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Questões de Concursos UNICAMP

Resolva questões de UNICAMP comentadas com gabarito, online ou em PDF, revisando rapidamente e fixando o conteúdo de forma prática.


161Q931535 | História, Vestibular UNICAMP, UNICAMP, COMVEST

Sobre o trabalho nas cidades italianas do período em questão, podemos afirmar corretamente que:
Letras, 1990, p. 235-236.)
Georges Duby (org.), História da vida privada - da Europa feudal à Renascença, vol 2. São Paulo: Companhia das
(Adaptado de Charles De la Roncière, “A vida privada dos notáveis toscanos no limiar da Renascença”, em
no prestígio das nobres e ricas matronas.
mostram-nas vivendo, frequentemente no temor de pancadas. Em Gênova e Veneza, a escrava-criada é essencial
todos batem nela (patrão, mãe, filhos crescidos) e os testemunhos de processos em que elas comparecem
esmagadora (97,5%) e 40% não têm ainda 23 anos. São totalmente desamparadas; todos na casa a repreendem,
Um recenseamento enumera em Gênova, em 1458, mais de 2 mil. As mulheres estão em uma proporção
“Uma categoria inferior de servidores que coexiste nas grandes casas com os domésticos livres são os escravos.

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162Q688874 | Informática, Jornalista, UNICAMP, VUNESP, 2019

No Google Chrome, na sua configuração padrão, para salvar em pdf uma página web que está sendo visitada, é necessário alterar a seguinte opção da janela Imprimir:
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163Q703747 | Português, Interpretação de Textos, Bibliotecário, UNICAMP, VUNESP, 2019

Texto associado.
Página infeliz 
        O mercado editorial no Brasil nunca pareceu tão próximo de uma catástrofe – com as duas principais redes de livrarias do país, Saraiva e Cultura, em uma crise profunda, reduzindo o número de lojas e com dívidas que parecem sem fim.
        Líder do mercado, a Saraiva, que já acumula atrasos de pagamentos a editores nos últimos anos, anunciou nesta semana o fechamento de 20 lojas. Em nota, a rede afirma que a medida tem a ver com “desafios econômicos e operacionais”, além de uma mudança na “dinâmica do varejo”. 
        Na semana anterior, a Livraria Cultura entrou em recuperação judicial. No pedido à Justiça, a rede afirma acumular prejuízos nos últimos quatro anos, ter custos que só crescem e vendas menores. Mesmo assim, diz a petição enviada ao juiz, não teria aumentado seus preços. 
        O enrosco da Cultura está explicado aí. Diante da crise, a empresa passou a pegar dinheiro emprestado com os bancos – o tamanho da dívida é de R$ 63 milhões. 
        Com os atrasos nos pagamentos das duas redes, editoras já promoveram uma série de demissões ao longo dos últimos dois anos. 
        O cenário de derrocada, contudo, parece estar em descompasso com os números de vendas. Desde o começo do ano, os dados compilados pela Nielsen, empresa de pesquisa de mercado, levantados a pedido do Sindicato Nacional dos Editores de Livros, mostravam que o meio livreiro vinha dando sinais de melhoras pela primeira vez, desde o início da recessão econômica que abala o país. 
        Simone Paulino, da Nós, editora independente de São Paulo, enxerga um descompasso entre as vendas em alta e a crise. Nas palavras dela, “um paradoxo assustador.” A editora nunca vendeu tanto na Cultura quanto nesses últimos seis meses”, diz. E é justamente nesse período que eles não têm sido pagos. 
        “O modelo de produção do livro é muito complicado. Você investe desde a compra do direito autoral ou tradução e vai investindo ao longo de todo o processo. Na hora que você deveria receber, esse dinheiro não volta”, diz Paulino. 
        “Os grandes grupos têm uma estrutura de advogados que vão ter estratégia para tentar receber. E para os pequenos? O que vai acontecer?” 
        Mas há uma esperança para os editores do país: o preço fixo do livro. Diante do cenário de crise, a maior parte dos editores aposta em uma carta tirada da manga no apagar das luzes do atual governo – a criação, no país, do preço fixo do livro – norma a ser implantada por medida provisória – nos moldes de boa parte de países europeus, como França e Alemanha. 
        Os editores se inspiram no pujante mercado europeu. Por lá, o preço fixo existe desde 1837, quando a Dinamarca criou a sua lei limitando descontos, abolida só em 2001. A crença é a de que a crise atual é em parte causada pela guerra de preço. Unificar o valor de capa permitiria um florescimento das livrarias independentes, uma vez que elas competiriam de forma mais justa com as grandes redes. 
(Folha de S. Paulo, 03.11.2018. Adaptado) 
A expressão “paradoxo assustador”, apontado no texto, associa-se:
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164Q694314 | Português, Interpretação de Textos, Profissional para Assuntos Administrativos, UNICAMP, VUNESP, 2019

