Início

Questões de Concursos UFPI

Resolva questões de UFPI comentadas com gabarito, online ou em PDF, revisando rapidamente e fixando o conteúdo de forma prática.


21Q685825 | Arquitetura, Arquiteto e Urbanista, UFPI, COPESE, 2019

O governo federal instituiu a estratégia nacional de disseminação da metodologia BIM, a Estratégia BIM Brasil. O Decreto nº 9.377, de 17 de maio de 2018, instituiu de maneira oficial a estratégia. Sobre a metodologia BIM, podese afirmar: 
  1. ✂️
  2. ✂️
  3. ✂️
  4. ✂️
  5. ✂️

22Q691608 | Ética na Administração Pública, Assistente em Administração, UFPI, COPESE, 2019

É expressamente vedado ao servidor público: 
  1. ✂️
  2. ✂️
  3. ✂️
  4. ✂️
  5. ✂️

23Q685451 | Administração Geral, Assistente em Administração, UFPI, COPESE, 2019

Através do organograma, é possível obter algumas informações sobre a organização. Marque a opção FALSA sobre o organograma.
  1. ✂️
  2. ✂️
  3. ✂️
  4. ✂️
  5. ✂️

24Q690724 | Arquitetura, Arquiteto e Urbanista, UFPI, COPESE, 2019

De acordo com a NBR 13532/1995, a elaboração do projeto de arquitetura deve ser orientada em cada uma das suas etapas, por: informações de referências a utilizar; informações técnicas a produzir e documentos técnicos a apresentar. Na etapa referente ao Estudo Preliminar, pode-se afirmar que uma das informações de referência a utilizar é: 
  1. ✂️
  2. ✂️
  3. ✂️
  4. ✂️
  5. ✂️

25Q688852 | Redação Oficial, Assistente em Administração, UFPI, COPESE, 2019

As opções a seguir apresentam atributos da redação oficial, EXCETO: 
  1. ✂️
  2. ✂️
  3. ✂️
  4. ✂️
  5. ✂️

26Q684907 | Administração Geral, Assistente em Administração, UFPI, COPESE, 2019

Sobre o planejamento e o processo abrangido por este, marque a opção FALSA. 
  1. ✂️
  2. ✂️
  3. ✂️
  4. ✂️
  5. ✂️

27Q684843 | Português, Interpretação de Textos, Assistente em Administração, UFPI, COPESE, 2019

