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Questões de Concursos UFC

Resolva questões de UFC comentadas com gabarito, online ou em PDF, revisando rapidamente e fixando o conteúdo de forma prática.


161Q691635 | Farmácia, Enfermeiro, UFC, CCV UFC, 2019

Com relação ao projeto de pesquisa clínica, podemos afirmar que um bom projeto de pesquisa/pergunta de pesquisa deve ser:
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162Q689317 | Enfermagem, Enfermeiro, UFC, CCV UFC, 2019

Na abordagem clínica da doença e do sofrimento, a Política Nacional de Humanização propõe uma ferramenta teórico-prática que se baseia no princípio de núcleo e campo de competência, onde um profissional pode realizar atividades e ações que não pertencem somente à sua especialidade, mas sim diz respeito às suas atribuições como profissional de saúde.
A qual ferramenta essa noção se refere?
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163Q690606 | Português, Interpretação de Textos, Técnico Especializado em Linguagens de Sinais, UFC, CCV UFC, 2019

Texto associado.
Texto
    A linguagem de sinais é uma língua real que requer habilidades expressivas e comunicativas
assim como ocorre nas línguas faladas. Os cientistas têm demonstrado que os circuitos cerebrais que
dirigem a construção de orações na linguagem falada e na linguagem de sinais são essencialmente
os mesmos, apesar da diferença das vias neurais que atuam para sua articulação.
    Assim como no caso de uma língua falada, as crianças aprendem os rudimentos da linguagem
observando e interagindo com as pessoas ao redor, e através de várias tentativas que levam a um
aprendizado natural sem prender-se às regras gramaticais. De fato, até mesmo as linguagens de
sinais têm um sistema muito preciso de regras gramaticais e de pontuação. Além disso, assim como
as línguas faladas, as línguas de sinais evoluem naturalmente através do uso e da interação social
entre as pessoas.
Um exemplo é o desenvolvimento de uma linguagem de sinais na Nicarágua na primeira escola
para surdos, aberta em 1980. Os alunos que até então estavam isolados da comunidade de surdos, de
repente, encontraram-se e desenvolveram uma espécie de pidgin da linguagem de sinais que foi
transmitida naturalmente às novas gerações, a ponto de fazer o governo reconhecê-la como língua
oficial e padronizá-la, reconhecendo seu vocabulário e gramática. Assim nasceu a linguagem de
sinais da Nicarágua.
Inclusive onde já existe uma linguagem de sinais reconhecida, não é raro que as escolas para
surdos desenvolvam gírias juvenis ou verdadeiros dialetos dessas línguas. No Sri Lanka, por
exemplo, cada escola tem sua própria língua de sinais! Em resumo, mesmo no mundo dos surdos, a
língua é uma verdadeira Babilônia.
Mas, há alguma relação entre a linguagem de sinais e a língua falada? Não necessariamente. Os
países onde se fala um mesmo idioma, como por exemplo o inglês, podem ter línguas de sinais
totalmente diferentes. No entanto, isso não exclui o fato de que uma linguagem de sinais possa
desenvolver um determinado link com o idioma falado no lugar, porque as pessoas surdas leem os
textos nesse idioma e os compreendem, e isso, inevitavelmente, pode influenciar a sua forma de
pensar e de se expressar. Mas as maneiras em que isso acontece são muito complexas e, na grande
maioria, representam um mistério.
THE ABA JOURNAL. Disponível em: <https://blog.abaenglish.com/pt/a-linguagem-de-sinais-e-o-ingles/
Comparando-se a linguagem de sinais e a linguagem falada, segundo o texto, conclui-se que:
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164Q685290 | Português, Interpretação de Textos, Técnico de Tecnologia da Informação, UFC, CCV UFC, 2019

Texto associado.

   Na segurança pública, a sociedade resolveu despejar toda a tolerância que falta nas demais áreas. O cidadão que parte para as vias de fato por causa de uma fechada no trânsito, a cidadã que embolacha a vizinha por causa do som alto, essa gente de pavio curto aceita mansamente situações intoleráveis.

