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Questões de Concursos UEMG

Resolva questões de UEMG comentadas com gabarito, online ou em PDF, revisando rapidamente e fixando o conteúdo de forma prática.


421Q951334 | Português, Interpretação de Textos, Vestibular, UEMG, UEMG, 2019

O enredo do romance “Triste fim de Policarpo Quaresma” gira em torno do personagem-título, funcionário público que:
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422Q951345 | Matemática, Juros Simples, Vestibular, UEMG, UEMG, 2019

O preço do litro de determinado produto de limpeza é igual a R$ 0,32. Se um reservatório industrial tem a forma de um paralelepípedo retângulo reto, medindo internamente 1,2dam × 125cm × 0,08hm, então o preço que se pagará para encher esse reservatório com o referido produto de limpeza será igual a:
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423Q950605 | Inglês, Vestibular, UEMG, AOCP, 2018

Texto associado.

Brazil must legalise drugs – its existing policy just destroys lives


For decades, guns and imprisonment have been the hallmarks of Brazil’s war against the drug trafficking. But the only way to beat the gangs is to stop creating criminals, says a top Brazilian judge

“The war raging in Rocinha, Latin America’s largest favela, has already been lost. Rooted in a dispute between gangs for control of drug trafficking, it has disrupted the daily life of the community in Rio de Janeiro since mid-September. With the sound of shots coming from all sides, schools and shops are constantly forced to close. Recently, a stray bullet killed a Spanish tourist. The war is not the only thing being lost.

For decades, Brazil has had the same drug policy approach. Police, weapons and numerous arrests. It does not take an expert to conclude the obvious: the strategy has failed. Drug trafficking and consumption have only increased. […]

In a case still before the Brazilian supreme court, I voted for decriminalising the possession of marijuana for private consumption. […]

Drugs are an issue that has a profound impact on the criminal justice system, and it is legitimate for the supreme court to participate in the public debate. So here are the reasons for my views.

First, drugs are bad and it is therefore the role of the state and society to discourage consumption, treat dependents and repress trafficking. The rationale behind legalisation is rooted in the belief that it will help in achieving these goals.

Second, the war on drugs has failed. Since the 1970s, under the influence and leadership of the US, the world has tackled this problem with the use of police forces, armies, and armaments. The tragic reality is that 40 years, billions of dollars, hundreds of thousands of prisoners and thousands of deaths later, things are worse. At least in countries like Brazil.

Third, as the American economist Milton Friedman argued, the only result of criminalisation is ensuring the trafficker’s monopoly.

With these points in mind, what would legalisation achieve?

In most countries in North America and Europe, the greatest concern of the authorities is users and the impact drugs have on their lives and on society. These are all important considerations. In Brazil, however, the principal focus must be ending the dominance drug dealers exercise over poor communities. Gangs have become the main political and economic power in thousands of modest neighbourhoods in Brazil. This scenario prevents a family of honest and hard-working people from educating their children away from the influence of criminal factions, who intimidate, co-opt and exercise an unfair advantage over any lawful activity. Crucially, this power of trafficking comes from illegality.

Another benefit of legalisation would be to prevent the mass incarceration of impoverished young people with no criminal record who are arrested for trafficking because they are caught in possession of negligible amounts of marijuana. A third of detainees in Brazil are imprisoned for drug trafficking. Once arrested, young prisoners will have to join one of the factions that control the penitentiaries – and on that day, they become dangerous.

[…]

We cannot be certain that a progressive and cautious policy of decriminalisation and legalisation will be successful. What we can affirm is that the existing policy of criminalisation has failed. We must take chances; otherwise, we risk simply accepting a terrible situation. As the Brazilian navigator Amyr Klink said: “The worst shipwreck is not setting off at all.”

Disponível em:<https://www.theguardian.com/global-development/2017/nov/15/brazil-must-legalise-drugs-existing-policy-destroys-lives-luis-roberto-barroso-supreme-court-judge>. Acesso em: 14 nov. 2017.

A propalada crise climática global atual tem, como uma de suas causas, a emissão de dióxido de carbono (CO²) na atmosfera. A criação de Créditos de Carbono foi umas das supostas saídas encontradas para o problema.