Texto associado.
TEXTO I 

Síndrome da superioridade ilusória: quando a ignorância se disfarça de conhecimento
A superioridade é um conceito ilusório, estamos todos juntos na jornada da vida e, independentemente do nível de instrução, salário ou treinamento, você sempre pode aprender com qualquer pessoa, mesmo daqueles que considera “inferiores”.
01         A ignorância humana é o objeto de estudo de ensaios de todas as gerações:
02         De Sócrates a Darwin, muitos estudos foram realizados para determinar o que desperta o comportamento
03 de superioridade nas pessoas, o que quase sempre resulta de um grande sentimento de falta interior
04         Uma das teorias mais aceitas sobre o assunto é conhecida como o efeito Dunning-Kruger. Preparado
05 pelos psicólogos David Dunning e Justin Kruger, da Cornell University, o efeito Dunning-Kruger é um distúrbio
06 cognitivo, no qual as pessoas que são ignorantes em um determinado assunto acreditam que sabem mais do
07 que aquelas que são estudadas e experimentadas, sem reconhecer sua própria ignorância e limitações
08         Essas pessoas vivem em um estado de superioridade ilusória, acreditando serem muito sábias, mas na
09 realidade estão muito atrás daquelas que as cercam
10        Como diz o artigo de Dunning e Kruger, publicado em 1999: “Os incompetentes são muitas vezes
11 abençoados com uma confiança inadequada, protegidos por algo que lhes parece conhecimento”.
12        As pessoas que têm essa síndrome acreditam que suas habilidades são muito mais altas que a média,
13 mesmo quando elas claramente não entendem o que estão falando. Elas não têm a humildade de reconhecer
14 sua necessidade de melhoria. Elas também não reconhecem o potencial daqueles que as rodeiam, pois seu
15 egoísmo as impede
16        Você provavelmente conhece alguém assim, que vive preso em sua própria ignorância, que não faz sua
17 parte para melhorar e ainda acredita que está acima do bem e do mal, e tem o direito de julgar todos ao seu
18 redor.
19          Essas pessoas, que não sabem nada de um assunto, comportam-se como se fossem mestres e tentam
20 reverter os argumentos bem planejados de estudiosos e especialistas, isso é realmente desagradável.
21        Para que possamos evoluir como pessoas e sociedade, devemos nos engajar em um diálogo saudável,
22 no qual ambas as partes têm o mesmo direito de expressar suas opiniões e de serem ouvidas. Aprender uns
23 com os outros é uma habilidade muito importante, que deve ser encorajada, afinal, não fazemos nada por nós
24 mesmos neste mundo. Sempre podemos usar a experiência de alguém para simplificar nossas vidas.
25         As pessoas estão se tornando mais convencidas e menos dispostas a crescer coletivamente.
26 Acreditamos que um diploma nos torna imbatíveis, infalíveis. Isso está longe da verdade, e somente quando
27 aprendemos a reconhecer nossas limitações e nos associamos a pessoas que podem nos oferecer o que nos
28 falta, podemos realmente evoluir
29         A superioridade é um conceito indescritível, estamos todos juntos na jornada da vida e,
30 independentemente do nível de instrução, salário ou educação, sempre podemos aprender com qualquer
31 pessoa, mesmo a que consideramos “inferior”.
32         Devemos trabalhar para controlar o sentimento de superioridade dentro de nós mesmos e nos abrir para
33 todas as oportunidades de crescimento que surgem quando somos humildes.
                                                                                                                                    Fonte: Emozioni FeedAdaptado de. https://www.pensarcontemporaneo.com/sindrome-da-superioridade-ilusoria-quando-a-ignorancia-se-disfarca-deconhecimento/?fbclid=IwAR0v41eBmPB3Mh0g2SfJ87Er4kGRtGx2GX0kJBDcPvuP7bXlEBqsJ9SSau8. Acesso: 10/06/2019
De acordo com a leitura e interpretação do texto I, é possível afirmar que:
  1. ✂️
  2. ✂️
  3. ✂️
  4. ✂️
  5. ✂️

28Q686669 | Português, Interpretação de Textos, Assistente em Administração, UFPI, COPESE, 2019

