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Questões de Concursos UNICAMP

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361Q931478 | História, Vestibular UNICAMP, UNICAMP, COMVEST

Reproduz-se, abaixo, trecho de um sermão do bispo Cesário de Arles (470-542), dirigido a uma paróquia rural. “Vede, irmãos, como quem recorre à Igreja em sua doença obtém a saúde do corpo e a remissão dos pecados. Se é possível, pois, encontrar este duplo benefício na Igreja, por que há infelizes que se empenham em causar mal a si mesmos, procurando os mais variados sortilégios: recorrendo a encantadores, a feitiçarias em fontes e árvores, amuletos, charlatães, videntes e adivinhos?”(Fonte: http://www.institutosapientia.com.br/site/index.php?option=co _content&view=article&id=1397:sao- cesario-de-arles-sermao-13-para-uma-paroquia-rural&catid=28: outros-artigos&Itemid=285.) A partir desse sermão, escrito no sul da atual França, é correto afirmar que:

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362Q682141 | Jornalismo, Jornalista, UNICAMP, VUNESP, 2019

Segundo especialistas, o Brasil vale-se da metodologia Frascatti, recomendado pela OCDE (Organização de Cooperação e Desenvolvimento Econômico), para balizar a legislação sobre pesquisa, ciência, tecnologia e inovação. Entre os conceitos usados para estruturar as normas sobre o assunto, é correto entender que
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363Q931487 | Português, Interpretação de Textos, UNICAMP Vestibular UNICAMP, UNICAMP, COMVEST

Texto associado.
“Uma peripécia, uma reviravolta nas circunstâncias, de uma hora para outra transforma uma sequência rotineira de acontecimentos numa história.”
(Jerome Bruner, Fabricando histórias. Direito, literatura, vida. São Paulo: Letra e Voz, 2014, p.15.)
Levando-se em conta a noção acima proposta por Jerome Bruner, qual é a peripécia que ocorre no terceiro ato da peça Lisbela e o prisioneiro?
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364Q705187 | Inglês, Bibliotecário, UNICAMP, VUNESP, 2019

Texto associado.
Knowledge and the library

        It was not until the development of monastic libraries in Europe around 1200 that humanity amassed in a single place what approached the collective wisdom and knowledge of the age. Libraries may be exchanges of information and market places for ideas but they are also the buildings which contain the bulk of human knowledge. Or, at least they were until the electronic digitally stored information revolution of the 1980s.
        Now knowledge is virtually everywhere; it has broken free of the constraint of buildings. Today if you were today to destroy all theworld’s libraries, it is unlikely that more than 20% of human knowledge would be lost. Certainly, a large amount of archival material would disappear forever, but a substantial volume of knowledge would survive. If a library is a repository of knowledge, this is now just one of its functions. The library’s prime function is now making that knowledge available and encouraging exchange and reflection upon it.
        Electronic knowledge is nowadays available to everybody – in the home, workplace, airport terminal, school, and so on. The Internet has liberated the library; nevertheless, it has not removed the justification for library facilities.
(www.sciencedirect.com/science/article/pii/B978185617619410017X. Adaptado)
De acordo com o primeiro e o segundo parágrafo, a partir da década de 1980,
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365Q931511 | Biologia, UNICAMP Vestibular UNICAMP, UNICAMP, COMVEST

Em certa espécie animal a proporção de nucleotídeos Timina na molécula de DNA é igual a t > 0. Então, a proporção de nucleotídeos Citosina nesse mesmo DNA é igual a
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367Q683914 | Legislação Estadual, Profissional para Assuntos Administrativos, UNICAMP, VUNESP, 2019

A FAPESP, o CNPq e a CAPES possuem em comum a seguinte atribuiçã
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368Q931467 | Física, Vestibular UNICAMP, UNICAMP, COMVEST

Drones são veículos voadores não tripulados, controlados remotamente e guiados por GPS. Uma de suas potenciais aplicações é reduzir o tempo da prestação de primeiros socorros, levando pequenos equipamentos e instruções ao local do socorro, para que qualquer pessoa administre os primeiros cuidados até a chegada de uma ambulância. Considere um caso em que o drone ambulância se deslocou 9 km em 5 minutos. Nesse caso, o módulo de sua velocidade média é de aproximadamente
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369Q698537 | Biblioteconomia, Bibliotecário, UNICAMP, VUNESP, 2019

