61 Q803786 • Fonoaudiologia • UFRJ • UFRJ • Fonoaudiólogo A motilidade proprioceptiva é baseada na contração: a) mediana dos músculos ✂️ b) fásica dos músculos ✂️ c) tônica dos músculos ✂️ d) supericial dos músculos ✂️ e) clônica dos músculos ✂️ Resolver
62 Q803770 • Fonoaudiologia • UFRJ • UFRJ • Fonoaudiólogo Os distúrbios fonológicos podem apresentar dois componentes, a saber: um fonético e outro fonêmico. O componente fonêmico é identiicado: a) no modo pelo qual a informação sonora é armazenada, representada e ou acessada no léxico mental. ✂️ b) na inabilidade para articular os sons da fala, envolvendo o componente motor da fala. ✂️ c) no modo pelo qual os articuladores da fala armazenam a informação proprioceptiva no léxico mental. ✂️ d) na inabilidade de representação dos fonemas fricativos e em palavras extensas e de baixa frequência. ✂️ e) no modo pelo qual os processos fonológicos da fala são armazenados na memória de trabalho. ✂️ Resolver
63 Q803633 • Fonoaudiologia • UFRJ • UFRJ • Fonoaudiólogo A ilosoia bilíngue educacional e de intervenção terapêutica defende que os surdos formam uma comunidade, com cultura e língua próprias. Deste modo, considera-se que a língua materna a ser adquirida é a: a) datilologia ✂️ b) comunicação total ✂️ c) língua de sinais ✂️ d) língua oicial de seu país ✂️ e) língua portuguesa sinalizada ✂️ Resolver
64 Q803620 • Fonoaudiologia • UFRJ • UFRJ • Fonoaudiólogo O sistema estomatognático é composto por dois grupos distintos de estruturas bucais: as estruturas estáticas ou passivas e as estruturas dinâmicas ou ativas. As estruturas dinâmicas atuam: a) na deinição da Classe III esquelética ✂️ b) exclusivamente na respiração ✂️ c) no crescimento das estruturas estáticas ✂️ d) na deinição da Classe II esquelética ✂️ e) exclusivamente na mastigação ✂️ Resolver
65 Q803449 • Fonoaudiologia • UFRJ • UFRJ • Fonoaudiólogo A deglutição disfuncional do neonato, segundo a escala oromotora neonatal (NOMAS), apresenta, quanto ao desempenho da mandíbula e da língua, respectivamente, as seguintes características: a) excursões rítmicas; ocorrência de movimentos na média de 1/s ✂️ b) excursões mínimas; manutenção do canulamento durante a sucção ✂️ c) assimatria e desvio lateral; caída em direção à orofaringe ✂️ d) grau constante de abaixamento; falha respiratória ✂️ e) destrave tímido e com tremores; incoordenação no padrão SDR ✂️ Resolver
66 Q803429 • Fonoaudiologia • UFRJ • UFRJ • Fonoaudiólogo Os exercícios fonoaudiológicos para pacientes disfônicos caracterizam-se por necessidades musculares especíicas. Os músculos que atuam na respiração, promovendo a abertura das pregas vocais, denominam-se: a) cricoaritenóideos laterais (CAL) ✂️ b) cricoaritenóideos posteriores (CAP) ✂️ c) aritenóideos (AA) ✂️ d) tireoaritenóideos (TA) ✂️ e) cricotireóideos (CT) ✂️ Resolver
67 Q803233 • Fonoaudiologia • UFRJ • UFRJ • Fonoaudiólogo A audiometria de reforço visual (VRA) é uma técnica muito útil na avaliação audiológica infantil, pois permite: a) observar o desenvolvimento da função auditiva, o acompanhamento e a veriicação da maturação do SNC, em especial do SNAC, o que é fundamental para análise de todos os outros resultados da bateria dos testes. ✂️ b) determinar os limiares mínimos de audição, já que, a partir dos dois anos de idade, em geral, é possível condicionar a criança a executar uma tarefa de encaixe cada vez que perceber o estímulo sonoro ✂️ c) realizar a pesquisa do limiar de reconhecimento de fala (LRF), utilizando ordens simples retiradas do repertório da criança, a partir de oito meses de idade. ✂️ d) estabelecer os limiares tonais, utilizando o procedimento psicofísico padrão de variação descendente da intensidade com fones supraaurais ou de inserção ou vibrador ósseo, a partir do quinto ou sexto mês. ✂️ e) identiicar uma medida eletroisiológica tanto para a determinação dos limiares auditivos com especiicidade de frequência como para validação da ampliicação prescrita, já que pode ser realizado em campo livre. ✂️ Resolver
68 Q803026 • Fonoaudiologia • UFRJ • UFRJ • Fonoaudiólogo A avaliação fonoaudiológica de M.T.D., com 75 anos de idade, demonstrou as seguintes características: voz rouca, trêmula e soprosa, além de apresentar pitch alterado. A hipótese diagnóstica, a partir dessas características, denomina-se: a) presbifonia ✂️ b) disartria ✂️ c) dislalia ✂️ d) disfemia ✂️ e) afasia ✂️ Resolver
69 Q803005 • Fonoaudiologia • UFRJ • UFRJ • Fonoaudiólogo Nas alterações de linguagem, o atraso simples de linguagem apresenta-se como um diagnóstico diferencial do distúrbio especíico de linguagem, desde que: a) a defasagem observada respeite as etapas habituais do desenvolvimento. ✂️ b) a evolução da linguagem seja lenta e comprometida em diferentes níveis linguísticos. ✂️ c) as alterações de linguagem não sejam observadas no desenvolvimento normal. ✂️ d) apresente ausência de oralidade com forte alteração pragmática. ✂️ e) apresente alteração fonológica e memória de trabalho afetada. ✂️ Resolver
