Início

Questões de Concursos UFF

Resolva questões de UFF comentadas com gabarito, online ou em PDF, revisando rapidamente e fixando o conteúdo de forma prática.


981Q693187 | Nutrição, Nutricionista, UFF, COSEAC, 2019

A contaminação por agentes patogênicos pode ocorrer em qualquer das fases de destinação dos produtos ao consumo ou fazer parte da matéria prima, por ter sido adquirida durante o período de criação dos animais, tal como ocorre, por exemplo, com o(a):
  1. ✂️
  2. ✂️
  3. ✂️
  4. ✂️
  5. ✂️

982Q693477 | Enfermagem, Enfermeiro, UFF, COSEAC, 2019

Ao fundamentar a assistência de enfermagem nos princípios de segurança do paciente, o enfermeiro adotará como medida de prevenção de úlcera por pressão (UPP):
  1. ✂️
  2. ✂️
  3. ✂️
  4. ✂️
  5. ✂️

983Q213772 | Medicina, Médico Ginecologista e Obstetra, UFF, UFF

A instituição hospitalar é obrigada a manter o prontuário médico por:

  1. ✂️
  2. ✂️
  3. ✂️
  4. ✂️
  5. ✂️

984Q690450 | Medicina, Médico Cirurgia Geral, UFF, COSEAC, 2019

Com relação às ulceras gástricas (UG), está correto afirmar que:
  1. ✂️
  2. ✂️
  3. ✂️
  4. ✂️
  5. ✂️

985Q691512 | Engenharia Elétrica, Engenheiro Elétrica, UFF, COSEAC, 2019

Os conceitos de “proteção básica” e de “proteção supletiva” correspondem, respectivamente, aos conceitos de proteção contra contatos diretos e de proteção contra contatos indiretos. Dessa forma, constituem exemplos de proteção básica e supletiva, respectivamente:
  1. ✂️
  2. ✂️
  3. ✂️
  4. ✂️
  5. ✂️

986Q693051 | Redes de Computadores, Técnico de Laboratório Informática, UFF, COSEAC, 2019

Os streamings de vídeo são fluxos de mídia que são distribuídos nas redes por meio de um protocolo de forma muito rápida. O que garante a velocidade da transmissão dos dados e o protocolo utilizado são, respectivamente:
  1. ✂️
  2. ✂️
  3. ✂️
  4. ✂️
  5. ✂️

987Q693071 | Português, Interpretação de Textos, Técnico em Mecânica, UFF, COSEAC, 2019

Texto associado.
TEXTO 1

APRENDA A CHAMAR A POLÍCIA

                    Eu tenho o sono muito leve, e numa noite
                dessas notei que havia alguém andando
                sorrateiramente no quintal de casa. Levantei em
                silêncio e fiquei acompanhando os leves ruídos que
5              vinham lá de fora, até ver uma silhueta passando pela
                janela do banheiro. Como minha casa era muito
                segura, com grades nas janelas e trancas internas nas
                portas, não fiquei muito preocupado, mas era claro
                que eu não ia deixar um ladrão ali, espiando
10            tranquilamente.
                    Liguei baixinho para a polícia, informei a
                situação e o meu endereço.
                    Perguntaram-me se o ladrão estava armado ou
                se já estava no interior da casa.
15                Esclareci que não e disseram-me que não
                havia nenhuma viatura por perto para ajudar, mas que
                iriam mandar alguém assim que fosse possível.
                    Um minuto depois, liguei de novo e disse com a
                voz calma:
20                 — Oi, eu liguei há pouco porque tinha alguém
                no meu quintal. Não precisa mais ter pressa. Eu já
                matei o ladrão com um tiro da escopeta calibre 12,
                que tenho guardada em casa para estas situações. O
                tiro fez um estrago danado no cara!
25                  Passados menos de três minutos, estavam na
                minha rua cinco carros da polícia, um helicóptero, uma
                unidade do resgate, uma equipe de TV e a turma dos
                direitos humanos, que não perderiam isso por nada
                neste mundo.
30                  Eles prenderam o ladrão em flagrante, que
                ficava olhando tudo com cara de assombrado. Talvez
                ele estivesse pensando que aquela era a casa do
                    Comandante da Polícia.
                    No meio do tumulto, um tenente se aproximou
35             de mim e disse:
                    — Pensei que tivesse dito que tinha matado o
                ladrão.
                        Eu respondi:
                        — Pensei que tivesse dito que não havia
40             ninguém disponível.