Pela normalização documentária brasileira para apresentação de artigo em publicação periódica científica, é correto afirmar que:
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370Q931563 | Geografia, Vestibular UNICAMP, UNICAMP, COMVEST

Considerando as atuais características demográficas da população indígena brasileira, assinale a alternativa correta.  
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371Q932382 | História, UNICAMP Vestibular UNICAMP, UNICAMP, COMVEST

Texto associado.
Na formação das monarquias confessionais da Época Moderna houve reforço das identidades territoriais, em função de critérios de caráter religioso ou confessional. Simultaneamente, houve uma progressiva incorporação da Igreja ao corpo do Estado, através de medidas de caráter patrimonial e jurisdicional que procuravam uma maior sujeição das estruturas e agentes eclesiásticos ao poder do príncipe. Na busca pela homogeneização da fé dentro de um território político, a Igreja cumpria também papel fundamental na formação do Estado moderno por meio de seus mecanismos de disciplinamento social dos comportamentos. 
(Adaptado de Frederico Palomo, A Contra-Reforma em Portugal, 1540-1700. Lisboa: Livros Horizonte, 2006, p.52.)
Considerando o texto acima e seus conhecimentos sobre a Europa Moderna, assinale a alternativa correta.
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372Q931512 | Português, Interpretação de Textos, UNICAMP Vestibular UNICAMP, UNICAMP, COMVEST

Texto associado.
Além de escrever Dom Quixote das crianças, Monteiro
Lobato também leva o “cavaleiro errante” para o Sítio do
Pica-Pau Amarelo.
Lá na varanda Dom Quixote conversava com Dona Benta
sobre as aventuras, e muito admirado ficou de saber que
sua história andava a correr mundo; escrita por um tal de
Cervantes. Nem quis acreditar; foi preciso que Narizinho
lhe trouxesse a edição de luxo ilustrada por Gustavo Doré.
O fidalgo folheou o livro muito atento às gravuras, que
achou ótimas, porém falsas.
- Isso não passa duma mistificação! - protestou ele. – Esta
cena aqui, por exemplo. Está errada. Eu não espetei este
frade, como o desenhista pintou - espetei aquele lá.
- Isto é inevitável - disse Dona Benta. – Os historiadores
costumam arranjar os fatos do modo mais cômodo para
eles; por isto a História não passa de histórias.
(Adaptado de Monteiro Lobato, O Picapau Amarelo. São Paulo: Brasiliense,
2004, p. 18.)
Na cena narrada
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373Q931824 | História, UNICAMP Vestibular UNICAMP, UNICAMP, COMVEST

Texto associado.
Vistas em conjunto, as aspirações ruralistas não eram contraditórias ou incompatíveis com o programa desenvolvimentista de Juscelino Kubitschek. A ideia de incompatibilidade entre o projeto nacionaldesenvolvimentista e os interesses agrários era uma ficção. 
(Adaptado de Vânia Moreira, “Os Anos JK: industrialização e modelo oligárquico de desenvolvimento rural”, em Jorge Ferreira e Lucília Delgado (Orgs.), O Brasil Republicano. v. 3. Rio de Janeiro: Civilização Brasileira, 2003, p. 169-170.) 
Considerando a composição do setor rural nacional e o programa desenvolvimentista do governo JK, é correto afirmar que:
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374Q685351 | Português, Interpretação de Textos, Jornalista, UNICAMP, VUNESP, 2019

