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Questões de Concursos UFMG

Resolva questões de UFMG comentadas com gabarito, online ou em PDF, revisando rapidamente e fixando o conteúdo de forma prática.


241Q982781 | Eletrotécnica, Área Eletrotécnica, UFMG, UFMG, 2025

A classificação IP (Ingress Protection), definida por normas técnicas, indica o grau de proteção proporcionado por invólucros de equipamentos elétricos contra a entrada de corpos sólidos e líquidos. Com base nessa classificação, assinale a alternativa correta.
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242Q982782 | Eletrotécnica, Área Eletrotécnica, UFMG, UFMG, 2025

Analise as afirmativas a seguir que tratam sobre métodos e equipamentos usados para acionamento de motores elétricos.

I. O inversor de frequência permite variar a velocidade de rotação do campo magnético girante do estator e, consequentemente, a rotação do motor de indução.
II. Em um sistema de partida direta, a corrente de partida do motor é significativamente menor em comparação com sistemas de partida mais complexos, como o sistema estrela-triângulo.
III. Os equipamentos conhecidos como soft-starters fazem o controle da tensão aplicada sobre o motor através do uso de circuitos tiristorizados controlados eletronicamente.
IV. Em um sistema de partida estrela-triângulo, a transição do modo estrela para o modo triângulo ocorre de maneira instantânea, sem qualquer impacto na corrente do motor.
V. A chave compensadora utiliza autotransformadores com derivações centrais que permitem partir o motor com uma tensão reduzida e então aumentá-la em passos progressivos até alcançar o seu valor pleno.

Estão corretas as afirmativas
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243Q980314 | Química, TeóricoPrática, UFMG, UFMG, 2025

O armazenamento de produtos químicos deve levar em consideração o tipo do produto a ser armazenado e também a incompatibilidade entre eles. Considerando-se apenas a incompatibilidade entre os compostos químicos, de acordo com Del Pino J.C, e Kruger, V. em “Segurança no Laboratório”, (1997), o reagente permanganato de potássio, KMnO4 (s), poderá ser armazenado e estocado em um mesmo local com os seguintes reagentes e compostos químicos:
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244Q980320 | Química, TeóricoPrática, UFMG, UFMG, 2025

50 mL de uma solução de NaOH (massa molar igual a 40 g/mol) com concentração 0,2 mol/L foram transferidos para um balão volumétrico de 200 mL, que, em seguida, teve seu volume completado com água destilada. A concentração da solução resultante será de:
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245Q982966 | Enfermagem, Técnico em Enfermagem TeóricoPrática, UFMG, UFMG, 2025

Em relação ao uso seguro de medicamentos, assinale V (verdadeiro) ou F (falso) diante das afirmativas a seguir.

( ) Verificar a identidade do paciente antes da administração de medicamentos é uma prática essencial para evitar erros de medicação.
( ) É aceitável administrar medicamentos prescritos sem questionar, mesmo que haja dúvidas sobre a dosagem.
( ) A técnica asséptica durante a preparação e administração de medicamentos por via parenteral é fundamental para prevenir infecções.
( ) A administração de medicamentos deve ser registrada no prontuário do paciente apenas se ocorrer alguma reação adversa.

A sequência correta é:
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246Q980210 | Eletrotécnica, TeóricoPrática, UFMG, UFMG, 2025

Um motor de indução trifásico de quatro pólos, alimentado com tensão de 220 V em 60 Hz e funcionando com escorregamento de 5%, está movimentando uma carga que gira a uma velocidade angular de 450 RPM. O movimento mecânico do motor está sendo transferido para a carga usando um conjunto de duas polias e uma correia.
Considerando que a polia acoplada ao eixo do motor tenha diâmetro de 20 cm, o diâmetro da polia acoplada à carga é de:
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247Q1070929 | Artes Cênicas, Políticas Públicas para Artes Cênicas, Laboratório, UFMG, UFMG

A cenotecnia é uma técnica e uma arte. De acordo com as definições correntes, marque a alternativa mais completa para sua definição.
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248Q982904 | Química, Área Química, UFMG, UFMG, 2025

De acordo com Del Pino J.C; Kruger, V., em “Segurança no Laboratório” (1997), assinale V (verdadeiro) ou F (falso) diante de cada afirmativa a seguir.