Texto associado.
TEXTO I 

Síndrome da superioridade ilusória: quando a ignorância se disfarça de conhecimento
A superioridade é um conceito ilusório, estamos todos juntos na jornada da vida e, independentemente do nível de instrução, salário ou treinamento, você sempre pode aprender com qualquer pessoa, mesmo daqueles que considera “inferiores”.
01         A ignorância humana é o objeto de estudo de ensaios de todas as gerações:
02         De Sócrates a Darwin, muitos estudos foram realizados para determinar o que desperta o comportamento
03 de superioridade nas pessoas, o que quase sempre resulta de um grande sentimento de falta interior
04         Uma das teorias mais aceitas sobre o assunto é conhecida como o efeito Dunning-Kruger. Preparado
05 pelos psicólogos David Dunning e Justin Kruger, da Cornell University, o efeito Dunning-Kruger é um distúrbio
06 cognitivo, no qual as pessoas que são ignorantes em um determinado assunto acreditam que sabem mais do
07 que aquelas que são estudadas e experimentadas, sem reconhecer sua própria ignorância e limitações
08         Essas pessoas vivem em um estado de superioridade ilusória, acreditando serem muito sábias, mas na
09 realidade estão muito atrás daquelas que as cercam
10        Como diz o artigo de Dunning e Kruger, publicado em 1999: “Os incompetentes são muitas vezes
11 abençoados com uma confiança inadequada, protegidos por algo que lhes parece conhecimento”.
12        As pessoas que têm essa síndrome acreditam que suas habilidades são muito mais altas que a média,
13 mesmo quando elas claramente não entendem o que estão falando. Elas não têm a humildade de reconhecer
14 sua necessidade de melhoria. Elas também não reconhecem o potencial daqueles que as rodeiam, pois seu
15 egoísmo as impede
16        Você provavelmente conhece alguém assim, que vive preso em sua própria ignorância, que não faz sua
17 parte para melhorar e ainda acredita que está acima do bem e do mal, e tem o direito de julgar todos ao seu
18 redor.
19          Essas pessoas, que não sabem nada de um assunto, comportam-se como se fossem mestres e tentam
20 reverter os argumentos bem planejados de estudiosos e especialistas, isso é realmente desagradável.
21        Para que possamos evoluir como pessoas e sociedade, devemos nos engajar em um diálogo saudável,
22 no qual ambas as partes têm o mesmo direito de expressar suas opiniões e de serem ouvidas. Aprender uns
23 com os outros é uma habilidade muito importante, que deve ser encorajada, afinal, não fazemos nada por nós
24 mesmos neste mundo. Sempre podemos usar a experiência de alguém para simplificar nossas vidas.
25         As pessoas estão se tornando mais convencidas e menos dispostas a crescer coletivamente.
26 Acreditamos que um diploma nos torna imbatíveis, infalíveis. Isso está longe da verdade, e somente quando
27 aprendemos a reconhecer nossas limitações e nos associamos a pessoas que podem nos oferecer o que nos
28 falta, podemos realmente evoluir
29         A superioridade é um conceito indescritível, estamos todos juntos na jornada da vida e,
30 independentemente do nível de instrução, salário ou educação, sempre podemos aprender com qualquer
31 pessoa, mesmo a que consideramos “inferior”.
32         Devemos trabalhar para controlar o sentimento de superioridade dentro de nós mesmos e nos abrir para
33 todas as oportunidades de crescimento que surgem quando somos humildes.
                                                                                                                                    Fonte: Emozioni FeedAdaptado de. https://www.pensarcontemporaneo.com/sindrome-da-superioridade-ilusoria-quando-a-ignorancia-se-disfarca-deconhecimento/?fbclid=IwAR0v41eBmPB3Mh0g2SfJ87Er4kGRtGx2GX0kJBDcPvuP7bXlEBqsJ9SSau8. Acesso: 10/06/2019
De acordo com o texto I, analise as afirmações e, em seguida, assinale a opção CORRETA 
I. O texto “Síndrome da superioridade ilusória: quando a ignorância se disfarça de conhecimento” é um caso típico de intertextualidade, pois apresenta relação com outros textos, como demonstra a fonte citada ao final do texto; 
II. O texto I “Síndrome da superioridade ilusória: quando a ignorância se disfarça de conhecimento” é um exemplo do gênero notícia, predominando em sua construção a tipologia textual narrativa, pois se trata de um texto participante de um gênero jornalístico informativo; 
III. Apesar de não serem predominantes, as tipologias textuais descritiva e apelativa podem ser encontradas na composição do texto I “Síndrome da superioridade ilusória: quando a ignorância se disfarça de conhecimento”.
  1. ✂️
  2. ✂️
  3. ✂️
  4. ✂️
  5. ✂️

29Q693376 | Arquitetura, Arquiteto e Urbanista, UFPI, COPESE, 2019

O Código de Ética e Disciplina do Conselho de Arquitetura e Urbanismo, embora suas normas devam ser consideradas como um todo coordenado e harmônico, estão estruturadas em uma hierarquia de subordinação relativa, em 3 (três) classes respectivamente distintas: princípios, regras e recomendações. Em relação às obrigações para com o Interesse Público, é considerado como regra:
  1. ✂️
  2. ✂️
  3. ✂️
  4. ✂️
  5. ✂️

