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Questões de Concursos UFMG

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101Q684566 | Contabilidade Geral, Técnico em Contabilidade, UFMG, UFMG, 2019

Considere as afirmações: 
I. O ponto de equilíbrio financeiro não considera despesas que não sejam desembolsáveis, tal como a depreciação. 
II. O ponto de equilíbrio contábil considera o custo de oportunidade do capital em seu cálculo. 
III. A alavancagem operacional depende dos custos fixos da empresa. 
Está(ão) correta(s) a(s) afirmação(ões):
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102Q694269 | Contabilidade Geral, Contabilidade Pública Noções Introdutórias, Auditor, UFMG, UFMG, 2019

A Representação Fidedigna é uma das características qualitativas fundamentais da informação contábil financeira útil. Segundo a Resolução CFC n.º 1.374/11, é INCORRETO afirmar que: 
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103Q683878 | Português, Interpretação de Textos, Auditor, UFMG, UFMG, 2019

Texto associado.
Saúde e dinheiro 
    Os norte-americanos perdem qualidade de vida. Com isso, perdem condição de viver mais.
    Dinheiro não traz felicidade, diz o povo. Embora haja controvérsias, a julgar pelo exemplo dos Estados Unidos, nem saúde: pelo segundo ano consecutivo, a expectativa de vida dos americanos diminuiu. 
    Em 1960, eles tinham a expectativa de vida mais alta do mundo. Chegava a 2,4 anos a mais do que a média dos países da Organização para a Cooperação e o Desenvolvimento Econômico (OCDE). Em 1998, sua expectativa de vida ficou para trás da média da OCDE. Hoje, a diferença já é de 1,6 ano. 
    Um painel conjunto do National Research Council e do Institute of Medicine investigou as causas dessa desvantagem crescente. A conclusão foi a de que a saúde dos americanos é mais pobre em diversos aspectos: obesidade, diabetes, doenças cardiovasculares, ferimentos, homicídios, complicações de parto, gravidez na adolescência, consumo de drogas ilícitas e infecções pelo HIV. 
    Ficou evidente, também, que o estilo de vida é menos saudável do que o dos países da OCDE: as cidades privilegiam o automóvel, a população costuma ingerir alimentos altamente calóricos, abusar de álcool e possuir armas de fogo. Aqueles com renda familiar mais baixa têm menos suporte social, previdenciário e acesso limitado à assistência médica. 
    As mortes por overdose aumentam a cada ano. Em 2015, foram 64 mil; neste ano, serão 70 mil, números que ultrapassam o total das mortes de soldados americanos na Guerra do Vietnã. Numa análise publicada no Bristish Medical Journal, Steven Woolf e Laudan Aron consideraram esses óbitos a “ponta do iceberg” de uma crise de saúde mais abrangente: a mortalidade associada ao abuso de álcool e aos suicídios, que afeta especialmente os brancos de meia-idade e certas comunidades rurais. As causas estariam ligadas ao colapso das indústrias locais, à erosão dos laços comunitários, ao isolamento social, à pressão financeira e à consciência dos trabalhadores de que perderam o padrão de vida que os pais um dia tiveram. 
    Ao contrário, entre os negros o número de suicídios e de mortes por overdose não aumentou. Os autores atribuem a esse fenômeno a maior resiliência de mulheres e homens negros, habituados a enfrentar desvantagens econômicas, discriminação, preconceito social e mortalidade geral mais elevada. 
    De outro lado, nos últimos anos, as diferenças sociais se acentuaram, a performance escolar piorou, os salários da classe média estagnaram e os níveis de pobreza aumentaram em relação aos dos países desenvolvidos. O país é rico, mas desigual: os mais pobres têm dificuldade de acesso a serviços sociais, à assistência médica, à prevenção e ao tratamento de transtornos psiquiátricos e dependência química. 
    Os Estados Unidos investem em saúde 17 % de um PIB de 19 trilhões de dólares, ou seja, cerca de 3,2 trilhões de dólares. É mais do que o PIB inteiro do Brasil. Para justificar esse gasto, o americano médio deveria viver 110 anos, pelo menos. Quem nasce em Santa Catarina vive mais. 
VARELLA, Drauzio. Saúde e dinheiro. Disponível em: https://www.cartacapital.com.br/revista/1024/ saude-e-dinheiro. Acesso em 21 nov.2018. (Adaptado) 
De acordo com o texto lido, as causas da mortalidade associada ao abuso de álcool e aos suicídios NÃO estariam ligadas
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104Q688713 | Contabilidade Geral, Procedimentos Contábeis Patrimoniais, Auditor, UFMG, UFMG, 2019