Texto associado.
Página infeliz 
    O mercado editorial no Brasil nunca pareceu tão próximo de uma catástrofe - com as duas principais redes de livrarias do país, Saraiva e Cultura, em uma crise profunda, reduzindo o número de lojas e com dívidas que parecem sem fim. 
    Líder do mercado, a Saraiva, que já acumula atrasos de pagamentos a editores nos últimos anos, anunciou nesta semana o fechamento de 20 lojas. Em nota, a rede afirma que a medida tem a ver com “desafios econômicos e operacionais”, além de uma mudança na “dinâmica do varejo”. 
    Na semana anterior, a Livraria Cultura entrou em recuperação judicial. No pedido à Justiça, a rede afirma acumular prejuízos nos últimos quatro anos, ter custos que só crescem e vendas menores. Mesmo assim, diz a petição enviada ao juiz, não teria aumentado seus preços. 
    O enrosco da Cultura está explicado aí. Diante da crise, a empresa passou a pegar dinheiro emprestado com os bancos - o tamanho da dívida é de R$ 63 milhões. 
    Com os atrasos nos pagamentos das duas redes, editoras já promoveram uma série de demissões ao longo dos últimos dois anos. 
    O cenário de derrocada, contudo, parece estar em descompasso com os números de vendas. Desde o começo do ano, os dados compilados pela Nielsen, empresa de pesquisa de mercado, levantados a pedido do Sindicato Nacional dos Editores de Livros, mostravam que o meio livreiro vinha dando sinais de melhoras pela primeira vez, desde o início da recessão econômica que abala o país. 
    Simone Paulino, da Nós, editora independente de São Paulo, enxerga um descompasso entre as vendas em alta e a crise. Nas palavras dela, “um paradoxo assustador.” A editora nunca vendeu tanto na Cultura quanto nesses últimos seis meses”, diz. E é justamente nesse período que eles não têm sido pagos. 
    “O modelo de produção do livro é muito complicado. Você investe desde a compra do direito autoral ou tradução e vai investindo ao longo de todo o processo. Na hora que você deveria receber, esse dinheiro não volta”, diz Paulino. 
    “Os grandes grupos têm uma estrutura de advogados que vão ter estratégia para tentar receber. E para os pequenos? O que vai acontecer?
    ” Mas há uma esperança para os editores do país: o preço fixo do livro. Diante do cenário de crise, a maior parte dos editores aposta em uma carta tirada da manga no apagar das luzes do atual governo - a criação, no país, do preço fixo do livro - norma a ser implantada por medida provisória - nos moldes de boa parte de países europeus, como França e Alemanha. 
    Os editores se inspiram no pujante mercado europeu. Por lá, o preço fixo existe desde 1837, quando a Dinamarca criou a sua lei limitando descontos, abolida só em 2001. A crença é a de que a crise atual é em parte causada pela guerra de preço. Unificar o valor de capa permitiria um florescimento das livrarias independentes, uma vez que elas competiriam de forma mais justa com as grandes redes. 
(Folha de S. Paulo, 03.11.2018. Adaptado)
Considere as palavras em destaque no texto - catástrofe, enrosco, derrocada, esperança e florescimento - e assinale a alternativa correta.
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375Q703340 | Português, Interpretação de Textos, Ciências Exatas, UNICAMP, VUNESP, 2019

Texto associado.
Leia trecho da canção de Caetano Veloso para responder à questão.
LIVROS
Tropeçavas nos astros desastrada
Quase não tínhamos livros em casa
E a cidade não tinha livraria
Mas os livros que em nossa vida entraram
São como a radiação de um corpo negro
Apontando pra expansão do Universo
Porque a frase, o conceito, o enredo, o verso
(E, sem dúvida, sobretudo o verso)
É o que pode lançar mundos no mundo.
(https://www.letras.mus.br/caetano-veloso, acessado em 09.11.2018)
Assinale a alternativa correta quanto ao sentido da canção.
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376Q682372 | Português, Sintaxe, Profissional para Assuntos Administrativos, UNICAMP, VUNESP, 2019

O segmento “... pode-se perder tudo se digitar algo errado.” apresenta reescrita correta, sem alteração do sentido original, em: 
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377Q702323 | Português, Morfologia, Ciências Exatas, UNICAMP, VUNESP, 2019

