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Questões de Concursos UECE

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621Q944066 | Inglês, Comparativo e superlativo de adjetivos, Inglês, UECE, UECE CEV, 2020

Texto associado.
Americans May Add Five Times More Plastic to the Oceans Than Thought

The United States is using more
plastic than ever, and waste exported for
recycling is often mishandled, according
to a new study.
The United States contribution
to coastal plastic pollution worldwide is
significantly larger than previously
thought, possibly by as much as five
times, according to a study published
Friday. The research, published in Science
Advances, is the sequel to a 2015 paper
by the same authors. Two factors
contributed to the sharp increase:
Americans are using more plastic than
ever and the current study included
pollution generated by United States
exports of plastic waste, while the earlier
one did not.
The United States, which does
not have sufficient infrastructure to
handle its recycling demands at home,
exports about half of its recyclable waste.
Of the total exported, about 88 percent
ends up in countries considered to have
inadequate waste management.
“When you consider how much
of our plastic waste isn’t actually
recyclable because it is low-value,
contaminated or difficult to process, it’s
not surprising that a lot of it ends up
polluting the environment,” said the
study’s lead author, Kara Lavender Law,
research professor of oceanography at
Sea Education Association, in a
statement.
The study estimates that in
2016, the United States contributed
between 1.1 and 2.2 million metric tons of
plastic waste to the oceans through a
combination of littering, dumping and
mismanaged exports. At a minimum,
that’s almost double the total estimated
waste in the team’s previous study. At the
high end, it would be a fivefold increase
over the earlier estimate.
Nicholas Mallos, a senior
director at the Ocean Conservancy and an
author of the study, said the upper
estimate would be equal to a pile of
plastic covering the area of the White
House Lawn and reaching as high as the
Empire State Building.
The ranges are wide partly
because “there’s no real standard for
being able to provide good quality data on
collection and disposal of waste in
general,” said Ted Siegler, a resource
economist at DSM Environmental
Solutions, a consulting firm, and an
author of the study. Mr. Siegler said the
researchers had evaluated waste-disposal
practices in countries around the world
and used their “best professional
judgment” to determine the lowest and
highest amounts of plastic waste likely to
escape into the environment. They settled
on a range of 25 percent to 75 percent.
Tony Walker, an associate
professor at the Dalhousie University
School for Resource and Environmental
Studies in Halifax, Nova Scotia, said that
analyzing waste data can amount to a
“data minefield” because there are no
data standards across municipalities.
Moreover, once plastic waste is shipped
overseas, he said, data is often not
recorded at all.
Nonetheless, Dr. Walker, who
was not involved in the study, said it
could offer a more accurate accounting of
plastic pollution than the previous study,
which likely underestimated the United
States’ contribution. “They’ve put their
best estimate, as accurate as they can be
with this data,” he said, and used ranges,
which underscores that the figures are
estimates.
Of the plastics that go into the
United States recycling system, about 9
percent of the country’s total plastic
waste, there is no guarantee that they’ll
be remade into new consumer goods. New
plastic is so inexpensive to manufacture
that only certain expensive, high-grade
plastics are profitable to recycle within the
United States, which is why roughly half
of the country’s plastic waste was shipped
abroad in 2016, the most recent year for
which data is available.
Since 2016, however, the
recycling landscape has changed. China
and many countries in Southeast Asia
have stopped accepting plastic waste
imports. And lower oil prices have further
reduced the market for recycled plastic.
“What the new study really underscores is
we have to get a handle on source
reduction at home,” Mr. Mallos said. “That
starts with eliminating unnecessary and
problematic single-use plastics.”

From: https://www.nytimes.com/2020/10/30/
The superlative forms of the adjectives accurate, large, and easy are, respectively,
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623Q943576 | Sociologia, Cidadania e movimentos sociais, Filosofia e Sociologia, UECE, UECE CEV, 2021