Sobre os Créditos de Carbono, informe se é verdadeiro (V) ou falso (F) o que se afirma a seguir e assinale a alternativa com a sequência correta.


( ) Cada Crédito de Carbono é equivalente a 1T (uma tonelada) de CO² não emitida ou retirada da atmosfera por um País.

( ) Os Créditos de Carbono foram criados, em 1997, no Japão, quando houve a assinatura do Protocolo de Kyoto pelos países que se comprometeram a assinar esse acordo.

( ) Os Estados Unidos, maior emissor de gases poluentes do mundo, lidera a aplicação das políticas definidas no Protocolo de Kyoto.

( ) Créditos de Carbono são certificados negociados como mercadorias nas bolsas de valores.

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424Q679785 | Matemática, Porcentagem, Prova 09, UEMG, UEMG, 2019

Joaquim ganha R$ 1000,00 por mês e Rafael, R$ 800,00. Cada um deles gasta 6% de seu salário com condução. Das afirmações sobre o gasto deles com condução a verdadeira é:
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425Q679832 | Português, Interpretação de Textos, Prova 04, UEMG, UEMG, 2019

"Responda rápido. O maior índice de crescimento de novos universitários foi registrado em que faixa etária, de acordo com o último Censo do Ensino Superior?

A – 18 a 24 anos C – 40 a 49 anos

B – 24 a 39 anos D – Acima dos 50 anos


Não sabe? Quer a ajuda dos universitários? Cuidado, a maioria talvez não saiba. São os cinqüentões, sessentões e setentões que estão brilhando nos vestibulares. Entraram na vida acadêmica, em 2001, 23% a mais de alunos nessa faixa etária em comparação ao ano anterior. São quase 11 mil contra 8.700 em 2000. A tendência é de crescimento maior em 2002, mas os números só serão divulgados no final deste ano. Essa ocupação da “terceira idade”, nas universidades não se deve por acaso. Basta se ater à explicações do sociólogo Ruda Ricci, professor da PUCMinas, para ver sentido nessa mudança. Ele levanta dois fatores: a cobrança de qualificação pelo mercado de trabalho na década de 90 e a dispensa de pessoas com mais de 45 anos. “O ideal para as empresas eram funcionários na faixa dos 35 anos. Abaixo disso eram consideradas inexperientes e acima não teriam agilidade, já estariam burocratizadas.” Para as empresas, era mais fácil dar treinamento aos jovens. Aos quase cinqüentões só restava uma saída: voltar a estudar ou abrir negócio próprio. Some-se a isso a mudança na previdência, que retardou a aposentadoria, e o aumento na expectativa de vida. “O mercado percebeu que eles são experientes e buscam qualificação. Têm a receita ideal para um bom profissional”, afirma Ruda Ricci, que acredita na multiplicação das oportunidades de trabalho, nos próximos anos, para os cinqüentões. E não está só. Robert Critcheley, autor do livro Reavaliando sua carreira, também vê boas perspectivas. “Hoje convivemos com a primeira geração que chega a essa idade em perfeitas condições físicas e intelectuais.” É só encarar o desafio e saber que a idade mental é mais importante que a cronológica."

(ARRIEL, Silvânia - Revista Encontro. Abril/2003, p. 43)

O termo destacado está corretamente identificado entre parênteses em:

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426Q679860 | Português, Interpretação de Textos, Prova 05, UEMG, UEMG, 2019

"Responda rápido. O maior índice de crescimento de novos universitários foi registrado em que faixa etária, de acordo com o último Censo do Ensino Superior?

