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Questões de Concursos UFRN

Resolva questões de UFRN comentadas com gabarito, online ou em PDF, revisando rapidamente e fixando o conteúdo de forma prática.


521Q981916 | Administração Pública, Administrador, UFRN, COMPERVE UFRN, 2025

Jussara fez uma palestra para gestores de uma universidade pública sobre capacidade de prestação de contas e responsabilização dos agentes públicos. Em dado momento, ela tratou da fiscalização mútua entre órgãos e instituições públicas de um mesmo nível hierárquico. Nesse momento, Jussara discorreu sobre o accountability
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522Q920024 | Enfermagem, Humanização, Técnico em Enfermagem, UFRN, COMPERVE UFRN, 2023

A pessoa idosa torna-se mais vulnerável à violência na medida em que apresenta maior dependência física ou mental. De acordo com a Lei nº 10.741/2003, revisada pela a Lei nº 14423/2022, está previsto que os casos de suspeita ou confirmação de maus tratos contra idoso são de notificação obrigatória ao(s)
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523Q920027 | Enfermagem, Gestão em Saúde, Técnico em Enfermagem, UFRN, COMPERVE UFRN, 2023

A Atenção Primária de Saúde tem papel fundamental na prevenção, na detecção e no controle das Infecções Sexualmente Transmissíveis, não somente no tratamento imediato mas também na interrupção da cadeia de transmissão e na prevenção de outras ISTs e das complicações decorrentes dessas infecções. Para isso, o papel da equipe de enfermagem é imprescindível não apenas na triagem por meio de testes rápidos de HIV, sífilis e hepatites virais como também na redução da transmissão vertical. Nessa perspectiva, é uma das atribuições do profissional técnico em enfermagem
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524Q919822 | Legislação Federal, Assistente em Administração, UFRN, COMPERVE UFRN, 2023

A Lei nº 14.129/2021 estabelece princípios, regras e instrumentos para o aumento da eficiência da administração pública, especialmente por meio da desburocratização, da inovação, da transformação digital e da participação do cidadão. De acordo com essa lei, é considerado princípio e diretriz do Governo Digital e da eficiência pública
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525Q920079 | Segurança e Saúde no Trabalho, Normas Regulamentadoras de Ministério do Trabalho e Emprego, Área Edificações, UFRN, COMPERVE UFRN, 2023

A Norma Regulamentadora nº 18, que trata das condições e meio ambiente de trabalho na indústria da construção, normatiza os procedimentos para a realização de uma demolição. Com base nessa norma, analise as afirmativas abaixo.
I Antes de se iniciar a demolição, as linhas de fornecimento de energia elétrica, água, inflamáveis líquidos e gasosos liquefeitos, substâncias tóxicas, canalizações de esgoto e de escoamento de água devem ser desligadas, retiradas, protegidas ou isoladas, respeitando-se as normas e determinações em vigor.
II Quando existir cabo subterrâneo de energia elétrica nas proximidades das escavações, estas só poderão ser iniciadas quando o cabo estiver desligado.
III Antes de se iniciar a demolição de um pavimento, devem ser fechadas todas as aberturas existentes no piso, salvo as que forem utilizadas para escoamento de materiais, ficando proibida a permanência de pessoas nos pavimentos que possam ter sua estabilidade comprometida no processo de demolição.
IV Quando utilizado GLP, os botijões devem ser instalados fora do ambiente de utilização, em área permanentemente ventilada e coberta.
Em relação à Norma Regulamentadora nº 18, estão corretas as afirmativas
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526Q1015096 | Libras, Educação dos Surdos, Tradutor e Intérprete de Linguagem de Sinais, UFRN, COMPERVE UFRN, 2018

Didaticamente, reconhecem-se três filosofias educacionais que respaldam a educação de surdos: o Oralismo, a Comunicação Total e o Bilinguismo. Para o Oralismo, a surdez é considerada
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527Q920121 | Biomedicina, Área Análises Clínicas, UFRN, COMPERVE UFRN, 2023

O técnico do laboratório clínico fez um hemograma de um paciente em um equipamento automatizado, e os resultados da contagem das hemácias, da dosagem da hemoglobina e da determinação do hematócrito foram, respectivamente: 4,47 milhões/mm³ de sangue, 14,7g% e 41,6%. A partir desses resultados, ele calculou os índices hematimétricos e encontrou o
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528Q919877 | Contabilidade Pública, Notas Explicativas na Contabilidade Pública, Técnico em Contabilidade, UFRN, COMPERVE UFRN, 2023