O termo destacado na frase “... onde a palavra seja chamada a dirimir dúvidas ou dinamitar certezas.” pode ser corretamente substituído, sem alteração do sentido do texto, por 
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165Q931564 | Matemática, Números Complexos, UNICAMP Vestibular UNICAMP, UNICAMP, COMVEST

Seja i a unidade imaginária, isto é, i2 = -1. O lugar geométrico dos pontos do plano cartesiano com coordenadas reais (x, y) tais que (2x + yi)(y + 2xi) = i é uma
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166Q932987 | Inglês, UNICAMP Vestibular UNICAMP, UNICAMP, COMVEST, 2018

Texto associado.
‘Yes, I’m Italian – but I’m not loud, I don’t gesticulate and I’m not good with pizza’ Elena Ferrante
I love my country, but I have no patriotic spirit and no national pride. What’s more, I digest pizza poorly, I eat very little spaghetti, I don’t speak in a loud voice, I don’t gesticulate, I hate all mafias, I don’t exclaim “Mamma mia!” National characteristics are simplifications that should be contested. Being Italian, for me, begins and ends with the fact that I speak and write in the Italian language.
Put that way it doesn’t seem like much, but really it’s a lot. A language is a compendium of the history, geography, material and spiritual life, the vices and virtues, not only of those who speak it, but also of those who have spoken it through the centuries. When I say that I’m Italian because I write in Italian, I mean that I’m fully Italian in the only way that I’m willing to attribute to myself a nationality. I don’t like the other ways, especially when they become nationalism, chauvinism, and imperialism.
(Adaptado de Elena Ferrante, ‘Yes, I´m Italian – but I´m not loud, I don´t gesticulate and I´m not good with pizza’, The Guardian, 24/02/2018.)
Transcrevem-se, a seguir, versos de canções brasileiras e de um poema de Vinícius de Moraes. Assinale a alternativa que melhor exemplifica as afirmações de Elena Ferrante.
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167Q931567 | Estatística, Cálculo de Probabilidades, UNICAMP Vestibular UNICAMP, UNICAMP, COMVEST

Sabe-se que, em um grupo de 10 pessoas, o livro A foi lido por 5 pessoas e o livro B foi lido por 4 pessoas. Podemos afirmar corretamente que, nesse grupo,
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168Q681398 | Legislação Estadual, Profissional para Assuntos Administrativos, UNICAMP, VUNESP, 2019

Fábio é aluno de curso de Doutorado e pretende apresentar projeto de pesquisa à FAPESP, a fim de obter bolsa. O aluno tem dúvidas sobre as regras de dedicação. Nesse sentido, assinale a alternativa correta, de acordo com as regras da FAPESP.
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169Q933340 | Matemática, Aritmética e Problemas, Vestibular UNICAMP, UNICAMP

Com base em informações apresentadas pelo IBGE, pode-se concluir que a razão entre os Índices de Desenvolvimento da Educação Básica dos anos iniciais e dos anos finais, do ano de 2017, era 4/3. Sabendo que o Índice dos anos iniciais é 1,6 ponto maior que o dos anos finais, é correto afirmar que o Índice dos anos iniciais era de

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170Q683780 | Português, Interpretação de Textos, Jornalista, UNICAMP, VUNESP, 2019