30Q683282 | Arquitetura, Arquiteto e Urbanista, UFPI, COPESE, 2019

De acordo com o disposto na norma de desempenho NBR 15575/2013, podem-se ter dependências que não têm exigências mínimas de iluminância natural, entre as quais: 
  1. ✂️
  2. ✂️
  3. ✂️
  4. ✂️
  5. ✂️

31Q685182 | Português, Interpretação de Textos, Arquiteto e Urbanista, UFPI, COPESE, 2019

Texto associado.
TEXTO II
                                                                        VACINAS, PARA QUE AS QUERO? 
 
O mecanismo que torna esses imunológicos mais duradouros ou não ainda segue sem resposta. Mas ninguém deveria duvidar de seu poderoso efeito protetor. 
 
01            Em um momento em que os menos avisados suspeitam das vacinas, as autoridades em saúde pública 
02    e imunologia apresentam dados mostrando que, na realidade, as vacinas precisam, sim, ser inoculadas com 
03    mais frequência. Esse é o teor do artigo ‘Quanto tempo duram as vacinas?’, assinado pelo escritor e roteirista 
04    norte-americano Jon Cohen e publicado na prestigiosa revista Science, em abril de 2019. Nele, Cohen indaga, 
05    entre outros assuntos, por que o efeito protetor das vacinas contra a gripe dura tão pouco (em média, depois de 
06    90 dias, a proteção começa a cair) e em outras, como as da varíola e da febre amarela, a ação é bem mais 
07    prolongada. 
08            Alguns especialistas argumentam que certos vírus sofrem altas taxas de mutação e geram novos clones, 
09    que, por serem ligeiramente diferentes dos originais, não seriam reconhecidos pelas células do sistema imune. 
10    Mas, a coisa não é tão simples assim. 
11            Ao estudar a caxumba (que ainda afeta os humanos), por exemplo, os epidemiologistas descobriram 
12    que a recorrência da doença acontece com mais frequência em uma determinada faixa etária (entre 18 e 29 anos 
13    de idade). Se a reinfecção dependesse apenas de mutações, todas as idades deveriam ser igualmente afetadas. 
14    Assim, o enigma perdura. 
15            No entanto, o consenso entre os imunologistas especializados em vacinas é que, de fato, precisamos 
16    de mais exposição aos agentes infecciosos ou às próprias vacinas. Em outras palavras, no caso da gripe, 
17    teríamos que tomar doses seguidas da vacina a fim de aumentar seu efeito protetor. Em razão desses achados, 
18    os pesquisadores chegaram até a criticar a decisão da Organização Mundial da Saúde (OMS) de recomendar 
19    que a vacina contra a febre amarela devesse ser inoculada apenas uma vez, isto é, seria uma vacina vitalícia. 
20            A necessidade da exposição constante aos agentes infecciosos vai de encontro à hipótese do biólogo 
21    norte-americano Jared Diamond que, em seu livro Armas, germes e aço, defende a ideia de que, ao longo da 
22    história, o sucesso dos conquistadores se deveu, em parte, ao fato de eles serem originalmente cosmopolitas e, 
23    dessa maneira, terem adquirido resistência imunológica aos agentes infecciosos da época. Mesmo resistentes, 
24    seriam portadores desses agentes, o que manteria a memória imunológica. Já os conquistados, grupo formado 
25    por populações menores, sucumbiriam ao confronto por não serem capazes de se defender tanto dos invasores 
26    humanos quanto daqueles microscópicos. 
27            Outro aspecto interessante desse tema é fruto da biotecnologia recente. A vacina contra o papiloma 
28    vírus humano (HPV), que, aparentemente, deu certo, é constituída de um agente imunogênico que não é o vírus 
29    propriamente dito, mas, sim, o que os pesquisadores chamam de partículas semelhantes aos vírus (virus like 
30    particles, VLPs). 
31            Os VLPs podem ser considerados vírus artificiais, ou seja, contêm a capa de proteína dos vírus, mas 
32    não o material genético, que, em geral, é formado por ácidos nucleicos (DNA ou RNA). Desse modo, os VLPs 
33    não são infecciosos. Alguns deles ocorrem naturalmente, mas também podem ser sintetizados no laboratório, e 
34    é aí que repousa a grande esperança tanto contra os vírus quanto contra alguns tipos de câncer cuja ocorrência 
35    foi correlacionada a infecções virais prévias, como o caso do câncer de útero. 
36            Embora o avanço nessa área seja promissor, o mecanismo que torna uma vacina mais duradoura ou 
37    não ainda segue sem resposta. Como afirma Cohen em seu artigo, “essa é uma pergunta de um milhão de 
38    dólares!” (aproximadamente, o valor do prêmio Nobel). 
39            A despeito disso, ninguém deveria duvidar do poder das vacinas. Muito pelo contrário. A tendência atual 
40    no tratamento de doenças crônicas, como o câncer e a artrite reumatoide, é a imunoterapia. Um dia, quem sabe, 
41    teremos vacinas contra todos esses males.
http://cienciahoje.org.br/artigo/vacinas-para-que-as-quero/ Acesso: 15/06/2019. 
As palavras “inoculadas” (linha 02) e “sucumbiriam” (linha 25) têm sentido, respectivamente, de: 
  1. ✂️
  2. ✂️
  3. ✂️
  4. ✂️
  5. ✂️

