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Questões de Concursos UFPR

Resolva questões de UFPR comentadas com gabarito, online ou em PDF, revisando rapidamente e fixando o conteúdo de forma prática.


101Q235373 | Psicologia, Grupos, Psicólogo, UFPR, UFPR

Assinale a alternativa correta sobre o grupo terapêutico.

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102Q231607 | Psicologia, Grupos, Psicólogo, UFPR, UFPR

A partir da ideia de que o grupo terapêutico consiste num microcosmo social, Yalom ressalta que os membros do grupo gradualmente começam a interagir com os outros componentes do grupo como interagem com pessoas no contexto social. Assinale a alternativa correta sobre esse tema.

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103Q265971 | Literatura, Vestibular, UFPR, UFPR

"Incompreensível mulher! / A noite a vira bacante infrene, calcando aos pés lascivos o pudor e a dignidade, ostentar o vício na maior torpeza do cinismo, com toda a hediondez de sua beleza. A manhã a encontrava tímida menina, amante casta e ingênua, bebendo num olhar a felicidade que dera, e suplicando o perdão da felicidade que recebera." (José de Alencar, em Lucíola)
Em relação ao romance Lucíola, considere as seguintes afirmativas:
1-Para Lúcia, a prostituição funciona como autopunição, na medida em que reforça o sentimento de culpa pela pureza perdida e valorizada.
2- O idealismo romântico convive com a aguda percepção da importância da posição social, do conflito entre dinheiro e virtude e com o realismo das descrições sem reticências.
3-O romance de Alencar coloca a literatura em relevo, através das obras citadas, da crítica de Lúcia à Dama das Camélias e da referência às leituras permitidas às mulheres.
4-O abandono da vida anterior não é purificação suficiente, razão pela qual o corpo manchado pelo vício deve morrer junto com o fruto do amor impossível.
Assinale a alternativa correta.

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104Q374478 | Português, Interpretação de Texto, Administrador, UFPR, NC UFPR

O texto a seguir, adaptado da Folha de S. Paulo, relata a mudança ocorrida na vinheta da Globeleza veiculada pela TV Globo. Numere os parágrafos de forma a organizá-los numa progressão textual coerente e lógica.

( ) Outra novidade da vinheta foi a inserção de outros personagens, homens e mulheres, que também dançam e tocam instrumentos.

( ) Após anos de polêmica em torno da objetificação da mulher e reforço de estereótipos de gênero e raça, a Globo resolveu vestir a Globeleza. Na vinheta do Carnaval de 2017, lançada nesta segunda-feira (9), Érika Moura aparece com vários ?looks? típicos da festa nas diferentes regiões brasileiras.

( ) Com essas novidades, a mudança tem sido elogiada nas redes sociais. Grupos de ativistas dos direitos negros e feministas estão comemorando o avanço.

( ) Acompanhada de um mestre-sala, ela roda o vestidão de porta-bandeira, em outro momento dança axé a bordo de um top colorido e se arrisca até no frevo e no bumba-meu-boi.

Assinale a alternativa que apresenta a numeração correta, de cima para baixo.

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105Q705450 | Matemática, Assistente em Administração, UFPR, FUNPAR NC UFPR, 2019

Dizemos que uma sequência de números é crescente quando cada termo é maior que seu antecessor. Considere a sequência crescente formada por todos os números inteiros maiores que 300 que NÃO apresentam algarismos repetidos. Assim sendo, o primeiro termo da sequência é 301, o segundo é 302, o terceiro é 304 e assim sucessivamente. Podemos concluir que o trigésimo termo dessa sequência é:
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106Q179646 | Contabilidade Geral, Passivo, Contador, UFPR, UFPR

A nova classificação do passivo compreende as contas a serem classificadas nos seguintes grupos:

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107Q701540 | Português, Sinonímia e Antonímia, Assistente em Administração, UFPR, FUNPAR NC UFPR, 2019

Considere o seguinte trecho: Ela trabalhou ao lado do ator Raul Cortez – com quem foi casada –, fez sucesso na televisão, aproximou-se do espiritismo e, afastando-se paulatinamente de seu ofício, iniciou atividades que, com o tempo, culminaram na criação de uma escola de teatro. Célia Helena começou a privilegiar o trabalho de formação em detrimento da sua carreira de sucesso. 
A palavra “detrimento”, sublinhada no texto, pode ser substituída por:
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108Q171631 | Direito Penal, Crimes Contra Administração Pública, Bibliotecário Documentalista, UFPR, UFPR

O servidor público comete crime contra Administração Pública quando pratica condutas definidas no Código Penal Brasileiro como crime. A respeito do assunto, identifique as afirmativas a seguir como verdadeiras (V) ou falsas (F).

