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Questões de Concursos UFRN

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181Q686921 | Português, Interpretação de Textos, Assistente Social, UFRN, COMPERVE, 2019

 Um silêncio que MATA
                                                                               Cláudia Maria França Pádua
      A agressividade é a arma que o indivíduo utiliza para manifestar seu ódio. Existem vários tipos de violência, e os estudos desse tipo de comportamento são constantes com o intuito de descobrir as causas que levam o ser humano a cometer tal infração e que causam indignação aos olhos atentos da sociedade.
      Inúmeras pesquisas mostram, há anos, a vergonhosa prevalência da violência contra as mulheres. Em 2013, 13 mulheres morreram, todos os dias, vítimas de feminicídio, isto é, assassinato em função de seu gênero. Cerca de 30% foram mortas pelo parceiro ou ex-companheiro (Mapa da Violência 2015). Outra pesquisa do Instituto Locomotiva, dessa vez de 2016, aferiu que 2% dos homens admitem espontaneamente ter cometido violência sexual contra uma mulher, mas, diante de uma lista de situações, 18% reconhecem terem sido violentos. Quase um quinto dos 100 milhões de homens brasileiros. E, curiosamente, um estudo recente revelou que 90% concorda que quem presencia ou toma conhecimento de um estupro e fica calado também é culpado. Um percentual relevante, mas por que ainda há tanto silêncio?
      Cinco tipos de violência enquadram todos esses estudos: 1 - violência psicológica: causa danos à autoestima da vítima, podendo ocorrer em casa, na escola, no trabalho, proporcionando humilhação, desvalorização, ofensa, chantagem, manipulação, constrangimento e outros; 2 - violência física: causa danos ao corpo da vítima, podendo ocorrer sob a forma de socos, pontapés, chutes, amarrações e mordidas, impossibilitando defesa; 3 - violência moral: qualquer conduta que proporcione calúnia, difamação ou injúria; 4 - violência sexual: esta não se limita somente ao estupro propriamente dito, mas a atos de violência proibitivos, como, por exemplo, não uso de contraceptivos, obrigação de práticas sexuais, "encoxada" nos transportes públicos, exploração do corpo de adolescentes e pedofilia; 5 - violência simbólica: utilização feminina como "objeto de desejo" (propagandas, outdoors etc.), traçando uma imagem negativa da mulher. O alerta que ecoa é que a violência é silenciosa. Ela ocorre nas residências, nos espaços públicos e em qualquer lugar onde a mulher é assediada.
      O assédio é um comportamento criminoso e deve ser severamente tratado como tal. Seu desenvolvimento relaciona-se com a carência emocional ou com a separação, na infância, do elo materno. A partir desse momento, criam-se, no indivíduo, condutas antissociais, um desajuste afetivo, que podem levá-lo ao cometimento de crimes para sentir prazer no sofrimento dos outros e gerar uma excitação cortical, causando-lhe grande satisfação da libido e de seu ego malformado por uma personalidade psicopática e doentia, na qual os impulsos do mal ganham lugar e ímpeto para cometer tais absurdos. Nesse exato momento, instaura -se o grau de periculosidade do agressor. Portanto, muitas vezes, senão na maioria delas, o agressor sabe que está cometendo um delito e sente, inclusive, prazer nesse comportamento.
      É necessário que as autoridades realizem emergencialmente políticas que inviabilizem esse avanço, para que esse crime não faça parte das principais estatísticas, em que 22 milhões das brasileiras com 16 anos ou mais relatam ter sofrido algum tipo de assédio em 2018. Vítimas com ensino médio e superior relatam, em seus depoimentos, terem sofrido algum tipo de assédio em maior número do que aquelas com ensino fundamental. O caso mais comum citado pela maioria das mulheres entrevistadas é o de comentários desrespeitosos na rua.
      Sabemos que, desde a Idade Média, a violência psicológica e moral contra as mulher es era muito comum, e a violência física se valia até mesmo dos mais diferentes instrumentos de tortura utilizados nas mulheres de forma cruel e sem condenação aos torturadores. O "estripador de seios", por exemplo, costumava ser utilizado para punir mulheres acusadas de realizar bruxaria, aborto ou adultério. As garras aquecidas por brasas eram usadas para arrancar-lhes os seios. E existiram tantos outros instrumentos cruéis que marcaram a história mundial e registraram como a mulher foi e ainda é tratada.
      No Brasil, a tortura se divide em duas fases: a primeira se estende do Brasil Império até a nossa Constituição Federal de 1988. A produção de prova se fazia, até aquela época, de forma brutal, e a escravatura, legalizada, tornava o ambiente adequado à violação da dignidade humana. O Código Criminal de 1830 previu o aumento da dor física, como agravante, e o termo "tortura", que aparece na Lei Penal Brasileira em 1940, quando é arrolada entre os meios cruéis que agravam o delito.
      A segunda fase se inicia com a Constituição de 1988, sob o desrespeito sistemático às liberdades fundamentais do homem, ocorrido nas décadas anteriores. Tipificada finalmente a tortura como crime em nossa legislação, espera-se que as formas mais silenciosas, como as violências psicológica, moral e simbólica, recebam um olhar atento para sua erradicação. Infelizmente, nosso país ainda caminha a passos lentos na recrudescência de leis mais efetivas, em que o respeito deveria permanecer como palavra-chave.
       As mulheres têm, sim, exercido sua voz, mas mergulham, por vezes, em um conformismo de cultura social que não deverá mais ser aceito e precisa urgentemente ser resolvido com políticas públicas adequadas e conscientização. Afinal, não se pode ficar inerte diante da violência que assola o país e gera incredulidade. Sabemos que as palavras têm a força da razão, enquanto a crueldade emana do poder do ódio e da anomia.
PÁDUA, Cláudia Maria França. Um silencia que mata. Psique, ciência e vida. São Paulo: Editora Escala, Ed. 158, abr. 2019. p. 18-19. [Adaptado].
O assédio é um comportamento criminoso e deve ser severamente tratado como tal. Seu desenvolvimento relaciona-se com a carência emocional ou com a separação, na infância, do elo materno. A partir desse momento, criam-se no indivíduo condutas antissociais, um desajuste afetivo, que[1] podem levá-lo ao cometimento de crimes, para sentir prazer no sofrimento dos outros, e gerar uma excitação cortical, causando-lhe grande satisfação da libido e de seu ego malformado por uma personalidade psicopática e doentia, na qual os impulsos do mal ganham lugar e ímpeto para cometer tais absurdos. Nesse exato momento, instaura-se o grau de periculosidade do agressor. Portanto, muitas vezes, senão na maioria delas, o agressor sabe que está cometendo um delito e sente, inclusive, prazer nesse comportamento.
A linguagem empregada no parágrafo revela um enunciador, predominantemente,
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182Q711851 | Segurança da Informação, Analista de Tecnologia da Informação, UFRN, COMPERVE, 2019