70 Q803003 • Fonoaudiologia • UFRJ • UFRJ • Fonoaudiólogo Diversos autores descrevem o desenvolvimento da leitura e da escrita em quatro estágios. O primeiro deles caracteriza-se pela aquisição de um vocabulário visual, ou seja, um pequeno grupo de palavras que podem ser reconhecidas visualmente pela criança, como se fossem desenhos. Esse estágio denomina-se: a) adivinhação linguística ✂️ b) decodiicação sequencial ✂️ c) aproximação visual ✂️ d) decodiicação hierárquica ✂️ e) leitura logográica ✂️ Resolver
71 Q802996 • Fonoaudiologia • UFRJ • UFRJ • Fonoaudiólogo A técnica de variação da altura com as vogais é realizada para maximizar a elevação laríngea com o objetivo de favorecer a: a) fase esofágica da deglutição ✂️ b) deglutição supraglótica ✂️ c) movimentação da base da língua durante a deglutição ✂️ d) fase faríngea da deglutição ✂️ e) manobra de deglutição supersupraglótica ✂️ Resolver
72 Q802820 • Fonoaudiologia • UFRJ • UFRJ • Fonoaudiólogo A curva timpanométrica caracterizada por um pico de máxima admitância à baixa pressão, porém com amplitude reduzida, geralmente presentes em condições de aumento de rigidez do sistema, denomina-se tipo: a) A ✂️ b) Ad ✂️ c) As ✂️ d) B ✂️ e) C ✂️ Resolver
73 Q802785 • Fonoaudiologia • UFRJ • UFRJ • Fonoaudiólogo A alteração de linguagem na infância caracterizada pela exclusão de perda auditiva, alterações no desenvolvimento cognitivo, comprometimentos no desenvolvimento motor da fala, distúrbios abrangentes do desenvolvimento, síndromes e alterações neurossensoriais e lesões neurológicas denomina-se: a) distúrbio pragmático ✂️ b) desvio fonético-fonológico ✂️ c) disfemia isiológica ✂️ d) distúrbio especíico de linguagem ✂️ e) atraso simples de linguagem ✂️ Resolver
74 Q802762 • Fonoaudiologia • UFRJ • UFRJ • Fonoaudiólogo A etapa do processo de protetização auditiva que serve para avaliar os resultados da intervenção e veriicar os benefícios e as limitações no que se refere às habilidades de percepção de fala denomina-se: a) orientação ✂️ b) validação ✂️ c) veriicação ✂️ d) seleção ✂️ e) adaptação ✂️ Resolver
75 Q802720 • Fonoaudiologia • UFRJ • UFRJ • Fonoaudiólogo A alteração de comunicação adquirida causada por lesão neurológica, acometendo as modalidades de produção e compreensão da linguagem oral e escrita não decorrentes de déicits sensoriais, intelectuais ou psiquiátricos, é denominada de: a) dislexia ✂️ b) anomia ✂️ c) disartria ✂️ d) apraxia ✂️ e) afasia ✂️ Resolver
76 Q802625 • Fonoaudiologia • UFRJ • UFRJ • Fonoaudiólogo As emissões otoacústicas evocadas por estímulo transiente (EOAET) são eventos acústicos complexos que podem ser registrados em quase todas as pessoas com audição dentro da normalidade. Esse teste utiliza como eliciador da resposta um estímulo: a) de par de tons puros apresentados de modo simultâneo ✂️ b) do tipo breve, podendo ser clique ou tonebursts ✂️ c) de tom puro contínuo ✂️ d) de fala com sílabas repetidas ✂️ e) de tom puro, podendo ser raros e frequentes ✂️ Resolver
77 Q802603 • Fonoaudiologia • UFRJ • UFRJ • Fonoaudiólogo O quadro clínico que inclui episódios de vertigem, zumbido de pitch grave, sensação de plenitude auricular ou sensação de “ouvido cheio”, náuseas e vômitos denomina-se: a) Otosclerose ✂️ b) Presbiacusia ✂️ c) Neurinoma do acústico ✂️ d) Glômus timpânico ✂️ e) Ménière ✂️ Resolver
78 Q802512 • Fonoaudiologia • UFRJ • UFRJ • Fonoaudiólogo Na prática clínica da avaliação audiológica, quando a intensidade do ruído mascarante apresentado não elimina a participação da orelha testada na resposta obtida, denomina-se mascaramento: a) mínimo ✂️ b) máximo ✂️ c) central ✂️ d) suiciente ✂️ e) insuiciente ✂️ Resolver
79 Q802509 • Fonoaudiologia • UFRJ • UFRJ • Fonoaudiólogo A deglutição é uma ação motora automática, na qual estão envolvidos músculos da respiração e do trato gastrointestinal. A deglutição divide-se, respectivamente, em quatro fases, sendo elas: a) oral; preparatória; faringeana e esofágica. ✂️ b) preparatória; oral; esofágica e faringeana. ✂️ c) oral; preparatória; esofágica e faringeana ✂️ d) preparatória; oral; faringeana e esofágica. ✂️ e) esofágica; faringeana; oral e preparatória. ✂️ Resolver
80 Q802396 • Fonoaudiologia • UFRJ • UFRJ • Fonoaudiólogo A vertigem postural paroxística benigna (VPPB) constitui um dos distúrbios vestibulares mais frequentes na clínica otoneurológica e está caracterizada pelas queixas de instabilidade corporal ou vertigem associada aos movimentos cefálicos e/ou posturais rápidos. O teste indicado para o diagnóstico da VPPB é a manobra de: a) Epley ✂️ b) Semont ✂️ c) Dix e Hallpike ✂️ d) Lempert ✂️ e) Roll – Over ✂️ Resolver