( ) Há crime de peculato quando o servidor se apropria de dinheiro que estava sob sua posse em razão do cargo que ocupa.

( ) Concussão ocorre quando o servidor, usando da influência de seu posto, recebe vantagem para si ou para outrem.

( ) Prevaricação é o crime que ocorre quando o servidor deixa de responsabilizar seu subordinado que cometeu infração no exercício do cargo.

Assinale a alternativa que apresenta a sequência correta, de cima para baixo.

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109Q931733 | Português, Interpretação de Textos, Vestibular UFPR, UFPR, FUNPAR UFPR, 2018

Texto associado.
Era uma vez um lobo vegano que não engolia a vovozinha, três porquinhos que se dedicavam _____ especulação imobiliária e uma estilista chamada Gretel que trabalhava de garçonete em Berlim. Não deveria nos surpreender que os contos tradicionais se adaptem aos tempos. Eles foram submetidos _____ alterações no processo de transmissão, oral ou escrita, ao longo dos séculos para adaptá-los aos gostos de cada momento. Vejamos, por exemplo, Chapeuzinho Vermelho. Em 1697 – quando a história foi colocada no papel –, Charles Perrault acrescentou _____ ela uma moral, com o objetivo de alertar as meninas quanto _____ intenções perversas dos desconhecidos. Pouco mais de um século depois, os irmãos Grimm abrandaram o enredo do conto e o coroaram com um final feliz. Se a Chapeuzinho Vermelho do século XVII era devorada pelo lobo, não seria de surpreender que a atual repreendesse a fera por sua atitude sexista quando a abordasse no bosque. A força do conto, no entanto, está no fato de que ele fala por meio de uma linguagem simbólica e nos convida a explorar a escuridão do mundo, a cartografia dos medos, tanto ancestrais como íntimos. Por isso ele desafia todos nós, incluindo os adultos. [...] A poetisa Wislawa Szymborska falou sobre um amigo escritor que propôs a algumas editoras uma peça infantil protagonizada por uma bruxa. As editoras rejeitaram a ideia. Motivo? É proibido assustar as crianças. A ganhadora do prêmio Nobel, admiradora de Andersen – cuja coragem se destacava por ter criado finais tristes –, ressalta a importância de se assustar, porque as crianças sentem uma necessidade natural de viver grandes emoções: “A figura que aparece [em seus contos] com mais frequência é a morte, um personagem implacável que penetra no âmago da felicidade e arranca o melhor, o mais amado. Andersen tratava as crianças com seriedade. Não lhes falava apenas da alegre aventura que é a vida, mas também dos infortúnios, das tristezas e de suas nem sempre merecidas calamidades”. C. S. Lewis dizia que fazer as crianças acreditar que vivem em um mundo sem violência, morte ou covardia só daria asas ao escapismo, no sentido negativo da palavra. Depois de passar dois anos mergulhado em relatos compilados durante dois séculos, Italo Calvino selecionou e editou os 200 melhores contos da tradição popular italiana. Após essa investigação literária, sentenciou: “Le fiabe sono vere [os contos de fadas são verdadeiros]”. O autor de O Barão nas Árvores tinha confirmado sua intuição de que os contos, em sua “infinita variedade e infinita repetição”, não só encapsulam os mitos duradouros de uma cultura, como também “contêm uma explicação geral do mundo, onde cabe todo o mal e todo o bem, e onde sempre se encontra o caminho para romper os mais terríveis feitiços”. Com sua extrema concisão, os contos de fadas nos falam do medo, da pobreza, da desigualdade, da inveja, da crueldade, da avareza... Por isso são verdadeiros. Os animais falantes e as fadas madrinhas não procuram confortar as crianças, e sim dotá-las de ferramentas para viver, em vez de incutir rígidos patrões de conduta, e estimular seu raciocínio moral. Se eliminarmos as partes escuras e incômodas, os contos de fadas deixarão de ser essas surpreendentes árvores sonoras que crescem na memória humana, como definiu o poeta Robert Bly. 
(Marta Rebón).
Entre o segmento “Quando as populações de medusas conseguem se estabelecer” e o segmento “as larvas de outras espécies acabam sendo parte do cardápio também”, exprime-se uma relação de:
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110Q932503 | Atualidades, UFPR Vestibular UFPR, UFPR, FUNPAR UFPR, 2018