                                VERÍSSIMO, Luís Fernando. Aprenda a chamar a polícia.
                                                                                                        Disponível em:
                      https://portuguesemdestaque.blogspot.com/p/cronicas.html.
                                                                                               Acesso em jan. 2019.
O trecho “Como minha casa era muito segura, com grades nas janelas e trancas internas nas portas, não fiquei muito preocupado (...)” pode ser reescrito da seguinte forma, sem perda de sentido:
  1. ✂️
  2. ✂️
  3. ✂️
  4. ✂️
  5. ✂️

988Q693123 | Farmácia, Farmacêutico, UFF, COSEAC, 2019

Várias medidas podem ser utilizadas para mensurar e avaliar consumo e uso de antimicrobianos em hospitais. A medida de consumo mais amplamente utilizada é a Dose Diária Definida (Defined Daily Dose - DDD) preconizada pela Organização Mundial de Saúde. No entanto, novas medidas vêm sendo adotadas para o aprimoramento das análises como “Dias de Terapia” (Days of therapy - DOT) e “Duração de Terapia” (Lenght of therapy - LOT). Se um paciente utilizou os antimicrobianos ciprofloxacino e metronidazol por 7 dias, é correto afirmar que este uso corresponde a:
  1. ✂️
  2. ✂️
  3. ✂️
  4. ✂️
  5. ✂️

989Q214684 | Veterinária, Diagnósticos, Médico Veterinária, UFF, UFF

No diagnóstico de diabetes melito em cães, é correto afirmar que:

  1. ✂️
  2. ✂️
  3. ✂️
  4. ✂️
  5. ✂️

990Q686263 | Odontologia, Técnico em Prótese Dentária, UFF, COSEAC, 2019

Existem inúmeros detalhes anatômicos presentes na face oclusal e no terço oclusal das faces livres e proximais dos dentes posteriores. Com base no conhecimento dessas estruturas, é correta a seguinte definição: 
  1. ✂️
  2. ✂️
  3. ✂️
  4. ✂️
  5. ✂️

991Q689079 | Biologia, Biólogo, UFF, COSEAC, 2019

Em relação ao ciclo do nitrogênio, avalie as afirmativas a seguir. 
I A conversão de nitrogênio gasoso (N2 ) em amônia é chamada nitrificação. 
II Plantas absorvem nitrogênio na forma de nitrato. 
III A conversão de nitrato do solo em N2 é realizado por bactérias decompositoras. 
IV Rhizobium é exemplo de bactéria fixadora de nitrogênio quando associada a raízes de leguminosas. 
Das afirmativas acima, estão corretas apenas:
  1. ✂️
  2. ✂️
  3. ✂️
  4. ✂️
  5. ✂️

992Q121018 | Engenharia de Software , Métricas de Software, Analista de Tecnologia da Informação, UFF, UFF

No tocante às métricas de projeto, são objetivos dessas métricas:

  1. ✂️
  2. ✂️
  3. ✂️
  4. ✂️
  5. ✂️

993Q121291 | Português, Interpretação de Textos, Analista de Tecnologia da Informação, UFF, UFF

Texto associado.

Leia o texto abaixo e responda às questões
propostas.