   Toleramos, por exemplo, que uma guerra urbana oculta seja travada em várias cidades do país. Bandidos armados até os dentes, policiais idem, deixam gente comum, crianças, idosos, no meio do tiroteio. Não são situações pontuais: acontece todo dia, país afora, há décadas. E tornou-se parte da paisagem, uma efeméride: futebol aos domingos, tiroteio às terças, e assim por diante. Afora uns muxoxos, não há reclamações. Ninguém faz passeata por isso. Enquanto as balas voam, crianças deitam no chão das salas de aula, motoristas botam a cara no asfalto e a vida segue.

   Toleramos também que, de dentro dos presídios, criminosos continuem mandando no crime, sem maiores dificuldades. Que haja celulares, cocaína, maconha, armas, TVs de tela plana, jogatina, bebida. A cana dura, com raras exceções, é bem mole no Brasil.

   Toleramos ainda que as penas sejam ridiculamente baixas. Homicídio simples dá de seis a 20 anos. Com sorte, em um ano, um ano e meio, está na rua. Estupro? Seis a dez anos. Espancou uma pessoa até deixá-la permanentemente deformada? Dois a oito anos de pena. Abandonou o filho recém-nascido no berço para cair na gandaia e a criança morreu de fome? Quatro a 12 anos de reclusão. Mesmo com os fatores que reduzem ou agravam a pena, parte-se de muito, muito pouco. Nos crimes sem violência, então — dano e estelionato, por exemplo — temos o mundo maravilhoso da bandidagem.

   Toleramos a leniência bovina do Estado com a sua própria incapacidade de vigiar e punir. Com a risível taxa de solução de crimes. Com a tranquilidade com que assiste crianças entrarem para o crime nas favelas. Com o silêncio pusilânime ou a tristeza afetada diante da morte de inocentes.

   Somos uma sociedade violenta e intolerante. Mas é uma agressividade dirigida contra os fracos e uma intolerância baseada em picuinhas, bate-bocas, miudezas que não alteram em nada a vida. Temos sido, até agora, incapazes de enfrentar nossos reais problemas. Não nos olhamos no espelho. O que somos, enfim, é uma sociedade covarde.

O termo “leniência”, em “Toleramos a leniência bovina do Estado” (linha 21), significa:
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165Q683468 | Libras, Técnico Especializado em Linguagens de Sinais, UFC, CCV UFC, 2019

“No Brasil, há poucas décadas, se nós perguntássemos qual seria um “lugar” interessante para a formação de tradutores e intérpretes de língua de sinais, a maioria das respostas apontava a área de educação como um dos “espaços” mais adequados. Pouquíssimas eram as respostas que se afiliavam com o campo disciplinar dos Estudos da Tradução, e, mais raramente, aquelas que descreviam com precisão as competências e habilidades de um tradutor/intérprete de língua de sinais e/ou perspectivas teóricas que embasassem a prática desses profissionais” (SILVA, S.A., 2010).
Sobre o fato de a formação de tradutores e intérpretes ocupar o espaço da área da educação, marque a alternativa que justifica a posição de Silva (2010)
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166Q685932 | Programação, Tecnico de Tecnologia da Informacao, UFC, CCV UFC, 2019

Sobre o HTML5 (Hypertext Markup Language, versão 5), assinale a alternativa correta.
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167Q690310 | Programação, Técnico de Tecnologia da Informação, UFC, CCV UFC, 2019

Uma das formas de realizar a formatação de uma página Web é através do CSS. Um dos recursos fornecidos pelo CCS 3 acrescenta sombra ao texto. Escolha o item contendo a propriedade que fornece o recurso descrito.
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168Q182466 | Engenharia Civil, Engenheiro Civil, UFC, CCV UFC

É obrigatório o uso de colete ou tiras refletivas na região do tórax e costas quando o trabalhador estiver:

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169Q691253 | Redes de Computadores, Técnico de Tecnologia da Informação, UFC, CCV UFC, 2019

Uma das formas de realizar a integração entre aplicações distribuídas é através da utilização do padrão RESTful. Sobre esse padrão, assinale a alternativa correta.
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170Q181395 | Engenharia Civil, Engenheiro Civil, UFC, CCV UFC

Quando do processo de medição e recebimento definitivo de obras públicas de engenharia e arquitetura, assinale a opção correta.