No que se refere às variações patrimoniais, marque a alternativa INCORRETA:
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105Q688018 | Auditoria, Testes e Procedimentos em Auditoria, Auditor, UFMG, UFMG, 2019

Boynton, Johnson e Kell (2002) segregam os testes substantivos em três tipos: procedimentos de revisão analítica, testes de detalhes de saldo e testes de detalhes de transação. Segundo esses autores, é CORRETO afirmar:
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106Q691858 | Administração Geral, Administrador, UFMG, UFMG, 2019

É notória a importância, seja no âmbito privado ou no âmbito público, da implantação do planejamento
estratégico. Destacam-se, dentre as diversas razões para a sua adoção, a possibilidade de utilizar novos modelos
de gestão frente às mudanças de paradigmas no mundo atual, em especial aqueles provenientes dos campos
econômico, social, tecnológico, cultural e ambiental.
Nesse panorama, o Balanced Scorecard (BSC) se apresenta como um instrumento de gestão estratégica
relevante, que pode fornecer um referencial de análise da estratégia orientada para a criação de valor futuro.
O BSC estrutura-se a partir de quatro diferentes perspectivas, que são:
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107Q692377 | Contabilidade Geral, Procedimentos Contábeis Patrimoniais, Auditor, UFMG, UFMG, 2019

O tratamento contábil para ativos imobilizados é estabelecido pela Norma Brasileira de Contabilidade Aplicada ao Setor Público NBCTSP 07 – Ativo Imobilizado. Considere as afirmativas sobre essa norma: 
I – Valor depreciável do ativo imobilizado é o custo do ativo ou outro montante que substitua seu custo, menos seu valor recuperável. 
II – Perda por redução ao valor recuperável de ativo imobilizado é o montante pelo qual o valor contábil do ativo excede seu valor residual de serviço. 
III – Após o reconhecimento como ativo imobilizado, este deve ser apresentado pelo custo menos qualquer depreciação e perda por redução ao valor recuperável acumuladas.
 Está(ão) CORRETA(S) a(s) afirmativa(s):
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108Q550419 | Informática, Internet, Assistente em Administração, UFMG, FUNDEP UFMG

Com relação ao serviço WWW indique a afirmativa INCORRETA.
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109Q683985 | Contabilidade Geral, DRE, Técnico em Contabilidade, UFMG, UFMG, 2019

Considere as afirmações sobre o imposto sobre operações relativas à circulação de mercadorias e sobre prestações de serviços de transporte interestadual e intermunicipal e de comunicação: 
I. É de competência dos Estados e do Distrito Federal. 
II. Deverá ser não cumulativo, compensando-se o que for devido em cada operação. 
III. Deverá ser seletivo, em função da essencialidade das mercadorias e dos serviços. 
IV. É facultado à Câmara dos Deputados estabelecer suas alíquotas máximas nas mesmas operações para resolver conflito específico que envolva interesse de Estados. 
Com base no exposto no Artigo 155 da Constituição Federal, está(ão) correta(s) a(s) afirmação(ões):
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110Q560630 | Informática, Writer, Assistente em Administração, UFMG, FUNDEP UFMG

Com relação ao BrOffice-writer, indique a afirmativa INCORRETA.
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111Q691505 | Português, Interpretação de Textos, Administrador, UFMG, UFMG, 2019

A conexão promove a sequencialização e o encadeamento de partes e subpartes de um texto.
Nas alternativas a seguir, os termos destacados são elementos que atuam na conexão, EXCETO em:
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112Q694118 | Contabilidade Geral, Sistema Contábil, Contador, UFMG, UFMG, 2019

No que se refere ao plano de Contas aplicado ao setor público (PCASP), marque a alternativa INCORRETA:
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113Q689011 | Português, Interpretação de Textos, Contador, UFMG, UFMG, 2019