A seleção de futebol da França, campeã da Copa de 2018, possui mais da metade dos seus jogadores de origem africana e/ou árabe. Desde 1998, a seleção francesa é conhecida em seu país como equipe “black-blanc-beur” (negra, branca e árabe). Uma razão histórica do aumento da diversidade étnica, racial e religiosa na Europa, presente nos dias atuais é: 
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111Q266021 | História, Vestibular, UFPR, UFPR

O filme "Argo" (EUA, 2012) ganhou o Oscar de melhor filme de 2013, e teve como pano de fundo a Revolução Iraniana, ocorrida em 1979. Esse evento histórico

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112Q181281 | Engenharia Civil, Instalações de Esgotos Sanitários, Engenheiro Civil, UFPR, UFPR

Qual é o nome dado ao tubo ventilador vertical que se prolonga através de um ou mais andares e cuja extremidade superior é aberta à atmosfera, ou ligada a tubo ventilador primário, ou a barrilete de ventilação?

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113Q266342 | Geografia, Vestibular, UFPR, UFPR

O termo BRICS tem sido utilizado para designar os países Brasil, Rússia, Índia, China e África do Sul. Sobre esses países, é correto afirmar que:

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114Q266078 | Espanhol, Vestibular, UFPR, UFPR

Texto associado.

Para contestar a las preguntas 77, 78, 79 y 80 utilice los dos textos a continuación.

No veo qué ganamos las mujeres

Milagros del Corral es exdirectora de la Biblioteca Nacional

Ha tardado mucho pero, al fin, la Real Academia de la Lengua ha emitido su opinión a propósito del supuesto carácter sexista del español a través del informe rigurosamente fundamentado de Ignacio Bosque. No puedo sino estar de acuerdo con la crítica responsable de la RAE. Y ello a pesar de que soy mujer y una profesional que, desde muy joven, ha trabajado en entornos mayoritariamente masculinos. Soy también consciente de que la mujer todavía está lejos de alcanzar la equiparación social y profesional que le corresponde y, en consecuencia, soy una firme partidaria de la defensa de mis derechos, que son los derechos de media humanidad. Digo, pues, no a la discriminación.
Sin embargo, esta reciente costumbre de pervertir nuestra maravillosa lengua castellana me parece un puro sinsentido. Nunca me he sentido excluida de forma gramatical alguna, singular o plural, ni creo que los hombres se sientan discriminados al ser aludidos, en singular y en plural, como artistas, periodistas, trapecistas, etcétera. Sin duda aquí se ha producido un error, aunque haya sido con la mejor intención. Aquí se ha confundido sexo con género, biología con gramática.
El activismo feminista, de la mano de una serie de instituciones que quieren ser políticamente correctas, quieren hacernos creer con sus guías de uso de lenguaje no sexista que la visibilidad de las mujeres pasa por desnaturalizar nuestro idioma con fórmulas rebuscadas, cuando no claramente atentatorias contra la morfología gramatical o sintáctica, sin miedo alguno a recargar el discurso hasta límites estéticamente insoportables: niños y niñas, andaluces y andaluzas, jueces y juezas, miembros y miembras? Eso cuando no nos atropellan con amig@s, utilización supuestamente genial del símbolo de una medida de líquidos y, más recientemente, del dominio de las direcciones de correo electrónico.
Amén del innecesario estropicio lingüístico, no creo que recomendaciones de esta naturaleza sirvan de nada a nuestra mayor visibilidad. Ni mucho menos que lleguen muy lejos. De momento, solo las aplican de forma acrítica algunos políticos de posmodernidad mal entendida. Y, desde luego, no han logrado calar en el habla popular. Y no han calado porque el pueblo es sabio e inconscientemente siente que las expresiones recomendadas rayan en lo ridículo y no convienen a la economía de la comunicación, pecado grave en la era de Twitter y el microrrelato. Quiero creer que se trata de una moda pasajera.