( ) Para que haja combustão, o material combustível deve ser aquecido à sua temperatura de ignição.
( ) Para que haja combustão, o material combustível, se sólido ou líquido, deve ser decomposto pelo calor em vapores.
( ) A combustão continuará até que o material combustível seja resfriado abaixo de sua temperatura de fulgor.
( ) A combustão continuará até que a concentração do agente oxidante seja reduzida abaixo da concentração do combustível.

Assinale a alternativa com a sequência correta.
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249Q982962 | Enfermagem, Bioética, Técnico em Enfermagem TeóricoPrática, UFMG, UFMG, 2025

Texto associado.
Maria da Silva, 78 anos, internada na clínica médica com diagnóstico de pneumonia aspirativa, doença de Alzheimer moderada e diabetes tipo 2. Apresenta confusão mental intermitente e risco elevado de quedas (Escala de Morse = 55). Durante o plantão noturno, a técnica de enfermagem, Ana, percebe que a paciente tentou levantar sozinha e caiu no corredor. O enfermeiro responsável não foi comunicado imediatamente, e o registro no prontuário foi feito apenas como “paciente encontrado no chão - sem relato de queixas”. No dia seguinte, a família questiona a equipe sobre hematomas no quadril direito da paciente.
Assinale V (verdadeiro) ou F (falso) diante de cada afirmativa a seguir.

( ) A conduta da técnica configura negligência por omitir comunicação ao enfermeiro sobre evento adverso.
( ) O registro no prontuário atende às normas por ser objetivo e sucinto.
( ) A equipe deve informar à família sobre o ocorrido, respeitando o direito à verdade.
( ) A técnica agiu corretamente ao realizar o atendimento imediato e o registro completo.
( ) O caso caracteriza violação do princípio da não maleficência pelo dano evitável ao paciente.
( ) A omissão no registro fere o Art. 25 do Código de Ética sobre documentação fiel.
( ) O enfermeiro responsável compartilha a responsabilidade ética pelo fato ocorrido em sua equipe.

A sequência correta é:
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250Q982775 | Eletrotécnica, Área Eletrotécnica, UFMG, UFMG, 2025

Durante o ensaio de curto-circuito de um transformador monofásico 220/110 V, 5 kVA, com o secundário curto-circuitado, mediu-se:

• Tensão aplicada no primário: 18 V • Corrente de curto-circuito no primário: 22,7 A • Potência ativa absorvida no ensaio: 230 W

Com base nesses dados, a impedância percentual (Z%) do transformador é de:
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251Q982793 | Português, Sintaxe, Área Medicina do Trabalho, UFMG, UFMG, 2025

Texto associado.
INSTRUÇÃO: Leia o texto II a seguir e analise a função sintática da palavra "que" em destaque.

Texto II

A inveja é o sentimento de cólera que o sujeito experimenta quando percebe, no outro, a existência de um objeto desejável e, assim, busca apropriar-se dele ou destruí-lo.

KLEIN, Melaine.Disponível em: https://sbgc.org.br/a-inveja-na-gestao-do-conhecimento-parte-i-a-origem-dainveja-na-humanidade/. Acesso em: 03 abr. 2025. (Fragmento adaptado).
Levando em consideração as passagens extraídas do texto I, assinale a alternativa em que o termo destacado exerce a mesma função sintática da palavra “que” em evidência no texto II.
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252Q1070935 | Artes Cênicas, Projetos e Ações Artístico Culturais, Laboratório, UFMG, UFMG

Considerando o tamanho padrão das chapas de compensado, qual é a quantidade necessária para se fabricar três cubos iguais, com faces de 70 cm x 70 cm, sem emenda?
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253Q980315 | Química, TeóricoPrática, UFMG, UFMG, 2025

O procedimento utilizado numa análise gravimétrica por precipitação pode ser bem entendido através do estudo das várias etapas sucessivas que compõem este tipo de análise. Qual das etapas a seguir não está presente nos métodos gravimétricos por precipitação?
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254Q982960 | Enfermagem, Assistência de Enfermagem em Feridas e Curativos, Técnico em Enfermagem TeóricoPrática, UFMG, UFMG, 2025

Durante o banho de leito de um paciente acamado, você observa uma hiperemia em região trocantérica direita. Considerando os cuidados com lesão por pressão, qual deve ser a sua conduta neste contexto?
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255Q982789 | Português, Área Medicina do Trabalho, UFMG, UFMG, 2025

Texto associado.
INSTRUÇÃO: Leia o texto I para responder à questão.