As Notas Explicativas são informações adicionais às apresentadas nos quadros das DCASP e consideradas parte integrante das demonstrações. Analise as características abaixo sobre Notas Explicativas (NE).
I. O objetivo das NE é facilitar a compreensão das demonstrações contábeis a um grupo específico de usuários.
II. As NE devem ser claras, sintéticas e objetivas.
III. As NE englobam informações de qualquer natureza exigidas pela lei, pelas normas contábeis e outras informações relevantes suficientemente evidenciadas ou que constam nas DCASP.
IV. As NE devem ser apresentadas de forma sistemática. Cada quadro ou item a que uma nota explicativa se aplique deverá ter referência cruzada com a respectiva nota explicativa.
São características das NE definidas pelo MCASP as presentes nos itens
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529Q981872 | Português, Administrador, UFRN, COMPERVE UFRN, 2025

Texto associado.
A questão refere-se aos textos reproduzidos a seguir.


TEXTO 1


Cinemas sofrem com público que canta, faz baderna e fuma maconha nas salas

Guilherme Luis


O caos se anunciava desde o saguão. Dezenas de pessoas bradavam que estavam na fila do cinema só para admirar Lady Gaga na telona. Quem queria mesmo ver o filme "Coringa: delírio a dois" pedia licença e, com cautela, se espremia entre os fãs para alcançar a porta.


É cada vez mais comum presenciar tumultos assim nas salas. Em maio, uma sessão da cinebiografia de Bob Marley, em Pernambuco, foi interrompida pela Polícia Militar após jovens fumarem maconha no escuro. No TikTok, vídeos mostram gente brigando em sessões de "Divertida Mente 2", filme que reuniu multidões no país e deixou sentimentos à flor da pele.


O fenômeno é global. Exibições do musical "Wicked" pelo mundo todo estão sendo atrapalhadas por espectadores que entoam as canções em voz alta. Já se multiplicam os vídeos de cenas inteiras na internet, publicadas por pessoas que não se acovardaram em fazer gravações com o celular por minutos a fio, o que caracteriza pirataria.


A revista Variety publicou uma reportagem sobre esse novo comportamento do público diante de um filme, no cinema. Um executivo de Hollywood afirmou, em condição de anonimato, que a indústria já notou que as atitudes das pessoas mudaram drasticamente desde a pandemia. É o que afirma também Marcos Barros, presidente da Abraplex, a Associação Brasileira das Empresas Exibidoras Cinematográficas Operadoras de Multiplex. "Não sou otimista quanto ao comportamento das pessoas. É outra cabeça. Não vamos voltar para aquilo de todos prestarem atenção no filme", disse ele, num debate de um evento do setor.


Virais, os vídeos que registram cenas como essas divertem na mesma medida em que espantam. Nas redes sociais, usuários clamam pela volta da lanterninha, funcionário que monitorava as sessões para garantir que o público mantivesse a etiqueta. Há anos, o cargo foi extinto para redução de custos. Há também, cada vez mais, relatos de gente incomodada com quem usa celular na sala ou comenta em voz alta o que vê na tela. Essa desinibição tem a ver com novos tipos de vídeos exibidos pelos cinemas, como gravações de shows, que fazem o público cantar e dançar, afirma Luiz Fernando Angi, gerente de marketing da rede Cinépolis.


Em crise, com salas esvaziadas, os exibidores precisaram lembrar ao público por que uma telona, caixas de som superpotentes e sacos de pipoca engordurados casam tão bem. Para atrair os mais inquietos, redes, como a Cinemark e a Cinépolis, passaram a exibir conteúdos que remetem a eventos ao vivo. O mais emblemático deles foi a gravação da turnê de Taylor Swift, no ano passado. As sessões, cheias de fãs fantasiados, viraram uma extensão dos palcos por onde a cantora passava. Numa sessão vista por este repórter no Cinemark do shopping Eldorado, em São Paulo, os espectadores gritavam desde o início e não ficaram sentados. Logo estavam dançando pela sala.