Texto associado.

A empresa denominada Security10 acaba de implementar um conjunto de mecanismos para garantir que ações de uma entidade válida sejam atribuídas exclusivamente a ela, impedindo, por exemplo, que emissor ou receptor neguem uma mensagem transmitida. Diante disso, o objetivo de segurança que a Security10 quer alcançar com esses mecanismos é a
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183Q710335 | Administração Geral, Tecnólogo em Gestão Pública, UFRN, COMPERVE, 2019

Texto associado.

O diretor de um centro administrativo de uma universidade está criando um novo organograma para a sua unidade, de forma a proporcionar a troca de experiências entre especialistas de várias áreas de conhecimento. Para atender a essa demanda, o modelo de departamentalização a ser utilizado é o
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184Q709957 | Redes de Computadores, Técnico de Tecnologia da Informação, UFRN, COMPERVE, 2019

Texto associado.

Em uma rede local, utiliza-se a alocação dinâmica de endereços IP através de um servidor DHCP. O técnico em tecnologia da informação deseja configurar sub -redes que possuam exatamente 62 IPs utilizáveis em cada uma. Para essa configuração, a máscara de sub-rede deverá ser
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185Q689806 | Português, Interpretação de Textos, Assistente Social, UFRN, COMPERVE, 2019

   Um silêncio que MATA
                                                                               Cláudia Maria França Pádua
      A agressividade é a arma que o indivíduo utiliza para manifestar seu ódio. Existem vários tipos de violência, e os estudos desse tipo de comportamento são constantes com o intuito de descobrir as causas que levam o ser humano a cometer tal infração e que causam indignação aos olhos atentos da sociedade.
      Inúmeras pesquisas mostram, há anos, a vergonhosa prevalência da violência contra as mulheres. Em 2013, 13 mulheres morreram, todos os dias, vítimas de feminicídio, isto é, assassinato em função de seu gênero. Cerca de 30% foram mortas pelo parceiro ou ex-companheiro (Mapa da Violência 2015). Outra pesquisa do Instituto Locomotiva, dessa vez de 2016, aferiu que 2% dos homens admitem espontaneamente ter cometido violência sexual contra uma mulher, mas, diante de uma lista de situações, 18% reconhecem terem sido violentos. Quase um quinto dos 100 milhões de homens brasileiros. E, curiosamente, um estudo recente revelou que 90% concorda que quem presencia ou toma conhecimento de um estupro e fica calado também é culpado. Um percentual relevante, mas por que ainda há tanto silêncio?
      Cinco tipos de violência enquadram todos esses estudos: 1 - violência psicológica: causa danos à autoestima da vítima, podendo ocorrer em casa, na escola, no trabalho, proporcionando humilhação, desvalorização, ofensa, chantagem, manipulação, constrangimento e outros; 2 - violência física: causa danos ao corpo da vítima, podendo ocorrer sob a forma de socos, pontapés, chutes, amarrações e mordidas, impossibilitando defesa; 3 - violência moral: qualquer conduta que proporcione calúnia, difamação ou injúria; 4 - violência sexual: esta não se limita somente ao estupro propriamente dito, mas a atos de violência proibitivos, como, por exemplo, não uso de contraceptivos, obrigação de práticas sexuais, "encoxada" nos transportes públicos, exploração do corpo de adolescentes e pedofilia; 5 - violência simbólica: utilização feminina como "objeto de desejo" (propagandas, outdoors etc.), traçando uma imagem negativa da mulher. O alerta que ecoa é que a violência é silenciosa. Ela ocorre nas residências, nos espaços públicos e em qualquer lugar onde a mulher é assediada.
      O assédio é um comportamento criminoso e deve ser severamente tratado como tal. Seu desenvolvimento relaciona-se com a carência emocional ou com a separação, na infância, do elo materno. A partir desse momento, criam-se, no indivíduo, condutas antissociais, um desajuste afetivo, que podem levá-lo ao cometimento de crimes para sentir prazer no sofrimento dos outros e gerar uma excitação cortical, causando-lhe grande satisfação da libido e de seu ego malformado por uma personalidade psicopática e doentia, na qual os impulsos do mal ganham lugar e ímpeto para cometer tais absurdos. Nesse exato momento, instaura -se o grau de periculosidade do agressor. Portanto, muitas vezes, senão na maioria delas, o agressor sabe que está cometendo um delito e sente, inclusive, prazer nesse comportamento.