Texto associado.
Página infeliz 
    O mercado editorial no Brasil nunca pareceu tão próximo de uma catástrofe - com as duas principais redes de livrarias do país, Saraiva e Cultura, em uma crise profunda, reduzindo o número de lojas e com dívidas que parecem sem fim. 
    Líder do mercado, a Saraiva, que já acumula atrasos de pagamentos a editores nos últimos anos, anunciou nesta semana o fechamento de 20 lojas. Em nota, a rede afirma que a medida tem a ver com “desafios econômicos e operacionais”, além de uma mudança na “dinâmica do varejo”. 
    Na semana anterior, a Livraria Cultura entrou em recuperação judicial. No pedido à Justiça, a rede afirma acumular prejuízos nos últimos quatro anos, ter custos que só crescem e vendas menores. Mesmo assim, diz a petição enviada ao juiz, não teria aumentado seus preços. 
    O enrosco da Cultura está explicado aí. Diante da crise, a empresa passou a pegar dinheiro emprestado com os bancos - o tamanho da dívida é de R$ 63 milhões. 
    Com os atrasos nos pagamentos das duas redes, editoras já promoveram uma série de demissões ao longo dos últimos dois anos. 
    O cenário de derrocada, contudo, parece estar em descompasso com os números de vendas. Desde o começo do ano, os dados compilados pela Nielsen, empresa de pesquisa de mercado, levantados a pedido do Sindicato Nacional dos Editores de Livros, mostravam que o meio livreiro vinha dando sinais de melhoras pela primeira vez, desde o início da recessão econômica que abala o país. 
    Simone Paulino, da Nós, editora independente de São Paulo, enxerga um descompasso entre as vendas em alta e a crise. Nas palavras dela, “um paradoxo assustador.” A editora nunca vendeu tanto na Cultura quanto nesses últimos seis meses”, diz. E é justamente nesse período que eles não têm sido pagos. 
    “O modelo de produção do livro é muito complicado. Você investe desde a compra do direito autoral ou tradução e vai investindo ao longo de todo o processo. Na hora que você deveria receber, esse dinheiro não volta”, diz Paulino. 
    “Os grandes grupos têm uma estrutura de advogados que vão ter estratégia para tentar receber. E para os pequenos? O que vai acontecer?
    ” Mas há uma esperança para os editores do país: o preço fixo do livro. Diante do cenário de crise, a maior parte dos editores aposta em uma carta tirada da manga no apagar das luzes do atual governo - a criação, no país, do preço fixo do livro - norma a ser implantada por medida provisória - nos moldes de boa parte de países europeus, como França e Alemanha. 
    Os editores se inspiram no pujante mercado europeu. Por lá, o preço fixo existe desde 1837, quando a Dinamarca criou a sua lei limitando descontos, abolida só em 2001. A crença é a de que a crise atual é em parte causada pela guerra de preço. Unificar o valor de capa permitiria um florescimento das livrarias independentes, uma vez que elas competiriam de forma mais justa com as grandes redes. 
(Folha de S. Paulo, 03.11.2018. Adaptado)
Assinale a alternativa em que a segunda frase substitui, corretamente, por um pronome pessoal, com sua devida colocação, a expressão em destaque na primeira. 
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171Q684297 | Jornalismo, Jornalista, UNICAMP, VUNESP, 2019

Na produção de notícias, tem-se, por um lado, a cultura profissional e, por outro, as restrições ligadas à organização do trabalho sobre as quais são criadas convenções profissionais que definem a notícia e legitimam o processo produtivo, desde a captação do acontecimento, passando pela produção, edição até a apresentação. O resultado disso é um conjunto de critérios de relevância que definem 
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172Q932662 | Matemática, Probabilidade, UNICAMP Vestibular UNICAMP, UNICAMP, COMVEST

Lançando-se determinada moeda tendenciosa, a probabilidade de sair cara é o dobro da probabilidade de sair coroa. Em dois lançamentos dessa moeda, a probabilidade de sair o mesmo resultado é igual a 
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173Q689350 | Administração Geral, Profissional para Assuntos Administrativos, UNICAMP, VUNESP, 2019

Uma espécie de desenho organizacional que mostra, em qualquer tipo de estrutura, quem se reporta a quem e que espaço ocupa na organização é chamado de 
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174Q595264 | Português, Interpretação de Textos, Vestibular UNICAMP, UNICAMP, COMVEST

Texto associado.
Leia com atenção o texto abaixo.
Nunca conheci quem tivesse sido tão feliz como nas redes sociais

