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Questões de Concursos UNESP

Resolva questões de UNESP comentadas com gabarito, online ou em PDF, revisando rapidamente e fixando o conteúdo de forma prática.


321Q953124 | Informática, Assistente Administrativo II, UNESP, Avança SP, 2025

O sistema operacional Windows é utilizado por usuários de computador devido à sua interface amigável e funcionalidades práticas. Uma das maneiras de abrir um programa diretamente a partir da área de trabalho envolve o uso de uma tecla específica. Essa tecla é a:
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322Q953125 | Informática, Windows, Assistente Administrativo II, UNESP, Avança SP, 2025

No sistema operacional Windows 11, a barra de tarefas é uma ferramenta essencial. Ao clicar com o botão esquerdo do mouse sobre um dos atalhos de programas fixados nessa barra, a ação realizada é:
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323Q953139 | Arquivologia, Legislação Estadual e Municipal, Assistente Administrativo II, UNESP, Avança SP, 2025

De acordo com as noções básicas da Norma de Administração Patrimonial da UNESP, um material adquirido para consumo imediato ou para distribuição gratuita pode ser classificado como material de consumo. Nesse contexto, qual critério adicional é utilizado para essa classificação?
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324Q950356 | Geografia, Clima, Segundo Semestre, UNESP, VUNESP, 2018

A distribuição da radiação solar pela superfície terrestre é o principal desencadeador de fenômenos atmosféricos. Nas regiões de maior latitude, a incidência de raios solares é
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325Q955749 | Português, Interpretação de Textos, Assistente Operacional, UNESP, VUNESP, 2025

Texto associado.

Leia o texto para responder à questão.



Consumo interno é a maior causa do desmatamento



A Amazônia Legal Brasileira ocupa os sete estados da Região Norte, além do Mato Grosso e do Maranhão. 23% dela já está destruída. E um estudo da Faculdade de Economia da USP apontou que a maior parte das queimadas se deve ao consumo interno: a floresta é queimada para dar lugar a pecuária e atividades agrícolas que abastecem os estados do Centro-Sul brasileiro.


Os pesquisadores analisaram a Matriz de Insumo-Produto (um sistema de informações sobre a economia da região) e constataram que 59,68% das queimadas estão relacionadas ao consumo de outras regiões do Brasil, 23,49% dão origem a exportações, e 16,83% abastecem a população da própria região amazônica.


(Maria Clara Rossini, Revista Super Interessante, outubro de 2024. Adaptado)

De acordo com estudo da Faculdade de Economia da USP, é correto afirmar:
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326Q955758 | Mecânica, Assistente Operacional, UNESP, VUNESP, 2025

Entre os aparelhos sanitários citados a seguir, o que necessita de maior diâmetro nominal do ramal de descarga é
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327Q955769 | Eletricidade, Assistente Operacional, UNESP, VUNESP, 2025

Se a sala de estar de uma residência mede 3,60 metros × 2,80 metros, qual deve ser a carga mínima de iluminação prevista?
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328Q951238 | Inglês, Primeiro Semestre, UNESP, VUNESP, 2018

A obra Antropofagia (“Cannibalism”) de Tarsila do Amaral, apresentada na imagem, é interpretada pelo autor do artigo como
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329Q951243 | Conhecimentos Gerais, Política, Primeiro Semestre, UNESP, VUNESP, 2018

O dia em que o capitão-mor Pedro Álvares Cabral levantou a cruz [...] era a 3 de maio, quando se celebra a invenção da Santa Cruz em que Cristo Nosso Redentor morreu por nós, e por esta causa pôs nome à terra que se encontrava descoberta de Santa Cruz e por este nome foi conhecida muitos anos. Porém, como o demônio com o sinal da cruz perdeu todo o domínio que tinha sobre os homens, receando perder também o muito que tinha em os desta terra, trabalhou que se esquecesse o primeiro nome e lhe ficasse o de Brasil, por causa de um pau assim chamado de cor abrasada e vermelha com que tingem panos [...].
(Frei Vicente do Salvador, 1627. Apud Laura de Mello e Souza.
O Diabo e a Terra de Santa Cruz, 1986. Adaptado.)
O texto revela que
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330Q951256 | Sociologia, Primeiro Semestre, UNESP, VUNESP, 2018

O zoólogo Richard Dawkins e o paleontólogo Simon Conway Morris têm muito em comum: lecionam nas mais prestigiadas universidades da Grã-Bretanha […] e compartilham opiniões e crenças científicas quando o tema é a origem da vida. Para ambos, a riqueza da biosfera na Terra é explicada mais do que satisfatoriamente pela teoria da seleção natural, de Charles Darwin. […] Num encontro realizado na Universidade de Cambridge, porém, eles protagonizaram um novo round de um debate que divide a humanidade desde que o mundo é mundo: Deus existe? Morris, cristão convicto, afirmou [em sua palestra] que a “misteriosa habilidade” da natureza para convergir em criaturas morais e adoráveis como os seres humanos é uma prova de que o processo evolutivo é obra de Deus. Já o agnóstico Dawkins disse que o poder criativo da evolução reforçou sua convicção de que vivemos num mundo puramente material.
(Rodrigo Cavalcante. “Procura-se Deus”.
https://super.abril.com.br, 31.10.2016.)
O conflito de opiniões entre os dois cientistas ilustra a oposição entre
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331Q955610 | Português, Interpretação de Textos, Assistente de Suporte Acadêmico II, UNESP, VUNESP, 2025

Texto associado.