Pero, ¿dónde estaba la RAE?

Inés Alberdi es catedrática de Sociología de la Universidad Complutense

¿Cómo puede sorprenderse el profesor Bosque de que para preparar una Guía de uso no sexista del lenguaje no se consulte con la Academia de la Lengua? Lo que sorprende es que no haya sido esta institución la que se haya ocupado de darnos sugerencias para hacer un uso del lenguaje que no oculte a las mujeres.
¿Por qué la RAE no ha dicho nada hasta ahora de cómo el lenguaje español hace invisibles a las mujeres? ¿Dónde están sus análisis y sus recomendaciones para dar un uso más de acuerdo con la igualdad de género? La Academia es, como dice el profesor Bosque, la institución que debe vigilar por el buen uso de la lengua, pero esto no le ha parecido un problema o no le ha interesado.
Bienvenida sea la Academia de la Lengua a este debate en el que tendría que haber estado hace años. No necesariamente para decirnos lo que hay que hacer sino para sumar su conocimiento y su experiencia al de tantas otras personas e instituciones que conocen aspectos que también habrá que tener en cuenta.
En sus argumentos contra las guías se refiere casi exclusivamente a una de las cuestiones que estas señalan, la necesidad de hacer manifiesta la presencia femenina en cualquier colectivo al que nos estemos refiriendo, niñas y niños, padres y madres, cuestión que la lengua española oscurece a través del uso del genérico masculino. Este es quizás el aspecto más difícil de revisar si queremos que el español no olvide a las mujeres, pero hay muchos otros. La propuesta que hacen algunas guías, de reiterar constantemente el masculino y el femenino de todo, no le gusta y lo ridiculiza. A mí tampoco, pero no me burlo porque el tema me parece muy serio. Creo que hay formas posibles de evitar esa reiteración. Por ejemplo, hablar del género humano en vez del hombre cuando se habla de la evolución. No se trata tanto de señalar con el dedo a los que abusen del genérico masculino, como tratar de enseñar a todos a hablar con mayor rigor y respeto a la igualdad de género. La lengua es hija de la historia y por ello no debe sorprendernos que la española sea tan sexista. Pues bien, les diría, como digo a mis estudiantes, que procuren reflexionar sobre cómo escriben y traten de no olvidar a las mujeres al hacerlo.

(Textos adaptados de www.elpais.es - http://cultura.elpais.com/cultura/2012/03/05/actualidad/1330979981_863178.html)

Al opinar sobre la Real Academia de la Lengua Española y el informe sobre el lenguaje sexista escrito por el académico Ignacio Bosque:

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115Q181253 | Economia, Econometria, Economista, UFPR, UFPR

Em uma regressão para o preço de imóveis (em R$ mil), são consideradas variáveis determinantes a metragem do imóvel (X1), um índice de qualidade de vida do bairro em que ele se situa (X2) e duas variáveis qualitativas que indicam o seu padrão de construção (D1 e D2).

"Imagem

Os resultados da estimação foram os seguintes: YE = 55 + 1,5X1 + 2,8X2 + 30D1 + 52D2

A diferença estimada entre imóveis de alto e baixo padrão de construção, com mesma metragem e na mesma região, é (em R$ mil):

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116Q236948 | Psicologia, Psicologia e Saúde, Psicólogo, UFPR, UFPR

O psicólogo precisa conhecer os fundamentos da avaliação psiquiátrica tanto para identificar quando a pessoa pode se beneficiar de um encaminhamento para o médico psiquiatra quanto para delimitar seu trabalho junto ao grupo de pessoas com transtornos mentais acompanhado por uma equipe interdisciplinar. Sobre a avaliação psiquiátrica, é correto afirmar:

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117Q266358 | Espanhol, Vestibular, UFPR, UFPR

Texto associado.