32Q691268 | Administração Geral, Assistente em Administração, UFPI, COPESE, 2019

Na burocracia, ocorre a profissionalização dos participantes porque: 
I. Recebem salários correspondentes ao cargo que ocupam; 
II. Ocupam um cargo, através do qual desenvolvem suas atividades na organização; 
III. Têm mandato por tempo determinado, pois, quando assumem um cargo dentro da burocracia, seu tempo de permanência é previamente definido; 
IV. São fiéis ao cargo, identificando-se com os objetivos da organização; 
V. São generalistas em relação às atividades do cargo.
 
A(s) afirmação(ões) FALSA(S) em relação ao enunciado é(são):
  1. ✂️
  2. ✂️
  3. ✂️
  4. ✂️
  5. ✂️

33Q685233 | Redação Oficial, Assistente em Administração, UFPI, COPESE, 2019

Na elaboração da comunicação oficial escrita deve-se atentar para alguns aspectos, EXCETO:
  1. ✂️
  2. ✂️
  3. ✂️
  4. ✂️
  5. ✂️

34Q686032 | Português, Interpretação de Textos, Arquiteto e Urbanista, UFPI, COPESE, 2019

Texto associado.
TEXTO II
                                                                        VACINAS, PARA QUE AS QUERO? 
 
O mecanismo que torna esses imunológicos mais duradouros ou não ainda segue sem resposta. Mas ninguém deveria duvidar de seu poderoso efeito protetor. 
 