      É necessário que as autoridades realizem emergencialmente políticas que inviabilizem esse avanço, para que esse crime não faça parte das principais estatísticas, em que 22 milhões das brasileiras com 16 anos ou mais relatam ter sofrido algum tipo de assédio em 2018. Vítimas com ensino médio e superior relatam, em seus depoimentos, terem sofrido algum tipo de assédio em maior número do que aquelas com ensino fundamental. O caso mais comum citado pela maioria das mulheres entrevistadas é o de comentários desrespeitosos na rua.
      Sabemos que, desde a Idade Média, a violência psicológica e moral contra as mulher es era muito comum, e a violência física se valia até mesmo dos mais diferentes instrumentos de tortura utilizados nas mulheres de forma cruel e sem condenação aos torturadores. O "estripador de seios", por exemplo, costumava ser utilizado para punir mulheres acusadas de realizar bruxaria, aborto ou adultério. As garras aquecidas por brasas eram usadas para arrancar-lhes os seios. E existiram tantos outros instrumentos cruéis que marcaram a história mundial e registraram como a mulher foi e ainda é tratada.
      No Brasil, a tortura se divide em duas fases: a primeira se estende do Brasil Império até a nossa Constituição Federal de 1988. A produção de prova se fazia, até aquela época, de forma brutal, e a escravatura, legalizada, tornava o ambiente adequado à violação da dignidade humana. O Código Criminal de 1830 previu o aumento da dor física, como agravante, e o termo "tortura", que aparece na Lei Penal Brasileira em 1940, quando é arrolada entre os meios cruéis que agravam o delito.
      A segunda fase se inicia com a Constituição de 1988, sob o desrespeito sistemático às liberdades fundamentais do homem, ocorrido nas décadas anteriores. Tipificada finalmente a tortura como crime em nossa legislação, espera-se que as formas mais silenciosas, como as violências psicológica, moral e simbólica, recebam um olhar atento para sua erradicação. Infelizmente, nosso país ainda caminha a passos lentos na recrudescência de leis mais efetivas, em que o respeito deveria permanecer como palavra-chave.
       As mulheres têm, sim, exercido sua voz, mas mergulham, por vezes, em um conformismo de cultura social que não deverá mais ser aceito e precisa urgentemente ser resolvido com políticas públicas adequadas e conscientização. Afinal, não se pode ficar inerte diante da violência que assola o país e gera incredulidade. Sabemos que as palavras têm a força da razão, enquanto a crueldade emana do poder do ódio e da anomia.
PÁDUA, Cláudia Maria França. Um silencia que mata. Psique, ciência e vida. São Paulo: Editora Escala, Ed. 158, abr. 2019. p. 18-19. [Adaptado].
O assédio é um comportamento criminoso e deve ser severamente tratado como tal. Seu desenvolvimento relaciona-se com a carência emocional ou com a separação, na infância, do elo materno. A partir desse momento, criam-se no indivíduo condutas antissociais, um desajuste afetivo, que[1] podem levá-lo ao cometimento de crimes, para sentir prazer no sofrimento dos outros, e gerar uma excitação cortical, causando-lhe grande satisfação da libido e de seu ego malformado por uma personalidade psicopática e doentia, na qual os impulsos do mal ganham lugar e ímpeto para cometer tais absurdos. Nesse exato momento, instaura-se o grau de periculosidade do agressor. Portanto, muitas vezes, senão na maioria delas, o agressor sabe que está cometendo um delito e sente, inclusive, prazer nesse comportamento.
No contexto em que surge, o elemento linguístico [1] é
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186Q708207 | Segurança da Informação, Analista de Tecnologia da Informação, UFRN, COMPERVE, 2019