Um tumulto parecido ocorreu no Cine Marquise, na avenida Paulista, mas por causa de Beyoncé, que também levou um show às telas. Os funcionários, assustados com a multidão que se levantou para dançar, tiveram de instalar barreiras que os impedissem de chegar à tela, onde o chão é mais frágil.


Para desincentivar o mau comportamento nas salas, em especial o uso de celular, o Cine Marquise decidiu não compartilhar, nas suas redes, fotos e vídeos da tela publicados pelos clientes. "Surgiu uma falta de noção. Hoje tudo é ‘instragramável’", diz Marcelo Lima, diretor da rede. “Não é novidade que o celular e as redes viciam”, lembra a psicóloga Marcelle Alfinito. "O uso abusivo é associado a uma ansiedade social, e o celular vira mecanismo de fuga da realidade", diz ela, acrescentando que isso explica a vontade de mostrar que se está em um cinema.


Exibidores procuram formas de contornar o problema, mas não apresentam medidas sólidas. "A gente tem tentado criar campanhas para constranger quem não segue a etiqueta", conta Lima, do Cine Marquise, sem detalhar como serão as ações. Angi, da Cinépolis, diz que a rede desincentiva o uso de celular com o vídeo educativo exibido antes dos filmes — o que a maioria das exibidoras já faz —, e que recompensa o cliente que se sente lesado oferecendo outra sessão. Procurada, a Cinemark não quis comentar o assunto.

Disponível em: https ://www1.folha.uol.com.br/ilustrada. Acesso em: 10 fev. 2025. [Adaptado]


TEXTO 2


Terra de ninguém e de todo mundo

Ruy Castro


E pensar que, algumas vezes, neste espaço, me queixei de que, ao ir ao cinema, a sinfonia de maxilares triturando pipoca ao meu redor me impedia de escutar os diálogos. Pipoca no cinema nunca foi novidade, claro. Vem desde os tempos da manivela. Só não era obrigatória. Imagine comer pipoca em filmes como "M, o Vampiro de Dusseldorf" (1931), de Fritz Lang, ou "O Silêncio" (1962), de Ingmar Bergman, com aquelas longas pausas silenciosas cheias de significado. O próprio roedor de pipoca ficaria sem jeito ao ouvir-se a si mesmo.


Estou ciente de que cada um come o quê, quem, quanto, quando e onde quiser, e os incomodados que se mudem. O que me intrigava era se as pessoas estavam comendo tanta pipoca fora dos cinemas — na rua, em casa, no escritório — quanto dentro. Ao saber que 90% do consumo mundial de pipoca se dá nas salas de projeção, convenci-me de que os filmes tinham se tornado só um pretexto para o consumo do principal produto dos estúdios: a pipoca.


Mas recente e assustadora reportagem de Guilherme Luis na Folha ("Sessões sofrem com público, que não sai do celular, fala alto e até canta no filme", 14/12) fez-me suspeitar que fui injusto com o pessoal que se limitava a britar grãos de milho com seus molares. De fato, não era tão incômodo assim, mesmo porque os cinemas compensavam elevando a música a volumes centibélicos, capazes de abafar até o ronco de uma betoneira no palco.


Segundo a matéria, o problema, hoje, é que, conforme os proprietários das salas, cada espectador acha que pode fazer o que quiser dentro do cinema. Gravar trechos inteiros do filme e jogá-los nas redes. Ir lá na frente e tirar selfies com os atores na tela. Participar do filme, vaiando, aplaudindo ou discutindo-o com a turma em voz alta. Se for um musical, cantar junto com o artista e dançar nos corredores ou em cima das poltronas. Fumar vape ou um baseado em certas cenas.


Não sei se a sério, alguém sugeriu a volta do lanterninha, aquele antigo funcionário que passeava pelo escurinho para inibir os casais mais excitados. Hoje, ser lanterninha será uma profissão de risco.

Disponível em: https ://www1.folha.uol.com.br/colunas /ruy castro. Acesso em: 10 fev. 2025. [Adaptado]
O primeiro parágrafo do Texto 1 apresenta verbos no
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530Q981875 | Português, Administrador, UFRN, COMPERVE UFRN, 2025

Texto associado.
A questão refere-se aos textos reproduzidos a seguir.