A – 18 a 24 anos C – 40 a 49 anos

B – 24 a 39 anos D – Acima dos 50 anos

Não sabe? Quer a ajuda dos universitários? Cuidado, a maioria talvez não saiba. São os cinqüentões, sessentões e setentões que estão brilhando nos vestibulares. Entraram na vida acadêmica, em 2001, 23% a mais de alunos nessa faixa etária em comparação ao ano anterior. São quase 11 mil contra 8.700 em 2000. A tendência é de crescimento maior em 2002, mas os números só serão divulgados no final deste ano. Essa ocupação da “terceira idade”, nas universidades não se deve por acaso. Basta se ater à explicações do sociólogo Ruda Ricci, professor da PUCMinas, para ver sentido nessa mudança. Ele levanta dois fatores: a cobrança de qualificação pelo mercado de trabalho na década de 90 e a dispensa de pessoas com mais de 45 anos. “O ideal para as empresas eram funcionários na faixa dos 35 anos. Abaixo disso eram consideradas inexperientes e acima não teriam agilidade, já estariam burocratizadas.” Para as empresas, era mais fácil dar treinamento aos jovens. Aos quase cinqüentões só restava uma saída: voltar a estudar ou abrir negócio próprio. Some-se a isso a mudança na previdência, que retardou a aposentadoria, e o aumento na expectativa de vida. “O mercado percebeu que eles são experientes e buscam qualificação. Têm a receita ideal para um bom profissional”, afirma Ruda Ricci, que acredita na multiplicação das oportunidades de trabalho, nos próximos anos, para os cinqüentões. E não está só. Robert Critcheley, autor do livro Reavaliando sua carreira, também vê boas perspectivas. “Hoje convivemos com a primeira geração que chega a essa idade em perfeitas condições físicas e intelectuais.” É só encarar o desafio e saber que a idade mental é mais importante que a cronológica."

(ARRIEL, Silvânia - Revista Encontro. Abril/2003, p. 43)

“É só encarar o desafio e saber que a idade mental é mais importante que a cronológica.”

O termo assinalado tem função semelhante em:

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427Q679694 | Português, Interpretação de Textos, Prova 01, UEMG, UEMG, 2019

Esta música é um samba de Adoniran Barbosa e menciona o Brás, um bairro situado na cidade de São Paulo.

O Arnesto nos convidou pra um samba, ele mora no Brás

Nós fumos não encontremos ninguém

Nós voltermos com uma baita de uma reiva

Da outra vez nós num vai mais

No outro dia encontremo com o Arnesto

Que pediu desculpas mais nós não aceitemos

Isso não se faz, Arnesto, nós não se importa

Mas você devia ter ponhado um recado na porta

Um recado assim ói: “Ói, turma, num deu pra esperá

A duvido que isso, num faz mar, num tem importância,

Assinado em cruz porque não sei escrever”.

(http://goo.gl/QXibH. Acesso: 01/11/2012. Adaptado.)

Considerando que a nossa forma de falar, além de ser determinada pela situação comunicativa em que estamos inseridos, pode representar nossa origem sociocultural, o locutor do texto é representado por um

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428Q951341 | Matemática, Aritmética e Problemas, Vestibular, UEMG, UEMG, 2019

Leia o fragmento a seguir:

“Então, quando o cabo do braçalote gemeu, encapelando-se no Cais da verga até os cotovelos do horizonte sem fim, sua memória também rangeu com os dentes da catraca, e pôde lembrar-se de quando estourara a notícia da prisão [...]: o outrora arguto Conde de Oeiras fora considerado traidor e condenado à morte. Subira ao trono [...] e com ela todo o desencanto com a monarquia.”

Fonte: BARRETO, Antônio. A barca dos amantes. 4ª ed. Belo Horizonte[MG]: Lê, p. 27. 2018. [Fragmento: Adaptado]

O fragmento de Antônio Barreto, na obra “A barca dos amantes”, em suas lacunas, retrata personagens históricos como, EXCETO:

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429Q950575 | Português, Interpretação de Textos, Vestibular, UEMG, AOCP, 2018

Texto associado.

A questão é referente à obra A dança dos cabelos, de Carlos Herculano Lopes.


Leia o seguinte excerto:


“Assentada neste banco onde a empregada me trouxe o jantar e após a sobremesa uma garrafa de café, estou com os olhos no azul da serra e no sol que nele se abriga, nessa estranha hora em que o silêncio é cortado apenas pelo berro de uma rês ou pelo cruzar de uma ave, e em que faço mais um cigarro, sem, no entanto, livrar-me dos latejos que em fincadas sucessivas voltam às minhas pernas e doem como as antigas lembranças de minha infância.”