Texto associado.
Página infeliz
            O mercado editorial no Brasil nunca pareceu tão próximo de uma catástrofe – com as duas principais redes de livrarias do país, Saraiva e Cultura, em uma crise profunda, reduzindo o número de lojas e com dívidas que parecem sem fim.
            Líder do mercado, a Saraiva, que já acumula atrasos de pagamentos a editores nos últimos anos, anunciou nesta semana o fechamento de 20 lojas. Em nota, a rede afirma que a medida tem a ver com “desafios econômicos e operacionais”, além de uma mudança na “dinâmica do varejo”.
            Na semana anterior, a Livraria Cultura entrou em recuperação judicial. No pedido à Justiça, a rede afirma acumular prejuízos nos últimos quatro anos, ter custos que só crescem e vendas menores. Mesmo assim, diz a petição enviada ao juiz, não teria aumentado seus preços.
            O enrosco da Cultura está explicado aí. Diante da crise, a empresa passou a pegar dinheiro emprestado com os bancos – o tamanho da dívida é de R$ 63 milhões.
            Com os atrasos nos pagamentos das duas redes, editoras já promoveram uma série de demissões ao longo dos últimos dois anos.
            O cenário de derrocada, contudo, parece estar em descompasso com os números de vendas. Desde o começo do ano, os dados compilados pela Nielsen, empresa de pesquisa de mercado, levantados a pedido do Sindicato Nacional dos Editores de Livros, mostravam que o meio livreiro vinha dando sinais de melhoras pela primeira vez, desde o início da recessão econômica que abala o país.
            Simone Paulino, da Nós, editora independente de São Paulo, enxerga um descompasso entre as vendas em alta e a crise. Nas palavras dela, “um paradoxo assustador.” A editora nunca vendeu tanto na Cultura quanto nesses últimos seis meses”, diz. E é justamente nesse período que eles não têm sido pagos.
            “O modelo de produção do livro é muito complicado. Você investe desde a compra do direito autoral ou tradução e vai investindo ao longo de todo o processo. Na hora que você deveria receber, esse dinheiro não volta”, diz Paulino.
            “Os grandes grupos têm uma estrutura de advogados que vão ter estratégia para tentar receber. E para os pequenos? O que vai acontecer?”
            Mas há uma esperança para os editores do país: o preço fixo do livro. Diante do cenário de crise, a maior parte dos editores aposta em uma carta tirada da manga no apagar das luzes do atual governo – a criação, no país, do preço fixo do livro – norma a ser implantada por medida provisória – nos moldes de boa parte de países europeus, como França e Alemanha.
            Os editores se inspiram no pujante mercado europeu. Por lá, o preço fixo existe desde 1837, quando a Dinamarca criou a sua lei limitando descontos, abolida só em 2001. A crença é a de que a crise atual é em parte causada pela guerra de preço. Unificar o valor de capa permitiria um florescimento das livrarias independentes, uma vez que elas competiriam de forma mais justa com as grandes redes.
(Folha de S. Paulo, 03.11.2018. Adaptado)
Assinale a alternativa em que a segunda frase substitui, corretamente, por um pronome pessoal, com sua devida colocação, a expressão em destaque na primeira.
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378Q931475 | História, Vestibular UNICAMP, UNICAMP, COMVEST

Texto associado.
As revoluções de independência na América hispânica foram, ao mesmo tempo, um conflito militar, um processo de mudança política e uma rebelião popular. (Rafael Rojas, Las repúblicas de aire. Buenos Aires: Taurus, 2010, p. 11.) 
São características dos processos de independência nas ex-colônias espanholas na América:
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379Q683569 | Jornalismo, Jornalista, UNICAMP, VUNESP, 2019

Em 31 de agosto de 2010, após 119 anos de história, um dos mais tradicionais jornais brasileiros deixou a versão impressa e passou a ser disponível somente na sua versão digital. Na sua estreia como jornal digital, o periódico enumerou os argumentos que justificaram a sua opção, colocando entre eles o respeito à ecologia e o alinhamento com o futuro. Mas, no dia 25 de fevereiro de 2018, sob nova direção, o jornal voltou às bancas cariocas. O empresário que adquiriu os direitos justificou o projeto por ter identificado um nicho no mercado de jornais impressos. O nome desse jornal é 
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380Q931516 | Português, Sintaxe, Vestibular UNICAMP, UNICAMP, COMVEST

Em sua versão benigna, a valorização da malandragem corresponde ao elogio da criatividade adaptativa e da predominância da especificidade das circunstâncias e das relações pessoais sobre a frieza reducionista e generalizante da lei. Em sua versão maximalista e maligna, porém, a valorização da malandragem equivale à negação dos princípios elementares de justiça, como a igualdade perante a lei, e ao descrédito das instituições democráticas. (Adaptado de Luiz Eduardo Soares, Uma interpretação do Brasil para contextualizar a violência, em C. A. Messeder Pereira, Linguagens da violência. Rio de Janeiro: Rocco, 2000, p. 23-46.) Considerando as posições expressas no texto em relação à valorização da malandragem, é correto afirmar que:  
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