Para contestar a las preguntas 77, 78, 79 y 80 utilice los dos textos a continuación.

No veo qué ganamos las mujeres

Milagros del Corral es exdirectora de la Biblioteca Nacional

Ha tardado mucho pero, al fin, la Real Academia de la Lengua ha emitido su opinión a propósito del supuesto carácter sexista del español a través del informe rigurosamente fundamentado de Ignacio Bosque. No puedo sino estar de acuerdo con la crítica responsable de la RAE. Y ello a pesar de que soy mujer y una profesional que, desde muy joven, ha trabajado en entornos mayoritariamente masculinos. Soy también consciente de que la mujer todavía está lejos de alcanzar la equiparación social y profesional que le corresponde y, en consecuencia, soy una firme partidaria de la defensa de mis derechos, que son los derechos de media humanidad. Digo, pues, no a la discriminación.
Sin embargo, esta reciente costumbre de pervertir nuestra maravillosa lengua castellana me parece un puro sinsentido. Nunca me he sentido excluida de forma gramatical alguna, singular o plural, ni creo que los hombres se sientan discriminados al ser aludidos, en singular y en plural, como artistas, periodistas, trapecistas, etcétera. Sin duda aquí se ha producido un error, aunque haya sido con la mejor intención. Aquí se ha confundido sexo con género, biología con gramática.
El activismo feminista, de la mano de una serie de instituciones que quieren ser políticamente correctas, quieren hacernos creer con sus guías de uso de lenguaje no sexista que la visibilidad de las mujeres pasa por desnaturalizar nuestro idioma con fórmulas rebuscadas, cuando no claramente atentatorias contra la morfología gramatical o sintáctica, sin miedo alguno a recargar el discurso hasta límites estéticamente insoportables: niños y niñas, andaluces y andaluzas, jueces y juezas, miembros y miembras? Eso cuando no nos atropellan con amig@s, utilización supuestamente genial del símbolo de una medida de líquidos y, más recientemente, del dominio de las direcciones de correo electrónico.
Amén del innecesario estropicio lingüístico, no creo que recomendaciones de esta naturaleza sirvan de nada a nuestra mayor visibilidad. Ni mucho menos que lleguen muy lejos. De momento, solo las aplican de forma acrítica algunos políticos de posmodernidad mal entendida. Y, desde luego, no han logrado calar en el habla popular. Y no han calado porque el pueblo es sabio e inconscientemente siente que las expresiones recomendadas rayan en lo ridículo y no convienen a la economía de la comunicación, pecado grave en la era de Twitter y el microrrelato. Quiero creer que se trata de una moda pasajera.

Pero, ¿dónde estaba la RAE?

Inés Alberdi es catedrática de Sociología de la Universidad Complutense

¿Cómo puede sorprenderse el profesor Bosque de que para preparar una Guía de uso no sexista del lenguaje no se consulte con la Academia de la Lengua? Lo que sorprende es que no haya sido esta institución la que se haya ocupado de darnos sugerencias para hacer un uso del lenguaje que no oculte a las mujeres.
¿Por qué la RAE no ha dicho nada hasta ahora de cómo el lenguaje español hace invisibles a las mujeres? ¿Dónde están sus análisis y sus recomendaciones para dar un uso más de acuerdo con la igualdad de género? La Academia es, como dice el profesor Bosque, la institución que debe vigilar por el buen uso de la lengua, pero esto no le ha parecido un problema o no le ha interesado.
Bienvenida sea la Academia de la Lengua a este debate en el que tendría que haber estado hace años. No necesariamente para decirnos lo que hay que hacer sino para sumar su conocimiento y su experiencia al de tantas otras personas e instituciones que conocen aspectos que también habrá que tener en cuenta.
En sus argumentos contra las guías se refiere casi exclusivamente a una de las cuestiones que estas señalan, la necesidad de hacer manifiesta la presencia femenina en cualquier colectivo al que nos estemos refiriendo, niñas y niños, padres y madres, cuestión que la lengua española oscurece a través del uso del genérico masculino. Este es quizás el aspecto más difícil de revisar si queremos que el español no olvide a las mujeres, pero hay muchos otros. La propuesta que hacen algunas guías, de reiterar constantemente el masculino y el femenino de todo, no le gusta y lo ridiculiza. A mí tampoco, pero no me burlo porque el tema me parece muy serio. Creo que hay formas posibles de evitar esa reiteración. Por ejemplo, hablar del género humano en vez del hombre cuando se habla de la evolución. No se trata tanto de señalar con el dedo a los que abusen del genérico masculino, como tratar de enseñar a todos a hablar con mayor rigor y respeto a la igualdad de género. La lengua es hija de la historia y por ello no debe sorprendernos que la española sea tan sexista. Pues bien, les diría, como digo a mis estudiantes, que procuren reflexionar sobre cómo escriben y traten de no olvidar a las mujeres al hacerlo.

