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Questões de Concursos UFF

Resolva questões de UFF comentadas com gabarito, online ou em PDF, revisando rapidamente e fixando o conteúdo de forma prática.


1001Q682883 | Farmácia, Farmacêutico, UFF, COSEAC, 2019

A hipercolesterolemia pode ser tratada com vários fármacos distintos, conforme apresentados na Coluna I.
Estabeleça a correta correspondência com o mecanismo de ação na Coluna II.
Coluna I
1 rosuvastatina
2 colestipol
3 ezetimibe
4 genfibrozila
5 niacina
Coluna II
( ) ativação do PPAR-alfa
( ) inibição da NPC1L1 nos enterócitos
( ) resina sequestradora de ácidos biliares
( ) inibição da HMG-CoA redutase
( ) inibição da lipólise do triglicéride
A sequência numérica correta, de cima para baixo, é:
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1002Q693123 | Farmácia, Farmacêutico, UFF, COSEAC, 2019

Várias medidas podem ser utilizadas para mensurar e avaliar consumo e uso de antimicrobianos em hospitais. A medida de consumo mais amplamente utilizada é a Dose Diária Definida (Defined Daily Dose - DDD) preconizada pela Organização Mundial de Saúde. No entanto, novas medidas vêm sendo adotadas para o aprimoramento das análises como “Dias de Terapia” (Days of therapy - DOT) e “Duração de Terapia” (Lenght of therapy - LOT). Se um paciente utilizou os antimicrobianos ciprofloxacino e metronidazol por 7 dias, é correto afirmar que este uso corresponde a:
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1003Q215174 | Veterinária, Clínica, Médico Veterinária, UFF, UFF

As anemias são frequentes nas criações de ruminantes, podendo ter como causas perdas sanguíneas, destruição aumentada das hemácias ou produção de hemácias insuficientes. Dentre as principais enfermidades que causam anemia hemolítica, em ruminantes, estão:

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1004Q694242 | Nutrição, Nutricionista, UFF, COSEAC, 2019

Para os alimentos que forem submetidos à fritura, além dos controles estabelecidos para um tratamento térmico, devem-se instituir medidas que garantam que o óleo e a gordura utilizados não constituam uma fonte de contaminação química do alimento preparado. A temperatura é uma das formas de controle, e esta não deve ser superior a:
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1005Q687848 | Contabilidade Geral, Balanço Patrimonial BP, Auditor, UFF, COSEAC, 2019

Dentre os critérios de avaliação de estoques, abordados na NBC TG 16 – Estoques, num ambiente econômico com inflação, a adoção o UEPS (Último a Entrar Primeiro a Sair) provoca:
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1006Q689413 | Enfermagem, Técnico de Enfermagem, UFF, COSEAC, 2019

O Índice de Desenvolvimento Humano (IDH) é um dado estatístico, criado pelo Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD), para contrapor os dados puramente econômicos utilizados para medir a riqueza dos países e analisar o desenvolvimento a partir da inclusão de outros fatores como renda, educação e saúde. No quesito saúde, para o cálculo do IDH, considera-se:
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1007Q683036 | Mecânica, Técnico em Eletromecânica, UFF, COSEAC, 2019

Na inspeção com ensaio visual, observa-se que o elemento mais importante para a sua realização é o (a):
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1008Q689977 | Enfermagem, Enfermeiro, UFF, COSEAC, 2019

De acordo com a Portaria 2.436 do Ministério da Saúde, a Atenção Básica é o conjunto de ações de saúde individuais, familiares e coletivas que:
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1009Q687935 | Contabilidade Geral, Procedimentos Contábeis Patrimoniais, Técnico em Contabilidade, UFF, COSEAC, 2019

De acordo com a NBC T 16.10 – Avaliação e Mensuração de Ativos e Passivos em Entidades do Setor Público –, a diferença entre o valor líquido contábil do bem e o valor de mercado ou de consenso, com base em laudo técnico, denomina-se valor:
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1010Q120677 | Português, Interpretação de Textos, Analista de Tecnologia da Informação, UFF, UFF

Texto associado.

Leia o texto abaixo e responda às questões
propostas.