Freyre (2013) afirmava que a sociedade brasileira, embasada historicamente nos dois extremos antagônicos, a Casa-Grande e a Senzala, foi sendo constituída em vários sentidos sociais de forma democrática, flexível e plástica, uma vez que a formação social brasileira não se processou no puro sentido da europeização ao entrar em contato com as culturas indígena e africana. A nossa sociedade, insiste este autor, foi formada em um “processo de equilíbrio de antagonismos” que tem como um dos seus fundamentos a relação entre os Senhores (homens) e as escravas (mulheres) nos períodos colonial e monárquico. Os extremos antagônicos teriam sido contrariados pelos efeitos sociais da miscigenação que ocorreu de início por parte dos Senhores que sem “escrúpulos de raça” se relacionavam com suas escravas em “coitos para sempre danados, de brancos com pretas, de portugas com índias”. Os portugueses colonizadores possuíam essa capacidade de miscibilidade e misturavam-se “gostosamente com mulheres de cor logo ao primeiro contato”. E para Freyre (2013), essas relações “danadas” eram, por vezes, pautadas curiosamente pelo “sadismo” do Senhor e o “masoquismo de escravo”. Mas, ao fim e assim, aíndia e a “negra-mina” e depois, a “mulata” – termos de Freyre (2013) – “agiram poderosamente no sentido da democratização social no Brasil”.

FREYRE, Gilberto. Introdução à história da sociedade patriarcal no Brasil – 1. Casa-Grande e Senzala: formação da família brasileira sob o regime da economia patriarcal. 52ª Ed. São Paulo: Global, 2013.

Esta concepção freyriana sobre a formação da “democracia racial” da sociedade brasileira é criticada, dentre outras razões, por

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624Q946662 | História, Período Colonial produção de riqueza e escravismo, Geografia e História, UECE, UECE CEV, 2019

A partir do século XVIII, houve um crescimento da estrutura urbana no Brasil Colônia, com o surgimento de um grande número de vilas e cidades, devido, principalmente,
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625Q943104 | Sociologia, Cultura e sociedade, Prova de Conhecimentos Gerais, UECE, UECE CEV, 2021

Quando da unificação da Itália em 1861, um político de nome Massimo d’Azeglio afirmou: “Fizemos a Itália. Agora é preciso fazer os italianos”. Este curioso fato aponta para questões que parte dos sociólogos e cientistas sociais, de modo geral, estudam e investigam: a formação sociocultural da Nação e do Nacionalismo. Muitas das nações hoje existentes se formaram há mais de duzentos anos, contudo, existem movimentos nacionalistas pelo mundo que ainda lutam por formar novos Estados-Nação independentes como os bascos, na Espanha. No Brasil, nos últimos anos, muitas pessoas reacenderam um sentimento nacionalista motivadas por posicionamentos e desavenças político-ideológicas e proclamam um “orgulho renovado de ser brasileiro”.
Partindo de uma perspectiva sociológica sobre as ideias de nação e/ou nacionalismo na atualidade, é correto afirmar que
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627Q943156 | Filosofia, Conceitos Filosóficos, Segunda Fase, UECE, UECE CEV, 2021

Atente para a seguinte máxima de Epicuro: “A carne considera ilimitados os limites do prazer e seria necessário um tempo também infinito para satisfazê-la. Mas a inteligência que se tornou capaz de compreender qual é o fim e o limite da carne e nos liberou do temor em relação à eternidade proporciona-nos uma vida perfeita e não sentimos mais necessidade de uma duração infinita. Ela não foge do prazer, todavia, nem considera, diante das circunstâncias anunciadoras de que deixaremos de viver, ter sido privada daquilo que oferece a melhor vida”.
Epicuro. Máximas, XX. Trad. bras. João Quartim de Morais. São Paulo: Edições Loyola, 2010.
Conforme a máxima acima, a “vida perfeita”, a “melhor vida” (a vida feliz), consiste
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628Q946498 | Filosofia, Maquiavel e O Príncipe, Língua Inglesa, UECE, UECE CEV, 2019