Texto I

A inveja sempre foi um assunto das religiões monoteístas e politeístas. Sua força foi constantemente observada e combatida. Na Bíblia, a inveja está na serpente que aborda Adão e Eva no paraíso, mas também no gesto dos irmãos de José que vendem o irmão caçula para mercadores egípcios, assim como no ato de Caim matando Abel ou no de Pilatos entregando Jesus para ser morto em vez de Barrabás. A própria rivalidade de Esaú e Jacó carrega algo de inveja.
Na mitologia grega, ela é personificada pelo deus Phthónos, causador de danos. No candomblé, a inveja é Ilara, uma força maléfica que deve ser evitada a todo custo. Afeto fundador da cultura ocidental, no Gênese bíblico, a inveja é o sentimento do diabo, personificado na serpente que se move para corromper a inocência do casal criado por Deus. A tentação do mal nada mais é do que a armadilha da intriga, tática habitual do invejoso em seu gesto de provocar destruição por meio de manipulações psíquicas e linguísticas.
A queda da inocência, posição de felicidade de quem vive no Paraíso, resulta no conhecimento, e não se pode dizer que ela não tenha sido provocada pelo cinismo insidioso, rastejante e vil da cobra invejosa. Mesmo que alguém ache que valha a pena pagar o preço pelo conteúdo descoberto, a saber, o fruto da árvore do conhecimento do bem e do mal, ninguém poderá dizer que a intenção da cobra fosse boa.
A história da inveja confunde-se com a história de outras paixões tristes como o ódio, em cujas manifestações ela se torna conhecida. Na contramão, a inveja é algo que se esconde. Vivida por muitos como um tormento silencioso, ela expõe a verdade do invejoso para ele mesmo. Trata-se, portanto, de uma afetividade profundamente paradoxal que muitas pessoas exercitam ao longo da experiência humana e responde à questão sobre quem se é diante dos outros quando a existência de alguém traz sofrimento porque, não sendo esse alguém, o invejoso já não é ninguém.
A inveja é um afeto impopular. Admiração sem amor, êxtase sem prazer, apetite sem desejo, disposição sem amizade, fascínio sem admiração, olhar que devora sem fome que o desculpe. Paixão envergonhada, a inveja é um sentimento que causa mal-estar em quem o sente, tendo como alvo um outro que, na posição de invejado, não sentirá nada parecido com seu algoz. Com sorte, o invejoso permanecerá inativo e em silêncio, afogado em seu próprio mal-estar. Infelizmente, nem sempre é assim, e os efeitos funestos dessa condição podem ser experimentados da pior forma por vítimas envenenadas até a morte.
Fingida, a inveja flutua na linguagem, maculando e construindo verdades, sempre parceira da intriga e da mentira. A inveja é o contrário da coragem sem ser a mera covardia do amedrontado, pois ela implica a trama, cheia de métodos. Como o Iago de Shakespeare, o invejoso faz desvios para alcançar seu objetivo, que é destruir o outro que ele não pode ser. Ele atalha, sorrateiro, como a menina Ofélia, de Clarice Lispector, corroborando a miséria que toma conta dos sentidos.
A inveja está na base do ódio, efeito de um abandono original, de um lugar desamado, de uma má acolhida no mundo. Uma estética e uma iconografia da inveja, assim como uma psicanálise e uma política desse sentimento, podem ser elucidativas a respeito da sua envergadura fenomenológica no todo da experiência humana em sua vocação para a infelicidade.

TIBURI, Márcia. Dossiê sobre a inveja. Revista Cult, São Paulo, p. 3-5, 2024. (Adaptado).
Nos trechos a seguir, extraídos do texto I, a estratégia argumentativa empregada está corretamente explicitada entre parênteses, exceto em
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256Q1070934 | Artes Cênicas, Políticas Públicas para Artes Cênicas, Laboratório, UFMG, UFMG

Quantos metros de tecido, aproximadamente, são necessários para se confeccionar uma cortina para cobrir um vão total de 4m de largura x 3m de altura?

Considere que o tecido tem 2m de largura e que serão necessárias 3 larguras para se conseguir o efeito frisado desejado com a cortina fechada.

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257Q1070936 | Artes Cênicas, Projetos e Ações Artístico Culturais, Laboratório, UFMG, UFMG

As expressões “vestir o palco italiano” e “afinar”, bastante comuns no teatro, dizem respeito a tarefas desempenhadas pelos cenotécnicos.

Qual o significado dessas expressões?