LOPES, Carlos Herculano. A dança dos cabelos. Rio de Janeiro: Record, 2017.

Considerando o título e o enredo da obra, assinale a alternativa correta.
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430Q679736 | História, Prova 02, UEMG, UEMG, 2019

Em uma visita ao Brasil em 1869, Joseph Arthur Gobineau, responsável pela criação das teorias raciais, fez o seguinte depoimento: Nem um só brasileiro tem sangue puro porque os exemplos de casamentos entre brancos e negros são tão disseminados que as nuances de cor são infinitas, causando uma degeneração do tipo mais deprimente tanto nas classes baixas como nas superiores.

(CARONE, I.; BENTO, M. A. S. (Org.). Psicologia social do racismo: Estudos sobre branquitude e branqueamento no Brasil. RJ: Vozes, 2002. p. 14.)

O pensamento de Gobineau, que influenciou setores da elite brasileira no final do século XIX, alimentou um imaginário

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431Q679738 | História, Brasil Monárquico Segundo Reinado 1831 1889, Prova 02, UEMG, UEMG, 2019

Foi uma lei que não passou de uma manobra política para acalmar as forças dos abolicionistas. Criada em 1871, libertava os bebês nascidos dos escravos brasileiros, mas, na prática, fez com que eles ficassem na escravidão até os 21 anos. A lei abolicionista a qual estamos nos referindo é a:
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432Q679768 | Geografia, Prova 09, UEMG, UEMG, 2019

O relatório divulgado pelo IPCC (Painel Intergovernamental de Mudanças Climáticas), em 2007, apontou que, até ao final do século, a temperatura do planeta pode subir 4 graus e serão mais frequentes os fenômenos climáticos extremos.
Em relação às fontes energéticas para conterem o aumento da temperatura global, tornou-se urgente
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433Q679769 | Geografia, Prova 09, UEMG, UEMG, 2019

A globalização criou nos espaços econômicos dos países dois circuitos: o superior e o inferior. O que caracteriza os circuitos superior e inferior do ponto de vista econômico é a renda média de seus integrantes e o acesso à modernização tecnológica. O circuito superior é representado pela economia formal, com renda média elevada, que está em conexão com o setor moderno e com acesso aos avanços tecnológicos do espaço globalizado. O setor inferior à economia é o setor informal que apresenta acentuada diferença de renda em relação ao circuito superior e pouco acesso à tecnologia.
Considerando-se a renda média dos circuitos superior e inferior, constata-se que ela é
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434Q679780 | Português, Interpretação de Textos, Prova 09, UEMG, UEMG, 2019

Um dia, ao começar a escrever um livro didático sobre literatura, tive que dar uma definição da poesia e embatuquei. Eu, que desde os dez anos de idade faço versos; eu, que tantas vezes sentira a poesia passar em mim como uma corrente elétrica e afluir aos meus olhos sob a forma de misteriosas lágrimas de alegria; não soube no momento forjar já não digo uma definição racional, dessas que, segundo a regra da lógica devem convir a todo o definido e só ao definido, mas uma definição puramente empírica, artística, literária. No aperto me socorri de Schiller, em quem o crítico era tão grande quanto o poeta, e disse com ele: “Poesia é a força que atua de maneira diversa e inapreendida, além e acima da consciência.”
(Manuel Bandeira. Poesia e prosa. p. 1271).
A falta de uma definição de poesia fez com que Bandeira, um poeta, recorresse à definição expressa por um outro poeta, Schiller. A definição de Schiller
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435Q944134 | Inglês, Vestibular, UEMG, UEMG, 2022

Texto associado.
Don’t Look Up: four climate experts on the polarising disaster film

Critics haven’t been kind to Adam McKay’s eco-satire, but many climate experts are lauding it. Here four give their views
Rarely has a film been as divisive as Adam McKay’s climate satire Don’t Look Up. Although it has been watched by millions, and is already Netflix’s third most watched film ever, the response from critics was largely negative. Many found its story of scientists who discover an asteroid heading for Earth a clumsy allegory for the climate crisis, while others just found it boring. But many in the climate movement have praised the film, and audience reviews have been generally positive.
We asked four climate experts to give their views on the film. Warning: spoilers ahead.