O florentino Nicolau Maquiavel é considerado pela maioria dos historiadores da política como o primeiro grande pensador moderno a romper com a visão aristotélica sobre o sentido da vida política. Se para o filósofo grego o exercício da vida na polis representava a consumação da natureza racional do homem e a manifestação maior da sua excelência e do bem, Maquiavel, nas palavras de Pierre Manent: “foi o primeiro dos mestres da suspeita... o primeiro a trazer a suspeita para o ponto estratégico da vida dos homens: seu convívio, sua vida política. Se empenhou, Maquiavel, em nos convencer do caráter central ou substancial do mal na coisa pública”.
MANENT, Pierre. História intelectual do liberalismo: dez lições. Rio de Janeiro: Imago Ed., 1990. P. 28-29/ adaptado.
A partir da leitura do trecho acima e levando em consideração o surgimento do pensamento político moderno, em Maquiavel, analise as seguintes proposições:
I. O pensamento político de Maquiavel foi inovador em relação ao pensamento clássico, por considerar que não há um “bem” absoluto em contraposição a um “mal” a ser combatido. Em certas situações, o “bem” advém e é mantido pelo “mal”.
II. Maquiavel e praticamente todos os filósofos da modernidade negavam a existência do bem comum. Uma característica marcante na concepção de política moderna era a de que a conquista e o exercício do poder político era o principal elemento a considerar.
III. Muito influenciado pelas disputas políticas de seu tempo, Maquiavel baseou-se na experiência concreta da coisa pública. Ao contrário dos antigos que viam a política como a realização do fim último da cidadania, ele procurou descrever o processo político de seu tempo.
É correto o que se afirma em
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629Q950087 | Geografia, Categorias de Análise da Geografia, Geografia e História, UECE, UECE CEV, 2018

A Mata Atlântica é uma das formações florestais mais importantes do Brasil. É composta por formações nativas como a floresta ombrófila densa, floresta ombrófila mista, floresta ombrófila aberta, floresta estacional semidecidual, floresta estacional decidual e ecossistemas associados.
Considerando as condições de formação e manutenção desse bioma, é correto apontar como uma de suas características
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630Q946508 | Inglês, Língua Inglesa, UECE, UECE CEV, 2019

Texto associado.

T E X T


I Used to Fear Being a Nobody. Then I Left

Social Media.


By Bianca Brooks


“What’s happening?”

I stare blankly at the little box as I try to think of something clever for my first tweet. I settle on what’s at the top of my mind: “My only #fear is being a nobody.” How could I know this exchange would begin a dialogue that would continue nearly every day for the next nine years of my life?

I began using Twitter in 2010 as a newly minted high school freshman. Though it began as a hub for my quirky adolescent thoughts, over the years it became an archive of my emotional and intellectual voice — a kind of virtual display for the evolution of my politics and artistic identity. Butafter nine years, it was time to close the archive. My wanting to share my every waking thought became eclipsed by a desire for an increasingly rare commodity — a private life.

Though I thought disappearing from social media would be as simple as logging off, my refusal to post anything caused a bit of a stir among my small but loyal following. I began to receive emails from strangers asking me where I had gone and when I would return. One message read: “Not to be over familiar, but you have to come back eventually. You’re a writer after all. How will we read your writing?” Another follower inquired, “Where will you go?”

The truth is I have not gone anywhere. I am, in fact, more present than ever

Over time, I have begun to sense these messages reveal more than a lack of respect for privacy. I realize that to many millennials, a life without a social media presence is not simply a private life; it is no life at all: We possess a widespread, genuine fear of obscurity.

When I consider the near-decade I have spent on social media, this worry makes sense. As with many in my generation, Twitter was my entry into conversations happening on a global scale; long before my byline graced any publication, tweeting was how I felt a part of the world. Twitter functions much like an echo chamber dependent on likes and retweets, and gaining notoriety is as easy as finding someone to agree with you. For years I poured my opinions, musings and outrage onto my timeline, believing I held an indispensable place in a vital sociopolitical experiment.

But these passionate, public observations were born of more than just a desire to speak my mind — I was measuring my individual worth in constant visibility. Implicit in my follower’s question “Where will you go?” is the resounding question “How will we know where you’ve gone?” Privacy is considered a small exchange for the security of being well known and well liked.

After all, a private life boasts no location markers or story updates. The idea that the happenings of our lives would be constrained to our immediate families, friends and real-life communities is akin to social death in a world measured by followers, views, likes and shares.

I grow weary when I think of this as the new normal for what is considered to be a fruitful personal life. Social media is no longer a mere public extension of our private socialization; it has become a replacement for it. What happens to our humanity when we relegate our real lives to props for the performance of our virtual ones?

For one, a predominantly online existence can lull us into a dubious sense of having enacted concrete change, simply because of a tweet or Instagram post. As “hashtag activism” has obscured longstanding traditions of assembly and protest, there’s concern that a failure to transition from the keyboard to in-person organization will effectively stall or kill the momentum of political movements. (See: Occupy Wall Street.)