Leia o texto a seguir para responder à questão.


Na origem de todos os belos êxitos, há sempre quem tenha corrido riscos, aceitando, portanto, a possibilidade do fracasso. Ousar é, em princípio, arriscar-se ao fracasso.


É possível passar a vida inteira sem jamais ousar nada, optando por coisas razoáveis, esperando sempre que as células das tabelas do Excel estejam preenchidas de modo correto. Mas a que preço? Agir assim é renunciar a qualquer sucesso relevante e deixar de se conhecer de verdade. Mesmo quando nossa audácia não é coroada de sucesso, ela ainda constitui a prova de que temos o senso do risco, de que somos capazes de decisões verdadeiras e não simplesmente de escolhas lógicas.


Decisão e escolha: esses dois termos parecem sinônimos, mas não são. É preciso conhecer a diferença entre eles para aproximar-se do segredo da audácia.


Tomemos uma situação em meio à qual hesitamos entre uma opção A e uma opção B. Se ficar evidente, depois de uma análise racional, que a opção B é melhor do que a outra, então a escolhemos. Essa escolha é fundamentada, explicável, portanto, não há o que decidir. Mas se, apesar da análise, continuamos em dúvida, não temos argumento, mas sentimos que é preciso optar por B, então decidimos por isso. A decisão exige um salto além dos argumentos racionais, uma confiança na própria intuição. É exatamente quando o saber não basta que devemos decidir − do latim decisio: ação deseparar, discriminar. Uma decisão é sempre audaciosa: por definição, ela implica a possibilidade de fracasso.


A decisão, afirmava Aristóteles, deriva mais de uma arte do que de uma ciência; de uma intuição, mais do que do trabalho de uma razão analítica. Isso não significa que seja irracional: ela pode basear-se em um saber, mas sem se reduzir a este. Aristóteles ilustra isso referindo-se a médicos e capitães de navios. Ambos são competentes, mas quando há urgência, diante do risco de morte de um paciente ou em plena tempestade, eles devem decidir sem perder tempo com um exame completo da situação, encontrar a coragem de tomar a decisão no escuro.


(Charles Pépin. As virtudes do fracasso, 2018. Adaptado)

Ao dar como exemplo uma situação vivida por médicos e capitães de navios, Aristóteles defende a ideia de que,
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332Q946693 | Português, Interpretação de Textos, Vestibular, UNESP, VUNESP, 2019

Texto associado.

— […] O encontro de duas expansões, ou a expansão de duas formas, pode determinar a supressão de uma delas; mas, rigorosamente, não há morte, há vida, porque a supressão de uma é condição da sobrevivência da outra, e a destruição não atinge o princípio universal e comum. Daí o caráter conservador e benéfico da guerra. Supõe tu um campo de batatas e duas tribos famintas. As batatas apenas chegam para alimentar uma das tribos, que assim adquire forças para transpor a montanha e ir à outra vertente, onde há batatas em abundância; mas, se as duas tribos dividirem em paz as batatas do campo, não chegam a nutrir-se suficientemente e morrem de inanição. A paz, nesse caso, é a destruição; a guerra é a conservação. Uma das tribos extermina a outra e recolhe os despojos. Daí a alegria da vitória, os hinos, aclamações, recompensas públicas e todos os demais efeitos das ações bélicas. Se a guerra não fosse isso, tais demonstrações não chegariam a dar-se, pelo motivo real de que o homem só comemora e ama o que lhe é aprazível ou vantajoso, e pelo motivo racional de que nenhuma pessoa canoniza uma ação que virtualmente a destrói. Ao vencido, ódio ou compaixão; ao vencedor, as batatas. [...] Aparentemente, há nada mais contristador que uma dessas terríveis pestes que devastam um ponto do globo? E, todavia, esse suposto mal é um benefício, não só porque elimina os organismos fracos, incapazes de resistência, como porque dá lugar à observação, à descoberta da droga curativa. A higiene é filha de podridões seculares; devemo-la a milhões de corrompidos e infectos. Nada se perde, tudo é ganho.

(Quincas Borba, 2016.)