Ketan Joshi: ‘The main character of the climate crisis is absent’
[…]
Fiona Harvey: ‘The role of the technoloon, played by Mark Rylance, struck a chord’
[…]
After 17 years of reporting on the climate crisis, I doubted at first that the film had much to tell me about the frustrations of communicating a hypothetical catastrophe. As the film’s scientists first struggled to clothe their data in sober, measured terms, then broke into swearing, armwaving shrieks about provable imminent apocalypse, I nodded along. Yes, that’s what it feels like, and no, no one listens, not until it is too late.
Yet it was illuminating in unexpected ways – something I’ve always struggled with is how rational people can fail to grasp the scale of climate breakdown, how we could leave it so late. As the film shows, it’s partly because vested interests keep it that way, but it’s also just because we’re human. Believing in disaster before it strikes is fundamentally not how we work.
The role of the techno-loon, played by Mark Rylance, struck another chord. Cop26 was not a failure, though on the surface that was the obvious conclusion – it was more nuanced than that. Soon after the Cop26 circus left Glasgow, the danger of painting the outcome in such blackand-white terms became apparent, as wellmeaning experts concluded – in all seriousness – as talking didn’t work, our best hope would be for billionaires to bypass the UN and geoengineer the climate from space. Because obviously the answer to a vast uncontrolled experiment on the atmosphere is to conduct a vast uncontrolled experiment on the atmosphere.
[…]
Nina Lakhani: ‘Jennifer Lawrence’s character will resonate with many female climate scientists’
[…]
How Kate Dibiasky, the postgraduate student played by Jennifer Lawrence who discovered the comet, is portrayed as an unhinged hysterical woman, will resonate with many female climate scientists and activists whose crucial knowledge has been sidelined. The scene where her parents declare that they’re in favour of the jobs the comet will provide will resonate with millions of people, including me, trying to deal with relatives who have bought into political lies.
[…]
Damian Carrington: ‘It highlights the absurdity of staring disaster in the face, then looking away’
I loved Don’t Look Up, both as an entertainment and as a climate crisis parable. But the movie has been panned by many critics, with the main charge being that it is heavy-handed, blunt and too obvious. But that is exactly the point.
Scientists have been issuing blunt warnings about obvious dangers of global heating for years and have been ignored – carbon emissions are still rising. The film perfectly skewers the key ways in which they have been ignored: for short-term political expediency and short-term corporate profit.
In particular, the movie beautifully portrays the incredulity of scientists that their carefully constructed evidence can be dismissed with bluster such as “we’ll sit tight and assess” by leaders more concerned about today’s political weather and a media more interested in the minutiae of celebrities’ lives.
[…]
The point of the film is savagely highlighting the absurdity of staring disaster in the face, then looking away rather than acting. In that respect, it is a triumph.

Source: https://www.theguardian.com/film/2022/jan/08/dont-look-upfour-climate-experts-on-the-polarising-disaster-film. Access: 08/01/2022.
The text talks about Netflix climate satire Don’t look up. Mark the correct option concerning how the movie was received by critics.
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436Q944138 | Inglês, Vestibular, UEMG, UEMG, 2022

Texto associado.
Don’t Look Up: four climate experts on the polarising disaster film

Critics haven’t been kind to Adam McKay’s eco-satire, but many climate experts are lauding it. Here four give their views
Rarely has a film been as divisive as Adam McKay’s climate satire Don’t Look Up. Although it has been watched by millions, and is already Netflix’s third most watched film ever, the response from critics was largely negative. Many found its story of scientists who discover an asteroid heading for Earth a clumsy allegory for the climate crisis, while others just found it boring. But many in the climate movement have praised the film, and audience reviews have been generally positive.
We asked four climate experts to give their views on the film. Warning: spoilers ahead.