Texto associado.
Saúde e dinheiro
Os norte-americanos perdem qualidade de vida. Com isso, perdem condição de viver mais 

Dinheiro não traz felicidade, diz o povo. Embora haja controvérsias, a julgar pelo exemplo dos Estados Unidos, nem saúde: pelo segundo ano consecutivo, a expectativa de vida dos americanos diminuiu.
Em 1960, eles tinham a expectativa de vida mais alta do mundo. Chegava a 2,4 anos a mais do que a média dos países da Organização para a Cooperação e o Desenvolvimento Econômico (OCDE). Em 1998, sua expectativa de vida ficou para trás da média da OCDE. Hoje, a diferença já é de 1,6 ano.
Um painel conjunto do National Research Council e do Institute of Medicine investigou as causas dessa desvantagem crescente. A conclusão foi a de que a saúde dos americanos é mais pobre em diversos aspectos: obesidade, diabetes, doenças cardiovasculares, ferimentos, homicídios, complicações de parto, gravidez na adolescência, consumo de drogas ilícitas e infecções pelo HIV.
Ficou evidente, também, que o estilo de vida é menos saudável do que o dos países da OCDE: as cidades privilegiam o automóvel, a população costuma ingerir alimentos altamente calóricos, abusar de álcool e possuir armas de fogo. Aqueles com renda familiar mais baixa têm menos suporte social, previdenciário e acesso limitado à assistência médica.
As mortes por overdose aumentam a cada ano. Em 2015, foram 64 mil; neste ano, serão 70 mil, números que ultrapassam o total das mortes de soldados americanos na Guerra do Vietnã. Numa análise publicada no Bristish Medical Journal, Steven Woolf e Laudan Aron consideraram esses óbitos a “ponta do iceberg” de uma crise de saúde mais abrangente: a mortalidade associada ao abuso de álcool e aos suicídios, que afeta especialmente os brancos de meia-idade e certas comunidades rurais. As causas estariam ligadas ao colapso das indústrias locais, à erosão dos laços comunitários, ao isolamento social, à pressão financeira e à consciência dos trabalhadores de que perderam o padrão de vida que os pais um dia tiveram.
Ao contrário, entre os negros o número de suicídios e de mortes por overdose não aumentou. Os autores atribuem a esse fenômeno a maior resiliência de mulheres e homens negros, habituados a enfrentar desvantagens econômicas, discriminação, preconceito social e mortalidade geral mais elevada.
De outro lado, nos últimos anos, as diferenças sociais se acentuaram, a performance escolar piorou, os salários da classe média estagnaram e os níveis de pobreza aumentaram em relação aos dos países desenvolvidos. O país é rico, mas desigual: os mais pobres têm dificuldade de acesso a serviços sociais, à assistência médica, à prevenção e ao tratamento de transtornos psiquiátricos e dependência química.
Os Estados Unidos investem em saúde 17 % de um PIB de 19 trilhões de dólares, ou seja, cerca de 3,2 trilhões de dólares. É mais do que o PIB inteiro do Brasil. Para justificar esse gasto, o americano médio deveria viver 110 anos, pelo menos. Quem nasce em Santa Catarina vive mais.
VARELLA, Drauzio. Saúde e dinheiro. Disponível em: https://www.cartacapital.com.br/revista/1024/ saude-e-dinheiro. Acesso em 21 nov.2018. (Adaptado)
Em relação ao texto, constata-se que
I - os americanos tinham a expectativa de vida mais alta do mundo; 2,4 anos a mais do que a média dos países da Organização para a Cooperação e o Desenvolvimento Econômico.
II - a queda na expectativa de vida, que ficou para trás da média dos países da Organização para a Cooperação e o Desenvolvimento Econômico, tem como uma das causas as mortes de soldados americanos na Guerra do Vietnã.
III - a saúde dos americanos piorou em diversos aspectos e seu estilo de vida é menos saudável do que o dos países da Organização para a Cooperação e o Desenvolvimento Econômico.