01            Em um momento em que os menos avisados suspeitam das vacinas, as autoridades em saúde pública 
02    e imunologia apresentam dados mostrando que, na realidade, as vacinas precisam, sim, ser inoculadas com 
03    mais frequência. Esse é o teor do artigo ‘Quanto tempo duram as vacinas?’, assinado pelo escritor e roteirista 
04    norte-americano Jon Cohen e publicado na prestigiosa revista Science, em abril de 2019. Nele, Cohen indaga, 
05    entre outros assuntos, por que o efeito protetor das vacinas contra a gripe dura tão pouco (em média, depois de 
06    90 dias, a proteção começa a cair) e em outras, como as da varíola e da febre amarela, a ação é bem mais 
07    prolongada. 
08            Alguns especialistas argumentam que certos vírus sofrem altas taxas de mutação e geram novos clones, 
09    que, por serem ligeiramente diferentes dos originais, não seriam reconhecidos pelas células do sistema imune. 
10    Mas, a coisa não é tão simples assim. 
11            Ao estudar a caxumba (que ainda afeta os humanos), por exemplo, os epidemiologistas descobriram 
12    que a recorrência da doença acontece com mais frequência em uma determinada faixa etária (entre 18 e 29 anos 
13    de idade). Se a reinfecção dependesse apenas de mutações, todas as idades deveriam ser igualmente afetadas. 
14    Assim, o enigma perdura. 
15            No entanto, o consenso entre os imunologistas especializados em vacinas é que, de fato, precisamos 
16    de mais exposição aos agentes infecciosos ou às próprias vacinas. Em outras palavras, no caso da gripe, 
17    teríamos que tomar doses seguidas da vacina a fim de aumentar seu efeito protetor. Em razão desses achados, 
18    os pesquisadores chegaram até a criticar a decisão da Organização Mundial da Saúde (OMS) de recomendar 
19    que a vacina contra a febre amarela devesse ser inoculada apenas uma vez, isto é, seria uma vacina vitalícia. 
20            A necessidade da exposição constante aos agentes infecciosos vai de encontro à hipótese do biólogo 
21    norte-americano Jared Diamond que, em seu livro Armas, germes e aço, defende a ideia de que, ao longo da 
22    história, o sucesso dos conquistadores se deveu, em parte, ao fato de eles serem originalmente cosmopolitas e, 
23    dessa maneira, terem adquirido resistência imunológica aos agentes infecciosos da época. Mesmo resistentes, 
24    seriam portadores desses agentes, o que manteria a memória imunológica. Já os conquistados, grupo formado 
25    por populações menores, sucumbiriam ao confronto por não serem capazes de se defender tanto dos invasores 
26    humanos quanto daqueles microscópicos. 
27            Outro aspecto interessante desse tema é fruto da biotecnologia recente. A vacina contra o papiloma 
28    vírus humano (HPV), que, aparentemente, deu certo, é constituída de um agente imunogênico que não é o vírus 
29    propriamente dito, mas, sim, o que os pesquisadores chamam de partículas semelhantes aos vírus (virus like 
30    particles, VLPs). 
31            Os VLPs podem ser considerados vírus artificiais, ou seja, contêm a capa de proteína dos vírus, mas 
32    não o material genético, que, em geral, é formado por ácidos nucleicos (DNA ou RNA). Desse modo, os VLPs 
33    não são infecciosos. Alguns deles ocorrem naturalmente, mas também podem ser sintetizados no laboratório, e 
34    é aí que repousa a grande esperança tanto contra os vírus quanto contra alguns tipos de câncer cuja ocorrência 
35    foi correlacionada a infecções virais prévias, como o caso do câncer de útero. 
36            Embora o avanço nessa área seja promissor, o mecanismo que torna uma vacina mais duradoura ou 
37    não ainda segue sem resposta. Como afirma Cohen em seu artigo, “essa é uma pergunta de um milhão de 
38    dólares!” (aproximadamente, o valor do prêmio Nobel). 
39            A despeito disso, ninguém deveria duvidar do poder das vacinas. Muito pelo contrário. A tendência atual 
40    no tratamento de doenças crônicas, como o câncer e a artrite reumatoide, é a imunoterapia. Um dia, quem sabe, 
41    teremos vacinas contra todos esses males.
http://cienciahoje.org.br/artigo/vacinas-para-que-as-quero/ Acesso: 15/06/2019. 
Analise as afirmações a seguir, assinalando V para as assertivas verdadeiras e F para as assertivas falsas. Em seguida, marque a opção CORRETA. 
 