Ketan Joshi: ‘The main character of the climate crisis is absent’
[…]
Fiona Harvey: ‘The role of the technoloon, played by Mark Rylance, struck a chord’
[…]
After 17 years of reporting on the climate crisis, I doubted at first that the film had much to tell me about the frustrations of communicating a hypothetical catastrophe. As the film’s scientists first struggled to clothe their data in sober, measured terms, then broke into swearing, armwaving shrieks about provable imminent apocalypse, I nodded along. Yes, that’s what it feels like, and no, no one listens, not until it is too late.
Yet it was illuminating in unexpected ways – something I’ve always struggled with is how rational people can fail to grasp the scale of climate breakdown, how we could leave it so late. As the film shows, it’s partly because vested interests keep it that way, but it’s also just because we’re human. Believing in disaster before it strikes is fundamentally not how we work.
The role of the techno-loon, played by Mark Rylance, struck another chord. Cop26 was not a failure, though on the surface that was the obvious conclusion – it was more nuanced than that. Soon after the Cop26 circus left Glasgow, the danger of painting the outcome in such blackand-white terms became apparent, as wellmeaning experts concluded – in all seriousness – as talking didn’t work, our best hope would be for billionaires to bypass the UN and geoengineer the climate from space. Because obviously the answer to a vast uncontrolled experiment on the atmosphere is to conduct a vast uncontrolled experiment on the atmosphere.
[…]
Nina Lakhani: ‘Jennifer Lawrence’s character will resonate with many female climate scientists’
[…]
How Kate Dibiasky, the postgraduate student played by Jennifer Lawrence who discovered the comet, is portrayed as an unhinged hysterical woman, will resonate with many female climate scientists and activists whose crucial knowledge has been sidelined. The scene where her parents declare that they’re in favour of the jobs the comet will provide will resonate with millions of people, including me, trying to deal with relatives who have bought into political lies.
[…]
Damian Carrington: ‘It highlights the absurdity of staring disaster in the face, then looking away’
I loved Don’t Look Up, both as an entertainment and as a climate crisis parable. But the movie has been panned by many critics, with the main charge being that it is heavy-handed, blunt and too obvious. But that is exactly the point.
Scientists have been issuing blunt warnings about obvious dangers of global heating for years and have been ignored – carbon emissions are still rising. The film perfectly skewers the key ways in which they have been ignored: for short-term political expediency and short-term corporate profit.
In particular, the movie beautifully portrays the incredulity of scientists that their carefully constructed evidence can be dismissed with bluster such as “we’ll sit tight and assess” by leaders more concerned about today’s political weather and a media more interested in the minutiae of celebrities’ lives.
[…]
The point of the film is savagely highlighting the absurdity of staring disaster in the face, then looking away rather than acting. In that respect, it is a triumph.

Source: https://www.theguardian.com/film/2022/jan/08/dont-look-upfour-climate-experts-on-the-polarising-disaster-film. Access: 08/01/2022.
The climate expert Nina Lakhani thinks that “Jennifer Lawrence’s character will resonate with many female climate scientists”. Mark the option which best describes the meaning of Nina’s statement.
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437Q950572 | Português, Interpretação de Textos, Vestibular, UEMG, AOCP, 2018

Texto associado.

A questão refere-se à obra As melhores histórias de Fernando Sabino.


O texto a seguir é um excerto da crônica O caso do charuto.


E o ascensorista inflexível. Que o homem guardasse o charuto no bolso, engolisse o charuto, fizesse o que melhor lhe parecesse. Sem o quê, ele não subiria. Distraído pelos próprios argumentos, o homem, em vez de se desfazer do charuto, tirou dele uma baforada. Foi o bastante para generalizar-se a confusão. A senhora do Bronx resolveu intervir, alegando raivosamente que ela não tinha nada com aquela história e queria subir. O panamenho, como se estivesse no mundo da lua, perguntava em vão e em mau inglês em que andar era o Consulado do Panamá. O gordinho gritava que aquilo era um desaforo etc. etc. E o elevador parado. O dono do charuto levou-o novamente à boca, para ter as mãos livres e poder se explicar, provocando indignação geral. Então o gordinho, fora de si, estendeu o braço para com uma tapa derrubar o charuto, resolvendo assim a questão. Acontece, porém, que seu gesto foi mal calculado e o que ele deu foi um bofetão na cara do homem. O charuto saltou no ar largando brasa para cima do panamenho, que até então não entendia coisa nenhuma.