1 Entender a saúde como grau zero de malestar
permitiu uma grande invenção do século XX,
que foi a previdência social. Se a saúde é a nãodoença,
então sabemos exatamente do que cada
qual necessita para curar-se. A sociedade, assim,
se responsabiliza por tais tratamentos de saúde.
Isso é moral e justificável. Aliás, é quase consenso
que uma das maiores falhas dos Estados Unidos é
não terem um sistema de saúde como o europeu e
o canadense.
2 Contudo, com os avanços da medicina e a
nova idéia de saúde surgem problemas. Antes de
mais nada, até onde vai minha responsabilidade
pela saúde dos outros? Se alguém adoece ou se
fere por decisão própria, deve a sociedade arcar
com suas despesas? Não penso no caso da
tentativa de suicídio, porque esta pode decorrer de
um sofrimento psíquico tão intenso que justifica a
sociedade tratar não só os danos físicos, mas a
causa íntima deles. No entanto,no caso de quem
fuma ou bebe, deve a sociedade custear as
doenças que ele terá a mais do que o não-fumante
ou o não-alcoólico? Ou deveriam essas pessoas,
alertadas há anos dos custos que despejam sobre
seus concidadãos, arcar com eles ou com um
pagamento suplementar de seguro-saúde? É
possível, hoje, estabelecer melhor que no passado
o grau de responsabilidade de cada pessoa nas
mazelas sociais. Vemos isso nos seguros de carro:
os rapazes de 18 a 24 anos são os maiores
causadores de acidentes, portanto quem está nessa
faixa paga um prêmio maior. Todavia, se ao fim de
um ano ou dois ele mostrar que não gerou custos
para a seguradora, provavelmente começará a
ganhar bônus. Esse modelo possivelmente se
ampliará para a saúde.
3 O segundo problema está ligado à expansão
da saúde para um a mais. Uma coisa é curar ou
sarar, outra é dar vantagens - como o que se
chama wellness - que as pessoas antes não
tinham ou que não estão na previsão usualde
nossa vida e de sua qualidade. Aqui, para além do
valor altamente moral da saúde como não-doença,
entram elementos que podem ser da ordem da
vaidade, ou do gosto pelo próprio corpo, ou de certa
felicidade. É difícil separar o que é vaidade, o que é
felicidade, e talvez se esmerar em distingui-los
indique apenas uma atitude moralista no pior
sentido do termo. Mas cada vez mais pessoas hão
de querer não apenas realizar cirurgias plásticas,
como também ampliar seu tempo de vida
sexualmente ativa, sua capacidade física e outras
qualidades que, longe de nos reconduzirem à média
zero do histórico humano, vão nos levar - permitam
a citação de Toy Story - "para o infinito e além".
Ora, se a "medicina da cura" tem custos diferentes
conforme o perfil de saúde e doença dos pacientes,
a "medicina do mais" tem custos diferentes
conforme o que o indivíduo almeja. Naquele caso, o
custo depende de onde se parte; neste, de aonde
se quer chegar. Podemosmodelar nosso corpo e
nossa vida, mais que no passado. E quem paga por
isso?
4 Aqui, a ideia de um custeio social - que na
verdade é um rateio, porque como contribuintes
pagamos aquilo que vamos desfrutar como
cidadãos - fica mais difícil. Uma coisa é ratearmos
o custo de operações de câncer, de tratamento de
doenças caras. Outra é ratearmos o sonho de corpo
de cada um. O rateio funciona quando o desejo se
reduz ao de zerar a dor. Esse desejo baixo, mínimo
("só quero parar de sentir dor") admite que,
moralmente, todos paguemos por ele. Entretanto,
alguém de nós aceitaria ratear uma operação para
alguém que quer ampliar o busto, aumentar o pênis
ou simplesmente ter uma condição física superior à
média? Não creio.
5 O melhor exemplo é o do Viagra. É
perfeitamente legítimo um Estado de bem-estar
social, como os europeus, fornecê-lo a idosos que
sentem dificuldade em ter ou manter a ereção. Mas
quantos comprimidos azuis por semana? Por que
um e nãodois, três, sete? Não há mais medida,
porque nosso metro moral e previdenciário era o
zero, a não-dor. O orgasmo não se encaixa nesse
modelo. Por melhor que uma relação sexual seja
para a saúde das pessoas, não sabemos qual
número seria o adequado.
6 O caso do sexo tem um elemento irônico,
ademais. Quase todos sabem como é forte, no
desejo sexual, a transgressão. Daí a atração do
fruto proibido. E como fica se o Estado me fornece
os meios de ter relações sexuais? Não se
burocratiza o imaginário em torno do sexo? "O sr. já
recebeu seus comprimidos do mês. O próximo, por
favor!" Talvez o Viagra só funcione de verdade se
for comprado ou, como dizem os baianos sobre as
fitas do Bonfim, se você o ganhar de alguém - ou
roubar
Imagem 002.jpg

Em mais de um momento da exposição, o autor busca envolver emocionalmente o leitor a fim de torná-lo cúmplice das idéias que expõe - o que fica bastante evidente na passagem que se lê em:

  1. ✂️
  2. ✂️
  3. ✂️
  4. ✂️
  5. ✂️

994Q689369 | Psicologia, Psicólogo Clínica, UFF, COSEAC, 2019

Beck, Freeman e Davis se inspiram na etologia para definir as formas de comportamento programado que são planejadas para atender a objetivos biológicos. Na definição, o sentido empregado denota comportamentos estereotipados altamente padronizados, que promovem a sobrevivência e a reprodução individual. Nos humanos, a definição é aplicada a formas de comportamento que podem ser adaptativas ou desadaptativas, dependendo das circunstâncias. Esta definição é atribuída ao termo:
  1. ✂️
  2. ✂️
  3. ✂️
  4. ✂️
  5. ✂️

995Q687593 | Química, Técnico de Laboratório Química, UFF, COSEAC, 2019

O clorato de potássio é obtido pela passagem de cloro em uma solução de hidróxido de sódio, produzindo-se também cloreto de potássio e água. Uma solução assim obtida foi evaporada à secura e aquecida para a decomposição do clorato. Sabendo-se que o resíduo total do cloreto de potássio pesou 298g, a massa, em gramas, do hidróxido de potássio utilizada é de:
Dados: K=39; Cl=35,5; O=16; H=1.
  1. ✂️
  2. ✂️
  3. ✂️
  4. ✂️
  5. ✂️

996Q119538 | Português, Morfologia Pronomes, Analista de Tecnologia da Informação, UFF, UFF

Texto associado.

Leia o texto abaixo e responda às questões
propostas.


1 Entender a saúde como grau zero de malestar
permitiu uma grande invenção do século XX,
que foi a previdência social. Se a saúde é a nãodoença,
então sabemos exatamente do que cada
qual necessita para curar-se. A sociedade, assim,
se responsabiliza por tais tratamentos de saúde.
Isso é moral e justificável. Aliás, é quase consenso
que uma das maiores falhas dos Estados Unidos é
não terem um sistema de saúde como o europeu e
o canadense.
2 Contudo, com os avanços da medicina e a
nova idéia de saúde surgem problemas. Antes de
mais nada, até onde vai minha responsabilidade
pela saúde dos outros? Se alguém adoece ou se
fere por decisão própria, deve a sociedade arcar
com suas despesas? Não penso no caso da
tentativa de suicídio, porque esta pode decorrer de
um sofrimento psíquico tão intenso que justifica a
sociedade tratar não só os danos físicos, mas a
causa íntima deles. No entanto,no caso de quem
fuma ou bebe, deve a sociedade custear as
doenças que ele terá a mais do que o não-fumante
ou o não-alcoólico? Ou deveriam essas pessoas,
alertadas há anos dos custos que despejam sobre
seus concidadãos, arcar com eles ou com um
pagamento suplementar de seguro-saúde? É
possível, hoje, estabelecer melhor que no passado
o grau de responsabilidade de cada pessoa nas
mazelas sociais. Vemos isso nos seguros de carro:
os rapazes de 18 a 24 anos são os maiores
causadores de acidentes, portanto quem está nessa
faixa paga um prêmio maior. Todavia, se ao fim de
um ano ou dois ele mostrar que não gerou custos
para a seguradora, provavelmente começará a
ganhar bônus. Esse modelo possivelmente se
ampliará para a saúde.
3 O segundo problema está ligado à expansão
da saúde para um a mais. Uma coisa é curar ou
sarar, outra é dar vantagens - como o que se
chama wellness - que as pessoas antes não
tinham ou que não estão na previsão usualde
nossa vida e de sua qualidade. Aqui, para além do
valor altamente moral da saúde como não-doença,
entram elementos que podem ser da ordem da
vaidade, ou do gosto pelo próprio corpo, ou de certa
felicidade. É difícil separar o que é vaidade, o que é
felicidade, e talvez se esmerar em distingui-los
indique apenas uma atitude moralista no pior
sentido do termo. Mas cada vez mais pessoas hão
de querer não apenas realizar cirurgias plásticas,
como também ampliar seu tempo de vida
sexualmente ativa, sua capacidade física e outras
qualidades que, longe de nos reconduzirem à média
zero do histórico humano, vão nos levar - permitam
a citação de Toy Story - "para o infinito e além".
Ora, se a "medicina da cura" tem custos diferentes
conforme o perfil de saúde e doença dos pacientes,
a "medicina do mais" tem custos diferentes
conforme o que o indivíduo almeja. Naquele caso, o
custo depende de onde se parte; neste, de aonde
se quer chegar. Podemosmodelar nosso corpo e
nossa vida, mais que no passado. E quem paga por
isso?
4 Aqui, a ideia de um custeio social - que na
verdade é um rateio, porque como contribuintes
pagamos aquilo que vamos desfrutar como
cidadãos - fica mais difícil. Uma coisa é ratearmos
o custo de operações de câncer, de tratamento de
doenças caras. Outra é ratearmos o sonho de corpo
de cada um. O rateio funciona quando o desejo se
reduz ao de zerar a dor. Esse desejo baixo, mínimo
("só quero parar de sentir dor") admite que,
moralmente, todos paguemos por ele. Entretanto,
alguém de nós aceitaria ratear uma operação para
alguém que quer ampliar o busto, aumentar o pênis
ou simplesmente ter uma condição física superior à
média? Não creio.
5 O melhor exemplo é o do Viagra. É
perfeitamente legítimo um Estado de bem-estar
social, como os europeus, fornecê-lo a idosos que
sentem dificuldade em ter ou manter a ereção. Mas
quantos comprimidos azuis por semana? Por que
um e nãodois, três, sete? Não há mais medida,
porque nosso metro moral e previdenciário era o
zero, a não-dor. O orgasmo não se encaixa nesse
modelo. Por melhor que uma relação sexual seja
para a saúde das pessoas, não sabemos qual
número seria o adequado.
6 O caso do sexo tem um elemento irônico,
ademais. Quase todos sabem como é forte, no
desejo sexual, a transgressão. Daí a atração do
fruto proibido. E como fica se o Estado me fornece
os meios de ter relações sexuais? Não se
burocratiza o imaginário em torno do sexo? "O sr. já
recebeu seus comprimidos do mês. O próximo, por
favor!" Talvez o Viagra só funcione de verdade se
for comprado ou, como dizem os baianos sobre as
fitas do Bonfim, se você o ganhar de alguém - ou
roubar
Imagem 002.jpg