The sanctity of our most intimate experiences is also diminished. My grandfather Charles Shaw — a notable musician whose wisdoms and jazz scene tales I often shared on Twitter — passed away last year. Rather than take adequate time to privately mourn the loss of his giant influence in my life alongside those who loved him most, I quickly posted a lengthy tribute to him to my followers. At the time I thought, “How will they remember him if I don’t acknowledge his passing?”

Perhaps at the root of this anxiety over being forgotten is an urgent question of how one ought to form a legacy; with the rise of automation, a widening wealth gap and an unstable political climate, it is easy to feel unimportant. It is almost as if the world is too big and we are much too small to excel in it in any meaningful way. We feel we need as many people as possible to witness our lives, so as not to be left out of a story that is being written too fast by people much more significant than ourselves.

“The secret of a full life is to live and relate to others as if they might not be there tomorrow, as if you might not be there tomorrow,” the writer Anais Nin said. “This feeling has become a rarity, and rarer every day now that we have reached a hastier and more superficial rhythm, now that we believe we are in touch with a greater amount of people. This is the illusion which might cheat us of being in touch deeply with the one breathing next to us.”

I think of those words and at once any fear of obscurity is eclipsed by much deeper ones — the fear of forgoing the sacred moments of life, of never learning to be completely alone, of not bearing witness to the incredible lives of those who surround me.

I observe the world around me. It is big and moving fast. “What’s happening?” I think to myself.

I’m just beginning to find out.


From:www.nytimes.com/Oct. 1, 2019

As to the reasons that lead people to being so much on social media, the author raises the hypothesis that it might be related to a world in which people tend to feel
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631Q944226 | Filosofia, Sócrates e a Maiêutica, Filosofia e Sociologia, UECE, UECE CEV, 2022

No diálogo Eutífron, Platão apresenta uma conversa entre Sócrates e o jovem Eutífron acerca da piedade. Sócrates pergunta-lhe sobre o que é a piedade, e Eutífron que é piedoso denunciar e procurar castigo para quem comete homicídios. Sócrates, então, argumenta:
“[...] não te pedi para demonstrar-me uma ou duas dessas coisas que são piedosas, mas que me explicasses a natureza de todas as coisas piedosas. Porque disseste que existe algo característico que faz com que todas as coisas ímpias sejam ímpias, e todas as coisas piedosas, piedosas. Pois bem, esse caráter distintivo é o que desejo que me esclareças, a fim de que, analisando-o com atenção e servindo-me dele como parâmetro, possa afirmar que tudo o que fazes, ou um outro, de igual maneira é piedoso, enquanto aquilo que se distingue disso não o é”.
(PLATÃO. Eutífron, 6 d-e. Lisboa: Casa da Moeda, 2007 (Texto adaptado).
O que Sócrates solicita a Eutífron é que este
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632Q944286 | Matemática, Áreas e Perímetros, Matemática, UECE, UECE CEV, 2022

No plano com o sistema de coordenadas cartesianas usual cuja origem é o ponto E = (0,0), sejam P e Q os pontos extremos (máximo ou mínimo) dos gráficos das funções quadráticas f(x) = 2(x – 3)( x + 1) e g(x) = 3(2 – x)(x – 4). A medida da área, em uc2, do triângulo com vértices nos pontos E, P e Q é igual a
Nota: uc é a unidade de comprimento usada na marcação dos pontos no sistema de coordenadas.
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633Q950176 | Física, Movimento Harmônico, Física e Química, UECE, UECE CEV, 2018

Um sistema de massa constante, constituído por um gás ideal, está no estado inicial de volume V0 , pressão P0 e temperatura T0 . Quando o sistema evolui para um novo estado de volume V0/2 e pressão P0/2 , sua temperatura é

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634Q945576 | Física, Pressão, Segundo Semestre, UECE, UECE CEV, 2019

Um dispositivo eletrônico muito comum nos celulares tipo smart phones é o acelerômetro. Dentre as funções desse dispositivo, nos celulares, está a detecção da posição do celular em relação ao campo gravitacional da Terra. O acelerômetro é capaz de identificar se o celular está na posição vertical ou horizontal, alterando automaticamente a imagem e as posições das funções disponíveis na tela do telefone. Considerando que uma das informações disponibilizadas pelo acelerômetro seja o ângulo entre a normal à tela e o vetor força peso do celular, do ponto de vista dimensional, esse ângulo medido pelo acelerômetro
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635Q943542 | História, Revolução Industrial, Geografia e História, UECE, UECE CEV, 2021