SABINO, Fernando. As melhores histórias de Fernando Sabino. Rio de Janeiro: BestBolso, 2010. p. 61.

Leia o início da crônica Fantasmas de Minas:


“Tão logo Scliar soube que eu pretendia passar o carnaval em Ouro Preto e não conseguira hotel, amavelmente ofereceu-me sua casa. É uma linda casa, informou com ar matreiro. Tão matreiro que dava até para desconfiar. Mas eu já ouvira falar na casa, [...]”.

SABINO, Fernando. As melhores histórias de Fernando Sabino. Rio de Janeiro: BestBolso, 2010. p. 147.


Tendo como base o restante dessa crônica, informe se é verdadeiro (V) ou falso (F) o que se afirma a seguir e assinale a alternativa com a sequência correta.


( ) Ao longo da crônica, especialmente em sua última parte, há alusões a locais históricos de Minas Gerais e de seus “fantasmas”. O narrador percorre algumas cidades até chegar a Belo Horizonte, cidade na qual o fantasma é ele próprio.

( ) Pode-se afirmar que essa crônica, com uma linguagem permeada por traços de oralidade, consegue ir a fundo no sentimento humano. Isso se dá de maneira mais evidente na narrativa a partir de quando o narrador vai embora de Ouro Preto e passa a apresentar uma linguagem carregada de lirismo.

( ) O narrador em primeira pessoa corrobora para a aproximação do leitor para com a matéria narrada.

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438Q950583 | História, Período Colonial produção de riqueza e escravismo, Vestibular, UEMG, AOCP, 2018

Assinale a alternativa INCORRETA sobre o abolicionismo no Brasil.
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439Q950571 | Português, Interpretação de Textos, Vestibular, UEMG, AOCP, 2018

Texto associado.

A questão refere-se à obra As melhores histórias de Fernando Sabino.


O texto a seguir é um excerto da crônica O caso do charuto.


E o ascensorista inflexível. Que o homem guardasse o charuto no bolso, engolisse o charuto, fizesse o que melhor lhe parecesse. Sem o quê, ele não subiria. Distraído pelos próprios argumentos, o homem, em vez de se desfazer do charuto, tirou dele uma baforada. Foi o bastante para generalizar-se a confusão. A senhora do Bronx resolveu intervir, alegando raivosamente que ela não tinha nada com aquela história e queria subir. O panamenho, como se estivesse no mundo da lua, perguntava em vão e em mau inglês em que andar era o Consulado do Panamá. O gordinho gritava que aquilo era um desaforo etc. etc. E o elevador parado. O dono do charuto levou-o novamente à boca, para ter as mãos livres e poder se explicar, provocando indignação geral. Então o gordinho, fora de si, estendeu o braço para com uma tapa derrubar o charuto, resolvendo assim a questão. Acontece, porém, que seu gesto foi mal calculado e o que ele deu foi um bofetão na cara do homem. O charuto saltou no ar largando brasa para cima do panamenho, que até então não entendia coisa nenhuma.

SABINO, Fernando. As melhores histórias de Fernando Sabino. Rio de Janeiro: BestBolso, 2010. p. 61.

Levando em consideração a totalidade da crônica O caso do charuto, percebe-se que o narrador
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440Q950590 | Química, Substâncias Inorgânicas e suas características Ácidos, Vestibular, UEMG, AOCP, 2018

Para a produção de gás hidrogênio, em um recipiente fechado e à temperatura constante, introduziu-se monóxido de carbono e vapor de água, os quais apresentavam pressões parciais iguais, de 0,90 atm cada. Após um determinado tempo, o equilíbrio químico foi atingido, CO(g) + H2O(g) ⇋ CO2(g) + H2(g), e medindo-se a pressão parcial do monóxido de carbono obteve-se 0,60 atm. Diante dessa afirmação, assinale a alternativa que apresenta o valor da constante de equilíbrio, Kp, para a reação exposta.
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