(Textos adaptados de www.elpais.es - http://cultura.elpais.com/cultura/2012/03/05/actualidad/1330979981_863178.html)

Para Milagros del Corral las guías de uso de lenguaje no sexista:

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118Q265802 | Biologia, Vestibular, UFPR, UFPR

A exposição da mãe à nicotina durante a gravidez pode levar ao retardo do crescimento do feto, maior incidência de abortos e morte na infância. Isso ocorre porque a nicotina causa constrição dos vasos sanguíneos uterinos, levando ao baixo suprimento de oxigênio e nutrientes para o feto. (Moore, K.; Persaud, T.V.N. Embriologia Básica. 7ª Ed. Rio de Janeiro: Elsevier, 2008.)

Nesses casos, o feto recebe menos oxigênio e nutrientes porque

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119Q931611 | Matemática Financeira, Juros Simples, UFPR Vestibular UFPR, UFPR, FUNPAR UFPR, 2018

Alexandre pegou dois empréstimos com seus familiares, totalizando R$ 20.000,00. Ele combinou pagar juros simples de 8% ao ano em um dos empréstimos e de 5% ao ano no outro. Após um ano nada foi pago, e por isso sua dívida aumentou de R$ 20.000,00 para R$ 21.405,00. Quanto foi tomado emprestado de cada familiar?
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120Q265678 | Espanhol, Vestibular, UFPR, UFPR

Texto associado.

O texto a seguir é referência para as questões 73 a 76.

Ayurveda, ¿otro camino?

Jorge Luis Serra (médico argentino, se formó en pediatría en la Universidad de Buenos Aires. Actualmente es especialista en medicina ayurvédic(A).

Ayurveda es la medicina tradicional de la India, que demanda cinco años y medio de estudio en las universidades de ese país. En el idioma sánscrito, ayur significa vida, y veda, conocimiento. Literalmente, es la ciencia de la vida. Para entenderlo: no está concebido sólo como un sistema médico sino como un sistema de vida para promocionar la salud. Y aunque esto no lo sepan muchos en nuestro país, fue reconocida por la Organización Mundial de la Salud como un sistema médico tradicional. Para su diagnóstico y aplicación, pone mucho énfasis en cómo es la persona, cómo interactúa con la naturaleza y con los otros. A partir de ese conocimiento se puede hacer un plan de equilibrio con los flujos de la vida para que la persona se mantenga más sana durante más tiempo. Para un diagnóstico ayurvédico se tienen en cuenta no sólo las muestras de laboratorio y el diagnóstico por imágenes, sino también cómo habla la persona, cómo piensa, las características de su piel, si es friolenta o calurosa. Es bueno aclarar que esta medicina no propone curaciones mágicas y que los profesionales que la aplican con honestidad atravesaron un largo camino de formación. En la India hay 350 mil médicos ayurvédicos que han estudiado en la facultad. Allá tienen, además, un equivalente a nuestro Conicet, con 2 mil profesionales investigando en 20 centros regionales con convenios en universidades.
(Texto adaptado. VIVA, la revista de Clarín, 02 jan. 2006.)

En relación a Ayurveda, otra forma de expresar lo equivalente a "no está concebido como un sistema médico sino como un sistema de vida para promocionar la salud" es:

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