Texto associado.

O protocolo SSL (Secure Sockets Layer) é muito útil na proteção do canal de comunicação, sendo bastante utilizado para fornecer uma camada adicional de segurança às aplicações web. Sobre as características do SSL, analise as afirmativas abaixo.

I O SSL opera entre as camadas de Transporte e Aplicação, segundo o modelo TCP/IP.

II TLS (Transport Layer Security) é uma especificação de outro padrão para suportar o SSL em redes TCP/IP e é definido na RFC 5246.

III O protocolo SSL fornece serviços básicos de confidencialidade e integridade a entidades de aplicação. É o caso do HTTP (Hypertext Transfer Protocol) que utiliza o SSL para fornecer navegação segura na Web, sendo então referenciado como HTTPS.

IV Por padrão, para o HTTPS é utilizada a porta 8080.

Em relação ao SSL, estão corretas as afirmativas
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187Q707694 | Redes de Computadores, Analista de Tecnologia da Informação, UFRN, COMPERVE, 2019

Texto associado.

Um dos ataques comuns aos mecanismos de segurança das redes sem fios é a utilização de dicionários por força bruta. Nesse caso, o atacante submete diferentes senhas, baseado em um dicionário de senhas, na expectativa de que alguma senha seja validada. Para evitar este tipo de ataque nativamente, deve ser utilizado o mecanismo de
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188Q709070 | Gestão de Pessoas, Administrador, UFRN, COMPERVE, 2019

A qualidade de vida no trabalho (QVT) está relacionada à preocupação com o bem -estar geral e à saúde dos colaborados no desempenho de suas atividades. Com bas e nos modelos de QVT,
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189Q689275 | Serviço Social, Assistente Social, UFRN, COMPERVE, 2019

O Planejamento da pesquisa da realidade social é indispensável ao processo de investigação, configurando-se como um momento de reflexão de tomada de decisões sobre o objeto de estudo, as fontes de informação, a escolha dos procedimentos para obtê-las e o tratamento dos dados coletados. Considere as afirmativas abaixo que discorrem sobre os elementos básicos que devem ser observados na fase de preparação do projeto de pesquisa numa perspectiva crítico dialética.
I Os objetivos específicos da pesquisa devem ser definidos de forma superficial na justificativa. A possibilidade de seu alcance será posteriormente testada pela metodologia da pesquisa.
II Os recursos orçamentários, quando forem necessários, serão definidos ao final da realização da pesquisa. É necessário, nessa fase, indicar em cada item os apoios e/ou parcerias que o pesquisador necessita realizar.
III O objeto da pesquisa geralmente surge de uma dificuldade identificada na prática, ou de lacunas e imprecisões detectadas em outros estudos ou na teoria, e sofre influência dos interesses, trajetória e visão de mundo do pesquisador.
IV O cronograma pode ser considerado como um elemento flexível e funciona como um instrumento de acompanhamento sistemático das atividades em determinado período de tempo.
Sobre a fase de preparação do projeto de pesquisa, estão corretas as afirmativas
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190Q706863 | Gestão de Pessoas, Tecnólogo em Gestão Pública, UFRN, COMPERVE, 2019

Texto associado.