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171Q683691 | Sistemas Operacionais, Tecnico de Tecnologia da Informacao, UFC, CCV UFC, 2019

Sobre o servidor HTTP Apache versão 2.4, assinale a alternativa correta.
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172Q691470 | Português, Morfologia, Técnico de Tecnologia da Informação, UFC, CCV UFC, 2019

Texto associado.

   Na segurança pública, a sociedade resolveu despejar toda a tolerância que falta nas demais áreas. O cidadão que parte para as vias de fato por causa de uma fechada no trânsito, a cidadã que embolacha a vizinha por causa do som alto, essa gente de pavio curto aceita mansamente situações intoleráveis.

   Toleramos, por exemplo, que uma guerra urbana oculta seja travada em várias cidades do país. Bandidos armados até os dentes, policiais idem, deixam gente comum, crianças, idosos, no meio do tiroteio. Não são situações pontuais: acontece todo dia, país afora, há décadas. E tornou-se parte da paisagem, uma efeméride: futebol aos domingos, tiroteio às terças, e assim por diante. Afora uns muxoxos, não há reclamações. Ninguém faz passeata por isso. Enquanto as balas voam, crianças deitam no chão das salas de aula, motoristas botam a cara no asfalto e a vida segue.

   Toleramos também que, de dentro dos presídios, criminosos continuem mandando no crime, sem maiores dificuldades. Que haja celulares, cocaína, maconha, armas, TVs de tela plana, jogatina, bebida. A cana dura, com raras exceções, é bem mole no Brasil.

   Toleramos ainda que as penas sejam ridiculamente baixas. Homicídio simples dá de seis a 20 anos. Com sorte, em um ano, um ano e meio, está na rua. Estupro? Seis a dez anos. Espancou uma pessoa até deixá-la permanentemente deformada? Dois a oito anos de pena. Abandonou o filho recém-nascido no berço para cair na gandaia e a criança morreu de fome? Quatro a 12 anos de reclusão. Mesmo com os fatores que reduzem ou agravam a pena, parte-se de muito, muito pouco. Nos crimes sem violência, então — dano e estelionato, por exemplo — temos o mundo maravilhoso da bandidagem.

   Toleramos a leniência bovina do Estado com a sua própria incapacidade de vigiar e punir. Com a risível taxa de solução de crimes. Com a tranquilidade com que assiste crianças entrarem para o crime nas favelas. Com o silêncio pusilânime ou a tristeza afetada diante da morte de inocentes.

   Somos uma sociedade violenta e intolerante. Mas é uma agressividade dirigida contra os fracos e uma intolerância baseada em picuinhas, bate-bocas, miudezas que não alteram em nada a vida. Temos sido, até agora, incapazes de enfrentar nossos reais problemas. Não nos olhamos no espelho. O que somos, enfim, é uma sociedade covarde.

Assinale a alternativa em que os dois termos são usados com mesmo sentido e recebem mesma classificação morfológica.
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173Q683883 | Enfermagem, Enfermeiro, UFC, CCV UFC, 2019

A Declaração de Helsinki, desenvolvida pela Associação Médica Mundial em 1964, tem como principal fundamento o bem-estar do participante de pesquisa. Sobre a Declaração de Helsink é correto afirmar:
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174Q687768 | Engenharia de Software, Técnico de Tecnologia da Informação, UFC, CCV UFC, 2019

Quando se trabalha com o controle de versão Git, existe uma área denominada de stage. Sobre essa área, é correto afirmar:
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175Q692418 | Programação, Técnico de Tecnologia da Informação, UFC, CCV UFC, 2019

Uma das fases do ciclo de vida do JSF é a “Update Model Values”. Essa fase é responsável por:

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176Q183353 | Engenharia Civil, Engenheiro Civil, UFC, CCV UFC

São obrigatórios a elaboração e o cumprimento do PCMAT - Programa de Condições e Meio Ambiente de Trabalho na Indústria da Construção nos estabelecimentos com:

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177Q690077 | Farmácia, Enfermeiro, UFC, CCV UFC, 2019