Considerando o contexto histórico de produção, verifica-se no trecho uma alusão irônica
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333Q1074445 | Informática, Hardware, Edital n 16, UNESP, VUNESP, 2025

Considerando que teclados e mouses podem ser encontrados com diversos tipos de conexão, assinale a alternativa correta sobre esses possíveis tipos.
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334Q946715 | Filosofia, Vestibular, UNESP, VUNESP, 2019

Diariamente somos inundados por inúmeras promessas de curas milagrosas, métodos de leitura ultrarrápidos, dietas infalíveis, riqueza sem esforço. Basta abrir o jornal, ver televisão, escutar o rádio, ou simplesmente abrir a caixa de correio eletrônico. A grande maioria desses milagres cotidianos é vestida com alguma roupagem científica: linguagem um pouco mais rebuscada, aparente comprovação experimental, depoimentos de “renomados” pesquisadores, utilização em grandes universidades. São casos típicos do que se costuma definir como “pseudociência”.


(Marcelo Knobel. “Ciência e pseudociência”. In: Física na escola, vol. 9, no 1, 2008.)

Pode-se elaborar a crítica filosófica aos conhecimentos pseudocientíficos por meio

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335Q955730 | Português, Área de Atuação Manutenção Predial, UNESP, VUNESP, 2025

Texto associado.

Leia o texto a seguir para responder à questão.


Na origem de todos os belos êxitos, há sempre quem tenha corrido riscos, aceitando, portanto, a possibilidade do fracasso. Ousar é, em princípio, arriscar-se ao fracasso.

É possível passar a vida inteira sem jamais ousar nada, optando por coisas razoáveis, esperando sempre que as células das tabelas do Excel estejam preenchidas de modo correto. Mas a que preço? Agir assim é renunciar a qualquer sucesso relevante e deixar de se conhecer de verdade. Mesmo quando nossa audácia não é coroada de sucesso, ela ainda constitui a prova de que temos o senso do risco, de que somos capazes de decisões verdadeiras e não simplesmente de escolhas lógicas.

Decisão e escolha: esses dois termos parecem sinônimos, mas não são. É preciso conhecer a diferença entre eles para aproximar-se do segredo da audácia.

Tomemos uma situação em meio à qual hesitamos entre uma opção A e uma opção B. Se ficar evidente, depois de uma análise racional, que a opção B é melhor do que a outra, então a escolhemos. Essa escolha é fundamentada, explicável, portanto, não há o que decidir. Mas se, apesar da análise, continuamos em dúvida, não temos argumento, mas sentimos que é preciso optar por B, então decidimos por isso. A decisão exige um salto além dos argumentos racionais, uma confiança na própria intuição. É exatamente quando o saber não basta que devemos decidir − do latim decisio: ação deseparar, discriminar. Uma decisão é sempre audaciosa: por definição, ela implica a possibilidade de fracasso.

A decisão, afirmava Aristóteles, deriva mais de uma arte do que de uma ciência; de uma intuição, mais do que do trabalho de uma razão analítica. Isso não significa que seja irracional: ela pode basear-se em um saber, mas sem se reduzir a este. Aristóteles ilustra isso referindo-se a médicos e capitães de navios. Ambos são competentes, mas quando há urgência, diante do risco de morte de um paciente ou em plena tempestade, eles devem decidir sem perder tempo com um exame completo da situação, encontrar a coragem de tomar a decisão no escuro.


(Charles Pépin. As virtudes do fracasso, 2018. Adaptado)

Assinale a alternativa cujo trecho apresenta uma comparação.
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337Q951248 | Conhecimentos Gerais, Política, Primeiro Semestre, UNESP, VUNESP, 2018

A construção da Usina Hidrelétrica de Itaipu durante os anos 1970 e 1980
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338Q1074446 | Informática, Software, Edital n 16, UNESP, VUNESP, 2025

Um dos tipos de licenças de software mais recentemente disponibilizado recebe a denominação de Software como um Serviço (Software As A Service – SAAS), que apresenta como uma de suas características principais:
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339Q1074485 | Informática, Planilhas Eletrônicas, Edital n 53, UNESP, VUNESP, 2025

Durante a organização de um evento esportivo acadêmico, o assistente técnico precisa montar uma tabela com horários de jogos, nomes das equipes e locais de realização. Qual ferramenta do Pacote Office é mais indicada para essa tarefa?
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340Q950343 | História, Período Colonial produção de riqueza e escravismo, Segundo Semestre, UNESP, VUNESP, 2018

Texto associado.

As primeiras expedições na costa africana a partir da ocupação de Ceuta em 1415, ainda na terra de povos berberes, foram registrando a geografia, as condições de navegação e de ancoragem. Nas paradas, os portugueses negociavam com as populações locais e sequestravam pessoas que chegavam às praias, levando-as para os navios para serem vendidas como escravas. Tal ato era justificado pelo fato de esses povos serem infiéis, seguidores das leis de Maomé, considerados inimigos, e portanto podiam ser escravizados, pois acreditavam ser justo guerrear com eles. Mais ao sul, além do rio Senegal, os povos encontrados não eram islamizados, portanto não eram inimigos, mas eram pagãos, ignorantes das leis de Deus, e no entender dos portugueses da época também podiam ser escravizados, pois ao se converterem ao cristianismo teriam uma chance de salvar suas almas na vida além desta.

(Marina de Mello e Souza. África e Brasil africano, 2007.)

O texto caracteriza
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