São CORRETAS as afirmativas
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114Q693734 | Princípios Normas e Atribuições Institucionais, Técnico em Eletroeletrônica, UFMG, UFMG, 2019

Tendo em vista o Estatuto da Universidade Federal de Minas Gerais, constituem órgãos da Universidade
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115Q685594 | Português, Interpretação de Textos, Técnico em Contabilidade, UFMG, UFMG, 2019

Texto associado.
Mudança climática: conheça os impactos do Aquecimento Global
    A mudança do clima é um dos maiores desafios do nosso tempo. Nenhum país é imune aos seus efeitos, que repercutem na
economia, na saúde, na segurança, na produção de alimentos, entre outros, acarretando graves consequências para toda a humanidade.
    Comumente acabam surgindo dúvidas a respeito do tema. O que vem a ser aquecimento global? Quais são as suas causas? O que
esperar dos seus efeitos?
    Aquecimento global é um fenômeno climático de larga extensão que consiste no aumento da temperatura média dos oceanos e do
ar perto da superfície da Terra. Embora muitos acreditem que o aquecimento global seja um problema que tenha a degradação ambiental
como uma de suas causas, na verdade trata-se de um fenômeno natural agravado severamente pela ação antrópica, potencializado nos
últimos anos.
    Uma das principais causas antrópicas do aquecimento global são os desmatamentos e queimadas que eventualmente diminuem o
consumo de CO2 pelas vegetações remanescentes, o que contribui para aglomeração desse gás na atmosfera. Além disso, a poluição, o alto
consumo e queima de combustíveis fósseis, processos cada vez mais intensos desde o início da Revolução Industrial, produzem também
uma grande taxa de CO2, agravando o problema.
    É importante entender que o aquecimento global pode trazer graves consequências para todo o planeta. A Organização Mundial da
Saúde (OMS) estima que, entre 2030 e 2050, a mudança climática pode causar um aumento de 250.000 mortes/ano ocasionadas pela
malária, desnutrição, diarreia e o estresse causado pelo calor.
    Nosso planeta é um organismo vivo e por isso está em constante mudança. A intensificação do aquecimento global é uma das
maiores ameaças já enfrentadas pela humanidade. É fundamental que ocorra uma profunda revolução em nossas consciências, em nossas
políticas e em nossas economias para preservarmos nossa existência.
    A ONU Meio Ambiente se empenha em fortalecer as capacidades locais e nacionais para enfrentar os impactos da mudança do clima
para que, dessa forma, seja possível o desenvolvimento de estratégias e políticas públicas voltadas à mitigação das alterações climáticas.
    O caminho para o combate à mudança climática também passa pela alteração de nossa base energética, fundamentada em uso de
hidrocarbonetos como o petróleo. É claro que essa alteração será realizada de forma gradual, por meio de programas voltados para a
diversificação da base energética.
BORGES, Leonardo. Mudança climática: conheça os impactos do Aquecimento Global. Disponível em:
. Acesso em 23 nov. 2018. [Fragmento Adaptado]

Assinale a alternativa em que há marcador de opinião.
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116Q691012 | Português, Interpretação de Textos, Administrador, UFMG, UFMG, 2019

Nas alternativas a seguir, as orações destacadas expressam a mesma relação de sentido, EXCETO em:
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117Q683214 | Administração Geral, Administrador, UFMG, UFMG, 2019

Dentre as etapas do planejamento estratégico de uma instituição, cita-se o diagnóstico estratégico que contempla
análises dos ambientes interno e externo da organização. Essa avaliação procura verificar o que a organização
tem de bom, de regular ou de ruim em seus processos administrativos.
O diagnóstico estratégico pode contar com determinados componentes para a sua execução. Em relação a esses
componentes, assinale a alternativa CORRETA:
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118Q690460 | Português, Pontuação, Contador, UFMG, UFMG, 2019

Texto associado.
Leia este enunciado:
Milhares de pessoas se reuniram, na manhã de hoje, na famosa Champs-Elysees, onde entraram, violentamente, em confronto com a polícia, que tentava impedi-las de se deslocarem para a Place de la Concorde, perto do museu do Louvre.
Assinale a alternativa em que a mudança no uso dos sinais de pontuação altera o sentido desse enunciado.
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119Q693579 | Português, Administrador, UFMG, UFMG, 2019