A monitoria em pesquisa clínica é de responsabilidade do patrocinador e deve ter como principal objetivo garantir que os dados produzidos pelo centro de pesquisa sejam íntegros e confiáveis e que aos participantes de pesquisa sejam garantidos seus direitos, bem-estar e segurança. Durante a monitoria são revisados os seguintes itens: documento-fonte, medicação do estudo, CRF e documentação em geral.
Com relação aos itens revisados na monitoria, podemos afirmar:
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178Q690622 | Direito Sanitário, Enfermeiro, UFC, CCV UFC, 2019

Quando utilizar manuseio de dados eletrônicos da pesquisa, e/ou sistemas remotos de dados eletrônicos, o patrocinador deve, exceto:
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179Q684173 | Português, Sintaxe, Técnico de Tecnologia da Informação, UFC, CCV UFC, 2019

Texto associado.

   Na segurança pública, a sociedade resolveu despejar toda a tolerância que falta nas demais áreas. O cidadão que parte para as vias de fato por causa de uma fechada no trânsito, a cidadã que embolacha a vizinha por causa do som alto, essa gente de pavio curto aceita mansamente situações intoleráveis.

   Toleramos, por exemplo, que uma guerra urbana oculta seja travada em várias cidades do país. Bandidos armados até os dentes, policiais idem, deixam gente comum, crianças, idosos, no meio do tiroteio. Não são situações pontuais: acontece todo dia, país afora, há décadas. E tornou-se parte da paisagem, uma efeméride: futebol aos domingos, tiroteio às terças, e assim por diante. Afora uns muxoxos, não há reclamações. Ninguém faz passeata por isso. Enquanto as balas voam, crianças deitam no chão das salas de aula, motoristas botam a cara no asfalto e a vida segue.

   Toleramos também que, de dentro dos presídios, criminosos continuem mandando no crime, sem maiores dificuldades. Que haja celulares, cocaína, maconha, armas, TVs de tela plana, jogatina, bebida. A cana dura, com raras exceções, é bem mole no Brasil.

   Toleramos ainda que as penas sejam ridiculamente baixas. Homicídio simples dá de seis a 20 anos. Com sorte, em um ano, um ano e meio, está na rua. Estupro? Seis a dez anos. Espancou uma pessoa até deixá-la permanentemente deformada? Dois a oito anos de pena. Abandonou o filho recém-nascido no berço para cair na gandaia e a criança morreu de fome? Quatro a 12 anos de reclusão. Mesmo com os fatores que reduzem ou agravam a pena, parte-se de muito, muito pouco. Nos crimes sem violência, então — dano e estelionato, por exemplo — temos o mundo maravilhoso da bandidagem.

   Toleramos a leniência bovina do Estado com a sua própria incapacidade de vigiar e punir. Com a risível taxa de solução de crimes. Com a tranquilidade com que assiste crianças entrarem para o crime nas favelas. Com o silêncio pusilânime ou a tristeza afetada diante da morte de inocentes.

   Somos uma sociedade violenta e intolerante. Mas é uma agressividade dirigida contra os fracos e uma intolerância baseada em picuinhas, bate-bocas, miudezas que não alteram em nada a vida. Temos sido, até agora, incapazes de enfrentar nossos reais problemas. Não nos olhamos no espelho. O que somos, enfim, é uma sociedade covarde.

Assinale a alternativa que classifica corretamente a oração: “Que haja celulares, cocaína, maconha, armas, TVs de tela plana, jogatina, bebida.” (linhas 12-13).
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180Q686496 | Enfermagem, Enfermeiro, UFC, CCV UFC, 2019

Comitês Técnicos de Equidade em Saúde são espaços de participação e controle social que consistem num grupo consultivo para discussões técnicas voltadas a promoção de equidade em saúde para as populações em condições de desigualdade e/ou vulnerabilidade. Atualmente, sob a coordenação do Departamento de Apoio à Gestão Participativa e ao Controle Social da Secretaria de Gestão Estratégica e Participativa (DAGEP/SGEP), quais Comitês Técnicos de Equidade em Saúde estão instituídos?
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