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258Q982965 | Enfermagem, Segurança do Paciente, Técnico em Enfermagem TeóricoPrática, UFMG, UFMG, 2025

Ao administrar um antibiótico por via intravenosa em um paciente, o técnico de Enfermagem nota que o equipo de infusão está com um pequeno vazamento. Qual a decisão correta a ser tomada por ele?
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259Q980202 | Eletrotécnica, TeóricoPrática, UFMG, UFMG, 2025

Ao executar um ensaio de bancada, um técnico foi instruído a medir a resistência de aterramento de um eletrodo. Utilizando um terrômetro do tipo estaca, ele posicionou os eletrodos de corrente e de potencial, conforme as orientações do fabricante.
Com base nesse procedimento, assinale a alternativa correta sobre a medição da resistência de terra.
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260Q982787 | Português, Área Medicina do Trabalho, UFMG, UFMG, 2025

Texto associado.
INSTRUÇÃO: Leia o texto I para responder à questão.

Texto I

A inveja sempre foi um assunto das religiões monoteístas e politeístas. Sua força foi constantemente observada e combatida. Na Bíblia, a inveja está na serpente que aborda Adão e Eva no paraíso, mas também no gesto dos irmãos de José que vendem o irmão caçula para mercadores egípcios, assim como no ato de Caim matando Abel ou no de Pilatos entregando Jesus para ser morto em vez de Barrabás. A própria rivalidade de Esaú e Jacó carrega algo de inveja.
Na mitologia grega, ela é personificada pelo deus Phthónos, causador de danos. No candomblé, a inveja é Ilara, uma força maléfica que deve ser evitada a todo custo. Afeto fundador da cultura ocidental, no Gênese bíblico, a inveja é o sentimento do diabo, personificado na serpente que se move para corromper a inocência do casal criado por Deus. A tentação do mal nada mais é do que a armadilha da intriga, tática habitual do invejoso em seu gesto de provocar destruição por meio de manipulações psíquicas e linguísticas.
A queda da inocência, posição de felicidade de quem vive no Paraíso, resulta no conhecimento, e não se pode dizer que ela não tenha sido provocada pelo cinismo insidioso, rastejante e vil da cobra invejosa. Mesmo que alguém ache que valha a pena pagar o preço pelo conteúdo descoberto, a saber, o fruto da árvore do conhecimento do bem e do mal, ninguém poderá dizer que a intenção da cobra fosse boa.
A história da inveja confunde-se com a história de outras paixões tristes como o ódio, em cujas manifestações ela se torna conhecida. Na contramão, a inveja é algo que se esconde. Vivida por muitos como um tormento silencioso, ela expõe a verdade do invejoso para ele mesmo. Trata-se, portanto, de uma afetividade profundamente paradoxal que muitas pessoas exercitam ao longo da experiência humana e responde à questão sobre quem se é diante dos outros quando a existência de alguém traz sofrimento porque, não sendo esse alguém, o invejoso já não é ninguém.
A inveja é um afeto impopular. Admiração sem amor, êxtase sem prazer, apetite sem desejo, disposição sem amizade, fascínio sem admiração, olhar que devora sem fome que o desculpe. Paixão envergonhada, a inveja é um sentimento que causa mal-estar em quem o sente, tendo como alvo um outro que, na posição de invejado, não sentirá nada parecido com seu algoz. Com sorte, o invejoso permanecerá inativo e em silêncio, afogado em seu próprio mal-estar. Infelizmente, nem sempre é assim, e os efeitos funestos dessa condição podem ser experimentados da pior forma por vítimas envenenadas até a morte.
Fingida, a inveja flutua na linguagem, maculando e construindo verdades, sempre parceira da intriga e da mentira. A inveja é o contrário da coragem sem ser a mera covardia do amedrontado, pois ela implica a trama, cheia de métodos. Como o Iago de Shakespeare, o invejoso faz desvios para alcançar seu objetivo, que é destruir o outro que ele não pode ser. Ele atalha, sorrateiro, como a menina Ofélia, de Clarice Lispector, corroborando a miséria que toma conta dos sentidos.
A inveja está na base do ódio, efeito de um abandono original, de um lugar desamado, de uma má acolhida no mundo. Uma estética e uma iconografia da inveja, assim como uma psicanálise e uma política desse sentimento, podem ser elucidativas a respeito da sua envergadura fenomenológica no todo da experiência humana em sua vocação para a infelicidade.

TIBURI, Márcia. Dossiê sobre a inveja. Revista Cult, São Paulo, p. 3-5, 2024. (Adaptado).
Com base no texto lido, é correto afirmar que a inveja
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