TEXTO 1


Cinemas sofrem com público que canta, faz baderna e fuma maconha nas salas

Guilherme Luis


O caos se anunciava desde o saguão. Dezenas de pessoas bradavam que estavam na fila do cinema só para admirar Lady Gaga na telona. Quem queria mesmo ver o filme "Coringa: delírio a dois" pedia licença e, com cautela, se espremia entre os fãs para alcançar a porta.


É cada vez mais comum presenciar tumultos assim nas salas. Em maio, uma sessão da cinebiografia de Bob Marley, em Pernambuco, foi interrompida pela Polícia Militar após jovens fumarem maconha no escuro. No TikTok, vídeos mostram gente brigando em sessões de "Divertida Mente 2", filme que reuniu multidões no país e deixou sentimentos à flor da pele.


O fenômeno é global. Exibições do musical "Wicked" pelo mundo todo estão sendo atrapalhadas por espectadores que entoam as canções em voz alta. Já se multiplicam os vídeos de cenas inteiras na internet, publicadas por pessoas que não se acovardaram em fazer gravações com o celular por minutos a fio, o que caracteriza pirataria.


A revista Variety publicou uma reportagem sobre esse novo comportamento do público diante de um filme, no cinema. Um executivo de Hollywood afirmou, em condição de anonimato, que a indústria já notou que as atitudes das pessoas mudaram drasticamente desde a pandemia. É o que afirma também Marcos Barros, presidente da Abraplex, a Associação Brasileira das Empresas Exibidoras Cinematográficas Operadoras de Multiplex. "Não sou otimista quanto ao comportamento das pessoas. É outra cabeça. Não vamos voltar para aquilo de todos prestarem atenção no filme", disse ele, num debate de um evento do setor.


Virais, os vídeos que registram cenas como essas divertem na mesma medida em que espantam. Nas redes sociais, usuários clamam pela volta da lanterninha, funcionário que monitorava as sessões para garantir que o público mantivesse a etiqueta. Há anos, o cargo foi extinto para redução de custos. Há também, cada vez mais, relatos de gente incomodada com quem usa celular na sala ou comenta em voz alta o que vê na tela. Essa desinibição tem a ver com novos tipos de vídeos exibidos pelos cinemas, como gravações de shows, que fazem o público cantar e dançar, afirma Luiz Fernando Angi, gerente de marketing da rede Cinépolis.


Em crise, com salas esvaziadas, os exibidores precisaram lembrar ao público por que uma telona, caixas de som superpotentes e sacos de pipoca engordurados casam tão bem. Para atrair os mais inquietos, redes, como a Cinemark e a Cinépolis, passaram a exibir conteúdos que remetem a eventos ao vivo. O mais emblemático deles foi a gravação da turnê de Taylor Swift, no ano passado. As sessões, cheias de fãs fantasiados, viraram uma extensão dos palcos por onde a cantora passava. Numa sessão vista por este repórter no Cinemark do shopping Eldorado, em São Paulo, os espectadores gritavam desde o início e não ficaram sentados. Logo estavam dançando pela sala.


Um tumulto parecido ocorreu no Cine Marquise, na avenida Paulista, mas por causa de Beyoncé, que também levou um show às telas. Os funcionários, assustados com a multidão que se levantou para dançar, tiveram de instalar barreiras que os impedissem de chegar à tela, onde o chão é mais frágil.


Para desincentivar o mau comportamento nas salas, em especial o uso de celular, o Cine Marquise decidiu não compartilhar, nas suas redes, fotos e vídeos da tela publicados pelos clientes. "Surgiu uma falta de noção. Hoje tudo é ‘instragramável’", diz Marcelo Lima, diretor da rede. “Não é novidade que o celular e as redes viciam”, lembra a psicóloga Marcelle Alfinito. "O uso abusivo é associado a uma ansiedade social, e o celular vira mecanismo de fuga da realidade", diz ela, acrescentando que isso explica a vontade de mostrar que se está em um cinema.


Exibidores procuram formas de contornar o problema, mas não apresentam medidas sólidas. "A gente tem tentado criar campanhas para constranger quem não segue a etiqueta", conta Lima, do Cine Marquise, sem detalhar como serão as ações. Angi, da Cinépolis, diz que a rede desincentiva o uso de celular com o vídeo educativo exibido antes dos filmes — o que a maioria das exibidoras já faz —, e que recompensa o cliente que se sente lesado oferecendo outra sessão. Procurada, a Cinemark não quis comentar o assunto.