(...) Eu tenho inveja de mim no Instagram.
(…) Eu queria ser feliz como eu sou no Instagram.
Eu queria ter certeza, como eu tenho no Facebook, sobre
as minhas posições políticas.
E no Twitter, bem, no Twitter eu não sou tão feliz nem certa
e é por isso que de longe essa ganha como rede social de
mi corazón.
E quanto mais eu me sinto angustiada (quem nunca?),
mais eu entro no Instagram e vejo a foto das pessoas
superfelizes. E mais angustiada eu fico. Por mais que eu
saiba que aquela felicidade é de mentira.
Outro dia uma editora de moda que faz muito sucesso no
Instagram escreveu em uma legenda: "até que estou bem
depois de tomar um stillnox e um rivotril." (!!!!! Gente!) Mas
ufa, ela assumiu. Até então, seus seguidores talvez
pudessem achar que ela era uma super-heroína que nunca
tinha levado porrada (nem conhecido quem tivesse
tomado). Ela viaja de um lado para o outro, acorda cedo,
mas tem uma decoração linda na mesa, viaja de país em
país. Trabalha loucamente. Mas ela sempre está disposta
e apaixonada pelo que faz.
Escuta! Quanta mentira! Nenhuma de nós está apaixonada
o tempo todo pelo que faz. Eu, hoje, escrevi esse texto
com muito esforço. Eu, hoje, estou achando que eu
escrevo mal e que perdi o jeito para a coisa. Quem nunca?
Quem nunca muitas vezes?
Quem estamos querendo enganar? A gente. Mas tem
vezes, como agora, em que não dá. Eu queria muito voltar
no tempo quando as redes sociais não existiam só para
lembrar como era… Às vezes eu acho que, com todas as
vantagens da vida em rede…, talvez a gente se sentisse
melhor. Sério. "Estou farto de semideuses. Onde é que há
gente nesse mundo?", grita o Fernando Pessoa lá do
túmulo.

(Adaptado de Nina Lemos, disponível em http://revistatpm.
uol.com.br/blogs/berlimmandaavisar/2015/07/13/nunca-conheci-quemtivesse-sido-tao-feliz-como-nas-redes-sociais.html.) 

Considerando os recursos linguísticos e discursivos presentes na configuração do texto, é correto afirmar que: 
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175Q931587 | Biologia, Vestibular UNICAMP, UNICAMP, COMVEST

A cidade de Monte Santo, na Bahia, que entrou para a história por ter sido acampamento para as tropas do governo que lutaram na guerra de Canudos, tem sido palco de outras batalhas: a identificação, o tratamento e a prevenção de doenças raras como hipotireoidismo congênito, fenilcetonúria, osteogênese imperfeita, síndrome de Treacher Collins e mucopolissacaridose tipo 6. (Adaptado de Carlos Fioravante, “O caminho de pedras das doenças raras”. Revista Pesquisa Fapesp, São Paulo, 222, agosto 2014.)
A incidência em grandes proporções das doenças citadas acima pode ter sido favorecida por fatores 
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176Q931595 | Inglês, Vestibular UNICAMP, UNICAMP, COMVEST

Texto associado.

Para as questões 36 e 37, leia o texto abaixo.

Advice for new students from those who know (old students)
The first day of college I was a ball of nerves. I remember
walking into my first class and running to the first seat I
found, thinking everyone would be staring at me. But
nobody seemed to notice and then it hit me: The fact that
nobody knew me meant nobody would judge, which, upon
reflection, was what I was scared of the most. I told myself
to let go. All along the year, I forced myself into situations
that were uncomfortable for me – for example, auditioning
for a dance piece. Believe it or not, that performance was a
highlight of my freshman year. My advice: challenge
yourself to try something new, something you couldn’t have
done in high school. – Ria Jagasia, Vanderbilt University,
’18.

(Adaptado de http://www.nytimes.com/2015/08/02/ education/edlife/
advice-for-new-students-from-those-who-know-old-students.html?ref=
edlife.)


No primeiro dia de faculdade, Ria ficou muito nervosa

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177Q595332 | Português, Interpretação de Textos, Vestibular UNICAMP, UNICAMP, COMVEST

Texto associado.
Leia o seguinte trecho da obra Terra Sonâmbula, de Mia
Couto, extraído do Sexto caderno de Kindzu, subintitulado
O regresso a Matimati.
Lembrei meu pai, sua palavra sempre azeda: agora, somos
um povo de mendigos, nem temos onde cair vivos. Era
como se ainda escutasse:
- Mas você, meu filho, não se meta a mudar os destinos.
Afinal, eu contrariava suas mandanças. Fossem os
naparamas, fosse o filho de Farida: eu não estava a deixar
o tempo quieto. Talvez, quem sabe, cumprisse o que
sempre fora: sonhador de lembranças, inventor de
verdades. Um sonâmbulo passeando entre o fogo. Um
sonâmbulo como a terra em que nascera. Ou como
aquelas fogueiras por entre as quais eu abria caminho no
areal.
(Mia Couto, Terra Sonâmbula. São Paulo: Companhia de Bolso, 2015,
p. 104.
Na passagem citada, a personagem Kindzu recorda os ensinamentos de seu pai diante do estado desolador em que se encontrava sua terra, assolada pela guerra, e reflete sobre a coerência de suas ações em relação a tais ensinamentos. Levando em consideração o contexto da narrativa do romance de Mia Couto, é correto afirmar que: 
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178Q58044 | Direito Processual Civil, Procurador de Universidade Assistente, UNICAMP, VUNESP, 2018