1 Entender a saúde como grau zero de malestar
permitiu uma grande invenção do século XX,
que foi a previdência social. Se a saúde é a nãodoença,
então sabemos exatamente do que cada
qual necessita para curar-se. A sociedade, assim,
se responsabiliza por tais tratamentos de saúde.
Isso é moral e justificável. Aliás, é quase consenso
que uma das maiores falhas dos Estados Unidos é
não terem um sistema de saúde como o europeu e
o canadense.
2 Contudo, com os avanços da medicina e a
nova idéia de saúde surgem problemas. Antes de
mais nada, até onde vai minha responsabilidade
pela saúde dos outros? Se alguém adoece ou se
fere por decisão própria, deve a sociedade arcar
com suas despesas? Não penso no caso da
tentativa de suicídio, porque esta pode decorrer de
um sofrimento psíquico tão intenso que justifica a
sociedade tratar não só os danos físicos, mas a
causa íntima deles. No entanto,no caso de quem
fuma ou bebe, deve a sociedade custear as
doenças que ele terá a mais do que o não-fumante
ou o não-alcoólico? Ou deveriam essas pessoas,
alertadas há anos dos custos que despejam sobre
seus concidadãos, arcar com eles ou com um
pagamento suplementar de seguro-saúde? É
possível, hoje, estabelecer melhor que no passado
o grau de responsabilidade de cada pessoa nas
mazelas sociais. Vemos isso nos seguros de carro:
os rapazes de 18 a 24 anos são os maiores
causadores de acidentes, portanto quem está nessa
faixa paga um prêmio maior. Todavia, se ao fim de
um ano ou dois ele mostrar que não gerou custos
para a seguradora, provavelmente começará a
ganhar bônus. Esse modelo possivelmente se
ampliará para a saúde.
3 O segundo problema está ligado à expansão
da saúde para um a mais. Uma coisa é curar ou
sarar, outra é dar vantagens - como o que se
chama wellness - que as pessoas antes não
tinham ou que não estão na previsão usualde
nossa vida e de sua qualidade. Aqui, para além do
valor altamente moral da saúde como não-doença,
entram elementos que podem ser da ordem da
vaidade, ou do gosto pelo próprio corpo, ou de certa
felicidade. É difícil separar o que é vaidade, o que é
felicidade, e talvez se esmerar em distingui-los
indique apenas uma atitude moralista no pior
sentido do termo. Mas cada vez mais pessoas hão
de querer não apenas realizar cirurgias plásticas,
como também ampliar seu tempo de vida
sexualmente ativa, sua capacidade física e outras
qualidades que, longe de nos reconduzirem à média
zero do histórico humano, vão nos levar - permitam
a citação de Toy Story - "para o infinito e além".
Ora, se a "medicina da cura" tem custos diferentes
conforme o perfil de saúde e doença dos pacientes,
a "medicina do mais" tem custos diferentes
conforme o que o indivíduo almeja. Naquele caso, o
custo depende de onde se parte; neste, de aonde
se quer chegar. Podemosmodelar nosso corpo e
nossa vida, mais que no passado. E quem paga por
isso?
4 Aqui, a ideia de um custeio social - que na
verdade é um rateio, porque como contribuintes
pagamos aquilo que vamos desfrutar como
cidadãos - fica mais difícil. Uma coisa é ratearmos
o custo de operações de câncer, de tratamento de
doenças caras. Outra é ratearmos o sonho de corpo
de cada um. O rateio funciona quando o desejo se
reduz ao de zerar a dor. Esse desejo baixo, mínimo
("só quero parar de sentir dor") admite que,
moralmente, todos paguemos por ele. Entretanto,
alguém de nós aceitaria ratear uma operação para
alguém que quer ampliar o busto, aumentar o pênis
ou simplesmente ter uma condição física superior à
média? Não creio.
5 O melhor exemplo é o do Viagra. É
perfeitamente legítimo um Estado de bem-estar
social, como os europeus, fornecê-lo a idosos que
sentem dificuldade em ter ou manter a ereção. Mas
quantos comprimidos azuis por semana? Por que
um e nãodois, três, sete? Não há mais medida,
porque nosso metro moral e previdenciário era o
zero, a não-dor. O orgasmo não se encaixa nesse
modelo. Por melhor que uma relação sexual seja
para a saúde das pessoas, não sabemos qual
número seria o adequado.
6 O caso do sexo tem um elemento irônico,
ademais. Quase todos sabem como é forte, no
desejo sexual, a transgressão. Daí a atração do
fruto proibido. E como fica se o Estado me fornece
os meios de ter relações sexuais? Não se
burocratiza o imaginário em torno do sexo? "O sr. já
recebeu seus comprimidos do mês. O próximo, por
favor!" Talvez o Viagra só funcione de verdade se
for comprado ou, como dizem os baianos sobre as
fitas do Bonfim, se você o ganhar de alguém - ou
roubar
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No enunciado: "Aliás, é quase consenso que uma das maiores falhas dos Estados Unidos é não terem um sistema de saúde como o europeu e o canadense" (1º parágrafo), "aliás" funciona com o mesmo sentido que em:

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1011Q683882 | Química, Técnico em Química, UFF, COSEAC, 2019

Um dos grandes problemas da atualidade é o consumo exagerado de bebidas alcoólicas por parte da população. Um exemplo é o consumo de uísque que é formado por água, etanol e pequenas quantidades de etanoico e etanoato de etila. Sabe-se que essas duas últimas substâncias teriam se formado a partir do etanol em reações de:
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1012Q119922 | Programação , Java, Analista de Tecnologia da Informação, UFF, UFF

A plataforma JAVA 2 Standard Edition (J2SE), desenvolvida pela SUN, organiza-se em três grupos conceituais. São eles:

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1013Q685175 | Odontologia, Técnico em Prótese Dentária, UFF, COSEAC, 2019

A identificação dos dentes, de acordo com a Federal Dental International (FDI), é feita por dois algarismos, sendo que o primeiro identifica o quadrante e dentição ao qual pertence o elemento e o segundo sua posição neste hemiarco. Assim sendo, está correto afirmar que o elemento 32 corresponde ao incisivo:
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1014Q691375 | Libras, Tradutor e Intérprete de Linguagem de Sinais, UFF, COSEAC, 2019

O sinal em LIBRAS feito com a mesma configuração de mãos que a do sinal de “anteontem” é:
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1015Q120246 | Português, Interpretação de Textos, Analista de Tecnologia da Informação, UFF, UFF

Texto associado.

Leia o texto abaixo e responda às questões
propostas.


1 Entender a saúde como grau zero de malestar
permitiu uma grande invenção do século XX,
que foi a previdência social. Se a saúde é a nãodoença,
então sabemos exatamente do que cada
qual necessita para curar-se. A sociedade, assim,
se responsabiliza por tais tratamentos de saúde.
Isso é moral e justificável. Aliás, é quase consenso
que uma das maiores falhas dos Estados Unidos é
não terem um sistema de saúde como o europeu e
o canadense.
2 Contudo, com os avanços da medicina e a
nova idéia de saúde surgem problemas. Antes de
mais nada, até onde vai minha responsabilidade
pela saúde dos outros? Se alguém adoece ou se
fere por decisão própria, deve a sociedade arcar
com suas despesas? Não penso no caso da
tentativa de suicídio, porque esta pode decorrer de
um sofrimento psíquico tão intenso que justifica a
sociedade tratar não só os danos físicos, mas a
causa íntima deles. No entanto,no caso de quem
fuma ou bebe, deve a sociedade custear as
doenças que ele terá a mais do que o não-fumante
ou o não-alcoólico? Ou deveriam essas pessoas,
alertadas há anos dos custos que despejam sobre
seus concidadãos, arcar com eles ou com um
pagamento suplementar de seguro-saúde? É
possível, hoje, estabelecer melhor que no passado
o grau de responsabilidade de cada pessoa nas
mazelas sociais. Vemos isso nos seguros de carro:
os rapazes de 18 a 24 anos são os maiores
causadores de acidentes, portanto quem está nessa
faixa paga um prêmio maior. Todavia, se ao fim de
um ano ou dois ele mostrar que não gerou custos
para a seguradora, provavelmente começará a
ganhar bônus. Esse modelo possivelmente se
ampliará para a saúde.
3 O segundo problema está ligado à expansão
da saúde para um a mais. Uma coisa é curar ou
sarar, outra é dar vantagens - como o que se
chama wellness - que as pessoas antes não
tinham ou que não estão na previsão usualde
nossa vida e de sua qualidade. Aqui, para além do
valor altamente moral da saúde como não-doença,
entram elementos que podem ser da ordem da
vaidade, ou do gosto pelo próprio corpo, ou de certa
felicidade. É difícil separar o que é vaidade, o que é
felicidade, e talvez se esmerar em distingui-los
indique apenas uma atitude moralista no pior
sentido do termo. Mas cada vez mais pessoas hão
de querer não apenas realizar cirurgias plásticas,
como também ampliar seu tempo de vida
sexualmente ativa, sua capacidade física e outras
qualidades que, longe de nos reconduzirem à média
zero do histórico humano, vão nos levar - permitam
a citação de Toy Story - "para o infinito e além".
Ora, se a "medicina da cura" tem custos diferentes
conforme o perfil de saúde e doença dos pacientes,
a "medicina do mais" tem custos diferentes
conforme o que o indivíduo almeja. Naquele caso, o
custo depende de onde se parte; neste, de aonde
se quer chegar. Podemosmodelar nosso corpo e
nossa vida, mais que no passado. E quem paga por
isso?
4 Aqui, a ideia de um custeio social - que na
verdade é um rateio, porque como contribuintes
pagamos aquilo que vamos desfrutar como
cidadãos - fica mais difícil. Uma coisa é ratearmos
o custo de operações de câncer, de tratamento de
doenças caras. Outra é ratearmos o sonho de corpo
de cada um. O rateio funciona quando o desejo se
reduz ao de zerar a dor. Esse desejo baixo, mínimo
("só quero parar de sentir dor") admite que,
moralmente, todos paguemos por ele. Entretanto,
alguém de nós aceitaria ratear uma operação para
alguém que quer ampliar o busto, aumentar o pênis
ou simplesmente ter uma condição física superior à
média? Não creio.
5 O melhor exemplo é o do Viagra. É
perfeitamente legítimo um Estado de bem-estar
social, como os europeus, fornecê-lo a idosos que
sentem dificuldade em ter ou manter a ereção. Mas
quantos comprimidos azuis por semana? Por que
um e nãodois, três, sete? Não há mais medida,
porque nosso metro moral e previdenciário era o
zero, a não-dor. O orgasmo não se encaixa nesse
modelo. Por melhor que uma relação sexual seja
para a saúde das pessoas, não sabemos qual
número seria o adequado.
6 O caso do sexo tem um elemento irônico,
ademais. Quase todos sabem como é forte, no
desejo sexual, a transgressão. Daí a atração do
fruto proibido. E como fica se o Estado me fornece
os meios de ter relações sexuais? Não se
burocratiza o imaginário em torno do sexo? "O sr. já
recebeu seus comprimidos do mês. O próximo, por
favor!" Talvez o Viagra só funcione de verdade se
for comprado ou, como dizem os baianos sobre as
fitas do Bonfim, se você o ganhar de alguém - ou
roubar
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No curso da argumentação, o autor vai deixando marcas - palavras, expressões - para mostrar que o conteúdo de muitos de seus enunciados deve ser entendido como uma POSSIBILIDADE - coisa que ocorre em todas as alternativas abaixo, EXCETO:

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1016Q693187 | Nutrição, Nutricionista, UFF, COSEAC, 2019

A contaminação por agentes patogênicos pode ocorrer em qualquer das fases de destinação dos produtos ao consumo ou fazer parte da matéria prima, por ter sido adquirida durante o período de criação dos animais, tal como ocorre, por exemplo, com o(a):
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1017Q121372 | Sistemas Operacionais , Linux, Analista de Tecnologia da Informação, UFF, UFF

Em relação ao gerenciamento de processos no UNIX (Linux), um processo é criado através de uma system call conhecida como:

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1018Q682282 | Psicologia, Psicólogo Clínica, UFF, COSEAC, 2019

O elemento discursivo específico da subjetivação melancólica, segundo Pinheiro, Quintella e Verztman, é:
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1019Q684333 | Química, Técnico de Laboratório Química, UFF, COSEAC, 2019

Em relação à indústria do petróleo, são feitas as seguintes afirmativas:
I É chamado índice de octanagem o percentual de isooctano existente numa mistura com n-heptano que tem os mesmos efeitos em motores de combustão interna.
II Em geral, de todos os derivados de petróleo, o de maior consumo é a gasolina, seguida do diesel e óleos combustíveis.
III Na gasolina é adicionado um composto chamado chumbo-tetraetila, que evita a préignição.
IV É chamada xisto betuminoso a rocha que não se pode dividir em folhas, impregnada de petróleo.
Das afirmativas acima, estão corretas apenas:
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1020Q694066 | Veterinária, Médico Veterinário, UFF, COSEAC, 2019

Os animais “germ-free” possuem características fisiológicas e anatômicas que necessitam da atenção do pesquisador, do médico veterinário e dos técnicos de biotérios, quando comparados com animais Livres de Germes Patogênicos Específicos (Specific Pathogen Free – SPF). Algumas vezes esses animais morrem por rompimento do ceco, que se apresenta com aspecto:
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