Nas últimas décadas do século XVIII, a Inglaterra foi palco de um movimento econômico novo, conhecido como Revolução Industrial, que produziu uma profunda mudança não só no sistema econômico, mas em toda a sociedade da época. Considerando esse movimento econômico, analise as seguintes afirmações:

I. O primeiro setor que aderiu à Revolução Industrial foi a indústria têxtil, principalmente a indústria do algodão.

II. A Revolução Industrial provocou o surgimento do trabalho livre porque libertou os trabalhadores dos laços de servidão.

III. A Lei dos cercamentos favoreceu o processo da Revolução Industrial ao fornecer mão de obra para as fábricas.

É correto o que se afirma em

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636Q943543 | História, Trinta anos de ouro mundo capitalista 1945 1975, Geografia e História, UECE, UECE CEV, 2021

A segunda metade do século XIX foi marcada por uma série de mudanças econômicas, políticas e culturais na Europa Ocidental. No que diz respeito a essas mudanças, assinale a afirmação verdadeira.
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637Q679099 | Sociologia, Globalização, Filosofia e Sociologia 2° Fase, UECE, UECE CEV, 2019

Leia atentamente o excerto a seguir:


“São diversas, diferentes e insistentes as pressões externas e internas destinadas a provocar a reestruturação do Estado. Trata-se de promover a desestatização e desregulação da economia nacional; simultaneamente, promover a privatização de empresas produtivas estatais e dos sistemas de saúde, educação e previdência. Além disso, abrem-se os mercados, facilitando-se as negociações em associações de corporações transnacionais com empresas nacionais. Muitas conquistas sociais já foram ou estão sendo redefinidas, reduzidas ou mesmo eliminadas, sempre a partir de palavras de ordem como ‘mercado’, ‘produtividade’, ‘competitividade’; com graves prejuízos para os que são obrigados a vender a sua força de trabalho para viver ou sobreviver”.

Fonte: IANNI, O. https://periodicos.fclar.unesp.br/estudos/ article/download/753/618 p.110



De acordo com a análise de Otávio Ianni acerca da globalização e seus efeitos sobre os Estados nacionais, é correto afirmar que

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638Q944336 | Geografia, Geografia Física, Primeira Fase OAB, UECE, UECE CEV, 2022

No Ceará, as chamadas serras úmidas representam expressões dos principais maciços residuais cristalinos que consistem significativamente em brejos de altitude. Nesse contexto, estão as serras de Baturité e da Meruoca, por exemplo.
Sobre as serras úmidas do Ceará, é correto afirmar que
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639Q943079 | Física, Prova de Conhecimentos Gerais, UECE, UECE CEV, 2021

Com o intuito de reduzir os riscos de colisões no trânsito, faz-se necessário que os veículos mantenham uma distância de segurança, caso haja necessidade de frenagem. Essa distância precisa ser, no mínimo, correspondente ao deslocamento do veículo durante o tempo de reação do motorista e o de frenagem. Desprezando a resistência do ar, é correto afirmar que a distância, em metros, necessária para um automóvel que está a 54 km/h ir ao repouso, uma vez que o tempo de reação do motorista foi de 0,6 s e o sistema de frenagem do veículo consegue imprimir uma desaceleração de 0,75 m/s2 , é igual a
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640Q943591 | Biologia, Vertebrados, Biologia, UECE, UECE CEV, 2021

Bertha Lutz (1894 – 1976) foi uma importante cientista que estudou espécies de anfíbiosbrasileiros. Atente para o que se diz a seguir sobre anfíbios:

I. São vertebrados tetrápodes ectotérmicos que apresentam um tegumento rico em glândulas e possuem respiração branquial, pulmonar ou cutânea.

II. A maioria das espécies apresenta um ciclo de vida duplo, com uma fase larval aquática que, após a metamorfose, origina um jovem terrestre ou semiaquático.

III. As espécies de ambientes sazonais como a Caatinga reproduzem-se durante o período chuvoso e aproveitam as poças temporárias.

IV. São importantes, pois participam de várias cadeias alimentares como presas e predadores, e alimentam-se de várias pragas agrícolas e vetores de doenças.

É correto o que se afirma em

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