Diante da grande quantidade de medidas disponíveis, o processo de seleção de indicadores deve buscar o maior grau possível de aderência a algumas propriedades que caracterizam uma boa medida de desempenho, como a utilidade, a validade, a confiabilidade e a disponibilidade. Essas propriedades são classificadas como
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191Q694380 | Serviço Social, Assistente Social, UFRN, COMPERVE, 2019

As políticas sociais não devem ser analisadas como um fato isolado a partir de sua expressão imediata. É indispensável considerar sua múltipla causalidade, as conexões internas, as relações entre suas diversas manifestações e dimensões (histórica, econômica, política e cultural) nas quais as mesmas se inscrevem. Do ponto de vista econômico, no estudo das políticas sociais, faz-se necessário
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192Q395642 | Direito Administrativo, Modalidades, Administrador, UFRN, COMPERVE

Qual o tipo de processo licitatório caracterizado pelo prazo mínimo de 45 dias, entre a publicação do edital em Diário Oficial e a data da realização do evento?
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193Q684531 | Serviço Social, Assistente Social, UFRN, COMPERVE, 2019

Ao longo da história do serviço social, a influência do pensamento conservador é reconhecida em toda literatura da área. Assim, quando se analisa as primeiras décadas históricas da profissão no Brasil, é possível observar que há um enraizamento desse pensamento na prática profissional do assistente social. A esse respeito, analise as ideias apresentadas abaixo.
I Incorporação da noção de comunidade como matriz analítica da sociedade capitalista e como projeto norteador da ação profissional.
II Defesa da formação social, moral e intelectual da família, considerada a célula básica da sociedade.
III Compreensão de que a prática social é essencialmente histórica, tendo o trabalho como fundamento.
IV Defesa de um pensamento que rompe com o fatalismo e com o messianismo e efetiva o desenvolvimento de comunidade.
As ideias que explicitam o modo como o pensamento conservador se enraíza na prática profissional do assistente social estão presentes nos itens
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194Q708915 | Gestão de Pessoas, Tecnólogo em Gestão Pública, UFRN, COMPERVE, 2019

Texto associado.

A gestão por competências se propõe a utilizar uma série de atributos e características dos indivíduos na organização. A competência das pessoas é avaliada com base nos seguintes aspectos:
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195Q708289 | Administração Pública, Tecnólogo em Gestão Pública, UFRN, COMPERVE, 2019

Texto associado.

A classificação de indicadores na gestão pública pode ser feita com base na avaliação dos recursos alocados e dos resultados alcançados. Segundo essa ótica, os indicadores podem ser de
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196Q707060 | Sistemas Operacionais, Técnico de Tecnologia da Informação, UFRN, COMPERVE, 2019

Texto associado.

Os sistemas operacionais atuais, além de serem multiusuários, também são multitarefas. Ser multitarefa significa que muitos programas podem ser executados simultaneamente. Para isso, cada instância de um programa em execução é referida como um processo. A respeito do tratamento de processos,
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197Q686590 | Serviço Social, Assistente Social, UFRN, COMPERVE, 2019

Ao longo da história do serviço social no Brasil, a pobreza tem sido abordada sob diferentes perspectivas e a partir de diferentes conceitos, configurando tendências diversas. A abordagem coerente com o pensamento crítico e com o projeto ético político é a que considera a pobreza como
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198Q710285 | Administração Pública, Tecnólogo em Gestão Pública, UFRN, COMPERVE, 2019

Texto associado.

As políticas públicas podem ser classificadas em vários tipos. O Código Nacional de Trânsito é um tipo de política
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199Q709706 | Redes de Computadores, Analista de Tecnologia da Informação, UFRN, COMPERVE, 2019

Texto associado.

O servidor Web da Security10 sofreu um ataque distribuído de negação de serviço, também conhecido como DDoS (Distributed Denial of Service), onde um computador mestre denominado master pode ter sob seu comando até milhares de computadores escravos ou zombies.

A rede formada pelo master e seus zombies, criada a fim de organizar o ataque de DDoS, é denominada

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200Q707979 | Administração Pública, Tecnólogo em Gestão Pública, UFRN, COMPERVE, 2019

Texto associado.

Na Administração Pública, vários modelos foram sendo adotados no decorrer do tempo. Entre eles, o Modelo Burocrático de administração considera que
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