(    ) O título do texto II “Vacinas, para que as quero?”, de antemão, traz o posicionamento do autor a respeito da imunização por vacinas, aderindo este ao pensamento de que o ser humano não precisa da exposição a agentes infecciosos por meio das vacinas.  
(    ) Cohem questiona a efetividade da imunização por vacinas em seu artigo a partir da pergunta “quanto tempo duram as vacinas?”, para isso o autor utiliza como argumento a duração da proteção oferecida pela vacina da gripe, cerca de noventa dias. 
(    ) A OMS contraria a opinião de imunologistas especializados em vacinas ao recomendar que a vacina contra a febre amarela seja vitalícia. 
(    ) A ideia de que a exposição aos agentes infecciosos ou às vacinas deve ser elevada, defendida por especialistas da área de imunologia, vai ao encontro da hipótese construída pelo biólogo Jared Diamond.  
(    ) Cohem afirma que a resposta para a pergunta “Qual o mecanismo que torna uma vacina mais duradoura” é de um milhão de dólares, aproximadamente o mesmo valor pago ao prêmio Nobel, logo, quem descobrir a resposta para tal pergunta ganhará o prêmio Nobel.
  1. ✂️
  2. ✂️
  3. ✂️
  4. ✂️
  5. ✂️

35Q693493 | Arquitetura, Arquiteto e Urbanista, UFPI, COPESE, 2019

Os corredores devem ser dimensionados de acordo com o fluxo de pessoas, assegurando uma faixa livre de barreiras ou obstáculos. As larguras mínimas para corredores em edificações e equipamentos urbanos são:
  1. ✂️
  2. ✂️
  3. ✂️
  4. ✂️
  5. ✂️

36Q682404 | Administração Geral, Assistente em Administração, UFPI, COPESE, 2019

A palavra organização é um termo que recebe vários significados na administração. Marque a opção que apresenta o sentido INCORRETO do termo:
  1. ✂️
  2. ✂️
  3. ✂️
  4. ✂️
  5. ✂️

37Q684192 | Português, Interpretação de Textos, Assistente em Administração, UFPI, COPESE, 2019