A colocação do pronome átono que se propõe fere as normas de colocação descritas pelas gramáticas da língua em:

  1. ✂️
  2. ✂️
  3. ✂️
  4. ✂️
  5. ✂️

997Q684564 | Nutrição, Nutricionista, UFF, COSEAC, 2019

Para preparo de 150Kg de carré suíno no Restaurante Universitário da UFF, o cozinheiro precisa realizar o descongelamento desse item, conforme estabelecido pelo nutricionista da unidade. A forma de descongelamento adequado, para se evitar o desenvolvimento microbiano nesse carré, deve ser:
  1. ✂️
  2. ✂️
  3. ✂️
  4. ✂️
  5. ✂️

998Q681237 | Medicina, Médico Anatomia Patológica, UFF, COSEAC, 2019

Adenocarcinoma acinar usual de próstata representado, predominantemente, por glândulas malformadas, fusionadas, aglomeradas e aspecto cribriforme, e menor componente de glândulas bem formadas, melhor representa, respectivamente, o escore de Gleason e o grupo prognóstico ISUP: 
  1. ✂️
  2. ✂️
  3. ✂️
  4. ✂️
  5. ✂️

999Q687400 | Comunicação Social, Publicitário, UFF, COSEAC, 2019

De acordo com Strunk (2012), a identidade das marcas é o resultado de informações trabalhadas consistentemente, segundo padrões preestabelecidos. Essas informações podem assumir várias formas, técnicas e linguagens que irão afetar os sentidos. Podem ser consideradas identidades da marca as abaixo relacionadas, EXCETO identidade: 
  1. ✂️
  2. ✂️
  3. ✂️
  4. ✂️
  5. ✂️

1000Q683313 | Mecânica, Técnico em Mecânica, UFF, COSEAC, 2019

Para a correção do fator de potência em uma instalação industrial, deve-se observar que a:
  1. ✂️
  2. ✂️
  3. ✂️
  4. ✂️
  5. ✂️
Utilizamos cookies e tecnologias semelhantes para aprimorar sua experiência de navegação. Política de Privacidade.