Disponível em: https ://www1.folha.uol.com.br/ilustrada. Acesso em: 10 fev. 2025. [Adaptado]


TEXTO 2


Terra de ninguém e de todo mundo

Ruy Castro


E pensar que, algumas vezes, neste espaço, me queixei de que, ao ir ao cinema, a sinfonia de maxilares triturando pipoca ao meu redor me impedia de escutar os diálogos. Pipoca no cinema nunca foi novidade, claro. Vem desde os tempos da manivela. Só não era obrigatória. Imagine comer pipoca em filmes como "M, o Vampiro de Dusseldorf" (1931), de Fritz Lang, ou "O Silêncio" (1962), de Ingmar Bergman, com aquelas longas pausas silenciosas cheias de significado. O próprio roedor de pipoca ficaria sem jeito ao ouvir-se a si mesmo.


Estou ciente de que cada um come o quê, quem, quanto, quando e onde quiser, e os incomodados que se mudem. O que me intrigava era se as pessoas estavam comendo tanta pipoca fora dos cinemas — na rua, em casa, no escritório — quanto dentro. Ao saber que 90% do consumo mundial de pipoca se dá nas salas de projeção, convenci-me de que os filmes tinham se tornado só um pretexto para o consumo do principal produto dos estúdios: a pipoca.


Mas recente e assustadora reportagem de Guilherme Luis na Folha ("Sessões sofrem com público, que não sai do celular, fala alto e até canta no filme", 14/12) fez-me suspeitar que fui injusto com o pessoal que se limitava a britar grãos de milho com seus molares. De fato, não era tão incômodo assim, mesmo porque os cinemas compensavam elevando a música a volumes centibélicos, capazes de abafar até o ronco de uma betoneira no palco.


Segundo a matéria, o problema, hoje, é que, conforme os proprietários das salas, cada espectador acha que pode fazer o que quiser dentro do cinema. Gravar trechos inteiros do filme e jogá-los nas redes. Ir lá na frente e tirar selfies com os atores na tela. Participar do filme, vaiando, aplaudindo ou discutindo-o com a turma em voz alta. Se for um musical, cantar junto com o artista e dançar nos corredores ou em cima das poltronas. Fumar vape ou um baseado em certas cenas.


Não sei se a sério, alguém sugeriu a volta do lanterninha, aquele antigo funcionário que passeava pelo escurinho para inibir os casais mais excitados. Hoje, ser lanterninha será uma profissão de risco.

Disponível em: https ://www1.folha.uol.com.br/colunas /ruy castro. Acesso em: 10 fev. 2025. [Adaptado]
Para responder a questão, analise o parágrafo do Texto 1 reproduzido abaixo.

Um tumulto parecido ocorreu no Cine Marquise, na avenida Paulista, mas por causa de Beyoncé, que também levou um show às telas. Os funcionários, assustados com a multidão que se levantou para dançar, tiveram de instalar barreiras que os impedissem de chegar à tela, onde o chão é mais frágil.

Em relação às duas ocorrências do acento grave, o uso do acento é
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531Q981903 | Administração Geral, Administrador, UFRN, COMPERVE UFRN, 2025

Isabela precisa coletar um conjunto de necessidades de um cliente e transformá-las em características da qualidade de um produto. Para atingir esse objetivo, a ferramenta adequada a ser utilizada é
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532Q981910 | Administração Geral, Administrador, UFRN, COMPERVE UFRN, 2025

Os conceitos de ciclos administrativos mudam, conforme as escolas de administração e os seus autores, mas apresentam sempre as etapas necessárias para a melhor gestão organizacional. Segundo a Fundação Nacional da Qualidade (FNQ), o diagrama do ciclo de gestão do seu modelo de Excelência em Gestão (MEG) incorpora o
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533Q920026 | Enfermagem, Código de Ética dos Profissionais de Enfermagem, Técnico em Enfermagem, UFRN, COMPERVE UFRN, 2023