Texto associado.
TEXTO I 

Síndrome da superioridade ilusória: quando a ignorância se disfarça de conhecimento
A superioridade é um conceito ilusório, estamos todos juntos na jornada da vida e, independentemente do nível de instrução, salário ou treinamento, você sempre pode aprender com qualquer pessoa, mesmo daqueles que considera “inferiores”.
01         A ignorância humana é o objeto de estudo de ensaios de todas as gerações:
02         De Sócrates a Darwin, muitos estudos foram realizados para determinar o que desperta o comportamento
03 de superioridade nas pessoas, o que quase sempre resulta de um grande sentimento de falta interior
04         Uma das teorias mais aceitas sobre o assunto é conhecida como o efeito Dunning-Kruger. Preparado
05 pelos psicólogos David Dunning e Justin Kruger, da Cornell University, o efeito Dunning-Kruger é um distúrbio
06 cognitivo, no qual as pessoas que são ignorantes em um determinado assunto acreditam que sabem mais do
07 que aquelas que são estudadas e experimentadas, sem reconhecer sua própria ignorância e limitações
08         Essas pessoas vivem em um estado de superioridade ilusória, acreditando serem muito sábias, mas na
09 realidade estão muito atrás daquelas que as cercam
10        Como diz o artigo de Dunning e Kruger, publicado em 1999: “Os incompetentes são muitas vezes
11 abençoados com uma confiança inadequada, protegidos por algo que lhes parece conhecimento”.
12        As pessoas que têm essa síndrome acreditam que suas habilidades são muito mais altas que a média,
13 mesmo quando elas claramente não entendem o que estão falando. Elas não têm a humildade de reconhecer
14 sua necessidade de melhoria. Elas também não reconhecem o potencial daqueles que as rodeiam, pois seu
15 egoísmo as impede
16        Você provavelmente conhece alguém assim, que vive preso em sua própria ignorância, que não faz sua
17 parte para melhorar e ainda acredita que está acima do bem e do mal, e tem o direito de julgar todos ao seu
18 redor.
19          Essas pessoas, que não sabem nada de um assunto, comportam-se como se fossem mestres e tentam
20 reverter os argumentos bem planejados de estudiosos e especialistas, isso é realmente desagradável.
21        Para que possamos evoluir como pessoas e sociedade, devemos nos engajar em um diálogo saudável,
22 no qual ambas as partes têm o mesmo direito de expressar suas opiniões e de serem ouvidas. Aprender uns
23 com os outros é uma habilidade muito importante, que deve ser encorajada, afinal, não fazemos nada por nós
24 mesmos neste mundo. Sempre podemos usar a experiência de alguém para simplificar nossas vidas.
25         As pessoas estão se tornando mais convencidas e menos dispostas a crescer coletivamente.
26 Acreditamos que um diploma nos torna imbatíveis, infalíveis. Isso está longe da verdade, e somente quando
27 aprendemos a reconhecer nossas limitações e nos associamos a pessoas que podem nos oferecer o que nos
28 falta, podemos realmente evoluir
29         A superioridade é um conceito indescritível, estamos todos juntos na jornada da vida e,
30 independentemente do nível de instrução, salário ou educação, sempre podemos aprender com qualquer
31 pessoa, mesmo a que consideramos “inferior”.
32         Devemos trabalhar para controlar o sentimento de superioridade dentro de nós mesmos e nos abrir para
33 todas as oportunidades de crescimento que surgem quando somos humildes.
                                                                                                                                    Fonte: Emozioni FeedAdaptado de. https://www.pensarcontemporaneo.com/sindrome-da-superioridade-ilusoria-quando-a-ignorancia-se-disfarca-deconhecimento/?fbclid=IwAR0v41eBmPB3Mh0g2SfJ87Er4kGRtGx2GX0kJBDcPvuP7bXlEBqsJ9SSau8. Acesso: 10/06/2019
O trecho “A superioridade é um conceito indescritível, estamos todos juntos na jornada da vida e, independentemente do nível de instrução, salário ou educação, sempre podemos aprender com qualquer pessoa, mesmo a que consideramos ‘inferior’” (linhas 29 a 31), quando reescrito, tem sentido alterado em:
  1. ✂️
  2. ✂️
  3. ✂️
  4. ✂️
  5. ✂️

38Q692803 | Arquitetura, Arquiteto e Urbanista, UFPI, COPESE, 2019

O As Built é uma atividade técnica essencial para orientar eventuais intervenções corretivas futuras e/ou ampliações. Sobre a documentação as As Built, pode-se afirmar
  1. ✂️
  2. ✂️
  3. ✂️
  4. ✂️
  5. ✂️

39Q687131 | Arquitetura, Arquiteto e Urbanista, UFPI, COPESE, 2019

Dentre das decisões relacionadas às diretrizes para o desenvolvimento de um projeto arquitetônico, uma das principais é o custo da construção, e em relação a este, a decisão de desenvolver uma edificação térrea ou em pavimentos. Sobre esse aspecto, é CORRETO afirmar que os elementos que incidem de forma crescente no custo da edificação são: 
  1. ✂️
  2. ✂️
  3. ✂️
  4. ✂️
  5. ✂️

40Q693882 | Administração Geral, Assistente em Administração, UFPI, COPESE, 2019

A departamentalização é uma forma de a organização melhorar a qualidade da supervisão acrescentando níveis hierárquicos. Marque a opção que NÃO apresenta um tipo de departamentalização: 
  1. ✂️
  2. ✂️
  3. ✂️
  4. ✂️
  5. ✂️
Utilizamos cookies e tecnologias semelhantes para aprimorar sua experiência de navegação. Política de Privacidade.