresa em dois períodos anuais de quinze dias corridos cada; A empresa C pretende conceder férias coletivas para todos os seus empregados em dois períodos anuais, sendo um de doze dias corridos e outro de dezoito dias corridos cada. Nestes casos,

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235Q256080 | Direito Processual Civil, Processo de conhecimento, Técnico Judiciário Área Administrativa, TRT 20a REGIÃO, FCC

Podem depor como testemunhas todas as pessoas, EXCETO as incapazes, impedidas ou suspeitas. Segundo o Código de Processo Civil, são impedidas, dentre outras, as que

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236Q253818 | Direito Processual Civil, Processo de conhecimento, Técnico Judiciário Área Administrativa, TRT 20a REGIÃO, FCC

Tício pretende ajuizar ação de cobrança por dívida contraída por Augustus, já falecido, de cujo espólio são herdeiros cinco filhos, sendo que o inventariante é dativo. Nessa ação,

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237Q146052 | Direito Administrativo, Controle da Administração Pública, Analista Judiciário Execução de Mandados, TRT 20a REGIÃO, FCC

Analise as seguintes assertivas acerca do Controle da Administração Pública, especificamente sobre o Controle Legislativo:

I. O controle que o Poder Legislativo exerce sobre a Administração Pública tem que se limitar às hipóteses previstas na Constituição Federal.

II. As Comissões Parlamentares de Inquérito têm poderes de investigação próprios das autoridades judiciais, além de outros, como, por exemplo, o poder sancionatório.

III. O Controle Legislativo envolve dois tipos de controle: o político e o financeiro; o controle político, como a própria nomenclatura evidencia, abrange apenas aspectos de mérito, e não de legalidade.

Está correto o que se afirma APENAS em

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238Q251643 | Português, Técnico Judiciário Área Administrativa, TRT 20a REGIÃO, FCC

Há palavras escritas de modo INCORRETO na frase:

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239Q252688 | Português, Técnico Judiciário Área Administrativa, TRT 20a REGIÃO, FCC

Texto associado.

As questões de números 20 a 26 baseiam-se no texto apresentado abaixo.

Há 23 milhões de miseráveis no Brasil pessoas com renda insuficiente para prover 75% das suas necessidades calóricas. Neste mesmo país, 39 000 toneladas de comida em condições de ser aproveitada vão para o lixo todo santo dia em mercados, feiras, fábricas, restaurantes, quitandas, açougues, fazendas. O número leva em conta dados de vários setores agricultura, indústria, varejo e serviços. Será que não há uma maneira de fazer com que toda essa comida vá parar nos pratos vazios do Brasil? Segundo o especialista brasileiro em lixo e conselheiro da ONU no assunto, Sabetai Calderoni, o conceito que a sociedade tem do lixo "é produto de uma visão equivocada dos materiais". Ele afirma que, embora nem tudo que se joga fora possa ser aproveitado como comida, todo o lixo pode ser aproveitado de alguma forma. Um dos maiores potenciais desperdiçados é o não-aproveitamento do lixo orgânico, que geralmente vem de restos de alimentos. Esse lixo poderia se transformar em algo útil, se passasse por um processo chamado compostagem. Submetido à ação de bactérias em alta temperatura, transforma-se em dois subprodutos, um adubo natural e o gás metano, que é usado na geração de energia termoelétrica. A reciclagem do lixo inorgânico vidro, plástico e metais , perfeitamente viável em termos econômicos, já é praticada e também poderia gerar lucros cada vez maiores. O país lucraria ao poupar o dinheiro que é gasto para dar fim ao lixo. O processamento do lixo é o único negócio em que a aquisição da matéria-prima é remunerada paga-se para livrar-se dela. E paga-se muito. As prefeituras brasileiras costumam gastar entre 5% e 12% de seus orçamentos com lixo. O melhor aproveitamento do lixo valorizaria ainda dois bens que não têm preço: a saúde da população e a natureza. Segundo pesquisas, 76% do lixo brasileiro acaba em lixões a céu aberto. Esses lixões são uma ameaça à saúde pública porque permitem a proliferação de vetores de doenças. Além disso, a decomposição do lixo nesses locais não só gera o metano que polui o ar, como também produz o chorume, um líquido preto e fedido que envenena as águas superficiais e subterrâneas. Outro motivo para incentivar essa indústria são os empregos que ela poderia gerar, só no processamento do resto. Pois é. Lixo não existe. O que existe é ignorância, falta de vontade e ineficiência.
(Adaptado de Superinteressante, março/2002)

A conclusão do texto mostra que o aproveitamento do lixo deve apresentar, como resultado final,

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240Q264255 | Informática, PL SQL, Técnico Judiciário Tecnologia da Informação, TRT 20a REGIÃO, FCC

A sigla PL/SQL significa uma linguagem

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