INSTRUÇÃO: Leia este texto e, com base nele, responda à questão.
Saúde e dinheiro
Os norte-americanos perdem qualidade de vida. Com isso, perdem condição de viver mais
Dinheiro não traz felicidade, diz o povo. Embora haja controvérsias, a julgar pelo exemplo dos Estados Unidos, nem saúde: pelo segundo
ano consecutivo, a expectativa de vida dos americanos diminuiu.
Em 1960, eles tinham a expectativa de vida mais alta do mundo. Chegava a 2,4 anos a mais do que a média dos países da Organização para
a Cooperação e o Desenvolvimento Econômico (OCDE). Em 1998, sua expectativa de vida ficou para trás da média da OCDE. Hoje, a
diferença já é de 1,6 ano.
Um painel conjunto do National Research Council e do Institute of Medicine investigou as causas dessa desvantagem crescente. A conclusão
foi a de que a saúde dos americanos é mais pobre em diversos aspectos: obesidade, diabetes, doenças cardiovasculares, ferimentos,
homicídios, complicações de parto, gravidez na adolescência, consumo de drogas ilícitas e infecções pelo HIV.
Ficou evidente, também, que o estilo de vida é menos saudável do que o dos países da OCDE: as cidades privilegiam o automóvel, a
população costuma ingerir alimentos altamente calóricos, abusar de álcool e possuir armas de fogo. Aqueles com renda familiar mais baixa
têm menos suporte social, previdenciário e acesso limitado à assistência médica.
As mortes por overdose aumentam a cada ano. Em 2015, foram 64 mil; neste ano, serão 70 mil, números que ultrapassam o total das
mortes de soldados americanos na Guerra do Vietnã. Numa análise publicada no Bristish Medical Journal, Steven Woolf e Laudan Aron
consideraram esses óbitos a “ponta do iceberg” de uma crise de saúde mais abrangente: a mortalidade associada ao abuso de álcool e aos
suicídios, que afeta especialmente os brancos de meia-idade e certas comunidades rurais. As causas estariam ligadas ao colapso das
indústrias locais, à erosão dos laços comunitários, ao isolamento social, à pressão financeira e à consciência dos trabalhadores de que
perderam o padrão de vida que os pais um dia tiveram.
Ao contrário, entre os negros o número de suicídios e de mortes por overdose não aumentou. Os autores atribuem a esse fenômeno a maior
resiliência de mulheres e homens negros, habituados a enfrentar desvantagens econômicas, discriminação, preconceito social e mortalidade
geral mais elevada.
De outro lado, nos últimos anos, as diferenças sociais se acentuaram, a performance escolar piorou, os salários da classe média estagnaram
e os níveis de pobreza aumentaram em relação aos dos países desenvolvidos. O país é rico, mas desigual: os mais pobres têm dificuldade de
acesso a serviços sociais, à assistência médica, à prevenção e ao tratamento de transtornos psiquiátricos e dependência química.
Os Estados Unidos investem em saúde 17 % de um PIB de 19 trilhões de dólares, ou seja, cerca de 3,2 trilhões de dólares. É mais do que o
PIB inteiro do Brasil. Para justificar esse gasto, o americano médio deveria viver 110 anos, pelo menos. Quem nasce em Santa Catarina vive
mais.
VARELLA, Drauzio. Saúde e dinheiro. Disponível em: https://www.cartacapital.com.br/revista/1024/ saude-e-dinheiro. Acesso em 21
nov.2018. (Adaptado)
Em relação ao texto, constata-se que
I - os americanos tinham a expectativa de vida mais alta do mundo; 2,4 anos a mais do que a média dos países
da Organização para a Cooperação e o Desenvolvimento Econômico.
II - a queda na expectativa de vida, que ficou para trás da média dos países da Organização para a Cooperação e
o Desenvolvimento Econômico, tem como uma das causas as mortes de soldados americanos na Guerra do
Vietnã.
III - a saúde dos americanos piorou em diversos aspectos e seu estilo de vida é menos saudável do que o dos
países da Organização para a Cooperação e o Desenvolvimento Econômico.
São CORRETAS as afirmativas
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120Q692903 | Português, Administrador, UFMG, UFMG, 2019

A coesão textual resulta de uma rede de relações criadas por meio de procedimentos e recursos, tais como a
repetição, a substituição, a seleção lexical.
Nas alternativas a seguir, há exemplos de retomada de elementos por meio da substituição lexical, EXCETO
em:
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