Assinale a alternativa que traz o conteúdo correto de uma das súmulas do STJ.
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179Q931529 | Matemática, Matrizes, Vestibular UNICAMP, UNICAMP, COMVEST

Uma moeda balanceada é lançada quatro vezes, obtendo-se cara exatamente três vezes. A probabilidade de que as caras tenham saído consecutivamente é igual a

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180Q595308 | Português, Interpretação de Textos, Vestibular UNICAMP, UNICAMP, COMVEST

Texto associado.
É possível fazer educação de qualidade sem escola
É possível fazer educação embaixo de um pé de manga?
Não só é, como já acontece em 20 cidades brasileiras e
em Angola, Guiné-Bissau e Moçambique.
Decepcionado com o processo de “ensinagem”, o
antropólogo Tião Rocha pediu demissão do cargo de
professor da UFOP (Universidade Federal de Ouro Preto) e
criou em 1984 o CPCD (Centro Popular de Cultura e
Desenvolvimento).
Curvelo, no Sertão mineiro, foi o laboratório da “escola”
que abandonou mesa, cadeira, lousa e giz, fez das ruas a
sala de aula e envolveu crianças e familiares na pedagogia
da roda. “A roda é um lugar da ação e da reflexão, do ouvir
e do aprender com o outro. Todos são educadores, porque
estão preocupados com a aprendizagem. É uma
construção coletiva”, explica.
O educador diz que a roda constrói consensos. “Porque
todo processo eletivo é um processo de exclusão, e tudo
que exclui não é educativo. Uma escola que seleciona não
educa, porque excluiu alguns. A melhor pedagogia é
aquela que leva todos os meninos a aprenderem. E todos
podem aprender, só que cada um no seu ritmo, não
podemos uniformizar.”
Nesses 30 anos, o educador foi engrossando seu
dicionário de terminologias educacionais, todas calcadas
no saber popular: surgiu a pedagogia do abraço, a
pedagogia do brinquedo, a pedagogia do sabão e até
oficinas de cafuné. Esta última foi provocada depois que
um garoto perguntou: “Tião, como faço para conquistar
uma moleca?” Foi a deixa para ele colocar questões de
sexualidade na roda.
Para resolver a falência da educação, Tião inventou uma
UTI educacional, em que “mães cuidadoras” fazem
“biscoito escrevido” e “folia do livro” (biblioteca em forma de
festa) para ajudar na alfabetização. E ainda colocou em
uso termos como “empodimento”, após várias vezes ser
questionado pelas comunidades: “Pode [fazer tal coisa],
Tião?” Seguida da resposta certeira: “Pode, pode tudo”.
Aos 66 anos, Tião diz estar convicto de que a escola do
futuro não existirá e que ela será substituída por espaços
de aprendizagem com todas as ferramentas possíveis e
necessárias para os estudantes aprenderem.
“Educação se faz com bons educadores, e o modelo
escolar arcaico aprisiona e há décadas dá sinais de
falência. Não precisamos de sala, precisamos de gente.
Não precisamos de prédio, precisamos de espaços de
aprendizado. Não precisamos de livros, precisamos ter
todos os instrumentos possíveis que levem o menino a
aprender.”
Sem pressa, seguindo a Carta da Terra e citando Ariano
Suassuna para dizer que “terceira idade é para fruta:
verde, madura e podre”, Tião diz se sentir “privilegiado” de
viver o que já viveu e acreditar na utopia de não haver mais
nenhuma criança analfabeta no Brasil. “Isso não é uma
política de governo, nem de terceiro setor, é uma questão
ética”, pontua.
(Qsocial, 09/12/2014. Disponível em http://www.cpcd.org.br/
portfolio/e_possivel_fazer_educacao_de_qualidade_100_escola/.)
A partir da identificação de várias expressões nominais ao longo do texto, é correto afirmar que: 
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