O Assédio Moral no Trabalho (AMT) é um tipo de violência que, segundo as pesquisas mais importantes sobre o tema, surgiu no início dos anos 80. No trabalho, muitas vezes, o assédio não é bem caracterizado pelos profissionais de enfermagem que, muitas vezes, confundem as relações conflituosas com assédio moral. Assim, o profissional de saúde precisa saber que o AMT caracteriza-se pela
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534Q920029 | Enfermagem, Ergonomia no Trabalho, Técnico em Enfermagem, UFRN, COMPERVE UFRN, 2023

Pacientes com dificuldade de levantar, caminhar ou se manter em pé irão necessitar da ajuda dos profissionais e dos familiares para realizar essas atividades. Em relação aos princípios da transferência e do posicionamento seguros para o paciente, seja da cama para cadeira ou maca e vice-versa, onde o paciente é capaz de ajudar, considere as afirmativas abaixo.
I. Quanto menor a base de apoio, maior será a estabilidade do profissional.
II. Ficar voltado para a direção do movimento contribui para a torção anormal da coluna vertebral do profissional.
III. Dividir e equilibrar a atividade entre braços e pernas reduz o risco de lesão nas costas do profissional.
IV. Quando é reduzido o atrito entre o objeto a ser removido e a superfície sobre a qual ele é movido, será necessária menos força para movê-lo.
Das afirmativas, estão corretas
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535Q919806 | Direito Administrativo, Agentes públicos e Lei 8112 de 1990, Assistente em Administração, UFRN, COMPERVE UFRN, 2023

De acordo com as normas previstas no Regime Jurídico dos Servidores Públicos Civis da União (Lei nº 8.112/90), o servidor poderá ausentar-se do serviço, sem qualquer prejuízo, por
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536Q920077 | Segurança e Saúde no Trabalho, Normas Regulamentadoras de Ministério do Trabalho e Emprego, Área Edificações, UFRN, COMPERVE UFRN, 2023

A Norma Regulamentadora que estabelece os requisitos técnicos mínimos a serem rigidamente obedecidos para garantir a total segurança e o conforto aos que trabalham em uma edificação é a
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537Q920362 | Programação, Python, Técnico em Tecnologia da Informação, UFRN, COMPERVE UFRN, 2023

O git é um sistema de controles de versões muito utilizado no desenvolvimento de sistemas. Para isso, esse sistema dispõe de uma série de comandos para as mais diversas finalidades. Sobre esses comandos, analise as afirmativas abaixo.
I. Ao utilizar o comando git add num diretório que ainda não teve o git inicializado, o comando git init é executado automaticamente.
II. O comando git switch é utilizado para trocar a branch atual para a especificada no comando.
III. Para que um diretório seja ignorado pelo controle de versão, utiliza-se o comando git ignore.
IV. O comando git revert é usado para reverter um ou mais commits especificados no comando.
Entre as afirmativas, estão corretas
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538Q920111 | Legislação Federal, Assistente de Alunos, UFRN, COMPERVE UFRN, 2023

Texto associado.
A questão deve ser respondida com base na Resolução nº 171/2013 – CONSEPE, de 5 de novembro de 2013, que aprova o Regulamento dos Cursos Regulares de Graduação da UFRN.
Um estudante do Campus Central da UFRN aspira mudar de sede e foi informado de que, no Regimento da UFRN, está estabelecido que a permuta de sede
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539Q1015093 | Libras, Interpretação e Tradução de Línguas de Sinais, Tradutor e Intérprete de Linguagem de Sinais, UFRN, COMPERVE UFRN, 2018

De acordo com Lacerda (2000; 2009), diferentemente da figura do intérprete generalista, o intérprete educacional se insere numa situação peculiar de inclusão. Segundo a autora, este deve atuar como um sujeito
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540Q919862 | Direito Administrativo, Provimento e vacância, Técnico em Contabilidade, UFRN, COMPERVE UFRN, 2023

Considerando o que expressamente dispõe o Regime Jurídico dos Servidores Públicos Civis da União (Lei nº 8.112/90), analise as afirmativas abaixo.
I. Vencimento é a retribuição pecuniária pelo exercício de cargo público, com valor fixado em portaria.
II. Reversão é uma das formas de provimento em cargos públicos.
III. Cargo público é o conjunto de atribuições e responsabilidades previstas na estrutura organizacional que devem ser cometidas a um servidor.
IV. O Plano de Seguridade Social do servidor prevê os benefícios que podem ser concedidos ao dependente, dentre os quais, o salário-família.
Das afirmativas, estão corretas
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